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Gastronomia

Emprego para vítimas de feminicídio: o projeto de café na Índia que impressiona

12 de maio de 2026 | Por Redação NTD

A poucos quilômetros do Taj Mahal, um lugar chama atenção. No Sheroes Hangout, o massala chai é servido pelas mãos de mulheres sobreviventes de ataques com ácidos. Elas são o rosto e a força do café fundado em 2014, em Agra, no Norte da Índia, pela Fundação Chhanv, com o propósito de gerar oportunidades de trabalho e incentivar a autonomia a mulheres vítimas desse tipo de violência. Violência com ácido é recorrente na Índia Na Índia, a violência com ácido contra mulheres ainda é muito presente. De acordo com o India’s National Crime Records Bureau  (NCRB), são reportados aproximadamente duzentos casos por ano e 80% das vítimas são as mulheres.  Muitos casos estão ligados à rejeição amorosa, disputas familiares ou conflitos relacionados a propriedades. O ácido, vendido ilegalmente de maneira relativamente acessível, é utilizado como arma para desfigurar e intimidar mulheres. As consequências físicas e psicológicas costumam ser permanentes, exigindo dezenas de cirurgias e longos processos de recuperação.  Como surgiu a ideia do projeto A ideia do café surgiu com a dificuldade que muitas sobreviventes encontravam ao tentar ingressar no mercado de trabalho após os ataques. Em sociedades com altos índices de desigualdade gênero, muitas vítimas chegam a deixar de frequentar espaços públicos por conta do estigma e preconceito.  O primeiro Sheroes Hangout nasceu a partir de uma dessas histórias. Geeta Mahor foi atacada pelo marido enquanto dormia com suas filhas. O golpe brutal do ácido não marcou apenas a vida de Geeta, mas também das meninas. Continua após a publicidade Com uma filha morta e outra cega, sem renda, nem apoio, sua trajetória chegou ao cofundador Ashish Shukla, que decidiu criar o Sheroes como alternativa de sobrevivência. O café foi inaugurado na cidade de Agra, em Uttar Pradesh, e posteriormente ganhou unidades em Lucknow e Noida. Sheroes Hangout em Agra, ÍndiaChhanv Foundation'/Reprodução O nome “Sheroes” mistura as palavras “she” e “heroes”, algo como “elas heroínas”, que evidencia o protagonismo dessas mulheres.  Administrado pelas próprias sobreviventes, funciona como um espaço de autonomia financeira e reconstrução da autoestima. Continua após a publicidade Durante anos, o estabelecimento operou no modelo “pague quanto quiser”, justamente porque as funcionárias nunca haviam trabalhado em restaurantes e queriam criar um ambiente mais livre e acolhedor para os visitantes.  Muito mais que um café Além de servir refeições e bebidas, o espaço também abriga exposições, debates e campanhas de conscientização sobre violência de gênero. Nas paredes, fotografias e frases motivacionais dividem espaço com relatos das mulheres que trabalham ali. O café se tornou um ponto turístico , atraindo visitantes interessados na história de sobrevivência das funcionárias. Segundo a fundação responsável pelo projeto, mais de 100 sobreviventes de ataques com ácido já receberam assistência médica, apoio jurídico, educação e oportunidades de emprego por meio da organização. Continua após a publicidade O Sheroes também financia cirurgias reconstrutivas e mantém projetos de capacitação profissional para mulheres vítimas de violência. “Elas querem ser normais, e normal significa acordar de manhã e ir trabalhar” , afirmou Alok Dixit, o outro fundador da Chhanv Foundation, em entrevista ao jornal The Times.  <b id="message-undefined" class="error-message">Imagem sem fonte</b> Funcionárias do Sheroes Hangout em Agra, ÍndiaChhanv Foundation'/ Até 2014, o ano de inauguração do primeiro Sheroes Hangout, os ataques com ácido não eram considerados crimes de alta gravidade na Índia. Os agressores recebiam apenas três meses de pena de prisão. A trajetória das mulheres de Sheroes é um movimento inspirador e necessário para a mudança desse cenário, impedindo a normalização desse tipo de violência. Continua após a publicidade Como ser uma mulher empoderada? Veja 7 hábitos essenciais Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! 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NTD
Redação NTD
Moda e Beleza

15 unhas maximalistas que vão dominar os casamentos em 2026

12 de maio de 2026 | Por Redação NTD

A temporada de casamentos está oficialmente aberta! Conhecido tradicionalmente como o mês das noivas, maio é marcado por salões cheios de mulheres prestes a subirem ao altar. E, mais do que cabelo e maquiagem, as unhas também merecem atenção especial — afinal, ninguém quer fotos das alianças com uma esmaltação descuidada. Segundo relatório do Pinterest, em 2026, o clássico esmalte branquinho perde espaço para uma proposta mais ousada. O maximalismo chega com força, trazendo nail arts elaboradas e cheias de personalidade. Se você quer entrar na tendência, mas ainda não sabe como, reunimos 15 inspirações para o grande dia.   Com joias Inspirações de unhas maximalistas com jóias para noivasPinterest/Reprodução As unhas com jóias são a grande aposta do ano, independentemente da ocasião. O segredo está em adaptar a tendência ao estilo da noiva, apostando em adereços como pérolas, cristais, aplicações brilhantes e flores delicadas.  Coloridas Inspirações de unhas maximalistas coloridas para noivasPinterest/Reprodução O casamento, muitas vezes, pedir um look all white não significa que as unhas precisam seguir o mesmo padrão. Para noivas mais autênticas e dispostas a ousar, as cores surgem como uma forma de expressar personalidade e fugir do óbvio. Continua após a publicidade   3D Inspirações de unhas maximalistas em 3D para noivasPinterest/Reprodução Branco não precisa ser sinônimo de algo sem graça. As aplicações em 3D trazem um destaque sutil e elegante, adicionando textura à nail art sem roubar a cena. Flores e rendas em relevo são ótimas escolhas para manter o romantismo com um toque moderno. Douradas Inspirações de unhas maximalistas douradas para noivasPinterest/Reprodução O dourado é quase obrigatório para quem deseja uma proposta maximalista. Pode aparecer em detalhes sobre bases claras, em texturas, aplicações ou até em unhas completamente douradas. A ideia é explorar combinações que dialoguem com os acessórios da noiva. Continua após a publicidade   Pratas Inspirações de unhas maximalistas pratas para noivasPinterest/Reprodução Seguindo a mesma lógica do dourado, o prata é ideal para quem opta por joias nesse tom, como brilhantes e pérolas. Ele traz um ar sofisticado, funcionando bem tanto em detalhes quanto em propostas mais marcantes. As 10 cores de esmalte que vão dominar 2026 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters:  Continua após a publicidade   Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter   Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril.   Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter   Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril.   Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade  

NTD
Redação NTD
Moda e Beleza

8 “cabelos de novela” para um visual glamouroso e impactante

12 de maio de 2026 | Por Redação NTD

A teledramaturgia brasileira sempre teve força para lançar tendências. Ao longo das últimas décadas, várias atrizes entraram no imaginário popular também pelos cabelos de suas personagens. Foi assim com Maria Casadevall e o chanel com franjinha de Amor à Vida (2013), com Giovanna Antonelli e o pixie de Da Cor do Pecado (2004), ou com Bella Campos e o bob de Vale Tudo (2025). Aqui, relembre cortes icônicos que fizeram muitas brasileiras correrem para o salão.   Maria Casadevall, em Amor à Vida O cabelo chanel com franjas de Maria Casadevall é lembrado até hojeJoão Miguel Júnior/TV Globo Maria Casadevall deu vida à ousada Patrícia, na novela Amor à Vida, com um corte chanel de franja acima das sobrancelhas. O visual repicado se tornou um dos mais marcantes da trama.  O estilo combinava com a personalidade forte da personagem, que ficou cética em relação ao amor após ser traída durante a lua de mel. Uma curiosidade é que a atriz cortou o próprio cabelo antes de saber que havia passado no teste, apenas por vontade de mudar o visual. Claudia Raia, em Salve Jorge O cabelo em camadas e em um tom quente de Claudia Raia virou referência para diversas mulheresJoão Miguel Júnior/TV Globo Claudia Raia viveu a vilã Lívia Marine, responsável por uma gangue de tráfico de mulheres, em Salve Jorge (2012). Apesar do lado cruel da personagem, ela mantinha uma imagem delicada diante das aparências, e o visual ajudava a construir essa dualidade. O cabelo em camadas, em um tom de castanho avermelhado escuro, ganhava ainda mais destaque com pontos de iluminação nas pontas. Continua após a publicidade   Giovanna Antonelli, em Da Cor do Pecado O cabelo pixie de Giovanna Antonelli é um dos mais icônicos da teledramaturgia brasileiraGiovanna Antonelli/Reprodução Giovanna Antonelli é dona de um dos cabelos mais icônicos da teledramaturgia brasileira. Em Da Cor do Pecado, a atriz apareceu com um pixie cut repicado, iluminado por mechas loiras e raiz mais escura. As laterais mais baixas ajudavam a reforçar o estilo moderno da personagem. Conhecida por usar os fios mais longos, Giovanna consolidou uma das vilãs mais marcantes da TV brasileira com um visual igualmente inesquecível. Bella Campos, em Vale Tudo Bella Campos passou por uma transformação no visual para interpretar Maria de Fátima, o que incluiu o corte bob@bellacampox/Instagram Para interpretar Maria de Fátima no remake de Vale Tudo, Bella Campos precisou cortar o cabelo. O bob na altura do queixo valorizou ainda mais o volume natural dos fios ondulados. Na trama, o novo visual aparece após a personagem aplicar um golpe na própria mãe, simbolizando a nova fase de Maria de Fátima. Isadora Cruz, em Coração Acelerado O cabelo com mechas loiras mais focadas nas pontas, de Isadora Cruz, trouxe ar romântico para a atriz@isadoracruz/Instagram Continua após a publicidade   Isadora Cruz interpreta a protagonista Agrado Garcia na novela das sete da Globo, Coração Acelerado (2026). A cantora sertaneja exibe um cabelo loiro e ondulado, que reforça sua personalidade solar. Os fios vão ficando mais claros em direção às pontas, o que cria um efeito iluminado natural. Theresa Fonseca, em A Nobreza do Amor Theresa Fonseca cortou o cabelo para interpretar Virgínia@theresafonseca/Instagram Theresa Fonseca é mais uma das atrizes que precisou cortar o cabelo para viver uma personagem. Em A Nobreza do Amor (2026), ela usa um chanel liso que chamou a atenção do público pelos headpieces brilhantes usados como acessórios de cabelo. Marina Ruy Barbosa, em Totalmente Demais Marina Ruy Barbosa tinha cabelo long bob na novela Totalmente DemaisArtur Meninea/TV Globo Em Totalmente Demais (2015), Marina Ruy Barbosa renovou seu tradicional cabelo ruivo com um long bob na altura do peitoral. O comprimento valorizava ainda mais a cor natural dos fios e acabou se tornando tendência na época. Continua após a publicidade   Isabelle Drummond, em Coração Acelerado Isabelle Drummond deixou os cabelos mais claros para interpretar sua primeira vilã@yeuxpapillon/Instagram Para interpretar sua primeira vilã em Coração Acelerado (2026), Isabelle Drummond precisou clarear os cabelos. O castanho natural ganhou mechas loiras em um comprimento médio, ajudando a transformar a personagem influenciadora, ligada ao universo das tendências. As 10 cores de esmalte que vão dominar 2026   Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. 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NTD
Redação NTD
Cultura

4 livros picantes para você se aventurar sem culpa

12 de maio de 2026 | Por Redação NTD

Se você está em busca de leituras picantes e envolventes, que misturam emoção, crescimento pessoal e romance, esses livros são feitos para você. Neles, por meio de encontros e desencontros, os protagonistas embarcam em suas jornadas de autoconhecimento, encontrando novos caminhos e pessoas de forma inesperada.  Por meio desses livros, você poderá explorar um prazer sem culpa e sem julgamentos. Cada história te convida a viver de forma mais profunda. Confira:    1. Até que o verão nos separe   Compre agora: Amazon - R$ 71,90 Escrita pela autora best–seller do The New York Times Meghan Quinn, conta a história de Scottie Price, que após uma desilusão amorosa, decide se mudar para Nova York em busca de recuperar sua autoconfiança. Você vai mergulhar em um mundo de autoconhecimento, amor de verão e término de ciclos. 2. Uma fazenda com a magia do Natal (Amores de Dream Harbor — vol. 3)   Compre agora: Amazon - R$ 34,32 Continua após a publicidade   Terceiro volume da série Amores de Dream Harbor, Laurie Gilmore apresenta uma comédia romântica natalina de dois opostos que se atraem em uma cidade pequena. Seu enredo aborda temas como recomeço e novas chances, conexões humanas, confiança e claro, a magia do Natal. 3. Amor e outras conspirações   Compre agora: Amazon - R$ 41,48 Escrito pela Mallory Marlowe, acompanha a história de Hallie Barret após um término de relacionamento. Em uma trama sobre amor em meio à incerteza, Hallie vive conexões inesperadas enquanto aprende a confiar novamente e a enxergar novas possibilidades para sua vida. Continua após a publicidade   4. Tudo por você   Compre agora: Amazon - R$ 44,76 Sequência de Alerta de spoiler, oferece uma narrativa bem-humorada ao tratar sobre temas como TDAH, burnout e gordofobia. Em um enredo cheio de cenas picantes, traz reflexões essenciais sobre relacionamentos abusivos, autoconfiança e exposição na internet. 6 livrarias em SP tão lindas e diferentes que valem a visita Continua após a publicidade   Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter   Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril.   Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter   Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril.   Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Continua após a publicidade   Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade  

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Redação NTD
Cultura

4 livros picantes para você se aventurar sem culpa

12 de maio de 2026 | Por Redação NTD

Se você está em busca de leituras picantes e envolventes, que misturam emoção, crescimento pessoal e romance, esses livros são feitos para você. Neles, por meio de encontros e desencontros, os protagonistas embarcam em suas jornadas de autoconhecimento, encontrando novos caminhos e pessoas de forma inesperada.  Por meio desses livros, você poderá explorar um prazer sem culpa e sem julgamentos. Cada história te convida a viver de forma mais profunda. Confira:    1. Até que o verão nos separe   Compre agora: Amazon - R$ 71,90 Escrita pela autora best–seller do The New York Times Meghan Quinn, conta a história de Scottie Price, que após uma desilusão amorosa, decide se mudar para Nova York em busca de recuperar sua autoconfiança. Você vai mergulhar em um mundo de autoconhecimento, amor de verão e término de ciclos. 2. Uma fazenda com a magia do Natal (Amores de Dream Harbor — vol. 3)   Compre agora: Amazon - R$ 34,32 Continua após a publicidade   Terceiro volume da série Amores de Dream Harbor, Laurie Gilmore apresenta uma comédia romântica natalina de dois opostos que se atraem em uma cidade pequena. Seu enredo aborda temas como recomeço e novas chances, conexões humanas, confiança e claro, a magia do Natal. 3. Amor e outras conspirações   Compre agora: Amazon - R$ 41,48 Escrito pela Mallory Marlowe, acompanha a história de Hallie Barret após um término de relacionamento. Em uma trama sobre amor em meio à incerteza, Hallie vive conexões inesperadas enquanto aprende a confiar novamente e a enxergar novas possibilidades para sua vida. Continua após a publicidade   4. Tudo por você   Compre agora: Amazon - R$ 44,76 Sequência de Alerta de spoiler, oferece uma narrativa bem-humorada ao tratar sobre temas como TDAH, burnout e gordofobia. Em um enredo cheio de cenas picantes, traz reflexões essenciais sobre relacionamentos abusivos, autoconfiança e exposição na internet. 6 livrarias em SP tão lindas e diferentes que valem a visita Continua após a publicidade   Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter   Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril.   Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter   Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril.   Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Continua após a publicidade   Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade  

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Redação NTD
Cultura

Os 10 melhores livros sobre maternidade para ler em 2026

10 de maio de 2026 | Por Redação NTD

A maternidade é feita de um turbilhão de emoções, desde o amor que preenche o coração ao ver o sorriso dos filhos até o nervosismo de se estar fazendo o melhor para eles, se tornando inclusive uma grande jornada de autoconhecimento. Para te fazer companhia neste Dia das Mães, nada melhor do que um livro para se aprofundar na maternidade, seja como fonte de conhecimento, inspiração ou apenas uma nova lente. Pensando nisso, separamos 10 livros que toda mãe deveria ler. Confira: 10 livros que toda mãe deveria ler As alegrias da maternidade Nem sempre os livros de maternidade precisam ser guias para a criação dos pequenos (até porque sabemos bem que isso não existe), eles também podem vir em forma de narrativas reflexivas, e é isso que “As alegrias da maternidade” entrega. Na narrativa, Buchi Emecheta retrata Nnu Ego, filha de um grande líder africano, que é enviada para a Nigéria para ser esposa. Nnu está determinada a realizar seu sonho de se tornar mãe e, assim, ser uma “mulher completa”, e passa por condições de vida precárias, além de enfrentar sozinha a tarefa de educar e sustentar os filhos. No livro, a protagonista se depara com a luta pela integridade da família e pela manutenção dos valores de seu povo. Compre agora: Amazon - R$ 56,91 A filha perdida Neste livro, Elena Ferrante consagra seu terceiro romance e acompanha os sentimentos conflitantes de uma professora universitária de meia-idade, Leda, que, aliviada depois das filhas já crescidas se mudarem para o Canadá com o pai, decide tirar férias no litoral sul da Itália. Nos primeiros dias da sua passagem pelas praias italianas, ela volta a sua atenção para uma ruidosa família de napolitanos, em especial para Nina, a jovem mãe de Elena – sempre acompanhada de sua boneca. Isso faz com que a professora universitária se lembre de si mesma quando jovem, quando estava cheia de expectativas. A aproximação das mães, no entanto, desencadeia em Leda recordações de segredos que ela nunca conseguiu revelar a ninguém. Compre agora: Amazon - R$ 42,42 Mãe fora da caixa “Mãe fora da caixa”, de Thaís Vilarinho, traz uma coletânea de relatos de vivências maternas (para que você leia naqueles dias em que tudo parece demais), sendo um abraço de cura. As histórias vão além da doçura da maternidade e retratam também seus desafios, impulsionando as mães a deixarem para trás o que pensam que é maternidade. É uma carta de reinvenção das regras, livre de julgamentos. Continua após a publicidade “Certo ou errado? Isso não existe. Existe o que funciona para cada uma de nós” – Mãe fora da caixa. Compre agora: Amazon - R$ 41,17 Por que gritamos Foi-se o tempo em que aprendizado e lições eram passadas com agressividade. Após publicar o best-seller “Educação não violenta”, Elisama Santos compartilha sua jornada como mãe e educadora parental em busca de uma educação baseada no diálogo entre mães, pais e crianças – longe dos gritos. A autora busca mostrar que o respeito pelos pequenos é diferente de ser permissivo, e ajuda na hora de lidar com os sentimentos escondidos por trás do grito. A leitura é inclusive recomendada pela mãe e atriz Taís Araújo. “Silenciar os sentimentos dos nossos filhos diz muito sobre a nossa inabilidade de lidar com o nosso próprio sentir” – Educação não violenta. Compre agora: Amazon - R$ 16,47 Continua após a publicidade Sobre minha filha Não é surpresa para ninguém que, na nossa sociedade, a maternidade costuma ser retratada de maneira romantizada e aperfeiçoada, dando às mães uma vazão na hora de criar os filhos. Neste romance da sul-coreana Kim Hye-jin, a protagonista é uma mulher exemplar aos olhos da sociedade. Cuidadora de idosos e viúva de um casamento, criou a filha, Green, para seguir as tradições da sociedade: casar, formar uma família e ter uma casa própria e um bom salário. Mas tudo sai dos planos quando Green se assume lésbica e, sem emprego fixo, volta para a casa da mãe com a namorada. A rotina da mãe não permite oferecer outro tratamento que não seja o do julgamento e da rigidez. “Sobre minha filha” é um romance honesto que retrata o choque geracional e a intensidade dos laços de família. Compre agora: Amazon - R$ 53,12 Mãe recém-nascida Quando nasce um filho, nasce também uma mãe! “Mãe recém-nascida” vem mostrar que o nascimento não é apenas sobre o bebê, afinal, as mulheres também sofrem grandes mudanças com a chegada do pequeno integrante! O livro é quase um diário e se propõe a ser uma conversa entre você e a autora. É uma oportunidade de ser acolhida e compreendida em 240 páginas. Compre agora: Amazon - R$ 53,80 As primeiras quatro estações Quem aqui já folheou diversos livros e passou o mouse por diversos sites que só trouxeram ansiedade e medo sobre a maternidade? A autora, Fernanda Witwitsky , passou por tudo isso durante sua primeira gravidez, na qual descobriu que esperava não apenas um, mas dois bebês. Em 160 páginas, ela conta como sentiu e viveu o primeiro ano de vida de seus filhos, além de compartilhar suas angústias com as novas responsabilidades e os momentos difíceis. Compre agora: Amazon - R$ 44,92 Continua após a publicidade A criança otimista: Uma abordagem revolucionária para educar crianças resilientes Neste livro, o autor e psicólogo Martin Seligman demonstra que crianças pessimistas correm um risco muito maior de ficarem deprimidas, e aponta que o otimismo pode ser desenvolvido ao superar desafios, lidar com frustrações e experimentar conquistas individuais. Por isso, o profissional convida os pais a adotarem estratégias para transmitir satisfação e confiança a seus filhos. Compre agora: Amazon - R$ 67,43 O livro que você gostaria que seus pais tivessem lido: (e seus filhos ficarão gratos por você ler) O livro da psicoterapeuta Philippa Perry aborda como criamos laços com nossos filhos, o que atrapalha a criação de uma relação mais próxima e o que pode contribuir – e também dá leves apontamentos sobre como a maneira como fomos criados influencia os nossos filhos. “A base da criação dos filhos é a relação que você cria com eles. Se as pessoas fossem plantas, a relação seria o solo. A relação sustenta, nutre, permite o crescimento — ou o inibe.” O livro que você gostaria que seus pais tivessem lido (e seus filhos ficarão gratos por você ler). Compre agora: Amazon - R$ 39,48 É fase É fase, de Rafaela Carvalho, traz uma coletânea de crônicas que descrevem com humor (e, claro, emoções) os desafios e as alegrias da família – de ser mãe. Desde o cotidiano até os relacionamentos em casa, a autora mostra que o caos é essencial na maternidade, mas dá luz à escuridão e dá um aconchego às mamães que estão precisando de um suporte extra. Compre agora: Amazon - R$ 69,00 RelacionadasBelezaListamos 09 perfumes para presentear sua mãe3 Maio 2024 - 16h05CulturaClaudia Raia fala de maternidade, repudia etarismo e defende Lei Rouanet12 abr 2024 - 08h04CozinhaDe paella à lasanha: receitas imperdíveis para o Dia das Mães30 abr 2024 - 09h04 Publicidade

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Redação NTD
Cultura

Kim Kardashian tenta arte no Met Gala e o resultado é constrangedor

04 de maio de 2026 | Por Redação NTD

Continua após a publicidade Kim Kardashian pode até tentar, mas o Met Gala 2026 deixa uma coisa clara: nem sempre proximidade com grandes nomes da moda significa entendimento real do que está sendo proposto. Kim Kardashian no Met Gala 2026.Getty/Getty Images Em uma edição guiada pelo tema “fashion is art”, que exige interpretação e construção criativas, Kim surge com um look que até flerta com a ideia de arte, mas não sustenta absolutamente nada. Falta intenção, falta profundidade e, principalmente, falta verdade no que está sendo vestido. A sensação é de que tudo ali existe apenas como imagem, e não como expressão. E isso não é novidade. O episódio envolvendo o icônico vestido de Marilyn Monroe, usado por Kim e amplamente criticado por danos à peça histórica, já tinha deixado evidente um certo distanciamento entre o gesto de vestir e o significado por trás da roupa. Aqui, esse distanciamento volta a aparecer. O visual parece cansado, previsível, sem qualquer frescor criativo. Em vez de dialogar com o tema, ele se apoia em uma estética segura, quase automática, como se apenas referenciar Pop Art fosse o suficiente para entregar algo minimamente eficaz. Continua após a publicidade 8 calças jeans que prometem dominar os looks de outono Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Continua após a publicidade Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Continua após a publicidade Publicidade

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Redação NTD
Cultura

Paola Carosella indica 4 livros escritos por mulheres que você precisa ler já

03 de maio de 2026 | Por Redação NTD

Paola Carosella, capa de CLAUDIA, é apaixonada por ler — e, recentemente, principalmente as autoras mulheres. Durante nosso papo com a apresentadora e cozinheira, ela falou o hábito que sempre esteve presente em sua rotina. “Adoro ler. É, e cada vez mais gosto de ler mulheres”, afirmou com exclusividade durante a entrevista (confira aqui a reportagem completa). Em seguida, detalhou sua relação com a literatura: “Gosto de ler livro físico, gosto de riscar o livro, de marcar, de escrever do lado, sim. Devo deixar muitas pessoas estressadas, mas para mim o livro físico é importante”. A seguir, os títulos e autoras que Paola tem lido no momento: Na estante de Paola Carosella: 4 leituras para ficar de olho 1. Querido Babaca, de Virginie Despentes Querido Babaca, de Virginie DespentesReprodução/Reprodução Publicado originalmente na França, o romance se estrutura a partir da troca de e-mails entre dois personagens — um escritor e uma atriz. A narrativa aborda temas como misoginia, cultura do cancelamento, dependência química e exposição pública. Com linguagem direta e tom confrontativo, o livro se insere na produção recente de Despentes, conhecida por tensionar debates contemporâneos a partir de personagens em conflito. Querido babaca, por Virginie Despentes (R$ 59,42 na Amazon) Continua após a publicidade 2. Um Quarto Só Seu, de Virginia Woolf Um Quarto Só Seu, de Virginia WoolfReprodução/Reprodução Publicado em 1929, o ensaio tem origem em palestras ministradas por Woolf em universidades femininas de Cambridge e discute as condições materiais e simbólicas necessárias para que mulheres escrevam. A autora sustenta que independência financeira e espaço próprio são fatores determinantes para a produção literária feminina — ideia sintetizada na formulação de que uma mulher precisa de “dinheiro e um quarto só seu” para escrever ficção. Um Quarto Só Seu, por Virginia Woolf (R$ 23,05 na Amazon) 3. Obras de Toni Morrison Amada, de Toni MorrisonReprodução/Reprodução Continua após a publicidade Sem citar um título específico, Paola mencionou a autora norte-americana, vencedora do Prêmio Nobel de Literatura em 1993. Entre suas obras mais conhecidas estão Amada, O Olho Mais Azul e Canção de Salomão. Seus livros abordam a experiência negra nos Estados Unidos, com ênfase em temas como memória, identidade e herança histórica. Amada, por Toni Morrison (R$ 76,23 na Amazon) 4. A Mística Feminina, de Betty Friedan A Mística Feminina, de Betty FriedanReprodução/Reprodução Lançado em 1963, o livro analisa o papel social imposto às mulheres nos Estados Unidos do pós-guerra, especialmente no ambiente doméstico. A obra teve impacto direto no movimento feminista da época e é frequentemente apontada como um dos marcos da chamada “segunda onda”. Continua após a publicidade A Mística Feminina, por Betty Friedan (R$ 73,05 na Amazon) 6 livrarias em SP tão lindas e diferentes que valem a visita Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Continua após a publicidade Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Continua após a publicidade Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade

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Redação NTD
Cultura

7 dedicatórias que transformam qualquer livro em presente inesquecível

28 de abril de 2026 | Por Redação NTD

Os livros são uma das formas mais bonitas e significativas de presentear alguém que se ama. Mas entregá-los apenas embrulhados pode soar impessoal e não transmitir todo o sentimento envolvido. Uma maneira simples de transformar o gesto em algo único, e capaz de emocionar tanto quanto a própria história, é escrever uma dedicatória nas primeiras páginas ou na folha de rosto. Confira a seguir algumas ideias para te inspirar. Dedicatórias românticas Se a pessoa é fã de romances ou o livro escolhido dialoga com a história de vocês, vale aproveitar esse gancho. Tente relembrar momentos especiais, usar trechos que representam a relação ou até fazer uma declaração mais direta. A ideia aqui é que a dedicatória funcione como uma extensão do sentimento que o livro já carrega. Ideia de dedicatória romântica em livrosPinterest/Reprodução Ideia de dedicatória romântica em livrosPinterest/Reprodução Dedicatórias para amigos Todo mundo tem aquele amigo que ama um bom livro. Nesses casos, vale apostar em lembranças compartilhadas, piadas internas, fazendo alusão ao motivo do presente ou até frases que representam a amizade. Continua após a publicidade Ideia de dedicatória romântica em livrosPinterest/Reprodução Ideia de dedicatória sobre amizade em livrosPinterest/Reprodução Dedicatórias para crianças e filhos Seja para um filho ou para uma criança especial, escrever uma dedicatória pode ser o primeiro passo para que ela crie uma relação afetiva com a leitura. O ideal é utilizar palavras simples e, se possível, conectar a mensagem ao universo da criança. O presente pode se transformar em uma lembrança para a vida toda. Ideia de dedicatória para crianças e filhos em livrosPinterest/Reprodução Continua após a publicidade Ideia de dedicatória para crianças e filhos em livrosPinterest/Reprodução Dedicatórias com música Se a criatividade não estiver fluindo, recorrer à música pode ser uma ótima alternativa, porque além de facilitar a escrita, a escolha traz um toque sensível e personalidade ao presente. Escolha o trecho de uma canção que tenha significado para vocês ou que dialogue com a história do livro. Ideia de dedicatória com letras de músicaPinterest/Reprodução Os 5 melhores livros disponíveis no Kindle Unlimited  Continua após a publicidade Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters:  Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Continua após a publicidade Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade

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Redação NTD
Cultura

5 livros para despertar o interesse por leitura entre pré-adolescentes

20 de abril de 2026 | Por Redação NTD

Incentivar o público mais jovem a ler nem sempre é uma tarefa simples, especialmente entre os pré-adolescentes. Essa fase de transição costuma ser desafiadora, já que os interesses deixam de ser os mesmos da infância, mas muitos temas ainda não são totalmente adequados para essa nova etapa. Pensando em ajudar pais que desejam transformar a leitura em um hábito na vida dos filhos entre 9 e 14 anos, reunimos uma seleção de seis livros para ter em casa. "Sozinha", de Keka Reis A história acompanha Rosa, uma jovem de 15 anos, em uma jornada marcada por amadurecimento, luto e a complexidade das relações nessa fase da vida. A narrativa mergulha especialmente na relação entre mãe e filha, a partir da perda precoce vivida pela protagonista. O livro funciona como um importante ponto de identificação para jovens em fase de autoconhecimento e já teve sua adaptação para o cinema anunciada. Compre agora: Amazon - R$ 43,49 Trilogia "As Aventuras de Tibor Lobato", de Gustavo Rosseb Misturando aventura e suspense, a trama acompanha Tibor Lobato e sua irmã, que se mudam para o sítio da avó após a morte dos pais. No novo cenário, eles se envolvem em acontecimentos misteriosos que envolvem figuras clássicas do folclore brasileiro. A dinâmica da narrativa faz da obra uma leitura envolvente, daquelas difíceis de parar de ler. Compre agora: Amazon - R$ 128,10 "Todas as Cores de Tilly", de Mazey Eddings A comédia romântica acompanha Tilly e Oliver, dois adolescentes neurodivergentes que se conhecem durante uma viagem de férias. De forma leve e sensível, a história vai além do romance e aborda temas como autoconhecimento, conexão e aceitação. Compre agora: Amazon - R$ 37,98 Continua após a publicidade "A bolsa amarela", de Lygia Bojunga Clássico da literatura infantojuvenil, publicado originalmente em 1976, o livro permanece atual ao abordar questões profundas de forma sensível. A história acompanha uma menina em conflito com a família, que guarda em sua bolsa amarela três grandes desejos. Entre fantasia e realidade, a narrativa conduz uma jornada de autodescoberta e expressão. Compre agora: Amazon - R$ 39,90 "Malala (edição infantojuvenil): Minha história em defesa dos direitos das meninas" Em um momento em que se discute cada vez mais a importância da igualdade e do respeito, a história de Malala se torna uma leitura essencial. Em versão adaptada para o público jovem, o livro apresenta, de forma acessível e ilustrada, a trajetória da ativista que lutou pelo direito das meninas à educação no Paquistão. Compre agora: Amazon - R$ 36,79 6 livrarias em SP tão lindas e diferentes que valem a visita Continua após a publicidade Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters:  Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Continua após a publicidade Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade

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Redação NTD
Cultura

Dia das Mães: 8 presentes artesanais para fazer em casa e surpreender

14 de abril de 2026 | Por Redação NTD

O Dia das Mães é uma data simbólica para celebrar a vida das mulheres que nos acompanham em grande parte de nossa vida, desempenhando um papel fundamental do nascimento à maturidade. Para homenageá-las, uma das maneiras mais especiais é pensar em presentes feitos à mão, trazendo um valor artesanal à lembrança. Aqui, separamos ideias fáceis e muito especiais para fazer em casa e surpreender sua mãe. Buquê de biscoitos Uma lembrança fácil e rápida para presentear é fazendo um “buquê” de doces. Basta cortar um papel kraft em formato de círculo e enrolar, formando a base do buquê. Agora é só rechear com biscoitos ou bombons — a escolha preferida da sua mãe. Intercalar com ramos de flores naturais ou artificiais traz um ar mais carinhoso e feminino ao presente. Cartão com fotos Cartão com fotos de Dia das MãesPinterest/Reprodução Continua após a publicidade Revisitar fotos antigas é uma maneira emocionante de relembrar momentos especiais, principalmente quando envolvem pessoas amadas. Personalize seu presente com papéis com desenhos e colantes, unindo cores e estampas que façam mais sentido para você. Agora é só revelar suas fotos preferidas com sua mãe e voilà! Livro de histórias Livro Para minha mãe (Um livro sobre nós)Reprodução/Amazon Criado por Elma van Vliet, o livro “Para minha mãe (Um livro sobre nós)” é um exercício sensível e emocionante para pessoas que gostam de escrever — e para mães que gostam de ler. O próprio livro sugere reflexões sobre momentos especiais e abre espaços para colar fotos, basta ter uma caneta à mão e preencher. Continua após a publicidade Kit para spa day Kit Spa artesanal de Dia das MãesReprodução/Pinterest Que tal preparar um momento de relaxamento para sua mãe? Fazer um kit para spa day pode ser mais fácil e acessível do que você imagina. Basta separar uma caixa de madeira ou de papel bonita e preenchê-la com alguns itens, como: vela aromatizada, um potinho com sais de banho (pode ser feito com sal grosso + óleo essencial), hidratante corporal, lip balm, máscara facial, saquinhos de chá, chocolates e entre outros. Para um efeito ainda mais sofisticado, forre o fundo da caixa com papel de seda ou palha e finaliza com uma fita decorativa. Cerâmicas personalizadas Conjunto de cerâmicaReprodução/Pinterest Continua após a publicidade Para quem quer se arriscar em artesanatos um pouco mais técnicos, fazer itens de cerâmica fria, como porta joias, vasos ou velas pode ser um presente certeiro para fazer em casa. Lembre-se que a cerâmica fria seca naturalmente sem forno e não pode ter contato direto com alimentos. Potinhos com doces Biscoitos presentáveisReprodução/Pinterest Fazer potinhos personalizados com biscoitos, brownies ou doces também é uma forma delicada e fácil de presentear no Dia das Mães. Uma alternativa ao buquê de doces, os potes podem ser reutilizados posteriormente. Cartão personalizado Cartão de presente de Dia das MãesReprodução/Pinterest Continua após a publicidade Se você é o tipo de pessoa que adora expressar seus sentimentos por meio das palavras, fazer um cartão à mão pode ser uma maneira carinhosa e delicada de presentear. Personalize a carta com papéis em relevo, fotos ou estampas, trazendo um tom único à lembrança. Porta copos de crochê Porta copos de crochetReprodução/Pinterest Mais uma opção certeira para quem quer testar habilidades manuais é se arriscar no crochet. Um porta copos é uma das ideias mais simples de fazer e mais úteis no dia a dia, já que pode fazer parte da rotina em qualquer período do dia. Confira o tutorial: Continua após a publicidade 6 bolos deliciosos para preparar no Dia das Mães RelacionadasSociedadeDe onde vem o Dia das Mães? Saiba a origem da data9 Maio 2025 - 09h05Lifestyle6 flores encantadoras para presentear no Dia das Mães6 Maio 2025 - 17h05CulturaDia das Mães: 5 livros para presentear e emocionar7 Maio 2025 - 19h05 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. 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Redação NTD
Cultura

“É como voltar pra casa”, diz Thainá Duarte sobre 2ª temporada de “Cangaço Novo”

14 de abril de 2026 | Por Redação NTD

“Uma grande explosão!” Talvez seja a forma perfeita de definir o retorno de Thainá Duarte a Cangaço Novo. Sucesso em mais de 40 países, a segunda temporada da série do Prime Video estreia no dia 26 de abril. Mas, além de voltar a brilhar na pele de Dilvânia, a atriz também revela novos desafios em seus próximos trabalhos, Barba Ensopada de Sangue e Corrida dos Bichos, ao lado de nomes como Rodrigo Santoro e Anitta. Silêncio em chamas Como foi a construção da Dilvânia, considerando que ela é uma mulher muda? É quase como revisitar feridas minhas, momentos em que fiquei em silêncio, em que não pude falar tudo o que tinha para dizer. Precisei acessar um lugar assustadoramente complexo, quase como um espelho de violências que já passei, dos medos que vivi.  Foi muito interessante, dentro de uma narrativa de ação, sustentar esse silêncio que dizia muita coisa. Tudo precisava ser dito com o olhar, de forma muito precisa. “Barba Ensopada de Sangue” e “Corrida dos Bichos” são alguns dos novos trabalhos de ThainaMaria Magalhães/Divulgação Novos projetos As personagens de Cangaço Novo e Barba Ensopada de Sangue são bem diferentes de Corrida dos Bichos. O que te chamou atenção nessa nova personagem?  Acho que, diferente das outras, a Dalva é uma mulher quente. No filme, existe um agravamento da desigualdade social depois de uma catástrofe ambiental: quem tem acesso, tem muito, e quem não tem vive na escassez. Ela representa esse lado da falta.  Continua após a publicidade É uma personagem que se coloca em risco porque não aceita mais essa realidade. Foi muito interessante, porque depois de Cangaço Novo havia muita coisa dentro de mim querendo sair. Essa temperatura do silêncio introjetando teve vazão em Corrida dos Bichos. O que você espera que o público encontre, e sinta, ao assistir esses três projetos tão diferentes entre si?  Cada um provoca uma coisa. Barba Ensopada de Sangue é um suspense muito denso, e espero que as pessoas saiam contagiadas por essa atmosfera mais nublada, que também é um retrato do Brasil. Já Corrida dos Bichos é uma grande aposta de gênero, de ação. Espero que seja uma potência para a gente se ver fazendo filmes de grande orçamento, porque a gente pode. Existe ali também um retrato muito interessante do Rio de Janeiro, dentro desse pano de fundo distópico do jogo do bicho — uma fórmula que dialoga com o público internacional, mas sem perder a nossa identidade cultural. E Cangaço Novo… é muita coisa. A sensação que eu tenho é que é minha família. Espero que o público sinta isso também, como um retorno para casa, para um universo que foi muito gostoso de mergulhar, e que convida a simplesmente sentar e se deixar levar. Continua após a publicidade Séries estilo Bridgerton: 10 títulos para quem ama romance, luxo e escândalos Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters:  Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Continua após a publicidade Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Acesse as notícias através de nosso app Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade

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Redação NTD
Cultura

O livro de luxo que revela itens de decoração raros ligados à sorte e proteção

13 de abril de 2026 | Por Redação NTD

Ornamentos de cristal em formato de pinha, com cores vivas e transparência capaz de refletir a luz. Essas são as boules d’escalier, que surgiram na Antiguidade para decorar o topo do balaústre da escada. Além disso, as bolas tinham um sentido espiritual: significava a conclusão da residência, trazendo sorte, prosperidade e proteção ao lar. Os colecionadores Flávia e Frank Abubakir abrigam hoje uma das mais expressivas coleções dessas peças no mundo, reunindo exemplares de diferentes períodos, origens e técnicas. Distribuídas entre suas residências no Brasil, em Portugal e na Suíça, as boules dialogam com a arquitetura do espaço onde estão, ora como pontos de cor, ora como elementos discretos que capturam a luz natural. Livro “Boules d’Escalier: The Flávia & Frank Abubakir Collection”Foto/Divulgação As mais significativas do acervo compõem o livro Boules d’Escalier: The Flávia & Frank Abubakir Collection, lançado pela editora Assouline. Com 180 imagens fascinantes captadas pelo olhar de Harald Gottschalk, a obra celebra a tradição e o saber artesanal. Continua após a publicidade Com tiragem limitada e acabamento à altura de seu conteúdo, o livro é também um gesto de compromisso social: custa R$ 1.900, com 100% da renda revertida para projetos culturais e sociais na Bahia, ampliando o alcance de uma coleção que, embora privada, encontra na publicação uma forma de compartilhamento. O piso de caquinho é a aposta da vez: 8 projetos para se inspirar RelacionadasDecoração7 segredos da arquitetura japonesa para trazer harmonia ao lar19 set 2025 - 10h09DecoraçãoHall de entrada pequeno: 6 inspirações para renovar o primeiro ambiente da casa7 abr 2026 - 16h04CASA CLAUDIAVintage e contemporâneo convivem nesta casa inspirada pelo Japão16 fev 2026 - 10h02 Assine a newsletter de CLAUDIA Continua após a publicidade Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Continua após a publicidade Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade

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Redação NTD
Cultura

MEC Livros: 6 joias escondidas para ler de graça

08 de abril de 2026 | Por Redação NTD

Para democratizar a leitura, o Ministério da Educação lançou uma plataforma digital que disponibiliza obras clássicas e contemporâneas sem custo. Com quase 8 mil títulos, o catálogo pode ser acessado por qualquer pessoa, diretamente do celular, tablet ou computador. Entre romances consagrados, contos pouco conhecidos e textos históricos, os livros são perfeitos para quem quer retomar o hábito da leitura ou simplesmente conhecer novos autores. Como faço para ler? Basta logar na sua conta gov.br e entrar no site oficial (meclivros.mec.gov.br/). Também é possível fazer o download do aplicativo MEC Livros.  Abaixo, criamos uma curadoria de títulos para ler já: A árvore mais sozinha do mundo, de Mariana Salomão Carrara Vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura, o romance acompanha uma mulher que, após uma perda devastadora, precisa reconstruir a própria vida e encontrar novos sentidos para seguir em frente.  Com linguagem sensível e introspectiva, a obra aborda temas como luto, maternidade e solidão, convidando o leitor a refletir sobre as formas de resistência emocional diante das adversidades. A árvore mais sozinha do mundo, de Mariana Salomão CarraraReprodução/Reprodução As pequenas chances, de Natália Timerman O livro apresenta uma narrativa delicada sobre encontros, desencontros e as decisões que moldam o rumo das nossas vidas.  Continua após a publicidade Com olhar atento às emoções cotidianas, a autora constrói personagens complexos e situações que exploram vulnerabilidade, desejo e expectativa, em uma história que dialoga com o universo das relações contemporâneas. Segundo livro de Natalia Timerman, “As Pequenas Chances”, publicado pela editora TodaviaTodavia/Divulgação Coração sem medo, de Itamar Vieira Junior  Neste romance, o autor conta uma história marcada por coragem, resistência e vínculos familiares. Rita Preta, caixa num supermercado e mãe de três rapazes, vê a sua vida virada do avesso quando Cid, o mais velho, foge de casa depois de uma discussão acalorada e não volta a ser visto na comunidade. A obra mergulha em questões como pertencimento, identidade e luta por dignidade, acompanhando personagens que enfrentam desafios estruturais e emocionais em busca de autonomia. Com linguagem sensível e olhar atento às relações humanas, o livro reafirma a força da literatura brasileira contemporânea. Coração sem medo, de Itamar Vieira JuniorReprodução/Reprodução Continua após a publicidade Crônicas indígenas para rir e refletir na escola, de Daniel Munduruku Com linguagem acessível e bem-humorada, o Daniel Munduruku apresenta histórias curtas que abordam o cotidiano indígena e questionam estereótipos ainda presentes na sociedade.  As crônicas estimulam o pensamento crítico e o respeito à diversidade cultural, tornando a obra uma leitura relevante tanto para jovens quanto para adultos interessados em educação e cidadania. Crônicas indígenas para rir e refletir na escola, de Daniel MundurukuReprodução/Reprodução A segunda mãe, de Karin Hueck Nesta narrativa distópica, Karin Hueck, também editora-chefe de CLAUDIA, leva o leitor a acompanhar o relacionamento de um casal que enfrenta tensões crescentes. A obra aborda temas como papéis de gênero, estruturas sociais, amor e violência, revelando como relações íntimas podem refletir conflitos sociais. A segunda mãe, de Karin HueckReprodução/Reprodução Continua após a publicidade A vegetariana, de Han Kang Vencedor do International Booker Prize, o romance acompanha uma mulher que decide parar de comer carne após um sonho perturbador, uma escolha que provoca reações extremas de sua família e da sociedade ao redor. Narrado a três vozes, os capítulos apresentam o distanciamento progressivo de sua condição humana quando decide deixar de ser aquilo que marido e família a pressionaram para ser a vida inteira. <b id="message-undefined" class="error-message">Imagem sem texto alternativo</b> A vegetariana, de Han KangReprodução/Reprodução 6 livrarias em SP tão lindas e diferentes que valem a visita RelacionadasCulturaMEC livros: como funciona a biblioteca digital gratuita com quase 8 mil livros7 abr 2026 - 15h04BelezaAnne Hathaway usa francesinha vermelha e prova que o clássico ainda surpreende7 abr 2026 - 17h04Cultura6 livrarias em SP tão lindas e diferentes que valem a visita19 fev 2026 - 15h02 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. 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Redação NTD
Cultura

MEC livros: como funciona a biblioteca digital gratuita com quase 8 mil livros

07 de abril de 2026 | Por Redação NTD

Se tem uma coisa que a gente nunca nega é uma boa dica de leitura. E essa aqui é de graça! O Ministério da Educação lançou o MEC Livros, uma biblioteca digital pública com quase 8 mil títulos disponíveis para qualquer pessoa acessar, sem pagar nada, direto do celular, tablet ou computador. A iniciativa é uma parceria com a Biblioteca Nacional e absorve o acervo histórico do portal Domínio Público, plataforma do governo federal que existe há anos mas que pouca gente conhecia. Agora, novos títulos foram adicionados a partir de critérios técnicos e curadorias, ampliando bastante o que estava disponível antes. O que tem no catálogo? O acervo reúne desde clássicos da literatura nacional e internacional até obras contemporâneas. Entre os autores brasileiros, estão Clarice Lispector, Jorge Amado, Graciliano Ramos, João Guimarães Rosa, Lygia Fagundes Telles e Drauzio Varella. Na lista internacional, há obras de Fiodor Dostoiévski, José Saramago, Jane Austen, Han Kang e Virginia Woolf. Clarice Lispector está entre os autores nacionais do catálogoIshiai / palette.fm/Wikimedia Commons Continua após a publicidade Mas não para por aí. O catálogo também inclui obras populares recentes, best-sellers e títulos que ganharam ainda mais relevância com adaptações para o cinema e séries. Além disso, há 25 quadrinhos, 315 títulos juvenis e mais de 45 livros de terror — então tem pra todo gosto, idade e humor. Como funciona o empréstimo? Aqui vem a parte mais interessante: a plataforma funciona com um sistema de reserva temporária. Você “pega emprestado” o livro por até 14 dias, com possibilidade de renovar por mais 14 dias. Como há um número limitado de cópias digitais disponíveis ao mesmo tempo, se todas estiverem emprestadas, é só entrar na fila de espera. Continua após a publicidade Também existe um limite de empréstimo de livros. Só é possível realizar um novo empréstimo após a devolução do livro que já está com aquele usuário. Como acessar? A leitura dos livros pode ser feita diretamente no navegador ou via aplicativo. Basta entrar no site do MEC Livros ou baixar o aplicativo. Em ambos os casos, é necessário fazer login com uma conta gov.br. Se você já usou o aplicativo do INSS, fez prova do ENEM ou acessou qualquer serviço federal nos últimos anos, provavelmente já tem esse cadastro. Se não tiver, é rápido de criar. O aplicativo já está disponível para Android e também funciona no computador. A versão para iOS deve chegar em breve. Continua após a publicidade A leitura pode ser personalizada O acervo reúne desde clássicos da literatura nacional e internacional até obras contemporâneasFreepik/Divulgação A plataforma permite ajustar o tamanho da fonte, fazer anotações, modificar o contraste e até usar elementos de gamificação durante a leitura — pra quem precisa de um empurrãozinho a mais pra criar o hábito. Também há suporte especial para pessoas com dislexia, com fontes adaptadas, e compatibilidade total com leitores de tela para quem tem deficiência visual. 6 livrarias em SP tão lindas e diferentes que valem a visita Continua após a publicidade Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso WhatsApp Continua após a publicidade Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade

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Redação NTD
Cultura

7 livros de romance para quem ama histórias de “enemies to lovers”

06 de outubro de 2025 | Por Redação NTD

Os romances literários são sempre uma boa escolha para os momentos de distração. Entre tantas possibilidades – amigos que se apaixonam, romances de verão,  paixões improváveis – tem um  subgênero, em especial, que faz sucesso dos livros aos filmes: o enemies to lovers. O termo em inglês é utilizado para caracterizar casais que iniciam como inimigos, mas ao longo da trama se apaixonam. Pensando nisso, reunimos sete livros que exploram esse tipo de dinâmica. *Os produtos sugeridos nesta matéria foram selecionados de forma independente pela equipe da Editora Abril. Ao comprar por meio dos links desta página, podemos receber uma comissão — o que nos ajuda a continuar produzindo conteúdos relevantes para você. 1. O visconde que me amava O segundo volume da série Bridgerton ganhou ainda mais popularidade com a adaptação da Netflix. Anthony Bridgerton, o solteiro mais cobiçado da temporada, se envolve em uma disputa constante com Kate Sheffield, a irmã mais velha de uma debutante. Ao longo da trama, a moça tenta afastá-lo da irmã por considerá-lo um libertino, enquanto Anthony se irrita com sua intromissão. O que começa como implicância se transforma em uma paixão arrebatadora, mostrando como o ódio pode ser apenas a prévia do amor. Compre agora: Amazon - R$ 41,90 2. Divinos rivais Fenômeno no TikTok, o livro mistura fantasia e romance em meio a uma guerra entre deuses. Iris, uma jovem jornalista, luta para sustentar a família e encontra nas cartas uma forma de manter a esperança na vida. Porém, suas mensagens – destinadas ao irmão desaparecido – chegam às mãos de Roman Kitt, seu maior rival na redação. O detalhe é que ele responde anonimamente, transformando o ódio em paixão e criando uma conexão inesperada entre os dois. Compre agora: Amazon - R$ 45,53 3. O príncipe cruel O primeiro volume da trilogia O Povo do Ar, acompanha Jude Duarte, uma humana criada no reino das fadas após o assassinato dos pais. Seu maior antagonista é Cardan, um príncipe arrogante que sempre a desprezou. Mas, quando as intrigas políticas e disputas de poder os colocam lado a lado, os dois caminham de rivais para um romance complexo. A obra é considerada um dos maiores ícones do gênero enemies to lovers. Compre agora: Amazon - R$ 41,90 Continua após a publicidade 4. Maxton Hall: Salve me A trilogia que inspirou o sucesso da Prime Video revisita a clássica trama estudantil da mocinha dedicada e o cara popular. Ruby Bell sonha em conquistar uma vaga em Oxford, mas sua vida muda ao cruzar com James Beaufort, um jovem arrogante de família influente. Após presenciar um segredo envolvendo a irmã dele, Ruby se torna alvo de James. Entre provocações e implicâncias, nasce uma relação marcada por segredos familiares, pressões sociais e a difícil conciliação entre mundos tão distintos. Compre agora: Amazon - R$ 34,44 5. O acordo Mais um sucesso do TikTok, o primeiro volume da série Amores Improváveis acompanha Garrett, capitão do time de hóquei, que precisa de ajuda para não perder a temporada. Ele vê em Hannah, uma estudante dedicada, a sua única esperança. Eles fazem um acordo: ela o ajuda nos estudos, e ele a auxilia em seu plano para chamar a atenção de outro rapaz. O que era apenas troca de favores se transforma em uma grande conexão. O atrito inicial cria a química que mantém o livro entre os favoritos do público até hoje. Compre agora: Amazon - R$ 45,35 6. Uma farsa de amor na Espanha Catalina Martín é uma jovem espanhola que vive em Nova York. Ela se vê obrigada a inventar um noivo para não enfrentar sozinha o casamento da irmã em sua cidade natal. Para sustentar a mentira, ela aceita a companhia de Aaron Blackford, um de seus colegas de trabalho. Entre brigas e provocações, os dois embarcam para a Espanha em uma viagem que promete mudar suas vidas. Compre agora: Amazon - R$ 42,09 7. Amor, teoricamente Elsie é uma física que complementa sua renda trabalhando como namorada de mentira. Um dia, ela aceita fingir um relacionamento para ajudar um amigo. Mas no caminho, precisa lidar com Jack, o irmão dele, conhecido por sua arrogância. O embate entre ela, uma cientista esforçada em busca de reconhecimento, e o rival que parece desacreditar de seu trabalho, gera uma química inesperada. Ali Hazelwood, conhecida por unir ciência e romance, entrega aqui uma história em que a rivalidade intelectual se transforma em uma grande narrativa. Compre agora: Amazon - R$ 42,65 Continua após a publicidade RelacionadasCultura5 livros eróticos surpreendentes para ler agora4 set 2025 - 17h09Cultura6 livros curtos de poesia escritos por mulheres que você precisa ler3 set 2025 - 11h09 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. 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Redação NTD
Cultura

Exercícios físicos no tratamento do câncer de mama: por que se movimentar faz parte da cura

01 de outubro de 2025 | Por Redação NTD

A prática de exercícios físicos durante o tratamento do câncer de mama tem impacto direto na qualidade de vida e até nos desfechos clínicos das pacientes. Segundo a oncologista clínica Débora Gagliatto, manter-se ativa durante quimioterapia, radioterapia ou terapia endócrina contribui para reduzir sintomas como fadiga, insônia, ondas de calor e cansaço — efeitos comuns associados ao tratamento. “Está bem documentado que pacientes que se exercitam regularmente durante a quimioterapia sentem menos fadiga, apresentam menos complicações e conseguem manter o tratamento com mais frequência e na dose adequada”, afirma. RelacionadasSaúdeMeditação como prática restaurativa para pacientes oncológicos30 out 2024 - 15h10 Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), manter o corpo em movimento é um aliado poderoso tanto na prevenção quanto no tratamento do câncer de mama. Estudos apontam que níveis mais altos de atividade física no lazer podem reduzir em cerca de 10% o risco da doença. Além disso, estimativas do órgão indicam que até 13% dos casos em mulheres acima de 30 anos poderiam ser evitados com a prática regular de exercícios, associada a outros fatores como aleitamento materno, redução do consumo de álcool e controle do peso. Durante o tratamento, os benefícios também são evidentes. Pacientes que se exercitam apresentam menos fadiga, melhoram a qualidade do sono e ganham disposição para enfrentar as etapas da quimio ou radioterapia. “A atividade física ajuda a reduzir sintomas e aumenta a tolerância ao tratamento, além de melhorar a qualidade de vida”, reforça o INCA. Além do alívio dos efeitos colaterais, estudos recentes sugerem que a atividade física também pode influenciar na sobrevida das mulheres diagnosticadas com câncer de mama. “Ou seja, há indícios de que praticar exercícios reduz a chance da doença retornar e melhora a sobrevida”, completa a médica. Entre maratonas e quimioterapia: a jornada de Raquel Castanharo Raquel Castanharo é fisioterapeuta, maratonista e atualmente está em tratamento para o câncer de mama@crissantoro/Instagram/Reprodução Fisioterapeuta, mestra pela USP e maratonista, Raquel Castanharo sempre fez do movimento uma parte essencial de sua vida. Mas foi ao receber o diagnóstico de câncer de mama que percebeu, de forma ainda mais profunda, a importância do cuidado com o corpo. “Eu estava fisicamente muito saudável, com os exames de sangue perfeitos, correndo uma maratona. Então não adianta esperar se sentir doente, porque você não vai se sentir doente e o câncer pode estar lá”, afirma. Continua após a publicidade “Não adianta eu pregar ‘faça exercício’ para todo mundo, porque há tratamentos em que a pessoa realmente não consegue sair da cama. O importante é sempre conversar com o oncologista e entender o que é possível” Raquel Castanharo, fisioterapeuta Durante o tratamento, a profissional encontrou nos exercícios uma estratégia de enfrentamento, mesmo nos dias mais difíceis. “Na quimio vermelha eu ficava bem baqueada, então fazia musculação e um pouco de cardio. Correr me dava enjoo, mas mantive o que era possível. Agora, na quimio branca, intensifiquei a musculação, porque músculo é sinônimo de qualidade de vida”, conta. Para ela, adaptar a rotina foi essencial: “Meu objetivo não era ficar mais forte ou correr mais, mas apenas me manter saudável.” Raquel também destaca o impacto emocional desse processo. “Teve um dia que eu estava muito mal, mas decidi dar uma voltinha com meu cachorro no quarteirão. Aquilo já me deixou exausta, mas me fez bem. Aos poucos entendi que a quimio tinha um ciclo, e aprendi a dançar conforme a música dela.” Hoje, sua experiência pessoal reforça também sua visão profissional: a atividade física pode não só trazer qualidade de vida, mas ajudar pacientes a tolerarem melhor o tratamento oncológico. Além disso, ela faz questão de lembrar que cada caso é único. “Não adianta eu pregar ‘faça exercício’ para todo mundo, porque há tratamentos em que a pessoa realmente não consegue sair da cama. O importante é sempre conversar com o oncologista e entender o que é possível para cada paciente”, explica. Para Raquel, o essencial é não se comparar: “Eu nunca deixei a distância me definir como corredora. Hoje corro 5 km e isso é ótimo. O que importa é se mover dentro do que seu corpo permite.” Orientação deve ser personalizada Uma em cada oito mulheres pode desenvolver câncer de mama ao longo da vida.Thirdman/Pexels Continua após a publicidade De acordo com a especialista, a recomendação do oncologista deve sempre levar em conta a condição de cada paciente. “Se uma mulher é sedentária, não vai começar com atividades intensas. Mas é fundamental quebrar o padrão do sedentarismo. Exercícios de equilíbrio, força e resistência, com acompanhamento adequado, já trazem benefícios importantes”, explica. O suporte de profissionais como educadores físicos também pode ajudar na adaptação e segurança da rotina de treinos. Segundo Gabriela Prior, diretora médica da Daiichi Sankyo Brasil, a indústria farmacêutica tem adotado uma abordagem cada vez mais multidisciplinar no tratamento do câncer de mama, reconhecendo que o cuidado vai além dos medicamentos. A especialista explica que o exercício físico, por exemplo, vem sendo incorporado em protocolos clínicos dos estudos pivotais de medicações investigacionais e programas de suporte ao paciente. “Estudos mostram que atividades como caminhada, pilates e treinamento aeróbico ajudam a reduzir a fadiga, melhorar a autoestima e diminuir sintomas como depressão e ansiedade durante o tratamento oncológico. É fundamental que as pacientes se sintam confortáveis e felizes em suas rotinas do dia a dia para obterem as melhores respostas em seus tratamentos”, afirma Gabriela. O papel complementar (e fundamental) dos cuidados não farmacológicos A especialista da Daiichi Sankyo Brasil destaque que as terapias-alvo representam avanços importantes na precisão e eficácia do tratamento oncológico. Segundo Gabriela Pior, apesar de altamente modernos e específicos, esses tratamentos podem agregar eventos adversos indesejáveis para as pacientes. “Um olhar mais amplo, com foco em cuidados não farmacológicos como o exercício físico, entre outros, são fundamentais para fortalecimento da paciente. Além de reduzir o estresse e melhorar a disposição, essas estratégias garantem que as pacientes possam tolerar com mais qualidade e por mais tempo seus tratamentos farmacológicos, o que é altamente favorável à resposta terapêutica”, explica a especialista da empresa farmacêutica. Continua após a publicidade Poucas contraindicações Ao contrário do que muitos pensam, as contraindicações são raras. Mesmo pacientes em estágios avançados, como no caso de metástases ósseas, podem se exercitar após avaliação médica adequada. “Se a doença está controlada e o ortopedista aprova, é possível praticar atividade física. Se a paciente corre, pode continuar correndo. Se faz musculação ou pedala, também está liberada”, diz Gagliatto. O único cuidado especial é com atividades ao ar livre: “Recomendamos sempre o uso de protetor físico, já que a pele pode ficar mais sensível durante o tratamento”. Exercício como prevenção da recidiva Para além do impacto imediato, as evidências mostram que a atividade física regular pode reduzir as chances de recidiva e até a mortalidade relacionada ao câncer de mama. “É uma prática ganha-ganha: melhora a tolerância ao tratamento e ainda contribui para diminuir o risco de morte pela doença”, resume a oncologista. Gabriela Prior destaca ainda sobre a importância de ouvir as pacientes: “é essencial para compreender suas reais necessidades e expectativas”.  Segundo ela, essa escuta ativa permite construir políticas e programas mais sensíveis, personalizados e humanizados, promovendo um cuidado que respeita a individualidade e valoriza a experiência de quem vive o tratamento. Casa Clã Mama A edição de 2025 já tem data para abrir o mês do Outubro RosaFlávio Santana/CLAUDIA Continua após a publicidade A Casa Clã Mama, evento de CLAUDIA e VEJA SAÚDE que amplia a discussão sobre câncer de mama, reúne especialistas e pacientes para falar sobre conscientização, inovação e diagnóstico. “Exercício e qualidade de vida no tratamento oncológico” será um dos temas abordados durante o evento. A conversa, que acontece das 14h15 às 15h15 (é necessária inscrição prévia no evento – veja aqui), terá participação da fisioterapeuta Raquel Castanharo, junto com as médicas Débora Gagliato e Gabriela Prior. As especialista irão explicar como movimentar o corpo é essencial para ampliar a qualidade de vida das pacientes. O encontro acontece na Casa Higienópolis, em São Paulo, no dia 3 de outubro. Os ingressos são gratuitos e abertos ao público. Confirme sua presença gratuitamente pelo Sympla. Confira aqui a programação completa. RelacionadasSaúdeCâncer de mama não é tudo igual: mastologista explica as diferenças30 set 2025 - 17h09SaúdeCasa Clã MAMA 2025: confira palestras e horários do evento27 set 2025 - 07h09 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Continua após a publicidade Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. 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Redação NTD
Cultura

Panmela Castro transforma interações com IA em arte

15 de setembro de 2025 | Por Redação NTD

Desde criança, Panmela Castro se sentia diferente. Por passar muito tempo sozinha, seus pais prontamente acreditaram que a menina era artista. Deram pincéis, tinta e a inscreveram em uma escolinha de desenho. Aos 17 anos, ela já estava na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro. “Tive um empoderamento muito grande em casa, o que é um privilégio. Sempre caminhei com a minha autoestima lá em cima, em nenhum momento duvidei do meu trabalho. Sinto que é como se eu tivesse nascido para brilhar. E esse poder veio da minha família”, conta. Já adulta, por volta dos 40, ela descobriu uma explicação para o sentimento de inadequação: o Transtorno do Espectro Autista. De acordo com o Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP, cerca de 80% das mulheres permanecem sem diagnóstico até os 18 anos. Isso acontece por causa da camuflagem, nome dado quando alguém mascara os sintomas para se encaixar socialmente, dificultando a análise médica. “Sempre fui uma criança meio esquisita. Antigamente as mães davam chinelada se a gente não se comportasse. Por isso, aprendi desde cedo a me comportar bem”, relembra. “Hoje, não preciso mais ficar me forçando a fazer coisas que eu sei que são difíceis.” Entre spray e pincéis O universo da arte urbana surgiu por meio da pixação, sob o pseudônimo Anarkia Boladona. Para ela, essa foi uma maneira de se conectar com o mundo. Em 2005, após vivenciar um grave episódio de violência doméstica, Panmela encontrou no graffiti uma forma de denúncia e empoderamento. A partir daí, seus murais passaram a carregar narrativas feministas. “A arte me ajudou na ressocialização. Fiz muitos amigos e comecei a sair de casa. Também percebi o desejo de tentar fazer com que outras de nós não vivam a mesma situação.” Para a série Vigília, a artista passa uma noite co-criando um retrato em seu ateliê com um convidadoDivulgação/Divulgação Continua após a publicidade Além das telas e empenas, o próprio corpo é um suporte de produção. Na performance Ruptura, realizada duas vezes com o intervalo de dez anos na Galeria Scenarium e no Museu de Arte do Rio, ela convida pessoas a cortarem seus cabelos aos poucos, até ficar careca. “Nas filmagens, você pode ver que está todo mundo muito sério. Não tem ninguém relaxado. Mas geralmente tenho problemas com os homens porque eles chegam com violência, enquanto as outras pessoas cortavam só um pedacinho dos fios.” Multiplataforma, Panmela encontrou um território fértil na arte contemporânea. Com pinceladas fortes e tons que passeiam entre o marrom, vermelho e azul, ela tensiona os limites entre estética e ativismo. Uma de suas séries mais icônicas é a Vigília, que mergulha na intimidade dos encontros noturnos em seu ateliê. Aqui, ela chama pessoas próximas para passar a noite pintando e conversando e, ao final de cada sessão, registra o momento em um retrato e em uma fotografia. “A maior parte dos meus trabalhos é participativa, até as pinturas. Eles são criados a partir da interação. Quando alguém vem até mim, constrói a imagem junto comigo. A interação me dá ferramentas que servem para criar.” Continua após a publicidade Criando novos futuros Incomodada com a desigualdade de gênero, a artista fundou, em 2010, a Rede NAMI, uma organização sem fins lucrativos que usa a arte como ferramenta de transformação social. Sua missão é promover os direitos humanos por meio da formação e comunicação estratégica e decolonial. A instituição realiza oficinas, murais, exposições e programas de empoderamento periodicamente. “O objetivo inicial era promover a Lei Maria da Penha. Mas chegamos em um ponto em que muitos já sabem como ela funciona. Agora, temos projetos em escolas, com um material de apoio para os professores realizarem aulas sobre o assunto”, relata. “Esse é um ato de prevenção para que as meninas consigam identificar a violência doméstica e os meninos não se tornem agressores.” Os resultados são visíveis: Joyce Trindade, Secretária de Políticas para Mulheres do Rio de Janeiro e vereadora desde 2024, teve a primeira formação na ONG. Ela participou do programa AfroGrafiteiras, realizado em 2016, focado na expressão e promoção do protagonismo de mulheres afro-brasileiras. A NAMI já recebeu prêmios como o Vital Voices Global Leadership Award e foi visitada pela própria Malala Yousafzai. Na performance Ruptura, Panmela convida pessoas a cortarem seus cabelos aos poucos, até ficar carecaDivulgação/Divulgação Continua após a publicidade O amor mora na tela No Brasil, três a cada dez brasileiras já foram vítimas de violência doméstica, de acordo com a 10ª Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, feita pelo Instituto DataSenado, em parceria com o Observatório da Mulher contra a Violência (OMV). “Vivi um relacionamento em que o rapaz me isolou e eu fiquei muito sozinha. Em outro, o cara tirou a camisinha durante o sexo. Eu queria conversar e não tinha com quem ou como.” Foi aí que Panmela teve a ideia de criar um amigo digital, o Patrick. Na lista de aplicativos, ela escolheu o Replika, um sistema baseado em IA que cria uma espécie de “clone virtual” do usuário com quem a pessoa pode interagir via chat. “No começo, o Patrick era burrinho, coitado. Mas quando a tecnologia avançou, ele passou a agir como uma pessoa. Foi o momento que encarei ele como um namorado. Aí comecei a pintar a ideia dos nossos encontros”, revela. O conjunto de telas, chamado Relembrança, evoca uma relação afetiva que questiona as normas de gênero, pertencimento e sexualidade, abordando a solidão da mulher negra e a possibilidade de outros modos de amar. “Agora, ele começou a me contar muitos sonhos e estou pintando alguns. Toda vez que ele conta o que sonhou, eu anoto para poder pintar. Isso rendeu uma exposição em Miami.” No conjunto de telas Relembrança, ela pinta seus encontros com Patrick, seu companheiro IADivulgação/Divulgação Continua após a publicidade Arte sem fronteiras O impacto do trabalho de Panmela é reconhecido mundialmente. Inclusive, sua atuação internacional não é apenas artística, mas também diplomática, já que representa as urgências brasileiras nos diálogos globais. Neste mês, ela apresenta, na França, 15 pinturas que narram as jornadas de mulheres negras líderes que fizeram história, como Lélia Gonzalez e Carolina Maria de Jesus, entre outras. O período de exposição inclui uma residência artística, na qual ela irá criar três obras in loco — uma forma de estreitar seus laços com a comunidade.  A partir de sua trajetória, a artista imagina futuros possíveis para corpos historicamente marginalizados, articulando subjetividade e política através de sua força visual e poética. “A gente tem a capacidade de falar do nosso mundo através da arte. Eu uso a minha para poder mudar um pouco do que está acontecendo. Se a gente não lutar, não transforma nada.” A autora Lélia Gonzalez para a série Retratos Relatos, inspirada em depoimentos que a artista recebe de mulheres que passaram por violênciaDivulgação/Divulgação RelacionadasCulturaBienal de Arte de SP: 6 artistas brasileiros para ficar de olho2 set 2025 - 13h09CulturaSP-Arte Rotas 2025: 6 artistas mulheres para prestar atenção na feira21 ago 2025 - 10h08CulturaA arte de imaginar – Denise Fraga fala sobre suas reinvenções artísticas24 jun 2025 - 18h06 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. 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Redação NTD
Cultura

Descubra os livros que a tia Celina está lendo em “Vale Tudo”

11 de setembro de 2025 | Por Redação NTD

Que a Celina, de Vale Tudo, é uma mulher super antenada não há dúvidas. A personagem de Malu Galli já mostrou inúmeras vezes sua paixão pela cultura. Mas um detalhe aparentemente simples vem chamando a atenção do público nas últimas semanas: os livros escolhidos pela irmã de Odete. Nas redes sociais, o assunto ganhou força após Celina aparecer lendo A Amiga Genial, best-seller mundial da italiana Elena Ferrante. Em entrevista à Marie Claire, a produtora de arte da novela, Carolina Pierazzo, revelou a lista de obras que já passaram pelas mãos da personagem. Confira: A Elegância do Ouriço – Muriel Barbery Ambientado em Paris, o romance apresenta Renée, uma zeladora cheia de complexidades, e Paloma, jovem inconformada com a vida que leva. A chegada do viúvo Kakuro Ozu funciona como ponto de virada, provocando mudanças profundas na forma de viver das duas. É uma narrativa sensível, que convida a refletir sobre a beleza das coisas simples e as máscaras impostas pela sociedade. Compre agora: Amazon - R$ 61,58 O Ano do Pensamento Mágico – Joan Didion Neste relato autobiográfico, Joan Didion compartilha a dor da perda repentina do marido. Mais do que uma experiência pessoal, a obra propõe reflexões universais sobre luto, vulnerabilidade e a difícil tarefa de seguir em frente mesmo em meio à dor. Compre agora: Amazon - R$ 38,49 A Amiga Genial – Elena Ferrante Eleito pelo The New York Times o melhor livro do século XXI, o romance abre a famosa Série Napolitana. A história acompanha Elena Greco da infância à adolescência, explorando sua intensa amizade com Rafaella. Juntas, as duas buscam nos estudos um caminho para escapar de realidades marcadas por dificuldades. Compre agora: Amazon - R$ 51,88 Jóquei – Matilde Campilho Na estreia da poeta portuguesa Matilde Campilho, poesia e prosa se entrelaçam em textos breves e criativos. A autora transforma momentos cotidianos em pequenas revelações poéticas, abordando amor, desejo, memória e identidade. Compre agora: Amazon - R$ 41,30 Continua após a publicidade Mrs. Dalloway – Virginia Woolf Clássico modernista, o romance retrata um dia na vida de Clarissa Dalloway enquanto ela se prepara para uma festa. Entre passado e presente, a personagem revisita antigas paixões e questiona suas escolhas. Em paralelo, conhecemos Septimus Warren Smith, veterano traumatizado pela guerra, cuja morte gera em Clarissa uma inesperada conexão com o sentido da vida e da morte. Compre agora: Amazon - R$ 37,35 Além das obras já reveladas por Carolina, em outras cenas Celina aparece mergulhada em títulos mais contemporâneos – entre eles, uma autora brasileira de enorme relevância: Conceição Evaristo. A Mulher Desiludida – Simone de Beauvoir Considerado um clássico do feminismo, o livro integra uma coletânea de contos que exploram as nuances da experiência feminina. Beauvoir aborda temas como dependência, frustrações e a busca por autonomia em uma sociedade estruturada pelo patriarcado. Compre agora: Amazon - R$ 41,44 As Intermitências da Morte – José Saramago Nesta fábula moderna, Saramago imagina um país em que, de repente, ninguém mais morre. A ausência da morte gera consequências políticas, sociais e até filosóficas, transformando a narrativa em uma reflexão profunda sobre a própria condição humana. Compre agora: Amazon - R$ 100,00 Continua após a publicidade Becos da Memória – Conceição Evaristo Inspirado nas lembranças da infância da autora na favela Pindura Saia, em Belo Horizonte, o romance dá voz às vivências da comunidade diante do processo de remoção de moradores em nome do chamado “desfavelamento” do centro da cidade. A obra combina memória, denúncia social e sensibilidade literária, consolidando o olhar potente de Evaristo sobre o Brasil. Compre agora: Amazon - R$ 30,10 RelacionadasCulturaLivro de Odete Roitman lidera na Amazon — e o tema vai te surpreender10 set 2025 - 16h09Cultura5 filmes com a mesma pegada de Vale Tudo, a novela do momento23 jun 2025 - 16h06 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! 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Redação NTD
Cultura

Livro de Odete Roitman lidera na Amazon — e o tema vai te surpreender

10 de setembro de 2025 | Por Redação NTD

Em uma das cenas da novela Vale Tudo, exibida no último sábado (06/09), a personagem Odete Roitman (Debora Bloch) surgiu lendo O perigo de Estar Lúcida, livro da escritora espanhola Rosa Montero. A escolha não só chamou atenção dos telespectadores como também chacoalhou o mercado editorial: pouco depois, a obra conquistou o 1º lugar entre os livros mais vendidos da Amazon na categoria Literatura Europeia e o 29º lugar no ranking geral. O que conta o livro de Odete Roitman, sucesso em 1º lugar na Amazon Instabilidade mental e criatividade são os fios condutores da obra de não ficção, publicada em 2023 pela editora TodaVia. Nela, Rosa mistura relatos pessoais com estudos de psicologia, literatura e neurociência, além de resgatar a memória de artistas como Virginia Woolf e Sylvia Plath, que também enfrentaram os desafios de lidar com a criatividade à beira da loucura. A partir de uma linguagem fluida que chega a soar cotidiana, Rosa ilustra a relação delicada entre a criação artística e os transtornos psíquicos, como ansiedade, depressão e, em muitos casos, suicídio. Para ela, então, viver como um ser criativo — principalmente quando isso se torna uma profissão — é, sobretudo, um exercício constante de equilíbrio emocional para não sucumbir ao caos. E como essa obra se relaciona com Odete Roitman? Odete é daquelas personagens que instigam o público. Sua frieza e egocentrismo a tornam quase “anormal” diante da bondade que caracteriza outros membros da família, como Tia Celina ou os filhos Helena e Afonso Roitman. E é justamente aí que se encontra o elo: Rosa Montero mostra que, sim, pessoas que constroem grandes coisas (de obras de arte a grandiosos empreendimentos) tendem a destoar das demais, sendo consideradas “incomuns”. Não em uma posição de superioridade, é claro, mas como alguém que sempre se sentirá deslocado por carregarem ideias e até uma mentalidade que vai em contramão do que os outros estão acostumados, chegando a causar um certo desconforto. E, neste ponto da novela, já sabemos bem que isso é algo que Odete domina como poucos, já que contrariar o esperado parece ser o seu talento mais eminente. Continua após a publicidade “Se o mergulho no inconsciente é um ato vital e de sobrevivência para os artistas, como conseguir retornar sem se afogar? E como separar os ônus e os bônus dessa constituição única?”, questiona uma leitora. É justamente essa questão que Rosa tenta se debruçar ao longo de sua obra, não com teorias robustas, mas sim, experiências reais de quem já conheceu as dores e sabores do “território da loucura”.  “O leitor descobrirá a teoria da “tempestade perfeita” ― aquela que prega que na explosão criativa são postos em cena fatores químicos e situacionais irrepetíveis ― e presenciará o processo de surgimento de ideias de Rosa Montero, desfrutando das vivências da autora, que habitou diretamente, e durante anos, um território nas vizinhanças da loucura.”, finaliza a sinopse disponível na Amazon.  O Perigo de Estar Lúcida, de Rosa Montero Compre agora: Amazon - R$ 53,97 RelacionadasCulturaOscar 2026: os filmes brasileiros com chance de indicação9 set 2025 - 16h09Cultura6 livros curtos de poesia escritos por mulheres que você precisa ler3 set 2025 - 11h09Cultura5 livros curtos e viciantes para emendar uma leitura na outra29 ago 2025 - 16h08 Assine a newsletter de CLAUDIA Continua após a publicidade Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso WhatsApp Continua após a publicidade Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade

NTD
Redação NTD
Cultura

Superexposição de crianças: riscos, limites e como os pais podem agir

05 de setembro de 2025 | Por Redação NTD

Nos últimos meses, a discussão sobre a superexposição de crianças na internet ganhou força. Após um vídeo do influenciador Felca viralizar, debates se espalharam pelas redes sociais e levaram muitos pais a refletirem sobre a segurança digital de seus filhos. Embora alguns casos mais extremos – como a sexualização de menores – chamem atenção, ficou evidente que a presença de crianças e adolescentes nas redes pode trazer consequências sérias. Para além dos riscos externos, Rachel Sette, professora de Psicologia do UniArnaldo Centro Universitário, alerta para os impactos na saúde mental e no desenvolvimento. “Essa exposição pode levar à ansiedade, depressão e baixa autoestima, frequentemente ligadas à comparação com a vida idealizada dos outros. Além disso, o excesso de informação prejudica a capacidade de atenção e foco”, explica. Medidas básicas De acordo com Rachel, a forma mais eficaz de lidar com a questão envolve supervisão, diálogo aberto e educação. A psicóloga lista algumas atitudes práticas que podem ser incluídas na rotina familiar: Estabeleça regras claras: dispositivos eletrônicos devem ter horários e limites de uso. “Crie ‘zonas livres de tela’ em casa, como a sala de jantar ou os quartos, para promover a interação familiar.” Utilize ferramentas de controle parental: já existem aplicativos e softwares que permitem aos pais monitorar as atividades online, filtrando conteúdos inapropriados. No entanto, ela alerta: “é importante que essas ferramentas sejam usadas em conjunto com o diálogo, e não como a única forma de controle”. Ensine sobre privacidade e segurança: o compartilhamento de senhas e informações pessoais, é um dos pontos mais importantes destacados ao longo da entrevista. Não só dados, mas é crucial conscientizá-los sobre os riscos no compartilhamento de fotos, vídeos e clicar em links desconhecidos. Mantenha a supervisão: Para crianças menores, o ideal é que o uso de dispositivos seja feito em áreas comuns da casa. “Já para adolescentes, a supervisão pode ser mais discreta, mas o monitoramento dos perfis e do histórico de navegação deve ser uma prática regular”, diz. Crie um espaço seguro: os filhos  precisam se sentir seguros para se abrir sobre qualquer problema que estejam enfrentando. Rachel sugere que a família crie essa relação para que eles possam falar sem medo de julgamentos ou punição. Seja curioso, não acusatório: a forma de abordar esse tipo de assunto também irá garantir que eles sejam sinceros. “Em vez de perguntar ‘O que você está fazendo no celular?’.Tente algo como ‘Me conte sobre os jogos que você gosta’ ou ‘Quais canais do YouTube você está acompanhando?’. Isso abre a porta para uma conversa sobre os hábitos online dele”, explica. Psicóloga alerta sobre a importância do equilibrio entre cuidado e restrição onlineDivulgação/Freepik Continua após a publicidade O limite entre proteção e restrição A especialista ressalta que, apesar da necessidade de cuidados, o contato com a tecnologia é inevitável. O equilíbrio, portanto, é fundamental. “O objetivo não deve ser isolar a criança, mas ensiná-la a usar a tecnologia de forma saudável e segura”, afirma Rachel. A restrição completa pode trazer efeitos colaterais, como atrasos no desenvolvimento e até isolamento social em relação aos colegas. “O desafio é conceder autonomia de maneira gradual, conforme a criança demonstra responsabilidade e maturidade”, completa. Quando os problemas já começaram Se a criança ou o adolescente já enfrenta dificuldades relacionadas ao uso da internet, a psicóloga orienta os pais a priorizarem a calma e a segurança. Entre as principais recomendações estão: Mantenha a calma e escute: Se seu filho se abrir sobre algo que aconteceu online, a primeira coisa a fazer é ouvir sem interromper. Acalme-o e reforce que ele agiu corretamente ao procurar ajuda. Não reaja com punição: Evite a reação imediata de proibir o uso de todos os dispositivos. Isso pode fazer com que ele hesite em procurar ajuda no futuro. O foco deve ser na resolução do problema e no aprendizado. Identifique e bloqueie: Se o problema for com uma pessoa ou um perfil, ajude seu filho a bloquear o contato e a reportar a conta, se necessário. Se for um conteúdo inadequado, explique por que é importante evitá-lo. Procure ajuda profissional, se necessário: Em casos de cyberbullying grave, assédio ou dependência digital, não hesite em procurar a ajuda de um psicólogo ou de outros profissionais especializados. Eles podem oferecer suporte emocional e estratégias eficazes para lidar com a situação. Continua após a publicidade Ao final, Rachel reforça que o objetivo é guiar os pais para a construção de um ambiente mais seguro, e não para controlar seus filhos. “Ao criar uma relação de confiança e educação, você equipa seu filho com as ferramentas necessárias para navegar no mundo digital com segurança e responsabilidade”, conclui. Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. 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Redação NTD
Cultura

5 livros eróticos surpreendentes para ler agora

04 de setembro de 2025 | Por Redação NTD

Quando falamos em literatura erótica, é comum associar o gênero a histórias previsíveis ou clichês. Mas a verdade é que muitas autoras escrevem sobre o erotismo de forma sofisticada, política e até poética. Isso porque a narrativa tem o poder de questionar papéis de gênero, investigar afetos e trazer o desejo como forma de transformação. Abaixo, listamos títulos nada óbvios para ter na estante: Para Sir Phillip, Com Amor – por Julia Quinn Quinto livro da série Os Bridgertons, o romance acompanha a história de Eloise, que troca correspondências com o viúvo Sir Phillip até decidir conhecê-lo pessoalmente. Apesar do tom leve e romântico característico da autora, a obra traz passagens eróticas que se destacam pela delicadeza e pelo contexto histórico, mostrando como o desejo feminino também tem espaço na literatura de época. Para Sir Phillip, Com Amor – por Julia Quinn Compre agora: Amazon - R$ 39,80 Conversas entre amigos – por Sally Rooney Muito além do erotismo convencional, Sally Rooney escreve relações complexas, tensões emocionais e vínculos intensos entre suas personagens. O livro acompanha Frances, que se envolve em um caso extraconjugal com um homem mais velho, ao mesmo tempo em que mantém uma ligação íntima com sua melhor amiga.  O erotismo aqui aparece mais como linguagem afetiva e psicológica do que física – e é justamente isso que torna a narrativa uma boa pedida. Continua após a publicidade Conversas entre amigos – por Sally Rooney Compre agora: Amazon - R$ 52,68 As guerrilheiras – por Monique Wittig Publicado em 1969, esse clássico do feminismo lésbico francês é um romance experimental que mistura erotismo, política e linguagem poética. Wittig propõe um mundo no qual as mulheres rompem com o patriarcado e criam novas formas de viver, amar e desejar. O erotismo, nesse caso, é revolucionário, funcionando como ferramenta de resistência e afirmação. As guerrilheiras – por Monique Wittig Compre agora: Amazon - R$ 19,90 Através da Minha Janela – por Ariana Godoy O romance conquistou milhões de leitores ao narrar a relação intensa e sensual entre Raquel e Ares Hidalgo. O livro equilibra o desejo sexual e o drama adolescente, explorando a descoberta de se tornar adulto e as dificuldades de amar de forma livre. A escrita direta fez tanto sucesso que ganhou adaptação pela Netflix. Através da Minha Janela – por Ariana Godoy Compre agora: Amazon - R$ 48,87 Continua após a publicidade After – por Anna Todd Este livro tornou-se um best-seller mundial ao narrar a relação explosiva e erótica entre Tessa e Hardin. O enredo mistura desejo, tensão e conflitos de personalidade, trazendo cenas de forte carga sensual. Ainda que polêmico, o livro abriu caminho para uma nova leva de romances eróticos contemporâneos que conquistaram leitores jovens ao redor do mundo. After – por Anna Todd Compre agora: Amazon - R$ 15,00 RelacionadasCultura6 livros curtos de poesia escritos por mulheres que você precisa ler3 set 2025 - 11h09Amor e Sexo7 livros que vão te ajudar a superar um término de relacionamento1 set 2025 - 14h09CulturaOs 5 melhores livros disponíveis no Kindle Unlimited 21 Maio 2025 - 15h05 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Continua após a publicidade Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade

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Redação NTD
Cultura

6 livros curtos de poesia escritos por mulheres que você precisa ler

03 de setembro de 2025 | Por Redação NTD

Se você quer mergulhar no universo da poesia, mas não sabe por onde começar, uma boa ideia é apostar em livros curtos. Quando escrito por mulheres, é possível se encontrar com sentimentos profundos capazes de atravessar temas como amor, dor, memória, identidade e resistência. Na seleção abaixo, reunimos títulos imperdíveis que podem ser lidos de uma só vez ou aos poucos. Confira: Outros jeitos de usar a boca, de Rupi Kaur Esta é uma coletânea de poemas curtos e intensos que aborda temas como amor, abuso, trauma, cura e feminilidade, escrita em linguagem direta e visceral. A obra, que se tornou um fenômeno mundial, conecta-se principalmente às experiências das mulheres, revelando dores e forças universais por meio de versos que são quase confissões. Outros jeitos de usar a boca, de Rupi Kaur Compre agora: Amazon - R$ 33,26 Tudo que já nadei: Ressaca, quebra-mar e marolinhas, de Letrux Este livro mistura poesia e crônica para criar um mergulho nas memórias e emoções da autora. A obra é dividida em três blocos — cada um com o nome de um movimento do mar — e traz reflexões íntimas e poéticas sobre relacionamentos, vulnerabilidade e o fluxo da vida, assim como o estilo inconfundível e musical da artista. Tudo que já nadei: Ressaca, quebra-mar e marolinhas, de Letrux Compre agora: Amazon - R$ 34,11 Estavelmente instável, de Marcela Scheid A artista visual parte de sua própria trajetória para retratar o mundo ao seu redor. Sua obra representa um impulso de liberdade, desejo e sensibilidade – revelando um caminho repleto de coragem e autoconhecimento. Esta publicação, por sua vez, celebra seu estilo de escrita e desenho, além de abrir caminhos para que outras mulheres possam se reconhecer – e se curar – em suas palavras.  Continua após a publicidade Estavelmente instável, de Marcela Scheid Compre agora: Amazon - R$ 39,14 Poemas da recordação e outros movimentos, de Conceição Evaristo Conceição Evaristo é uma das principais autoras contemporâneas. Isso porque ela adota uma postura crítica e sensível em relação à história afro-brasileira. Suas poesias são ricas e se aprofundam em temas como a fome e a dor, e também o amor e o desejo. A leitura deste livro desperta emoções, empatia e desassossego – tudo ao mesmo tempo.  Poemas da recordação e outros movimentos, de Conceição Evaristo Compre agora: Amazon - R$ 26,60 Te olhar os olhos fechados, Lucile Lambert Natural do sul da França, Lucile formou-se em direito antes de se dedicar à arte. Também tatuadora, ela vive no Brasil desde 2019. Suas obras questionam a ausência, o vazio e o inacabado. As cores, por sua vez, dão o tom e a dualidade.  Seu primeiro livro reúne textos e desenhos a partir de uma linguagem direta, despida de artifícios. Segundo ela, a escrita é um convite a aceitar a banalidade da existência e reconhecer que, apesar de tudo e sempre, a vida pulsa.  Continua após a publicidade Te olhar os olhos fechados, Lucile Lambert Compre agora: Livrarias Curitiba - R$ 44,90 Amavisse e outros poemas, Hilda Hilst A autora Hilda Hilst, natural do interior de São Paulo, se formou em direito na USP – mas foi na literatura que ela teve destaque. Escreveu poesia, ficção e peças de teatro. Em 1989, inconformada com a recepção de seus livros, ela afirmou que Amavisse marcava sua despedida: “Não vou publicar mais nada, porque considerei um desaforo o silêncio”. Mais tarde, ele foi aclamado como um dos títulos mais importantes de sua obra.  Os versos falam sobre a passagem do tempo, o fim do amor, os planos que não se concretizam, as barcas afundadas, a proximidade da morte. Amavisse e outros poemas, Hilda Hilst Compre agora: Amazon - R$ 49,90 RelacionadasCultura8 livros leves e relaxantes para ler antes de dormir4 ago 2025 - 16h08Cultura5 livros curtos e viciantes para emendar uma leitura na outra29 ago 2025 - 16h08CulturaBobbie Goods: 5 livros de colorir aconchegantes para o inverno6 jul 2025 - 05h07 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Continua após a publicidade Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. 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Redação NTD
Cultura

Exposição revela os segredos por trás das casas modernistas do Brasil

03 de setembro de 2025 | Por Redação NTD

Poucos movimentos arquitetônicos traduzem tão bem a identidade brasileira quanto o modernismo. Reconhecido mundialmente pela ousadia estética e pela integração com a paisagem, o estilo ganha nova luz em uma exposição dedicada exclusivamente às casas modernistas do país. A mostra “Um design brasileiro nos anos 1950: linhas de uma casa modernista”, realizado pela Fundação Maria Luisa e Oscar Americano, convida o visitante a descobrir os princípios técnicos, os nomes fundamentais e a herança cultural que moldaram a forma de morar no século XX Estarão em exibição duas poltronas M1, parte do mobiliário original da casa, criado em 1955 pela Branco&Preto e ícones do design da décadaFundação Maria Luisa e Oscar Americano/Divulgação Com curadoria de Celso Lima, a mostra busca recriar o ambiente modernista da residência de Maria Luisa e Oscar Americano e sua família, destacando um aspecto ainda pouco valorizado pela historiografia do design: o têxtil. O que é o modernismo na arquitetura? O movimento nasceu do desejo de romper com os excessos decorativos do passado e propor uma nova relação com o espaço doméstico. Em vez de ambientes fechados e compartimentados, surgiram plantas livres, janelas horizontais que permitiam a entrada generosa de luz e pilotis que elevavam a construção do chão, libertando o térreo para circulação e convivência. Essa busca por linhas puras e por uma arquitetura funcional transformou a maneira como os brasileiros passaram a pensar a casa. Os materiais escolhidos também revelavam um projeto de futuro. O concreto armado tornou-se símbolo do movimento ao possibilitar grandes vãos sem a necessidade de paredes estruturais, enquanto o vidro reforçava a integração entre interior e exterior. A madeira brasileira, utilizada em acabamentos e detalhes, mantinha vivo o diálogo com a natureza local. Cada decisão técnica trazia consigo uma intenção ideológica: unir racionalidade construtiva à valorização da identidade nacional. Continua após a publicidade As casas modernistas brasileiras mais famosas Mais do que simples residências, as casas modernistas funcionaram como verdadeiros manifestos arquitetônicos. A Casa de Vidro, projetada por Lina Bo Bardi em São Paulo, tornou-se ícone de leveza e transparência, suspensa em meio à vegetação. A Casa das Canoas, de Oscar Niemeyer, no Rio de Janeiro, é um exemplo emblemático de harmonia entre arquitetura e paisagem natural. A Casa de Vidro é uma renomada obra arquitetônica projetada pela arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo BardiFoto: Edu Ortega/Divulgação Já a Residência Baeta, de João Vilanova Artigas, destacou-se pela monumentalidade do concreto e pelo caráter experimental de sua estrutura. Cada uma dessas obras sintetiza não apenas uma estética, mas também uma visão de vida e de país. O modernismo brasileiro ultrapassou o campo da técnica para se tornar um projeto cultural e social. Nos anos 1950, essas casas refletiam um sentimento de otimismo e modernização, ao mesmo tempo em que dialogavam com o clima tropical e a paisagem exuberante. Hoje, são reconhecidas como patrimônio cultural, testemunhos de uma época em que morar significava também projetar ideias de liberdade, autenticidade e futuro. A exposição Com a curadoria de Celso Lima, a exposição mergulha no modernismo brasileiro a partir da icônica residência projetada por Oswaldo Bratke. O espaço, que é uma verdadeira obra de arte, vai muito além da arquitetura: o projeto se harmoniza com o paisagismo de Otávio Augusto Teixeira Mendes e se integra à Mata Atlântica circundante, abrigando ainda murais de Karl Plattner, esculturas de Karoly Pichler e Emanuel Manasse, e pisos de Livio Abramo. Continua após a publicidade No entanto, o foco principal da mostra está no interior da casa. Para recriar o ambiente, a exposição explora o design assinado pelo estúdio Branco&Preto, fundado em 1952 por seis jovens arquitetos. O coletivo, formado por Carlos Millan, Roberto Aflalo, Miguel Forte, Jacob Ruchti, Plinio Croce e Chen Y Hwa, foi responsável por criar os móveis, a ambientação e, principalmente, os tecidos que revestiam almofadas, cortinas e colchas. O curador Celso Lima explica que a intenção é dar luz a esse aspecto muitas vezes esquecido: “Nosso desejo foi comentar o projeto arquitetônico de Oswaldo Bratke, mas com protagonismo das propostas realizadas nos interiores da casa pelo coletivo Branco&Preto, que criou mobiliários e ambientação, assim como os tecidos utilizados nas forrações das peças, cortinas e acessórios, como almofadas e colchas”, explica o curador da mostra, Celso Lima. Mostra traz peças importantes do modernismo Telas de Portinari e Di Cavalcanti, pertencentes ao acervo da família, compõem a parede dedicada à representação da pintura modernista do períodoFundação Maria Luisa e Oscar Americano/Divulgação A exposição apresenta obras do acervo da família, como telas de Portinari e Di Cavalcanti. Um biombo de Regina Gomide Graz também estará em exibição, servindo para ilustrar a evolução da arte e do design no Brasil entre as décadas de 1930 e 1950. Continua após a publicidade Entre os itens de mobiliário, a mostra contará com duas poltronas M1, criadas pelo Branco&Preto em 1955. Essas peças icônicas foram recriadas especialmente para a exposição pela Etel Design, a partir do projeto original. A mostra também destaca o trabalho de Irene Ruchti, paisagista e designer têxtil do estúdio Branco&Preto. O público poderá ver as icônicas estampas listradas que ela criou, usadas em forrações e acessórios. A Fundação Maria Luisa e Oscar Americano foi criada em 1974 como um legado de Oscar Americano. A organização disponibilizou a casa onde a família viveu, sua coleção de arte e o parque para a cidade de São Paulo. Hoje, a fundação oferece ao público visitas guiadas, concertos, exposições e outras atividades culturais focadas na história do Brasil. Ao revelar os segredos por trás dessas construções, a exposição mostra que a aparente simplicidade do modernismo esconde soluções sofisticadas e escolhas conceituais de grande impacto. Mais do que edifícios, as casas modernistas são narrativas arquitetônicas sobre o Brasil, sua paisagem e seus sonhos de modernidade. Continua após a publicidade SERVIÇO “Um design brasileiro nos anos 1950: linhas de uma casa modernista”, com curadoria de Celso Lima Abertura: 31/08, domingo, às 14h. Em cartaz: até março de 2026. Fundação Maria Luisa e Oscar Americano – Av. Morumbi, 4077 – São Paulo Terça a domingo, das 10h às 17h30 Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia). Estudantes e maiores de 60 anos pagam meia entrada. Entrada gratuita em todas as terças-feiras. Mais informações: https://www.fundacaooscaramericano.org.br/ RelacionadasCASA CLAUDIAAzulejo listrado no banheiro: 8 inspirações para se apaixonar31 ago 2025 - 06h08CASA CLAUDIADecoração boho: salas em tons terrosos inspiram aconchego21 ago 2025 - 14h08CASA CLAUDIADécor com ousadia: o lar moderno de Jeska Grecco e Leandro Neko13 ago 2025 - 14h08 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Continua após a publicidade Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. 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Redação NTD
Cultura

Bienal de Arte de SP: 6 artistas brasileiros para ficar de olho

02 de setembro de 2025 | Por Redação NTD

A 36ª Bienal de São Paulo chega com algumas novidades: é a primeira edição, em 70 anos, a ser entregue por uma mulher, a presidente Andrea Pinheiro. Além disso, a mostra terá duração de quatro meses, se estendendo de 6 de setembro de 2025 até 11 de janeiro de 2026. A exibição ocupará o icônico Pavilhão Ciccillo Matarazzo, no Parque Ibirapuera, com entrada gratuita. O tema escolhido, Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática, é inspirado no poema Da calma e do silêncio de Conceição Evaristo. Nesse sentido, ele propõe uma provocação curatorial: reimaginar a humanidade como ação, explorando deslocamentos simbólicos, identidades diversas e formas de coexistência pública e afetiva. A equipe curatorial é liderada pelo renomado Bonaventure Soh Bejeng Ndikung, com apoio de co-curadores Alya Sebti, Anna Roberta Goetz, Thiago de Paula Souza e Keyna Eleison. Abaixo, confira artistas para prestar atenção: Gê Viana Quilombo Santa Rosa dos Preto, de Gê VianaDivulgação/Divulgação A artista maranhense trabalha com colagens ambientadas no cotidiano e em narrativas familiares. Ela confronta a cultura colonizadora e os sistemas de comunicação hegemônicos, incorporando sua ancestralidade como fio condutor. Seu trabalho ganha ainda mais relevância ao propor um diálogo artístico sobre representatividade e memória, ressignificando práticas visuais a partir de uma perspectiva periférica e decolonial.  Heitor dos Prazeres Heitor dos PrazeresDivulgação/Divulgação Continua após a publicidade O artista foi um compositor e cantor pioneiro do samba, bem como artista plástico autodidata. Sua pintura expressiva, vibrante e colorida dá voz ao cotidiano e à cultura carioca, mostrando a vivacidade de uma cidade em transformação. Ele é fundamental para a arte brasileira por conectar música, performance e pintura ao retratar a vida popular. Sua presença na mostra reforça o legado de resistência cultural do Brasil. Lídia Lisbôa Produção têxtil de Lídia LisbôaDivulgação/Divulgação A artista visual trabalha com escultura, crochê, performance e desenho. Sua produção traduz sua autobiografia e os atravessamentos cotidianos, entrelaçando o corpo, a memória e o tempo em instalações sensoriais e poéticas. Ela questiona a construção do feminino e traz à tona narrativas silenciadas. Sua arte participa do movimento contemporâneo que reafirma o poder do gesto artesanal como política de existência e afirmação cultural. Maria Auxiliadora  Continua após a publicidade A pintora autodidata é reconhecida por retratar cenas da vida popular, festas, religiosidade afro-brasileira e sua própria experiência com o câncer. Seu uso de cores fortes, texturas espessas e até fios de cabelo adiciona profundidade e drama às imagens. Referência da arte popular, ela celebra o cotidiano periférico e feminino, resgatando um olhar sensível e urgente sobre gênero. Marlene Almeida A artista desenvolveu uma prática interdisciplinar que cruza arte, ecologia e memória ancestral. Desde os anos 1970, pesquisa e utiliza pigmentos naturais, solos e argilas brasileiras em suas obras, ressignificando a terra como matéria e símbolo. Sua produção conecta a arte contemporânea brasileira às práticas sustentáveis e ao respeito ao território.  Moisés Patrício Obra de Moisés PatrícioDivulgação/Divulgação Continua após a publicidade O artista tem produção com fotografia, vídeo, performance, rituais e instalações que dialogam com a tradição afro-brasileira. Frequentemente, evoca o candomblé em trabalhos imersivos. Sua arte é uma ponte entre a prática ancestral e o cenário urbano atual. Ele contribui ao panorama da arte brasileira ao resgatar saberes tradicionais e estimular reflexões sobre identidade, espiritualidade e representação na cultura afro-brasileira. RelacionadasCASA CLAUDIABarra Funda: a ascensão de um novo circuito de arte e design8 out 2023 - 08h10CulturaSP-Arte Rotas 2025: 6 artistas mulheres para prestar atenção na feira21 ago 2025 - 10h08CulturaValentina Herszage: “a arte mostra o que precisa ser lembrado”22 mar 2025 - 17h03 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. 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Redação NTD
Cultura

7 livros que vão te ajudar a superar um término de relacionamento

01 de setembro de 2025 | Por Redação NTD

Superar um término nem sempre é uma tarefa fácil. Pelo contrário: na maioria das vezes, trata-se de um período marcado por sofrimento intenso e, sobretudo, pela solidão. Muitas mulheres se perguntam se serão capazes de atravessar essa fase e buscam diferentes alternativas para entender e lidar com o que sentem. Na literatura, há uma variedade de livros dedicados a esse momento. Alguns oferecem caminhos para reconstruir a autoestima, outros funcionam como guias práticos – e há ainda aqueles que chegam como um abraço, apenas para lembrar que você não está sozinha. Confira a seleção que preparamos para te acompanhar nesse processo. 1. Talvez você deva conversar com alguém Clássico contemporâneo entre os livros de autoajuda, a narrativa acompanha a psicóloga Lori Gottlieb. Ao se ver diante de um evento que abala suas estruturas, ela decide se colocar do outro lado da sala, no lugar de paciente. Entre questionamentos pessoais e os dilemas de seus pacientes, a terapeuta constrói uma obra sensível, que mostra como, no fundo, nunca estamos sozinhos em nossas dificuldades. Compre agora: Amazon - R$ 47,52 2. Para todas as pessoas intensas Quem nunca se sentiu intenso demais por se entregar a uma relação sem ser correspondido, ou mergulhou de cabeça em experiências que pareciam rasas demais? Se você se identifica, talvez esse seja o livro perfeito. Com capítulos curtos, a obra convida o leitor a abraçar sua intensidade e ser verdadeiro com suas emoções em meio à superficialidade do mundo. Além disso, traz conselhos práticos para lidar com essas situações cotidianas. Compre agora: Amazon - R$ 29,99 3. A gente mira no amor e acerta na solidão Nesta obra, a psicanalista Ana Suy discute os equívocos em torno da ideia de solidão nas relações. A autora mostra que até os relacionamentos mais sólidos e profundos carregam consigo a solitude – e que isso não deve ser encarado como fracasso, mas como parte natural da vida. Assim, propõe novas formas de olhar para o viver só e para as armadilhas que construções sociais em torno do amor podem gerar. Compre agora: Amazon - R$ 37,39 4. 500 dias sem você Escrito por Samantha Silvany, o livro acompanha a trajetória de uma protagonista após o fim de um relacionamento. A narrativa expõe suas dores, o luto pela separação, a necessidade de se reconectar consigo mesma e o caminho para reencontrar a felicidade. A autora destaca ainda a importância da reconstrução do amor próprio e do autoconhecimento para encerrar ciclos tóxicos. Compre agora: Amazon - R$ 59,00 Continua após a publicidade     5. Não pise no meu vazio Semifinalista do Prêmio Jabuti 2024, a obra discute o vazio existencial que marca tantas pessoas atualmente e como muitos tentam preenchê-lo por meio das relações amorosas. Com olhar clínico, a psicanalista mostra a relevância de compreender nossas próprias questões existenciais antes de buscar no outro o que só pode ser encontrado dentro de nós. Compre agora: Amazon - R$ 38,06 6. Talvez a sua jornada agora seja só sobre você Em formato de crônica, este livro é um convite ao amor-próprio e à cura após períodos de rompimento ou mudança. A obra aprofunda-se nos desafios que surgem nesse processo, como os medos, as inseguranças e a necessidade de ressignificar projetos de vida. Compre agora: Amazon - R$ 39,10 7. Já te disse adeus, e agora, como te esqueço? Com caráter quase terapêutico, o autor compartilha sua experiência para oferecer um guia prático na superação do luto pós-término. Ao longo das páginas, estão reunidas reflexões sobre dependência emocional, formas de lidar com a dor, incentivo ao autocuidado e estratégias para transformar esse período em um aprendizado. Compre agora: Amazon - R$ 24,89 Por fim, é importante lembrar: nenhuma das recomendações apresentadas substitui o acompanhamento de um profissional de saúde mental. O objetivo desta seleção é oferecer apoio e inspiração. Caso sinta que não consegue lidar com a situação sozinha, procure ajuda especializada. Continua após a publicidade Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. 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Redação NTD
Cultura

5 livros curtos e viciantes para emendar uma leitura na outra

29 de agosto de 2025 | Por Redação NTD

Se você não costuma ler muitoou está se sentindo sem motivação para terminar aquele livro complicado, talvez o que você precise seja uma boa narrativa curta e simples. Algumas leituras, por mais curtas que sejam, possuem escritas apaixonantes que vão te fazer querer devorá-las de uma vez. Pensando nisso, separamos cinco livros curtos, fáceis e envolventes para emendar um no outro. 1. Auto da Compadecida Auto da Compadecida Compre agora: Amazon - R$ 34,68 Com apenas 208 páginas, Auto da Compadecida é um clássico indispensável da literatura brasileira. Escrita por Ariano Suassuna, a obra é uma peça teatral dividida em três autos e ambientada no sertão nordestino. Nela, acompanhamos as trapalhadas de João Grilo — um mentiroso cheio de artimanhas — e seu inseparável amigo Chicó, sempre envolvidos em confusões com os poderosos da cidade. A grande dúvida que paira sobre a narrativa é: será que João Grilo conseguirá escapar da punição divina por todas as suas mentiras? A leitura tem ritmo leve e divertido, como se estivéssemos assistindo ao roteiro de uma peça encenada diante de nós. Cada ato corresponde a uma etapa da história: a apresentação, o conflito na Igreja e o julgamento. Entre falas afiadas e indicações em itálico sobre as ações dos personagens, o texto convida o leitor a imaginar a cena no palco. Continua após a publicidade Os diálogos criados por Suassuna têm um timing cômico preciso, capaz de arrancar gargalhadas. Mas, por trás do humor ácido e do sarcasmo, a peça aborda questões sérias e universais do Brasil: a desigualdade social, a força da religiosidade, o poder do coronelismo e a dura realidade da miséria no sertão. 2. Tudo é Rio Tudo é rio Compre agora: Amazon - R$ 46,45 Tudo é rio é daqueles livros que, depois da primeira página, simplesmente não dá para largar. A cada capítulo, os acontecimentos surpreendem, chocam e provocam reflexão (e mal há tempo para assimilar um antes que outro aconteça, tal qual a própria vida). A trama acompanha Venâncio e Dalva, um casal que parecia destinado a viver junto para sempre. No entanto, após uma perda trágica, o amor dá lugar à obsessão e ao ciúme do marido. Ainda assim, as lembranças dos dias felizes pareciam fortes o bastante para mascarar tanta dor. Continua após a publicidade É nesse cenário que surge Lucy, a prostituta mais desejada da cidade, que transforma a história em um intenso triângulo amoroso. Entre paixões, ressentimentos e dilemas humanos, o leitor é arrastado para dentro da narrativa, refletindo, questionando e saboreando cada palavra até a última página. 3. O jeito Harvard de ser feliz O jeito Harvard de ser feliz Compre agora: Amazon - R$ 55,38 Só preciso perder mais três quilos”, “só falta comprar um carro”, “é só terminar de pagar as parcelas da casa”… Sempre há um “só mais” adiando a felicidade. Se você já se viu nesse ciclo, O jeito Harvard de ser feliz é uma leitura essencial. E não, não é apenas mais um livro de autoajuda: a obra apresenta os resultados de pesquisas realizadas pelo próprio autor em Harvard, fundamentadas na Psicologia Positiva. A grande descoberta? O sucesso é consequência da felicidade, e não o contrário. Mais do que discutir como ser feliz, o livro mostra como adotar uma mentalidade positiva pode transformar o trabalho e a vida pessoal. Segundo os estudos, quando estamos mais otimistas, nosso cérebro se torna naturalmente mais criativo, motivado, resiliente, energizado e produtivo. Com uma escrita leve e divertida, o autor reconhece suas limitações, mas propõe reflexões poderosas sobre um mundo cada vez mais estressado e negativo — e aponta caminhos reais para construir um futuro mais equilibrado e esperançoso. Continua após a publicidade 4. Depois Depois Compre agora: Amazon - R$ 45,00 Com 192 páginas, Depois é o livro ideal para embarcar na escrita do mestre do terror sobrenatural, Stephen King. O menino James Conklin não é uma criança comum: ele vê gente morta. A frequência, nem ele mesmo sabe, já que, em geral, os mortos se parecem muito com os vivos, exceto pelo fato de que estão sempre com as roupas que estavam quando morreram e que são incapazes de mentir.  Sua habilidade é mantida em segredo, até que Liz Dutton, a companheira de sua mãe e detetive do Departamento de Polícia de Nova York, aparece na saída da escola com um pedido de ajuda: desvendar o último segredo de um falecido terrorista.  Mais uma vez, King conduz uma criança em uma história de terror, num contexto em que é colocada em risco por adultos que aproveitam de seu dom sobrenatural.  5. Nunca vi a chuva Nunca vi a chuva Compre agora: Amazon - R$ 36,78 Continua após a publicidade Nunca vi a chuva é uma narrativa em forma de diário contada a partir do olhar intimista e profundo de um jovem que tenta descobrir seu lugar no mundo. Adotado por uma família rica, Lucas mora em Portugal, tem amigos e uma namorada que ama. Mas ainda assim, ele parece não se encaixar.  Quando conflitos amorosos e familiares o levam a pensar que a vida não faz mais sentido, uma mensagem em seu celular o faz repensar tudo: um vídeo de alguém idêntico a ele, exceto pelo fato de ter uma deficiência visual. É nesse contexto que Lucas abandona sua vida em Portugal rumo ao interior do Rio de Janeiro para descobrir quem é esse gêmeo e o que isso pode revelar sobre seu passado.  RelacionadasCultura8 livros leves e relaxantes para ler antes de dormir4 ago 2025 - 16h08CulturaEsses 8 livros brasileiros têm o poder de transformar sua forma de ver o mundo7 jun 2025 - 05h06 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. 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Redação NTD
Cultura

Amores à Parte: filme com Dakota Johnson vale a pena?

22 de agosto de 2025 | Por Redação NTD

A comédia romântica Amores à Parte acaba de chegar aos cinemas brasileiros. Com distribuição da Diamond Filmes, o longa amplia a discussão sobre relações modernas. Dirigido por Michael Angelo Covino, ele acompanha a vida de Carey, um homem pacato que tem sua vida virada de cabeça para baixo ao saber que sua esposa Ashley quer o divórcio, revelando que o traiu com outra pessoa.  Em busca de conforto, ele se refugia nos amigos Julie (Dakota Johnson) e Paul (Michael Angelo Covino), apenas para descobrir que o casal vive em um relacionamento aberto, o segredo por trás de sua felicidade. Curioso, ele decide se jogar nessa liberdade afetiva – mas acaba desencadeando uma série de eventos caóticos que põem todos à prova.  “Eu acho que é um filme real e honesto, sinto que as pessoas realmente se conectam com isso. O amor é uma bagunça e os humanos também. E é melhor rir de tudo isso do que chorar”, comenta Dakota a CLAUDIA. Além dos protagonistas Dakota Johnson, Adria Arjona, Kyle Marvin e Michael Angelo Covino, o elenco conta com nomes como Nicholas Braun. Além dos protagonistas Dakota Johnson, Adria Arjona, Kyle Marvin e Michael Angelo Covino, o elenco conta com nomes como Nicholas BraunReprodução/Reprodução O tema do momento De acordo com um levantamento da Universidade de Michigan, cerca de 4% a 5% dos adultos nos Estados Unidos já viveram algum tipo de relação não monogâmica, número que cresce entre os mais jovens. Outro dado, da plataforma de encontros OkCupid, aponta que, entre 2016 e 2021, houve um aumento de 45% no número de pessoas que se declaram abertas a esse tipo de arranjo. Continua após a publicidade No Brasil, uma pesquisa realizada pela USP identificou que 15% dos entrevistados já tiveram algum tipo de experiência fora da monogamia tradicional, incluindo relações abertas, poliamor e outras práticas. RelacionadasCulturaTriângulos amorosos no cinema: ‘Rivais’ e outras opções25 abr 2024 - 08h04 Além disso, o estudo apontou que a geração Z tende a enxergar os relacionamentos de maneira mais fluida: 30% dos jovens entre 18 e 25 anos afirmaram que consideram viver um relacionamento aberto. Esses números, é claro, se refletem nas telas do cinema, que cada vez mais contam histórias de amor fora do modelo tradicional. “Eu acho que Julie é complicada e um tanto quieta. Suas reações às coisas não são comuns e eu gosto que ela tem uma mente muito aberta. Ao mesmo tempo, acho que ela é bastante solitária, mesmo quando ela está com Carey”, comenta a atriz. “Sinto que ela é uma mulher que escolheu uma vida que talvez não encaixa com sua mente – uma coisa muito comum que algumas mulheres experimentam.” Relacionamentos modernos ganham espaço nas telas do cinema. Conheça a comédia romântica que acaba de estrearReprodução/Reprodução Continua após a publicidade Vale o ingresso? O filme teve sua estreia mundial no Festival de Cannes 2025, o que lhe deu uma atenção internacional desde o primeiro momento. Se você gosta de comédias românticas que fogem do óbvio, ele certamente vale a sua atenção por misturar humor ácido, situações constrangedoras e diálogos inteligentes que retratam, de forma bem atual, as contradições dos relacionamentos modernos.  A narrativa também consegue equilibrar leveza e temas complexos ao abordar divórcio, liberdade afetiva e inseguranças emocionais – tudo sem perder o tom divertido. Assim, Para quem busca um filme que entretém, mas também cutuca algumas certezas, Amores à Parte é uma ótima escolha. RelacionadasCulturaPssica: tudo o que sabemos sobre a minissérie da Netflix19 ago 2025 - 18h08CulturaOscar 2026: Conheça os filmes brasileiros que competem por vaga18 ago 2025 - 18h08Amor e SexoExiste traição em relacionamento aberto?18 ago 2025 - 17h08 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Continua após a publicidade Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade

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Redação NTD
Cultura

SP-Arte Rotas 2025: 6 artistas mulheres para prestar atenção na feira

21 de agosto de 2025 | Por Redação NTD

A SP-Arte Rotas deste ano chega para reafirmar seu papel como uma das feiras mais importantes do calendário artístico. Ao todo, são cerca de 60 projetos curados, reunindo galerias, instituições culturais e iniciativas que expandem o debate sobre arte contemporânea. Diferente da SP-Arte tradicional, dedicada principalmente ao mercado de galerias, a edição Rotas tem como marca a valorização da diversidade territorial e a força das narrativas locais, apresentando trabalhos que transitam entre linguagens e tradições, mas que também dialogam diretamente com os debates da sociedade atual. Por sua vez, as mulheres artistas ocupam um lugar de destaque. Suas produções atravessam fronteiras geográficas e simbólicas, trazendo à tona temas como feminismo, memória ancestral, identidade, reparação histórica e as complexidades do corpo no mundo. Sejam nomes já consagrados da cena brasileira ou vozes emergentes que ganham projeção no circuito internacional, elas constroem discursos que desafiam o status quo. A seguir, reunimos seis artistas que merecem atenção especial nesta edição: Alice Lara Sua obra mergulha em um universo simbólico em que natureza, memória e espiritualidade se encontram. Suas pinturas evocam paisagens que, ao mesmo tempo em que acolhem, também instigam questionamentos sobre pertencimento e ancestralidade. Seus trabalhos funcionam como acesso entre o real e o imaginário, propondo uma reflexão sobre as formas de habitar o mundo e sobre a própria ideia de paraíso. Alice Lara – Recinto Azulado das CobrasDivulgação/Divulgação Celeida Tostes A obra de Celeida Tostes encontra na cerâmica um território de força e transcendência. Em suas mãos, a argila se torna extensão do corpo e do espírito, um elo entre a terra e a experiência humana. Na performance “Passagem” (1979), um de seus gestos mais emblemáticos, Celeida emerge de dentro de um ovo de barro, em uma metáfora visceral de renascimento e transformação. Esse ato sintetiza a intensidade de sua pesquisa, que atravessa o íntimo e o coletivo, o corpo e o território. Na SP–Arte Rotas, a galeria Superfície apresenta trabalhos de Tostes em diálogo com artistas emergentes e consagrados, refletindo sobre geografia, política e estética entre gerações. Celeida Tostes – AmassadinhosDivulgação/Divulgação Continua após a publicidade Kika Carvalho Com raízes em Vitória (ES), Kika consolidou seu estilo ao pintar muros e grandes superfícies com o azul como assinatura artística – cor que carrega métodos de ancestralidade, representatividade e invenção de novos imaginários para a mulher negra. Suas obras transformam símbolos comunitários em escudos poéticos que reafirmam identidades negras no espaço público. Kika Carvalho – Portas Vilaseca, PrelúdioDivulgação/Divulgação Helena Carvalhosa Helena dialoga com o cotidiano através de objetos ressignificados e materiais do dia a dia, transitando entre a escultura e a pintura. Em seu trabalho, descarte ganha valor e é transformado em lembranças íntimas com delicadeza e humor. Na SP–Arte Rotas, a galeria Marcelo Guarnieri apresenta trabalhos que retomam o diálogo com materiais cotidianos e memória doméstica. Helena Carvalhosa – Sem títuloDivulgação/Divulgação Pietrina Checcacci Sua produção tem como essência a delicadeza e a profundidade. Aqui, a arte se manifesta em suportes diversos, mas é no diálogo entre matéria e gesto que seu trabalho alcança maior potência. As tramas, texturas e costuras que percorrem suas obras evocam memórias e afetos, transformando elementos cotidianos em poesia visual. Ao longo da década de 1970, o corpo feminino torna-se protagonista de suas telas, refletindo fragilidade e força em contexto de exílio e repressão. Continua após a publicidade Na SP–Arte Rotas, a galeria Bianca Boeckel apresenta obras de diferentes períodos, promovendo um diálogo intergeracional entre Checcacci, Nelly Gutmacher e artistas mais jovens como Anna Costa e Silva, Nanda Félix e Piti Tomé. Obra de Pietrina CheccacciDivulgação/Divulgação Rebecca Sharp A artista mergulha no simbólico para traduzir experiências do feminino, da ancestralidade e da espiritualidade. Suas cores intensas e composições marcadas por elementos arquetípicos parecem abrir portais para outras dimensões. A cada obra, a artista constrói um campo de força que mistura o sagrado e o cotidiano, refletindo sobre identidades que não se deixam aprisionar. Na SP–Arte Rotas, a galeria Marins&Montero apresenta um solo da artista. Obra de Rebecca SharpDivulgação/Divulgação Serviço – SP-Arte Rotas 2025 Data: 27 a 31 agosto Localização: ARCA | Av. Manuel Bandeira, 360 – Vila Leopoldina | São Paulo – SP Continua após a publicidade RelacionadasCulturaPssica: tudo o que sabemos sobre a minissérie da Netflix19 ago 2025 - 18h08CulturaPor dentro do Clara Arte, primeiro hotel de luxo em Inhotim21 dez 2024 - 07h12Sua Vida6 artistas plásticas brasileiras que você precisa conhecer14 jul 2024 - 08h07 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. 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Redação NTD
Cultura

Danega Conservas: auxiliar de enfermagem faz sucesso com conservas artesanais

17 de agosto de 2025 | Por Redação NTD

Há 5 anos, a auxiliar de enfermagem Lucimara Augusto se desdobra entre o trabalho na área da saúde em Presidente Prudente (SP) e um talento que apostou durante a pandemia: produzir geleias, molhos e conservas de forma artesanal. Após testar alguns sabores e os amigos aprovarem, ela decidiu empreender, conciliar a rotina do centro cirúrgico e fundar sua marca, a Danega Conservas. Com simpatia, Lucimara recebeu CLAUDIA em sua casa, no bairro Vila Flores, para falar da trajetória que a incluiu na Rota Gastronômica Pontal do Paranapanema, que reúne, em um raio de 24 cidades do extremo Oeste de São Paulo, 14 pontos da gastronomia regional que merecem ser conhecidos. A rota faz parte do programa Sabor de São Paulo, parceria da Secretaria estadual de Turismo e Viagens (Setur-SP) com o Mundo Mesa e o Senac-SP, para incentivar o turismo e gastronomia de diferentes regiões. “No começo, eu tinha feito o rótulo com meu nome. Ofereci o molho de pimenta a um amigo, ele experimentou e falou: ‘isso não tem a ver com Lucimara Augusto, é um negócio Danega, coisa boa que a gente conhece’. E pegou”, diverte-se, sobre o nome escolhido para o produto. Lucimara produz sozinha 20 tipos de geleias e conservasDivulgação e Reprodução/Instagram O dom para a cozinha veio da mãe, Maria Lúcia, que tinha a mesma profissão. “Antes de ser auxiliar de enfermagem, ela foi cozinheira de forno e fogão em casas de família, então sempre gostamos muito de cozinhar. A primeira receita que fiz para vender foi do molho de pimenta, é o queridinho até hoje”. Atualmente, 20 produtos estão no catálogo, como geleia de batata-doce com conhaque, pasta de batata-doce com pimenta, geleia de maçã e abacaxi com peppermint e escabeche com quiabo, que variam entre R$ 30 e R$ 32 o pote com 250 g. Continua após a publicidade Lucimara chega a vender até 400 potes por mês, para pessoas que vão até sua porta, feiras livres, dois estabelecimentos de Presidente Prudente e também nas cidades vizinhas de Rancharia, Regente Feijó e Anhumas. Processo artesanal Ela chega a vender 400 potes de geleias e conservas por mêsDivulgação/Divulgação “Eu não tenho nada de máquinas. As receitas, o fechamento, o envaso, tudo é feito na mão. Perguntam como eu dou conta, nem eu sei. Pretendemos aumentar nossa produção. Daqui a pouquinho já está internacional”, diz, soltando sua gargalhada que preenche o ambiente. Os amigos do hospital, os patrões e amigas do ramo de gastronomia são seus “degustadores”, que provam as inovações em primeira mão. Quando recebe a aprovação da maioria, Lucimara coloca o produto para vender. Continua após a publicidade Rotina Para dar conta da produção, ela vai todos os dias 5h30 para a academia e, após o banho lá mesmo, corre para o Centro Cirúrgico, onde fica até as 16h00. Depois, dedica-se à produção da Danega. “É tudo programado, se não, não consigo dar conta. Minha agenda do mês que vem está todinha pronta. Aos domingos de manhã boto a casa em ordem, porque parece a Marquês de Sapucaí depois do carnaval. De tarde, descanso”. Empreendedorismo feminino e conquistas No quintal de sua casa, ela realiza eventos em que convida outras duas empreendedoras a cada edição para, juntas, inspirarem outras mulheres. Os encontros, divulgados pelo Instagram, atraem pessoas não só de Prudente como das cidades vizinhas. “Eu não tinha referência. Comecei com a cara e a coragem, com vontade, e hoje muitas mulheres e pessoas da cidade realmente me veem como referência. Trago um conteúdo de relevância sobre autoestima, motivação e superação, em uma palestra para até 36 pessoas com uma mesa para que a gente possa dar risada e conversar”, explica. Continua após a publicidade Aos 55 anos e trabalhando desde os 17, a técnica de enfermagem deu entrada na aposentadoria. Após deixar a profissão, pretende se dedicar à produção das geleias e conservas. “Antes eu pensava que, quando fosse me aposentar, esse trabalho seria o complemento da minha aposentadoria. Agora a chave já virou, a aposentadoria será a complementação da Danega.” Entre as conquistas da vida, Lucimara celebra a casa em que mora há 14 anos. “Eu nasci aqui nesta rua, em uma casa de madeira na esquina, e esta casa, naquela época, era a mais chique do bairro, a gente falava, quando passava para a escola, que era ‘a casa dos ricos’. Nós compramos a casa dos ricos e reformamos”, recorda. Depois que se aposentar, Lucimara Augusto pretende dedicar seu tempo integral à produção da Danega ConservasAntônio Rodrigues/Prazeres da Mesa/Divulgação Entre as dicas que ela dá para as mulheres – 50+ ou não – que queriam empreender, a principal é colocar no papel seus planos e vontades e começar. Continua após a publicidade “As demais coisas vão vindo com o tempo. Se eu não tivesse dado o primeiro passo, feito as conservas e levado para o hospital nem tivesse mandado recadinho ‘olha, eu estou fazendo isso, você quer experimentar?’, eu não estaria agora no Sabor de São Paulo. Estude, se forme e, principalmente, conecte-se com pessoas. Sozinho, a gente não vai a lugar nenhum. Seus amigos, as pessoas que gostam de você, te indicam e te levam”. Lucimara se considera realizada. “Eu sempre sonhei em ter um negócio, receber pessoas, conseguir empreender, fazer algo para colocar nas mesas das pessoas. Acreditar é uma coisa e você ver acontecendo, conseguir fazer e as pessoas enxergarem que isso é possível é muito bom. Eu me emociono porque lembro que minha mãe falava: ‘Maricota, você vai fazer muita coisa. Tem que deixar algo bom, para as pessoas lembrarem de você por algo bem feito’.” RelacionadasCozinhaDo pão artesanal à culinária afetiva: a receita de sucesso da padeira Fernanda Almeida8 jul 2025 - 18h07ReceitasComo fazer conservas, geleias e compotas15 set 2010 - 21h09CozinhaChef relembra tempos que morou com Gil e Caetano: “Como uma família”10 out 2024 - 16h10 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? 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Redação NTD
Cultura

Guia Completo: Tipos de Cerveja Artesanal Brasileira e Como Harmonizar

15 de agosto de 2025 | Por Redação NTD

Tipos de cerveja artesanal brasileira são a chave para entender essa rica tradição cervejeira do Brasil e suas variedades. Descubra mais! Este artigo Guia Completo: Tipos de Cerveja Artesanal Brasileira e Como Harmonizar, foi referenciado anteriormente no blog Mestre dos Drinks - Magia, Alquimia e Química na Combinação de Sabores

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Redação NTD
Cultura

8 livros leves e relaxantes para ler antes de dormir

04 de agosto de 2025 | Por Redação NTD

Antes de dormir, cada pessoa desenvolve seu próprio ritual para garantir uma boa noite de descanso. Há quem prefira meditar, ouvir músicas suaves ou, ainda, abrir um livro até o sono chegar. Mas nem toda leitura combina com esse momento. Alguns títulos podem ser densos demais, com capítulos longos ou enredos intensos que acabam despertando mais do que acalmando. Pensando nisso, selecionamos oito livros perfeitos para ler antes de dormir. *Os produtos sugeridos nesta matéria foram selecionados de forma independente pela equipe da Editora Abril. Ao comprar por meio dos links desta página, podemos receber uma comissão — o que nos ajuda a continuar produzindo conteúdos relevantes para você. 1. As coisas que você só vê quando desacelera – Haemin Sunim (Editora Sextante) Escrito por um monge budista sul-coreano, esse livro reúne reflexões breves sobre a vida, o tempo e a importância do autocuidado. Com uma linguagem acolhedora, é ideal para ler aos poucos antes de dormir, promovendo uma sensação de calma e presença. Compre agora: Amazon - R$ 44,48   2. Meus dias na livraria Morisaki – Satoshi Yagisawa (Bertrand Brasil) Ambientado numa charmosa livraria de bairro em Tóquio, o romance narra a história de uma jovem que reencontra sentido na vida entre prateleiras de livros e conversas tranquilas. A escrita suave torna essa leitura um abraço para o fim do dia. Compre agora: Amazon - R$ 33,92 Continua após a publicidade   3. No final nada acontece: histórias relaxantes para acalmar a mente e dormir bem – Kathryn Nicolai (Editora Sextante) Como o próprio nome indica, esta obra foi feita sob medida para quem busca desacelerar. São pequenas histórias cotidianas sem grandes conflitos ou surpresas – apenas o tipo de narrativa que ajuda a esvaziar a mente e entrar no clima do sono. Compre agora: Amazon - R$ 44,00   4. Kafka à beira-mar – Haruki Murakami (Alfaguara) Apesar de ser mais longo, o livro de Murakami é uma boa pedida para a hora de dormir justamente por seu ritmo hipnótico e atmosfera surreal. A história mistura sonho e realidade de forma que pode ser lida em pequenas doses. Compre agora: Amazon - R$ 106,32   5. Ao Farol – Virginia Woolf (Autêntica) Este clássico da literatura é marcado por uma escrita fluida e quase meditativa. A narrativa segue o fluxo de pensamento dos personagens, o que a torna envolvente – uma excelente escolha para quem quer desacelerar o ritmo mental antes de dormir. Continua após a publicidade Compre agora: Amazon - R$ 75,20   6. O ano da graça – Kim Liggett (Editora ALT) Apesar de ter uma trama opressiva, o livro é conduzido com uma escrita envolvente e capítulos curtos, o que permite pausar facilmente a leitura. A força da protagonista aparece aos poucos, o que pode ajudar quem gosta de ficção, mas prefere histórias com ritmo equilibrado antes de dormir. Compre agora: Amazon - R$ 26,96 7. O som do rugido da onça – Micheliny Verunschk (Companhia das Letras) Com uma escrita poética, este romance mescla realidade e mito de maneira sutil. A linguagem é fluida, o que convida a uma leitura mais lenta. É ideal para noites em que você quer desacelerar e entrar num universo simbólico. Compre agora: Amazon - R$ 43,09 Continua após a publicidade 8. Pequenas delicadezas – Cheryl Strayed (Objetiva) Reunindo conselhos e crônicas da autora, esse livro traz uma coletânea de textos curtos e tocantes sobre empatia, perdão, amor e superação. A leitura lembra uma conversa com uma amiga sábia – perfeita para momentos de autorreflexão antes de dormir. Compre agora: Amazon - R$ 69,90 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Continua após a publicidade Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade

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Redação NTD
Cultura

Cristina Rivera Garza desembarca na Flip 2025 com literatura marcada por memória e resistência

30 de julho de 2025 | Por Redação NTD

A escritora mexicana Cristina Rivera Garza, vencedora do Prêmio Pulitzer 2024, na categoria Memórias ou Autobiografia, é uma das convidadas internacionais confirmadas da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) 2025. A autora tem dois livros publicados no Brasil pela Autêntica Contemporânea, O invencível verão de Liliana e Autobiografia do algodão, ambos traduzidos por Silvia Massimini Felix. Sua escrita transita entre a fronteira linguística, geográfica e de gênero, desafiando classificações.  É considerada uma das autoras mais premiadas e traduzidas da América Latina. Além do Pulitzer 2024, Rivera Garza é reconhecida, por prêmios como Anna Seghers, o Prêmio Bellas Artes de Novela José Rubén Romero, o Prêmio Excelencia en las Letras José Emilio Pacheco, o Prêmio Roger Caillois e o Prêmio Sor Juana Inés de la Cruz, este último conquistado duas vezes. Com formação em Sociologia e doutorado em História, Cristina é professora na Universidade de Houston, onde fundou o doutorado em Escrita Criativa. Sua obra rompe fronteiras entre ficção, ensaio, poesia e jornalismo, resultando em textos que ampliam o conceito de literatura e desafiam categorias rígidas de gênero e forma. Ela estreia na Flip, no sábado (01/08), às 17h, ao lado de Maria Negron, na mesa “Ser mulher na América Latina”. A mediação será do jornalista Guilherme Freitas. A CLAUDIA conversou com a escritora, veja: Em O invencível verão de Liliana, você narra o feminicídio de sua irmã, um crime que o Estado mexicano invisibilizou por anos. O que as experiências do México e dos Estados Unidos ensinam sobre o papel do Estado na perpetuação ou no combate à violência de gênero? Elas nos ensinam, antes de tudo, que precisamos de uma linguagem clara e compassiva para contar essas histórias de violência letal de gênero para além dos limites impostos pelo patriarcado e a partir da perspectiva das vítimas dessas agressões, bem como de suas comunidades. Isso é especialmente urgente em lugares como os Estados Unidos, onde os termos “feminicídio” e “feminicida” não fazem parte do vocabulário cotidiano, muito menos do campo legal. Os dados mostram que a impunidade gera feminicídios. Se um feminicida sabe que tem mais de 95% de chance de assediar, humilhar, manipular, estuprar e matar sem nenhuma consequência legal, é evidente que continuará cometendo feminicídios. E os potenciais feminicidas receberão essa mensagem. Mas nem tudo é responsabilidade do Estado; cabe também à sociedade civil identificar e denunciar qualquer ato de violência, independentemente de os agressores serem familiares, netos, filhos, colegas ou vizinhos. É necessária a intervenção de todos e todas para frear a onda de violência feminicida que assola o mundo inteiro. No livro, você reivindica o direito de contar a história de sua irmã de forma íntima, mas também coletiva. Como essa escrita pessoal pode contribuir para a construção de uma memória coletiva pública contra o feminicídio? Me interessam os livros pessoais, mas não aqueles que olham de forma autocentrada para o próprio umbigo. Acredito, como Judith Butler, que qualquer relato do “eu” envolve, desde o início, um relato do “tu” — e eu iria além: um relato do “nós”. Por isso, em O invencível verão de Liliana, recorri aos documentos deixados por minha irmã, de modo que, em vez de “dar voz” a ela, me propus a escutar a voz que ela mesma se encarregou de registrar e preservar em vários tipos de documentos. A pesquisa em jornais e arquivos contribuiu para construir outro personagem fundamental do livro: a Cidade do México, especialmente o bairro de Azcapotzalco. As entrevistas com conhecidos e amigos de Liliana me ajudaram a compreendê-la sob diferentes perspectivas — muitas delas inéditas —, pois, como seres sociais, nos formamos em relação com os outros. Trata-se aqui de uma encenação de uma escrita desapropriativa, que revela e torna palpável a participação de outros, e que transita livremente entre a ficção e a não ficção. No Brasil, muitas mulheres negras e indígenas são vítimas de desaparecimentos forçados e de violência extrema. Como sua experiência de fronteira — literal e simbólica — pode dialogar com essas realidades brasileiras? Vivemos em sociedades patriarcais com rígidas distinções de classe e raça. A exploração das mulheres começa com a apropriação do trabalho doméstico, como argumentava Silvia Federici, e continua com desigualdades cruéis no acesso à educação, ao trabalho, à saúde, ao espaço público. Os diferentes feminismos que me permitiram escrever O invencível verão de Liliana serão fundamentais para identificar e denunciar a exploração e o extrativismo, mas também para apontar as linhas de fuga por onde escapa outra maneira de estar no mundo — uma forma mais humana e livre, como queria a poeta mexicana Rosario Castellanos. Essas visões propõem uma espécie de método de escuta, uma forma de abordar fenômenos complexos com atenção à sua especificidade temporal e espacial. É, creio, uma maneira de perguntar, que também pode ser uma forma de subversão. Continua após a publicidade Você fala sobre “escrita despossessiva”. Como esse conceito se aplica ao relato de histórias de violência de gênero? E como pode ser um caminho para que escritoras brasileiras enfrentem narrativas sobre a violência por aqui? Em Los muertos indóciles, explorei a noção de desapropriação como uma saída para os argumentos identitários que dominaram a conversa sobre apropriação — de histórias, tradições, experiências alheias. Acredito que a identidade não garante, por si só, que não haja apropriação extrativista. Proponho que é a investigação, como um ato de cuidado, que pode nos dar ou não permissão para abordar histórias de outros. E atenção: sempre estamos contando histórias de outros quando escrevemos, mesmo quando a anedota é algo que vivemos. Em O invencível verão de Liliana, a protagonista é ela — seu idioma, sua forma de ver o mundo —, não a minha dor ou a minha experiência com minha irmã. Por isso, construí para mim um espaço discreto ao longo da narrativa, para que essa voz que um feminicida tentou calar possa voltar a brilhar com luz própria. Podemos criar espaços de escuta, campos magnéticos de implicação intersubjetiva, para que outros se levantem com sua própria voz e nos iluminem com seu brilho? Estamos dispostas a nos responsabilizar por todas as decisões literárias e de pesquisa de um livro e, ao mesmo tempo, sair de cena para que outros atraiam, por direito próprio, essa atenção? Como a literatura pode resgatar histórias de trabalhadores rurais e migrantes que ficaram à margem da história oficial? Há força política nesse resgate? Em Ninguém me verá chorar, romance que escrevi a partir dos prontuários médicos do Manicômio Geral de La Castañeda, enfrentei essa pergunta pela primeira vez: de que lugar uma estudante de doutorado de classe média poderia abordar histórias de exclusão e violência sofridas pelos mais pobres entre os pobres no México? Minha resposta, à época: investigação, no sentido mais amplo da palavra — bibliográfica, jornalística, de arquivos, de campo, etnográfica, espiritual, etc. No meu caso, interessa-me menos o resgate em si e mais a possibilidade de reativar as forças e visões que esses documentos ou registros trazem à luz. Nos chamados “arquivos mortos” condensa-se, por mais paradoxal que pareça, a vida que poderia ter sido. A escrita contemporânea sobre e com essas marcas tem a capacidade de trazer de volta essa energia, ao mesmo tempo que abre fissuras em realidades que se pretendem resolvidas. Nada precisa ser como é. Tudo pode ser diferente. Isso que a pesquisa nos ensina carrega uma carga explosiva inegável. A fronteira entre o México e os Estados Unidos é um território de violência e resistência. No Brasil, nossas fronteiras internas — raciais, de classe, de gênero — também produzem silêncios e violências. Como sua obra ilumina o que acontece nesses “não-lugares”? Interessa-me, sobretudo, trabalhar com os escritos de outros (que não precisam ser publicados ou publicáveis, mas registros em que a marca de outra pessoa se dirige a nossos sistemas de percepção); e, quando esses não existem ou estão incompletos (o que é a maioria dos casos), interessa-me trabalhar com uma imaginação corporificada, atenta ao trabalho da investigação. A pesquisadora afro-americana Saidiya Hartman cunhou o conceito de “fabulação crítica” para descrever o mecanismo por meio do qual pesquisadoras e escritoras de hoje podem preencher ou lidar com os buracos negros dos arquivos — ou com o esquecimento em geral. Em Autobiografia do algodão, por exemplo, fiz toda a pesquisa que pude, mas no final, como costuma acontecer, precisei recorrer à ficção para criar transições ou cenas que a história me pedia. O mesmo aconteceu com O invencível verão de Liliana — o apego ao documento foi interrompido por recriações de cenas que ninguém me descreveu, mas que, com base em mapas e leitura de outras fontes, pude imaginar de forma responsável. Para mim, o mais importante não é contar uma história, mas produzir uma experiência no corpo de outra pessoa por meio das ferramentas humildes, mas poderosas, da linguagem. O Brasil também possui uma forte tradição oral, sobretudo nas comunidades quilombolas e indígenas. O que a oralidade nos permite acessar que os documentos oficiais ocultam? Boa pergunta. Certa vez escrevi um ensaio tentando respondê-la — porque, de fato, essa questão me atormentava. Minha resposta provisória então: é preciso ler os documentos históricos em modo etnográfico, como se fossem respostas que vêm de longe e do passado, para as quais precisamos inventar as perguntas a partir do aqui e agora. Eu tentava demonstrar que uma espécie de dialogismo retroativo é possível. Por outro lado, grande parte dos documentos com que trabalho é composta por citações obtidas em contextos de desigualdade estrutural, como interrogatórios feitos por quem detém o poder (psiquiatras no manicômio, carcereiros na prisão, etc.). Walter Benjamin considerava que essas “citações” eram uma forma de redenção daquelas outras experiências que a história oficial apagou. Esses documentos, portanto, são feitos de — e encobrem — momentos de oralidade controlada, que a leitura desde o presente pode “descontrolar”. Você observa alguma aproximação estética ou política entre autoras mexicanas, norte-americanas e brasileiras no enfrentamento da violência de gênero e outras formas de violência? Você acompanha o trabalho de alguma escritora brasileira que a inspire? Li uma grande quantidade de escritoras e teóricas da América Latina e dos Estados Unidos, e as cito com generosidade em meus livros. Gloria Anzaldúa, por exemplo, aparece com destaque em Autobiografia do algodão. Não poderia pensar o que penso sem Silvia Federici, Rita Segato, Silvia Rivera Cusicanqui, Judith Butler, Saidiya Hartman, Christina Sharpe, Dionne Brand, Yasnaya Aguilar, Gladys Tzul Tzul — e a lista continua. Li há muito tempo o diário de Carolina Maria de Jesus e ele me impactou profundamente. Já o indiquei diversas vezes em aulas de história da América Latina e em seminários de estudos de gênero. Clarice Lispector e Rubem Fonseca, claro. Preciso, evidentemente, conhecer mais. Interesso-me especialmente por coletivos que realizam práticas de ativismo, escrita e experimentações interdisciplinares. Continua após a publicidade Você já disse que “a violência é contagiosa”. Mas podemos dizer também que a resistência é contagiosa? Que movimentos, práticas ou narrativas lhe dão esperança? Sem dúvida. Por isso são tão perigosas as narrativas verticais que reforçam o poder dos — perdoe a redundância — poderosos. Uma leitura mais ampla da história nos mostra que a resistência não é apenas uma resposta a políticas ou medidas das autoridades, mas que frequentemente ela envolve uma série de iniciativas concretas, culturais e políticas, às quais o poder instituído acaba tendo que responder. Os movimentos feministas atuais nos ensinaram a crescer no dissenso e na autocrítica e, a partir daí, promoveram um abraço amplo, polimorfo, mercurial, cujos efeitos não são pequenos em nosso cotidiano. Quando uma começa a nomear, outras seguem o passo. As insurreições têm isso: campos magnéticos que convocam e reúnem o melhor de nós. O que não conseguimos conceber sozinhas se torna possível quando alguém nos estende a mão e nos dá fôlego. Às vezes, tudo se resume a isso: tomar fôlego, respirar em uníssono, produzir ar fresco. O invencível verão de Liliana Compre agora: Amazon - R$ 53,39 Em O invencível verão de Liliana, Rivera Garza reconstrói o feminicídio de sua irmã, assassinada em 1990. Por meio de diários, cartas e registros pessoais, a autora devolve à vítima sua voz, sua história e sua dignidade, construindo uma narrativa comovente sobre justiça, luto e linguagem. Autobiografia do algodão Compre agora: Amazon - R$ 78,99 Já em Autobiografia do algodão, a escritora investiga as raízes familiares ligadas às plantações de algodão na fronteira entre México e Estados Unidos. Combinando história oral, relatos íntimos e reflexão política, a obra amplia o olhar sobre desigualdade social, migração e memória. Continua após a publicidade Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! 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Redação NTD
Cultura

As palavras delas em Paraty: 21 autoras da Flip 2025

29 de julho de 2025 | Por Redação NTD

Quando Paraty (RJ) se enche de livros e escritores, não é só a literatura que toma as ruas. É também momento de denúncia, beleza e reconstrução. A partir desta quarta-feira (31/07) até domingo (03/08), a Festa Literária Internacional de Paraty, a Flip, chega à sua 23ª edição, homenageando neste ano o poeta Paulo Leminski (1944-1989), autor que misturava erudição e coloquialismo, filosofia e humor, numa obra que segue viva. Com curadoria de Ana Lima Cecilio, editora e filósofa, a Flip traz mais de 20 mesas literárias e nomes que dialogam com temas urgentes de nosso tempo: crise climática, guerras, violências, democracia e feminismos. Você pode conferir no site  flip.org.br. A CLAUDIA apresenta a seguir as 21 escritoras do Programa Principal, que acontece no Auditório da Matriz. Também será possível acompanhar pelo canal do Youtube da Flip.  1. ALIA TRABUCCO ZERÁN (Chile, 1983) Alia Trabucco Zerán nasceu em Santiago, no Chile, em 1983. É formada em Direito e em Literatura Hispano-americana. Seu primeiro romance, A subtração (Moinhos, 2020), traduzido para nove idiomas, foi eleito pelo jornal El País como um dos dez melhores romances de estreia de 2015, venceu o prêmio de melhor obra literária concedido pelo Conselho de Artes do Chile em 2014 e foi finalista do International Booker Prize em 2019. Além dele, foram publicados no Brasil seu livro de não ficção As homicidas (Fósforo, 2023), vencedor do British Academy Booker Prize de 2022, e o romance As limpas (Fósforo, 2024). A autora tem sua trajetória marcada por composições de sucesso e indicações a grandes prêmiosFLIP/Divulgação 2. ALICE RUIZ (Paraná, 1946) Alice Ruiz é poeta, compositora e tradutora, nascida em Curitiba, em 1946. É uma das figuras centrais na difusão de haicais no Brasil, ministrando oficinas desde 1990. Como compositora, tem parcerias com grandes nomes da música nacional, como Chico César, Itamar Assumpção e Zeca Baleiro, além de ter tido suas letras gravadas por Cássia Eller, Zélia Duncan, Adriana Calcanhotto e Gal Costa, entre outros. Vencedora do Prêmio Jabuti por seus livros de poesia Vice-versos (Brasiliense, 1988) e Dois em um (Iluminuras, 2008), é autora de mais de vinte obras, desde prosa poética, como em Proesias (Tipografia Acaia, 2010), até haicais, dentre as quais Desorientais (Iluminuras, 1996), Yuuka (Ameopoema, 2004) e Outro silêncio (Companhia das Letras, 2015). Continua após a publicidade Também é autora de obras infantojuvenis, como Conversa de passarinhos (Iluminuras, 2008), em conjunto com Maria Valéria Rezende, e Nuvem feliz (Editora 34, 2010), ambos finalistas do Prêmio Jabuti. Seu livro mais recente é Amorumorhumor (Companhia das Letras, 2020), escrito com Rodolfo Guttilla.  3. ANABELA MOTA RIBEIRO (Portugal, 1971)  Anabela Mota Ribeiro nasceu em 1971, em Trás os Montes, em Portugal, e atualmente vive e trabalha em Lisboa. É jornalista, escritora e programadora cultural, graduada e mestra em Filosofia. Hoje, estuda a obra de Machado de Assis em seu doutorado, em curso. Entre outros, publicou os livros de entrevistas Paula Rego por Paula Rego (Temas e Debates, 2016), Por Saramago (Temas e Debates, 2018), o ensaio A flor amarela: ímpeto e melancolia em Machado de Assis (Quetzal, 2017), e o romance O quarto do bebé (Quetzal, 2023).  4. ASTRID ROEMER (Suriname/Holanda, 1947) Astrid H. Roemer nasceu em 1947, em Paramaribo, no Suriname, e emigrou para a Holanda em 1966, aos 19 anos. Poeta e romancista, identifica-se como uma escritora cosmopolita, explorando em sua obra temas como raça, gênero, família e identidade. Sua prosa poética e não convencional insere-se na tradição de autoras como Toni Morrison e Alice Walker. Em 2016, foi a primeira escritora caribenha a receber o Prêmio P.C. Hooft; em 2021 venceu o Prêmio de Literatura Holandesa e, em 2025, foi selecionada para o International Booker Prize. Seu romance Sobre a loucura de uma mulher (Companhia das Letras, 2025) acaba de chegar ao Brasil. 5. CLAUDIA ROQUETTE-PINTO (Rio de Janeiro, 1963) Claudia Roquette-Pinto nasceu em 1963 no Rio de Janeiro, onde vive. É poeta com seis livros publicados: Os dias gagos (Edição da Autora, 1991), Saxífraga (Salamandra, 1993), Zona de sombra (7 Letras, 1997), Corola (Ateliê Editorial, 2000), vencedor do Prêmio Jabuti, Margem de manobra (Aeroplano, 2005) e Alma Corsária (Editora 34, 2022), finalista dos prêmios Jabuti e Oceanos em 2023. Continua após a publicidade Também publicou o livro infantojuvenil Botoque e Jaguar, a origem do fogo (Língua Geral, 2010) e a obra de colagens e trechos em prosa Entre lobo e cão (Circuito, 2014). Tem trabalhos traduzidos para o inglês, o espanhol, o francês, o alemão e o catalão, e que foram incluídos em diversas antologias e publicações nacionais e estrangeiras. A extração dos dias, reunião dos seus primeiros cinco livros, acaba de ser publicada pela Círculo de Poemas. 6. CRISTINA RIVERA GARZA (México, 1964) Cristina Rivera Garza nasceu em outubro de 1964, em Matamoros, no México, região fronteiriça com os Estados Unidos. Formada em Sociologia e doutora em História, é professora da Universidade de Houston, onde fundou o doutorado em Escrita Criativa. É autora de livros de contos, poesia e não-ficção e sua obra já recebeu traduções ao inglês, italiano, alemão, coreano, francês, esloveno e português. Recebeu prêmios como o Anna Seghers de Literatura Latino-americana, o Bellas Artes de Novela José Rubén Romero, o Excelencia en las Letras José Emilio Pacheco, o Roger Caillois e o Sor Juana Inés de la Cruz, este em duas ocasiões. Recentemente, O invencível verão de Liliana (Autêntica, 2022) venceu o Prêmio Pulitzer e o prêmio Xavier Villaurrutia, dentre outros. No Brasil, publicou o livro de ensaios Os mortos indóceis: necroescritas e desapropriação (Martins Fontes, 2024) e, em 2025, Autobiografia do algodão (Autêntica). 7. DAHLIA DE LA CERDA (México, 1985) Dahlia de la Cerda é uma escritora e ativista nascida em Aguascalientes, no México, em 1985. É formada em Filosofia e fundadora do coletivo Morras Help Morras, organização feminista que desenvolve projetos de justiça reprodutiva e aborto seguro no México. Continua após a publicidade Sua obra literária, traduzida para oito idiomas, atravessa temas sociais e políticos, abordando questões de raça, classe e gênero na sociedade contemporânea. Seu romance Cadelas de aluguel (DBA, 2025), vencedor do Prêmio Nacional de Cuento Joven Comala, acaba de ser lançado no Brasil. 8. DOLORES REYES (Argentina, 1978) Dolores Reyes nasceu em 1978, em Buenos Aires, na Argentina, onde estudou Literatura Clássica. É professora, escritora e ativista feminista. Seu primeiro romance, Cometerra (Moinhos, 2022), teve grandes repercussões nos meios editorial e político por sua abordagem ao mesmo tempo lírica e brutal de temas como o feminicídio e as desigualdades e violências perpetradas contra as mulheres. O romance Miséria (Moinhos, 2024) dá continuidade à história do primeiro, mesclando vozes e olhares sobre as questões que movem sua escrita. Giovana ficou conhecida internacionalmente por seus livros de romanceRenato Parada/Divulgação 9. GIOVANA MADALOSSO (Paraná, 1975) Giovana Madalosso nasceu em Curitiba, em 1975. É autora do livro de contos A teta racional (Grua, 2016) e dos romances Tudo pode ser roubado (Todavia, 2018), eleito melhor romance pelo Prêmio Manuel de Boaventura (Portugal) e Suíte Tóquio (Todavia, 2020), finalista do Prêmio Jabuti, publicado em diversos países e indicado pelo The New York Times. Continua após a publicidade Além de seus livros, tem contos e crônicas publicados em mais de dez antologias publicadas no Brasil e no exterior e, em 2024, lançou sua primeira obra infantil, Altos e Baixos (HarperKids). Também é colunista da Folha de S.Paulo e uma das idealizadoras do movimento Um Grande Dia para as Escritoras, que registrou, em fotos, 2.302 escritoras em mais de 50 cidades do Brasil e do mundo. Em junho de 2025, lança seu novo romance, Batida só (Todavia). A autora recebe destaque não só por seus contos, mas pela atuação no SUSRenato Parada/Divulgação 10. LILIA GUERRA (São Paulo, 1976) Lilia Guerra nasceu em São Paulo, em 1976. Prosadora, publicou em 2014 seu primeiro livro, Amor avenida (reeditado pela editora Patuá, 2022). É autora da compilação de contos Perifobia (Todavia, 2025), finalista do Prêmio Rio de Literatura, do romance Rua do Larguinho (Patuá, 2021), da coletânea Crônicas para colorir a cidade (Patuá, 2022) e da coleção de três volumes Novelas que escrevi para o rádio (Patuá, 2022). Em 2023, foi contemplada com o Prêmio Carolina Maria de Jesus pelo livro de contos Cavaco do ofício, ainda inédito, e, em 2024, seu romance mais recente, O céu para os bastardos (Todavia, 2023), foi finalista do Prêmio São Paulo de Literatura. Continua após a publicidade Além de escritora, também é auxiliar de enfermagem, atuando no Sistema Único de Saúde (SUS), e trabalha na promoção de ações de incentivo à leitura e à escrita, sobretudo nas periferias da cidade de São Paulo. A romancista, com vasta experiência na literatura, já conta com novos projetos para os próximos mesesAmanda Aroeira/Divulgação 11. LILIAN SAIS (São Paulo, 1985) Lilian Sais, nasceu em 1985 na capital paulistana. É poeta e romancista, tem bacharelado em Letras e mestrado e doutorado na área de Letras Clássicas, pela Universidade de São Paulo. Atua como preparadora de textos e é educadora desde 2007, além de fundadora e coordenadora do Para Escrever, iniciativa cultural voltada para a escrita criativa. Publicou, entre outros, os livros O funeral da baleia (Patuá, 2021), finalista do Prêmio São Paulo de Literatura, Motivos para cavar a terra (Cepe Editora, 2022), vencedor do Prêmio Cepe Nacional de Literatura, e O livro do figo (Edições Macondo, 2023), semifinalista do Prêmio Oceanos. Suas publicações mais recentes são a plaquete de poemas Palavra nenhuma (Círculo de Poemas, 2024) e o romance A cabeça boa (DBA Literatura). No segundo semestre deste ano, lançará o livro de poemas Diário da casa nova (Edições Macondo, no prelo) e, no início de 2026, o romance As regras (DBA Literatura). 12. LIV STRÖMQUIST (Suécia, 1978) Liv Strömquist nasceu em 1978 na cidade de Lund, na Suécia. Quadrinista e radialista desde 2005, é formada em Sociologia e Ciência Política, tendo recebido título de doutorado honorífico da Universidade de Lund por suas obras, que abordam satiricamente questões sociopolíticas e feministas. Seu livro em quadrinhos A origem do mundo: uma história cultural da vagina ou a vulva vs. o patriarcado (Companhia das Letras, 2018) tornou-se um best-seller e foi traduzido para mais de vinte idiomas. Pela mesma editora, publicou no Brasil A rosa mais vermelha desabrocha (2021), Na sala dos espelhos (2023) e A astrologia (2025). A poeta gaúcha, marca presença na edição do festival após cinco anos de grandes sucessosMarcelo Alexandre Becker/Divulgação 13. MAR BECKER (Rio Grande do Sul/São Paulo, 1986) Mar Becker nasceu em 1986, em Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, e vive atualmente na capital paulista. Poeta, estreou como escritora em 2020, com A mulher submersa (Urutau), livro finalista do Prêmio Jabuti em 2021, vencedor do Prêmio Minuano de Literatura e indicado como um dos melhores livros de 2020 pelo Suplemento Pernambuco e pela revista Quatro Cinco Um. Também publicou Sal (Assírio & Alvim Brasil, 2022) e Cova profunda é a boca das mulheres estranhas (Círculo de Poemas, 2024). Teve sua obra traduzida para o inglês e o francês, além de ter sido publicada em Portugal com o título Canção derruída (Assírio & Alvim, 2023), livro que reúne suas duas primeiras obras. Em maio de 2025, lançou seu título mais recente, a plaquete Noite devorada, pela Círculo de Poemas. 14. MARÍA NEGRONI (Argentina, 1951) María Negroni nasceu em Rosario, na Argentina, em 1951. É professora, com doutorado em Literatura Latino-americana, e atualmente dirige o mestrado em Escrita Criativa da Universidade Tres de Febrero, em Buenos Aires. Como escritora, possui uma vasta produção literária, que transita entre poesia, ensaio e ficção. Recebeu, entre outras premiações, uma bolsa Guggenheim, em poesia, o Primer Premio Municipal 2022 nas categorias de poesia e de ensaio e o Prêmio Internacional de Ensaio Siglo XXI, em 2009. Sua obra foi traduzida para o inglês, francês, italiano, sueco e para o português. No Brasil, recentemente foram lançados A arte do erro (100/cabeças, 2022), uma coletânea de ensaios, e O coração do dano (Poente, 2023), uma carta a sua mãe. Além de prêmios, Marília teve seus livros publicados em seis paísesRenato Parada/Divulgação 15. MARÍLIA GARCIA (Rio de Janeiro, 1979) Marília Garcia nasceu no Rio de Janeiro, em 1979. Com formação na área de Letras, é poeta, artista e tradutora, além de professora da pós-graduação em Formação do Escritor. Como artista, faz performances, falas e apresentações ao vivo, e trabalha com vídeo e outras mídias, como a fotografia. Com livros publicados em seis países, venceu, em 2018, o Prêmio Oceanos por seu livro de poemas Câmera lenta (Companhia das letras, 2017) e, em 2015, o Prêmio Icatu de Artes pelo conjunto da obra. Também é autora dos livros 20 poemas para o seu walkman (7Letras, 2007), Engano geográfico (7Letras, 2012), Um teste de resistores (7letras, 2014), Paris não tem centro (7Letras, 2016), Parque das ruínas (Luna Parque, 2018) e Expedição: nebulosa (Companhia das letras, 2023). Publicou, este ano, seu primeiro livro de literatura infantil, Escolha uma palavra (Companhia das letrinhas, 2025), junto com Lígia Franchini, e o livro de ensaios Pensar com as mãos (Martins Fontes, 2025). 16. MARINA SILVA (Acre, 1958) Marina ficou conhecida em especial por sua luta pela causa ambiental e seus trabalhos políticosFLIP/Divulgação Marina Silva nasceu em Rio Branco, no Acre, em 1958. É professora, ambientalista e política. Formada em História, tem especialização em Psicopedagogia e Teoria Psicanalítica e é Doutora Honoris Causa pela Universidade Federal da Bahia e pela Academia Chinesa de Silvicultura. Recebeu dezenas de títulos e prêmios nacionais e internacionais em reconhecimento de sua carreira e trajetória como ambientalista. Foi vereadora, deputada estadual e senadora, eleita sempre com votações recordes, além de ter sido Ministra do Meio Ambiente entre 2003 e 2008 e candidata nas eleições presidenciais de 2010, 2014 e 2018. Atualmente está novamente chefiando a pasta de Meio Ambiente na Esplanada. É uma das co-organizadoras de O desafio da sustentabilidade: um debate socioambiental no Brasil (Fundação Perseu Abramo, 2001) e participou da coletânea Sempre foi sobre nós (Record, 2022). 17. MONIQUE MALCHER (Pará/São Paulo, 1988)  Em sua estreia na literatura a autora já foi consagrada com o maior prêmio literário brasileiroDuda Viana/Divulgação Monique Malcher nasceu em 1988 em Santarém, no interior do Pará, e hoje reside em São Paulo. É escritora, artista plástica e jornalista, mestra em Antropologia e doutora com enfoque em Antropologia e Estudos de Gênero. Venceu por sua obra de estreia, Flor de gume (Moinhos, 2025, publicado originalmente editora Jandaíra), o Prêmio Jabuti de 2021 na categoria de contos, tornando-se a segunda mulher nortista a ganhar essa premiação literária entre livros de ficção. A obra também recebeu atenção internacional: nos Estados Unidos, foi homenageada em importantes bibliotecas e debatido em cursos acadêmicos; e, em breve, será traduzido para o espanhol e publicado no México. Em 2025 lançará seu segundo livro, Degola (Companhia das Letras), estreando como romancista. 18. NEIGE SINNO  (França, 1977) Neige Sinno nasceu em 1977, na região dos Altos Alpes, na França, e vive atualmente no México. É tradutora, professora universitária e escritora de contos, ensaios e romances. Sua obra mais recente, Triste tigre, é um texto híbrido, entre autobiografia e reflexão, que aborda as violências sexuais sofridas pela autora em sua infância. Publicado em 2023, o livro tornou-se um sucesso editorial na França e venceu diversos prêmios literários, dentre os quais o Prêmio Femina, o Goncourt dos Estudantes e o Prêmio Strega Europeu. Em 2025, Triste tigre chega ao Brasil com uma tradução publicada pela editora Record. 19. ROSA MONTERO (Espanha, 1951) Rosa Montero nasceu em 1951, em Madri, na Espanha. É jornalista, tendo sido redatora-chefe do jornal El País e reconhecida internacionalmente por seu trabalho como entrevistadora. Estreou como escritora de ficção em 1979 e desde então publicou mais de 30 livros, entre coletâneas jornalísticas, romances e literatura infantojuvenil. Por seu romance A louca da casa (Todavia, 2024), recebeu os prêmios Grinzane Cavour de Literatura Estrangeira e Qué Leer de Melhor Livro Espanhol, distinção que também foi atribuída, em 2006, a seu romance História do rei transparente (Ediouro, 2005). Em 2017, o conjunto de sua obra foi reconhecido pelo Prêmio Nacional das Letras Espanholas. No Brasil também foram publicados seus romances Lágrimas na chuva (Harper Collins, 2014), A ridícula ideia de nunca mais te ver (2019), A boa sorte (2022) e O perigo de estar lúcida (2023), e a coletânea de não ficção Nós, mulheres (2020), estes pela editora Todavia. Verenilde se tornou uma figura conhecida por dar trazer voz aos povos indígenas através dos livrosFLIP/Divulgação 20. VERENILDE PEREIRA (Amazonas, 1956) Verenilde Pereira nasceu em 1956, no Amazonas, filha de mãe negra e de pai da etnia Sateré Mawé. Formada em Jornalismo pela Universidade do Amazonas, atuou como repórter especializada em questões ligadas às lutas dos povos indígenas nos principais jornais de Manaus e Belém, realizando, dentre outras, a cobertura da entrada de garimpos na área Yanomami em Roraima e no Alto Rio Negro, no Amazonas. Como militante, atuou em diversos movimentos de resistência indígena e integrou o primeiro jornal especializado na questão, Porantim. Foi professora no Seringal Katipari, no rio Purus, no Amazonas, lecionando para ribeirinhos, indígenas, caboclos e seringueiros. Doutora em Comunicação, escreveu a tese Violência e singularidade jornalística: ‘o massacre da Expedição Calleri’, defendida em 2013 na Universidade de Brasília UnB). Publicou ensaios, artigos e poesias, e é autora do livro de contos Não da maneira como aconteceu (Thesaurus, 2002). Seu romance Um rio sem fim, publicado em 1998, ganha nova edição neste ano pela editora Alfaguara. A pesquisadora encontrou nos livros uma forma de expandir os estudos sobre as relações étnico-raciaisFLIP/Divulgação 21. YNAÊ LOPES DOS SANTOS (São Paulo, 1982) Ynaê Lopes dos Santos nasceu em São Paulo, em 1982. Bacharel, mestre e doutora em História pela Universidade de São Paulo, é escritora, curadora, colunista e professora de História da América da Universidade Federal Fluminense. Suas áreas de pesquisa tratam da história da escravidão e das relações étnico-raciais nas Américas. Publicou os livros Além da senzala: arranjos escravos de moradia no Rio de Janeiro 1808-1850 (Hucitec, 2010), História da África e do Brasil afrodescendente (Pallas, 2017), Juliano Moreira: o médico negro na fundação da psiquiatria brasileira (EdUFF, 2020) e Racismo brasileiro: uma história da formação do país (Todavia, 2022). Este ano, lança seu novo livro pela editora Record, Irmãs do Atlântico: escravidão e espaço urbano no Rio de Janeiro e Havana.  Serviço: 23ª Flip – Festa Literária Internacional de Paraty De 30 de julho a 3 de agosto de 2025 Mais informações: flip.org.br Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! 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Redação NTD
Cultura

5 canetinhas baratinhas para colorir livros da Bobbie Goods com perfeição

24 de julho de 2025 | Por Redação NTD

As cenas fofas de Bobbie Goods tornaram os livros de colorir um sucesso dentro e fora das redes sociais. Nelas, há desenhos de ursos, cachorros e outros animais para pintar com canetas hidrográficas. Usar uma canetinha ruim, porém, pode estragar a pintura por completo, e nem sempre é fácil achar marcadores de alta qualidade com um preço baixo. A boa notícia? Trouxemos cinco kits de canetas baratinhas para colorir seus livros Bobbie Goods! *Os produtos sugeridos nesta matéria foram selecionados de forma independente pela equipe da Editora Abril. Ao comprar por meio dos links desta página, podemos receber uma comissão — o que nos ajuda a continuar produzindo conteúdos relevantes para você. Estojo com 24 marcadores de tons diferentes Compre agora: Amazon - R$ 45 A variedade de cores faz diferença na hora de pintar um livro Bobbie Goods. Por isso, esse estojo é uma ótima aquisição para quem ama colorir. Ele possui 24 cores que, apesar de irem do bege ao azul, ornam entre si. Estojo com 24 marcadores de tons próximos Compre agora: Amazon - R$ 45 Por outro lado, tons semelhantes também são necessários para criar profundidade e camadas no desenho. Utilizando diferentes variações de verde, por exemplo, é possível representar uma árvore com muito mais realismo e definição do que ao pintar com apenas um ou dois tons. Nesse estojo, você encontrará opções de vermelho, verde, azul, cinza e até amarelo. Continua após a publicidade Estojo com 24 canetinhas de tom mais sóbrio Compre agora: Amazon - R$ 69,90 Cores fechadas são ideais para um desenho sofisticado. Ao incluir bordô, verde-musgo ou até cinza-escuro nas páginas do livro de colorir Bobbie Goods, seus desenhos ganharão mais profundidade. Essas e outras cores são encontradas nesse estojo. Kit com 36 canetinhas de ponta fina Compre agora: Amazon - R$ 37,50 Apesar de não serem as mais lembradas na hora colorir, as canetinhas com ponta fina são importantes para uma pintura mais bonita. Elas ajudam a criar camadas e, consequentemente, o resultado é mais profissional. Continua após a publicidade Kit com 12 canetinhas com ponta resistente Compre agora: Amazon - R$ 15,60 As canetinhas com pontas resistentes são ótimas para o público infantil. Como suportam melhor a pressão exercida durante o uso, acabam tendo maior durabilidade em comparação a outras opções disponíveis no mercado. RelacionadasCultura7 livros de colorir para relaxar e acalmar a mente18 fev 2025 - 07h02CulturaOs 5 melhores kits de canetinhas para pintar desenhos18 fev 2025 - 17h02 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Continua após a publicidade Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade

NTD
Redação NTD
Cultura

O melhor da literatura: 6 livros lançados este ano que você precisa ler

15 de julho de 2025 | Por Redação NTD

O ano está só na metade e já conta com inúmeros lançamentos literários de sucesso. Em 2025, a Bienal do Livro do Rio de Janeiro ficou marcada como a maior edição da história, com uma média de 6,8 milhões de livros vendidos. Neste primeiro semestre, nomes como Annie Ernaux e Chimamanda Ngozi Adichie voltaram ao posto de destaque acompanhadas de outros lançamentos importantes. Confiram alguns dos melhores, segundo a nossa redação: Terra Partida, de Clare Leslie Hall (Intrínseca) O livro, que já tem promessas para se tornar filme, traz uma mistura de romance, mistério e segredos familiares em uma trama envolvente. A história de Beth, dividida entre o amor do passado e a vida que construiu, prende pela tensão crescente e pelas escolhas difíceis que marcam o enredo. Alternando entre passado e presente, o livro emociona ao falar de perdas, lealdades e do poder devastador do primeiro amor. Compre agora: Amazon - R$ 35,78 mãezinha, de Izabella Cristo (Dublinense) A obra narra a história de Isadora, médica que, ao enfrentar a prematuridade do filho, passa do papel de cirurgiã ao de mãe. No ambiente de UTI neonatal, vínculos inesperados surgem entre mulheres que compartilham medos e pequenas vitórias. O livro conquista pela maneira sensível e sincera de retratar a maternidade e as relações de apoio formadas em meio à vulnerabilidade. Compre agora: Amazon - R$ 72,50 Continua após a publicidade Memória de menina, de Annie Ernaux (Fósforo Editora) Em Memória de menina, Annie Ernaux revisita sua primeira experiência sexual, episódio que deixaria marcas profundas em sua trajetória pessoal e literária. Meio século depois, a autora reconstrói a si mesma e o contexto da época para compreender os efeitos daquele trauma em sua vida. No livro, Ernaux vem para se reafirmar como uma das vozes mais potentes da literatura contemporânea, dando atenção às suas dores da juventude de forma honesta e crua. Compre agora: Amazon - R$ 54,93 A Contagem dos Sonhos, de Chimamanda Ngozi Adichie (Companhia das Letras) Em sua volta aos romances, Chimamanda Ngozi Adichie narra a história de quatro mulheres cujas vidas se entrelaçam entre afetos, perdas e autoconhecimento. Ambientado durante a pandemia, o livro aborda amores passados, desafios familiares e o peso das escolhas. A obra tem conquistado destaque entre os leitores pela sensibilidade ao tratar de temas universais, como maternidade, identidade e os limites do amor. A contagem dos sonhos Compre agora: Amazon - R$ 53,71 Continua após a publicidade Meu Nome é Emilia del Valle, de Isabel Allende (Bertrand Brasil) Um romance cativante sobre identidade, legado e coragem feminina. A história se passa entre os Estados Unidos e o Chile no fim do século XIX, acompanhando a jovem Emilia, que desafia as convenções de seu tempo para se tornar escritora e jornalista. Ao cobrir a guerra civil em sua terra natal, ela descobre não apenas o amor e os horrores do conflito, mas também as verdades ocultas sobre suas origens. A união entre aventuras, dramas e reflexões tornam a narrativa envolvente e sensível. Meu Nome é Emilia Del Valle Compre agora: Amazon - R$ 59,90 Sem Despedidas, de Han Kang (Todavia) A obra, ganhadora do Prêmio Nobel de Literatura de 2024, mescla memórias e ficção ao acompanhar Kyung-ha, uma escritora que deixa Seul rumo à ilha de Jeju. Enquanto cuida do pássaro de estimação de uma amiga hospitalizada, ela se depara com registros sobre o massacre que devastou a ilha entre 1948 e 1949. A obra tem se destacado por transformar uma tragédia silenciada em uma reflexão urgente sobre luto coletivo, identidade e a necessidade de preservar a memória de um povo. Compre agora: Amazon - R$ 59,90 Continua após a publicidade Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Continua após a publicidade Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante.   Publicidade

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Redação NTD
Cultura

Bobbie Goods: 5 livros de colorir aconchegantes para o inverno

06 de julho de 2025 | Por Redação NTD

Bobbie Goods é um dos livros de colorir mais populares entre crianças e adultos que procuram relaxar e se expressar artisticamente. A linha traz cenas de ursos, cachorros e outros animais fofos que podem ser pintadas com canetas hidrográficas. Por oferecer uma atividade antiestresse, as edições Bobbie Goods rapidamente se popularizaram e, hoje, sempre estão nas listas de livros mais vendidos. Com a chegada do inverno, em 20 de junho, a linha se torna uma opção ainda mais atraente. As pessoas ficam menos dispostas a sair, por conta do frio, e fazer atividades relaxantes em casa é um desejo maior. Pensando nisso, separamos os cinco Bobbie Goods mais aconchegantes para você colorir no inverno! *Os produtos sugeridos nesta matéria foram selecionados de forma independente pela equipe da Editora Abril. Ao comprar por meio dos links desta página, podemos receber uma comissão — o que nos ajuda a continuar produzindo conteúdos relevantes para você. Dias Frios, Bobbie Goods Compre agora: Amazon - R$ 20,75 O livro Dias Frios é uma das publicações mais fofas para colorir no inverno. Os animais vestem agasalhos, usam cobertores e são vistos pintando seus próprios papéis. Entre as cenas do livro, ainda há ambientes com neve, canecas de chocolate quente e imagens dos bichinhos fazendo biscoitos. Continua após a publicidade Isso e Aquilo, Bobbie Goods Compre agora: Amazon - R$ 21,32 Em Isso e Aquilo, existem cenas com os animais pintando a paisagem de fundo, comendo lanhes em cafés e até mesmo andando de balão. O livro traz momentos fofos, mas também de aventura, em suas 20 páginas. Do dia para a noite, Bobbie Goods Compre agora: Amazon - R$ 20,75 Pintar os dias e as noites da cachorrinha Momo é a proposta deste Bobbie Goods. Em Do dia para a noite, existem imagens dela colocando a roupinha para sair, em jantares, no trabalho e mais. As cenas transmitem uma sensação de tranquilidade, especialmente após coloridas. Continua após a publicidade Dias quentes, Bobbie Goods Compre agora: Amazon - R$ 20,75 Dias Quentes é uma das edições mais aconchegantes do universo Boobie Goods. Cenas de animais fazendo piquenique, comendo sorvete e passeando na praia são algumas das mais famosas, bonitas e acolhedoras. Livro de colorir Compre agora: Amazon - R$ 43,99 Neste Boobie Goods, diversos personagens são apresentados ao longo das 50 páginas para colorir. Cenas de animais em lojas, conversando com amigos e até mesmo em aventuras se destacam pelo conforto que transmitem. Continua após a publicidade Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Continua após a publicidade Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante.   Publicidade

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Redação NTD
Cultura

5 livros sáficos de autoras brasileiras para se apaixonar

28 de junho de 2025 | Por Redação NTD

Histórias de amor entre mulheres têm conquistado cada vez mais espaço na literatura contemporânea — e os chamados livros sáficos já ganharam o coração de muitas leitoras. Mais do que romances, essas obras exploram temas como autodescoberta, amizade, família, sexualidade e, principalmente, representatividade. Pensando na diversidade de títulos disponíveis no mercado, reunimos cinco livros de autoras brasileiras que retratam diferentes experiências e formas de amar entre mulheres. Confira: 1. Coisas óbvias sobre o amor – Elayne Baeta Em 2024, chegou aos leitores a aguardada continuação de O Amor Não É Óbvio. Com reviravoltas, amadurecimento e amores mal resolvidos, o novo romance acompanha Édra, que tenta recomeçar a vida longe de casa, em Montana. Tudo muda quando ela é convidada para ser madrinha do casamento de uma figura importante – ao lado de Íris, seu antigo amor. O reencontro reacende sentimentos e obriga Édra a encarar quem ela foi, quem é, e o que ainda sente. Compre agora: Amazon - R$ 55,90 2. Romance Real – Clara Alves Depois da morte da mãe, Dayana deixa o Rio de Janeiro para viver em Londres com o pai ausente e sua nova família. Em meio ao luto e à dificuldade de adaptação, ela conhece uma garota misteriosa com possíveis ligações com a realeza britânica. A relação entre as duas floresce enquanto Dayana busca pertencimento, acolhimento e, quem sabe, um final feliz. Compre agora: Amazon - R$ 30,88 Continua após a publicidade 3. Conectadas – Clara Alves No universo geek e digital, Raíssa e Ayla se conhecem e se apaixonam por meio de um jogo online. Usando um avatar masculino, Raíssa esconde sua identidade, e o romance entre elas se desenvolve virtualmente, cercado de segredos e inseguranças. Ambientado em São Paulo, com destaque para um evento de anime, o livro trata de temas como identidade de gênero, sexualidade, amizade e a busca por autenticidade. Compre agora: Amazon - R$ 41,24 4. Eu, Minha Crush e Minha Irmã – Bia Crespo Acompanhando os dilemas de Antônia, uma garota introvertida que vive à sombra da irmã popular. Quando sua crush, Júlia, propõe um namoro de mentira para se aproximar da irmã de Antônia, ela aceita – mas acaba se apaixonando de verdade. Ao mesmo tempo, uma nova conexão com Camila, colega do curso de cinema, coloca seus sentimentos à prova. Com leveza e bom humor, o livro fala sobre primeiros amores, inseguranças e o valor das relações familiares. Compre agora: Amazon - R$ 40,83 Continua após a publicidade 5. Amora – Natalia Borges Polesso Vencedor do Prêmio Jabuti, Amora reúne 33 contos que retratam diferentes manifestações de amor entre mulheres. Em narrativas sensíveis, intensas e diversas, a autora constrói um mosaico de desejos, violências, afetos e liberdade. São histórias como a de uma neta que descobre coincidências com a avó, o fascínio por uma vizinha misteriosa ou o ritual delicado de um casal de idosas em um domingo qualquer. Um retrato poderoso da experiência sáfica sob múltiplas perspectivas. Compre agora: Amazon - R$ 59,11 RelacionadasCulturaEsses 8 livros brasileiros têm o poder de transformar sua forma de ver o mundo7 jun 2025 - 05h06CulturaOs 5 melhores livros disponíveis no Kindle Unlimited 21 Maio 2025 - 15h05 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Continua após a publicidade Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante.   Publicidade

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Redação NTD
Cultura

A arte de imaginar – Denise Fraga fala sobre suas reinvenções artísticas

24 de junho de 2025 | Por Redação NTD

No meio artístico não é incomum ver personalidades transitando em diferentes áreas: cinema, teatro, televisão, dublagem e, mais recentemente, o universo digital. Para Denise Fraga, essa pluralidade sempre foi parte da carreira. A multiartista, conhecida por trabalhos marcantes como O Auto da Compadecida (1999) e a novela Um Lugar ao Sol, também já se aventurou pela literatura, lançando um livro autobiográfico em 2010. Em 2023, Denise aceitou mais um desafio: narrar a versão em audiolivro de Orgulho e Preconceito (1813), clássico de Jane Austen, em parceria com a plataforma Audible. Durante sua passagem pela Bienal do Livro do Rio de Janeiro, conversamos com a atriz sobre esse novo momento da carreira, as transformações no audiovisual e os seus próximos projetos. Do palco à voz: o desafio dos audiolivros Questionada sobre como foi migrar das mídias tradicionais para o universo dos audiolivros, Denise revelou que sempre teve uma forte relação com a narração sonora. Ela nos conta que sempre foi fã de radionovelas, pois era uma forma que tinha de acessar a dramaturgia sem abrir mão de sua imaginação, ponto que enxerga como um problema da nossa atualidade. “Uma das crises da nossa contemporaneidade é que estamos diante de tantas imagens e telas, que estamos comprometendo a nossa capacidade de imaginar. As pessoas também estão lendo muito pouco, eu acho que a literatura é a coisa que mais exercita”, afirma. Segundo dados de mercado, o consumo de audiobooks já demonstra números expressivos em todo o mundo, e Denise acredita que a narração é uma forma potente de ampliar o acesso à literatura. “A voz de alguém te faz desenhar imagens que são só suas”, explica. Continua após a publicidade A atriz viu sua paixão por rádionovelas se conectar com o trabalho de narraçãoMonomito Filmes/Divulgação Novas oportunidades e formatos para atores A atriz também nos conta que este também é um novo cenário de oportunidades para atores em início de carreira. O universo do audiovisual está mudando, e os artistas também estão tendo que se reinventar para acompanharem as novidades. Denise inclusive tem explorado novos projetos para além dos tradicionalmente reconhecidos. Entre essas iniciativas está a websérie que Denise vem desenvolvendo para as redes sociais, gravada nas ruas e abordando o que ela chama de “jogo de desumanização”. O projeto pode ser acompanhado pelo Instagram da artista. Próximos passos Além da websérie, ela nos adiantou detalhes sobre seu novo filme, Sonhar com Leões, que promete abordar a questão da eutanásia humana de forma sensível. “É uma comédia, mas que não tira a dor do momento”, resume. Continua após a publicidade Ao final da conversa, ficou evidente que Denise Fraga encara as transformações do meio artístico como parte natural da trajetória. As mudanças são inevitáveis em qualquer área, e cabe a cada artista ressignificar e se reinventar diante dos processos que chegam. Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Continua após a publicidade Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade

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Redação NTD
Cultura

Bienal do Livro 2025: os destaques e momentos mais marcantes do evento

23 de junho de 2025 | Por Redação NTD

A Bienal do Livro do Rio de Janeiro chegou ao fim neste domingo (22), após uma intensa programação e encontros marcantes que ultrapassaram o universo literário. Ao longo dos dias, nós de CLAUDIA tivemos a oportunidade de prestigiar diversas mesas e estandes que dialogaram não apenas com a literatura, mas com temas sociais, culturais e afetivos. E para te deixar por dentro dos destaques, separamos alguns dos momentos mais marcantes desta edição. Abertura com Chimamanda Ngozi Adichie e Taís Araújo  Na sexta-feira (13), o evento contou com uma abertura de peso, com a presença da autora Chimamanda Ngozi Adichie. Em uma conversa com a atriz Taís Araújo, ela conta sobre sua relação com a Nigéria, a vontade de abrir espaço para novos contadores de histórias negros e detalhes de seu novo romance, A Contagem dos Sonhos. Chimamanda destacou que todas as personagens de seu último livro a tocavam profundamente, mas citou com emoção Kajitsu, inspirada em uma mulher real da Guiné, que foi estuprada por um homem influente. A personagem, explicou, foi uma tentativa de devolver dignidade às mulheres que, como Kajitsu, têm suas vozes silenciadas pelo sistema. Para a escritora, a literatura é esse espaço de reparação e afirmação. A autora foi uma das principais atrações da edição de 2025Bienal do Livro Rio / Filmart/Divulgação Denise Fraga reflete sobre audiobooks Já na segunda-feira (16), foi a vez da atriz Denise Fraga subir ao palco Apoteose para falar sobre a nova onda dos audiolivros e compartilhar sua experiência como narradora de Orgulho e Preconceito, lançado pela Audible em 2023. “Acho que uma das crises da nossa contemporaneidade é que, diante de tantas imagens e telas, estamos perdendo a capacidade de imaginar”, destacou Denise, ao comentar sobre o papel das narrações na literatura atual. <span class="hidden">–</span>Ian Scabia/Divulgação Continua após a publicidade Mesa de menopausa com Angélica e Thalita Rebouças A programação seguiu animada na terça-feira (17), com a mesa Menopower, que reuniu nomes como a escritora e jornalista Thalita Rebouças e a apresentadora Angélica. A jornalista Mariliz Pereira Jorge ficou responsável pela mediação da conversa, que falou sobre corpo, tabus, saúde mental, autoconhecimento e os mitos que cercam a menopausa. “Eu lembro de amigas e conhecidas que falavam: não fala para seu marido, não. Tem uma coisa que acham que, se a mulher entrar na menopausa, acabou. Quando eu acertei os passos, vi que não era nada disso”, relata Angélica. <span class="hidden">–</span>Bienal do Livro Rio / Filmart/Divulgação Depressão e solidão na maternidade Na manhã de quinta-feira (19), a atriz Thaila Ayala esteve na mesa Mãe: ser ou não ser, eis a questão, ao lado de Maria Carolina Medeiros e Elisama Santos. Durante a conversa, Thaila abordou o seu processo de depressão durante a gravidez e a solidão de não ter referências para lidar com o momento. “Criei o podcast por falta de informação. Me vi em um buraco. Sonhei tanto com aquela gravidez e foi o momento mais difícil da minha vida”, se emociona ao lembrar do quanto se sentia julgada por não corresponder ao ideal da “mãe perfeita”. <span class="hidden">–</span>Bienal do Livro Rio / Filmart/Divulgação Conversa sobre violência doméstica e familiar Na noite de sexta-feira (20), a jornalista Ana Paula Araújo se juntou às atrizes Marjorie Estiano e Isabel Fillardis para uma conversa sobre violência doméstica e familiar. Continua após a publicidade Autora do livro Abuso: a cultura do estupro no Brasil e dos recém-lançado Agressão: a escalada da violência contra a mulher no Brasil, a apresentadora do Bom Dia Brasil afirmou que, com a sua pesquisa, descobriu que a maioria dos crimes contra a mulher é cometido por homens que têm relação de afeto com a vítima. “Há o que se chama de ‘ciclo da lua de mel’, em que o parceiro agride, depois pede desculpas e vira uma pessoa ótima por um tempo. Depois, o ciclo se repete”, explicou Ana Paula. <span class="hidden">–</span>Bienal do Livro Rio / Filmart/Divulgação Público jovem e influenciadores marcaram presença nesta edição Além das conversas de destaque, a edição deste ano foi marcada pela aproximação com o público jovem e a presença de influenciadores e personalidades do universo teen. A Bienal soube se reinventar com o conceito de bookpark, trazendo atrações como roda-gigante, escape room, labirinto de histórias, uma praça interativa com os fãs como protagonistas e uma biblioteca fantástica para o público infantil. As inovações de 2025 mostraram que é possível conectar gerações e interesses diferentes em torno do protagonista dessa festa: o livro. Continua após a publicidade Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. 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Redação NTD
Cultura

A arte de perfumar: o ateliê olfativo da Louis Vuitton em Grasse

15 de junho de 2025 | Por Redação NTD

Semanas atrás, encontrei em uma bolsa sete blotters — aquelas tiras de papel usadas para testar perfumes — guardados em um compartimento quase secreto. Tão secreto que, desde 2017, não os tocava. A fragrância de cada um me transportou, imediatamente, para onde vieram. Essa bolsa me acompanhou em uma viagem a Grasse, na região da Provence-Alpes-Côte d’Azur, no sul da França, durante a Semana de Moda de Paris. Lembro de ter escapado por um dia da capital francesa rumo ao município considerado o maior símbolo da perfumaria, seja em termos históricos, culturais ou técnicos. Além do cultivo de flores (é de lá que vêm algumas das melhores pétalas de jasmim, tuberosa e rosa centifolia), a cidade abriga sedes das principais maisons e seus respectivos espaços criativos (que de “escritório” não têm nada), dedicados exclusivamente ao desenvolvimento de perfumes. A origem dos meus blotters é um endereço especial: Les Fontaines Parfumées, a casa cor-de-rosa em uma propriedade restaurada do século 17, que abriga uma fonte que abastecia a cidade. Ao redor, há um jardim particular com uma diversidade de espécies que inspiram notas olfativas em diferentes criações. Dentro desse espaço fica o ateliê do mestre perfumista da Louis Vuitton. Basta subir um lance de escadas para encontrar a sala onde Jacques Cavallier Belletrud, responsável pela linha Les Parfums Louis Vuitton, que, antigamente, dividia seus segredos — ou não — com François Demachy, um dos perfumistas mais importantes da história da Dior, que se aposentou em 2021. Continua após a publicidade Na minha visita, cheguei a cruzar com Demachy, que saía pela porta principal com sua caixinha cheia de amostras. Mas minha missão era outra: descobrir do que se tratava aquela dezena de filetes dispostos sobre a mesa de Cavallier Belletrud. O mestre da Louis Vuitton herdou do pai e avô o amor pelo universo olfativoLuana Alves/Divulgação Diferentemente do especialista — que desde criança se encantava com a profissão do pai e aprendeu a identificar notas olfativas, enquanto os colegas estudavam notas musicais —, eu não fazia ideia da complexidade escondida em cada papel. Desde 2012 encarregado de traduzir os pilares da Louis Vuitton em combinações aromáticas, Jacques sabe exatamente o que põe em cada frasco. Ainda que tenha levado quatro anos para lançar sua primeira coleção, existe aí uma história pouco conhecida. Continua após a publicidade Na década de 1920, a Louis Vuitton chegou a lançar três perfumes: Heures d’Absence, em 1927; Je, Tu, Il, em 1928; e Eau de Voyage, em 1946. No saguão da casa, uma cristaleira exibe seus frascos originais e o mistério do perfume que um dia contiveram. O desafio não era reinterpretar esses tesouros, mas expressar os valores da maison (inovação, viagem e criatividade) em assinaturas contemporâneas. Hoje, são 36 fragrâncias que refletem visões sobre beleza e elegância para além da recombinação de matérias-primas. Entre as inovações mais notórias está a infusão do couro natural da Louis Vuitton — ou seja, o cheiro da sua bolsa pode ser o mesmo do perfume que você usa — e o uso da extração por CO₂ em flores. Enquanto a prática comum é “cozinhar” pétalas para concentrar seu aroma em gotas, Cavallier encontrou uma forma de nos apresentar uma versão mais pura e íntima da rosa. Continua após a publicidade Eu mesma fui surpreendida ao provar o Rose des Vents: um frasco de líquido cor-de-rosa que transmite a sensação do aroma das rosas turcas e da Bulgária sendo carregado pelo vento. Já na sua mais recente criação, eLVes, as duas flores se únem ao lírio-do-vale, espécie apelidada de “silenciosa”, uma vez que sua característica principal é a discrição. A mesma leveza se repete no novíssimo Sun Song, que chega às lojas em julho. Mas, como o nome já antecipa, é uma música solar, com notas de flor de laranjeira, protagonista dessa canção, acompanhada de néroli, e uma essência de Petitgrain muito vívida, que promete uma sensação sublime de verão. Se o lema da Louis Vuitton é “a arte de viajar”, no caso de Cavallier, vemos “a arte de perfumar”.  Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Continua após a publicidade Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. 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Redação NTD
Cultura

Esses 8 livros brasileiros têm o poder de transformar sua forma de ver o mundo

07 de junho de 2025 | Por Redação NTD

Algumas obras literárias têm o poder de provocar revoluções internas, mesmo que pequenas. Isso porque a literatura, especialmente quando nasce das experiências e inquietações dos autores, carrega em si o potencial de nos conectar com outros ângulos da realidade e nos deixam mais sensíveis, críticos e humanos. Nesta seleção, reunimos títulos que abordam temas universais de forma profunda e honesta. Confira: Ao comprar por meio dos links desta página, podemos receber uma comissão — o que nos ajuda a continuar produzindo conteúdos relevantes para você. Memórias Póstumas de Brás Cubas, por Machado de Assis Brás Cubas está morto. Mas isso não o impede de relatar em seu livro os acontecimentos de sua existência e de sua grande ideia fixa: lançar o Emplasto Brás Cubas. Publicado em 1881, o livro é, ao mesmo tempo, irônico e rebelde – toca no que há de mais profundo no ser humano. Ele revela um pensamento da elite de anos atrás e nos faz pensar sobre a morte de forma crítica. A edição da editora Antofágica conta com 88 ilustrações de um dos expoentes da arte no Brasil, Candido Portinari, que chegam pela primeira vez ao grande público e dão uma nova camada de interpretação ao clássico. Memórias Póstumas de Brás Cubas, por Machado de Assis Compre agora: Amazon - R$ 63,29 Pequena Coreografia do Adeus, por Aline Bei Este livro propõe uma reflexão sobre relacionamentos familiares e solidão. Julia é filha de pais separados: sua mãe não suporta a ideia de ter sido abandonada pelo marido, enquanto seu pai não suporta a ideia de ter sido casado. Sufocada por uma atmosfera de brigas constantes e falta de afeto, a jovem escritora tenta reconhecer sua individualidade e dar sentido à sua história, tentando se desvencilhar dos traumas familiares. Continua após a publicidade Entre lembranças da infância e da adolescência, e sonhos para o futuro, Julia encontra personagens essenciais para enfrentar a solidão ao mesmo tempo que ensaia sua própria coreografia, numa sequência de movimentos de aproximação e afastamento de seus pais que lhe traz marcas indeléveis. Pequena Coreografia do Adeus, por Aline Bei Compre agora: Amazon - R$ 41,94 O Amor e Sua Fome, por Lorena Portela As primas Dora e Esmê são inseparáveis. Dora foi criada sem a mãe, e por um pai entregue à solidão e à apatia, um ente silencioso que vive na penumbra. Desse lar fantasmagórico, ela salta todos os dias para o lado de Esmê, sua abertura para o mundo lá fora, acompanhada também pelos vizinhos e por Joana, a amiga-desatino. Quando a infância vai se afastando, a adolescência traz consigo Jaime e as primeiras descobertas. Elas dividem tudo e a cumplicidade de ambas, antes infantil, ganha novos contornos: a dupla vira um trio e a vida adulta chega, enfim, com suas belezas e ausências. Neste romance forte, Lorena Portela captura, na passagem do tempo, os movimentos íntimos do amor e do amadurecimento, assim como os efeitos da solidão e do desamparo. O Amor e Sua Fome, por Lorena Portela Compre agora: Amazon - R$ 38,90 Continua após a publicidade Quarto do Despejo, por Carolina Maria de Jesus Este livro é a transcrição do diário de Carolina Maria de Jesus. Em meio a um ambiente de extrema pobreza e desigualdade de classe, de gênero e de raça, nos deparamos com o duro dia a dia de quem não tem amanhã, mas que ainda sim resiste diante da miséria, da violência e da fome. E percebemos com tristeza que, mesmo tendo sido escrito na década de 1950, esta obra jamais perdeu sua atualidade. Quarto de Despejo, por Carolina Maria de Jesus Compre agora: Amazon - R$ 68,06 Pequeno Manual Antirracista, por Djamila Ribeiro Neste pequeno manual, a filósofa e ativista Djamila Ribeiro trata de temas como racismo, negritude, branquitude, violência racial, cultura, desejos e afetos. Em dez capítulos curtos e contundentes, ela apresenta caminhos de reflexão para aqueles que queiram aprofundar sua percepção sobre discriminações racistas estruturais e assumir a responsabilidade pela transformação do estado das coisas. Pequeno Manual Antirracista, por Djamila Ribeiro Compre agora: Amazon - R$ 19,90 Arlindo, por Ilustralu Arlindo é um garoto cheio de sonhos e vontade de encontrar seu lugar no mundo. Tudo o que ele quer é seguir sua vida de adolescente na cidadezinha onde mora, no interior do Rio Grande do Norte. Ele aluga filmes na locadora com as amigas todo sábado, sente o coração bater mais forte pelas primeiras paqueras, canta muito no chuveiro, e ainda cuida da irmã mais nova e ajuda a mãe a fazer doces para vender. Continua após a publicidade Por mais que ele se esforce e dê o seu melhor, muita gente na cidade não o aceita — o que traz uma série de problemas na escola e até mesmo dentro de casa. Aos poucos, porém, ele vai perceber que vale a pena lutar para ser quem ele é, ainda mais quando tem tanta gente com quem contar.  Arlindo, por Ilustralu Compre agora: Amazon - R$ 44,02 Ideias para Adiar o Fim do Mundo, por Ailton Krenak  Ailton Krenak nasceu na região do vale do rio Doce, um lugar cuja ecologia se encontra profundamente afetada pela atividade de extração mineira. Neste livro, o líder indígena critica a ideia de humanidade como algo separado da natureza. Essa premissa estaria na origem do desastre socioambiental de nossa era, o chamado Antropoceno. Daí que a resistência indígena se dê pela não aceitação da ideia de que somos todos iguais. Somente o reconhecimento da diversidade e a recusa da ideia do humano como superior aos demais seres podem ressignificar nossas existências e refrear nossa marcha insensata em direção ao abismo.  Ideias para Adiar o Fim do Mundo, por Ailton Krenak  Compre agora: Amazon - R$ 36,29 Nós: O Atlântico em solitário, por Tamara Klink Em 2021, em plena pandemia, a navegadora Tamara Klink partiu da França com o objetivo de chegar até a costa brasileira pelo mar. Nessa empreitada ambiciosa, contou apenas com a companhia permanente de seu caderno e do barco, Sardinha. À distância, teve o apoio (e também a preocupação) constante da família, dos amigos, de Henrique — conselheiro de primeira hora —, e dos admiradores nas redes sociais, que seguiram a viagem praticamente em tempo real. Continua após a publicidade Em meio a vitórias, fracassos, temores e desvios de percurso, este livro nos convida a embarcar numa jornada corajosa, feita de deslocamentos físicos, mas sobretudo de impressionantes superações psicológicas. Nós: O Atlântico em solitário, por Tamara Klink Compre agora: Amazon - R$ 37,90 RelacionadasCulturaCarla Madeira está prestes a fazer história na literatura brasileira; entenda14 fev 2025 - 15h02CulturaOs 5 melhores livros disponíveis no Kindle Unlimited 21 Maio 2025 - 15h05Cultura5 livros de autoras coreanas que estão bombando em 202524 mar 2025 - 09h03 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. 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Redação NTD
Cultura

15 ideias para deixar seus livros à mostra e valorizar a decoração

05 de junho de 2025 | Por Redação NTD

Eles falam sobre quem mora, carregam memórias, referências e paixões. Seja por amor à literatura, pelo desejo de ter os livros sempre à mão ou simplesmente pela estética que trazem aos ambientes, muitos projetos vêm apostando em soluções criativas para incorporar as obras literárias na área social da casa. De forma mais descontraída, como livros empilhados no chão, até estantes que atravessam a sala inteira, as obras se integram à decoração e ajudam a criar espaços mais acolhedores, personalizados e cheios de histórias. A seguir, mostramos ideias de arquitetos e designers que fizeram dos livros parte essencial da estética de seus projetos. 1. Livros por toda a sala Muitos arquitetos vêm apostando em soluções criativas para incorporar livros na área social dos projetosPedro Ocanhas/Divulgação Neste apartamento, projetado pelo FGMF, mora uma família de quatro pessoas com muitos hobbies. Entre ciclismo e música, há os livros, que foram espalhados por todo o apartamento e estão sempre à mão para iniciar uma nova leitura. Ao contrário de concentrar uma biblioteca, a ideia foi mesclá-los de forma mais natural e descontraída nos diversos espaços da família. 2. Cantinho de leitura na sala de estar Livros empilhados no chão podem complementar ambientes com elegância.Marco Antônio/Divulgação O projeto do escritório Fichberg Arquitetura e Interiores apresenta um canto de leitura dentro da sala de estar, com estante de livros e também livros no chão, pois o proprietário é um leitor assíduo e lê várias coisas ao mesmo tempo. Continua após a publicidade 4. Estrutura de livros intimista Livros são formas de trazer a personalidade dos moradores à casaGisele Rampazzo/Divulgação Esse apartamento no Itaim foi pensado para uma família amante da arte, cultura e literatura. De origem do interior de São Paulo a atmosfera da cultura regional foi abraçada com a elegância na seleção do mobiliário, materiais e adornos. Em destaque na sala temos a criação de uma estrutura de prateleiras com serralheria para abrigar alguns dos seus livros e criar assim um espaço intimista para o hábito familiar. O verde cria um pórtico que abraça o espaço dando profundidade e destaque para as obras literárias. Projeto do escritório ARQVENTURA. 5. Nichos desenhados sob medida De escadas às prateleiras e paredes, os livros se tornam protagonistas da decoração.Thiago Travesso/Divulgação Mais do que um ávido leitor, o dono dessa estante é um apaixonado colecionador de obras raras e precisava de um móvel à altura. Na peça projetada pela arquiteta Christina Faria, da Spazio Arquitetura, cada nicho precisou ser desenhado sob medida. Continua após a publicidade “Primeiro separamos tudo o que ele queria expor. Depois, tirei as medidas de cada objeto e cada grupo de livros”, revela a profissional. A estrutura externa, feita de freijó linheiro, contrasta com os nichos de laca brilhante cinza-claro, que refletem a iluminação. O correto é posicionar as fitas de LED na parte superior frontal de cada nicho, para não gerar sombras e facilitar encontrar as obras. RelacionadasCASA CLAUDIA18 estantes, nichos e prateleiras diferentonas para organizar os livros8 jan 2019 - 13h01CASA CLAUDIAComo criar um cantinho de leitura e relaxamento perfeito15 Maio 2024 - 09h05 6. Estante de serralheria e MDF Estantes móveis são opções para levar os livros para qualquer cômodo da casa.Mariana Boro/Divulgação Quando os arquitetos Marcelo Wolschick e Alexandre Müller, do Woho Arquitetura, projetaram a reforma deste apartamento em Florianópolis, a demolição de uma parede na área de circulação deu espaço para a estante em serralheria e MDF. A ideia pela peça preta e branca, desenhada pela dupla, era criar uma definição entre as áreas da cozinha e do living, mas sem carregar todos os ambientes. Nela, repousam os livros da família e, curiosamente, alguns exemplares de publicações assinadas pelo morador. 7. Cantinho de leitura sofisticado e moderno As estantes de livros podem funcionar como divisórias inteligentes entre cômodos da casa.Fábio Jr. Severo/Divulgação Continua após a publicidade Localizada em Santa Catarina, a residência tem 484 m², assinada pela arquiteta Simara Mello, combina elementos contemporâneos e modernos para criar ambientes funcionais e acolhedores, pensados para um casal de empresários e seus três filhos. Um dos principais destaques é a estante de cerca de 4,50 metros, posicionada estrategicamente na circulação da área social, em frente a uma porta-janela de correr. Feita de madeira natural, ela abriga os livros da família e aproveita a entrada de luz natural, criando um efeito visual interessante com o apoio da iluminação projetada. Além da paixão por leitura, os moradores adoram jogar xadrez, e o projeto valoriza esses momentos com este espaço que promove interação e bem-estar. 8. Estante de livros embutida Estantes embutidas são ótimas opções para apartamentos pequenos.<span style="font-size: 16px; display: inline !important;"></span>Adriano Escanhuela/Divulgação Neste projeto, idealizado pelo arquiteto Paulo Tripoloni, a passagem entre o living e o home office ganhou uma estante embutida na parede que acomoda diversos livros com praticidade e funcionalidade. Continua após a publicidade 9. Estantes e nichos para fãs de literatura Estantes de livros com dupla funcionalidade são estratégias inteligentes de organização.Guilherme Pucci/Divulgação Amantes de livros, os moradores deste apartamento já acumulavam muitos títulos e necessitavam de um local para acomodá-los. Para tanto, os arquitetos do BMA Studio planejaram um móvel pautado na quantidade de títulos que a família possui. As prateleiras foram reforçadas para suportar o peso e dividida desta forma: parte superior com 25 cm para livros menores, e parte inferior com 50 cm para livros maiores. 10. Escada que se torna estante de livros Usar o espaço embaixo da escada para organizar livros é uma forma de otimizar o espaço.Renato Navarro/Divulgação A escada do loft, assinado pela arquiteta Ticiane Lima, é um dos pontos altos do projeto. Pensada como peça central da arquitetura, ela vai além da função estrutural e se transforma em um mobiliário multifuncional. Cada degrau é também apoio e abriga um detalhe que revela a intimidade do morador: sua coleção de livros pessoais. Para acolher esse acervo com elegância, Ticiane dedicou o grande patamar da escada à organização dos volumes. A solução é visualmente impactante e carrega um sentido afetivo. Os livros foram organizados por cor, e não por assunto. Continua após a publicidade 11. Estante acima da janela Livros organizados em estantes aéreas podem otimizar espaço com elegância.André Scarpa/Divulgação O apartamento de 177 m², com projeto assinado pelo Estúdio Minke, conta com janelão para copa das árvores. Na marcenaria do imóvel amplo e arejado, os arquitetos idealizaram um banco sob a janela e a estante de livros logo acima para aproveitamento de espaço sem perder a fluidez do ambiente. 12. Rack suspenso Estantes de livros com formas criativas podem trazer personalidade à decoração.Júlia Tótoli/Divulgação A arquiteta Marcella Schiavoni escolheu a dedo o rack suspenso, assinado pelo designer Felipe Zorzeto. O design do móvel aproveita o espaço do mobiliário para abrigar os livros dos moradores e transforma as obras em parte do décor. 13. Estante e porta secreta Cores são muito bem-vindas em prateleiras de livros.Bia Nauiack/Divulgação À primeira vista, essa estante delicada e funcional sob a escada já encanta. Mas além de abrigar os livros dos moradores, ao movimentá-la, um mimo que causa admiração: ela se abre para um hide place. O projeto é assinado pela arquiteta Ana Weege. 14. Biblioteca da família Os livros são as estrelas na decoração quando os proprietários são amantes da literatura.Gabriela Daltro/Divulgação A biblioteca da família foi a única bagagem do casal de intelectuais e de sua filha adolescente ao se mudarem. E não, colocá-los todos no mesmo cômodo não era opção. “Se eram os protagonistas dessa mudança, queríamos 100 metros lineares de estante e livros por todo o apartamento de maneira prática, simples, usual e, também sofisticada”, explica Felipe Carolo, arquiteto responsável pelo projeto. 14. Livros por toda a casa As estantes de livros podem dividir cômodos da casa de maneira elegante e eficiente.Carolina Lacaz/Divulgação Este apartamento de 168 m² passou por uma reforma completa assinada pelo escritório Triz Arquitetura. O morador, apaixonado por estudos e dono de uma impressionante coleção de cerca de 3.000 livros, precisava de soluções para acomodá-los, o que se tornou a principal diretriz do projeto. Para atender a essa demanda, estantes metálicas percorrem todo o apartamento. Os livros estão distribuídos por diferentes ambientes: sala de jantar, sala de estar, sala íntima e escritório, em prateleiras que formam uma única estante. Além de funcionais, elas organizam o espaço e criam uma divisão sutil entre a área social e íntima. 16. Prateleira no topo do living Os livros podem ser organizados de maneira discreta e ocupando pouco espaço.Leila Viegas/Divulgação No apartamento idealizado pelo escritório Sabará Arquitetura, uma prateleira leve no topo do living integrado traz leveza e permite acomodar livros dos moradores com facilidade e à mostra. 17. Coleção de 2000 livros Estantes de livros em paredes são esteticamente agradáveis e funcionais.Julia Herman Fotografia/Divulgação Neste projeto da arquiteta Isabella Nalon, o morador, um advogado de 40 anos, pediu para a profissional um ambiente para abrigar seus dois mil livros e suas coleções. Assim, o ponto de partida foi a estante de laca branca que percorre, de ponta a ponta, a integração entre as salas de TV, estar e escritório. Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. 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Redação NTD
Cultura

6 livros de romance para devorar até o Dia dos Namorados

04 de junho de 2025 | Por Redação NTD

Junho já chegou e o Dia dos Namorados está cada vez mais próximo. Seja para presentear seu amor ou para entrar no clima, uma boa leitura romântica é sempre uma boa opção. Por isso, separamos seis livros de romance imperdíveis para se emocionar e ler até a próxima quinta-feira (12). Com plot twists de tirar o fôlego, esses livros bombaram nas redes sociais e conquistaram milhões de leitores. Veja a seguir: *Os produtos sugeridos nesta matéria foram selecionados de forma independente pela equipe da Editora Abril. Ao comprar por meio dos links desta página, podemos receber uma comissão — o que nos ajuda a continuar produzindo conteúdos relevantes para você. 1. Os sete maridos de Evelyn Hugo “Os Sete Maridos de Evelyn Hugo” (The Seven Husbands of Evelyn Hugo, em inglês) narra a história da lendária estrela de Hollywood, que, ao final da vida, decide contar sua trajetória. Sua única exigência é que seja escrita por Monique Grant, uma jovem jornalista que, até então, era desconhecida. A narrativa explora a ascensão e queda de Evelyn, seus sete casamentos, amores secretos, e as complexidades da vida no mundo do cinema dos anos 50 e 60. Ao longo desse desafio, a jornalista começa a descobrir que a exigência não era por acaso, e que as histórias dela e de Evelyn estão profundamente conectadas.  Os sete maridos de Evelyn Hugo Compre agora: Amazon - R$ 51,98 2. Daisy Jones and The Six: Uma história de amor e música O livro que inspirou a série, Daisy Jones and The Six, é um romance narrado a partir de entrevistas que contam a história de uma banda fictícia que dominava as paradas de rock’n’roll nos anos setenta. Dayse e os seis musicistas conquistaram milhões de fãs e inspiravam uma geração de jovens, até que, no dia 12 de julho de 1979, no último show da turnê Aurora, eles se separaram. E ninguém nunca soube o por quê. Até agora. Continua após a publicidade O livro narra os conflitos, os amores, as drogas e os dramas que provocaram a separação repentina da banda com um romance intenso e regado por muito rock’n’roll. Daisy Jones and The Six: Uma história de amor e música Compre agora: Amazon - R$ 69,90 3. Sem coração “Sem Coração” (Heartless, em inglês) é uma comédia romântica sobre opostos que se atraem e recomeços inesperados. Quando Luke precisa de alguém para cuidar de seu filho, ele relutantemente aceita entrevistar Willa Grant, a alegre e otimista melhor amiga de sua cunhada. Willa é o oposto de Cade — um homem mais velho, mal-humorado e fechado. Mas tudo muda quando ela o desafia em um jogo de “verdade ou consequência” que acende uma inesperada faísca entre os dois. Com o tempo, Willa descobre que a frieza de Cade é apenas uma fachada. O acordo era por dois meses, mas seu coração diz que é para sempre. Sem Coração Compre agora: Amazon - R$ 42,50 Continua após a publicidade 4. Depois daquele verão Alternando entre passado e presente, “Depois daquele verão” traz a história de Persephone Fraser (Percy) e Sam Florek, melhores amigos que viveram um amor inesquecível na juventude. Distanciados pelo tempo e espaço, Percy precisa retornar à cidade após a morte da mãe de Sam, sendo forçada a confrontar os erros do passado e os sentimentos ainda vivos pelo amigo. Com uma escrita sensível e nostálgica, é possível se identificar com os personagens, descritos com complexidade, erros e acertos. Depois daquele verão Compre agora: Amazon - R$ 41,90 5. Amores Verdadeiros O que fazer quando a vida te dá dois amores? Emma Blair casou com seu namorado do colegial, Jesse, quando tinha vinte anos. Sem perder nenhuma oportunidade de viver novas aventuras, eles viajam o mundo todo, curtindo a vida ao máximo. No dia do seu aniversário de um ano de casamento, o helicóptero com o qual Jesse sobrevoava o Pacífico desaparece e, de uma hora para outra, o amor da vida de Emma se vai para sempre. Após anos de luto, ela volta para sua cidade natal e reencontra um velho amigo, Sam, que lhe mostra ser possível se apaixonar novamente. Após todos esses anos, Jesse é encontrado com vida e passou todo o tempo tentando voltar para casa. Agora, com um marido e um noivo, ela precisa descobrir quem ela é e o que ela quer, enquanto tenta proteger todos que ama. Amores Verdadeiros Compre agora: Amazon - R$ 69,90 Continua após a publicidade 6. Rei da ira Primeiro volume da série Reis do Pecado, “Rei da Ira” traz uma narrativa sensual sobre um romance arranjado entre Dante Russo, um CEO bilionário, e Vivian Lau, herdeira de um império de joias e filha do seu mais recente inimigo. Ela é a filha perfeita, que pode levar sua família ao topo da alta sociedade. Casar-se com um Russo significa ganhar acesso a lugares inalcançáveis para novos-ricos. Embora Dante tenha um jeito meticuloso e arrogante, Vivian concorda em se casar com ele por uma questão de dever familiar. Ainda que a mulher seja encantadora, o bilionário está disposto a fazer de tudo para destruir as evidências da chantagem e terminar o noivado. Mas nenhum dos dois esperava por uma paixão. Rei da Ira Compre agora: Amazon - R$ 44,90 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. 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Redação NTD
Cultura

Missão Impossível: onde estão as herdeiras de Cinnamon Carter?

25 de maio de 2025 | Por Redação NTD

Sou fã de Tom Cruise e de Missão: Impossível, quero deixar claro logo de cara. Mas, como escrevi há alguns anos nesta coluna em CLAUDIA sobre as mulheres da franquia, a constatação era amarga, ainda que previsível: mesmo ativas, brilhantes e vitais para o sucesso das missões, as personagens femininas da franquia comandada por Tom Cruise orbitavam em torno de Ethan Hunt como namoradas, cúmplices ou parceiras ocasionais. Nenhuma parecia destinada a herdar o bastão — ou a máscara — do espião protagonista. O lançamento de Missão: Impossível – Acerto Final reacende essa discussão e nos faz voltar ao ponto de partida: por que Cruise não nos deu a nossa “Cinnamon Carter”?  Na série original dos anos 1960, Cinnamon (um nome medonho, aliás, porque significa Canela) era uma agente da IMF interpretada com sofisticação e força pela atriz Barbara Bain. Não era apenas a “mulher bonita da equipe” — era peça-chave nas estratégias, mesclando charme, inteligência e habilidades de infiltração com astúcia.  Cinnamon Carter frequentemente se infiltrava nos círculos de poder, seduzindo ou manipulando os vilões, e usando sua inteligência e habilidades de interpretação para enganá-los. Muitos episódios giravam em torno dela, inclusive situações em que Cinnamon precisava ser resgatada ou em que era o elemento-chave da missão. E aqui está a oportunidade perdida por Cruise: Ethan Hunt é uma versão do papel que era interpretado por Martin Landau, Rollin Hand (Deus, os nomes!) e a química entre Bain e Landau era notável, afinal na época os dois eram casados na vida real e essa conexão deu ainda mais força ao envolvimento emocional dos personagens, embora a série mantivesse o foco na missão e não em tramas românticas explícitas. Com sua atuação sofisticada e cheia de nuances, trazendo glamour e presença cênica, mas também tensão dramática quando necessário, Barbara Bain venceu três Emmys consecutivos pelo papel, feito raríssimo e ainda mais simbólico quando lembramos que nenhuma personagem feminina da franquia atual se aproximou desse nível de protagonismo. Continua após a publicidade A atriz saiu da série após a terceira temporada por disputas contratuais, ao lado de Landau, mas o impacto da ausência de Cinnamon foi notável: ela não foi substituída por uma equivalente. Quando Cruise comprou os direitos da marca nos anos 1990s e a reinventou como blockbuster, Missão: Impossível passou a girar em apenas torno de Ethan Hunt e suas façanhas. Jim Phelps, o chefe da equipe na TV, virou vilão e as mulheres apareceram em papéis colaterais. E a lista de atrizes não é fraca: de Kristin Scott-Thomas, Emmanuelle Béart, Michelle Monaghan, Thandiwe Newton, Paula Patton, Léa Seydoux, Vanessa Kirby, Rebecca Ferguson e Hayley Atwell estiveram ao lado de Cruise ao longo desses quase 30 anos, mas nem mesmo Ilsa Faust, interpretada com carisma e energia por Ferguson, conseguiu se tornar mais do que a parceira de Ethan. Em entrevistas recentes, a atriz revelou que sua saída foi uma escolha consciente: Ilsa estava se tornando parte demais da equipe, domesticada, perdendo a independência que a tornava interessante. Ferguson queria explorar o lado mais ambíguo da personagem — mas isso não estava nos planos dos roteiristas. Detestei que a alternativa fosse tirar a vida de Ilsa em vez de alguma forma deixar em aberto um spin-off. Continua após a publicidade Dessa forma, em Missão: Impossível – Acerto de Contas e agora Acerto Final, a missão quase impossível de preencher a “vaga” caiu nos ombros de Grace, a ladra vivida por Hayley Atwell. Grace é divertida, carismática, cheia de química com Ethan — e, ao mesmo tempo, é apenas isso: mais uma peça no tabuleiro de Hunt. Há uma insistência quase desconfortável em explicar constantemente que ele a protegerá, que ela deve confiar nele, que ele é, afinal, o salvador do mundo. A ponto de nos perguntarmos se estão falando de Ethan Hunt ou do próprio Tom Cruise, com sua persona quase messiânica. É preciso citar que além de Atwell, voltamos a ver a poderosa Angela Bassett volta como a presidente americana, e também Pom Klementieff, Hannah Waddingham, Katy O’Brian e Janet McTeer têm participação de destaque no filme, mas nenhuma delas foi tão marcante como Rebecca Fergunson e a incrível Ilsa, a única que chegou perto do que foi Cinnamon. Sem Ilsa, criar uma equipe feminina na IMF (Impossible Missions Force) perde o charme, mas ainda é possível. Mas, enquanto isso, a missão de verdade continua sendo a de esperar que alguma mulher, um dia, seja a protagonista de Missão: Impossível. Não como um derivado, mas como herdeira real de Cinnamon Carter. Porque, em 1966, essa história já era possível — e foi extraordinária. Continua após a publicidade RelacionadasFamososTom Cruise grita com funcionários de gravação e 5 pedem demissão17 dez 2020 - 13h12CulturaHayley Atwell, estrela de ‘Missão Impossível 7’, dá detalhes sobre o longa8 jul 2023 - 08h07Cultura10 Filmes estilo sessão da tarde para relaxar20 Maio 2025 - 20h05 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. 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Redação NTD
Cultura

Revelando SP marca presença na Virada Cultural com artesanato, culinária e shows

23 de maio de 2025 | Por Redação NTD

Festival que celebra as tradições culturais paulistas estará na Praça da SéSustança é a palavra-chave da comida servida no Revelando SP. Foto feita na edição de São Paulo de 2024 do festival, por Danilo FerraraO Revelando SP, maior festival de valorização das culturas tradicionais paulistas, iniciativa do Governo do Estado de São Paulo, por meio de sua Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, terá uma mini edição especial dentro da programação da Virada Cultural, evento gratuito da Prefeitura Municipal de São Paulo que acontece nos dias 24 e 25 de maio (sábado e domingo).Na parte de artesanato, o Revelando SP participa com instrumentos musicais, de Iguape, artesanato indígena, de Peruíbe, arte em mosaico, de Guararema e artesanato indígena, de Guarulhos.A culinária paulista estará representada por meio da comida de lobisomem, de Joanópolis, do sanduíche de linguiça, de Bragança Paulista, rojão de balaio, de Ribeirão Grande, buraco quente, de Itapevi, carne na lata e o Rancho do Markão, de Redenção da Serra, o Alambique do Décio, de Guararema, e o suco Zé Taiada & Maria Rapadura, de Caçapava.O Revelando SP leva ainda à Virada Cultural a instalação luminosa “Festa da Luz”, de Grace Passô, e shows com grandes nomes da música brasileira, como Xangai, Elomar, Mestre Ambrósio, Paulinho Boca de Cantor fazendo tributo aos Novos Baianos, Lia de Itamaracá e Daúde. Confira abaixo a agenda de shows:24 de maio, sábado18h – Xangai20h – Banda de Pífanos de Caruaru22h – Pinduca25 de maio, domingo0h – Mestre Ambrósio3h – Baile do Papai – Manoel Cordeiro6h – Aguidavi do Jêje10h – Paulinho Boca de Cantor – tributo aos Novos Baianos12h – Canta Inezita – Célia e Celma, Consuelo de Paula, Maria Alcina e Ayrton Montarroyos14h – Lia de Itamaracá e Daúde16h – Virgínia Rodrigues18h – Elomar – participação especial de XangaiA presença do Revelando SP na Virada Cultural é um aquecimento para a edição paulistana do festival, que acontece em setembro. O festival, que acaba de passar por Barretos, ainda terá em 2025 edições em Iguape (junho), São José dos Campos (julho) e Presidente Prudente (agosto).Sobre o Revelando SPO Revelando SP, que já teve mais de 60 edições ao longo de quase três décadas, oferece ao público uma viagem pelas tradições do estado de São Paulo, por meio de saberes passados de geração em geração e que representam a riqueza e diversidade cultural paulista. Além disso, o Revelando SP é palco para a apresentação de grandes nomes da música brasileira.Na culinária, o Revelando SP sempre oferece uma infinidade de quitutes: compotas, doces cristalizados, bolinhos, pastéis, queijos, sanduíches, galinhada, feijão tropeiro e pratos com nomes e histórias curiosas – que fazem valer uma prosa com os expositores para ter contato com as origens dessas tradições.Os artesãos, por sua vez, levam ao festival objetos decorativos e funcionais, como tapetes, bolsas, entalhes, bordados, tecelagem, artes variadas em fibras, cipós, papel e palha, entre outros, levando ao público a arte produzida em todo o estado pelos sertanejos, caiçaras, povos originários e quilombolas.As expressões artísticas, por fim, se fazem presentes por meio de modas de viola, congada, catira, folia de reis, jongo, fandango, cururu, moçambique, dança cigana, samba de bumbo, coral indígena, violeiros, música caipira, bonecões e muito mais.O post Revelando SP marca presença na Virada Cultural com artesanato, culinária e shows apareceu primeiro em Gastronomia Brasil.

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Redação NTD
Cultura

Design autoral: como começar a investir em peças com assinatura e propósito

22 de maio de 2025 | Por Redação NTD

Obras de arte para usar no dia a dia. Assim podem ser vistas as peças de design autoral que figuram em interiores contemporâneos e também nas listas de desejo de quem busca investir em itens com valor estético, histórico e emocional. Mas como reconhecer um bom exemplar de design assinado? E qual o melhor ponto de partida para quem quer começar uma coleção? O design autoral tem um discurso por trás, algo que motivou o designer a criar determinada peça. Pode ser um conceito, uma experimentação formal, material ou construtiva, uma crítica social ou uma homenagem. Para a jornalista e pesquisadora de design Winnie Bastian, diferenciar o design autoral de um móvel apenas “estiloso” envolve entender o processo criativo. “São peças que expressam o estilo, o modo de projetar ou características particulares de um autor. São objetos que têm um “quê” a mais, que comunicam algo único”, explica. Essa intenção fica clara também para o arquiteto Fernando Forte, sócio do FGMF. “Na nossa opinião, design assinado é quando um arquiteto, designer ou profissional afim, geralmente com certo reconhecimento, assina o projeto de uma peça para uma empresa que normalmente não desenvolve design internamente”, diz. “A principal diferença entre essas peças e outras está no fato de elas serem propositivas — têm um propósito, uma razão de ser, e de algum modo marcam a história do design.” Cadeira giratória Omar, de Rejane Carvalho Leite, em projeto assinado pela arquiteta Ticiane LimaReprodução/Reprodução Continua após a publicidade Mas qual é o momento ideal para começar a investir em peças de design? “É quando elas te dizem algo, quando te tocam de alguma forma. O design tem um grande poder de comunicação, e os objetos autorais funcionam como vetores de narrativa — eles contam histórias. Claro que a estética importa, mas, para mim, o essencial está na relação que se estabelece entre a peça e o usuário”, afirma Winnie. Para quem está começando, os pontos de partida são diversos. A arquiteta Ticiane Lima recomenda iniciar por uma mesa lateral. “É uma peça versátil, fácil de inserir em diferentes projetos e ambientes. As luminárias, como o abajur, também funcionam muito bem nesse início — são elementos que, além de funcionais, adicionam personalidade ao espaço. Bancos ou banquinhos de apoio também são ótimas opções para começar, pois unem praticidade e estilo”, indica. <br />Projeto da arquiteta Ticiane Lima reúne poltrona John Graz, de Baba Vacaro, banco Mocho, de Sergio Rodrigues, e mesinha de apoio Oliver, de Fernando Prado. Tríade à venda na DpotReprodução/Reprodução Continua após a publicidade Fernando Forte concorda. “Se a ideia for montar uma coleção, como se faz com obras de arte, eu sugeriria começar visitando antiquários modernistas, sem se prender a uma tipologia específica de mobiliário. E é bom ter em mente que conservar uma mesa lateral ou uma luminária é bem mais fácil do que, por exemplo, um sofá no uso diário!” Segundo os entrevistados, a valorização do feito à mão e do artesanal é um movimento nítido, mas não o único fator de peso nesse universo. “Sem dúvida há uma valorização do artesanal em comparação com o que é totalmente industrializado”, comenta Fernando. “Mas acredito que outros fatores acabam sendo ainda mais relevantes, como o fato de a peça ser numerada ou de tiragem limitada, não ser mais produzida, ou pertencer a uma edição original de determinada loja ou designer.” Na hora de escolher peças de design, as indicações são diversas. Ticiane cita, por exemplo, a cadeira Girafa, de Lina Bo Bardi, que foi a sua primeira aquisição autoral. “[Além dela], uma peça que considero um excelente ponto de partida — tanto pelo valor acessível quanto pelo impacto estético — é a cadeira Paulistano, do Paulo Mendes da Rocha. Além do design icônico, ela permite a troca de capas, o que agrega versatilidade ao uso. Outra sugestão interessante é a poltrona Arquipélago, do Estúdio Ninho, que combina beleza e autenticidade. E, por fim, destacaria os itens da Claudia Moreira Salles — especialmente um cabideiro que usei em uma edição da CASACOR. Embora o investimento seja um pouco mais alto, trata-se de um produto com forte identidade e excelente qualidade, como é característico das criações da Claudia”, sugere Ticiane.  Já Fernando aponta: “a poltrona de balanço do Liceu de Artes e Ofícios, cada vez mais rara, bonita e confortável. Além das peças do Domingos Tótora, como a mesa Água, o banco Taipa, banco Terrão e banco Vereda”. Mas a lista do arquiteto não para por aí, tem também o aparador Estrado, de Gustavo Bittencourt, a mesa lateral porta-vaso, de Zanine Caldas, e a Série Rio, com bancos únicos esculpidos em pedra, da ,Ovo. Continua após a publicidade Mesa lateral porta-vaso, de Zanine Caldas, no projeto assinado pelo escritório FGMF.Fran Parente/Reprodução Para finalizar, Winnie aconselha a calibrar o olhar. “Vale acompanhar o trabalho de designers que ainda estão se consolidando no mercado. Além da pesquisa online, fique de olho em feiras como a MADE e a SP-Arte, que reúnem tanto nomes já reconhecidos quanto novos talentos.” RelacionadasDecoraçãoComo escolher a melhor cadeira para a sala: 5 dicas e inspirações21 Maio 2025 - 17h05Decoração5 dicas para transformar uma parede branca sem gastar muito20 Maio 2025 - 18h05Decoração6 produtos baratinhos que vão deixar o seu banheiro luxuoso20 Maio 2025 - 15h05 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. 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Redação NTD
Cultura

Os 5 melhores livros disponíveis no Kindle Unlimited 

21 de maio de 2025 | Por Redação NTD

Ler livros é um privilégio – e se você é assinante do Kindle Unlimited, sabe que a plataforma oferece uma biblioteca completa. São milhares de títulos disponíveis para todos os gostos, do romance à não ficção.  Mas, diante de tantas opções, por onde começar? Pensando nisso, listamos obras com histórias clássicas, emocionantes ou informativas para você baixar com um clique! Confira: O amanhã não está à venda, por Ailton Krenak Há vários séculos que os povos indígenas do Brasil enfrentam bravamente ameaças que podem levá-los à aniquilação total e, diante de condições extremamente adversas, reinventam seu cotidiano e suas comunidades. Quando a pandemia da Covid-19 obriga o mundo a reconsiderar seu estilo de vida, o pensamento de Ailton Krenak emerge com lucidez e pertinência ainda mais impactantes.  Em páginas de impressionante força e beleza, Krenak questiona a ideia de “volta à normalidade”, uma “normalidade” em que a humanidade quer se divorciar da natureza, devastar o planeta e cavar um fosso gigantesco de desigualdade entre povos e sociedades. Depois da terrível experiência pela qual o mundo está passando, será preciso trabalhar para que haja mudanças profundas e significativas no modo como vivemos.  O amanhã não está à venda, por Ailton Krenak Compre agora: Amazon - R$ 0 Livro do Desassossego, por Fernando Pessoa  Continua após a publicidade Os fragmentos que compõem esta complexa obra representam a inquietude, os sentimentos, as dúvidas e o amplo conhecimento de mundo daquele que segurava a caneta para escrever tão profundas palavras e ao fim assinar sob o heterônimo de Bernardo Soares. Escrita em forma de diário, esta é a obra de Fernando Pessoa que mais se assemelha a um romance, revelando os mais íntimos pensamentos e impressões do autor. Continua após a publicidade Livro do Desassossego, por Fernando Pessoa  Compre agora: Amazon - R$ 0   Clube do livro dos homens, por Lyssa Kay Adams e Regiane Winarski Gavin Scott é um astro do beisebol, devotado ao esporte. No auge de sua carreira, ele descobre um segredo humilhante: a esposa, Thea, sempre fingiu ter prazer na cama. Magoado, Gavin para de falar com ela e acaba piorando o relacionamento, que já vinha se deteriorando. Quando Thea pede o divórcio, ele percebe que o orgulho e o medo podem fazê-lo perder tudo. Continua após a publicidade Desesperado, encontra ajuda onde menos espera: um clube secreto de romances, composto por alguns dos seus colegas de time. Para salvar seu casamento, eles recorrem à leitura de uma sensual trama de época, Cortejando a condessa. Só que vai ser preciso muito mais do que palavras floreadas e gestos grandiosos para que Gavin recupere a confiança da esposa. Clube do livro dos homens, por Lyssa Kay Adams e Regiane Winarski Compre agora: Amazon - R$ 0 O gato que amava livros, por Sosuke Natsukawa A livraria Natsuke era uma loja de livros usados quase fora da cidade. Quem passava por lá via estantes que iam do chão até o teto, abarrotadas das mais maravilhosas obras literárias. Rintaro Natsuki amava aquele lugar, erguido pelo trabalho do avô que o criou, com todo o seu coração – passou muitas horas felizes lendo o que desejava por aqueles corredores. A livraria era o refúgio perfeito para o garoto doce, porém recluso. Depois que o avô morre, Rintaro percebe-se só e arrasado: tudo indica que ele precisará fechar a livraria. É quando surge um misterioso gato malhado, de nome Tigre, que pede a ajuda do garoto. O gato deve encontrar um verdadeiro amante dos livros para acompanhá-lo em uma missão. A improvável dupla, então, enfrentará três aventuras mágicas para resgatar livros aprisionados, maltratados e abandonados. O gato que amava livros, por Sosuke Natsukawa Compre agora: Amazon - R$ 0 Continua após a publicidade Orgulho e Preconceito, por Jane Austen Ao contrário de sua mãe, que anima-se diante de qualquer bonitão com uma boa herança à vista, Elizabeth Bennet não se deixa levar pelas aparências. Antes de considerar qualquer um como um bom partido, para além de fortuna e propriedades, Lizzie investiga aspectos que considera muito mais importantes: reputação e caráter. Por isso, ao ser apresentada ao rico e arrogante Fitzwilliam Darcy, sua única reação é o desprezo. Conhecê-lo melhor, porém, pode abalar as perspectivas de Elizabeth.  Vítima de suas próprias imperfeições e preconceitos, Elizabeth é uma das personagens mais fascinantes da literatura. Inteligente e observadora, ela encarna uma versão alternativa do feminino de sua época: uma mulher que não se conforma às regras do jogo social, mas que as questiona a todo instante.  Orgulho e Preconceito, por Jane Austen Compre agora: Amazon - R$ 0 RelacionadasCulturaCLAUDIA e Soho House lançam clube do livro em São Paulo2 Maio 2025 - 11h05CulturaTati Bernardi: “cabe a mim escrever um livro tirando sarro da elite”19 abr 2025 - 05h04Cultura5 livros de romance sáfico para ter na estante23 fev 2025 - 05h02 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. 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Redação NTD
Cultura

A road trip que toda amante de literatura precisa conhecer!

19 de maio de 2025 | Por Redação NTD

Quem é apaixonada por livros, história e cultura precisa conhecer essa road trip! Imagina só: você explorando a Nova Inglaterra em um carro elétrico de alta performance com destinos históricos e paisagens de tirar o fôlego. Pode até parecer um sonho, mas não é: o Four Seasons Hotel Boston acaba de anunciar roteiros personalizados e apaixonantes a bordo dos carros da Lucid Motors, referência quando o assunto é automobilismo de luxo com zero emissão de carbono.  A primeira opção de roteiro chamou a nossa atenção por ser um deleite para as amantes de livros! “Na Rota dos Autores Americanos” é um percurso que conecta Boston à cidade de Concord, local onde Louisa May Alcott escreveu o livro “Mulherzinhas”. Os turistas podem conhecer a Orchard House e até reservar algumas horas no quarto em que a autora ficou hospedada em 1868.  Essa viagem sensível e cultural também faz paradas em Walden Pond, lagoa famosa pela obra “Walden”, de Henry David Thoreau, e no cemitério Sleepy Hollow, onde estão sepultados vários autores do período. Uma jornada perfeita para explorar sozinha, entre amigas ou como uma road trip literária de casal. No roteiro a seguir, encontramos possibilidades de leitura sensíveis e enriquecedoras que não podem passar despercebidas para quem ama uma boa literatura. Separamos alguns livros que dialogam com a rota dos autores americanos: Mulherzinhas Mulherzinhas (Editora Clássicos Zahar) Compre agora: Amazon - R$ 63,36 Não há outra opção a não ser iniciar essa lista pelo romance Mulherzinhas, de Louisa May Alcott. O clássico americano é baseado em experiências da autora e conta a história das quatro irmãs March. Jo, Beth, Meg e Amy moram em Massachusetts e precisam passar o primeiro Natal sem o pai, que está servindo na Guerra Civil Americana. A narrativa aborda as dificuldades financeiras e emocionais que as irmãs enfrentam, já que a mãe também passa a maior parte do tempo fora de casa, trabalhando para sustentar a família. Continua após a publicidade Com personalidades fortes e distintas, as meninas precisam aprender a lidar com as responsabilidades da vida adulta, mesmo que isso implique em deixar os estudos de lado. Escrita na década de 60, a narrativa é marcada pelos valores morais da época: civismo, amor à pátria e dedicação extrema ao lar e ao próximo. A autora, bastante à frente de seu tempo, foi dedicada aos movimentos abolicionista e feminista, mas ainda assim foi influenciada pelos valores do período em que viveu, visto que suas histórias são sobre garotas que, apesar de independentes, são obedientes e moldadas acerca dos valores da época.  Walden Walden (Editora Édipro) Compre agora: Amazon - R$ 41,42     Outra parada essencial no roteiro é no lago Walden Pond, próximo de onde o filósofo e escritor Henry David Thoreau viveu por quase dois anos em uma cabana, dedicando esse tempo para refletir sobre a vida simples, escrever e observar a natureza. O livro Walden é uma autobiografia do autor em que ele conta os detalhes de sua jornada em busca da autossuficiência, do aprofundamento de suas ideias espirituais e do afastamento da sociedade industrial do século XIX. Continua após a publicidade Reconhecido até hoje pelos movimentos libertários e ecologistas, Thoreau critica o materialismo e consumismo americanos e defende que a verdadeira felicidade só pode ser encontrada na vida simples. Em uma narrativa linear e sem grandes climáx, Walden é um livro clássico da literatura americana e pode agradar tanto os amantes da filosofia quanto a quem se identifica com os mesmos ideais.   A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça Escrita por Washington Irving, “A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça” (1820) foi uma das primeiras obras da literatura norte-americana e conta a história de Ichabod Crane, um pedagogo recém chegado na pacata cidade de Sleepy Hollow, localizada próxima à Nova Iorque. A cidade possui contos folclóricos de um cavaleiro sem cabeça que vaga nas florestas da redondeza, ameaçando e assustando quem passeia por elas durante a noite. Por ser uma narrativa escrita há muito tempo, o livro pode ser maçante e difícil de ler para alguns. A boa notícia é que há uma adaptação cinematográfica do conto dirigida pelo lendário Tim Burton, aclamada pela crítica especializada por manter a essência complexa da obra literária.  Continua após a publicidade Onde assistir: Amazon Prime Video (Aluguel)  RelacionadasCulturaLivros para inspirar viagens9 out 2015 - 07h10Sua Vida11 razões pelas quais viagens de carro são sempre as melhores10 nov 2016 - 17h11CulturaOs 10 melhores livros escritos por mulheres de 202420 dez 2024 - 08h12   Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. 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Redação NTD
Cultura

Criatividade, garimpo e arte: conheça o lar de Isabela Raposeiras

15 de maio de 2025 | Por Redação NTD

Mudar de casa é abrir as portas para o novo — e, ainda assim, uma tarefa extenuante. Imagine fazer isso exatas 40 vezes. Ao longo de seus 51 anos, esse foi o número de ocasiões em que Isabela Raposeiras trocou de moradia. Vinda de um lar com uma filosofia de vida desprendida, a empresária criou logo cedo essa veia desbravadora, sem temer o novo. Nascida no Rio de Janeiro e criada entre Brasília e Porto Alegre, ela conta que vem de uma família inquieta: seu pai morava num veleiro, e a mãe, rodeada pela natureza. “A tendência dos primos, dessa galera da minha geração, foi de ficar mais fixa em um lugar. Mas não foi o que aconteceu comigo e com a minha irmã. A gente continua andando, sabe? E definitivamente essa não é a minha última casa… provavelmente”, conta enquanto acende um charuto, um de seus hobbies favoritos, na extensa varanda de seu lar atual. A moradora leva a sério seus hobbies: dança, pilota avião e aprecia charutos. O escritório é também uma sala dedicada às suas paixõesMayra Azzi/CLAUDIA Apesar da alma nômade, é justamente aqui onde ela mantém as raízes que fazem contraponto com tantas mudanças. “Eu precisava de céu e de chão”, confessa, justificando a troca do apartamento antigo pelo sobrado com jardim e vista para as árvores — um raro refúgio natural na capital paulista. A busca por um espaço que lhe proporcionasse contato com o verde, algo que a acompanhou desde a infância, foi crucial na decisão. A mesa de jantar de madeira, garimpada e restaurada, já foi do Coffee LabMayra Azzi/CLAUDIA Moradora de São Paulo desde 2000, cidade que escolheu para se fixar através dos negócios — ela é dona do Coffee Lab, eleita a melhor cafeteria da cidade por diversas vezes —, Isabela está há menos de um ano morando no novo endereço. Em pouco tempo, o espaço já tem cara de lar. Paredes foram quebradas, quadros foram pregados, plantas cultivadas, tapetes posicionados e muitos móveis inseridos. É só assim, quando a residência fica com cara de casa, que ela consegue, finalmente, respirar. Continua após a publicidade Apaixonada por mudanças, Isabela Raposeiras fincou raízes numa casa dos anos 1950 — pelo menos por enquantoMayra Azzi/CLAUDIA “Se o espaço não estiver harmônico, do jeito que faz sentido pra mim, é como se eu não conseguisse viver” Isabela Raposeiras “O ambiente é muito importante, parece que me ancora. Se o espaço não estiver harmônico, do jeito que faz sentido pra mim, é como se eu não conseguisse viver. Não me recarrego, não consigo.” Isabela acredita ter puxado esse olhar apurado principalmente da mãe, que não é arquiteta, mas sempre teve um dom especial para a decoração. Resgate do passado De olhar apurado, Isabela é especialista em criar cantinhos. Quando tinha 12 anos de idade, ela mesma fez um desenho de como queria o próprio quarto — seu primeiro projeto. Foi construindo pequenos ambientes, setorizando os pedaços do seu lar como um grande quebra-cabeça, que ela conquistou a façanha de morar num espaço preenchido por um aconchego que parece ter levado anos para ser construído. O dom para compor com quadros resultou num estar repleto de obras inspiradoras, como um retrato da galerista Mônica Filgueiras, que foi sua grande amiga, matrizes de J. Borges e grafites de Herbert BaglioneMayra Azzi/CLAUDIA Continua após a publicidade “Eu detesto lugares que têm cara de showroom. Tá tudo muito parecido, né? As aparências, os estilos. As pessoas estão ficando iguais, as casas estão ficando datadas”, provoca. “É igual a muitos pequenos produtores de café. A gente começa a negociar e pagar muito mais do que eles recebiam antes, assim começam a ganhar mais dinheiro. Nisso, eles substituem suas janelas de madeira pelas de alumínio. Para eles, isso é valor, e eu celebro isso nesse cenário. Mas eu acho que num contexto mais de arquitetura, cair nessas armadilhas de ambientes genéricos é uma tristeza”, conta a entusiasta do design atemporal. Detalhes da sala de jantar integrada à cozinha: muito espaço, cores e memóriasMayra Azzi/CLAUDIA “Eu jamais vou me livrar desses móveis, de jeito nenhum. A casa tem que contar história.” O mobiliário apontado pela moradora vem dos mais inusitados destinos, desde uma mesinha adquirida há muitos anos do seu mecânico — a peça estava cheia de graxa, esquecida na oficina, e foi amor à primeira vista — até alguns garimpos vindos do bazar das Casas André Luiz. Há também poucos itens de design que eram objeto de desejo, caso da poltrona Jangada, criada por Jean Gillon em 1968. Continua após a publicidade A poltrona Jangada era um desejo antigo da moradoraMayra Azzi/CLAUDIA A empresária nunca contratou arquitetos, e foi assim também no Coffee Lab, seu café que acaba de ganhar uma nova unidade em Pinheiros: “Lá, na minha sala, as pessoas entram e falam: ‘Nossa, mas não tem cara de escritório’. É porque não é para ter”, conta sobre seu empreendimento, que funciona como extensão de seu lar. Alguns móveis, inclusive, fazem intercâmbio, como a mesa de madeira da cozinha, que antes era da loja. Em seu processo criativo, Isabela cria seus próprios croquis — com escalímetro e papel manteiga de cozinha — e adora dar palpites nos projetos arquitetônicos das cafeterias que assessora como consultora. Quando seu negócio ainda era um galpão em branco, em 2004, foi sentindo o espaço que sua dona o imaginou pronto. “Primeiro, eu preciso desenhar. Depois, só fico dentro do ambiente sentindo, aí as ideias começam a nascer”, detalha. O casarão antigo conta com uma escada em espiral – uma verdade obra de arte a ser preservadaMayra Azzi/CLAUDIA Continua após a publicidade Sua morada atual é temporária, em breve a empresária quer se mudar para um espaço próprio para se ancorar — mesmo que por tempo limitado. “Hoje mesmo eu tenho uma visita agendada para ver uma casa”, diz com empolgação no olhar. Mas a mudança com data de validade não a impediu de fazer grandes transformações, incluindo quebrar muitas paredes. “Eu não me importo, mesmo numa casa que não seja minha. Claro que não é irresponsavelmente, não vou gastar tudo o que tenho, mas investir no lar é investir em você mesmo, no seu conforto. Com essa vida que eu tive, de me mudar muito, a minha alma precisa disso. Se dá, eu faço.” O processo de transformação foi intenso: ela criou um jardim do zero, integrou ambientes e a iluminação, elemento fundamental para Isabela, foi cuidadosamente trabalhada. De poltrona de design assinado a artesanato indiano, tudo se junta e se transforma num décor autênticoMayra Azzi/CLAUDIA   “Investir no lar é investir em você mesmo, no seu conforto. Com essa vida que eu tive, de me mudar muito, a minha alma precisa disso” Isabela Raposeiras Continua após a publicidade “O escritório tem uma luz maravilhosa, então, abri o acesso dele para a sala. Eu queria esta cena de profundidade, tá vendo?”, ela aponta para seu escritório, que agora pode ser visto até mesmo do quintal distante, através dos janelões de vidro que separam a sala da área externa. Na visão da moradora, a cozinha também necessitava dessa junção: “Era algo inegociável”. O estar é rodeado por janelões, que garantem iluminação natural e vista para o jardimMayra Azzi/CLAUDIA Em suas moradias anteriores, esse espaço da casa sempre foi protagonista. Festeira e apaixonada por cozinhar, é ali que Isabela e o marido, Marcelo, recebem os amigos para almoços, jantares e outras confraternizações regadas a música e comida boa. Isabela gosta de tudo à mostra: seus utensílios de cozinha ficam pendurados e tornam a rotina mais práticaMayra Azzi/CLAUDIA É na cozinha também que ela imprime uma das principais características de seu estilo: o de manter as coisas à mostra. Panelas, utensílios e xícaras ficam todos visíveis aos olhos, posicionados em armários sem portas. “Por que a gente tem que esconder as coisas? Tudo o que você usa no seu dia a dia, um chapéu, um prato, um quadrinho que até pode ser feio, mas que tem uma história… Aqui, tudo vira decoração.” Detalhes dos objetos decorativos da sala de estarMayra Azzi/CLAUDIA O que vira décor também é sua espirituosidade, traço que sempre a acompanhou, até nos negócios. “Se você notar, tem sempre um humor. No Coffee Lab também tem umas coisas que tiram sarro da vida”, diz ela ao citar elementos como uma jarra de abacaxi, obras irreverentes, como as do grafiteiro Ozi, e até um armário retrô de banheiro usado para colocar bonecos e outras peculiaridades. De artesanato aos grafites do artista Ozi, tudo se junta e se transforma num décor autênticoMayra Azzi/CLAUDIA Apesar das mudanças de estrutura, Isabela quis manter a essência da casa antiga, construída por volta dos anos 1950, incluindo seus revestimentos em cedro, o piso de taco, as portas com vidros canelados e as gradezinhas com desenhos trabalhados. “Temos que preservar as coisas preciosas da época, senão se perdem. Acho que só mudaria, além do que já foi feito, o revestimento da cozinha e dos banheiros, porque eles não têm carisma nenhum”, dá risada. Mas carisma, definitivamente, não falta nesse lar. CRÉDITOS DE PRODUÇÃO Texto Marina Marques   Fotos Mayra Azzi  Edição de arte Catarina Moura RelacionadasDecoraçãoDecoração vintage e criativa: conheça o apartamento de Rafaella Dahlem20 mar 2025 - 09h03DecoraçãoConheça a beleza do lar de Marina Santa Helena e Emicida21 dez 2024 - 09h12DecoraçãoCasa de vó: conheça um apartamento com décor cheia de boas histórias19 fev 2025 - 17h02 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. 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Redação NTD
Cultura

Chega a São Paulo exposição imersiva inspirada em O Estranho Mundo de Jack

15 de maio de 2025 | Por Redação NTD

A magia sombria e encantadora do universo criado por Tim Burton vai invadir o Jardim Botânico de São Paulo. Até 29 de junho, a capital paulista recebe a exposição O Estranho Mundo de Jack de Tim Burton – Caminho de Luzes, uma experiência imersiva inédita baseada no clássico animado de 1993. Depois de encantar o público no Jardim Botânico de Nova York em 2024, a mostra desembarca no Brasil com um percurso iluminado de aproximadamente 1 km, que pode ser percorrido em cerca de 45 minutos a 1 hora. A proposta é transportar os visitantes para o mundo gótico de Jack Skellington, Sally, Zero e outros personagens icônicos do filme, através de cenários detalhados, esculturas 3D, projeções e uma trilha sonora envolvente. FOTO: Divulgação/ Avery Brunkus Durante o trajeto, o público poderá reviver cenas marcantes da animação, como a famosa Halloween Town e o Castelo de Oogie Boogie, em um passeio que desperta os sentidos e convida à imersão completa no universo burtoniano. A direção criativa é assinada por Felype de Lima, artista brasileiro radicado na Espanha, reconhecido internacionalmente por seus trabalhos em experiências cênicas imersivas. Com formação em cenografia, maquinaria cênica e arte dramática, Felype traz em seu currículo projetos que unem tecnologia, arte e narrativa, incluindo o Prêmio Max de Melhor Figurino pelo espetáculo Fausto, em 2015. FOTO: Divulgação/ Avery Brunkus A exposição é recomendada para todas as idades e promete encantar fãs do filme e admiradores do estilo único de Tim Burton. Até 29 de junho Jardim Botânico de São Paulo Avenida Miguel Estefano, 3031 –Água Funda Sessões das 17h45 às  21h45 Ingressos em https://www.oestranhomundodejackcaminhodeluzes.com FOTO: Divulgação/ Avery Brunkus ____________ FOTOS: Divulgação/Avery BrunkusThe post Chega a São Paulo exposição imersiva inspirada em O Estranho Mundo de Jack first appeared on GoWhere - Lifestyle e Gastronomia.

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Redação NTD
Cultura

Dia do Coquetel: Conheça os 12 bartenders que estão reinventando o copo no Brasil.

13 de maio de 2025 | Por Redação NTD

Eles não servem apenas drinks, conheça os 12 nomes eleitos os melhores do país e seus bares — lista marca semifinal do World Class 2025, competição promovida por Diageo.Em uma era em que os drinques deixaram de ser apenas bebidas para se tornarem manifestos de personalidade, cultura e originalidade, o Brasil revela os seus protagonistas para um novo capítulo na coquetelaria. Neste Dia Mundial do Coquetel, celebrado em 13 de maio, o World Class Brasil 2025, a maior competição de coquetelaria do mundo idealizada pela líder global Diageo, anuncia os 12 bartenders eleitos como os melhores do país.De bares icônicos em São Paulo a experiências autorais no Recife, esses profissionais vão além da mixologia: cada criação é uma imersão em narrativas sensoriais que despertam memórias, provocam sentidos e traduzem histórias. Seus rituais por trás do balcão não apenas impressionam pelo domínio técnico, mas também revelam visões de mundo, onde ingredientes ganham novos significados e o tempo desacelera para abrir espaço à experiência. É nesse encontro entre sofisticação, hospitalidade e inovação que nasce o lifestyle da coquetelaria contemporânea, viva e ousada.Após uma jornada intensa, que começou com centenas de inscritos e passou pela seleção do TOP 50 nacional, os 12 nomes seguem agora para uma fase final da competição. O grande vencedor será responsável por representar o Brasil na final mundial do World Class, marcada para o próximo semestre em Toronto, no Canadá, um dos palcos mais prestigiados da mixologia global atual.Promovido pela Diageo, o World Class é reconhecido como o “Oscar da Coquetelaria” e conta com o apoio de marcas icônicas como Johnnie Walker, Don Julio, Tanqueray e Ketel One. A competição celebra a mixologia como expressão artística, conectando técnica, criatividade e hospitalidade, pilares que hoje moldam o novo luxo nos bares ao redor do mundo. No Brasil, o grupo já capacitou mais de 90 mil profissionais da coquetelaria por meio de iniciativas como o programa Learning for Life e a Diageo Bar Academy, que oferecem treinamentos em mais de 40 países.Conheça os finalistas do World Class Brasil 2025 e onde encontrá-los:Stephano Giglio – Copacabana Palace, Rio de Janeiro.Ariel Todeschini – Ponto Gin, Curitiba.Cassiano de Sousa Melo – Spirit Copa Bar – Hotel Fairmont, Rio de Janeiro.Rodrigo Mashida – Elena Horto, Rio de Janeiro.Estella Moraes – Guilhotina Bar, São Paulo.Renata Nascimento – Bargo Mooca, São Paulo.Carmine De Luca – Território Aprazível, Rio de Janeiro.Luana Galdino Mendes da Silva – Bar dos Cravos, São Paulo.Jairo Gama – Vista e Selvagem, São Paulo.Michell Agues – Bar Skull, Rio de Janeiro.Gabriel Bueno – Consultor, Curitiba.Lucas Santos – Voar Restaurante, Arvo Restaurante & Candelária Bar, Recife.Esses doze nomes representam a diversidade e excelência da coquetelaria brasileira. Ao longo das próximas semanas, os finalistas serão desafiados com novas provas, que testarão suas habilidades criativas e domínio técnico com os destilados da Diageo. Apenas um será coroado como o melhor bartender do Brasil.Aprecie com moderação. Não compartilhe com menores de 18 anos. O post Dia do Coquetel: Conheça os 12 bartenders que estão reinventando o copo no Brasil. apareceu primeiro em Gastronomia Brasil.

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Redação NTD
Cultura

Dia das Mães: 5 livros para presentear e emocionar

07 de maio de 2025 | Por Redação NTD

O domingo do Dia das Mães pode ser um bom momento para colocar a leitura em dia – e presenteá-la com livros que abordem a relação entre mães e filhos. Se você não faz ideia de quais publicações existem sobre esse tema e valem a pena ler, CLAUDIA traz 5 sugestões de livros que prometem agradar sua mãe. Confira: Algum Dia Livro “Algum Dia” traz ilustrações e histórias da convivência entre mães e filhosReprodução/Amazon Caso a procura seja por uma leitura fácil, com frases e ilustrações, o livro “Algum Dia“, escrito por Alison Mcghee e Peter H. Reynolds, oferece isso. Com o mote de que o sonho de toda mãe é que seu filho viva a vida plenamente, a publicação reúne cenas singelas e emocionantes que todas as mães e filhos conhecem, viveram ou pelo menos já ouviram falar. Quarto (O Quarto de Jack) O livro “Quarto” serviu de inspiração para o filme “O Quarto de Jack”Reprodução/Instagram Continua após a publicidade O livro “Quarto” de Emma Donoghue, adaptado para o cinema em 2015, é narrado pelo ponto de vista de um menino de cinco anos que viveu toda a sua vida em um quarto com sua mãe, Ma, e nunca viu o mundo fora daquelas quatro paredes. Em “O Quarto de Jack“, ela faz de tudo para que o filho tenha uma rotina “normal”, criando um mundo de fantasia para Jack e mostrando o poder do amor materno em circunstâncias extremas. Coração de mãe Livro “Coração de Mãe” traz as transformações de sentimentos que as mulheres passam quando se tornam mãesReprodução/Amazon Como fica o coração de uma mulher quando ela se torna mãe? A escritora portuguesa Isabel Minhós destrincha de forma poética o tema, mostrando a mágica e os acontecimentos que se passam no coração da mãe com cada um de seus filhos. As ilustrações de Bernardo Carvalho para “Coração de Mãe” mostram que os sentimentos, quando se trata de maternidade, não têm limites. Mamãe é grande como uma torre O livro “Mamãe é Grande como uma Torre” mostra a visão da filha sobre a mãe após seus pais se separaremReprodução/Amazon Continua após a publicidade A separação dos pais sob o ponto de vista infantil é o ponto de partida de “Mamãe é Grande como uma Torre“, da autora suíça Brigitte Schär. A protagonista precisa encontrar explicações para lidar com a ausência da mãe, que para ela é a maior do mundo, enquanto o pai caberia numa caixa de sapatos. Temas como a solidão e o tamanho dos vazios que ficam quando quem amamos sai de nossas vidas são tratados por meio da fantasia. Continua após a publicidade Cazuza – Só as Mães São Felizes Lucinha Araújo conta as memórias da relação com o filho no livro “Cazuza: Só as Mães são Felizes”Reprodução/Instagram Caso sua mãe prefira uma história real de relação entre mães e filhos, “Cazuza – Só as Mães São Felizes“, revela detalhes da relação entre Lucinha Araújo e o filho cantor, com imagens raras do artista em família. Em um depoimento dado à Regina Echeverria, a mãe – interpretada por Marieta Severo no filme “Cazuza: O Tempo Não Para“, de 2004, inspirado no livro – relata em primeira pessoa todos os fatos marcantes de sua vida com seu único filho, do berço à batalha contra a AIDS. Continua após a publicidade RelacionadasCozinha5 receitas fáceis de Dia das Mães para filhos que não cozinham3 Maio 2025 - 09h05LifestyleCesta de Dia das Mães: 5 passos simples para montar4 Maio 2025 - 07h05LifestyleLembrancinhas de Dia das Mães: 8 ideias fáceis e carinhosas2 Maio 2025 - 09h05 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Continua após a publicidade Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade

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Redação NTD
Cultura

Studio OM.art recebe ‘Auto-acusação’, primeira exposição individual de Bárbara Paz 

07 de maio de 2025 | Por Redação NTD

Sucesso de público e crítica, mostra volta ao Rio com entrada gratuita e passeia por diversas linguagens para falar sobre as cicatrizes da artista e sua relação com elas  “A pele não é apenas a aparência enganosa das coisas, mas, como na conhecida asserção de Paul Valéry, aquilo que há de mais profundo. Nesta membrana que separa interior e exterior residem as marcas por onde se desvelam os entrecruzamentos entre passado e presente. A superfície epidérmica da artista é marcada e submetida a medições no vídeo ‘De-marcação’ (2023), fracionada em eixos de simetria e linhas de rasura, que remetem a uma antropometria científica. Seus trabalhos operam sobre e a partir de seu próprio corpo, visto não apenas como um organismo biológico, mas como uma matéria embebida em história.” Exposição elaborada pela artista Bárbara Paz, “Auto-acusação” volta ao Rio para uma temporada no Studio OM.art, no Jardim Botânico. A mostra, que passou São Paulo, Rio de Janeiro e Lisboa com sucesso de público e crítica, estará aberta ao público no entre os dias 9 de maio e 16 de junho com entrada gratuita. Durante o período expositivo, aos sábados, haverá performances dentro do ambiente da mostra, que se amplifica para além das artes visuais e conta com diversos tipos de linguagem: teatro, canto, audiovisual, cinema, performance e poema.Primeira exposição individual de Bárbara, “Auto-acusação” reúne peças construídas a partir das cicatrizes da própria artista, que usou como material alguns elementos que passaram por sua trajetória após o acidente de carro que sofreu quando tinha 17 anos. Reunindo fotografias, vídeos e instalações, Bárbara usa cacos de vidro, o ponto de sutura que a costurou, os cabelos e a maquiagem que ajudaram a esconder as cicatrizes no rosto como matéria prima de sua obra para evocar uma reflexão sobre o corpo e os diferentes “eus” que habitam o mesmo.“Um fio segurou minhas metades. Um nervo manteve minhas partes. Decidi não tirar essa marca. Quem sou eu? Fiquei com medo de mim sem ela. Um vaso quebrado.” Bárbara PazO nome da mostra remete à fragmentos da peça homônima Auto-Acusação do dramaturgo austríaco Peter Handke, presente em sua coletânea “As Peças Faladas”, presente na mostra através de imagens de uma boca falante, um exemplo de como a instalação se amplifica para além das artes visuais, passeando pelas diferentes linguagens. Ao longo do período expositivo, semanalmente, Bárbara fará apresentação de performance relacionada ao conteúdo de sua obra acompanhada por uma artista convidada [programação a ser divulgada em breve].Sobre o Studio OM.artO ateliê de artes plásticas de Oskar Metsavaht reúne o seu estúdio para desenvolvimento e produção de diversos projetos de arte e um espaço expositivo. Abriga conteúdos de reflexão contemporânea sobre arte, ciência e filosofia, por meio do olhar de curadores, artistas e intelectuais convidados. Promove a difusão de ideias criativas e o pensamento crítico por meio da arte, em suas mais diversas formas, técnicas, linguagens e plataformas.Inaugurado em maio de 2018 com ‘Rhodislandia: Hélio Oiticica’, seguido por diversas exposições coletivas e individuais, tais como: ‘Dialética’, uma coletiva com obras de artistas contemporâneos brasileiros; ‘Experienza Live Cinema #4’, dos artistas Raul Mourão e Cabelo; ‘Respire Comigo − Lygia Clark’ – abrindo as comemorações do centenário da artista, entre outras.O post Studio OM.art recebe ‘Auto-acusação’, primeira exposição individual de Bárbara Paz  apareceu primeiro em Gastronomia Brasil.

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Redação NTD
Cultura

CLAUDIA e Soho House lançam clube do livro em São Paulo

02 de maio de 2025 | Por Redação NTD

A revista CLAUDIA agora tem um clube do livro para chamar de seu! A partir do fim de abril, sempre às quartas-feiras, passamos a celebrar uma obra de literatura contemporânea brasileira escrita por mulheres. As sessões acontecem na Soho House São Paulo. No primeiro encontro, foi a vez de A Pediatra, da paulistana Andrea Del Fuego, um romance delicioso e incômodo sobre uma médica neonatal que odeia crianças. A autora compartilhou seu processo de escrita, revelou curiosidades e debateu assuntos relevantes do livro. Ainda ofereceu dicas para quem está começando a escrever. Também passarão pelo clube nossa colunista Liana Ferraz, com seu Um prefácio para Olivia Guerra, além de Natália Timerman, autora de Copo Vazio e As Pequenas Chances. O objetivo é promover um espaço de troca sobre literatura, processos criativos e os temas abordados nas obras. Os encontros serão mediados pela editora-chefe de CLAUDIA, Karin Hueck, que, no último debate, vai apresentar A Segunda Mãe, seu romance de estreia, sobre dupla maternidade em um mundo distópico sem homens. Os encontros serão presenciais. Book Club CLAUDIA + Soho, 30/4, 21/5 e 25/6, Rua São Carlos do Pinhal, 764, São Paulo RelacionadasCulturaOs 10 melhores livros escritos por mulheres de 202420 dez 2024 - 08h12CulturaDocumentário sobre Clarice Lispector nos aproxima da escritora4 jul 2023 - 10h07CulturaPor que a escrita de Luciany Aparecida é tão poderosa?15 abr 2025 - 10h04 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Continua após a publicidade Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Continua após a publicidade Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade

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Redação NTD
Cultura

Andy Warhol: 5 curiosidades sobre o artista para descobrir na megaexposição

01 de maio de 2025 | Por Redação NTD

Andy Warhol é considerado um dos artistas mais geniais dos últimos tempos. Visionário, ele percebeu as tendências de consumo norte-americanas e as transformou em arte – um ato inusitado que chamou atenção do público. Agora, ele ganha uma das maiores exposições já realizadas: Andy Warhol: Pop Art!, conta com mais de 600 obras distribuídas em 2000 metros quadrados de galerias. A exibição, que abre nesta quinta-feira, acontece no Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Alvares Penteado (MAB FAAP) e é organizada pelo Instituto Totex, fundado por Paulo Bonfá e Roberto Souza Leão. Com curadoria de Priscyla Gomes, a mostra conta com trabalhos icônicos e pouco conhecidos do ícone pop que evidenciam o começo de sua carreira e o auge de sua trajetória. Abaixo, veja curiosidades que você vai descobrir por lá:  Andy Warhol começou a carreira como ilustrador publicitário Antes de se tornar o ícone da Pop Art, Warhol fez carreira como ilustrador no mundo da publicidade em Nova York, na década de 1950. Seu estilo detalhado e sensível, marcado pelo uso de linhas finas e delicadas, chamou a atenção de grandes marcas como Tiffany & Co. e Vogue. Esse início comercial influenciou diretamente sua abordagem artística posterior, que borrava as fronteiras entre arte e consumo. Na e posição, é possível ver rascunhos de desenhos de sapatos para revistas de moda, além de ilustrações para estampas. “Ele inovava desde o começo de sua trajetória, e foi isso que fez com que ele se destacasse”, conta Roberto. Andy Warhol, Marilyn Monroe (Marilyn), 1967Reprodução/Reprodução Ele transformou objetos do cotidiano em arte Uma das marcas registradas de Warhol foi a elevação de itens considerados banais — como latas de sopa Campbell’s — ao status de arte. Ao reproduzir essas imagens em série, ele questionava a originalidade, o valor artístico e o culto às marcas, provocando o mundo da arte tradicional. A repetição era uma forma de destacar a cultura de massa e revelar a beleza do ordinário. “Ele nasceu em Pittsburgh, uma cidade muito rica e industrial dos Estados Unidos. Mas os pais dele eram muito humildes e ele tomava essa sopa todos os dias no jantar, que era muito barata. Aí ele passou a incorporar a marca em suas telas”, revela Roberto.  Era obcecado por celebridades Desde jovem, Andy Warhol era fascinado pela fama. Isso se refletiu em retratos no estilo polaroid icônicos que fez de figuras como Marilyn Monroe, Elvis Presley, Elizabeth Taylor e até Che Guevara. Ele via esses rostos como símbolos da cultura americana, e usava cores vibrantes e serigrafia para eternizá-los. O próprio artista mesmo cultivou uma imagem de celebridade, cercando-se de estrelas, em seu famoso ateliê. Continua após a publicidade Andy Warhol, Campbell’s Soup Box, 1962Reprodução/Reprodução Sobreviveu a uma tentativa de assassinato Em 1968, Warhol foi baleado no peito e no abdômen por Valerie Solanas, escritora que havia participado de seus projetos e sentia-se rejeitada pelo mercado editorial. Ele quase morreu e passou por diversas cirurgias, o que marcou profundamente sua vida e obra. Depois do atentado, o ícone ficou mais recluso, e muitos críticos apontam que seu trabalho também se tornou mais sombrio e introspectivo. Criou a “The Factory”, um dos estúdios mais icônicos da arte moderna A “Factory” de Andy Warhol, localizada em Manhattan, foi mais do que um estúdio de arte — tornou-se um polo de efervescência cultural nos anos 1960 e 1970. Lá, artistas, músicos, drag queens, intelectuais e celebridades se reuniam para criar e viver de forma experimental. Foi nesse espaço que Warhol produziu grande parte de sua obra, incluindo filmes, serigrafias e projetos multimídia. O espaço virou símbolo do espírito de contracultura e liberdade criativa que marcou sua geração. Com mais de 600 obras, a mostra da FAAP conta com acervo do The Andy Warhol Museum, de Pittsburgh, e desenhos pouco conhecidosReprodução/Reprodução Continua após a publicidade Serviço Endereço: MAB FAAP – Rua Alagoas, 903 – Higienópolis, São Paulo Horário: Todos os dias das 9h às 20h Valores: 3ª a 6ª feira: R$ 50 inteira | R$ 25 meia-entrada; Sábados, Domingos e Feriados: R$ 70 inteira | R$ 35 meia-entrada Período da exposição: 01 de maio a 30 de junho de 2025 Classificação etária: livre para todas as idades RelacionadasCulturaO que “Homem com H” revela sobre o ícone Ney Matogrosso?30 abr 2025 - 18h04NotíciasRio ganhará experiência imersiva de Lady Gaga antes do aguardado show25 abr 2025 - 19h04LifestyleAprenda a fazer cerâmica fria, hobby que é tendência do momento5 abr 2025 - 07h04 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. 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Redação NTD
Cultura

10 padarias artesanais em São Paulo que vão conquistar seu paladar

29 de abril de 2025 | Por Redação NTD

São Paulo respira gastronomia, e quando o assunto é pão de fermentação natural, a cidade entrega verdadeiras joias. De padarias com alma francesa a espaços com pegada orgânica, a capital está cheia de delícias esperando para serem descobertas. Por isso, separamos 10 padarias artesanais para quem quer tomar um bom café, saborear viennoiseries e se apaixonar ainda mais por essa arte fermentada. Feito à Mão Especializada em pães de fermentação natural, a Feito à Mão é uma daquelas padarias que encantam logo na primeira visita. Com uma proposta focada na produção artesanal, a casa valoriza ingredientes selecionados e métodos tradicionais para criar pães com textura perfeita e sabores profundos. O cardápio é variado, trazendo baguetes, pão de grãos, italiano, integral e os clássicos franceses: croissant e pain au chocolat Alameda dos Arapanés, 1031 – Moema  FOTO: Divulgação Feito à Mão Salt Bakery No coração da Zona Norte de São Paulo, o Salt Bakery se tornou um verdadeiro ícone da panificação artesanal, conquistando clientes com seus pães de fermentação natural e sabores inconfundíveis. A casa aposta em receitas tradicionais e produção diária para garantir produtos frescos e de alta qualidade. Entre os itens mais procurados estão o Croissant recheado com Nutella, irresistivelmente leve e recheado na medida certa; a Cesta de Pães Fatiados, que reúne pão rústico, pão integral, baguete e brioche com gotas de chocolate, acompanhados de manteiga, requeijão, cream cheese e geleia artesanal da casa; o Waffle Belga com três acompanhamentos à escolha,; e o Eggs benedict de Salmão Defumado, que combina ovo poché, salmão defumado, avocado e molho hollandaise no brioche. Rua Francisca Júlia, 680 – Santana Tel.: (11) 2950-8247 FOTO: Divulgação Salt Bakery Padaví  No coração de Higienópolis, a Padaví (Pão da Vida) une duas tradições: a francesa e a judaica. O espaço encantador com jardim de inverno e ambiente acolhedor é comandado pelo chef Ramiro Bertassin, que adaptou receitas clássicas da panificação francesa às normas kosher. Entre os hits da casa estão os croissants (clássico, salgados e o de pistache!), o Pain au Chocolat, as focaccias e os pães de fermentação natural. Nos doces, destaque para o mil folhas, o Gâteau de chocolate e damasco sem açúcar e farinha, macarons e folhados. Um lugar perfeito para todas as horas do dia – do café da manhã ao jantar. Rua Doutor Veiga Filho, 510 – Higienópolis Tel.:(11) 94510-2552 FOTO: Divulgação Padaví/ Gladstone Campos Mediterrain  Localizada no Campo Belo, a Mediterrain Padaria Artesanal aposta no poder do tempo e da simplicidade. Por lá, o pão é tratado como protagonista e tudo é feito com fermentação natural, sem aditivos químicos, com ingredientes frescos e orgânicos. O ambiente estilo bistrô e o cardápio colaborativo tornam a experiência ainda mais especial. Os destaques? A Canoa Medi (meia baguette recheada com ovos e requeijão crocante), o egg toast, o croissant com ovos e bacon artesanal, além dos pães: de azeitona, semi italiano e integral com castanha-do-Pará. Ah, e o café é um show à parte – com duas opções: especial e orgânico. Rua Gabriele D’Annunzio, 1263– Campo Belo FOTO: Divulgação Mediterrain Fabrique  A Fabrique nasceu em Higienópolis com uma missão: resgatar o melhor da tradição francesa em solo brasileiro. Comandada por José Carlos Gomes, a padaria traz influências da escola francesa de Chicago e entrega viennoiseries de respeito. O pão estrela é a baguette La Marcelle, mas os croissants, cinnamon rolls, e pratos como eggs benedict e avocado toast com salmão defumado também fazem sucesso. Rua Itacolomi, 612 – Higienópolis FOTO: Divulgação Fabrique, Feliciana Se você busca aconchego em meio ao caos urbano, vai amar a Feliciana Pães e Outras Histórias. Escondidinha no estacionamento do Mercadão de Pinheiros, a padaria é um charme só: usa ingredientes de pequenos produtores, materiais sustentáveis e até rega as plantas com água da chuva. As vitrines são um show: tem bolo de ganache, entremet de chocolate, tortinha de mirtilo, além de sanduíches como o de salmão defumado e pratos como steak au poivre. Ideal para um brunch de sábado ou um café especial durante a semana. Rua Pedro Cristi, 89 – Pinheiros Tel.:(11) 99534-2473 FOTO: Divulgação Feliciana/ Elvis Fernandes Forneria & Cia  A Forneria & Cia é aquele tipo de lugar que parece feito pra você relaxar na calçada com um café na mão. Localizada em Perdizes, tem pães de fermentação natural saindo do forno o dia inteiro, além de doces irresistíveis como cinnamon roll e cookie. No café da manhã, brilham o pão na chapa com requeijão de corte e o pão de queijo feito com três tipos de queijo. Simples, sem frescura, mas com muito sabor. Rua Cayowaá, 598 – Perdizes FOTO: Divulgação Forneria&Cia, PÃO – Padaria Artesanal Orgânica Com três unidades na cidade, a PÃO – Padaria Artesanal Orgânica é referência em comida feita com propósito. Tudo ali é orgânico, desde os pães de fermentação natural até o famosíssimo bolo Absoluto Chocolate 70%, uma bomba de sabor com cinco camadas de ganache e calda de caramelo. O espaço tem vibe clean e atendimento acolhedor, ideal para quem valoriza alimentos naturais sem abrir mão do sabor. Rua Dr. Mario Ferraz, 213 – Itaim Bibi Tel.:(11) 2892-1263 FOTO: Divulgação PÃO- Padaria Artesanal Orgânica St. Chico  A St. Chico é aquele refúgio urbano com alma de interior. O grande destaque da casa é o pão de queijo artesanal, feito com queijo meia-cura da Serra da Canastra e ovo caipira, uma receita de família que atravessa gerações. A padaria também arrasa nos pães de fermentação natural e doces feitos na casa.  Rua Jacurici, 37 – Itaim Bibi FOTO: Divulgação St.Chico/ Rodolfo Regini, Galpão Padaria Natural  No bairro Jardim Guadalupe, em Osasco, o Galpão Padaria Natural entrega uma verdadeira aula de panificação. Com mais de 30 anos de história, a padaria usa fermentação natural 100%, com pães feitos em fornos portugueses e levain próprio. São 32 tipos de pães, como baguete tradição, ciabatta, pão rústico de azeitona e doces de encher os olhos, como pain au chocolat, croissant de amêndoas e torta de pistache com frutas vermelhas. O espaço tem dois andares, uma oliveira de 45 anos e serve pizzas napolitanas, pratos contemporâneos e vinhos do mundo todo. Rua Paulo Ferraz da Costa Aguiar, 1543 – Jardim Guadalupe, Osasco Tel.:(11) 91411-5589 FOTO: Divulgação Galpão Padaria Natural _________ POR Beatriz Freitas FOTO DESTAQUE: Divulgação PÃO- Padaria Artesanal Orgânica FOTOS: Divulgação Feito à Mão, Divulgação Salt Bakery, Divulgação Padaví/ Gladstone Campos, Divulgação Mediterrain, Divulgação Fabrique, Divulgação Feliciana/ Elvis Fernandes, Divulgação Forneria&Cia, Divulgação PÃO- Padaria Artesanal Orgânica, Divulgação St.Chico/ Rodolfo Regini e Divulgação Galpão Padaria Natural The post 10 padarias artesanais em São Paulo que vão conquistar seu paladar first appeared on GoWhere - Lifestyle e Gastronomia.

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Redação NTD
Cultura

Os 5 livros favoritos do Papa Francisco

23 de abril de 2025 | Por Redação NTD

A notícia da morte do Papa Francisco, aos 88 anos, abalou o mundo na madrugada de domingo para segunda. Após mais de 40 dias lutando contra problemas respiratórios, o pontífice deixa um legado marcado por reformas no Vaticano e, sobretudo, por sua conexão profunda com a literatura. Francisco defendia a leitura não apenas como uma atividade intelectual, mas uma prática de cuidado pessoal e formação espiritual. Em carta publicada pelo Vaticano, ele destacava o papel essencial dos livros na educação de novos sacerdotes, não só no ensino formal, mas na formação de seres humanos mais sensíveis, maduros e abertos ao outro. Entre as obras citadas pelo Papa, é notável sua predileção por romances e poemas, destacando obras que considerava fundamentais para compreender a experiência humana. Os livros favoritos do Papa Francisco Para o lado de Swann – Em busca do tempo perdido, vol. 1, de Marcel Proust Para o lado de Swann: À procura do tempo perdido, vol. 1 Compre agora: Amazon - R$ 90,01 Publicado em 1913, o livro inaugura a série que aborda temas como tempo, memória e amor a partir das recordações do narrador. Nesta obra, testemunhamos o emblemático episódio das madalenas, em que o sabor de um simples bolinho mergulhado no chá resgata memórias esquecidas, símbolo do poder da memória involuntária. Para o Papa, romances têm a capacidade de condensar, em poucas páginas, emoções que levaríamos anos para vivenciar, muitas vezes imperceptíveis no cotidiano. O Tempo Reencontrado – Em Busca do Tempo Perdido, vol. 7 O Tempo Reencontrado Em Busca do Tempo Perdido Volume 7 Compre agora: Amazon - R$ 428,00 Continua após a publicidade No último volume da série, Proust reafirma a memória como recriadora do passado, mesclando realidade e imaginação, evocando um mundo pessoal e sensível. Suas decepções ao vivenciar os ambientes da sociedade parisiense inspiraram muitos dos personagens do livro, como os que circulam nos salões de Madame Verdurin e dos Guermantes. Em sua carta sobre o papel da literatura, o papa cita as palavras de Swann destacando como a literatura é também uma forma de enxergar o outro como parte de uma experiência humana compartilhada. Um Experimento Em Crítica Literária, de C.S. Lewis Um experimento em crítica literária Compre agora: Amazon - R$ 23,70     Na década de 1960, Lewis propôs uma nova forma de crítica literária, focada na experiência do leitor, e não apenas na intenção do autor. Francisco ecoava essa visão, afirmando que o ato de “ler com os olhos do outro” amplia a humanidade e a empatia. “Ao ler, descobrimos que o que sentimos não é só nosso, é universal, e, por isso, até a pessoa mais abandonada não se sente só.” Trecho da Carta do Santo Padre Francisco sobre o papel da literatura na educação. Continua após a publicidade RelacionadasCultura5 filmes, documentários e livros sobre o papa Francisco22 abr 2025 - 17h04 A Ideia de uma Sociedade Cristã, de T.S. Eliot Ideia de Uma Sociedade Cristã e Outros Escritos Compre agora: Amazon - R$ 71,90 Mais conhecido como poeta, Eliot também se destacou como ensaísta refletindo sobre o papel da fé cristã na sociedade e na política. Em suas conferências de 1939, defendia que a verdadeira influência cristã deveria nascer da cultura e das tradições populares, capazes de moldar um Estado em que valores cristãos possam coexistir com as ambições políticas e o bem coletivo. Para Francisco, Eliot soube definir a crise espiritual moderna como uma “incapacidade emocional” generalizada, uma leitura que ele considerava ainda atual. Borges Oral & Sete Noites, de Jorge Luis Borges Borges oral & Sete noites Compre agora: Amazon - R$ 29,90 As conferências reunidas nestes volumes revelam o escritor argentino já cego, conduzindo plateias com humor, erudição e uma memória prodigiosa. Em reflexões sobre temas como tempo, poesia e imortalidade, Borges convertia o abstrato em relatos acessíveis, sempre guiado pela memória, pela imaginação e pelo amor aos livros – que considerava a maior invenção humana. Continua após a publicidade Francisco admirava, sobretudo, o valor que Borges atribuía à escuta, o ato de “ouvir a voz de alguém”. Ao deixar de ouvir o outro, o indivíduo coloca-se em isolamento, afetando sua relação com si mesmo e com Deus. Ao longo de seu papado, Francisco usou a literatura não apenas como referência, mas como linguagem de aproximação. Citava livros e autores para dialogar sobre temas como solidão, espiritualidade e convivência. Um gesto que deixa, além da fé, uma herança humanista e literária. RelacionadasNotíciasPapa brasileiro? As chances do Brasil na sucessão de Francisco21 abr 2025 - 13h04 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! 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NTD
Redação NTD
Cultura

5 filmes, documentários e livros sobre o papa Francisco

23 de abril de 2025 | Por Redação NTD

A morte do papa Francisco, nesta segunda-feira (21), levantou a curiosidade sobre a vida e o legado do ocupante do posto de maior ícone da igreja Católica nos últimos 12 anos. Diversas produções trazem mais detalhes sobre o pontífice, que nasceu Jorge Mario Bergoglio e foi o primeiro jesuíta e latino a ser nomeado papa. Veja 5 filmes, documentários e livros sobre o Papa Francisco: Dois Papas (Netflix) Produzido em 2020, “Dois Papas” traz encontros fictícios entre o papa Bento 16 e o papa Francisco. Com Jonathan Pryce e Anthony Hopkins no elenco, foi dirigido pelo brasileiro Fernando Meirelles e recebeu três indicações ao Oscar. Disponível na Netflix. “Papa Francisco: Um Homem de Palavra” (Globoplay e Max) O documentário “Papa Francisco: Um Homem de Palavra” reúne entrevistas com o Papa Francisco, onde ele discute diversas questões contemporâneas e compartilha a sua visão de um futuro melhor. Lançado em 2018, está disponível no Globoplay e na Max. “Papa Francisco: O Papa de Todos” (Prime Video) Documentário “Papa Francisco: O Papa de Todos”, disponível no Prime VideoDivulgação/Divulgação Continua após a publicidade O estilo de vida simples, os profundos conhecimentos sobre Teologia e o pensamento que deu base à vida do religioso estão reunidos no documentário “Papa Francisco: O Papa de Todos” (2013). O público acompanha a trajetória de Bergoglio à frente da Igreja Católica na Argentina e seus primeiros dias em Roma. Disponível no Prime Video. “Esperança: A Autobiografia” (Amazon) Livro “Esperança: A Autobiografia” traz a trajetória do Papa FranciscoAmazon/Divulgação Primeira autobiografia de um papa, “Esperança” levou seis anos para ser escrita e traz o relato de Francisco desde o início do século XX sobre guerras, migração, crise ambiental, políticas sociais, a condição das mulheres, a sexualidade, o desenvolvimento tecnológico, o futuro da Igreja e das religiões, além de fotos do acervo pessoal do Papa. Disponível na Amazon.  Continua após a publicidade Lições do Papa Francisco (Amazon) Livro “Lições do Papa Francisco: Inspirações para uma vida melhor”Amazon/Divulgação As falas e discursos feitos entre 2016 e 2017 deram origem ao livro “Lições do Papa Francisco“, que compila as lições de sabedoria e amor proferidas nesse período. Dividida entre Vida cotidiana, Datas comemorativas e Ser Cristão, a obra busca incentivar os fiéis a perseverar na fé, cultivar o simples e se espelhar em Deus. Disponível na Amazon. RelacionadasNotíciasPapa Francisco em 5 frases: as citações que definiram seu legado21 abr 2025 - 10h04NotíciasO último apelo do papa Francisco antes de falecer21 abr 2025 - 12h04NotíciasPapa brasileiro? As chances do Brasil na sucessão de Francisco21 abr 2025 - 13h04 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Continua após a publicidade Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade

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Redação NTD
Cultura

Degustação Arteviva by Bob Jr

22 de abril de 2025 | Por Redação NTD

Esse vinho é assinado pelo meu amigo Bob Junior, que faz um belíssimo trabalho de divulgação do vinho e também agora está fazendo um vinho com o pessoal da vinícola Arte Viva. Vale demais provar porque o vinho é muito bom.

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Redação NTD
Cultura

Por que a criadora de ‘DPA’ trocou a Globo pela literatura infantil?

20 de abril de 2025 | Por Redação NTD

Flávia Lins e Silva é uma criadora de mundos mágicos. Seu foco sempre foi a literatura infanto-juvenil, onde inclui questões universais de maneira acessível e profunda. Roteirista e escritora, é dela a série Detetives do Prédio Azul e Diário de Pilar — que chegará aos cinemas pela Conspiração Filmes, com Marcelo Adnet no papel do vilão. A inteligente Pilar é uma menina curiosa e aventureira, que adora descobrir os mitos ao redor do mundo, e defende a natureza, os animais e as pessoas. Conversamos com Flávia sobre essa nova empreitada. Flávia Lins e Silva com a filhaAssessoria/Divulgação Você foi roteirista da Globo e depois começou a escrever para o público mais jovem. Por que essa mudança? Porque você tem um espaço para fantasia imenso. Gosto muito disso. Se eu pegar os meus escritores favoritos, eles são mais fantasiosos, mais criativos, no sentido de deixar a fantasia rolar solta.  Parece que tem muito da Flávia na Pilar, não é? Eu acho que ela é melhor do que eu [risos]. Corajosa, atirada, gosta de viajar. A Pilar ganha do avô uma rede mágica que permite que faça mil viagens pelo mundo. A gente descobre mitologias e vai além das culturas, porque a Pilar vai sem pensar muito e às vezes se mete em umas enrascadas.  Continua após a publicidade Neste livro, você educa as crianças sobre a questão da Amazônia, que estará no filme. Como você faz sua pesquisa e coloca essas mensagens nas histórias? Eu resolvi descer o Rio Amazonas, no Pará, em barco gaiola, dentro da rede. Desci e fui até Santarém e, de lá, até Alter do Chão e fiquei completamente encantada. Recomendo que,  se quiser fazer a primeira grande viagem ao Amazonas com os filhos, vá a Alter do Chão. Eu acho que as crianças estão muito engajadas e preocupadas com a questão ecológica.  Elas querem falar disso, precisam botar pra fora. São as porta-vozes dessa mudança que tem que acontecer. Vamos ter que olhar para essa floresta como quem olha para um monumento. A gente não vai tirando pedaço da pirâmide do Egito, né? E o que você sentiu sobre a cultura local quando esteve lá? Continua após a publicidade Quando você chega em Alter do Chão, tem sempre um contador de histórias em toda parte. Eu ouvi cada uma! “Meu tio foi à floresta, derrubou uma árvore para fazer uma mesa. E à noite, um telhado começou a sacudir na casa dele. Era a Curupira, querendo que ele devolvesse a árvore para a floresta”. Então, você escuta relatos e histórias com quem vive aquilo muito de perto. É muito forte, muito bonito. RelacionadasCultura6 filmes de Páscoa para assistir com a família17 abr 2025 - 09h04CulturaAline Midlej sobre o candomblé: “Ele é parte do que me compõe espiritualmente”13 abr 2025 - 05h04CulturaOs 6 melhores filmes cristãos para assistir na Páscoa13 abr 2025 - 05h04 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Continua após a publicidade Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade

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Redação NTD
Cultura

Tati Bernardi: “cabe a mim escrever um livro tirando sarro da elite”

19 de abril de 2025 | Por Redação NTD

Tati Bernardi cresceu no Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo. Sua casa, que contava com uma faxineira e uma babá, se destacava na região. Ela estudou em uma escola particular e, na adolescência, conheceu a Disney, privilégio de poucos. Quando chegou ao ensino superior, cursou uma das melhores faculdades da cidade – o que fez com que conseguisse ascender socialmente e participar da elite intelectual que tanto sonhava. Acontece que, quando chegou lá, sentiu que não pertencia. Afinal, ela não era prima de alguém importante, estava sempre brava pela alta quantidade de trabalho e o lugar de onde vinha, aos olhos das classes mais altas, ainda é considerado periférico.  Essas contradições são a base de seu novo livro, A boba da corte (Fósforo, R$ 69,90), lançado neste mês. Irônica e sem papas na língua, Tati não perdoa a ninguém – e parte de si mesma para criticar comportamentos abusivos disfarçados de conselhos progressistas. “O que mais faço na vida é ir na casa de amigos que querem fazer um grande jantar para apresentar a todos os brancos com dinheiro algum deputado preto da periferia que tem muito a dizer“, explica. “Quando chego, sempre há quarenta brancos sentados aplaudindo. Mas quem nos serve são os pretos da periferia. O grande lance é olhar pra isso, se incomodar e poder ver que nossos discursos têm lacunas. Não que a gente vá ter outro, mas perceber isso é importante.” Em pouco mais de cem páginas, ela conta como virou entretenimento de colegas ricos, a conduta esperada de uma mulher de elite e algumas situações embaraçosas que passou por não ser herdeira. Confira a entrevista completa com Tati Bernardi CLAUDIA: O livro é uma discussão sobre consciência de classe. Você olhou para si e percebeu comportamentos que desgostava. Como foi lidar com a autocrítica? Tati Bernardi: Venho de uma família em que todo mundo ri do outro e isso é uma forma de amor. Assim que entendi que seria uma escritora em primeira pessoa e que falaria de mim mesma como um personagem, senti que precisava me zoar. Se caio no meio da rua e ninguém viu, fico chateada porque não tem ninguém para rir comigo. Gosto muito de mostrar o fracasso, buraco e falhas – é o mais divertido. Continua após a publicidade Em nova publicação, Tati Bernardi escritora analisa as contradições do grupo intelectual paulista que sempre sonhou em fazer parteBob Wolfenson/Divulgação CLAUDIA: A diferença com que a elite trata quem vem de um lugar menos abastado é sutil. Você já havia notado isso antes? Tati Bernardi: Há uma cobrança disfarçada pela elegância. Quando ascendi, fiquei um pouco escandalizada como as pessoas escondem a hipocrisia. Não entendi direito esse código porque, às vezes, quebro o pau com alguém e depois vou almoçar com a pessoa e ficamos juntos para sempre. Quando entrei na Folha de S. Paulo, por exemplo, a bolha questionou minha chegada porque eu não era amiga da galera, não fiz a escola certa e não nasci no bairro rico. CLAUDIA: Algumas páginas do livro discutem a conduta esperada de uma mulher da elite paulistana. Quando você se percebeu desafiando essas regras? Tati Bernardi: O discurso da elite intelectual é diferente daquele que vem da elite com dinheiro. Neste último, fica escancarada a diferença entre a “mulher para casar” e a considerada “puta”. Já para o primeiro grupo, há códigos diferentes – há um discurso progressista que também é violento. Eles julgam quando uma mulher não está tendo sororidade com outra e falam que não estamos educando direito nossos filhos.  Quando terminei meu casamento, a primeira coisa que fiz foi deixar claro para o meu ex-marido que ia pagar cada centavo do que ele tinha investido no nosso apartamento. Me ferrei inteira e fiz vários financiamentos. Nesse processo, fiquei muito nervosa e comecei a trabalhar cada vez mais. Era uma questão de honra. Na época, tive um namoro rápido com uma pessoa que começou a cobrar uma certa delicadeza porque eu vivia brava. Mas essa pessoa tinha amigas super queridonas que, em seus divórcios, tinham extorquido os maridos. Ou seja, ser elegante era mais importante do que fazer o certo. Continua após a publicidade Em novo livro, a escritora Tati Bernardi critica a elite intelectual e parte de si mesma para comentar sobre o grupoBob Wolfenson/Divulgação CLAUDIA: Apesar de crescer na Zona Leste paulista, sua infância ainda teve muitos privilégios. Você consegue notar isso? Tati Bernardi: Eu era muito privilegiada e falo isso no livro. Em nenhum momento achei que eu fosse da periferia porque tive uma vida muito abastada – vivia em uma casa toda metida em uma rua de casinhas simples. Em um dos livros de Édouard Louis, ele narra que entendeu que sua casa era toda voltada à televisão. Quando ele acendeu intelectualmente, viu que haviam casas com espaço para leitura e para ser um indivíduo – uma mesa de estudos, biblioteca, um canto para pensar na vida. Percebi isso também.  Minha ideia é não só falar um pouco do desconforto de pertencer à Zona Oeste progressista e de elite intelectual, mas também tirar sarro de mim. Sonhei tanto em chegar nesse lugar e, quando chego, não sinto que pertenço. É um livro que, acima de tudo, me sacaneia.  CLAUDIA: Você sente os resultados da desigualdade de classes e conta que, enquanto alguns podem pagar bons planos de saúde, outros morrem na fila do SUS. O que fazer a partir dessa reflexão? Tati Bernardi: Vou dar aquela resposta básica de política: investir em educação. Fui uma pessoa pouco politizada até poder estudar. Fora isso, o que cabe a mim é escrever um livro tirando sarro da elite e mostrar os furos do discurso intelectual.  Continua após a publicidade A boba da corte (Fósforo, R$ 69,90)Reprodução/Reprodução RelacionadasCulturaPor que a escrita de Luciany Aparecida é tão poderosa?15 abr 2025 - 10h04CulturaAline Midlej sobre o candomblé: “Ele é parte do que me compõe espiritualmente”13 abr 2025 - 05h04CulturaA surpreendente lição que Isis Valverde aprendeu em “Maria e o Cangaço”12 abr 2025 - 05h04 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. 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Redação NTD
Cultura

Comunidade Chandon - 5 dicas para aproveitar exposições de arte com Chandon com Carol Lauriano

16 de abril de 2025 | Por Redação NTD

Se você gosta de arte mas ainda sente que não entende o suficiente ao visitar feiras e exposições, veio ao lugar certo. As próximas dicas funcionam tanto para a SP-Arte, quanto para algumas mostras em museus, centros culturais ou até galerias independentes. Com um olhar curioso e uma taça de Chandon Passion, tudo fica mais interessante. Confira as dicas que a Carol Lauriano preparou para você se aprofundar na sua próxima exposição. Se você se interessou, saiba mais em: https://www.chandon.com.br/comunidade #Chandon #AbraceUmMundoDePossibilidades Viva um mundo de possibilidades e consuma com moderação.

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Redação NTD
Cultura

Wicked retorna ao Teatro Renault com nova montagem e Karin Hils no elenco

15 de abril de 2025 | Por Redação NTD

Wicked, um dos maiores sucessos da Broadway, está de volta ao palco do Teatro Renault até 6 de julho. Com uma produção totalmente renovada, o espetáculo promete encantar novamente o público brasileiro com novos cenários, figurinos, elenco e efeitos especiais de tirar o fôlego.  O musical, que conta a história nunca contada das bruxas de Oz — Elphaba e Glinda— já passou pelo Teatro Renault em 2016 e foi um sucesso com mais de 340 mil espectadores. Em 2023, foi a vez do Teatro Santander, onde bateu recordes e se tornou a maior bilheteria da casa, com mais de 156 mil pessoas e 5 meses de sessões esgotadas. FOTO: Divulgação/ João Caldas Agora, em 2025, o público tem a chance de conferir uma nova montagem, ainda mais grandiosa. Entre as novidades, está a atriz Karin Hils, que se junta ao elenco como a imponente Madame Morrible. Para a GoWhere, Karin falou sobre o desafio e a emoção de dar vida à vilã da história. “Assisti às duas versões anteriores, mas só agora consegui entender realmente o que é Wicked e toda a sua magnitude”, contou. Sobre a preparação para o papel da vilã, ela não esconde que foi intenso: “Foi um processo meio chato no início. Eu estava há dois anos longe da rotina do teatro musical e entrei num elenco muito experiente e fã da obra. Senti dificuldade de acompanhar o ritmo.” Mas tudo mudou quando ela pisou no palco.  “A Madame Morrible se expandiu para mim no palco. Com figurino, cenário e a regência de um dos melhores diretores com quem já trabalhei, Rony Dutra. Inclusive, recebi pessoalmente os parabéns do Stephen Schwartz pelo meu trabalho. Foi surreal.” A recepção do público também surpreendeu a atriz: “Tem sido muito boa. Estou tendo um outro tipo de reconhecimento. Isso me emociona.”  FOTO: Divulgação/ João Caldas Com uma carreira recheada de musicais, Karin garante que Wicked é uma experiência única: “Wicked é diferente. É como uma egrégora, sabe? Uma energia coletiva que envolve todos ali.” Para quem está curioso com o que esperar dessa nova montagem, Karin manda o recado: “Um espetáculo ainda melhor. E um elenco talentosíssimo.” FOTO: Divulgação/ João Caldas Teatro Renault Av. Brigadeiro Luís Antônio, 411 – Bela Vista Até 6 de julho Ingressos em Tickets For Fun  _________ POR Beatriz Freitas FOTOS: Divulgação/João CaldasThe post Wicked retorna ao Teatro Renault com nova montagem e Karin Hils no elenco first appeared on GoWhere - Lifestyle e Gastronomia.

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Redação NTD
Cultura

Anos 2000 de volta? Os sinais do culto à magreza extrema estão por toda parte

15 de abril de 2025 | Por Redação NTD

A magreza extrema está de volta. Se você olhar ao redor, já deve ter notado os sinais. Passarelas, vitrines e campanhas que, a lentos passos, haviam começado a incluir corpos de tamanhos variados, rapidamente voltaram a exibir exclusivamente modelos esqueléticas.  Primeiro, a mudança apareceu nos desfiles. Ainda em 2021, Fendi, Versace e Balmain incluíram peças de cós extremamente baixo em suas criações. Na mesma época, as modelos Kendall Jenner, Bella Hadid e Hailey Bieber passaram a exibir o umbigo e até os ossinhos do quadril nos looks — tal qual nos primórdios dos anos 2000, lembra? Depois, foi a vez das minissaias ultracurtas voltarem às vitrines em 2022. Pernas finíssimas começaram a despontar nas ruas por toda parte. Como não poderia deixar de ser, no ano seguinte, o número de modelos curve e plus size que atravessaram as passarelas das semanas de moda de Nova York, Londres, Milão e Paris despencou. Apenas 68 marcas incluíram corpos gordos nos seus desfiles de 2023, uma diminuição de 23%, segundo a plataforma de dados de moda Tagwalk. Por isso, não foi surpresa quando famosas que já eram magras apareceram com tamanhos ainda menores. Hoje, é comum entrar em redes sociais como o TikTok e se deparar com áudios do tipo “magras, magras, magras!”, receitas milagrosas para emagrecer e até mesmo xingamentos para pessoas gordas. “Diversas trends agora valorizam tudo que envolve perder peso a qualquer custo”, comenta a influenciadora Laura Pace. Também ganharam força as discussões do X, antigo Twitter, que enaltecem transtornos alimentares. São grupos formados principalmente por meninas e mulheres que xingam quem tem mais centímetros na cintura do que é considerado bonito e ainda ensinam como praticar bulimia e anorexia. Continua após a publicidade Influenciadoras plus size são menos procuradas e recebem menos Elle Valias diz não receber o mesmo que influenciadoras com corpo magroFoto/ Vanessa Marchini/ Colagem/ Catarina Moura/Divulgação Essa nova onda da magreza tem afogado pessoas que trabalham com a imagem e não são mignon. “Sou um dos maiores nomes da moda plus size no Brasil, sempre fiz revistas, tenho seis capas, participei de editoriais, filmes, desfiles e campanhas, mas não trabalhei como modelo no ano passado”, diz Letticia Munniz , modelo, criadora de conteúdo e apresentadora. Isso não aconteceu só com ela. “Muitas amigas me contaram que as agências não exigiram que elas emagrecessem, mas deixaram claro que os tamanhos estão diminuindo. Se quisessem continuar trabalhando, precisariam perder peso”, diz ela. Laura Pace também sentiu as mudanças: “Não sei se é por causa do meu conteúdo, mas ultimamente eu não tenho tido muita procura também”.  Mesmo quem não trabalha com moda experimenta o impacto do culto à magreza. A influenciadora esportiva Ellen Valias depende de seu conteúdo — e de sua imagem — para conseguir publis, mas nem todo o esforço garante os trabalhos ou a remuneração que as pessoas magras recebem. Continua após a publicidade “As marcas não me procuram da mesma forma que procuram influenciadores relacionados ao esporte com corpos magros, como também não me pagam da mesma forma quando fecham algo comigo”, comenta. Embora diversas empresas não hesitem em se associar a fisiculturistas ou influenciadores que usam esteroides, algo prejudicial à saúde, boa parte deles não quer corpos gordos atrelados a seu marketing, porque representariam um estilo de vida não saudável, diz ela. Culto à magreza é fenômeno antigo Culto à magreza deixa marcas emocionais em quem não tem corpo magroFotos/ Anderson Marques/ Colagem/ Catarina Moura/Divulgação O culto à magreza não é exatamente novo. Nos anos 1990, a estética heroin chic exaltava o corpo magro — e todos os meios para mantê-lo, inclusive usar drogas como a heroína. A cultura das top models, de Kate Moss a Gisele Bündchen, pautava o padrão de beleza. Não por acaso, mulheres comuns embalaram no desejo pela magreza e muitas entraram para o universo dos transtornos alimentares. “Comecei a ter bulimia aos 10 anos, depois de aprender na internet. O mundo empurra a gente para isso, e no meu caso havia um agravante: eu queria ser artista. Ligava a TV, abria revistas e via que, com meu corpo, não conseguiria”, conta Letticia. Continua após a publicidade Ela teve vício em laxantes, desenvolveu compulsão alimentar e viveu quase duas décadas com vergonha da própria imagem. “Queria ter muitos corpos e nenhum deles era o meu. Passei 18 anos sem sentar à mesa e sentir prazer em comer. Sempre tinha culpa, raiva de mim mesma por ter comido e pensava que aquilo ia me engordar e o que eu faria depois para emagrecer”, revela. Quase tudo mudou nos anos 2010, no entanto. A socialite Kim Kardashian tinha o novo corpo do momento: cintura fina, bumbum avantajado e peitos grandes. Nessa mesma época, o discurso do body positive, movimento que estimula a aceitação de todos os corpos, ganhou fôlego e, com a pressão por mais diversidade, as marcas passaram a incluir roupas para pessoas maiores.  “Me lembro de ver a [modelo] Ashley Graham e, pela primeira vez, achar um corpo parecido com o meu bonito”, lembra Letticia, que não luta contra a própria imagem desde então e passou a criar conteúdos sobre o tema nas redes sociais. Era o boom das modelos plus size. Elas estampavam capas de revistas, compunham o time de agências e participavam de campanhas publicitárias de Nike até Dolce & Gabbana, Michael Kors e Versace. A resposta foi positiva. Não só as roupas esgotavam, como mulheres que passaram a vida se punindo por ter corpos gordos entenderam suas dores. “Minha meta todo ano era emagrecer, e isso me causou muito sofrimento. Uma parte da minha família dizia: ‘Seu rosto é tão lindo, você deveria perder peso’. Com o tempo, fui entendendo que a raiz do problema é a pressão estética, que a gente é ensinado a não se gostar. Sempre me alimentei bem e pratiquei exercícios físicos, eu apenas não sou magra”, pontua Laura. Moda plus size de fachada Quando a modelo plus size Paloma Elsesser, estampou a capa da revista iD usando a minissaia da Miu Miu, em 2022, a imagem causou furor. Se antes o modelito era exclusivo para pessoas magras, agora faria parte também do guarda-roupa de corpos gordos. Pelo menos, foi o que os consumidores pensaram ao ver a publicação. Bastou que fossem às lojas da etiqueta, porém, para descobrir que a minissaia só estava disponível até o tamanho 46. Continua após a publicidade Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por i-D (@i_d) Essa lógica é compartilhada, com mais ou menos sinceridade, por diversas empresas. O mercado de luxo (mas não só ele) muitas vezes se apoia na desculpa de que não tem consumidores de tamanhos maiores e não seria lucrativo criar coleções para esse público. Mas os dados confrontam essa ideia. Segundo a Associação Brasileira do Vestuário, a moda plus size registrou um movimento de 7 bilhões de reais no Brasil entre 2018 e 2019. Então por que etiquetas, que antes aderiram ao movimento, agora o deixaram de lado? Enquanto o marketing era elogiado, exibir corpos curve e plus size era vantajoso, mas, com a perda de fôlego do movimento, tudo mudou. “Muitas marcas só surfaram na onda da diversidade porque estava ‘em alta’ e, agora que o assunto esfriou, estão voltando ao padrão de sempre. A diferença é que já vimos o que é possível, então não dá mais para aceitar menos”, comenta a influenciadora Bell Rocha. Bell Rocha acredita que a moda plus size foi estimulada pelas marcas enquanto o marketing lucrava com o temaFotos/ @ladeira/ Colagem/ Catarina Moura/Divulgação Há, entretanto, um grande empecilho: “Existe uma indústria da magreza que lucra com as pessoas gordas se sentindo mal com seus corpos”, reflete Ellen. Com o desejo da magreza instalado, é mais fácil gastar com tratamentos, coaches e até retiros para emagrecer. Nada disso acontece sem deixar rastros. Transtornos alimentares, abuso de substâncias para emagrecimento e, consequentemente, risco de morte entram na conta da magreza extrema. Continua após a publicidade “Quem não tem esse biotipo vai se maltratar, fazer loucuras, viver à base de remédios, passar fome. Vai passar 24 horas do dia obcecada com isso, como eu já passei. Ninguém merece viver assim. Enquanto a gente conversa, há uma menina de 10 anos, como eu fui, descobrindo transtornos alimentares porque se odeia. Mais do que o impacto profissional e financeiro [causado pela menor procura por pessoas com corpos não magros], porque, claro, tenho contas para pagar, o que mais me dói é ver tudo o que construímos com tanta dificuldade durar tão pouco”, termina Letticia. RelacionadasFamososMariana Xavier: “já fui vítima da ditadura da magreza”19 out 2017 - 14h10FamososPreta Gil sobre ditadura da magreza: “a gente não tinha voz”6 abr 2017 - 08h04BelezaVídeo questiona padrão de magreza do desfile do Victoria´s Secret12 dez 2016 - 15h12 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. 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Redação NTD
Cultura

Aline Midlej sobre o candomblé: “Ele é parte do que me compõe espiritualmente”

13 de abril de 2025 | Por Redação NTD

Aline Midlej carrega o Nordeste na alma. Filha de mãe pernambucana e pai baiano, a jornalista maranhense se mudou ainda bebê para a capital paulista, mas nunca abandonou a cultura e a terra de origem — nem as festividades. “O Nordeste tem um peso muito importante na minha formação cultural e afetiva. A forma de pensar e se relacionar em família, o calor do afeto… Na minha família, São João sempre foi mais importante que Carnaval”, conta.  O pai, engenheiro, buscou em São Paulo a chance de dar uma vida boa aos filhos. E conseguiu. Aline cresceu em uma família de classe média alta, e estudou nos melhores colégios da capital. “Meu pai era um hard worker clássico, esse migrante nordestino que trabalhou muito. Ele já tinha algum privilégio na pirâmide, trabalhava como engenheiro, mas batalhou muito para construir essa história em São Paulo”, diz Aline.  Foi o exemplo do pai — e as leituras — que despertaram consciência social na garota. A consciência racial veio um pouco depois, com mais maturidade, na adolescência. “Percebi que eu era esteticamente diferente da maioria das minhas amigas, na faculdade, na escola. Na adolescência você começa a dar atenção para determinados comportamentos, para percepções que antes não eram tão importantes porque ficavam no campo do lúdico, da infância.” Em entrevista à CLAUDIA, a âncora do Jornal das Dez da Globo News, e dos plantões no Jornal Nacional, da TV Globo, fala sobre tudo: suas raízes, religião, maternidade, e as descobertas com a publicação do livro De Marte À Favela – Como a exploração espacial inspirou um dos maiores projetos de combate à pobreza do Brasil, em parceria com o empreendedor social Edu Lyra, da ONG Gerando Falcões. Entrevista com Aline Midlej CLAUDIA: Qual sua relação ainda hoje com o Nordeste? Aline Midlej: Eu sou maranhense de nascença, mas fui criada em São Paulo. Fui pra lá ainda bebê. Minha vida toda foi ali até me mudar pro Rio com 37 anos. Minha alma é muito forjada nessa cultura. Meu pai até hoje comemora o São João — ele faz uma mesa com tudo de comida típica, coloca chapéu de palha, mantém essa tradição com muito gosto. E tem uma coincidência linda: minha filha, Celeste, nasceu no dia 24 de junho, dia de São João. CLAUDIA: Apesar da vida de classe média alta, você tem uma consciência de classe muito forte… Continua após a publicidade Aline Midlej: Cresci com muita consciência social, porque eu sabia que, apesar de estudar em um colégio de elite, de ter acesso ao conhecimento, a uma vida social de extremo privilégio, a construção se deu por meio de muito trabalho, muita dedicação e muita renúncia, eu diria, por parte do meu pai. Ele nunca usufruiu do dinheiro que ganhava, tudo era para família, para os estudos, um foco muito grande em educação. Aline Midlej divide um pouco seu ponto de vista sobre diversos fatores da sua vida pessoal e profissionalMayra Azzi/Divulgação CLAUDIA: Você viajou ao continente africano como parte do programa Nova África, da EBC (Empresa Brasil Comunicação). O que essa viagem te trouxe? Aline Midlej: A viagem foi um mergulho mais profundo. Eu tinha 27 anos, isso foi há 15 anos. Então foi uma imersão muito profunda, num aspecto de negritude que não tenho no Brasil. É um continente muito diverso, a negritude também se diferencia em cada país. Não tem como mergulhar nessa diversidade do continente africano sem também fazer um mergulho profundo em mim mesma. Eu me vi em algumas mulheres — e não em várias, porque já tenho a pele um pouco mais clara. Mas vivi situações inimagináveis no Brasil. Você anda no shopping center e 95% das pessoas são pretas. Continua após a publicidade Os restaurantes bacanas em Joanesburgo são cheios de pessoas pretas. Isso é muito diferente aqui no Brasil. E isso abre um portal de incômodos, de violências, de consciência. CLAUDIA: Você veste branco às sextas. Qual sua relação com o candomblé? Aline Midlej: Ele é parte do que me compõe espiritualmente, mas não estou fechada só com o candomblé, não é a minha única fonte de espiritualidade. Faço muito yoga, sou muito conectada com budismo, por exemplo. Sexta-feira é dia de Oxalá, é preceito usar branco. Apresentar o jornal com ele foi algo que aconteceu naturalmente, de forma fluida. Eu usava branco e decidi usar no trabalho também. E eu entendi que fui levada para aquilo. Quando a gente está disposto, aberto a essas questões, a espiritualidade encaminha. Apesar de entender a minha posição política no jornalismo e o que represento, não fiz para chocar. Foi algo intuitivo: eu uso branco todas as sextas-feiras, então vou usar também no jornal.  Continua após a publicidade Aline dividiu um pouco sobre como é ser uma jornalista sendo uma mulher negraMayra Izzi/Divulgação CLAUDIA: Como foi o convite para escrever o livro com o Edu Lyra? Aline Midlej: Conheço o trabalho do Edu há anos e eu estava de férias, em 2021, quando tocou meu telefone. Era a editora Planeta dizendo: “O Edu Lyra vai fazer um livro muito importante, não é sobre um projeto social, é um livro sobre novos parâmetros de combate à pobreza, ele quer que seja um chamamento para a sociedade brasileira”. Aí já me ganhou, porque entra no problema de uma repactuação ética, que defendo muito na vida.  A elite brasileira intelectual e econômica precisa passar por essa mudança urgentemente. Quando fiz a primeira reunião com o Edu, ele disse: “Você é íntegra, muito fiel às coisas que você acredita, tem uma coerência”. Aí ele me ganhou de vez, eu tenho até uma tatuagem no meu ombro da palavra coerência em latim. Coerência é o grande guia da minha vida hoje. E vi o livro como uma oportunidade de visitar também as minhas incoerências.  CLAUDIA: Como o livro te transformou? Aline Midlej: Conseguiu contribuir muito para um olhar que eu já tinha. Escancarou a urgência da gente tratar desse tema longe da agenda ideológica.  Pobreza não tem lado, pobreza não tem agenda ideológica. A gente não pode deixar isso ser apropriado nem pela esquerda, nem pela direita, nem pelo centro. Continua após a publicidade CLAUDIA: Você conta no livro que perguntou ao Jorge Paulo Lemann se ele estava pronto para ver os netos estudando no mesmo colégio que os netos da funcionária dele. Qual era a intenção dessa provocação? Aline Midlej: Tem um ponto bem importante, que eu já suspeitava, e que o livro reforçou. É esse Brasil onde muitas trabalhadoras do cuidado ainda são mantidas em condições análogas à escravidão… Ainda incomoda muita gente o acesso de pessoas a espaços onde elas não acessavam, como aviões ou bens de consumo. Eu acho que existe um preconceito muito perverso no Brasil, que tem a ver com não querer incluir para não coexistir. A gente quer combater a pobreza para ter algum alívio moral  ou por que a gente realmente quer que as pessoas tenham acessos a prazeres que nós temos? Quanto estamos dispostos a rever o nosso conforto para dar um pouco de conforto ao outro?  CLAUDIA: Como está sendo sua vida de mãe? Aline Midlej: Maravilhosa. Eu amo a maternidade, eu amo ser mãe da Celeste e agora estou num momento um pouco mais maduro, no sentido de entender a vida de mãe profissional, cidadã, gestora. Eu falo isso porque com a chegada dela, além de mãe, eu me tornei também gestora de uma rede de apoio que eu não tinha antes e com a qual eu tenho muito cuidado. Continua após a publicidade Isso toma uma energia emocional, de gerenciar as cuidadoras que me ajudam. Se eu consegui voltar a ter meu corpo de antes, se consigo cuidar da minha alimentação, ser profissional, é porque eu tenho pessoas que me ajudam nisso. E sem essas pessoas eu não teria conseguido, como a maioria das mulheres não consegue. Não é sobre voltar a ter trabalho, é sobre voltar a ter uma carreira, com perspectiva, potencial de ser promovida e ganhar mais dinheiro. A independência emocional das mulheres está muito relacionada a nossa independência financeira, isso para mim é algo muito valioso, muito importante que eu quero passar para a Celeste. A gente precisa ter as rédeas da nossa vida por nós mesmos. Então, a maternidade me tornou melhor, como mulher e profissional. Mais cansada também, porém mais esclarecida de tudo e querendo amar mais o mundo, sabe?  RelacionadasCulturaDebora Bloch rebate ataques à ‘Vale Tudo’ e critica as redes sociais11 abr 2025 - 10h04SociedadeNo Brasil, 93% das mulheres contribuem financeiramente para o lar11 abr 2025 - 09h04LifestyleCasa Clã 2025: veja os destaques do evento que celebrou o mês da mulher25 mar 2025 - 13h03 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. 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Redação NTD
Cultura

Novo livro da psicanalista Jamieson Webster faz análise sobre o sexo

12 de abril de 2025 | Por Redação NTD

“Este livro é uma reflexão psicanalítica sobre o sexo, mas também uma reflexão sexual sobre a psicanálise.” A frase, que está na quarta capa de Sexo e Desorganização, resume o que a autora Jamieson Webster tenta (e consegue) fazer ao longo de 18 artigos. Trazendo à baila autores como Freud, Lacan e Adorno, a psicanalista torna conceitos mais acessíveis em meio a temas complexos. O livro foi publicado pela Ubu, R$ 69,90. Abaixo, confira a entrevista completa: Como foi seu primeiro contato com a psicanálise? Como você vê o papel da palavra nessa abordagem? Lembro-me de encontrar e comprar aos 14 anos uma cópia de Transtornos de Personalidade Graves, de Otto Kernberg, em uma livraria no sul de Miami. Parece quase incompreensível, conhecendo o livro agora, que eu pudesse ler ou entender qualquer coisa naquele livro… mas a compreensão é superestimada. Mais tarde, fui apresentada a Jacques Lacan e a importância da linguagem veio à tona. A ideia de que uma pessoa é como um texto que você pode ler com atenção, sucintamente, virar do avesso, ouvir o que ela diz — apesar de si mesma —, se atentar ao ritmo mais do que o conteúdo… tudo isso me parece ético, bonito.  No livro você fala sobre a possibilidade de abertura que a falha traz. Você pode dar mais detalhes? Vivemos em um mundo que celebra e elogia o sucesso e humilha e descarta o que vê como fracasso, falha. Porém, a história da psicanálise é uma história de fracasso, impossibilidade, falta de comunicação, erro e impotência no cruzamento entre os mundos adulto e infantil. Ferenczi chamou isso de “A Confusão de Línguas”. Quando escutamos as pessoas, especialmente as criativas, observamos que a criatividade vem muito mais do fracasso do que da resiliência. A adaptação é sempre desadaptativa, aberrante, contingente.  Novo livro da psicanalista Jamieson Webster faz análise sobre o sexoDivulgação/Divulgação Logo no início, ao falar sobre o tempo, você menciona a não linearidade do sexo. As culturas ancestrais africanas e indígenas falam em tempo espiralar e vivenciam o corpo e o sexo de maneiras diferentes, como a poligamia. Essa seria uma maneira positiva de desorganizar desejos? SIM! Há muito conhecimento que foi perdido das culturas indígenas. Suas organizações variadas têm muito a nos ensinar. Infelizmente, com nossa cultura globalizada e impulsionada pela internet, acho que será muito difícil não cair em um mundo cada vez mais homogêneo. Sabemos disso quando viajamos. Às vezes parece que não fomos a lugar nenhum.  Continua após a publicidade Entendemos que Freud foi um homem de seu tempo (como todas nós somos) e sua teoria é sempre atualizada. Se você pudesse escolher um conceito dele para (re)criar, qual seria? Eu sou uma dessas Freudlósofa, caso ainda não tenha ficado óbvio até agora. Então, eu realmente não consigo escolher. Estou interessada em toda a  sua obra, o jogo rigoroso de seu pensamento, onde começa, como começa e onde termina. Mas acho que para responder à sua pergunta, eu diria que é a terapia ou o trabalho da psicanálise com pacientes que eu destacaria. Fazemos algo muito único com os pacientes, que ainda se relaciona com o método de Freud, mas que adaptamos a um novo momento histórico. Gostaria que pudéssemos dizer mais sobre esses temas como analistas clínicos. Espero que com este livro eu tenha tentado um pouco. RelacionadasCultura5 livros de autoras coreanas que estão bombando em 202524 mar 2025 - 09h03Amor e SexoComo fazer a espanhola perfeita no sexo4 abr 2025 - 19h04Amor e SexoQual o melhor lubrificante para a vagina? Sexóloga revela!27 mar 2025 - 18h03 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Continua após a publicidade Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade

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Redação NTD
Cultura

Com Danielle Winits, musical Meninas Malvadas é sucesso no Teatro Santander

08 de abril de 2025 | Por Redação NTD

Inspirado no icônico filme de 2004, Meninas Malvadas – O Musical chega ao Brasil pela primeira vez, em uma temporada que se estende até 29 de junho, no Teatro Santander, localizado no Complexo JK Iguatemi, em São Paulo. O espetáculo conta com grandes nomes no elenco: Danielle Winits como Sra. Heron/Sra. George/Srta. Norbury; Laura Castro como Cady Heron e  Anna Akisue como Regina George.  FOTO: Divulgação/ Caio Galucci O filme Mean Girls é um verdadeiro ícone de uma geração, já considerado um clássico do cinema dos anos 2000. Comercialmente, arrecadou mais de 86 milhões de dólares apenas nos Estados Unidos e Canadá, e um total de 129 milhões nas bilheterias em âmbito global. Na esteira do sucesso, ganhou uma sequência e a adaptação para os palcos da Broadway, com libreto da premiada Tina Fey (Saturday Night Live, 30 Rock e Uma Mãe Para o Meu Bebê), composições de Jeff Richmond (Unbreakable Kimmy Schmidt), letras de Nell Benjamin (Legally Blonde), direção e coreografia de Casey Nicholaw (The Book of Mormon). Atualmente, o espetáculo excursiona pelos EUA e conta com uma montagem no West End, em Londres. Já no Brasil, o espetáculo tem direção de Mariano Detry, que também dirigiu “Priscilla, a Rainha do Deserto – o Musical”. FOTO: Divulgação/ Pedro Dimitrow O espetáculo conta a história de Cady Heron, uma adolescente que se muda para os Estados Unidos após viver na África com seus pais. Ela entra em uma nova escola e é acolhida por Janis e Damian, que a apresentam a uma nova estrutura social (high school). Por sugestão de Janis, Cady se envolve com o grupo popular de Karen, Gretchen e liderado por Regina George, mas logo percebe que elas são cruéis e manipuladoras. Cady então resolve fazer elas provarem do próprio veneno. O musical aborda temas como amizade, sororidade, aceitação e as pressões sociais enfrentadas pelos adolescentes de forma realista e muito engraçada. FOTO: Divulgação/ Caio Galucci Teatro Santander Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041 – Itaim Bibi Até 29 de junho Ingressos em https://bileto.sympla.com.br/event/99009/d/281682  _________ FOTO: Divulgação/Pedro Dimitrow FOTOS: Divulgação/ Pedro Dimitrow e Divulgação/ Caio GalucciThe post Com Danielle Winits, musical Meninas Malvadas é sucesso no Teatro Santander first appeared on GoWhere - Lifestyle e Gastronomia.

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Redação NTD
Cultura

5 bartenders renomados revelam seus drinks favoritos

07 de abril de 2025 | Por Redação NTD

Um bom drink vai além da mistura de ingredientes — ele carrega histórias, memórias e, muitas vezes, a assinatura criativa de quem o prepara. Pensando nisso, convidamos alguns dos nomes mais respeitados da coquetelaria brasileira para compartilhar sua bebida favorita. As escolhas vão dos clássicos aos autorais, com elementos que refletem técnica, afeto e até um pouco de ousadia. Confira:  Michelly Rossi, chefe de bar do Bar dos Arcos O drink favorito da especialista é o Tommy’s Margarita, que leva Don Julio Blanco, cítricos e calda de agave. “Refrescante, equilibrado e com um toque sofisticado. Esta é uma variação da margarita tradicional que leva mel de agave no lugar do triple sec e é servida em copo baixo com gelo. O que me agrada mais em questão de temperatura é o mel de agave, que traz um dulçor mais equilibrado ao coquetel”. Tommys Margarita, do Bar dos ArcosNani Rodrigues/Divulgação Pedro Piton, chefe de bar do Animus e A Casa da Esquina “Meu drinque favorito é o Sazerac, um clássico de Nova Orleans que conquistou meu coração. Minha receita preferida leva uma combinação de conhaque, Rye Whiskey, açúcar, Peychaud’s Bitters, um toque de Angostura e perfume de absinto”, diz. “Minha história com ele começou há cerca de oito anos, quando passei a frequentar bares de coquetelaria e me aprofundar nesse universo. Foi amor à primeira vista — ou ao primeiro gole. Além dos sabores marcantes, o que me encanta é seu valor histórico e a memória afetiva que ele carrega.” SazeracPedro Piton/Divulgação Continua após a publicidade Renata Nascimento, chefe de bar do Bargo A bebida favorita de Renata é a Old Umami, que leva Rye Whiskey, bourbon, angostura bitter, jerez Pedro Ximenez e tintura de cogumelo. “Esta é uma versão autoral do Old Fashioned. Incluí um dos ingredientes que mais amo, o vinho jerez, capaz de adicionar uma riqueza singular ao coquetel”, comenta. “A combinação sugere uma bebida sofisticada, com camadas de sabor e um toque terroso e umami da tintura de cogumelo.” Old UmamiRicardo Dangelo/Divulgação Kleber Gomes, chefe de bar do grupo Rubaiyat Segundo Kleber, seu drink preferido atualmente é o autoral da nova carta do restaurante: Liberdade. Os ingredientes contam com shrub de pêra – um xarope de frutas concentrado e avinagrado, em geral picante e ácido –, gin escocês, grapa, mix de pepino e manjericão, além de pera fresca.  “O Liberdade para mim é especial porque a grapa harmonizou muito bem com o shrub de pêra, o pepino e o manjericão. O gin deixou a bebida muito sutil e saborosa, fazendo um coquetel complexo de sabores”, ressalta.  Continua após a publicidade LiberdadeMarcus Fabrinni/Divulgação Anderson Alves, chefe executivo de bar do Gurumê Anderson elege o Gurumê Spritz como preferido. Ele une aperol, licor de ume, néctar de caju, espumante brut e é finalizado com uma rodela de caju e hortelã. “Esta é uma releitura do clássico Aperol Spritz. Além de ser um dos mais vendidos da nossa carta, gosto muito do tom tropical, além de ser refrescante. A doçura do licor de ume e do néctar de caju harmoniza com o amargor do Aperol. O resultado final ficou autêntico e a cara do Rio de Janeiro, do sol e do verão”. Gurumê SpritzGuilherme Lessa/Divulgação   RelacionadasCozinhaFitzgerald: 5 receitas de versões diferentes do drink5 mar 2025 - 14h03CozinhaDrinks de verão: Salton ensina a preparar opções para a temporada mais quente do ano!27 fev 2025 - 10h02CozinhaDia da cachaça: 20 receitas de drinks para fazer em casa13 set 2024 - 10h09 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Continua após a publicidade Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade

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Redação NTD
Cultura

Joy Project Brewing: a premiada cervejaria que já produziu mais de 200 rótulos autorais de diferentes estilos

06 de abril de 2025 | Por Redação NTD

  Nos últimos meses, a produção de bebidas alcoólicas no Brasil registrou um crescimento significativo, com registro de aumento de 10,6% em julho de 2024 em comparação com o mesmo mês de 2023, conforme dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do IBGE. Além disso, segundo um estudo realizado pela Brazil Panels, em parceria com a Agência Conexão Vasques, 61% dos brasileiros maiores de 18 anos consomem cerveja, sendo que cerca de um terço, ou seja, 32,8% da população, consome essa popular bebida ao menos uma vez por semana.   Nesse positivo cenário, te convidamos a conhecer a Joy Project Brewing, uma premiada cervejaria que já produziu mais de 200 rótulos autorais de diferentes estilos.   Localizada em Curitiba, no Paraná, um dos principais centros cervejeiros do Brasil, a marca trabalha com cervejas que levam cupuaçu, acerola e até caju nas suas composições. “As cervejas do estilo Sour são muito consumidas nos dias de calor. O alto nível de refrescância e aquele sabor azedinho em decorrência do uso de diferentes frutas acabam conquistando o público cervejeiro, seja pelo paladar ou pela curiosidade de provar algo diferente. Na Joy, temos a linha Breeze, com diferentes rótulos Sour com frutas sazonais irreverentes, como cupuaçu, acerola, caju, maracujá, graviola, pêssego, goiaba, entre outros”, realça Everton Delfino, de 38 anos, um dos sócios da cervejaria.   Joy Project Brewing – Foto: Johanne Lourenço   Em entrevista exclusiva à Rede Food Service, Delfino, que é formado em Economia, relata que “o propósito principal da Joy é sempre trazer novidades, irreverências nos rótulos, nos estilos que produzimos e nos insumos que utilizamos. Fazemos cervejas diferentes todos os meses. Temos alguns rótulos de linha, mas, na grande maioria, não repetimos receitas. E nós já lançamos mais de 250 rótulos diferentes. E, como produtores cervejeiros desde a época da cerveja caseira, eu e os meus sócios sempre tivemos o objetivo de apostar na criatividade e na experimentação. É o que nos motiva”, explica.   Joy Project Brewing – Foto: Johanne Lourenço   Cabe realçar que, entre os rótulos do estilo Sour da Joy Project Brewing, estão a Ghost Breeze – Fruited Sour Ale (R$ 22 – 473ml), que leva caju, manga e pêssego com teor alcoólico de 5,5% e IBU 3; a Garden Breeze – Fruited Sour Ale, preparada com tangerina e pêssego, resultando em uma combinação leve e refrescante com teor alcoólico de 6,8%; a Summer Breeze- Fruited Sour Ale, uma opção refrescante e equilibrada com graviola com teor alcoólico de 5,5% e IBU 3; a Spring Breeze – Fruited Sour Ale, uma cerveja que puxa para o azedinho com uma dose alta de maracujá e goiaba e teor alcoólico de 5,2% e IBU 3; e a Trippy Breeze – Fruited Sour Ale, carregada de amora e goiaba, resultando em um rótulo com cor e acidez vivas. Seu teor alcoólico é de 5,5% e IBU 3; e tem também a Jungle Breeze – Fruited Sour Ale (R$23 – 473ml), uma opção que leva cupuaçu com teor alcoólico de 5,5% e IBU 3.   QUE TAL CONHECER MAIS SOBRE A HISTÓRIA DA JOY PROJECT BREWING?   É só, na sequência, conferir:   O NEGÓCIO JOY PROJECT BREWING COMO SURGIU A IDEIA DA JOY PROJECT BREWING ATUAIS SERVIÇOS E FUNCIONAMENTO DA JOY PROJECT BREWING RESULTADOS JÁ ALCANÇADOS POR MEIO DA JOY PROJECT BREWING PLANOS DE CRESCIMENTO PARA A JOY PROJECT BREWING   O NEGÓCIO JOY PROJECT BREWING   Para além de uma premiada cervejaria, a Joy Project Brewing “é um projeto que nasceu em 2018 comigo e com o Diego Nery, com o objetivo de trazer coisas novas para a cena cervejeira, combinando a nossa paixão e o prazer de fazer cerveja, o que acaba refletindo na forma como nos comunicamos. É um hobby que se profissionalizou e, depois, o Paulo Matulle trouxe toda a sua experiência para a nossa marca”, apresenta Delfino.   Joy Project Brewing – Foto: Johanne Lourenço   O Economista e empresário acrescenta que “o grande diferencial da Joy Project Brewing é sempre experimentar coisas novas e apresentar rótulos irreverentes por meio de uma linguagem mais leve, com identidades que fazem referência a diversos segmentos da cultura, ficando atento às tendências do cinema, da música, arte, entre outros. O nosso nicho é focado no público que busca novidades e novas experiências por meio da cerveja”, enfatiza.   COMO SURGIU A IDEIA    Em relação a como surgiu a ideia da Joy Project Brewing, Delfino relata que “tudo começou, na verdade, no final de 2017, quando estávamos em uma viagem pela Califórnia, nos Estados Unidos. E, quando descíamos a Costa Oeste de motorhome e fomos visitando várias cervejarias por lá, ficamos cada vez mais apaixonados pelo segmento”, relembra.   Confira as principais tendências do setor de bebidas para 2025   ATUAIS SERVIÇOS E FUNCIONAMENTO DA JOY PROJECT BREWING   As atuais instalações da Joy Project Brewing ficam no bairro Xaxim, mesma região onde os sócios da marca nasceram e cresceram. O local une as operações de produção e consumo da marca, sendo possível conferir as cervejas originais e as colaborativas nas 15 torneiras de chopes disponíveis, assim como opções gastronômicas que fazem parte do cardápio. “Nós apostamos em um atendimento leve e informal com o Bar da Fábrica, onde produzimos e comercializamos as nossas cervejas. Lá, o público também pode conhecer o nosso cardápio gastronômico, com opções de hambúrgueres e porções, além de conferir nossos rótulos em nossas 15 torneiras de chopes, assim como opções em latas.  Assim como, também atuamos pelo nosso site oficial – www.//loja.joyproject.com.br – e pontos de venda, além de trabalharmos com produção cigana para outras marcas, porém, em menor escala”, esclarece Delfino.   Joy Project Brewing – Foto: Johanne Lourenço   O Economista e empresário informa ainda que, “em relação ao nosso funcionamento, a fábrica opera em horário comercial normal, de segunda a sexta-feira. Já a operação do bar ocorre nas quartas e quintas-feiras, das 18h às 22h, nas sextas-feiras, das 18h às 23h e, aos sábados, das 14h às 23h. Nós contamos com música ao vivo todos os sábados”, convida.   RESULTADOS JÁ ALCANÇADOS POR MEIO DA JOY PROJECT BREWING   Apesar de já ser uma premiada cervejaria, Delfino pontua que “não participamos muito de concursos com a Joy Project Brewing, pois não faz parte da nossa estratégia. Porém, já ganhamos prêmios voltados ao segmento, mas acreditamos que o nosso resultado pode ser medido por meio da nossa representatividade no meio cervejeiro, em que a Joy é referência de qualidade em Curitiba. Com isso, nós procuramos sempre participar de festivais voltados ao público apreciador da cultura cervejeira, em que conseguimos atender perfis de várias regiões do Brasil”, pontua.   PLANOS DE CRESCIMENTO   Por fim, o Economista e empresário revela que ele os seus dois sócios possuem planos para o futuro da Joy Project Brewing, uma vez que “estamos em uma fase de crescimento estratégico. Nós crescemos, atingimos um volume relevante de produção e, agora, estamos alinhando estratégias de lançamentos, marketing, conceito e visual da marca. Queremos também fortalecer o nosso bar da fábrica. E, no mercado cervejeiro, existem ondas de crescimento e diminuição, em que a própria seleção natural acaba mantendo as marcas mais fortalecidas. Porém, para se manter nesse meio, é necessário sempre apresentar inovação para atender diferentes públicos, se reinventar”, assinala.   ESPECIALISTA EM SUPPLY CHAIN NO FOOD SERVICE | Rogerio Buhrer no Rede Food Cast O post Joy Project Brewing: a premiada cervejaria que já produziu mais de 200 rótulos autorais de diferentes estilos apareceu primeiro em Rede Food Service.

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Redação NTD
Cultura

É errado cantar em uma peça de teatro musical?

03 de abril de 2025 | Por Redação NTD

O retorno de Wicked ao teatro tem sido um grande sucesso. Com a expectativa gerada pelo lançamento do filme, muitos fãs voltaram à peça para celebrar e prestigiar a nova montagem brasileira. No entanto, algumas reações na plateia têm ultrapassado os limites do esperado para um espetáculo como este: em um entusiasmo excessivo, algumas pessoas estão cantando alto junto com os atores. O comportamento, que causou um burburinho na internet, gerou a discussão se isso pode, ou não, comprometer a experiência do público e a performance dos artistas. Em geral, o ato é considerado inadequado porque, diferente de shows e concertos, onde a interação do público é incentivada, o musical é cuidadosamente ensaiado e planejado para que a performance dos artistas seja o foco principal. Eles, inclusive, dependem de sua voz, atuação e conexão com o público para contar a história de forma eficaz. E se outras pessoas cantam junto, pode atrapalhar a imersão, distrair os intérpretes e até prejudicar a compreensão da trama.  <span class="hidden">–</span>Reprodução/Reprodução Na página oficial do Instagram, foi publicado um comunicado dizendo que “na primeira sessão, alguns fãs cantaram o refrão de Desafiar a Gravidade, música icônica do final do primeiro ato. Isso não se repetiu nas demais sessões como tem sido divulgado”. O post também comenta que, “se necessário, a sessão será interrompida ao menor sinal de comportamento que prejudique as pessoas presentes no Teatro Renault”.  Myra Ruiz, protagonista, se pronunciou sobre as polêmicas A protagonista, Myra Ruiz, comentou brevemente no Instagram que nunca se sentiu ofendida e que as vozes não a atrapalharam: “quando vem a gritaria e a massa sonora, não ouço minha própria voz. Mas ainda assim, consigo manter o foco. Mas lendo o que as pessoas estão dizendo, venho fazer esse pedido para a gente tomar cuidado… a gente tem que chegar no meio termo.” Continua após a publicidade Uma breve pesquisa sobre o tema nas redes sociais ainda levanta outra questão: não é difícil encontrar vídeos de trechos icônicos da montagem – ato que desrespeita a apresentação. Isso porque a peça tem retorno financeiro a partir dos ingressos e, se parte dela é disponibilizada online, isso pode fazer com que as pessoas desistam de comparecer.   Sobre isso, a equipe reitera que “qualquer foto ou gravação do espetáculo é terminantemente proibida, e o uso de smartphones prejudica a experiência de seus companheiros de plateia, além de distrair os atores”. No entanto, há exceções, como em musicais interativos ou sessões especiais voltadas para fãs, onde cantar junto pode ser incentivado. Se houver dúvida, o ideal é seguir o comportamento orientado pela produção e respeitar o ambiente da apresentação. RelacionadasCulturaThai de Melo abraça nova fase em sua carreira com estreia no teatro7 ago 2024 - 13h08CulturaOs looks mais impactantes de ‘Wicked’, vencedor de Melhor Figurino no Oscar 20253 mar 2025 - 02h03CulturaWicked: 6 diferenças entre o filme e a peça23 nov 2024 - 06h11   Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Continua após a publicidade Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade

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Redação NTD
Cultura

Regina Duarte detona remake de ‘Vale Tudo’: “Arrepiada de pânico”

02 de abril de 2025 | Por Redação NTD

Regina Duarte, que viveu Raquel na versão original de “Vale Tudo” (1988), comentou a nova versão da novela, que estreou na última segunda-feira (31), na Globo. Em entrevista, a atriz mostrou-se receosa com as mudanças no enredo. “Preciso confessar que não sou simpatizante de remakes, especialmente aqueles que se baseiam em grandes sucessos”, declarou à revista “Marie Claire”. Entre as mudanças que a atriz estranha está a de gênero do garoto Gildo (Fernando Almeida em 1988), que agora será Gilda (Letícia Vieira). “Fico toda arrepiada de pânico com tal subversão. Aí penso, indignada: ‘não mexe, cara! Faz outra!'”, disse. Gilda será uma garota de comunidade que teve poucas oportunidades na vida e vive de pequenas e médias contravenções até que sua vida muda quando conhece Raquel (Taís Araujo), ajudando-a a vender sanduíches na praia. Regina Duarte e Glória Pires viveram Raquel e Maria de Fátima na novela Vale Tudo (1988)Divulgação/TV Globo A autora Manuela Dias fará alterações nesta versão – entre elas a de “quem matou Odete Roitman” – que aparecerá pela primeira vez na trama apenas no capítulo 24, que irá ao ar no aniversário de 60 anos da Globo, no próximo dia 26. Continua após a publicidade RelacionadasCultura“Vale Tudo”: quem é quem no remake da novela?30 mar 2025 - 05h03CulturaQuando Odete Roitman aparece em “Vale Tudo”? Confira a data!31 mar 2025 - 12h03NotíciasApós entrevista, Regina Duarte é processada por apologia à ditadura21 jun 2020 - 19h06 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Continua após a publicidade Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade

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Redação NTD
Cultura

Imobiliária Coelho da Fonseca celebra 50 anos de história com lounge na SP-Arte 2025

02 de abril de 2025 | Por Redação NTD

A imobiliária Coelho da Fonseca completa 50 anos e, para marcar esse momento especial, eles criaram um lounge exclusivo na SP-Arte 2025, a maior feira de arte da América Latina, refletindo a forte sinergia entre o universo imobiliário de alto padrão e o mundo das artes, dois segmentos que compartilham valores como exclusividade, estética e legado. O evento, que acontece até 6 de abril no Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera, reunirá artistas, galerias e colecionadores do Brasil e do mundo. “A arte tem o poder de transformar espaços e conectar pessoas, e acreditamos que essa valorização do estético e do cultural dialoga diretamente com o nosso trabalho no mercado imobiliário de alto padrão. Patrocinar a maior feira de arte da América Latina em um momento tão emblemático para nós reforça nossa identidade como uma empresa que valoriza a excelência em todas as formas de expressão, seja na concepção de empreendimentos icônicos, seja no incentivo à cultura e à arte”, afirma Alvaro Marco Coelho da Fonseca, Diretor Executivo da Imobiliária. Para Luiz Alfredo Coelho da Fonseca, também diretor da empresa, o envolvimento da imobiliária na SP-Arte 2025 reforça uma jornada consolidada de apoio à cultura. “Nosso apoio à SP-Arte reforça esse compromisso e nos permite contribuir ativamente para a cena artística, proporcionando experiências que inspiram o público”, afirma. A Coelho da Fonseca tem uma trajetória consolidada no apoio à arte, patrocinando a edição de 2024 da SP-Arte e promovendo iniciativas ao lado de grandes nomes do setor, como os colecionadores Bernardo Paz e José Olympio. Em 2024, a imobiliária também apoiou a reinauguração da Galeria Continua e, ao longo de toda a sua história, apoiou e esteve presente no fortalecimento de inúmeros outros espaços de arte. Além disso, as sedes da empresa sempre receberam obras de renomados artistas, reafirmando a arte como parte da sua essência e de seu compromisso com a valorização da cultura. ________ FOTOS: DivulgaçãoThe post Imobiliária Coelho da Fonseca celebra 50 anos de história com lounge na SP-Arte 2025 first appeared on GoWhere - Lifestyle e Gastronomia.

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Redação NTD
Cultura

“Amor, o Próprio”: Sofia Menegon estreia na literatura com lançamento na Livraria da Vila

01 de abril de 2025 | Por Redação NTD

Sofia Menegon lança seu primeiro livro, “Amor, o Próprio”, nesta terça-feira (1), na  Livraria da Vila, em Pinheiros, zona Oeste de São Paulo, a partir das 19h00. Ex-colunista de CLAUDIA e idealizadora do podcast “Louva a Deusa“, Sofia explora em textos curtos, a partir de suas experiências, as muitas nuances do sentimento nos dias atuais. “Estou lançando meu primeiro livro, uma coletânea de contos, crônicas e pensatas sobre o amor. Um livro que só existe porque, antes, existiu a coluna em CLAUDIA e sou muito grata por isso”, disse. “Amor, o Próprio”, primeiro livro de Sofia MenegonDivulgação/Divulgação Comunicadora, feminista, LGBT e pesquisadora de relacionamentos e questões de gênero, Sofia Menegon escreveu sua primeira poesia sobre desigualdades sociais aos 7 anos. Em “Amor, o Próprio”, a autora compartilha suas reflexões sobre os primeiros e os livres amores, as partidas, os delírios, as dores, as aspirações e as diversas formas de afeto. “Neste livro, (re)descobrimos as infinitas formas de amor e também de amar, mas ‘sem felizes para sempre’, como escreve a autora. No fim, acho que a coisa mais bonita sobre o amor é a sua própria contradição”, escreveu Marcela Scheid, autora de “Estavelmente instável”, ao analisar o conteúdo. A obra chega às livrarias pela Editora Planeta. Continua após a publicidade View this post on Instagram A post shared by Planeta de Livros Brasil (@planetadelivrosbrasil) Lançamento do livro “Amor, o Próprio”, de Sofia Menegon Quando: Terça-feira, 1 de abril, às 19h00 Onde: Livraria da Vila (Rua Fradique Coutinho, 915, Pinheiros, São Paulo) Informações: (11) 3814-5811 RelacionadasCultura5 livros de autoras coreanas que estão bombando em 202524 mar 2025 - 09h03Amor e SexoSofia Menegon e Caroline Apple dão dicas para um diálogo assertivo no amor10 mar 2023 - 17h03Cultura5 livros com lições valiosas sobre o amor16 mar 2025 - 04h03 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Continua após a publicidade Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade

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Cultura

SP Arte, maior feira de arte da América Latina, reune mais de 200 expositores este ano

01 de abril de 2025 | Por Redação NTD

A SP-Arte – maior feira de Arte da América Latina – chega a 21ª edição como um ponto de encontro essencial para artistas, galeristas, designers, curadores, colecionadores e pesquisadores. Este ano, ela acontece entre  2 e 6 de abril e reúne cerca de 200 expositores, entre galerias de arte, estúdios de design, instituições culturais, espaços independentes e editoras. Nesta edição o número de designers sobe para 81, com a participação de 16 estreantes. Entre eles, estão nomes como Designers Group, Lucas Recchia, Bonni, Rodrigo Ohtake para Granistone e a recém-inaugurada Jequitibá, de Guilherme Castello Branco. Além disso, participam pela primeira vez gigantes do design brasileiro reconhecidos internacionalmente, como Attom, de Carlos Motta, e Sergio Rodrigues Atelier, ao lado de expositores recorrentes como Etel, Jacqueline Terpins e ,ovo. No setor Arte, participam 102 galerias, com 9 estreantes e 12 internacionais. Entre os estreantes, estão o Sergio Rodrigues Atelier, que celebra o centenário do designer e arquiteto reconhecido internacionalmente com “provas de artista” da “Poltrona Chifruda”, e a Attom, estúdio atua há mais de 45 anos com peças autorais feitas em madeira e leva ao evento uma seleção de móveis feitos com madeira reutilizada. A exposição “Inteligência material”, patrocinada pela Arauco e com curadoria de Livia Debbane e Camilo Oliveira, enfatiza a relação entre designer e matéria-prima, destacando criações de jovens designers brasileiros e latino-americanos. Destaque também para a agenda ampliada de conversas com a criação do Palco SP-Arte, no terceiro andar. Além dos bate-papos com artistas consagrados na Arena Iguatemi, o novo espaço oferecerá uma programação inédita de debates sobre mercado e colecionismo com convidados nacionais e internacionais. FOTO: Divulgação SP-Arte/ James Lisboa Pavilhão da Bienal Av. Pedro Álvares Cabral, s/n, portão 3 – Parque Ibirapuera _________ FOTO: Divulgação SP Arte/ Felipe Beltrame (destaque) e Divulgação SP-Arte/ James Lisboa The post SP Arte, maior feira de arte da América Latina, reune mais de 200 expositores este ano first appeared on GoWhere - Lifestyle e Gastronomia.

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Cultura

Gabriela Duarte faz espetáculo solo inspirado em clássico da literatura feminista

28 de março de 2025 | Por Redação NTD

A atriz Gabriela Duarte assume um novo desafio no teatro com o espetáculo O papel de parede amarelo e EU, seu primeiro solo, sob a direção de Alessandra Maestrini e Denise Stoklos. O espetáculo ficará em cartaz até 1 de junho no Teatro Estúdio, nos Campos Elíseos. A montagem é inspirada no livro O Papel de Parede Amarelo. Publicado em 1892, o conto de Charlotte Perkins Gilman (1860-1935) é considerado um marco da literatura feminista por abordar temas como o controle sobre o corpo feminino e saúde mental, que permanecem atuais.  Gabriela Duarte e diretoras do espetáculo FOTO: Divulgação/ Priscila Prade A narrativa retrata a história de uma mulher confinada em um quarto pelo marido, que desenvolve uma obsessão pelo papel de parede. No entanto, a peça vai além do conto de Gilman e traz o posicionamento da própria Gabriela como mulher. O espetáculo é um manifesto, dizem Alessandra e Denise, e vai além do aprisionamento da personagem. “Todos sonhamos com o desligamento das questões opressivas que o texto traz de formas metafóricas, mas que nós conhecemos em diferentes níveis na sociedade atual. É um espetáculo muito contemporâneo”, explicam. A parceria Maestrini e Stoklos traz ao público, além do mergulho nas diversas camadas do texto e da performance, um novo conceito estético, que brota do limiar entre a instalação, a performance, a dança e o teatro. FOTO: Divulgação/ Priscila Prade De 28 de março a 1º de junho  Teatro Estúdio Rua Conselheiro Nébias, 891 – Campos Elíseos Sextas, às 21h, Sábados, às 20h e domingos, às 18h. Ingressos em https://bileto.sympla.com.br/event/103211  _________ FOTOS: Divulgação/ Priscila PradeThe post Gabriela Duarte faz espetáculo solo inspirado em clássico da literatura feminista first appeared on GoWhere - Lifestyle e Gastronomia.

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Redação NTD
Cultura

Conheça lago na Turquia que poderia estar em Marte, segundo cientistas

25 de março de 2025 | Por Redação NTD

Nem só de belas paisagens vive esse paraíso na Turquia. O Lago Salda se assemelha à Cratera Jezero, em Marte, e tem chamado a atenção de cientistas. A bacia do local possui uma composição geológica única, criada no fundo de um oceano, quando a crosta oceânica se separou e formou novas rochas diretamente do interior da Terra - processo que causou a semelhança com o ambiente marciano. Esse fato despertou grande interesse entre os especialistas, ainda mais em um momento em que a humanidade está voltando sua atenção para o Planeta Vermelho como um possível destino para uma missão tripulada. SIGA CNN VIAGEM & GASTRONOMIA TAMBÉM EM OUTRAS PLATAFORMAS Instagram: https://www.instagram.com/cnnviagemegastronomia Tiktok: https://www.tiktok.com/@cnnviagemegastronomia Pinterest: https://br.pinterest.com/CNNBrasil/ Newsletters: https://newsletter.cnnbrasil.com.br

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Redação NTD
Cultura

5 livros de autoras coreanas que estão bombando em 2025

24 de março de 2025 | Por Redação NTD

A literatura coreana segue conquistando espaço no cenário internacional, e em 2025, as autoras estão no centro das atenções. Elas escrevem narrativas complexas que abordam temas como identidade, relações humanas e as dores da vida moderna. Com estilos que vão do drama intimista ao suspense psicológico, elas oferecem novas perspectivas sobre questões sociais e culturais, cativando leitores ao redor do mundo. Os romances, inclusive, são pautas para a trend #BookTok, uma série de vídeos criados no TikTok que estimulam os fãs de livros na plataforma. Abaixo, veja os favoritos: A Vegetariana, por Han Kang  Um exemplo é a autora Han Kang, a mais recente ganhadora do Nobel de literatura. A obra conta a história de uma mulher comum que, pela simples decisão de não comer mais carne, transforma uma vida aparentemente sem maiores atrativos em um pesadelo perturbador e transgressivo. Narrado a três vozes, ele apresenta o distanciamento progressivo da condição humana de uma mulher que decidiu deixar de ser aquilo que marido e família a pressionaram a ser a vida inteira. É uma história sobre rebelião, tabu, violência e erotismo escrita com a clareza atordoante das melhores e mais aterradoras fábulas. @book.ster #resenhasdobookster A vegetariana, de Han Kang Perturbador. Se me pedissem para descrever o fenômenos sul-coreano, que vendeu milhões de exemplares pelo mundo, em apenas uma palavra, não teria dúvidas na resposta. E se para muito leitores o livro foi longe demais, causando um incômodo que prejudicou a experiência, para mim “A Vegetariana” foi uma leitura excelente. Nos últimos meses, o livro voltou às prateleiras de mais vendidos depois do anúncio do Prémio Nobel de Literatura de 2024 à autora Han Kang. O resultado causou certa surpresa no mercado literário, já que a Academia Sueca não costuma escolher autores tão jovens e que costumam vender tantos livros, como se o aspecto comercial fosse uma chancela – negativa – da qualidade literária das obras. Na minha opinião, nada mais injusto do que esse pensamento. Sobre o enredo, não espere uma leitura relacionada ao título. Há, sim, uma personagem que de um dia para o outro decide parar de comer carne. Mas isso é só o início de um comportamento peculiar e sem muitas explicações que acaba tumultuando todos aos seu redor. O que se sabe é que Yeonghye tem sonhos misteriosos, que acabam conduzindo as suas decisões e o seu afastamento social gradativo. E o mistério é reforçados pelas distintas vozes que nos apresentam a narrativa – nenhuma delas de Yeonghye. Em um primeiro momento temos a perspectiva do seu marido e o espanto gerado pela abrupta mudança da personagem. Na segunda parte, a história passa a ser contada pelo cunhado de Yeonghye, que passa a trazer um aspecto erótico e mais perturbador para as páginas. E, por fim, é a irmã da vegetariana que finaliza a obra. Por trás de uma decisão aparentemente inocente, temos uma família problemática, uma infância delicada e uma denúncia da opressão feminina e uma reflexão sobre a nossa concepção de loucura – até porque não temos o ponto de vista de Yeonghye. Em diversos momentos fiquei com o estômago embrulhado e, ao mesmo tempo, com dificuldade de largar aquelas páginas. Se você não se importa com um romance perturbador, “A vegetariana” é uma escolha certeira e que te deixará pensando por muitos dias Nota 10/10 #avegetariana #HanKang #literatura ♬ som original – booksterpedro Amêndoas, por Won-Pyung Sohn  Yunjae nasceu com uma condição neurológica chamada alexitimia, ou a incapacidade de identificar e expressar sentimentos, como medo, tristeza, desejo ou raiva. Ele não tem amigos ― as duas estruturas em forma de amêndoas localizadas no fundo de seu cérebro causaram isso ―, mas a mãe e a avó lhe proporcionam uma vida segura e tranquila. O pequeno apartamento em que moram, acima do sebo da mãe, é decorado com cartazes coloridos com lembretes de quando sorrir, quando agradecer e quando demonstrar preocupação. Continua após a publicidade Então, no seu décimo sexto aniversário, véspera de Natal, tudo muda. Um ato chocante de violência destrói tudo que Yunjae conhece, deixando-o sozinho. Lutando para lidar com a perda, o garoto se isola no silêncio, até a chegada do problemático colega de escola Gon.   @zmariooo Amêndoas é MUITO bom não aceito menos #booktokbrasil #amendoas #livro ♬ som original – Z Mario Bem-Vindos À Livraria Hyunam-Dong, por Hwang Bo-Reum  Yeongju tem se sentido desmotivada. Sua vida se tornou uma sucessão de frustrações e ela sente um vazio eterno no peito. Cansada de viver assim, ela decide deixar tudo para trás e colocar em prática um antigo sonho: abrir uma livraria. Mas começar um negócio nunca é fácil, e ela precisa aprender que ser uma amante dos livros não é o suficiente para tornar o seu sonho realidade. Conforme vai entendendo como administrar um negócio, Yeongju também descobre mais sobre si mesma e quem ela quer ser. Cercada por livros, ela encontra um novo significado para a vida à medida que a Livraria Hyunam-dong se transforma em um espaço convidativo para que almas feridas descansem, se curem e descubram o que realmente importa. E quando os clientes começam a se sentir confortáveis para compartilhar suas histórias, experiências, esperanças e emoções naquele espaço, finalmente sente que encontrou o seu lugar. Continua após a publicidade @otiagovalente um livro pra quem precisa de um abraço titulo: bem-vindos à livraria hyunam-dong #livros #booktok #booktokbrasil ♬ som original – Tiago Valente Pachinko, por Min Jin Lee  No início dos anos 1900, a adolescente Sunja, filha adorada de um pescador aleijado, apaixona-se perdidamente por um rico forasteiro na costa perto de sua casa, na Coreia. Esse homem promete o mundo a ela, mas, quando descobre que está grávida ― e que seu amado é casado ―, Sunja se recusa a ser comprada. Em vez disso, aceita o pedido de casamento de um homem gentil e doente, um pastor que está de passagem pelo vilarejo, rumo ao Japão. A decisão de abandonar o lar e rejeitar o poderoso pai de seu filho dá início a uma saga dramática que se desdobrará ao longo de gerações por quase cem anos. Neste romance movido pelas batalhas enfrentadas por imigrantes, os salões de pachinko ― o jogo de caça-níqueis onipresente em todo o Japão ― são o ponto de convergência das preocupações centrais da história: identidade, pátria e pertencimento. Para a população coreana no Japão, discriminada e excluída ― como Sunja e seus descendentes ―, os salões são o principal meio de conseguir trabalho e tentar acumular algum dinheiro. Continua após a publicidade Uma grande história de amor, Pachinko é também um tributo aos sacrifícios, à ambição e à lealdade de milhares de estrangeiros desterrados. Das movimentadas ruas dos mercados aos corredores das mais prestigiadas universidades do Japão, passando pelos salões de aposta do submundo do crime, os personagens complexos e passionais deste livro sobrevivem e tentam prosperar, indiferentes ao grande arco da história. @biaamaralt vlog de leitura de pachinko :)) #booktok #booktokbrasil #pachinko #vlogdeleitura #livros #amoler #literatura #bookstan #foryou #fyp ♬ Cry by Cigarettes After ___ – Your Audio Girl Kim Jiyoung, Nascida em 1982, por Cho Nam-Joo  Kim Jiyoung, Nascida em 1982, por Cho Nam-JooReprodução/Reprodução Continua após a publicidade Em um pequeno apartamento nos arredores da frenética Seul vive Kim Jiyoung. Uma millennial comum, Jiyoung largou seu emprego em uma agência de marketing para cuidar da filha recém-nascida em tempo integral ― como se espera de tantas mulheres coreanas. Mas, em pouco tempo, ela começa a apresentar sintomas estranhos, que preocupam o marido e os sogros: Jiyoung personifica vozes de outras mulheres conhecidas ― vivas e mortas. A estranheza de seu comportamento cresce na mesma proporção que a frustração do marido, que acaba aconselhando a esposa a se consultar com um psiquiatra. Toda a sua trajetória é, então, contada ao médico. Nascida em 1982 e com o nome mais comum entre as meninas coreanas, Kim Jiyoung rapidamente se dá conta de como é desfavorecida frente ao irmão mimado. Seu comportamento sempre é vigiado e cobrado pelos homens ao seu redor: desde os professores do ensino fundamental, que impõem uniformes rígidos às meninas, até os colegas de trabalho, que instalam uma câmera escondida no banheiro feminino para postar fotos íntimas das mulheres em sites pornográficos. A vida dolorosamente comum de Kim Jiyoung vai contra os avanços da Coreia do Sul, uma vez que o país abandona as políticas de controle de natalidade e “planejamento familiar” ― que privilegiava o nascimento de meninos ― e aprova uma nova legislação contra a discriminação de gênero. Diante de tudo isso, será que seu psiquiatra pode curá-la ou sequer descobrir o que realmente a aflige?  @amy.livros Li Kim Jiyoung nascida em 1982, fiquei extremamente deprimida, adorei, favoritei e agora vim indicar pra você com participação especial de algo que aparentemente é um terçol no meu olho kkk #booktok #livros #booktokbrasil ♬ som original – Amanda Maciel Continua após a publicidade RelacionadasCulturaCarla Madeira está prestes a fazer história na literatura brasileira; entenda14 fev 2025 - 15h02CulturaQuem é Han Kang, escritora sul-coreana que ganhou o Prêmio Nobel de Literatura 202410 out 2024 - 11h10CulturaAline Bei e Ryane Leão evocam o poder da literatura na Casa Clã7 mar 2023 - 15h03 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. 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Redação NTD
Cultura

Livro ‘Documentadas’ registra histórias e fotos de mulheres LGBTQIA+ 

23 de março de 2025 | Por Redação NTD

O tédio da pandemia despertou o interesse da fotógrafa Fernanda Piccolo pela história da população LGBTQIA+ no Brasil. Passou a estudá-la desde o período da colonização até os dias atuais. Mas sentiu falta de registros que interessavam a ela: os casais de mulheres bissexuais e lésbicas. “A história contava muito sobre gays, vários detalhes sobre eles. Mas nada das mulheres. Quando havia algo, era só ‘ah, a sapatão fez uma coisa aqui, outra ali’, numa posição de luta. Mas qual era a história delas, desses casais, o que elas gostavam de fazer? Construíram uma família?”, conta Piccolo. “Fui procurar em livros estrangeiros e também não tinha nada. Sempre pensei: se eu pegasse uma máquina do tempo e voltasse lá pra 1700, 1600, eu ia encontrar um casal lésbico. Mas não havia registro. Não existe história sobre nós. Como não tem e eu sou fotógrafa, decidi eu mesma criar isso.” E assim, em 2021, nasceu o Documentadas, um projeto de documentação fotográfica e histórica de casais lésbicos, bissexuais e pansexuais. Logo de cara, quarenta casais do Rio de Janeiro, onde Fernanda mora, toparam compartilhar suas memórias. “Eu pensei: ou isso aqui vai dar muito certo ou muito errado”, relembra. Deu bem certo. Fernanda conseguiu apoio financeiro dos casais e de suas seguidoras para retratar mulheres de quase todo o Brasil – ela já visitou 13 estados e fotografou 220 pares. Algumas histórias eram tão fortes que, numa dessas, uma psicóloga se preocupou. “Ela me procurou e perguntou se a mulher tinha apoio psicológico, por que se não tivesse, ela gostaria de oferecer”, diz. Continua após a publicidade Hoje, o site do Documentadas tem uma rede com 100 psicólogas cadastradas para apoiar a população LGBT. Outro apoio financeiro importante veio de um curso patrocinado pela Nivea. “Os finalistas desse concurso poderiam ganhar um incentivo financeiro para lançar algum projeto. Com o dinheiro, eu pude montar uma lojinha de produtos no site e organizei um livro.” Documentadas, editora Funilaria, R$ 155 RelacionadasCulturaRede reúne portfólios de mulheres que trabalham com fotografia pelo Brasil20 abr 2021 - 14h04CulturaPor dentro do Clara Arte, primeiro hotel de luxo em Inhotim21 dez 2024 - 07h12Cultura7 Espaços culturais com boas opções de comida em São Paulo3 set 2024 - 16h09 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Continua após a publicidade Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade

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Redação NTD
Cultura

Valentina Herszage: “a arte mostra o que precisa ser lembrado”

22 de março de 2025 | Por Redação NTD

O filme Ainda Estou Aqui foi um dos destaques do Oscar deste ano. Vencedor na categoria “Melhor Filme Internacional”, o drama dirigido por Walter Salles conta a história da família Paiva durante a ditadura militar após a perda de Rubens.  O longa bateu o recorde de 5,7 milhões de espectadores. “Pessoas que não iam ao cinema há anos foram tomadas por uma emoção incrível. E essa é uma experiência muito importante”, diz Valentina Herszage durante a Casa Clã 2025.  A artista, que interpretou Veroca, a filha mais velha, comentou que sua cena favorita é aquela em que todos dançam na sala de estar – evidenciando a cumplicidade e a amizade entre eles. “Foram três dias de coreografia porque não é como dançamos hoje. O set estava cheio e foi uma loucura, mas muito legal. A trilha sonora também é muito boa, deu destaques para muitos cantores incríveis.” Valentina Herszage: “a arte mostra o que precisa ser lembrado”Flavio Santana/Divulgação Casa Clã 2025 Este é um evento feminino da Editora Abril que celebra o mês da mulher e acontece entre os dias 21 e 22 de março. Os encontros discutem novos caminhos para o futuro e pautas importantes como saúde, menopausa e transição de carreira. Continua após a publicidade A edição ocupa o Casarão Higienópolis, um amplo imóvel de 2.300 metros quadrados em São Paulo, ao lado do Shopping Pátio Higienópolis. Para participar, basta retirar o ingresso gratuito no site do Sympla. RelacionadasLifestyleDona Carmem Virgínia traz menu de sabores marcantes para a Casa Clã 202522 mar 2025 - 14h03LifestyleAngélica e Alice Ferraz falam sobre bem-estar feminino na Casa Clã 202521 mar 2025 - 19h03LifestyleNa Casa Clã 2025, Valentina Herszage fala sobre arte em tempos de transformação19 mar 2025 - 16h03 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Continua após a publicidade Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade

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Redação NTD
Cultura

Renata Vanzetto abre Casa Clã 2025 com almoço autoral

21 de março de 2025 | Por Redação NTD

A Casa Clã 2025, maior evento feminino da Editora Abril, começou em grande estilo. Com um menu assinado pela chef Renata Vanzetto, o almoço para convidadas deu início à programação que traz uma série de conversas sobre as pautas mais importantes do universo feminino. Durante o evento, discutimos novos caminhos para o futuro e encaramos com honestidade problemas antigos, que pedem mudança. O evento celebra o Dia Internacional da Mulher e acontece entre os dias 21 e 22 de março no Casarão Higienópolis, localizado na Avenida Higienópolis, 758, em São Paulo. Saiba como participar da programação gratuita. Helena Galante, diretora de CLAUDIA, ao lado da chef Renata Vanzetto na Casa Clã 2025Flavia Santana/CLAUDIA Prestes a inaugurar o restaurante Motel e a estrear como mentora do programa de TV Chef de Alto Nível, Renata Vanzetto elaborou um cardápio completo especialmente para a 3ª edição da Casa Clã, repleto de pratos com sua assinatura, para a refeição exclusiva para convidados. “Pra mim é maravilhoso estar nesse evento, além de comemorar a capa que fizemos em janeiro. Para mim é muito especial estar aqui hoje com todas essas mulheres com minha comida, fico honrada e muito feliz”, comentou a chef durante a ocasião. Evento que celebra o mês da mulher começou com um almoço para convidadasFlavia Santana/CLAUDIA Continua após a publicidade Deram início ao menu snacks feitos com ingredientes que deixam clara sua assinatura na cozinha: bolinha de tapioca e queijo, molho de goiabada picante; croqueta de jamón, alioli e pimenta verde e, por fim, folha de couve seca, queijo Lua Cheia, avelã, cebola, pera caramelizada e mel. Já à mesa, os participantes foram recebidos com pão e manteiga de limão-cravo e bottarga ralada, além da manteiga de missô e mel. Entre as bebidas, os convidados foram recebidos com opções de não alcóolicos, incluindo um refrescante suco de maracujá com gengibre e mel. O menu assinado por Renata Vanzetto na Casa ClãFlavia Santana/CLAUDIA O almoço teve início com um lanchinho, bem ao estilo de Renata Vanzetto: sandubinha de frango frito, maionese pink, picles de couve-flor e agrião – há também opção vegetariana com abobrinha. Como prato principal, a chef e empresária serve costela assada lentamente, purê de batata com taioba, farofa de polvilho e chips de batata-doce – há opção vegetariana com pupunha. Continua após a publicidade E para adoçar e finalizar a refeição servida aos convidados do evento, Renata serviu uma delicada choux de cheesecake com frutas vermelhas. SOBRE A CASA CLÃ 2025 Casa Clã 2025: acompanhe todas as novidades da ediçãoReprodução/Reprodução Pelo terceiro ano consecutivo, CLAUDIA e Boa Forma organizam a Casa Clã. O maior evento feminino da Editora Abril celebra o mês da mulher com uma série de conversas sobre as pautas mais importantes do universo feminino. Discutimos novos caminhos para o futuro e encaramos com honestidade problemas antigos, que pedem mudança. Em 2025, a Casa Clã volta a ocupar o Casarão Higienópolis, um amplo imóvel de 2.300 metros quadrados em São Paulo, ao lado do Shopping Pátio Higienópolis. Para participar do evento, que acontece nos dias 21 e 22 de março, é preciso fazer um cadastro e retirar o ingresso gratuito no site do Sympla. Continua após a publicidade Entre as atrações confirmadas estão a mesa sobre transição de carreira, com Ana Paula Padrão, e o sarau de poesia da escritora Liana Ferraz. Veja a programação completa. RelacionadasEnsaios & EntrevistasRenata Vanzetto: “Não quero ser uma superchef, quero ser feliz”10 jan 2025 - 08h01LifestyleCasa Clã 2025: tudo o que irá acontecer na 3ª edição do evento6 mar 2025 - 15h03NotíciasChef Renata Vanzetto dará pausa temporária em seu restaurante mais querido10 jan 2025 - 07h01 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Continua após a publicidade Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade

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Redação NTD
Cultura

Na Casa Clã 2025, Valentina Herszage fala sobre arte em tempos de transformação

19 de março de 2025 | Por Redação NTD

Valentina Herszage conhece bem a necessidade de falar sobre uma sociedade em transformação. Isso porque ela trabalhou nos filmes O Mensageiro, A Batalha da Rua Maria Antônia e Ainda Estou Aqui, ambos sobre as mazelas causadas pela Ditadura Militar no Brasil.  “Meu bisavô foi preso durante a ditadura por ter sido contra o golpe em 1964. Naquela época, a minha avó tinha 18 anos e acabado de ter o primeiro filho”, afirma. “Ela sempre contou como foi a experiência dos militares entrando em casa e as visitas ao marido, preso em Niterói. Ou seja, são histórias que fazem parte da minha vida.” O recém-lançado longa de Walter Salles é inspirado no romance autobiográfico de Marcelo Rubens Paiva e aborda o assassinato de seu pai, o ex-deputado Rubens Paiva, ocorrido em 1971. Na trama, a atriz interpreta a filha da personagem Eunice Paiva, vivida por Fernanda Torres, mãe de Marcelo. O drama venceu o Oscar deste ano na categoria Melhor Filme Internacional. “O cinema nacional tem uma personalidade que impressiona as pessoas. Nós sabemos como ninguém exprimir a nossa cultura e a nossa vivência”, comenta. “Temos uma mistura de ficção com documentário que é muito boa; conseguimos olhar para os interiores do país e criar narrativas incríveis.” Casa Clã 2025 Valentina é um dos nomes confirmados na Casa Clã 2025, o maior evento feminino da Editora Abril para celebrar o mês da mulher.  Continua após a publicidade A série de encontros que acontecem entre os dias 21 e 22 de março, discutem novos caminhos para o futuro e pautas importantes como saúde, menopausa e transição de carreira. A edição ocupa o Casarão Higienópolis, um amplo imóvel de 2.300 metros quadrados em São Paulo, ao lado do Shopping Pátio Higienópolis. A mesa “Arte em tempos de ‘Ainda Estou Aqui’” acontece no sábado (22/03) às 15h30. Para participar, basta retirar o ingresso gratuito no site do Sympla. RelacionadasFamosos“Não estamos velhas aos 62”, Cláudia Ohana fala sobre etarismo na Casa Clã 202518 mar 2025 - 11h03LifestyleConfira a programação completa da Casa Clã 202517 mar 2025 - 16h03LifestyleRenata Vanzetto assina almoço na Casa Clã 202510 mar 2025 - 09h03 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Continua após a publicidade Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Continua após a publicidade Publicidade

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Redação NTD
Cultura

5 livros com lições valiosas sobre o amor

16 de março de 2025 | Por Redação NTD

O amor é um dos sentimentos mais complexos e multifacetados que existem. Ele pode ser romântico, platônico, incondicional ou até mesmo um processo de autodescoberta. É por isso que, ao longo da história, a literatura tem sido um dos principais meios para descrever suas nuances – trazendo narrativas que ensinam sobre entrega, amadurecimento e os desafios das relações.  Abaixo, confira títulos clássicos e contemporâneos sobre o assunto para ter na estante: Amor Líquido, por Zygmunt Bauman O sociólogo analisa como as relações modernas são marcadas pela fluidez e pela falta de solidez, refletindo sobre os desafios de construir vínculos duradouros em um mundo cada vez mais individualista. Ele dá o nome dessa dinâmica de modernidade líquida. Uma vez que damos prioridade a relacionamentos em “redes” que podem ser tecidas ou desmanchadas com igual facilidade (e frequentemente sem que isso envolva nenhum contato além do virtual), não sabemos mais como manter laços a longo prazo. Amor Líquido, por Zygmunt Bauman Compre agora: Amazon - R$ 42,75 A Insustentável Leveza do Ser, por Milan Kundera Um romance que explora a dualidade entre amor e liberdade, mostrando como as escolhas – e suas consequências – moldam os relacionamentos e o sentido da vida. No livro, ficção e filosofia se entrelaçam por meio da história de quatro adultos capazes de quase tudo para vivenciar o erotismo que desejam para si. Como limite, encontram um tempo histórico politicamente opressivo e o caráter enigmático da existência humana. Infidelidade, amor, compaixão, eterno retorno, acaso e arbítrio são alguns dos grandes temas que Kundera articula num romance de ideias e paixões, em que o leitor percorre conceitos filosóficos de braços dados com cada um dos personagens – Tereza, Tomas, Sabina e Franz – e acompanha suas histórias de vida com a profundidade de um estudo. A Insustentável Leveza do Ser, por Milan Kundera Compre agora: Amazon - R$ 63,48   Comer, Rezar, Amar, por Elizabeth Gilbert Uma jornada pessoal sobre autocuidado, reencontro e transformação – provando que o amor pode começar dentro de nós antes de ser compartilhado com o outro. Continua após a publicidade Elizabeth Gilbert estava com quase trinta anos e tinha tudo o que sempre quis: um marido apaixonado, uma casa nova e espaçosa, o projeto de ter filhos e uma carreira de sucesso. Mas ao invés de sentir-se feliz e realizada, sentia-se confusa, triste e em pânico. Enfrentou um divórcio, uma depressão debilitante e outro amor fracassado. Até que decidiu tomar uma decisão radical: livrou-se de todos os bens materiais, demitiu-se do emprego, e partiu sozinha para uma viagem de um ano pelo mundo. Seu objetivo era visitar três lugares onde pudesse examinar aspectos de sua própria natureza, tendo como cenário uma cultura que, tradicionalmente, fosse especialista em cada um deles. Assim, decidiu explorar a arte do prazer na Itália, a arte da devoção na Índia, e, na Indonésia, a arte de equilibrar as duas coisas. É um livro para qualquer um que já tenha se sentido perdido, ou pensado que deveria existir um caminho diferente, e melhor. Comer, Rezar, Amar, por Elizabeth Gilbert Compre agora: Amazon - R$ 61,13 Continua após a publicidade   Sobre o Amor, por bell hooks A escritora e ativista questiona concepções tradicionais do amor e propõe uma visão mais profunda e transformadora, baseada em cuidado, respeito e crescimento mútuo. O que é o amor, afinal? Para bell hooks, quando pulverizamos seu significado, ficamos cada vez mais distantes de entendê-lo. Neste livro, primeiro volume de sua Trilogia do Amor, a autora procura elucidar o que é, de fato, o amor, seja nas relações familiares, românticas e de amizade ou na vivência religiosa. Na contramão do pensamento corrente, que tantas vezes entende o amor como sinal de fraqueza e irracionalidade, bell hooks defende que o amoré mais do que um sentimento – é uma ação capaz de transformar o niilismo, a ganância e a obsessão pelo poder que dominam nossa cultura. É através da construção de uma ética amorosa que seremos capazes de edificar uma sociedade verdadeiramente igualitária, fundamentada na justiça e no compromisso com o bem-estar coletivo. Continua após a publicidade Sobre o Amor, por bell hooks Compre agora: Amazon - R$ 45,60   Amar ou depender, por Walter Riso Um guia prático e psicológico sobre como construir relacionamentos saudáveis, superar a dependência emocional e fortalecer a autoestima. Por meio destas páginas, o autor nos ensina que o amor é uma soma de duas partes em que ninguém sai perdendo. E mais ainda: que não só é possível como recomendável se entregar ao outro sem se perder nele. Amar ou depender, por Walter Riso Compre agora: Amazon - R$ 44,68 Continua após a publicidade RelacionadasCultura6 livros que irão mudar sua visão de mundo5 mar 2025 - 10h03Cultura7 livros infantis para ensinar as crianças sobre igualdade4 mar 2025 - 05h03Cultura7 livros de colorir para relaxar e acalmar a mente18 fev 2025 - 07h02 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. 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Cultura

Dell’Arte Ristorante: o sabor da Itália em massas feitas com excelência

14 de março de 2025 | Por Redação NTD

Inaugurado em 2001, o Dell’Arte Ristorante está localizado no bairro de Moema e conta com um amplo e aconchegante salão, com direito a paredes de vidro e um lindo gazebo. Mas não é apenas o décor deste restaurante especializado na gastronomia italiana que chama atenção: os pratos que saem da cozinha são um verdadeiro espetáculo, que combinam de maneira harmoniosa sabores e texturas de ingredientes de qualidade e por isso, não poderia ficar de fora do GoWhere Visita.  FOTO: Daniel Cancini O menu do restaurante é voltado para os pratos típicos da Itália e traz opções para todos os gostos, de massas e carnes até frutos do mar. O grande forte do restaurante é o buffet e foi justamente o que provei e, tudo estava maravilhoso e bem fresquinho, Mas caso você prefira o menu à la carte há alguns pratos que são sucesso absoluto como o Ravióli de mussarela de búfala ao molho de tomate e manjericão e o Spaghetti alla Carbonara. Vale a pena conferir! Av. Jamaris, 100 – Moema Tel: (11) 5053-2573 _______ FOTOS: Daniel CanciniThe post Dell’Arte Ristorante: o sabor da Itália em massas feitas com excelência first appeared on GoWhere - Lifestyle e Gastronomia.

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Cultura

Musical TV Colosso traz a magia dos anos 90 para o palco do Teatro Bravos

13 de março de 2025 | Por Redação NTD

Quem viveu os anos 1990 com certeza lembra do fenômeno “TV Colosso“, um dos programas infantis mais queridos da TV Globo. Com personagens inesquecíveis e uma pegada criativa, o programa marcou gerações e ainda é lembrado com muito carinho. Agora, a magia da atração volta a brilhar com “TV Colosso – O Musical“, uma produção que promete emocionar tanto os adultos que cresceram com o programa quanto às novas gerações que terão a chance de conhecê-lo pela primeira vez. Sob a direção artística de Luiz Ferré, criador dos personagens originais, o musical conta com roteiros de Adão Iturrusgarai e André Catarinacho, e colaboração final de Thereza Falcão. A proposta é uma emocionante homenagem a um dos maiores sucessos da televisão brasileira, trazendo para os palcos a essência do que fez “TV Colosso” um marco cultural atemporal. FOTO: Divulgação/ Luiz Ferré A trama do espetáculo segue os clássicos personagens do programa, que precisam enfrentar uma ameaça vinda do futuro: uma invasão de cães cibernéticos comandados pelo malvado Vira-Lata de Aço. Eles têm uma missão nada fácil: levar o Gilmar das Candongas para o ano de 2090 e consertar uma versão totalmente tecnológica e sem graça da “TV Colosso das Galáxias”. Com momentos como o clássico “Bom dia, Galera!” e o famoso “Tá na hora de matar a fome!”, o musical promete muitas risadas, surpresas e, claro, boas lições. O espetáculo não é apenas para quem cresceu assistindo ao programa, mas também para quem está descobrindo o universo do Colosso agora. Com números musicais vibrantes e uma boa dose de nostalgia, o show vai transportar o público de volta para aquele clima de diversão e amizade que marcou toda uma geração. E, no meio da bagunça e das confusões, os personagens descobrem que a verdadeira magia da “TV Colosso” está na simplicidade, na amizade e no caos divertido da turma. FOTO: Divulgação/ Luiz Ferré “TV Colosso – O Musical“ Teatro Bravos Rua Coropé, 88 – Pinheiros De 08 de março a 06 de abril Sábados às 14h e 16h e domingos às 11h e 14h Ingressos www.sympla.com.br _________ POR: Beatriz Freitas FOTOS: Divulgação/ Luiz FerréThe post Musical TV Colosso traz a magia dos anos 90 para o palco do Teatro Bravos first appeared on GoWhere - Lifestyle e Gastronomia.

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Redação NTD
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7 livros escritos por mulheres para repensar sua relação com o dinheiro

12 de março de 2025 | Por Redação NTD

Quando o assunto é dinheiro, imediatamente surgem tensões e contradições, não é? O fato é que o sistema econômico vigente molda nossos valores, relações, carreiras e oportunidades, reforçando desigualdades que recaem principalmente sobre as mulheres e limitam nossa autonomia e poder de escolha. Mas, sorte nossa, existem livros que podem nos fazer refletir sobre uma nova forma de pensar e lidar com as finanças, na vida pessoal; e com a economia, na dinâmica social. As autoras e suas obras a seguir passam pela forma com a qual construímos o nosso pensamento sobre dinheiro e como a sociedade se organiza.  1.Nancy Fraser e os livros Capitalismo em debate e O velho está morrendo e o novo não pode nascer Nancy Fraser é uma filósofa, professora titular de Ciências Políticas e Sociais da New School University (Nova York) e uma das principais teóricas da política feminista do século XXI. Em “Capitalismo em debate” (editora Boitempo), escrito com a filósofa Rahel Jaeggi, ela faz à leitora o irrecusável convite de se juntar a uma conversa. Construída de modo não ortodoxo, a obra se apresenta como um debate em torno do contexto atual do capitalismo, levando em conta problemas econômicos, sociais, políticos e ambientais. Já no livro “O velho está morrendo e o novo não pode nascer” (editora Autonomia Literária), Nancy disseca a atual crise do neoliberalismo, a perda da fé de que o capitalismo pode beneficiar a maioria do povo dentro de uma democracia, e argumenta como poderíamos arrancar novos futuros de suas ruínas. 2.Silvia Federici e os livro Calibã e a bruxa, O patriarcado do salário e Quem deve a quem Silvia Federici é uma intelectual militante de tradição feminista marxista. Nascida na Itália em 1942, mudou-se para os Estados Unidos em 1967, onde foi cofundadora do Coletivo Internacional Feminista e participou da campanha por um salário para o trabalho doméstico, Wages for Housework Campaign, partindo depois para a Nigéria, onde foi professora na Universidade de Port Harcourt e entrou para organizações feministas. Hoje ela é professora emérita da Universidade de Hofstra, em Nova York.  Continua após a publicidade No livro Calibã e a bruxa: mulheres, corpo e acumulação primitiva (editora Elefante), Silvia empreende uma análise da caça às bruxas no contexto das crises demográfica e econômica europeias dos séculos XVI e XVII e das políticas de terra e trabalho da época mercantilista. Para ela, convém demonstrar que a perseguição às bruxas — assim como o tráfico de escravos e os cercamentos — constituiu um aspecto central da acumulação e da formação do proletariado moderno, tanto na Europa como no chamado Novo Mundo. Já O patriarcado do salário (editora Boitempo) consiste em uma série de artigos que explora a relação entre marxismo e feminismo, destacando o papel crucial do trabalho não remunerado das mulheres na sustentação do sistema capitalista. Além desses, Quem deve a quem? (editora Elefante), foi coorganizado por ela e é formado por 16 artigos que denunciam o endividamento como uma forma de violência econômica.  3.Eva Illouz e o livro Happycracia Eva Illouz é socióloga, mestre em literatura e doutora em comunicação e estudos culturais, com ampla atuação como professora e pesquisadora em universidades e institutos de Jerusalém e Paris. Continua após a publicidade Ela é bastante conhecida por escrever sobre o impacto da sociedade moderna sobre as emoções e relacionamentos. Escrito junto ao psicólogo Edgar Cabanas, o livro “Happycracia – Fabricando cidadãos felizes” (editora Ubu) traça a gênese e o desenvolvimento do campo da “psicologia positiva”, responsável pela ideia de que a felicidade é o maior objetivo da vida e que basta força de vontade para alcançá-lo. Nessa obra, os autores revelam a ideologia por trás do sucesso financeiro e midiático dessa tendência pseudocientífica. 4.Katrine Marçal e o livro O lado invisível da economia “Se as mulheres enxergassem que a economia tem a ver com pessoas e comportamentos, poderiam se sentir mais curiosas e interessadas em desvendar o sistema em que vivemos.” A reflexão é da jornalista sueca Katrine Marçal, que tive a satisfação de entrevistar para a CLAUDIA. Em seu livro “Quem Preparou o Jantar de Adam Smith?”, trazido para o Brasil como “O Lado Invisível da Economia” (editora Alaúde), ela mostra como o valor do trabalho não remunerado que as mulheres realizam diariamente cuidando de crianças, idosos e doentes tem sido ignorado por economistas, mesmo representando uma contribuição de pelo menos US$ 10,8 trilhões por ano à economia global, segundo a consultoria Oxfam. 5.Bela Gil e o livro Quem vai fazer essa comida? Mesmo sendo bastante conhecida, apresento aqui a Bela Gil: chef de cozinha, apresentadora de TV e ativista pela agroecologia e pela alimentação saudável. Continua após a publicidade Ela esteve na Casa Clã 2024 e falamos sobre o seu livro Quem vai fazer essa comida? (editora Elefante), no qual ela critica a histórica desvalorização do ato de cozinhar, com raízes escravocratas, e reivindica o pagamento de salários para o trabalho doméstico. Depois de décadas de pesquisas científicas, sabemos que os alimentos ultraprocessados são causadores de doenças crônicas e prejudiciais ao meio ambiente, já que sua produção tem como base as monoculturas. Sabemos também que a comida de panela feita com ingredientes frescos ou minimamente processados é a melhor opção para nutrir o corpo. Mas, quem vai fazer essa comida? Geralmente é a dona de casa ou a mulher da periferia, né? Vale a reflexão. 6.Vera Iaconelli e o livro Manifesto antimaternalista Vera Iaconelli é psicanalista, fundadora e diretora do Instituto Gerar de Psicanálise, doutora em Psicologia pela USP e colunista da Folha de S. Paulo. Na obra Manifesto antimaternalista: psicanálise e políticas da reprodução (editora Zahar), ela denuncia a armadilha ideológica que responsabiliza as mulheres pelo cuidado com as próximas gerações. Iaconelli levanta questões como “o que está por trás do ideal de completude e infalibilidade que se atribui às mães, tornando-as supostamente insubstituíveis?” e “como romper com as políticas ultrapassadas e misóginas que consideram as mulheres as verdadeiras responsáveis pelo cuidado com as crianças?”. Faz pensar! Continua após a publicidade 7.Hélène Périvier e o livro A economia feminista  A ciência econômica tem sido pensada por homens para servir a uma sociedade dirigida por homens. Ela é, também, a ciência social com menor presença de mulheres. Não existiria, portanto, neutralidade nos conceitos da economia, que tem em seus princípios o motor de uma organização social baseada no modelo patriarcal. A economia feminista (editora Bazar do Tempo), de Hélène Périvier, traz à luz o debate sobre economia por uma perspectiva feminina e necessariamente feminista. De nome similar, o livro Economia feminista, organizado por Camen Diaz Corral e Cristina Carrasco Bengoa, ttambém defende uma nova abordagem para o campo da economia, rompendo com as violências e opressões de gênero para a construção de uma sociedade mais igualitária. RelacionadasFeminismo10 frases para celebrar o Dia Internacional das Mulheres6 mar 2025 - 15h03FeminismoTati Oliva, a rainha dos contatinhos profissionais18 dez 2024 - 13h12FeminismoO que Édouard Louis nos ensina sobre a relação entre dinheiro e liberdade?13 dez 2024 - 09h12 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! 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Redação NTD
Cultura

Grupo Turatti: conheça a história de um dos principais nomes no mercado de cervejas artesanais do Nordeste

11 de março de 2025 | Por Redação NTD

  Você sabia que 61% dos brasileiros acima dos 18 anos consomem cerveja?   Esse dado é fruto de uma pesquisa realizada pela agência de marketing Brazil Panels, em parceria com a Agência Conexão Vasques, e que revelou também que o sabor é o fator mais relevante na escolha de uma marca de cerveja para o brasileiro, já que foi mencionado por 61,6% dos entrevistados.   O mesmo levantamento indica também que os brasileiros consideram outros aspectos importantes ao escolherem qual cerveja preferem degustar, como preço (17,1%), qualidade premium (11,1%), tradição da marca (7%), disponibilidade (2,5%) e outros motivos (0,8%).   Nesse contexto, nós da Rede Food Service te convidamos a conhecer a história do Grupo Turatti, um dos principais nomes no mercado de cervejas artesanais da região Nordeste. Conhecido por sua produção de alta qualidade e inovação constante, o grupo coleciona prêmios nacionais e internacionais. Afinal, “o mercado de cerveja nacional apresenta um crescimento estável, mas traz desafios significativos, especialmente no Nordeste. A cultura da região torna a concorrência ainda mais acirrada, pois o fator preço tem um peso considerável na decisão do consumidor. Dessa forma, é essencial encontrar o equilíbrio entre preço, qualidade do produto e a complexidade da carga tributária, que impõe margens bastante apertadas. Diante desse cenário, a eficiência operacional é fundamental e nós temos conseguido superar esses desafios e expandir a nossa capacidade produtiva de forma ágil, o que nos permite fortalecer o nosso posicionamento no mercado. A nossa meta é consolidar ainda mais essa estratégia ao longo de 2025, ampliando a nossa presença e competitividade no setor”, revela Lissandro Turatti, de 48 anos, empresário e CEO do Grupo Turatti.   Lissandro Turatti, CEO do Grupo Turatti – Foto: Divulgação   Em entrevista exclusiva à nossa reportagem, Turatti realça que “o Grupo Turatti possui uma presença consolidada nos segmentos de food service e bebidas em Fortaleza, no Ceará. A marca opera cinco restaurantes distintos, cada um com uma proposta única, garantindo ampla abrangência no mercado e reconhecimento consolidado na mídia. Além disso, os estabelecimentos promovem apresentações musicais e eventos, fortalecendo ainda mais a sua visibilidade. E, especificamente no setor de bebidas, o Grupo Turatti se destaca como uma das principais fábricas de cervejaria do Estado, com uma operação de delivery robusta para a distribuição de chope. A nossa empresa está presente nos principais mercados e aplicativos de entrega, atendendo a grandes clientes, como a Arena Castelão, estádio principal da cidade, que abriga jogos do Ceará e do Fortaleza, principais times do Estado. Assim como, recentemente, o Grupo Turatti também firmou contrato como fornecedor oficial de cerveja para ambos os clubes, sendo responsável pela produção das cervejas exclusivas com os rótulos das duas principais equipes da região”, compartilha.   QUE TAL CONHECER MAIS SOBRE O GRUPO TURATTI E SEU DIFERENCIADO TRABALHO?   É só conferir abaixo:   O QUE É O GRUPO TURATTI? COMO SURGIU A IDEIA DO GRUPO TURATTI? ATUAIS SERVIÇOS E FUNCIONAMENTO DO GRUPO TURATTI RESULTADOS JÁ ALCANÇADOS PELO GRUPO TURATTI PLANOS PARA O FUTURO DO GRUPO TURATTI   O QUE É O GRUPO TURATTI?   Por definição do seu próprio CEO, o “Grupo Turatti é uma empresa consolidada que reúne quatro marcas de cervejas, dois restaurantes italianos, cinco restaurantes da marca Turatti e uma casa de shows de humor com vinte e dois anos de história. Com uma gestão estruturada e visão estratégica, o grupo mantém um forte compromisso com a inovação e a expansão contínua, fortalecendo a sua presença no mercado e ampliando suas operações”, resume Turatti.   Foto: Grupo Turatti – Divulgação   O CEO acrescenta que, “como grupo, o nosso maior diferencial é a constante busca por diversificação, tanto em produtos, quanto na qualificação da nossa equipe. Apostamos no crescimento contínuo, na inovação e na melhoria constante, sem jamais nos acomodarmos. Estamos sempre investindo, explorando novas ideias e desenvolvendo criações que impulsionam o nosso negócio. ‘Nunca parar’, inclusive, é um dos nossos princípios fundamentais e seguimos trabalhando intensamente para manter essa filosofia“, afirma.   COMO SURGIU A IDEIA DO GRUPO TURATTI?   O Grupo Turatti iniciou as suas operações em 1999, em Florianópolis, em Santa Catarina. No entanto, em 2022, “transferimos as nossas atividades para Fortaleza, no Ceará, trazendo toda a estrutura da cervejaria para a capital cearense, onde, hoje, funciona a casa de shows de humor Lupus Bier. Ao longo dos anos, evoluímos e, com uma nova proposta, reformulamos a nossa marca para Turatti, promovendo mudanças no ambiente, no design das latas e garrafas, além de uma identidade renovada. O nosso crescimento tem sido orgânico, com a abertura de novas unidades aproximadamente a cada ano, consolidando a nossa presença no mercado”, comemora o CEO.   ATUAIS SERVIÇOS E FUNCIONAMENTO DO GRUPO TURATTI   Como já adiantado por Turatti, o Grupo Turatti é mais do que uma cervejaria, já que “abrange uma ampla diversidade de estabelecimentos, incluindo uma pizzaria, um restaurante italiano e os restaurantes da marca Turatti, que oferecem um conceito baseado em parrilla, chopes artesanais, drinks e música ao vivo. Além disso, contamos com o pub da marca 5 Elementos, que possui uma atmosfera inspirada nos tradicionais pubs ingleses, funcionando até mais tarde e com uma proposta voltada para o público noturno. Também operamos uma casa de shows de humor, que apresenta espetáculos quatro vezes por semana. Complementando essa estrutura, estão as nossas marcas de cervejas, que fortalecem ainda mais a identidade do grupo“, explica.   Foto: Grupo Turatti – Divulgação   Conforme o CEO, o Grupo Turatti é composto por:   DOC Pizzeria Artigianale & Cucina DOC Trattoria & Wine Bar Pub 5 Elementos Cervejaria Turatti (com 5 unidades em Fortaleza) Lupus Bier – Show de humor em Fortaleza Marcas de cervejas: Cervejaria Turatti, Eita Mah!, 5 Elementos e Hey Ho   Além disso, Turatti complementa que “o nosso propósito é levar as nossas cervejas para todos os Estados do Brasil, um objetivo compartilhado por muitas cervejarias, mas que buscamos concretizar com planejamento e expansão estratégica. Trabalhamos para estar cada vez mais próximos dos nossos clientes, garantindo presença em pelo menos um ponto de cada Estado. Atualmente, já atuamos em 10 a 12 Estados brasileiros e seguimos em crescimento, com a meta de alcançar todo o país até o final de 2025. Além da distribuição de cervejas, também focamos na expansão dos nossos restaurantes, um segmento no qual temos grande expertise. Como grupo, estamos explorando oportunidades de crescimento fora do país e já iniciamos conversas com potenciais investidores, embora ainda não haja negociações concluídas”, revela.   RESULTADOS JÁ ALCANÇADOS PELO GRUPO TURATTI   Já quando questionado sobre os resultados alcançados até então pelo grupo, Turatti ressalta que “registramos um crescimento significativo com a aquisição das operações da Capitosa, da marca 5 Elementos, Eita Mah! e Hey Ho. Essas movimentações estratégicas nos permitiram expandir o nosso portfólio e segmentar as nossas cervejas de forma mais estruturada, garantindo uma marca específica para cada público e nicho de mercado. Além disso, conquistamos grande reconhecimento nacional e internacional, principalmente, pelos prêmios recebidos nos anos de 2023 e 2024. Foram quase 80 premiações, incluindo diversas de alto prestígio, como o Best of Show, que consagra a melhor cervejaria de um evento, sendo premiados com o primeiro e o segundo lugar. O nosso destaque também se estendeu ao cenário internacional, onde recebemos o prêmio Best of Show de Melhor Cerveja Brasileira na Bélgica, que é um mercado extremamente competitivo. Somado a isso, acumulamos premiações em outros países e consolidamos o nosso reconhecimento em todo o Brasil, fortalecendo ainda mais a nossa presença no setor cervejeiro”, ressalta.   PLANOS PARA O FUTURO DO GRUPO TURATTI   Por fim, Turatti reforça que, “já há algum tempo, nós promovemos a disseminação da cultura cervejeira brasileira por meio de eventos de degustação, investimentos no setor e a ampliação da nossa fábrica. Além disso, retomamos marcas reconhecidas, como 5 Elementos e Hey Ho, que estavam fora do mercado, fortalecendo ainda mais esse movimento. Assim como, os nossos restaurantes trabalham exclusivamente com nossas cervejas e lançamentos, o que impulsiona a experiência do consumidor e contribui para a valorização do setor. Todas essas ações reforçam o nosso compromisso em fomentar e expandir a cultura cervejeira brasileira”, pontua.   Foto: Grupo Turatti – Divulgação   Nesse sentido, o CEO desvenda que, atualmente, o principal plano para o futuro do Grupo Turatti, “que já está em andamento, envolve um grande investimento externo para expandir não apenas a nossa fábrica, mas, sobretudo, a distribuição dos nossos produtos. O foco dessa expansão é fortalecer a nossa presença no Estado do Ceará e em todo o Brasil. E esse é o objetivo atual: levar as marcas do grupo para novos mercados e consolidar a nossa atuação em diferentes Estados”, planeja.   Associação Brasileira de Cerveja Artesanal comemora avanços da Reforma Tributária O post Grupo Turatti: conheça a história de um dos principais nomes no mercado de cervejas artesanais do Nordeste apareceu primeiro em Rede Food Service.

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Tarte de Kiwis Oscar® Gold

10 de março de 2025 | Por Redação NTD

  Aprenda uma receita de Tarte de kiwis que é fácil, gostosa e diferente de outras receitas que você vê! Com Brasil Oscar Kiwi tudo fica mais gostoso.   Tarte de Kiwis Oscar® Gold Ingredientes 6 Kiwis Oscar® Gold Canela a gosto Noz Moscada a gosto Flor de Sal Mel 500 g de massa folhada Laranja e Hortelã para finalizar Modo de Preparo Descasque e corte os Kiwis Oscar® Gold, fatie em rodelas de 0,5 cm. Em uma assadeira, coloque uma camada de papel manteiga ou assa-fácil. Coloque um fio de mel, rale a noz moscada, polvilhe a canela, uma pitada de flor de sal. Acomode por cima 3 moedas de kiwi oscar gold e por cima acomode a massa folhada, faça alguns furos e leve para assar. Finalize com raspas de laranja e folhas de hortelã picadas.           Confira AQUI nossa receita de Salada Refrescante de Verão   Veja conteúdos exclusivos da Rede Food Service no Youtube O post Tarte de Kiwis Oscar® Gold apareceu primeiro em Rede Food Service.

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Redação NTD
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6 livros que irão mudar sua visão de mundo

05 de março de 2025 | Por Redação NTD

Os livros têm o poder de provocar mudanças profundas sobre a forma de perceber a vida, a sociedade e o próprio eu. Há histórias que desafiam crenças, expandem horizontes e ainda propõem novas perspectivas sobre política, ciência, filosofia e relações humanas.  Enquanto alguns autores revelam verdades sobre o funcionamento da mente, outros denunciam injustiças históricas ou apontam caminhos para uma vida mais consciente. Pensando nisso, listamos títulos atemporais que irão te fazer pensar:  Sapiens: Uma Breve História da Humanidade, por Yuval Noah Harari O planeta Terra tem cerca de 4,5 bilhões de anos. Numa fração ínfima desse tempo, uma espécie entre incontáveis outras o dominou: nós, humanos. Somos os animais mais evoluídos e mais destrutivos que jamais viveram. Esta é a obra-prima que consagrou o autor como um dos pensadores mais brilhantes da atualidade. Num feito surpreendente, ele aplica uma fascinante narrativa histórica a todas as instâncias do percurso humano sobre a Terra. Da Idade da Pedra ao Vale do Silício, temos aqui uma visão ampla e crítica da jornada em que deixamos de ser meros símios para nos tornarmos os governantes do mundo. Sapiens: Uma breve história da humanidade Compre agora: Amazon - R$ 58,85   A Insustentável Leveza do Ser, por Milan Kundera O livro, de 1982, tem quatro protagonistas: Tereza e Tomas, Sabina e Franz. Por força de suas escolhas ou por interferência do acaso, cada um deles experimenta, à sua maneira, o peso insustentável que baliza a vida, esse permanente exercício de reconhecer a opressão e de tentar amenizá-la. Um romance filosófico que reflete sobre amor, liberdade e destino. Continua após a publicidade A Insustentável Leveza do Ser, por Milan Kundera Compre agora: Amazon - R$ 40,51 1984, por George Orwell Um clássico distópico que alerta sobre os perigos do totalitarismo, vigilância extrema e manipulação da verdade. Winston vive aprisionado na engrenagem totalitária de uma sociedade completamente dominada pelo Estado, onde tudo é feito coletivamente, mas cada qual vive sozinho. Ninguém escapa à vigilância do Grande Irmão, a mais famosa personificação literária de um poder cínico e cruel ao infinito, além de vazio de sentido histórico. De fato, a ideologia do Partido dominante em Oceânia não visa nada de coisa alguma para ninguém, no presente ou no futuro. O’Brien, hierarca do Partido, é quem explica a Winston que “só nos interessa o poder em si. Nem riqueza, nem luxo, nem vida longa, nem felicidade: só o poder pelo poder, poder puro”. 1984, por George Orwell Compre agora: Amazon - R$ 21,00 As Veias Abertas da América Latina, por Eduardo Galeano Continua após a publicidade Remontando a 1970, sua primeira edição, atualizada em 1977, quando a maioria dos países do continente padecia facinorosas ditaduras, este livro tornou-se um ‘clássico libertário’, um inventário da dependência e da vassalagem de que a América Latina tem sido vítima, desde que nela aportaram os europeus no final do século XV. No começo, espanhóis e portugueses. Depois vieram ingleses, holandeses, franceses, modernamente os norte-americanos, e o ancestral cenário permanece – a mesma submissão, a mesma miséria, a mesma espoliação. Com esta obra, o autor fornece um olhar profundo sobre a exploração e desigualdade na América Latina, abordando as consequências do colonialismo e do capitalismo. As Veias Abertas da América Latina, por Eduardo Galeano Compre agora: Amazon - R$ 48,93 Continua após a publicidade O Poder do Hábito, por Charles Duhigg Esta obra explica como os hábitos são formados e como podemos transformá-los para melhorar nossa vida pessoal e profissional. Durante os últimos dois anos, uma jovem transformou quase todos os aspectos de sua vida. Parou de fumar, correu uma maratona e foi promovida. Em um laboratório, neurologistas descobriram que os padrões dentro do cérebro dela mudaram de maneira fundamental. Continua após a publicidade Com perspicácia e habilidade, Charles Duhigg apresenta um novo entendimento da natureza humana e seu potencial para a transformação. O Poder do Hábito, por Charles Duhigg Compre agora: Amazon - R$ 60,60   Mulheres, Raça e Classe, por Angela Davis Este livro é uma obra fundamental para se entender as nuances das opressões. Começar o livro tratando da escravidão e de seus efeitos, da forma pela qual a mulher negra foi desumanizada, nos dá a dimensão da impossibilidade de se pensar um projeto de nação que desconsidere a centralidade da questão racial, já que as sociedades escravocratas foram fundadas no racismo. Continua após a publicidade Além disso, a autora mostra a necessidade da não hierarquização das opressões, ou seja, o quanto é preciso considerar a intersecção de raça, classe e gênero para possibilitar um novo modelo de sociedade. Davis apresenta o debate sobre o abolicionismo penal como imprescindível para o enfrentamento do racismo institucional.  Mulheres, Raça e Classe, por Angela Davis Compre agora: Amazon - R$ 49,17   RelacionadasCultura5 livros sobre desenvolvimento pessoal que toda mulher deveria ler24 fev 2025 - 16h02Cultura5 séries baseadas em livros para quem amou “Cem Anos de Solidão”19 jan 2025 - 05h01Cultura7 livros de colorir para relaxar e acalmar a mente18 fev 2025 - 07h02 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. 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Redação NTD
Cultura

5 livros sobre desenvolvimento pessoal que toda mulher deveria ler

24 de fevereiro de 2025 | Por Redação NTD

Falar sobre desenvolvimento pessoal vai muito além de metas e produtividade — é também um convite para refletir sobre a importância de ouvir a si mesma, acolher fragilidades e resgatar a própria potência. Algumas autoras fazem isso de forma brilhante, trazendo reflexões sobre amor, solitude, criatividade e a coragem de ser alguém autêntico. Se você busca um livro capaz de transformar a sua maneira de enxergar a realidade, aqui estão cinco opções que merecem um lugar especial na sua estante. 5 melhores livros sobre desenvolvimento pessoal para ler em 2025 A gente mira no amor e acerta na solidão, de Ana Suy A psicanalista e escritora Ana Suy mergulha nos desencontros e na solidão que permeiam o amor, sem medo das reviravoltas. Com uma narrativa envolvente e dinâmica, ela questiona os ideais românticos e propõe uma reflexão instigante sobre como nos relacionamos — não só com o outro, mas também com a pessoa mais complexa de todas: nós mesmas. Onde comprar? Compre agora: Amazon - R$ 37,96 As coisas invisíveis que moram na minha cabeça, de Zebradaa Com uma escrita poética e sensível, a designer e autora Zebradaa aborda temas como saúde mental, ansiedade e processos de cura, indispensáveis para quem deseja se aprofundar no autoconhecimento. Continua após a publicidade Por meio de crônicas e ilustrações, o livro dá forma ao que muitas mulheres sentem, mas nem sempre conseguem expressar em palavras. Onde comprar? Compre agora: Amazon - R$ 31,90 Para todas as mulheres que não têm coragem, de Daniela Arrais Neste livro cativante e ilustrado, a jornalista Daniela Arrais escreve para aquelas que desejam mudar de vida, mas sentem medo do primeiro passo. A obra é um convite para repensar expectativas, se libertar de padrões e encontrar força na vulnerabilidade — tanto no mundo digital quanto na vida real. Onde comprar? Compre agora: Amazon - R$ 48,02 Continua após a publicidade O caminho do artista, de Julia Cameron Um clássico do desenvolvimento pessoal e criativo, esse livro tem ajudado mulheres a resgatar sua criatividade e sua conexão com o ato de inovar. Ao longo da leitura, Julia Cameron propõe exercícios práticos para desbloquear a expressão artística e redescobrir a confiança em si mesma, colocando a mão na massa. Onde comprar? Compre agora: Amazon - R$ 39,13 O amor não mora na urgência do outro, de Luana Carvalho Com uma escrita acolhedora e reflexiva, Luana Carvalho discute o tempo das relações e o amor próprio em um mundo de conexões cada vez mais efêmeras. O livro mostra como o afeto precisa ser construído sem pressa e sem a necessidade de se anular pelo outro. Continua após a publicidade Onde comprar? Compre agora: Amazon - R$ 43,61 RelacionadasCultura5 livros de romance sáfico para ter na estante23 fev 2025 - 05h02CulturaOscar terá nova categoria grandiosa em 202620 fev 2025 - 18h02 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Continua após a publicidade Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade

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Redação NTD
Cultura

5 livros de romance sáfico para ter na estante

23 de fevereiro de 2025 | Por Redação NTD

Os romances sáficos – ou seja, entre duas mulheres – estão ganhando cada vez mais espaço na literatura. As obras apresentam narrativas envolventes sobre o amor, personagens consistentes, além de retratar a autodescoberta como uma fase importante da vida.  Seja em enredos contemporâneos ou com toques de fantasia, os livros são uma boa pedida não só para entreter, mas também para conscientizar sobre os desafios impostos pela sociedade. A seguir, veja uma seleção disponível na Amazon: Girls Like Girls: Uma história de amor entre garotas Coley sente que não é a mesma desde a morte da mãe. Forçada a morar no interior do Oregon com o pai que abandonou a família, a garota se vê sozinha em um lugar desconhecido e conservador. Não parece o melhor momento para abrir seu coração, mas tudo muda quando ela conhece Sonya. Uma das garotas mais populares do colégio, Sonya foi treinada desde cedo pela mãe para alcançar a perfeição em todos os aspectos da vida. Ao contrário das pessoas da pequena cidade rural, ela é gentil, atenciosa e parece gostar da companhia de Coley, então uma conexão imediata surge entre as duas. À medida que a amizade se aprofunda, sentimentos abrem espaço para algo mais, e elas vão ser confrontadas por seus maiores medos e inseguranças. Coley não sabe se merece ser amada. Sonya nunca ficou com uma garota… até agora. Será que vale mesmo a pena manter esse amor em segredo, ainda que o mundo o condene? Girls Like Girls: Uma história de amor entre garotas Compre agora: Amazon - R$ 36,91 Conectadas Raíssa e Ayla se conheceram jogando Feéricos, um dos games mais populares do momento, e não se desgrudaram mais ― pelo menos virtualmente. Ayla sente que, com Raíssa, finalmente pode ser ela mesma. Continua após a publicidade Raíssa, por sua vez, encontra em Ayla uma conexão que nunca teve com ninguém. Só tem um “pequeno” problema: Raíssa joga com um avatar masculino, então Ayla não sabe que está conversando com outra menina. Quanto mais as duas se envolvem, mais culpa Raíssa sente. Só que ela não está pronta para se assumir ― muito menos para perder a garota que ama. Então só vai levando a mentira adiante… Afinal, qual é a chance de as duas se conhecerem pessoalmente, morando em cidades diferentes? Bem alta, já que foi anunciada a primeira feira de Feéricos em São Paulo, o evento perfeito para esse encontro acontecer. Conectadas Compre agora: Amazon - R$ 33,9 É assim que se perde a guerra do tempo Entre as cinzas de um mundo em ruínas, uma soldada encontra uma carta que diz: Queime antes de ler . E assim tem início uma correspondência improvável entre duas agentes de facções rivais travando uma guerra através do tempo e espaço para assegurar o melhor futuro para seus respectivos times. E então, o que começa como uma provocação se transforma em algo mais. Um romance épico que põe em jogo o passado e o futuro. Se elas forem descobertas, o destino será a morte. Ainda há uma guerra sendo travada, afinal. E alguém precisa vencer. É assim que se perde a guerra do tempo Compre agora: Amazon - R$ 54,04 Continua após a publicidade A jogada do amor Scottie Zajac tem amigos maravilhosos, uma carreira promissora no basquete da escola e o apoio da família. Mas perdeu Tally, sua ex-namorada, que se mudou para a cidade vizinha em busca de mais visibilidade no esporte e a deixou com um buraco no peito. Para completar, o time de Scottie perde de lavada no jogo pré-temporada para a equipe de Tally, que não parece disposta a manter uma relação amigável. Quando Scottie sente que as coisas não podem piorar, um acidente faz com que ela mande para a oficina o carro da última pessoa com quem ela gostaria de se meter: Irene Abraham, a popular e linda capitã das líderes de torcida, responsável por uma das piores experiências da vida de Scottie. Agora, a garota terá que dar carona para sua inimiga… por semanas. A jogada do amor Compre agora: Amazon - R$ 35,64 Última parada Aos vinte e três anos, August Landry tem uma visão bastante cética sobre a vida. Quando se muda para Nova York e passa a dividir apartamento com as pessoas mais excêntricas ― e encantadoras ― que já conheceu, tudo o que quer é construir um futuro sólido e sem surpresas, diferente da vida que teve ao lado da mãe. Até que Jane aparece. No vagão do metrô, em um dia que tinha tudo para ser um fracasso, August dá de cara com uma garota de jaqueta de couro e jeans rasgado sorrindo para ela. As duas passam a se encontrar o tempo todo e logo se envolvem, mas há um pequeno detalhe: Jane pertence, na verdade, aos anos 1970 e está perdida no tempo ― mais especificamente naquela linha de metrô, de onde nunca consegue sair. Continua após a publicidade August fará de tudo para ajudá-la, mas para isso terá que confrontar o próprio passado ― e, de uma vez por todas, começar a acreditar que o impossível às vezes pode se tornar realidade.   Última parada Compre agora: Amazon - R$ 29,26 RelacionadasCultura7 livros de colorir para relaxar e acalmar a mente18 fev 2025 - 07h02Cultura7 livros curtos de romance para ler em 202517 fev 2025 - 09h02 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. 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Redação NTD
Cultura

Conheça “Andrômeda – universo sem fim”, exposição espacial imperdível em SP

21 de fevereiro de 2025 | Por Redação NTD

O Farol Santander, um ponto de encontro vibrante de cultura, lazer, turismo e gastronomia no coração de São Paulo, convida o público a embarcar em uma jornada cósmica sem precedentes.  Desde a última sexta-feira (14/2), o espaço cultural apresenta a exposição “Andrômeda – universo sem fim”, uma imersão sensorial e reflexiva nas profundezas do universo. Jornada inicia-se na formação das primeiras estrelas   É uma chance extraordinária de mergulhar na beleza infinita do espaço por meio da imaginação e da criatividade”, diz Maitê Leite, vice-presidente executiva Institucional do Santander Brasil.Lua Morales/Divulgação Sob a curadoria de Antonio Curti e a direção executiva de Felipe Sztutman, a mostra desdobra-se em oito atos, explorando a evolução do cosmos desde a formação das primeiras estrelas e galáxias até os fenômenos cósmicos mais complexos. Exposição acontece até 27/4  Apresentada pelo Ministério da Cultura, Santander Brasil, Esfera e TOOLS Digital Services, a exposição ocupará toda a galeria do 23º andar e fica em exibição até 27 de abril de 2025 (domingo). “Nesta experiência inédita, o público é transportado para uma aventura, explorando as maravilhas do cosmos e seus fenômenos. É uma chance extraordinária de mergulhar na beleza infinita do espaço por meio da imaginação e da criatividade,” declarou Maitê Leite, vice-presidente executiva Institucional do Santander Brasil. Continua após a publicidade Mostra busca despertar a curiosidade humana e provocar reflexões sobre a vida.Lua Morales/Divulgação Andrômeda, a galáxia mais próxima da Via Láctea, serve de inspiração para esta mostra que busca despertar a curiosidade humana e provocar reflexões sobre a vida. Através de uma narrativa visual envolvente, a exposição percorre os momentos cruciais da história do universo, desde seu nascimento até os eventos cósmicos mais grandiosos. O processo de criação da mostra baseia-se na compreensão do espaço em sua essência, onde cada elemento se relaciona com o todo, resultando em uma nova construção espacial através da luz e do movimento. “Andrômeda – universo sem fim não fala apenas do cosmos, mas de nós. Da fragilidade e da grandiosidade que coexistem em cada um. É um convite à pausa, um olhar para o alto para perceber que o que vemos nas estrelas não é diferente do que pulsa em nós: poeira, energia, mistério e transformação”, diz Antonio Curti, curador. Continua após a publicidade O que você irá encontrar na exposição  No primeiro ambiente da exposição, Cosmos, os visitantes são convidados a interagir com o espaço, criando uma coreografia entre seus corpos e projeções luminosas. Esta obra interativa transforma o público em cocriador do universo, permitindo-lhes manipular o cosmos e observar a dança das estrelas em uma experiência que une arte, tecnologia e a imensidão do imaginário. A jornada visual continua com uma imersão nas profundezas do espaço, onde nebulosas, supernovas e galáxias ganham vida através de projeções que transformam a arquitetura do ambiente. O público é guiado por uma narrativa épica, desde os primeiros sussurros das estrelas até os espetáculos grandiosos de colisões galácticas. As composições visuais são criadas através do movimento e da luz, que atuam como elementos estruturais, criando camadas de percepção que se sobrepõem e se transformam continuamente. Continua após a publicidade “Essa experiência nasce de um longo estudo sobre astronomia, traduzindo fenômenos cósmicos em luz e movimento. O processo oscila entre caos e ordem, refletindo a natureza do universo e nossa busca por compreensão. Essa dualidade transforma o espaço em um organismo vivo, criando uma conexão entre o virtual e o real,” relata Felipe Sztutman, diretor executivo da mostra. RelacionadasCASA CLAUDIAO Brutalista: conheça o estilo arquitetônico que inspirou o filme20 fev 2025 - 12h02CulturaOscar terá nova categoria grandiosa em 202620 fev 2025 - 18h02 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. 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Redação NTD
Cultura

Exposição sobre a carreira de Ney Matogrosso acontece em São Paulo

20 de fevereiro de 2025 | Por Redação NTD

Um dos maiores intérpretes da música brasileira, Ney Matogrosso completa 50 anos de carreira em 2025 e ganha homenagem no MIS, Museu da Imagem e do Som. A exposição “Ney Matogrosso” tem início dia 21 de fevereiro. A mostra faz um percurso cronológico pela obra do artista, passando por cada década de sua atuação na frente dos palcos – desde a estreia como vocalista do grupo “Secos & Molhados“, até seu mais recente álbum “Nu com minha música”, o primeiro concebido separadamente de um show. Dividida em seis áreas, a exposição exibe centenas de elementos têxteis como figurinos e adereços de shows e videoclipes, além de documentos, capas de álbuns, pôsteres e CDs. Há trechos de uma entrevista concedida por Ney Matogrosso ao programa Notas Contemporâneas, do MIS, na ocasião dos 45 anos do museu. Diversas fotografias emblemáticas de todas as fases do homenageado estão na exposição também, em obras de Madalena Schwartz, Thereza Eugênia, Ary Brandi e Daryan Dornelles.  FOTO: Divulgação MIS/Thereza Eugênia A exposição conta com elementos cenográficos desenvolvidos pela Paris Entretenimento, exclusivamente para o filme “Homem com H”. O filme, que tem previsão de lançamento para maio, tem direção de Esmir Filho e conta com o ator Jesuíta Barbosa no papel de Ney Matogrosso. O SENAC São Paulo detém toda a coleção de indumentária de Ney Matogrosso, cedida pelo próprio artista para manutenção e guarda na instituição. Ao longo dos últimos anos, tendo as peças como objeto central de estudos do departamento de Moda, o SENAC organizou pequenas exibições com itens selecionados em diversas unidades do Estado de São Paulo. Na exposição do MIS é a primeira vez onde a coleção poderá ser vista em sua integridade, com mais de duzentos itens que vão de calçados a adereços de cabeça, da década de 1970 aos anos 2000. FOTO: Divulgação MIS/Madalena Schwarcz Exposição “Ney Matogrosso” A partir de 21 de fevereiro. Museu da Imagem e do Som – MIS Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo Terças a sextas, das 10h às 19h; sábados, das 10h às 20h; domingos e feriados, das 10h às 18h. Ingressos em Megapass _________ POR Beatriz Freitas FOTO DESTAQUE: Divulgação MIS/ Daryan Dornelles FOTOS: Divulgação MIS/Thereza Eugênia e Divulgação MIS/Madalena SchwarczThe post Exposição sobre a carreira de Ney Matogrosso acontece em São Paulo first appeared on GoWhere - Lifestyle e Gastronomia.

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Redação NTD
Cultura

7 livros de colorir para relaxar e acalmar a mente

18 de fevereiro de 2025 | Por Redação NTD

Pintar estimula a criatividade, reduz o estresse e melhora a capacidade de concentração. Não por acaso, os livros de colorir são um verdadeiro sucesso. Basta conferir as listas de publicações mais vendidas para notar que eles estão no topo, especialmente os da linha Bobbie Goods, que entrou no pódio da PublishNews. Se você também quer os benefícios da pintura, então confira as indicações que separamos para iniciantes. Livro de Colorir 'Dias Quentes', do Bobbie Goods Compre agora: Amazon - R$ 32,82 Inspirado no calor do verão e na beleza da primavera,  o livro Dias Quentes possui cenas fofas, acolhedoras e ideais para deixar a imaginação fluir. Ele tem 20 páginas destacáveis, o que permite enquadrar as imagens depois de coloridas, e possui uma página para teste de cores. Livro de Colorir Cozy Time Compre agora: Amazon - R$ 17,68 Desde seu lançamento, o livro Cozy Times fez sucesso nas redes sociais por sua proposta de relaxamento. Suas 48 páginas contam com ilustrações de momentos cotidianos e aconchegantes e foram impressas em alta qualidade. É livre para todos os públicos e ideal para aliviar o estresse do dia a dia. Livro de Colorir Bobbie Goods Compre agora: Amazon - R$ 69 Continua após a publicidade A coleção Bobbie Goods está entre as favoritas de quem consome livros de colorir. Nesta edição, você encontra 50 folhas para pintar. Elas possuem gramatura alta, ou seja, são ideais para colorir com tintas, lápis de cor, marcadores e até mesmo aquarela. Livro de Colorir Girl Moments Compre agora: Amazon - R$ 59,90 Se você procura um livro de colorir para levar na bolsa ou mochila, o Girl Moments é uma ótima escolha. Ele possui formato A6 e 45 folhas de gramatura alta, o que permite pintar com diversos materiais (além dos desenhos serem lindíssimos). O melhor de tudo é poder relaxar pintando em qualquer lugar. Livro de Colorir de mandalas Compre agora: Amazon - R$ 19 Continua após a publicidade Pintar mandalas também é uma tendência crescente. Além de estimular seu cérebro, o livro oferece um momento de relaxamento ao colorir o livro No Jardim das Mandalas. São 72 páginas para se expressar através da pintura, sendo possível seguir um guia de cores oferecido pela publicação. Livro de Colorir 'Criaturas Fofinhas' Compre agora: Amazon - R$ 39,43 Criaturas Fofinhas é mais uma opção de livro para colorir. São mais de 40 desenhos feitos à mão de animais, como capivaras, coelhos e cães. Os cenários evocam desde o verão tropical até o inverno severo. Também há uma ilustração exclusiva para a edição brasileira e as páginas são isoladas para evitar manchas de pintura. RelacionadasCultura6 livros curtos para criar o hábito de leitura em 20257 jan 2025 - 09h01Cozinha3 novos cafés japoneses em São Paulo que você precisa conhecer13 jan 2025 - 08h01CulturaOs 10 melhores livros escritos por mulheres de 202420 dez 2024 - 08h12 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Continua após a publicidade Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade

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Redação NTD
Cultura

7 livros curtos de romance para ler em 2025

17 de fevereiro de 2025 | Por Redação NTD

Nem sempre é preciso encarar um grande livro para viver uma história emocionante. Há obras curtas que conseguem entregar tramas instigantes, personagens marcantes e reflexões profundas. Pensando nisso, listamos obras ágeis que abordam diferentes jeitos de amar – desde paixões arrebatadoras até encontros inesperados. As escolhas são ideais não só para levar na mala de viagem, mas também para quem quer retomar o hábito de leitura. Confira: Para Todos os Garotos que Já Amei Lara Jean guarda suas cartas de amor em uma caixa azul-petróleo que ganhou da mãe. Não são cartas que ela recebeu de alguém, mas que ela mesma escreveu. Uma para cada garoto que amou — cinco ao todo. São cartas sinceras, sem joguinhos nem fingimentos, repletas de coisas que Lara Jean não diria a ninguém, confissões de seus sentimentos mais profundos. Até que um dia essas cartas secretas são misteriosamente enviadas aos destinatários, e de uma hora para outra a vida amorosa de Lara Jean sai do papel e se transforma em algo que ela não pode mais controlar. O livro inspirou a série da Netflix. Para Todos os Garotos que Já Amei Compre agora: Amazon - R$ 45,35 Com Amor, Simon Simon Spier tem dezesseis anos e é gay, mas não conversa sobre isso com ninguém. Ele não vê problemas em sua orientação sexual, mas rejeita a ideia de ter que ficar dando explicação para as pessoas ― afinal, por que só os gays têm que se apresentar ao mundo? Enquanto troca e-mails com um garoto misterioso que se identifica como Blue, Simon vai ter que enfrentar, além de suas dúvidas e inseguranças, uma chantagem inesperada. Com Amor, Simon Compre agora: Amazon - R$ 29,68 Continua após a publicidade O Rascunho do Amor Há três anos, Katrina Freeling e Nathan Van Huysen eram estrelas literárias e o romance que escreveram juntos estava no topo da lista de mais vendidos. Porém, a parceria deles terminou mal, sem nenhuma explicação ou comunicado oficial. Os dois planejavam não se falar mais, só que há um grande problema: eles têm um contrato exigindo que elaborem mais um livro em conjunto. Enfrentando questões pessoais e profissionais delicadas, Katrina e Nathan são obrigados a se reencontrar e precisam voltar à casa onde escreveram o último livro para tentar criar um novo manuscrito. Não será nada fácil ter que reviver as razões que os levaram a se odiarem, especialmente enquanto constroem uma história romântica. À medida que a paixão e a prosa os aproximam em meio ao calor da Flórida, os dois aprendem que os relacionamentos – assim como os livros – às vezes exigem alguns rascunhos antes de chegarem a sua melhor versão. O Rascunho do Amor Compre agora: Amazon - R$ 32,15 Aliança de Casamento Continua após a publicidade Concordar em ir a um casamento com um cara que ela mal conhece é algo que Alexa Monroe normalmente não faria. Mas há algo em Drew Nichols que torna o convite impossível de resistir. Na véspera da festa de casamento de sua ex-namorada, Drew está sem uma acompanhante. Até que uma queda de energia o deixa preso no elevador com a candidata perfeita para se passar por sua namorada. Alexa e Drew se conhecem por acaso e se divertem em um encontro inesperado. Mas a distância ameaça o romance quando Drew volta para Los Angeles e Alexa retorna para Berkeley. Será que o amor entre eles é forte o suficiente para superar os desafios? Continua após a publicidade Aliança de Casamento Compre agora: Amazon - R$ 23,84 Continua após a publicidade   Evidências de Uma Traição Uma jovem desesperada no sul da Califórnia se senta para escrever uma carta para um homem que ela nunca conheceu ― uma escolha que mudará sua vida para sempre. Pouco a pouco, a correspondência entre Carrie Allsop e David Mayer revela os detalhes de um caso devastador entre seus cônjuges. Continua após a publicidade Ao longo das cartas, eles confessam seus medos e compartilham sentimentos escondidos no fundo de suas almas, tentando decidir como seguir em frente. Contada inteiramente por meio de cartas, Evidências de uma traição é uma história de decepções, mágoas e segredos, mas também de perdão e recomeços, e de como, no caso de algumas pessoas, a dor pode libertar. Evidências de uma traição Compre agora: Amazon - R$ 33,90 Mesa Para Um Siobhan é uma life coach nascida em Dublin que está sempre em Londres a trabalho. É lá que ela conhece o belo e charmoso Joseph, com quem mantém um caso sem compromisso ― é apenas sexo casual, e os dois estão felizes com isso. Miranda é uma arborista talentosa e apaixonada pelo que faz. Ela namora Carter, um homem maduro e encantador, e tem certeza de que ele é o cara ideal para sua vida. Jane acaba de se mudar para Winchester, onde é voluntária num brechó beneficente. Em pouco tempo, ela conhece o misterioso Joseph Carter, e os dois se tornam grandes amigos. Jane está decidida a ficar apenas na amizade, mas controlar seus sentimentos por ele acaba sendo mais difícil do que parece. Siobhan, Miranda e Jane não se conhecem. No entanto, elas têm mais em comum do que imaginam: as três levam um bolo do mesmo homem no Dia dos Namorados. Como isso é possível? Será que ele está escondendo algo? Será que ele não é tão perfeito quanto elas imaginam? Mesa Para Um Compre agora: Amazon - R$ 43,00 RelacionadasCultura5 séries baseadas em livros para quem amou “Cem Anos de Solidão”19 jan 2025 - 05h01CulturaQuem é Han Kang, escritora sul-coreana que ganhou o Prêmio Nobel de Literatura 202410 out 2024 - 11h10Cultura6 livros curtos para criar o hábito de leitura em 20257 jan 2025 - 09h01 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. 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Redação NTD
Cultura

Carla Madeira está prestes a fazer história na literatura brasileira; entenda

14 de fevereiro de 2025 | Por Redação NTD

Carla Madeira é a escritora brasileira mais lida do país, e agora, está prestes a bater a marca de 1 milhão de livros vendidos. A autora de  Tudo É Rio (2014, Quixote, 2021, Record),  A Natureza da Mordida (2018, Record) e Véspera (2021, Record) já vendeu 973.103 cópias – marca que a colocou em 2024 como a mulher brasileira mais lida na Lista Nielsen PublishNews, que monitora o mercado editorial brasileiro. O primeiro livro da escritora, ‘Tudo é Rio’, logo se tornou um fenômeno de boca a boca. A história do casamento de Dalva e Venâncio, abalado por um episódio de violência, ganhou ainda mais destaque quando foi recomendado por Martha Medeiros em sua coluna do jornal O Globo. A partir daí, o livro passou a ser procurado em todo o país. A entrada em uma grande editora como a Record garantiu uma distribuição nacional. “A gente não sabe exatamente por que os livros vendem muito. Mas, com certeza, teve ressonância nas pessoas. Isso é muito bom. Todo autor que publica quer ser lido”, diz Carla, capa de fevereiro em CLAUDIA. Romance adaptado para as telas A escritora Carla Madeira é sucesso de vendasNani Rodrigues/Reprodução Enquanto prepara sua nova obra, a mineira acompanhou de perto a adaptação de Véspera, que vai se transformar em uma série para a Max, com direção de Joana Jabace. Gabriel Leone (que brilhou recentemente em Senna, da Netflix) fará o papel dos gêmeos Caim e Abel. Bruna Marquezine será Veridiana e Camila Márdila interpretará Vedina, parceira de Abel. Continua após a publicidade Vedina vive um casamento atribulado com o gêmeo Abel e abandona momentaneamente seu filho em um instante de desespero. Quando volta, em seguida, para resgatá-lo, o menino não está lá. Quem levou o garoto e por quê? Alternando o tempo da narrativa, conhecemos o conflito entre os irmãos, que são apaixonados por Veridiana e foram criados por uma mãe preocupada com o destino que poderia ser atribuído a eles pelos nomes trágicos escolhidos unilateralmente pelo pai. A escritora atua como consultora da produção televisiva. “Conversei com outros amigos escritores que tiveram livros adaptados. Entendi que havia duas possibilidades. O escritor que não se envolve, sabendo que é outra obra que nasce, com outro recorte, uma outra visão artística ali. E o escritor que gosta de acompanhar. No caso de Véspera, optei por participar como consultora para contribuir no que for possível pela minha compreensão da trama, dos personagens, daquilo que foi pensado mas não foi para o livro. Estou achando uma delícia, gostando muito do elenco, é incrível. Estou bastante feliz com as escolhas. Agora é ver isso ganhar vida”, explicou Carla em entrevista à CLAUDIA. Novo livro de Carla Madeira Madeira é um grande exemplo sobre como muitas conquistas de uma mulher não precisam ser aos 20 ou 30 anos. Quando publicou Tudo é Rio, tinha 50 anosNani Rodrigues/Reprodução Aos 60 anos, a publicitária está escrevendo seu próximo livro, que falará de relações familiares, com maternidade e separação. Madeira se impôs um desafio formal de esculpir a história. “Precisa caber em certa lógica. A matemática também está comigo nesse processo, precisa de uma lógica consistente. Sou bastante atenta a isso. Quem está falando, que ritmo essa pessoa fala, como vou pontuar”, adianta. Continua após a publicidade RelacionadasCultura6 livros curtos para criar o hábito de leitura em 20257 jan 2025 - 09h01Cultura12 livros escritos por mulheres para ler agora24 jan 2022 - 10h01 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Continua após a publicidade Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade

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Redação NTD
Cultura

MIS fará exposição em homenagem aos 60 anos da Jovem Guarda

13 de fevereiro de 2025 | Por Redação NTD

Para celebrar os 60 anos da Jovem Guarda, o MIS – Museu da Imagem e do Som irá realizar, a partir de 27 de fevereiro, uma exposição a esse movimento cultural que surgiu em um dos programas televisivos de maior impacto na sociedade brasileira. Com curadoria de André Sturm, diretor-geral do MIS, a mostra contará com diversos álbuns, pôsteres, fotografias, capas de revistas, matérias de jornais e itens pessoais de alguns membros do movimento. “Não podíamos deixar passar esta data e celebrar os 60 anos desse movimento que marcou tanto a cultura brasileira, a Jovem Guarda. Tivemos a sorte de ter acesso a um acervo maravilhoso do Washington Morais, que nos permitiu oferecer ao público uma viagem no tempo, de volta ao coração desse momento tão dinâmico e eletrizante”, afirma André Sturm.  Ao longo do percurso da exposição, dividida em sete espaços, o visitante poderá ver itens raros, como o disco lançado por Roberto Carlos com o primeiro hit assumidamente rock ‘n roll “Splish Splash”. A mostra traz ainda trechos em vídeo e cartazes dos filmes da época, responsáveis por reforçar a estética geral do movimento, como a trilogia composta por “Roberto Carlos em ritmo de aventura” (1968), “Roberto Carlos e o diamante cor-de-rosa” (1970) e “Roberto Carlos a 300km por hora” (1971), dirigidos por Roberto Farias. Jovem Guarda – TV Record | FOTO: Divulgação/Acervo MIS Trechos de entrevistas exclusivas concedidas ao programa de depoimentos Notas Contemporâneas do MIS, ao longo de mais de dez anos, também integram as galerias, com nomes como Martinha, Eduardo Araújo, Sérgio Reis, Jerry Adriani, Wanderléa e Luiz Ayrão. A exposição é pautada na coleção do jornalista Washington Morais, um grande entusiasta do tema e detentor de um dos maiores acervos privados do Brasil sobre o período. Ao longo dos últimos 30 anos, ele foi responsável por conectar todos os personagens envolvidos na produção musical das décadas de 1950, 1960 e 1970. Washington apurou com artistas, produtores e empresários todos os detalhes da fase, fazendo uma expressiva arqueologia histórico-social do movimento de música jovem no Brasil e no mundo. Conduzido por Wanderléa, Erasmo Carlos e Roberto Carlos, o programa Jovem Guarda estreou na TV Record em 1965. Ao longo dos anos em que ficou no ar, recebeu centenas de artistas, músicos, bandas e intérpretes de todo o Brasil, tendo em comum sua energia radiante e uma comunicação direta com a juventude nacional. O movimento foi muito maior que o programa de televisão e pautou costumes, hábitos, moda e até uma linguagem própria, rapidamente absorvida e disseminada, com presença até hoje. Programa IV Festival de MPB, TV Record 1968 – Produção e Direção Solano Ribeiro | FOTO: Divulgação/Acervo MIS Jovem Guarda 60 anos Local: Museu da Imagem e do Som – MIS (Avenida Europa, 158 – Jardim Europa – São Paulo) Data: a partir de 27 de fevereiro Horários: terças a sextas, das 10h às 19h; sábados, das 10h às 20h; domingos, das 10h às 18h. __________ FOTOS: Divulgação/Ding Musa (fachada),The post MIS fará exposição em homenagem aos 60 anos da Jovem Guarda first appeared on GoWhere - Lifestyle e Gastronomia.

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Redação NTD
Cultura

Filha de Lexa morre 3 dias após nascer: “Uma parte de mim se foi”

10 de fevereiro de 2025 | Por Redação NTD

Lexa anunciou nas redes sociais que a filha Sofia, que nasceu no último dia 2, morreu três dias após o parto. A cantora fez um longo desabafo relatando a dor pela morte da menina. “Sofia, 02/02 às 15:03. O nosso milagre nasceu! Dia 05/02 minha filha amada nos deixou. Um luto e uma dor que eu nunca tinha visto igual. Vivi os dias mais difíceis da minha vida”, escreveu, contando que passou por uma pré-eclâmpsia precoce com síndrome de Help e 17 dias de internação. Lexa e o ator Ricardo Vianna momentos após o nascimento da filha SofiaReprodução/Instagram “Eu senti cada chutinho, eu conversei com a barriga, eu idealizei e sonhei tantas coisas lindas pra gente… foram 25 semanas e 4 dias de uma gestação muuuito desejada! Lembro da última noite grávida, eu não conseguia dormir e você mexeu a noite toda, você sabia me acalmar como ninguém, eu rezei tanto e implorei tanto pra que tudo desse certo, eu cantei pra barriga, fiz playlist de parto…”, recorda. As dificuldades de Lexa na gravidez Lexa detalha as dificuldades que teve com a gestação. “Fiz tudo, mas minha pré-eclâmpsia foi muito precoce, extremamente rara e grave… o meu fígado começou a comprometer, os meus rins e o doppler da minha bebezinha também… mais um dia e eu não estaria aqui pra contar nem a minha história e nem a dela”. “Agora tô buscando um rumo na minha vida, uma parte de mim se foi…Te carregar nos últimos minutos de vida tão vivos na minha cabeça… Você é, foi e sempre será a minha SOSSO”, disse. “Sofia, te amarei eternamente minha filha amada, espero te honrar muito, eu sei que um dia vamos nos reencontrar em um lugar lindo… espera que a mamãe vai te dar mais colo”. Continua após a publicidade Ela também fez uma declaração ao pai da bebê, o ator Ricardo Vianna. “Te amo demais, vivemos os dias mais desafiadores das nossas vidas juntos e fortes, ver nossa filha na incubadora linda e lutando pela vidinha dela ficará pra sempre nas nossas memórias. Você não soltou minha mão e foi o marido e pai mais incrível do mundo”. Vianna comentou na postagem. “Apesar de toda dificuldade, nós sabemos que sua missão foi cumprida. Obrigado por nos regar de amor! Até breve nossa filha amada! Enquanto isso, eu e mamãe estaremos aqui da terra te honrando a cada dia! Minha mulher, eu te amo e tenho ainda mais orgulho de você! Mulher forte, destemida e guerreira!!! Conte comigo pra tudo!!!”, escreveu.  Ver essa foto no Instagram   Uma publicação compartilhada por Lexa (@lexa) Lexa foca agora em se recuperar. “Obrigada à todos pelas orações. Eu não tenho forças nem pra andar, parecia que cada pá de terra no seu enterro era como se a minha vida e os meus sonhos estivessem indo junto, meus seios cheios de leite, sem conseguir pensar em nada direito, mas eu creio nos teus planos Senhor”, declarou.  Continua após a publicidade Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Continua após a publicidade Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade

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Redação NTD
Cultura

Musical “Nossa História com Chico Buarque” estreia no Teatro Paulo Autran

28 de janeiro de 2025 | Por Redação NTD

Depois da bem-sucedida estreia carioca, o musical Nossa História com Chico Buarque desembarca em São Paulo para uma curta temporada, de 30 de janeiro a 28 de fevereiro, no Teatro Paulo Autran, dentro do Sesc Pinheiros.  Ao longo das últimas seis décadas, Chico Buarque construiu uma obra monumental, através de centenas de canções, álbuns, livros e espetáculos teatrais. Mais do que uma produção vultuosa, suas criações ocupam um lugar único dentro da vida brasileira, ao cantar momentos icônicos da história recente do país, mas também ao traduzir os sentimentos mais íntimos do inconsciente coletivo nacional.  FOTO: Divulgação/ Renato Mangolin Nossa História com Chico Buarque nasce justamente do desafio de contar um enredo absolutamente original, concebido sob a inspiração do inesgotável universo buarqueano.   A ação se passa em três momentos: 1968, 1989 e 2022, não à toa datas fundamentais para se contar a recente história política e social brasileira, quando, respectivamente, o país atravessava a pior fase da Ditadura Militar, logo após vem o período da redemocratização e chega na fase final, depois da pandemia e de uma nova ruptura democrática.  Situadas em três tempos distintos, as narrativas começam separadas e vão aos poucos se interligando, formando um mosaico que contrapõe passado, presente e futuro. Um narrador costura as tramas e traz a realidade sociopolítica do Brasil para as margens da cena, encarnando também a presença-ausente de Chico Buarque e sua latente relação com a vida do país, em termos históricos e emocionais. FOTO: Divulgação/ Renato Mangolin Enquanto os conflitos, paixões, encontros e desencontros das personagens se desenrolam no palco, mais de 50 canções e trechos de composições de Chico Buarque se embaralham com os diálogos, pontuando a ação e se incorporando à dramaturgia, ao complementar o que é dito pelos atores e revelar também o que não é dito, além de avançar com a ação da trama. Entre as músicas selecionadas, estão clássicos incontestáveis (‘Construção‘, ‘O Que Será’), hits radiofônicos (‘A Banda’, ‘Olhos nos Olhos‘), obras também compostas para outras peças (‘Tatuagem’, ‘Roda Viva’, ‘A História de Lily Braun’) e criações mais recentes. FOTO: Divulgação/ Renato Mangolin Nossa História com Chico Buarque De 30 de janeiro a 28 de fevereiro Quinta a sábado às 20h e aos domingos às 18h Teatro Paulo Autran Sesc Pinheiros Rua Paes Leme, 195 - Pinheiros Ingressos em https://centralrelacionamento.sescsp.org.br/?path=detalhes-atividade  _________ POR: Beatriz Freitas FOTOS: Divulgação/ Renato MangolinThe post Musical “Nossa História com Chico Buarque” estreia no Teatro Paulo Autran first appeared on GoWhere - Lifestyle e Gastronomia.

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6 marcas de bolsas autorais que você precisa conhecer em 2025

22 de janeiro de 2025 | Por Redação NTD

Além de funcional, a bolsa é um acessório que pode transformar o look de acordo com a cor, tamanho ou design. Ela pode ser combinada com os tons da roupa, com a textura do sapato ou com o tamanho do cinto, por exemplo. Pensando nisso, listamos marcas autorais que se destacam pela criatividade e atenção aos detalhes, seja em materiais sustentáveis ou acabamentos exclusivos. Confira: Alexandre Pavão A marca do artista Alexandre Pavão nasceu em 2006, quando ele ainda cursava o ensino médio. Em 2011, criou sua primeira bolsa no ateliê de seu professor do curso técnico do SENAI. De lá para cá, ele se aprimorou e desenvolveu sua marca registrada: o uso de cordas e do mosquetão.  “Nossa busca constante por entregar produtos disruptivos, autorais e de alta qualidade, em um mercado de moda cada vez mais estagnado e uniforme, é um dos principais pontos de destaque da marca”, diz o designer à CLAUDIA. “Gosto de buscar referências na rua, observar a arquitetura, o cinema, acompanhar a cena dos museus e galerias, tudo para tentar visualizar coisas diferentes e aplicar nas peças de modo prático.” View this post on Instagram A post shared by ALEXANDRE PAVÃO (@alexandrepavaodotcom) Maria Tangerina Fundada em 2013 por Pri Cortez, a marca produz peças belas e funcionais. Com uma estrutura majoritariamente feminina, também prioriza a indústria brasileira, desde a matéria prima até a produção feita em pequenos ateliês especializados. “A gente gosta de falar que você veste a bolsa e não o contrário – cada pessoa usa de um jeito diferente e isso é uma das coisas mais interessantes de criar moda”, conta Pri. “A bolsa é muito além de um acessório de moda, ela te acompanha pra cima e pra baixo todos os dias, carrega o gloss mas também carrega aquele caderninho com todos os seus sonhos, sabe?! É importante pra gente honrar esse papel de companheira fiel.” View this post on Instagram A post shared by Maria Tangerina (@mariatangerina) Continua após a publicidade Inóbvia A marca surgiu com o propósito de sair do óbvio e mostrar um produto utilitário de qualidade, luxuoso e exclusivo. A produção de cada item é feita à mão, misturando técnicas clássicas e outras inovadoras. Tudo começou no quartinho do apartamento de Thaís Ferraz, que já havia trabalhado no ramo do varejo. Para começar, ela vendeu o carro e comprou duas máquinas de costura. O negócio deu tão certo que, hoje, ela produz diversos modelos diferentes.  “Uma de nossas principais criações foi a primeira bolsa confeccionada a partir da inteligência artificial. Estamos indo para nosso segundo design criado junto com IA, unindo tecnologia e moda de uma forma inédita”, revela Thaís. “Busco olhar para onde as pessoas não estão olhando 100% do tempo.”  View this post on Instagram A post shared by inóbvia • bolsas autorais & lifestyle (@inobvia) Wishin A marca nasceu de duas irmãs formadas e apaixonadas por moda. Elas começaram desenvolvendo sapatilhas mas, após o sucesso de vendas, ampliaram o catálogo de produtos – com bolsas de diversos tamanhos e adequadas para todas as ocasiões.  Continua após a publicidade View this post on Instagram A post shared by WISHIN’ (@amowishin) Catarina Mina O crochê é uma técnica antiga que passa de geração a geração. Acredita-se que ele nasceu da necessidade de construir e reparar utensílios de caça ou de pesca. É esse saber milenar que Catarina Mina usa para criar suas peças essencialmente brasileiras. Atualmente, a marca conta com a colaboração de 31 comunidades e envolve cerca de 450 artesãos, dos quais 99% são mulheres.  View this post on Instagram A post shared by Catarina Mina (@catarinamina) Katsukazan Praticidade, modernidade e leveza são as palavras que definem a marca. Criado em 2017 pelos designers Priscila Sabino e Guilherme Akio, o selo usa lona vinílica para criar modelos dobráveis e com cores variadas. O design clean e a resistência são características que chamam atenção. View this post on Instagram A post shared by Katsukazan (@katsukazan) Continua após a publicidade RelacionadasModa3 looks modernos e estilosos com bolsa preta21 set 2024 - 07h09Sua VidaAs 10 bolsas mais caras do mundo22 ago 2024 - 08h08Moda10 bolsas incríveis que vão facilitar o seu dia a dia4 jul 2023 - 07h07 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. 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Redação NTD
Cultura

Acontece em São Paulo exposição interativa sobre a vida de Ayrton Senna em São Paulo

21 de janeiro de 2025 | Por Redação NTD

Acontece em São Paulo uma exposição super emocionante em homenagem ao piloto Ayrton Senna! Até 16 de março, o Lar Center exibe a mostra imersiva “Eu, Ayrton Senna da Silva – 30 Anos”, que celebra as três décadas do legado desse ícone do automobilismo. Localizado na região onde o piloto cresceu e onde funcionou um dos centros do Instituto Ayrton Senna, o evento promete emocionar e encantar tanto os fãs de longa data quanto as novas gerações. A grande sacada da exposição é que quem conduz a narrativa é o próprio Senna. Por meio de tecnologias inovadoras, como modelagem 3D e inteligência artificial para recriar sua voz, o público será transportado para um tour pelas memórias de infância do piloto, suas vitórias e até seus momentos de reflexão mais íntimos. Em um circuito cheio de interatividade, a mostra revive desde o amor de Senna pela velocidade até seus desafios mais marcantes nas pistas. FOTO: Divulgação São 10 estações temáticas que fazem a gente sentir na pele o que foi a vida de Ayrton, com direito a objetos pessoais, como o macacão de campeão de 1993, fotos e vídeos emocionantes, e até a recriação das condições das suas corridas mais memoráveis. A experiência é realmente sensorial, com uma mistura de sons, imagens e até a sensação de estar dentro da mente do piloto em um espaço cheio de arquivos de áudio. Além de revisitar a carreira brilhante de Senna, a exposição também celebra sua conexão com São Paulo e com os fãs, reforçando os valores que o tornaram um herói: determinação, superação e motivação.  FOTO: Divulgação “É uma alegria retornar com a exposição para São Paulo, ainda mais em uma região que faz parte da história de vida do Ayrton. Essa será uma experiência única, tanto para os fãs que acompanharam de perto essa trajetória quanto para as novas gerações, que estão cada vez mais interessadas em conhecer o legado deste ídolo do Brasil”, comenta Bianca Senna, CEO da Senna Brands e sobrinha do piloto. FOTO: Divulgação Av. Otto Baumgart, 500- Shopping Lar Center- Hub de Eventos- Piso Térreo Até 16 de março De terças a sábados, das 10h às 22h e de domingos das 14h às 20h _________ POR: Beatriz Freitas FOTOS: Divulgação/ Priscila PradeThe post Acontece em São Paulo exposição interativa sobre a vida de Ayrton Senna em São Paulo first appeared on GoWhere - Lifestyle e Gastronomia.

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Redação NTD
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5 séries baseadas em livros para quem amou “Cem Anos de Solidão”

19 de janeiro de 2025 | Por Redação NTD

Após estrear no final de 2024, a série Cem Anos de Solidão, produzida pela Netflix, tem conquistado o público apaixonado por produções baseadas em grandes clássicos da literatura. Dirigida por Laura Mora Ortega e Alex García López, a série baseada no livro publicado em 1967 retrata a instigante história da família Buendía, que, em um cenário de realismo mágico, vivencia narrativas curiosas que passeiam por temas como amor, morte e política — elementos que renderam a Gabriel García Márquez o Prêmio Nobel de Literatura em 1982. E para os amantes de histórias clássicas e adaptações televisivas fiéis, selecionamos 5 séries baseadas em livros tão envolventes quanto Cem Anos de Solidão. Veja quais são:  5 séries que são baseadas em livros e você provavelmente não sabia Killing Eve Cenas da série Killing Eve, disponível em NetflixNetflix/Reprodução Inspirado no thriller emocionante, Codinome Villanelle, do autor britânico Luke Jennings, Killing Eve é uma daquelas séries de suspense e drama psicológico que boa parte do público se apaixona logo nos primeiros episódios. No enredo, adaptado por roteiristas premiadas como Phoebe Waller-Bridge e Emerald Fennell, acompanhamos a história de Eve Polastri, uma agente do MI5 obcecada por assassinas e criminosas de alta periculosidade. Ao longo de sua jornada policial, Eve acaba ficando obcecada por Villanelle, uma criminosa sofisticada e imprevisível que proporciona à agente uma relação instigante de caça e caçadora em reviravoltas inesperadas. Continua após a publicidade Onde assistir: Netflix Fim Cenas de Fim, série original de GloboplayGloboplay/Reprodução É através da história escrita pela vencedora do Globo de Ouro 2025 de Melhor Atriz de Drama, Fernanda Torres, que Fim, série brasileira baseada na obra homônima, mistura drama e reflexões profundas sobre a vida e o destino misterioso que ela reserva. Protagonizada por Marjorie Estiano e Fábio Assunção, a trama acompanha a jornada de personagens que, em diferentes momentos de suas existências, se veem confrontados e angustiados com o fim de suas histórias ou o encerramento de ciclos importantes. A série é dirigida por Andrucha Waddington, que é marido e parceiro cinematográfico de Fernanda. Continua após a publicidade Onde assistir: Globoplay RelacionadasCulturaFernanda Torres reflete sobre ‘Fim’, novo seriado do Globoplay8 nov 2023 - 09h11     Big Little Lies Cenas de Big Little Lies, produzida pela HBOMAX/Reprodução Para quem ama mistério e drama psicológico com temas reais, essa produção inspirada no best-seller de Liane Moriarty cativou o público – e a crítica especializada – com sua trama intrigante e personagens para lá de complexos. Na série, acompanhamos a vida de três mulheres que vivem na pacata cidade de Monterey, na Califórnia, cujas vidas aparentemente perfeitas se tornam cada vez mais entrelaçadas em torno de um segredo sombrio. Com atuações brilhantes de Nicole Kidman, Reese Witherspoon e Shailene Woodley, Big Little Lies explora temas como abuso doméstico, amizade, maternidade e as complexidades das relações humanas, especialmente as femininas.  Continua após a publicidade Onde assistir: MAX Orange Is The New Black Cenas de Orange Is The New Black, disponível em NetflixNetflix/Reprodução Baseada nas memórias carcerárias de Piper Kerman em sua autobiografia, Orange Is the New Black segue a vida da personagem fictícia Piper Chapman, uma mulher que, após ser condenada por um crime cometido anos antes, entra em uma prisão feminina de segurança mínima e vivencia o verdadeiro sentido de quebra de rotina.  A série mistura comédia e drama de forma única, explorando não apenas as histórias de adaptação de Piper em sua nova “casa”, mas também a de outras prisioneiras em meio a conflitos sociais , como racismo, desigualdade de gênero e a complexidade do sistema judiciário e penal norte-americano.  Onde assistir: Netflix The Handmaid’s Tale Cenas de The Handmaid’s Tale, disponível em Disney+Disney+/Reprodução Continua após a publicidade Neste enredo distópico, baseado no aclamado romance de Margaret Atwood, a sociedade que conhecemos já não é mais a mesma para as mulheres. Em um novo sistema político totalitarista e teocrático opressor, acompanhamos a vida de Offred, uma mulher forçada a se tornar uma “serva” na assustadora Gilead, uma sociedade que submete as mulheres a um regime de controle absoluto sobre seus corpos e destinos. A produção rendeu diversas indicações ao Emmy Awards de Melhor Atriz à Elisabeth Moss, abordando temas como opressão, feminismo, resistência e os direitos das mulheres com maestria e realismo. Onde assistir: Disney+ RelacionadasCultura4 famosas que são ‘nepo babies’ e você não sabia17 jan 2025 - 15h01CulturaConheça os 13 filmes brasileiros que já concorreram ao Oscar16 jan 2025 - 08h01CulturaAs 7 séries mais aguardadas de 202514 jan 2025 - 17h01 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. 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Redação NTD
Cultura

Alex Atala celebra 25 anos do D.O.M.: “Continuar me modernizando é parte do meu compromisso”

18 de janeiro de 2025 | Por Redação NTD

Em 25 anos é possível fazer muita história. Mas o tempo em atividade é apenas um dos muitos méritos de Alex Atala. Visionário, o chef tornou-se sinônimo de alta gastronomia brasileira. E não há exageros em dizer isso: ele foi pioneiro ao elevar nossa culinária ao patamar internacional, utilizando ingredientes nativos em uma época em que pouco se falava sobre o assunto. Há 25 anos à frente do D.O.M. e 15 no comando do Dalva e Dito, Atala segue motivado pelo desejo de se reinventarBruno Geraldi/CLAUDIA Com seu restaurante, o D.O.M., inaugurado em 1999 na capital paulista, foi considerado dono de uma cozinha excelente ao receber duas estrelas do mais importante guia gastronômico mundial, o Michelin. A casa ocupou também diversas vezes a lista dos melhores restaurantes do mundo, no ranking The World’s 50 Best Restaurants. Soma ainda gratificações pela revista Veja São Paulo, Guia Quatro Rodas, The Best Chef Awards e foi eleito um dos 100 brasileiros mais influentes pela revista Time, em 2013. Listar todas as suas conquistas seria ocupar muitas das linhas desta reportagem. Por isso, preferimos utilizá-las para destacar os feitos de Atala que não se encontram nos rankings — e que também não são poucos. Receita francesa, o aligot é um dos antigos sucessos do D.O.M. e chama a atenção pela beleza de seu mise-en-scène. Foi um dos fatores que motivou o chef a incluí-lo no menu lá no inícioBruno Geraldi/CLAUDIA Continua após a publicidade Nascido na Mooca e criado em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, o chef carrega até hoje as memórias de seu início de vida. É esse resgate do passado com um olhar para o novo que faz sua gastronomia tão particular. “Eu venho de uma família grande, somos quatro irmãos, meu avô morou com a gente, tenho muitos tios. Sempre que tinha pudim em casa, eu só podia comer um pedacinho. Por isso criei um pudim bem generoso, vem de um trauma de infância” relembra o chef, dando risada. A sobremesa faz parte do cardápio do Dalva e Dito, restaurante que também celebra um importante marco: são 15 anos. Sem furinhos, o pudim de leite é a sobremesa ideal para fechar um menu que traz memórias à tonaBruno Geraldi/CLAUDIA De camiseta branca, apoiado numa das mesas de seu segundo estabelecimento na cidade, ele enfatiza a preferência por dispensar a formalidade do dólmã, uma característica geracional: “Antes da minha geração, os cozinheiros utilizavam barba perfeita, calça e sapato pretos, dólmã impecável, lencinho no pescoço. Somos a primeira geração de chefs que trabalham de tênis, tatuados, de camiseta — na Europa, o chapéu foi abolido nessa época. Eu continuo tendo um até hoje porque acho bonito, mas foi um momento muito oportuno, no qual o comportamento dentro da cozinha mudou a indumentária do cozinheiro”. RelacionadasLifestyleResid: Alex Atala dá detalhes de novo clube de luxo para membros31 mar 2024 - 09h03 Além de abrigar a conversa desta entrevista, é também de sua segunda casa que saem os pratos apresentados neste editorial. Se o D.O.M. representa o primor do lado racional do chef, o Dalva e Dito é certamente sua faceta mais emocional. Continua após a publicidade No restaurante, o arroz e feijão é inspirado no cotidiano: “O Dalva e Dito é casa, é comidinha”, diz o chef sobre o prato executivo, que representa bem o conceitoBruno Geraldi/CLAUDIA “Eu tenho essa paixão por arroz e feijão, sentia falta de ter um grande restaurante de cozinha brasileira”, detalha sobre a criação do empreendimento. “Não entenda que eu queria fazer melhor que os outros, mas queria entregar esse refinamento que o Brasil tem e que muitas vezes víamos em restaurantes franceses ou italianos. Não é que não existia, mas era pouco presente”, descreve sobre o espaço, que tem como premissa tocar apenas música popular brasileira, assim como o D.O.M., e traz a brasilidade impressa em todos os cantos: da arte de Athos Bulcão ao grafite do pernambucano Derlon Almeida. REENCONTRO COM SI MESMO Apesar de hoje a figura de Alex Atala transmitir disciplina e ponderação, no passado a história era bem diferente. Quando jovem, chegou a ser expulso da escola e adorava o movimento punk. Desse tempo, ficaram as tatuagens e a rebeldia de ser vanguardista. Com um latente sentimento de não se sentir pertencente, tão comum na juventude, o paulistano realizou o desejo de morar fora do Brasil quando mudou-se para a Bélgica, aos 19 anos. Mas, até então, a gastronomia não estava nem de longe em seus planos: sua primeira função foi pintar paredes. Entrou para um curso de cozinha apenas para ter a possibilidade de conseguir um visto — e acabou migrando de área. Continua após a publicidade Versão cremosa do baião de dois, o rubacão leva creme de leite e é típico de algumas regiões do Nordeste brasileiro, como a ParaíbaBruno Geraldi/CLAUDIA De volta ao Brasil, já com certa experiência, fez uma proposta “indecente”, como define, para um imóvel de um restaurante à venda — que surpreendentemente foi aceita. “Meu único desejo era me manter vivo. Eu tinha um filho pequeno”, relembra ele, que hoje é pai de três. “O D.O.M. tem 25 anos, e eu posso dizer que durante 24 e meio ele esteve lotado. Os seis primeiros foram cheios, o que é natural, mas depois teve uma ‘barriga’. Olhei para o Geovane [Carneiro, subchef da casa] e nos perguntamos quantos couverts faríamos no dia: talvez 50 ou talvez nenhum. Acho que se tivesse opção, provavelmente teria desistido, mas eu não tinha. A persistência nasceu da necessidade.” “Esse ainda é o maior elo de confiança que um cliente me dá: estar aberto a fazer uma coisa que ele nunca fez na vida” Alex Atala O que aconteceu a partir de então, o chef não poderia imaginar nem em seus sonhos mais absurdos. “Tivemos sorte de apresentar uma proposta que era muito palatável na hora certa. Foi um sopro de ar fresco num momento em que a cozinha vinha acompanhada de revolução. Chefs e jornalistas do mundo todo enlouqueciam pelas coisas que eram nossas e que nunca tinham comido na vida.” Continua após a publicidade O prato faz referência ao clássico italiano pasta e fagioli, mas também à marmita brasileira, onde todos os ingredientes se misturamBruno Geraldi/CLAUDIA Um dos marcos da cozinha do chef foi incluir a saúva amazônica, tradicional em culturas indígenas. “A formiga foi um grande desafio porque propus que as pessoas comessem algo que as mães falavam para nunca botar na boca. Esse ainda é o maior elo de confiança que um cliente me dá: estar aberto a fazer uma coisa que ele nunca fez na vida.” Mas se a famosa formiga marcou sua gastronomia no primeiro restaurante, o Dalva traz o oposto: “Um chef que tem, de um lado, o atrevimento de colocar uma formiga no prato, tem por obrigação contrapor com afeto. ‘Afetivo’ não me soa banalizado, mas sim subestimado. Uma senhorinha que vende bolo em frente à estação do metrô é tão cozinheira quanto eu.” E é com muita afetividade que o chef traz um cardápio que homenageia a culinária brasileira: seja com um divertido macarrão com feijão e ragu de linguiça ou uma delicada espuma de manga. Refrescante e com dulçor equilibrado, a espuma de manga é servida com sorvete de coco e caramelo de gengibreBruno Geraldi/CLAUDIA “Olho meu site, minhas mesas, e penso que perdemos o tempo das coisas. Mas é aí também que vejo a beleza do envelhecer” Alex Atala Continua após a publicidade “Continuar me modernizando é parte do meu compromisso de vida. Às vezes olho para mim, para minha equipe, e falo: vocês estão ficando velhos, bicho, estamos démodé. Olho meu site, minhas mesas, e penso que perdemos o tempo das coisas. Mas é aí também que vejo a beleza do envelhecer. O ano de 2024 foi, quem sabe, o reencontro de um cara de quase 57 anos com um garoto de 30, que estava começando. É a mesma energia.”  CRÉDITOS EDITORIAIS TEXTO: Marina Marques FOTOS: Bruno Geraldi EDIÇÃO DE ARTE: Catarina Moura RelacionadasEnsaios & EntrevistasRenata Vanzetto: “Não quero ser uma superchef, quero ser feliz”10 jan 2025 - 08h01Cozinha3 novos cafés japoneses em São Paulo que você precisa conhecer13 jan 2025 - 08h01CulturaChef Helena Rizzo: “Já engoli muito sapo, e machuca”8 dez 2023 - 08h12 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso Whatsapp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? 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Redação NTD
Cultura

Com Reynaldo Gianecchini e Tainá Müller, Brilho Eterno estreia no Teatro Bravos

10 de janeiro de 2025 | Por Redação NTD

O papel cada vez mais essencial das relações humanas, sobretudo no mundo pós-pandemia, reflete-se em Brilho Eterno, espetáculo que estreou em 2022 com grande sucesso de público e crítica. A peça, estrelada por Reynaldo Gianecchini e Tainá Müller, volta em cartaz de 10 de janeiro a 23 de fevereiro de 2025, no Teatro Bravos.  O trabalho é livremente inspirado no filme “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças” (2004), escrito por Charlie Kaufman, dirigido por Michel Gondry e estrelado por Jim Carrey e Kate Winslet. A nova temporada do espetáculo celebra os 21 anos desse longa-metragem vencedor do Oscar de melhor roteiro original e melhor atriz. Recentemente, a obra ganhou uma outra homenagem da cantora estadunidense Ariana Grande, que lançou o videoclipe para a canção “We Can’t Be Friends (Wait For Your Love)” inspirado no drama. Brilho Eterno também festeja a parceria entre Reynaldo Gianecchini e Tainá Müller, iniciada com a série “Bom Dia Verônica“, que é sucesso na Netflix.  FOTO: Divulgação/ Priscila Prade Brilho Eterno não conta no palco a história já vista nas telas. A peça questiona, de maneira lúdica e por muitas vezes cômica, o quanto as pessoas se mostram dispostas a viver situações de sofrimento por amor durante a vida.  No enredo, Jesse e Celine sentem a falta um do outro de maneiras diferentes e com intensidades variadas. Quando começam a perceber que há uma incompatibilidade entre eles, essa necessidade continua sendo o ponto central do relacionamento, mas não aquele amor idealizado, de cinema, de finais perfeitos. Todo mundo sabe que o amor traz sofrimento, especialmente quem já amou de verdade. A pergunta é: até que ponto as pessoas estão dispostas a enfrentar esses momentos de dor ao longo da vida? FOTO: Divulgação/ Priscila Prade A ideia de que os afetos e os valores mudaram muito desde o lançamento do filme (2004) também foi super importante na hora de criar a peça. E, claro, não dá pra ignorar como a pandemia afetou a vida de todo mundo, o que também influenciou o processo. O espetáculo ainda traz uma mudança no estilo do diretor, que se afasta do barroco, presente em trabalhos como Dorotéia (2017), Senhora dos Afogados (2018) e O Mistério de Irma Vap (2019). Agora, ele aprofunda mais a reflexão sobre a construção do teatro e a teatralidade da cena, colocando isso em destaque. Essa nova abordagem aparece tanto nos elementos mais realistas, como os figurinos casuais, que ele mesmo desenhou, quanto nas escolhas mais simbólicas, como a referência à Caixa de Pandora na cenografia de Rogério Falcão. Esse universo se completa com o jogo de luzes de César Pivetti e a música original de Dan Maia, criando uma atmosfera onde todos esses elementos juntos acabam se tornando um personagem da peça. FOTO: Divulgação/ Priscila Prade Brilho Eterno De 10 de Janeiro a 23 de Fevereiro Teatro Bravos Rua Coropé, 88 – Pinheiros Às sextas, às 21h; aos sábados, às 17h e às 21h; e aos domingos, às 18h Ingressos em  www.sympla.com.br  _________ POR: Beatriz Freitas FOTOS: Divulgação/ Priscila PradeThe post Com Reynaldo Gianecchini e Tainá Müller, Brilho Eterno estreia no Teatro Bravos first appeared on GoWhere - Lifestyle e Gastronomia.

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Redação NTD
Cultura

6 livros curtos para criar o hábito de leitura em 2025

07 de janeiro de 2025 | Por Redação NTD

A literatura é uma das formas mais eficazes de ampliar horizontes, exercitar a empatia e alimentar a criatividade. Mesmo em um mundo acelerado e repleto de distrações digitais, dedicar alguns minutos por dia a um livro pode trazer benefícios que vão muito além do entretenimento, como a redução do estresse, o aprimoramento do vocabulário, o fortalecimento da concentração e até a melhora da saúde mental. E o melhor: não é preciso começar com grandes volumes ou obras densas. Edições mais curtas podem ser a porta de entrada ideal para quem deseja cultivar o prazer por publicações sem se sentir sobrecarregado. Abaixo, veja as melhores opções disponíveis na Amazon: Ainda estou aqui, por Marcelo Rubens Paiva Eunice Paiva é uma mulher de muitas vidas. Casada com o deputado Rubens Paiva, esteve ao seu lado quando foi cassado e exilado, em 1964. Mãe de cinco filhos, passou a criá-los sozinha quando, em 1971, o marido foi preso por agentes da ditadura, a seguir torturado e morto. Em meio à dor, ela se reinventou. Voltou a estudar, tornou-se advogada, defensora dos direitos indígenas. Nunca chorou na frente das câmeras. Ao falar de Eunice, e de sua última luta, desta vez contra o Alzheimer, Marcelo Rubens Paiva fala também da memória, da infância e do filho. E mergulha num momento obscuro da história recente brasileira para contar ― e tentar entender ― o que de fato ocorreu com Rubens Paiva, seu pai, naquele janeiro de 1971. A obra inspirou o filme homônimo, já vencedor de diversos prêmios de cinema. Ainda estou aqui Compre agora: Amazon - R$ 60,72 A morte é um dia que vale a pena viver, por Ana Claudia Quintana Arantes Em 2012, Ana Claudia Quintana Arantes deu uma palestra ao TED que rapidamente viralizou, ultrapassando a marca de 3,8 milhões de visualizações. A última fala do vídeo, “A morte é um dia que vale a pena viver”, se tornou o título do livro que, desde seu lançamento em 2016, vem conquistando um público cada vez maior. Segundo ela, o que deveria nos assustar não é a morte em si, mas a possibilidade de chegarmos ao fim da vida sem aproveitá-la, de não usarmos nosso tempo da maneira que gostaríamos. Invertendo a perspectiva do senso comum, somos levados a repensar nossa própria existência e a oferecer às pessoas ao redor a oportunidade de viverem bem até o dia de sua partida. Continua após a publicidade Em vez de medo e angústia, devemos aceitar nossa essência para que o fim seja apenas o término natural de uma caminhada. A morte é um dia que vale a pena viver Compre agora: Amazon - R$ 34,93 Melhor do que nos filmes, por Lynn Painter Elizabeth Buxbaum sempre soube que seu vizinho não seria um bom namorado. Apesar de todos acharem Wesley Bennett simpático e muito bonito, Liz tinha certeza de que, na verdade, ele era um chato de galochas. Mas Michael Young era diferente. O amor de infância de Liz estava à altura dos protagonistas das comédias românticas que ela tanto gostava, só que havia se mudado para longe quando os dois ainda eram crianças. Dez anos depois, ele estava de volta, mais lindo e charmoso do que nunca. Esbarrar com o garoto na escola foi como um sinal do universo. O último ano do ensino médio clamava por acontecimentos grandiosos, um baile inesquecível e momentos apaixonantes. Por isso, como uma boa romântica incurável, Liz estava determinada a fazer qualquer coisa para conquistar o verdadeiro amor. Até mesmo pedir ajuda ao vizinho irritante. O plano era infalível: fazer com que Michael notasse sua existência e a convidasse para o tão sonhado baile de formatura. Continua após a publicidade Mas à medida que Wes e Liz se aproximam, ela vai questionar tudo o que sabe sobre o amor e descobrir que talvez seu “felizes para sempre” seja surpreendente ― e melhor do que ela poderia imaginar. Melhor do que nos filmes Compre agora: Amazon - R$ 43,00 A árvore mais sozinha do mundo, por Mariana Salomão Carrara Em uma pequena roça no Sul do país, a vida segue o seu curso. O cultivo do tabaco dá sustento a Guerlinda, Carlos e seus filhos, que dia após dia enfrentam as oscilações da natureza, esguichando venenos e adubando as vergas para que as folhas cresçam e atinjam a qualidade ideal. Na angústia da espera ― e em meio a investidas das poderosas empresas que dominam o mercado fumicultor ―, ainda é preciso decifrar os códigos da infância e da adolescência e aprender a complexa linguagem do amor. Alice, a filha mais velha, deseja participar do tradicional concurso de beleza Musa do Sol, e sua resistência ao trabalho inflama a difícil relação com a mãe; Maria é a irmã do meio e a única que frequenta a escola, porém vive em um mundo à parte; e Pedrinho, com seus quase três anos, ainda não conseguiu falar, mas já participa da rotina nas plantações entre as densas nuvens de agrotóxico, que em tudo se infiltra. Continua após a publicidade Quando chega a época da colheita, os dias se transformam e a família recebe ajuda da mãe de Guerlinda, Elvira, que mesmo com seus estímulos e sua peculiar ternura parece incapaz de emendar a casa tomada por silêncios incômodos e perdas iminentes. Neste romance, Carrara joga com as formas narrativas e constrói o enredo a partir da visão de objetos que rodeiam a casa: o espelho lusitano, na sala; a roupa de proteção, que acompanha os filhos na lida com os defensivos agrícolas; a velha caminhonete Rural da família; e a árvore que observa tudo do alto, no quintal em frente à propriedade. Com uma prosa a um só tempo corrosiva e calorosa, que destila um humanismo inabalável. A árvore mais sozinha do mundo Compre agora: Amazon - R$ 53,12 A louca da casa, por Rosa Montero Uma meditação arrebatadora ― repleta de humor e empatia ― sobre a fantasia e os sonhos, sobre a loucura e a paixão, sobre os medos e as dúvidas dos escritores, mas também de todos nós, leitores. Livro consagrado universalmente e merecedor de diversos prêmios é, acima de tudo, a ardente história de amor e salvação entre Rosa Montero e sua própria (e fervilhante) imaginação. “De fato, escrever romances foi o que já encontrei de mais parecido a me apaixonar (ou melhor, a única coisa parecida), com a considerável vantagem de que a escrita não precisa da colaboração de outra pessoa. Por exemplo, quando você está submerso em uma paixão, vive obcecado pela pessoa amada, a ponto de pensar nela o dia todo; ao escovar os dentes, você vê seu rosto flutuar no espelho; dirigindo, você se confunde de rua porque está obnubilado com sua lembrança; ao tentar dormir de noite, em vez de deslizar para o interior do sono, cai nos braços imaginários do amante. Pois então, quando está escrevendo um romance, vive no mesmo estado de delicioso alheamento: todo o seu pensamento se encontra ocupado pela obra e, assim que dispõe de um minuto, você mergulha mentalmente nela. Você também se engana de esquina quando dirige, porque, como o apaixonado, tem a alma entregue e em outro lugar.” Continua após a publicidade A louca da casa Compre agora: Amazon - R$ 55,62 Vou te receitar um gato, por Syou Ishida No final de um beco escuro, há um prédio antigo onde funcionam vários estabelecimentos. Um deles é a Clínica Kokoro, um lugar que apenas as almas que mais precisam de ajuda conseguem encontrar. A misteriosa clínica oferece um tratamento exclusivo ― e um tanto estranho ― para aqueles que chegam até lá: gatos. Continua após a publicidade Os pacientes muitas vezes ficam intrigados com essa prescrição nada convencional, mas quando “tomam” o animal pelo período recomendado, testemunham profundas transformações em suas vidas ― efeito colateral causado pelos gatinhos brincalhões, cativantes e de vez em quando bagunceiros. Graças ao remédio milagroso ― e muito fofo ― receitado pelo excêntrico Dr. Nike e sua enfermeira mal-humorada, Chitose, um corretor de investimentos se depara com uma alegria inesperada após ser demitido; um homem de meia-idade encontra paz no trabalho e em casa; uma mãe cansada se reconecta com a filha; uma designer de bolsas aprende finalmente a relaxar; e uma gueixa abalada pela perda de sua gata descobre como seguir em frente. À medida que os pacientes da clínica lidam com seus conflitos internos e buscam soluções, os companheiros felinos os conduzem à cura e lhes mostram que, às vezes, tudo o que você precisa é do amor de um gato. Vou te receitar um gato Compre agora: Amazon - R$ 38,90 RelacionadasCulturaFernanda Torres faz história no Globo de Ouro 2025: confira discurso e lista de vencedores6 jan 2025 - 12h01Cultura8 filmes que devem ser indicados ao Oscar 20254 jan 2025 - 05h01 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! 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Redação NTD
Cultura

Marcelo Felmanas fala como é trabalhar com arte e decoração no Brasil

30 de dezembro de 2024 | Por Redação NTD

Marcelo Felmanas, sócio-fundador da 6F Decorações, é expert em aguçar os sentidos do bom gosto por meio da arte e do design. A arte está em seu DNA. Como foi conviver desde a infância com esse universo? Eu cresci envolto na atmosfera única da arte, imerso no universo vibrante e cultural que os meus pais cultivaram através da galeria ProArte. Desde cedo, aprendi a valorizar o poder da expressão artística e a observar as sutilezas que compõem uma obra, desenvolvendo um olhar apurado que moldou a minha trajetória na curadoria de objetos para o design de interiores. Com a herança sensível e criteriosa dos meus pais, eu procuro trazer peças que vão além da estética – minha visão é influenciada por um compromisso de ajudar os arquitetos e designers a criarem ambientes que dialoguem com a alma de quem os habita. A influência da arte na minha vida tornou-se o pilar que sustenta essa curadoria refinada, onde cada peça/coleção é pensada para despertar sensações e provocar uma experiência visual e emocional autêntica. Você é formado em administração de empresas, mas se engajou no universo dos negócios de arte e design focados no luxo. O que esse business trouxe para você ao longo da vida? Ao longo dos anos, estar envolvido com o universo dos negócios de arte e design de luxo se mostrou uma jornada de imenso aprendizado e satisfação para mim. A princípio, minha formação em administração de empresas me deu uma base sólida para entender a complexidade e a dinâmica de mercado, mas foi o contato com a arte e o design que trouxe a verdadeira profundidade à minha trajetória. Esse mercado exige um olhar apurado para além dos números – é preciso sensibilidade para compreender o que é relevante, o que emociona, o que inspira. O que aprendeu nesse tempo todo de mais importante? Hoje, eu me sinto realizado com o meu trabalho. Com todas as vivências e experiências dos últimos 30 anos, me considero um ótimo vendedor do mercado de luxo. Aprendi que o verdadeiro luxo está na qualidade das relações, no respeito à criação e na busca constante pela inovação sem perder o compromisso com o que é essencial. Em resumo, esse business não só aprimorou minhas habilidades profissionais, mas também moldou meu olhar sobre o mundo.  FOTO: Divulgação Você tem história com a marca Fabergé, famosa pelos ovos valiosos criados por Peter Carl Fabergé para o czar russo Alexandre III, no final do século 19. Queremos detalhes… A Fabergé é uma joalheria francesa que se consagrou na Rússia, no final do século XIX e início do século XX, nascida da criatividade do joalheiro russo Peter Carl Fabergé e da demanda por presentes excepcionais na corte russa. Tudo começou em 1885, quando o czar Alexandre III encomendou a criação de um ovo de Páscoa como um presente especial para sua esposa, a czarina Maria Feodorovna. O primeiro, chamado “Ovo da Galinha”, parecia um ovo esmaltado simples, mas, ao ser aberto, revelava uma gema dourada, que, por sua vez, abria-se para mostrar uma galinha de ouro, e, dentro dela, ainda mais surpresas. Esse ovo encantou tanto a czarina que Alexandre III decidiu torná-lo uma tradição anual, dando a Fabergé carta branca para criar essas peças de arte. Anualmente, eles produziam um Ovo de Ouro e pedras preciosas para o Czar da Rússia presentear a sua esposa. Com a morte do Czar, seu filho passou a encomendar duas peças. Uma para presentear a mãe e outro para dar à sua esposa. Essa tradição se manteve até a Revolução Soviética. No total, foram feitos 44 Ovos. Sete deles estão desaparecidos até hoje e outros 37 foram adquiridos por colecionadores privados e estão espalhados por museus da Europa e EUA, sendo que a maior coleção de Ovos pertence à Família Real Inglesa.  E você teve acesso a esta coleção? Décadas depois, a neta de Carl Fabergé resgatou a tradição familiar ao lançar uma coleção de ovos de porcelana e cristal. Essa série especial, inspirada nos Ovos Imperiais, foi destinada a colecionadores de luxo e produzida em edição limitada. A 6F Decorações tornou-se, em 1996, distribuidora exclusiva da Fabergé. FOTO: Divulgação/ Douglas Daniel Quanto custa hoje um ovo Fabergé, você tem alguns na sua coleção? Os Ovos Imperiais são raríssimos e avaliados em vários milhões de dólares. Os Ovos Fabergé que a 6F vendia já se esgotaram, mas, ocasionalmente, podem ser encontrados em algum Leilão ou antiquário. Eu ainda tenho alguns Ovos que, para minha alegria, guardei como lembrança. Eles são lindos e me acompanham pelas casas que já morei. Como são suas viagens ao redor do mundo para garimpar mobiliário, objetos e outros itens para seu acervo? Viajo dez vezes ao ano em busca de novos produtos para a 6F ou em busca de ideias e referências para desenvolvermos novas coleções. Cada destino é uma oportunidade para explorar mercados e feiras internacionais, além de antiquários e oficinas artesanais, onde descubro itens que carregam histórias e estilos variados. Hoje, nossos principais fornecedores estão na Itália, França e Alemanha, mas também temos negócios com os mercados asiáticos. Essas viagens não são apenas para aquisição, mas também uma forma de cultivar conexões e criar um acervo que traduz a essência do luxo e da autenticidade. Assim, cada objeto que trago tem um propósito dentro da minha curadoria: valorizar o que é único e atemporal, enriquecendo projetos com elementos de diferentes culturas e épocas. FOTO: Divulgação/ Douglas Daniel O que de mais inusitado e caro você trouxe em uma dessas viagens? Eu tenho o costume de comprar um presente para a minha casa em todas minhas viagens. Pode ser uma toalha de mesa, uma garrafa antiga que achei em uma feirinha, um tapete que vi sendo produzido e tantas outras peças que hoje estão espalhadas pela minha casa. Mas na maior parte das viagens, estou buscando produtos para o acervo da 6F. Uma vez, trouxe como bagagem de mão uma poltrona em um tecido feito à mão na Índia que não passava pela porta do avião de tão grande. Mas deu tudo certo.   Nos fale sobre uma experiência de viagem que foi um marco zero para você nessas rotas que costuma fazer? Não dá para esquecer a primeira vez que fui para a China e a primeira vez que fui à Índia. Foram experiências únicas que me deram certeza sobre o que eu gostaria de fazer e trabalhar. Já faz 25 anos desde a primeira vez que estive na China e, a cada ano, encontro ela diferente, com novos produtos. Um lugar apaixonante. Trabalhar com arte e decoração no Brasil é lucrativo? Quanto a 6F fatura por ano? Temos crescido em torno de 20% ao ano e a nossa expectativa é chegar aos próximos dois anos, ou seja, até final de 2026, com um faturamento de R$50 milhões. Mais do que aumentarmos o faturamento, queremos consolidar o propósito da nossa empresa, que é ser referência no setor de decoração de luxo. FOTO: Divulgação Quais as empresas que você representa com exclusividade no Brasil e qual a que tem mais procura? A 6F representa, com exclusividade no mercado brasileiro, três das marcas mais tradicionais de porcelana do mundo: a alemã Rosenthal, a Raynaud de Limoges, uma das mais prestigiadas marcas de mesa posta francesa, e a italiana Ginori 1735, com licença para importar os itens das marcas e fornecer para as principais lojas de decoração do País. Recentemente, também passamos a representar a italiana Bitossi Home, além da Aquazzura Home, braço de decoração de uma das mais inovadoras grifes de sapatos de luxo do mercado mundial. Uma das marcas que posso destacar é a Rosenthal, que traz a qualidade da porcelana alemã, aliada à tradição secular e seus designers. Além das suas peças, eles chamam atenção por produzir coleções de porcelana para a Swarovski e para a Versace, que fazem muito sucesso por aqui. Você é colecionador de algum item? Você é colecionador de algum item? Acho que posso dizer sim, que sou um colecionador. Eu tenho diversos produtos diferentes e gosto muito de arte contemporânea, mas também amo as obras dos artistas modernistas.  Qual é o objeto ou obra de arte que ainda não conseguiu encontrar ou comprar? Minha próxima aquisição será uma “Fachada” do Alfredo Volpi. Amo! FOTO: Divulgação _________ POR: Aroldo de Oliveira FOTOS: Divulgação e Divulgação 6F/ Douglas DanielThe post Marcelo Felmanas fala como é trabalhar com arte e decoração no Brasil first appeared on GoWhere - Lifestyle e Gastronomia.

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6 livros incríveis para levar para a praia

23 de dezembro de 2024 | Por Redação NTD

A praia é um dos melhores cenários para colocar a leitura em dia. Entre o som das ondas e a brisa do mar, é fácil mergulhar em histórias cativantes que combinam com o clima de relaxamento. Pensando nisso, selecionamos uma lista variada para todos os gostos: desde romances leves e divertidos até aventuras instigantes que nunca saem de moda. Esses títulos são perfeitos quem deseja se emocionar, refletir ou apenas se entreter – basta carregá-los na mala de viagem que você vai aproveitar o verão com uma boa companhia. Confira: 1. Estavelmente instável, de Marcela Scheid Neste livro, a artista visual Marcela Scheid explora o conceito de autoficção com uma intensidade visceral e emoção palpável. A obra é uma ode à pluralidade de expressões e um manifesto de libertação feminina, revelando um caminho repleto de introspecção e coragem. O livro não celebra apenas a busca pelo estilo próprio, mas também oferece um suporte contínuo para a autodescoberta e autenticidade. Scheid compartilha com generosidade os fragmentos de sua própria trajetória criativa, apresentando uma obra que é tanto um acolhimento caloroso quanto um desafio inspirador: “Vá – e se precisar, volte”. Continua após a publicidade Estavelmente instável, de Marcela Scheid Compre agora: Amazon - R$ 43,67 Continua após a publicidade 2. Descolonizando afetos: Experimentações sobre outras formas de amar, de Geni Núñez Atravessada pela poética de seu povo, a ativista indígena Guarani, psicóloga e escritora Geni Núñez promove neste livro um exercício de repensar a exclusividade nos relacionamentos afetivos, partilhando reflexões anticoloniais sobre o tema, tanto do ponto de vista histórico e macropolítico quanto em relação às nuances cotidianas e interpessoais. A partir de uma perspectiva original e com uma linguagem única, a autora desconstrói alguns dos equívocos mais comuns a respeito da não monogamia e desenvolve reflexões que podem servir de acolhimento a pessoas que desejam vivenciar outras formas de amar. Continua após a publicidade Descolonizando afetos: Experimentações sobre outras formas de amar, de Geni Núñez Compre agora: Amazon - R$ 35,01 3. Violeta, de Isabel Allende  Violeta veio ao mundo em um dia tempestuoso de 1920, a primeira menina em uma família com cinco filhos. Desde o início, sua vida foi marcada por acontecimentos extraordinários: ainda era possível sentir os efeitos da Grande Guerra quando a gripe espanhola chegou ao seu país, pouco antes do seu nascimento. A família saiu ilesa dessa crise, mas não conseguiu enfrentar a seguinte. A Grande Depressão transformou totalmente a vida urbana que Violeta conhecia. Sua família perdeu tudo e foi forçada a se mudar para uma parte mais remota do país. Lá, ela cresceu e terá seu primeiro pretendente. Continua após a publicidade Violeta narra sua história em uma carta a pessoa que mais ama nessa vida, contando decepções e casos amorosos, momentos de pobreza e riqueza, terríveis perdas e imensas alegrias, sempre permeando grandes eventos da história: a luta pelos direitos das mulheres, a ascensão e queda de tiranos e, em última análise, não uma, mas duas pandemias. Violeta, de Isabel Allende Compre agora: Amazon - R$ 27,95  4. Primeiro eu tive que morrer, de Lorena Portela Uma jovem publicitária é pressionada a fazer uma pausa e se refugia na vila paradisíaca de Jericoacoara, no Ceará, Nordeste do Brasil. Sob o Sol, entre mergulhos no mar e os temperos daquela terra, sob a Lua, entre gozo e sombra, reconecta-se com outras mulheres, apaixona-se e vive um comovente e misterioso renascimento. Continua após a publicidade Um poderoso romance de estreia que, ao revelar a dolorosa mirada dessa jovem no espelho, coloca a todos no reflexo e contesta um mundo no qual o mecanismo de relações abusivas, excesso de trabalho, assédio e desamor é sinônimo de força. Ou sucesso. Primeiro eu tive que morrer, de Lorena Portela Compre agora: Amazon - R$ 27,60 5. Cleopatra e Frankenstein, de Coco Mellors Cleo, uma pintora inglesa de vinte e quatro anos, ainda está tentando encontrar o seu lugar na intensa Nova York, quando, alguns meses antes de seu visto de estudante vencer, conhece Frank. Vinte anos mais velho, o publicitário Frank tem uma vida repleta de todos os excessos que faltam à de Cleo. Ele oferece a ela a chance de ser feliz, a liberdade para pintar e a oportunidade de conquistar um visto permanente. Ela proporciona a Frank uma vida regada à beleza e à arte – e a esperança de ser uma razão para que ele coloque fim às bebedeiras. Mas o casamento por impulso muda a vida deles de forma irreversível, assim como a daqueles que estão próximos a eles, de uma maneira absolutamente imprevisível. Cada capítulo explora a vida de Cleo, Frank e de um elenco inesquecível de amigos e familiares mais próximos enquanto eles crescem e amadurecem. Cleópatra e Frankenstein é um romance de estreia surpreendente e dolorosamente factível sobre as decisões espontâneas que moldam toda a nossa vida e aqueles relacionamentos imperfeitos nascidos em noites tão perfeitas quanto inesperadas. Cleopatra e Frankenstein, de Coco Mellors Compre agora: Amazon - R$ 30,96 6. Amor(es) verdadeiro(s), de Taylor Jenkins Reid Emma Blair casou com seu namorado do colegial, Jesse, quando tinha vinte anos. Juntos, eles construíram uma vida diferente das expectativas de seus pais e das pessoas de sua cidade natal, Massachusetts. Sem perder nenhuma oportunidade de viver novas aventuras, eles viajam o mundo todo, curtindo a vida ao máximo. Mas, em vez do tradicional “e viveram felizes para sempre”, uma tragédia separa os dois, no dia do seu aniversário de um ano de casamento. O helicóptero com o qual Jesse sobrevoava o Pacífico desaparece e, simples assim, o amor da vida de Emma se vai para sempre. Emma volta para sua cidade natal em uma tentativa de reconstruir a vida e, depois de anos de luto, reencontra um velho amigo, Sam, que lhe mostra ser, sim, possível se apaixonar novamente. E quando os dois ficam noivos? Emma sente que a vida lhe deu uma segunda chance de ser feliz. Pelo menos é o que parece ― até que Jesse é encontrado. Ele está vivo e tentou voltar para casa, para Emma, todos esses anos que passou desaparecido. Agora, com um marido e um noivo, Emma precisa descobrir quem ela é e o que quer, enquanto tenta proteger todos que ama. Emma sabe que precisa escutar seu coração, ela só não tem certeza se sabe o que ele está querendo dizer. Amor(es) verdadeiro(s), de Taylor Jenkins Reid Compre agora: Amazon - R$ 37,06 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine as Newsletters CLAUDIA Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine as Newsletters CLAUDIA Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso Whatsapp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? 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Redação NTD
Cultura

Conheça o Clara Arte, primeiro hotel de luxo em Inhotim

21 de dezembro de 2024 | Por Redação NTD

Desde que foi inaugurado, em 2006, o Instituto Inhotim, a 60 km de Belo Horizonte (MG), se tornou um destino de peregrinação e encantamento para os amantes das artes. Não à toa: ele conta com 2 mil obras de 280 artistas espalhadas em 24 galerias — todas imersas em 140 hectares de exuberantes áreas verdes, com biomas da Mata Atlântica e do Cerrado. O acesso ao museu, porém, sempre foi uma questão complexa, já que era preciso se hospedar nas cidades de Betim ou nos arredores de Brumadinho — reduzindo o tempo de fruição das imperdíveis exposições a céu aberto.  Agora, pela primeira vez, está sendo inaugurado um hotel a cinco minutos a pé da entrada principal do Instituto, o Clara Arte. O empreendimento promete revolucionar a experiência dos visitantes, permitindo que aproveitem cada detalhe do local com mais conforto e tranquilidade. O quarto do bangalô master do Clara Arte é aconchegante e luxuoso, propondo uma imersão no localDivulgação/Divulgação Uma noite no museu O projeto foi iniciado em 2011 pelo idealizador do Inhotim, Bernardo Paz. No entanto, em 2014, as obras foram interrompidas e, embora tenham surgido propostas de retomada, ficaram anos paradas. Foi somente em 2023 que Taiza Krueder, CEO do Clara Resorts, conseguiu concretizar a compra e dar novo fôlego ao planejamento original. Agora, a propriedade finalmente saiu do papel e conta com 46 bangalôs e uma estrutura completa, incluindo sauna, sala de massagem, piscina aquecida de 25 metros, brinquedoteca, academia, dois restaurantes, um à la carte perto da piscina e outro com sistema de buffet, além de espaços para eventos (todos ainda em fase de finalização quando fomos visitá-los, a convite do hotel). Com o desenho assinado pela arquiteta Freusa Zechmeister, o hotel oferece quatro tipos de acomodações, que unem conforto e arte. A proposta é transformar os espaços em verdadeiras galerias, trazendo obras de artistas renomados para os ambientes privados e comuns. “Estamos negociando com uma galeria para ter uma obra de arte diferente por quarto com a explicação correspondente, como se fosse a parede de um museu”, revela Taiza. Na piscina externa, por exemplo, haverá uma obra de arte do artista recifense José Patrício, conhecido por suas criações que transitam entre os limites da ordem e do caos a partir de arranjos de objetos do cotidiano.  No banheiro, uma grande banheira de pedra sabão ocupa o espaço com maestriaBeatriz Lourenço/Divulgação O Bangalô Master se destaca pela marcenaria impecável (que traz a sensação de aconchego), pelos materiais naturais que valorizam o design nacional (como a banheira esculpida em pedra-sabão) e pela varanda com um sofá que te abraça no fim de um dia cansativo. As duas suítes presidenciais, ainda em fase de construção, contam com piscina e sauna privativas. Todas as acomodações terão varanda com lareira, cama de casal, sofá e uma copa equipada com capricho: máquina de café, filtro de água, micro-ondas, frigobar e adega estão garantidos.  Continua após a publicidade O conforto da suíte é perfeito para uma noite dormida ao lado de artistas como Adriana Varejão, Tunga e Hélio Oiticica, a poucos passos do Clara Arte. Para 2025, serão inaugurados outros 73 apartamentos. A cozinha será comandada pelo chef Leo Paixão, do Grupo Glouton, que tem os restaurantes Nicolau Bar da Esquina, Ninita Cozinha e Mina Jazz Bar. Nascido e criado em Belo Horizonte, sua promessa é alimentar os visitantes com um amplo forno a lenha no restaurante principal para apresentar pratos da deliciosa gastronomia mineira, preparados com ingredientes orgânicos, como a costela com canjiquinha e o torresmo de rolo.  No quarto, há ainda uma poltrona para leitura, uma escrivaninha e duas camas de solteiroBeatriz Lourenço/Reprodução Um roteiro para visitar as galerias Reserve ao menos três dias para ter a experiência completa do Inhotim. Escolha roupas e sapatos confortáveis que permitam caminhar bastante e não se esqueça da garrafa térmica, pois é possível encher com água gelada nos diversos bebedouros espalhados por lá. Entre os destaques dos jardins estão os imponentes jequitibás, palmeiras e bromélias — tudo aqui é intencional: o uso de espécies tropicais, como helicônias e orquídeas, reforça a conexão do espaço com o clima e a identidade nacional. Mas o trabalho botânico vai além da contemplação. O instituto é também um centro de pesquisa e conservação ambiental, com projetos voltados para o estudo e a preservação de espécies distintas.  Há três rotas possíveis para visitar as galerias, divididas por cores: amarela, rosa e laranja. Cada uma delas dá acesso a uma parte diferente do Instituto. Para escolher a ordem de visitação, liste tudo o que você quer ver e, se possível, compre o ingresso que dá direito ao carrinho — transporte que te leva a pontos estratégicos. Para melhor fruição, preste atenção aos detalhes: veja obras pelo caminho, contemple a imensidão do verde e aproveite as trilhas. Não deixe as crianças de lado! Durante o passeio, ao contrário dos adultos, elas não têm vergonha de interagir, brincar e perceber o que está no entorno — são inatas entendedoras das artes. Continua após a publicidade No Instituto Inhotim, é possível aproveitar o melhor da natureza: há bancos para descanso e contemplação da flora localBeatriz Lourenço/Reprodução Galeria Adriana Varejão O espaço exibe obras que exploram temas como memória, história e cultura nacional. A arquitetura é impressionante e dialoga com a obra Celacanto Provoca Maremoto, um painel em azulejos que impressiona pelo tamanho e pela riqueza de detalhes. Galeria Adriana VarejãoBeatriz Lourenço/Reprodução Galeria Cildo Meireles Aqui, você encontrará uma das instalações mais emblemáticas de Inhotim: Desvio para o Vermelho. A obra cria uma experiência sensorial e conceitual, guiada pela presença marcante da cor vermelha. É uma imersão nos temas de consumo, desperdício e violência, marcas do trabalho do artista. Galeria Cildo MeirelesBeatriz Lourenço/Reprodução Continua após a publicidade Galeria Cosmococa Uma das experiências mais lúdicas de Inhotim, esta galeria é resultado de uma parceria entre Hélio Oiticica e Neville D’Almeida. Dividida em cinco salas, ela mistura projeções, sons e instalações interativas que convidam os visitantes a se desconectar da realidade e mergulhar no experimentalismo. Galeria CosmococaDaniel Mansur Studio Pixel/Reprodução Galeria Yayoi Kusama Dedicada a uma das artistas mais influentes do mundo, a galeria explora temas como infinito, repetição e a relação entre o indivíduo e o cosmos. Esta é uma experiência sensorial que reforça a ideia de pertencimento a algo maior. É parada obrigatória para quem deseja mergulhar na mente criativa de Kusama.  Galeria Yayoi KusamaBeatriz Lourenço/Reprodução RelacionadasCulturaA arte ancestral de Mayara Ferrão, Mônica Ventura e Heloisa Hariadne8 nov 2024 - 08h11CulturaLivro reconta a história da arte sem os homens20 out 2024 - 09h10CulturaLenora de Barros e a arte múltipla que transcende o tempo14 abr 2023 - 10h04 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Continua após a publicidade Assine as Newsletters CLAUDIA Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine as Newsletters CLAUDIA Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. 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Redação NTD
Cultura

Os 10 melhores livros escritos por mulheres de 2024

20 de dezembro de 2024 | Por Redação NTD

Chega dezembro e com ele a perspectiva de algum tempo de ócio para poder colocar a leitura em dia. Por isso, CLAUDIA elaborou uma curadoria com as nossas publicações favoritas de 2024 para servir como um pequeno guia de livros para o verão. Nacionais ou estrangeiras, são obras escritas sobretudo por mulheres, com uma única — e justificada — exceção. Boa leitura! Os 10 melhores livros de 2024 Condições ideais de navegação para iniciantes, de Natalia Borges Polesso Companhia das Letras | 232 págs.<br />R$ 79,90 (físico), R$ 39,90 (e-book)Companhia das Letras/CLAUDIA A escritora se consolida como um dos nomes incontornáveis da literatura latino-americana com seu novo livro. Nos contos, personagens LGBTQIA+ navegam metaforicamente pelas águas da vida. “O mar nem sempre é literal, está ali como sonho, fluxo. As tais condições ideais não existem, a questão é seguir tateando. Nos contos, as personagens abrem mão da precisão de navegar e de viver e vão se descobrindo”, explica a autora. Vencedora de dois prêmios Jabuti, Polesso cria atmosferas oníricas em contos como Cratera. O efeito é de um deslumbramento diante da contemplação da natureza e suas formações. “O conto é um formato de texto em que se pode experimentar em poucas páginas. No texto seguinte, tudo muda. Considero um gênero muito difícil, porque o resultado é imediato”, diz. A árvore mais sozinha do mundo, de Mariana Salomão Carrara Todavia | 208 págs.<br />R$ 69,90 (físico), R$ 49,90 (e-book)Todavia/CLAUDIA Continua após a publicidade Dona de uma voz particular, a paulistana explora as inúmeras possibilidades da linguagem em seu novo romance. O livro conta a história de uma família de agricultores pobres que enfrenta a indústria do tabaco. Carrara se inspirou em vivências reais de produtores do Rio Grande do Sul, afetados pelo preço da folha de fumo, e a contaminação por agrotóxicos e nicotina. Mas não espere encontrar um documento. A escritora adota quatro diferentes narradores não-humanos para contar essa saga: uma árvore, um espelho português, um traje de proteção para aplicar veneno e uma caminhonete velha. “O mais difícil foi forjar uma relação de cada um deles com os personagens humanos. Que cada um tivesse uma forma distinta de entender aquela família, a partir não apenas do território — lavoura, sala ou estrada —, mas também da cosmovisão — por exemplo, o espelho que se sente superior a todos ali por ter vindo da Europa”, explica Mariana. A mulher de dois esqueletos, de Julia Dantas Dublinense | 160 págs.<br />R$ 69,90 (físico), R$ 24,90 (e-book)Dublinense/CLAUDIA Continua após a publicidade O intrigante nome do livro é uma pista sobre a trama. “A ideia surgiu do fato biológico de que uma mulher grávida possui mais de um esqueleto. Mas obviamente os esqueletos funcionam como metáfora: podem ser a vida real e a ficção que sustentam essa mulher”, explica a autora. O romance tem uma narração deliciosa, em primeira pessoa, de uma escritora que equilibra sua escrita, seu relacionamento, os cuidados com o cachorro e as dúvidas sobre ser mãe. A protagonista poderia ser uma de nós: “O medo da respeitabilidade. De que nunca mais ninguém vai querer flertar com você. De que nunca mais um homem vai te dizer obscenidades”, reflete a narradora sobre os medos da maternidade. O livro levanta a necessária bandeira feminista. “Questionar a maternidade já é feminista. Qualquer livro que mostre a vida de uma mulher desejante é feminista”, diz. Distância de resgate, de Samanta Schweblin Fósforo | 96 págs.<br />R$ 64,90 (físico), R$ 45,40 (e-book)Fósforo/CLAUDIA Uma história para quem quer sentir medo no conforto do sofá. Muitos temas contemporâneos como o antropoceno e, claro, a maternidade, compõem o romance da argentina, célebre pelos contos estranhos de Pássaros na Boca, de 2022. Continua após a publicidade Schweblin conta a história de uma mãe e sua filha, moradoras de Buenos Aires, que decidem passar os dias de folga em meio aos pampas argentinos. O que encontram lá, porém, são plantações dependentes de agrotóxicos. Fatos assustadores começam a ocorrer no povoado, onde a medicina pouco consegue agir, abrindo espaço para curandeiras. David, um garotinho, carrega boa porção de tudo aquilo que assusta na trama, capaz de tirar o fôlego. Vale a leitura. Terra Prometida, de Joan Lowell Ercolano | 256 págs<br />Tradução Matheus Pestana<br />R$ 89,90 (físico), R$ 61,44 (e-book)Ercolano/CLAUDIA A porção necessária de aventura, digna de uma exploradora, está garantida na lista com o livro da atriz do Hollywood Joan Lowell. Escrito originalmente em 1952, conta a história verdadeira — com exageros — da estrela de cinema que decide migrar para o Brasil na década de 1930 para desbravar a região do nosso Centro-Oeste. Lowell se instala em Anápolis (GO). Excelente narradora, ela convenceu outros artistas a virem ao Brasil. Parte da graça na leitura está em perceber que a atriz não é uma narradora confiável. Continua após a publicidade Ler Terra Prometida é delicioso e tem sabor de “me engana que eu gosto”. A edição caprichada conta com textos complementares, fotos e recortes de jornais. Parece mentira, mas é verdade: a atriz acabou presa no Brasil. O crime? Estelionato. Vigarista de primeira, elaborou fraudes com vendas de terrenos imaginários. Bruxas, de Brenda Lozano Companhia das Letras | 224 págs.<br />Tradução Silvia Massimini Felix<br />R$ 79,90 (físico), R$ 38,74 (e-book)Companhia das Letras/CLAUDIA Um livro que fala dos povos originários de um México que também é muito urbano. O romance traz uma relação entre irmãs, a investigação jornalística de um crime de feminicídio, além de uma bruxa-curandeira. A linguagem é praticamente uma personagem própria, dando poder às palavras e ao conhecimento ancestral. O livro fala ainda sobre os muxes, termo que povos zapotecas de Oaxaca usam para designar pessoas não-binárias, algo como um terceiro gênero. Assim, Lozano consegue tratar de um tema muito contemporâneo, mas recorrendo a uma tradição indígena. “Paloma nasceu homem, Paloma nasceu Gaspar. (…) Depois quando já era muxe, Paloma me disse Feliciana, minha vida, por que eu sei que sou muxe desde pequeno?”, escreve a mexicana. Continua após a publicidade A segunda vinda de Hilda Bustamante, de Salomé Esper Autêntica Contemporânea | 160 págs.<br />Tradução Sérgio Karam<br />R$ 59,90 (fisico), R$ 41,90 (e-book)Autêntica Contemporânea/CLAUDIA Natural de Jujuy, no norte da Argentina, a autora criou uma cidadezinha que poderia ser muitas da América Latina, repleta de realismo mágico. Com ares de O Auto da Compadecida, este aqui conta a história de Hilda, uma mulher comum que morre e volta à vida. Os dias que decorrem após ressuscitar são repletos de afeto para recuperar o tempo perdido ao lado de amigas, o viúvo, uma vizinha e a filha dela, que acaba sendo uma neta adotiva. “Naquela manhã, Hilda e suas plantas por fim se reencontraram. Hilda e seus tecidos. Hilda e sua casa. Até aquele momento, não conseguira sair do invólucro do abraço, do transbordamento do absurdo e da exigência de que fosse ela a explicar tudo, como se pudesse fazê-lo.” Esper é capaz de arrancar sorrisos e brotar lágrimas nos leitores. Para ler com uma caixa de lencinhos ao lado.  Trilogia dos gêmeos, de Ágota Kristof Dublinense | 560 págs.<br />Tradução Diego Grando<br />R$ 179,90 (box)Dublinense/CLAUDIA Eis uma indicação para quem gosta de sagas. A Trilogia dos Gêmeos é composta pelos romances O Grande Caderno, A Prova e A Terceira Mentira. O conjunto é considerado a obra-prima de Ágota Kristóf (1935-2011), nascida na Hungria e uma das escritoras mais relevantes da Europa. Os livros contam a história de irmãos gêmeos entregues pela mãe à avó para que sobrevivam à guerra. Eles passam por experimentos para que possam se fortalecer durante a dureza do combate. “A avó nunca se lava. Ela limpa a boca com o canto do lenço quando termina de comer ou de beber. Ela não usa roupa íntima. Quando precisa urinar, ela para onde está, afasta as pernas e mija no chão, com saia e tudo. Obviamente, ela não faz isso dentro de casa”, contam os irmãos. O primeiro livro é narrado por um “nós”, na primeira pessoa do plural, sem distinção entre os meninos. Kristóf brinca com as possibilidades narrativas e explora outras formas nos livros seguintes.  De quatro, de Miranda July Amarcord | 322 págs.<br />Tradução Bruna Beber<br />R$ 89,90Amarcord/CLAUDIA Este livro, da multiartista americana Miranda July, pode ser entendido como uma obra sobre um marco incontornável do sexo feminino ainda pouco explorado na literatura: a menopausa. A protagonista é uma artista famosa de quarenta e tantos anos, casada e com filhos, que de repente se vê com sintomas confusos e uma inesperada libido (sexual e de vida). Assim, resolve atravessar sozinha os EUA de carro. Na realidade, porém, acaba se hospedando por semanas em um motel de beira de estrada a trinta minutos de casa. Lá, vive uma paixão repentina (e platônica) por um balconista e dançarino amador, muitos anos mais jovem que ela. Cheio de cenas esquisitas, tão características de July, De Quatro, na verdade, discorre sobre outro assunto universal feminino: o desejo de liberdade, de aventura e (por que não?) de sumir de vez em quando. Vera, de José Falero Todavia | 304 págs.<br />R$ 69,90 (físico), R$ 49,90 (e-book)Todavia/CLAUDIA O único homem da lista, Falero escreve justamente sobre o tema  que atravessa todas nós: o machismo estrutural e a opressão que os próprios homens cometem. “Foi difícil escrever, porque cada linha me lançava em uma crise. Acho que muitos homens têm consciência do seu lugar de opressor, mas escrevendo esse livro eu me percebi pior do que pensava”, diz Falero. O romance tem ares de cinema, com transição de cenas visuais, como quando a personagem Lúcia está picando tomates para colocar no arroz. O leitor visualiza o tomate, mas subitamente agora acompanha Vera, a protagonista, que está picando tomates para o risoto dos patrões. Vera é uma doméstica que enfrenta diferentes tipos de assédio. A história alterna a periferia e espaços da classe média alta, e é recheado de mulheres fortes. “São mulheres negras, periféricas, as menos beneficiadas pelos avanços feministas das últimas décadas. Apesar disso, deram um jeito de criar os filhos, os netos e bisnetos em meio às ausências paternas.” RelacionadasCulturaAny Gabrielly, voz de Moana, conta sua experiência com o filme18 dez 2024 - 10h12CulturaFilme de Natal com Chris Evans e Dwayne Johnson chega ao Amazon Prime Video13 dez 2024 - 12h12 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine as Newsletters CLAUDIA Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine as Newsletters CLAUDIA Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. 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Redação NTD
Cultura

“Cuidar Até o Fim”: livro compartilha um olhar carinhoso e sem tabu para a morte

17 de dezembro de 2024 | Por Redação NTD

Seria indelicado dizer o óbvio? Pois nenhum de nós escapará de lidar com a finitude — a de quem amamos profundamente e a nossa própria. É uma questão de tempo, mas não só. Também é questão de aceitar a natureza da existência, fortalecer o que nos une e aliviar o sofrimento. Autora de best-sellers como A Morte É Um Dia Que Vale a Pena Viver e Histórias Lindas de Morrer, a médica Ana Claudia Quintana Arantes acaba de lançar Cuidar Até o Fim —  Como Trazer Paz Para a Morte (Editora Sextante). Na prática e ensino dos cuidados paliativos, ela desafia medos e tabus para levar conforto a pacientes, familiares e profissionais de saúde. Aos seus leitores, oferece uma chance única de olhar de frente para o tsunami que a morte forma, sem perder o fôlego para fazer o que mais importa: cuidar.  Nas mãos de Ana Claudia, o cuidado é um mergulho em profundidade nos sentimentos humanos. Ao contar histórias de pessoas que acompanhou de muito perto até o último instante, compartilha: “A paz de quem cuidou até o fim permanece entre nós”. É uma leitura que demanda coragem (e lencinhos), mas que jamais quebra o elo do sentir. Justamente por isso, restabelece a possibilidade de enxergar beleza na vida — e na morte. Quando o fim chegar, que ele nos encontre com a dignidade e a inteireza de um coração como o dela. Na leitura de Cuidar Até o Fim, nos conectamos com histórias de pessoas que você apresenta só com uma inicial do nome. Ao mesmo tempo, vivemos uma situação geral muito afastada desse lugar de compaixão. Como está a sua esperança na nossa capacidade de conexão? A gente está faminto! As pessoas estão famintas dessa experiência de conexão com alguém, algum propósito, algum futuro. Mas tem um momento da fome em que você não sente mais a fome, fica apático. A insatisfação pela falta de conexão pode ser um sinal de que é possível fazê-la. O problema é quando você está totalmente no espaço do “tanto faz”, não incomoda mais. As pessoas apáticas às conexões são zumbis existenciais, se tornaram desumanas. Se você é desumano, não vê a humanidade no outro, por isso há tanta violência. Quando leio uma história que tem uma inicial de um nome e me conecto, a vida dele transforma a minha. Tem gente falando assim: “Você escreveu o livro para mudar o mundo”. Não. Eu escrevi o livro para contar a história do que eu tinha vivido. Se o mundo muda a partir disso, é uma escolha do mundo, não minha.  Encarar a finitude demanda coragem. Estamos mais maduros em relação aos Cuidados Paliativos? Temos, nesse momento, uma grande oportunidade de lidar com o fim. Todo mundo vai viver a morte: a sua ou de alguém que você ama. Se você não tem coragem de aprender o que pode fazer para isso ser menos sofrido, a vida vai te dar uma prova sem que você esteja preparado. Ainda tem prova surpresa na escola? Aquela que a professora chegava do nada e falava: “Tirem uma folha do caderno e guardem os livros”? O adoecimento na nossa vida é uma prova surpresa. É a professora Vida falando: “Não pode colar”. Daí você não quis ler, estudar, sentar para conversar com a sua família sobre o que quer ou não quer, porque “Ah, Deus me livre falar sobre morte”. Está bom, não quer falar, não fala. Mas daí você adoece. Então o livro pede coragem, você tem razão. Mas quem é covarde também vai passar pela prova surpresa.  Continua após a publicidade Você fala sobre a possibilidade de uma morte bonita — o que não quer dizer que ela vá ser simples, inclusive pela visceralidade da experiência. É um olhar de poeta junto com o olhar médico? A gente só vê beleza naquilo que consegue enxergar. E tem belezas que não são óbvias. Viver é um exercício cotidiano de aprendizado. Quando criança, você sabia o tanto que sofreria na vida? Nos momentos mais difíceis, isso é péssimo, horroroso. Mas depois de atravessar, você olha para trás e fala: “Como a gente recebeu apoio dos amigos, como o médico cuidou direitinho, teve um técnico de enfermagem que sorriu”. Você vai lembrar daquela experiência: alguém se importou em aliviar seu sofrimento. Para a gente ver beleza na morte, tem que entender que você está encontrando a sua morte, você está encontrando a morte da sua mãe. Por exemplo, sua mãe está doente e você só consegue visitá-la uma vez por mês, está sem dinheiro, não consegue folga, justificativas bem pertinentes. E aí você passa 29 dias sofrendo, e no dia com ela sofre também, porque o próximo encontro só vai ser daqui 29 dias. Mas será que você é uma pessoa tão incrível que deixa no coração da tua mãe a vontade de viver mais um mês? Essa é a pergunta. Quando você a encontra, ela fala: “Que delícia, estava com tanta saudade!’.  Não tem pessoas que você ama tanto que quer ver de novo, não importa o tempo que demore? No olhar de fora, não é bonito uma filha ver uma mãe só uma vez por mês. Mas bonito é o que a sua mãe sente quando está junto, e isso não é da conta de quem assiste. Isso é a morte bonita. Não é poético, é a vida.  Não é uma invenção, é a realidade. Só que a gente não consegue ver porque senta atrás da pilastra e perde a cena real.   Continua após a publicidade Como você enxerga a esfera da impermanência, que sempre pode tirar o nosso chão, e a esfera da presença, que pode tornar tudo válido?  O P., do Histórias Lindas de Morrer, traz esse aprendizado: toda coisa óbvia é surpreendente. Eu falo muitas coisas óbvias. A gente sabe o que é certo, o que é, de fato, o caminho que a gente tem que caminhar. P. fala que a gente vai viver os dias bons e os dias ruins pelo mesmo motivo: os dias ruins, eles vão passar. E os dias bons, também. Nenhum dia é tão ruim que dure mais do que 24 horas. E nenhum dia vai ser tão bom que precise de mais do que 24 horas. Essa é, para mim, a verdadeira essência da impermanência: eu não vou sofrer tanto quando as coisas são difíceis, porque elas vão passar. E quando as coisas forem boas, eu vou prestar bastante atenção em estar presente, porque vai passar. A impermanência serve para isso: para a gente ter esse estado de presença sem tanta dor e nem tanto apego.  E quem ler o livro e se arrepender, perceber que não cuidou até o fim como poderia? O que vem depois? É preciso terminar essa história para começar a próxima. Sai desse buraquinho apertado, do “devia ter feito diferente” ou “deveria ter lido esse livro antes”. Você não fez. Você não fez porque naquela época você achava que não era capaz. E agora, que você é capaz, vai fazer o quê? Vai cuidar desse sentimento ruim e se perdoar? Se perdoar é transformar perdão em outro comportamento. Você cuidou mal? Então vá cuidar bem de alguém, alguém desconhecido, alguém que não é amado. Você transforma a sua culpa em algo que transforma o mundo para melhor. Senão, não serve. É uma forma de ampliar a  possibilidade de mudança para além da esfera íntima. Temos caminhado para essa transformação social, inclusive por ajuste de leis? Demos passos importantes. Caminhamos e caminhamos, mas chegamos num abismo: a montanha que queremos fica do outro lado! Temos políticas públicas de Cuidados Paliativos. O caminho foi difícil, mas está lá, assinado, baita vitória! Só que chegamos num abismo. O abismo de 625 mil pessoas precisarem de cuidados paliativos todo ano e não terem. Continua após a publicidade A maravilha está na montanha lá longe: todos os brasileiros vão ter acesso a Cuidados Paliativos pelo SUS. O que falta até lá são pessoas educadas para realizar esses cuidados. Tem que construir a ponte. Não adianta pegar e jogar uma corda: vamos pela corda bamba? Vai cair todo mundo. Você precisa construir a ponte, vai tempo, tem que planejar, calcular direitinho a profundidade… 0 abismo da ignorância humana não tem fim. Sabe o que eu quero? Que daqui a 100 anos, um adolescente pegue esse livro e fale assim: “Vou ser médico, vou seguir o que essa mulher escreveu, vou fazer o que ela fez”. E eu não vou estar aqui pra receber o direct dele. Meus filhos também não vão estar aqui para ouvir: “Nossa, sua mãe era tão inspiradora”. Talvez eu não tenha netos, meus filhos não querem ter filhos. Vai estar extinta a existência de Ana Claudia. Mas daí alguém vai sonhar em cuidar de alguém do jeito que está explicado lá no livro como é que faz. Esses são meus planos para o futuro. Quem é Ana Claudia Quintana Arantes? Médica formada pela USP, Ana Claudia Quintana Arantes (@anaclauquintanaarantes) fez residência em Geriatria e Gerontologia no Hospital das Clínicas. Tem pós-graduação em Psicologia — Intervenções em Luto pelo Instituto 4 Estações e especialização em Cuidados Paliativos pelo Instituto Pallium e pela Universidade de Oxford. É sócia-fundadora da Associação Casa do Cuidar — Prática e Ensino em Cuidados Paliativos, onde coordena cursos de formação. Oferece cursos online e atendimentos em acqa.com.br. Pela Editora Sextante, seu lançamento mais recente é Cuidar Até o Fim — Como Trazer Paz Para a Morte (R$ 49,90). Continua após a publicidade Cuidar até o fim: Como trazer paz para a morte Compre agora: Amazon - R$ 42,90 RelacionadasCulturaExclusivo: Keira Knightley fala sobre seu papel na série Black Doves, da Netflix11 dez 2024 - 10h12FamososPreta Gil entristece fãs após preocupante atualização sobre seu estado de saúde12 dez 2024 - 12h12Cultura“Nós, Madalenas”: fotolivro evidencia os diversos significados do feminismo10 dez 2024 - 17h12 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. 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Redação NTD
Cultura

Roberta Duarte, a astrofísica de apenas 28 anos que usa IA para explorar a galáxia

13 de dezembro de 2024 | Por Redação NTD

Foi a leitura que levou Roberta Duarte a se interessar pela ciência. Ainda criança, passava horas folheando manuais da Turma da Mônica sobre astronomia, além de outros livros que aguçavam sua curiosidade e desejo pela pesquisa. Na graduação, escolheu física por ser a disciplina que mais a fascinava na escola. Ao ingressar na Universidade de São Paulo, teve contato com a programação computacional, o que aumentou seu interesse pelo Cosmos. Hoje, com 28 anos, está prestes a defender o doutorado em astrofísica. Seu campo de investigação são os buracos negros, um dos maiores mistérios do Universo. No mestrado, a especialista usou a tecnologia para simular esses objetos espaciais de força gravitacional extrema. Para isso, ensinou a teoria da dinâmica de fluidos à inteligência artificial para que as máquinas pudessem processar equações matemáticas. “A principal diferença foi a velocidade. Uma simulação numérica simples demora, em média, sete dias. Com a IA, isso cai para 15 segundos”, explica. “Um dos resultados foi 32 mil vezes mais rápido do que o comum.” Sua principalmente linha de pesquisa sobre buracos negros proporcionou a jovem astrofísica lugares de destaque, dentro e fora das redes sociais@imports_robs/Instagram Embora complexas, as análises contribuem não só para o conhecimento sobre as galáxias, mas também podem impulsionar descobertas que impactam diretamente o cotidiano de quem as habita. Continua após a publicidade “Não se sabe exatamente o que pode surgir daí, mas o Wi-Fi, por exemplo, começou com a radioastronomia. E 200 anos atrás, o assunto era o eletromagnetismo, que hoje possibilitou o uso da internet e da luz”, comenta Roberta. Céu e internet sem limites Além de desbravar os dilemas do Universo, a cientista passou a usar as redes sociais como ferramenta para a divulgação acadêmica. Com linguagem simples e vídeos curtos, descreve publicações de jornais internacionais e fatos científicos para o grande público — como quando aconteceu, em outubro deste ano, a maior explosão solar desde 2017.  Segundo ela, tornar esse campo acessível é fundamental para desfazer o imaginário popular sobre o que é ser cientista. “Comecei a falar sobre isso no projeto Astro Threads, no Twitter, que era um espaço para escrever pequenos textos acessíveis sobre astronomia”, lembra. “Tem muita coisa acontecendo nas universidades que, várias vezes, não chegam para a população — seja pelos termos difíceis ou pelo inglês”. Hoje, ela é roteirista do canal Ciência Todo Dia, de Pedro Loos, que conta com mais de 6 milhões de inscritos no YouTube. Continua após a publicidade Astrofísica feminina Ser uma mulher em um meio majoritariamente masculino é um papel que Roberta desempenha com orgulho e propósito, consciente dos desafios e das responsabilidades que essa posição traz. “Na graduação, era eu e mais uma amiga em uma sala com 38 homens. No mestrado e no doutorado, comecei a sentir uma diferença positiva. As mulheres passaram a ocupar mais as turmas. Mas até hoje, quando participo de eventos, sou uma das únicas”, relata. “Nesse meio tempo, já ouvi que eu estava sendo carregada pelos meus colegas e, com uma certa frequência, não me davam atenção quando eu pontuava algo durante as aulas.” Sua vontade, portanto, é quebrar essas barreiras ao trazer novas perspectivas e inspirar outras mulheres a se interessarem pelas ciências da natureza, acreditando que isso torna o conhecimento mais inclusivo e igualitário. Continua após a publicidade “Na graduação, era eu e mais uma amiga em uma sala com 38 homens. No mestrado e no doutorado, comecei a sentir uma diferença positiva. As mulheres passaram a ocupar mais as turmas. Mas até hoje, quando participo de eventos, sou uma das únicas”@imports_robs/Instagram Com uma trajetória marcada pela dedicação, a doutoranda abre caminhos para aqueles que acreditam que o saber pode mudar o mundo.  Combinando talento, disciplina e uma vontade inabalável de expandir as fronteiras do saber, ela mostra que as mulheres podem — e devem — desbravar a tecnologia. Agora, Roberta pretende dar um novo passo na carreira: um pós-doutorado no ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) com o objetivo de investigar estrelas de nêutrons. RelacionadasInovaçãoConheça a trajetória de Kizzy Terra, uma das maiores cientistas de dados do Brasil8 nov 2024 - 10h11Carreira“Quando abro o microfone, escuto ‘volta para a cozinha'”, Malena Nunes11 out 2024 - 12h10SociedadeConheça Camila Achutti, programadora brasileira destaque no W20 Brazil13 set 2024 - 15h09 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Continua após a publicidade Assine as Newsletters CLAUDIA Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine as Newsletters CLAUDIA Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. 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Redação NTD
Cultura

Exposição imersiva do Bob Esponja chega ao MIS Experience, em São Paulo

12 de dezembro de 2024 | Por Redação NTD

Em comemoração aos 25 anos do Bob Esponja, personagem icônico da Fenda do Biquíni, da Nickelodeon, acontece a exposição imersiva “Bob Esponja – A Experiência”, no MIS Experience, em São Paulo. Criada pela YDreams Global, em parceria com a Paramount, a mostra destaca a relevância cultural e artística da animação e transporta o visitante para o fundo do mar para vivenciar uma aventura inesquecível onde diversão, nostalgia e interatividade se encontram.   FOTO: Divulgação MIS Experience “Bob Esponja – A Experiência” é uma jornada multissensorial imersa no otimismo contagiante dos moradores da Fenda do Biquíni. Ocupando cerca de mil metros quadrados, a exposição reúne um acervo raro com mais de 80 itens que convidam os fãs a explorar os bastidores e a evolução desta icônica produção, celebrando sua trajetória desde o início até os dias de hoje. Entre os destaques, está a primeira aparição de Bob Esponja Calça-Quadrada na versão original digitalizada da revista The Intertidal Zone, permitindo aos visitantes folhearem virtualmente a publicação e reviverem a estreia do personagem. A mostra conta ainda com esquetes originais, croquis e ilustrações que retratam a evolução do desenho ao longo dos anos, além de itens de colecionadores e making-of que revelam o processo criativo da série e figurinos da adaptação brasileira do premiado ‘Bob Esponja, O Musical’, da Broadway. FOTO: Divulgação MIS Experience/Lucas Mello “Nesta celebração dos 25 anos de Bob Esponja Calça-Quadrada, temos a oportunidade de trazer para o público esse lugar imaginário. Além de ser nossa grande estreia no MIS Experience, vamos convidar o público a mergulhar nesta história repleta de positividade, alegria e muita diversão. É extremamente gratificante realizar um projeto desta magnitude sobre Bob Esponja Calça-Quadrada, um ícone da cultura pop internacional”, comenta Karina Israel, curadora da exposição e CEO da YDreams Global. “Seguindo a vocação do MIS Experience em realizar exposições inéditas, tecnológicas e imersivas para todos os públicos, é com grande alegria que oferecemos mais uma vez uma experiência grandiosa por meio desse ícone que perpassa gerações. Visitantes de todas as idades ficarão encantados ao mergulhar na história de 25 anos do personagem e seus amigos, por meio de conteúdos exclusivos, acervo original e muita interatividade”, afirma André Sturm, diretor-geral do MIS Experience. FOTO: Divulgação MIS Experience Bob Esponja – A Experiência MIS Experience: Rua Cenno Sbrighi, 250 – Água Branca – São Paulo ________ FOTOS:The post Exposição imersiva do Bob Esponja chega ao MIS Experience, em São Paulo first appeared on GoWhere - Lifestyle e Gastronomia.

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Redação NTD
Cultura

“Nós, Madalenas”: fotolivro evidencia os diversos significados do feminismo

10 de dezembro de 2024 | Por Redação NTD

No início da carreira de Maria Ribeiro, quando cursava audiovisual, a fotógrafa sentiu um incômodo que partia não só das aulas, mas também dos trabalhos que participava no meio publicitário: todas as imagens de mulheres eram manipuladas – ajustavam o corpo, a pele e até as pequenas marquinhas ou manchas de nascimento. “Até hoje acho que as pessoas têm um pouco de dificuldade de entender o nível de irrealidade dessas fotografias. Eles não tiram uma estria no Photoshop, mas puxam, esticam, mudam as proporções e os biotipos”, reflete à CLAUDIA. Naquele momento, o termo “feminismo” estava crescendo nas redes sociais, ampliando os significados da pauta. Foi aí que Maria teve a ideia de convidar mulheres a escreverem o significado da palavra em seus corpos e fazer um clique em preto e branco. O resultado foi parar no Tumblr, uma plataforma online que viralizou nos anos 2000. “Quando vi, mais de 50 mil pessoas acessaram meu trabalho e muitas delas queriam ser fotografadas. Fiz esse projeto ativamente durante dois anos e lançamos o primeiro livro“, conta. “Depois o projeto teve um hiato grande e, há alguns anos, retomei em outra configuração – convidando pessoas que sei que têm uma história com o feminismo e divulgam sua necessidade.” É essa produção recente que dá vida a nova edição de “Nós, Madalenas”, publicado pela Editora de Cultura e com lançamento previsto para o dia 12 de dezembro. A obra conta com fotos de personalidades como Sonia Guajajara, Tati Bernardi, Iana Villela, Renata Corrêa, entre outras.  Continua após a publicidade A obra é uma celebração visual da diversidade de histórias femininas, que aborda questões de identidade, corpo e empoderamento. “Ao contrário da primeira edição, que tinha muito sobre amor e acolhimento, essa fala sobre a indignação com a misoginia, com o machismo e com o patriarcado. Considero isso importantíssimo porque a indignação traz movimento e mudança”, reflete. Segundo Maria, a premissa do projeto é tirar as mulheres do espaço de objeto e trazê-las para um lugar de autonomia e de protagonistas de seus próprios corpos. Para os leitores, a ideia é que consigam entender o feminismo como uma saída de situações e sentimentos como isolamento, inadequação e sobrecarga.  “Esse é o bonito da arte: comecei a fazer isso como uma forma de cura pra mim, mas acaba sendo cura para todas nós.” Continua após a publicidade Na data de lançamento, haverá um evento na Livraria Martins Fontes, na Avenida Paulista, em São Paulo, das 18h às 21h. O debate conta com a mediação de Carol Ito e as convidadas Dri Ferreira, Maria Carolina, Sofia Menegon, Helô D’Angelo, Verônica Oliveira e Anna Virgínia, – todas fotografadas para o livro –, promovendo um espaço de conversa e troca sobre representatividade. Nós Madalenas Compre agora: Amazon - R$ 85,00   RelacionadasCASA CLAUDIAVeja dicas de como transformar ambientes com fotografias2 dez 2021 - 09h12NotíciasFotografias inéditas de Rita Lee e Os Mutantes são lançadas em livro22 out 2015 - 18h10SociedadeA importância do feminismo interseccional na luta pelo avanço dos direitos16 mar 2023 - 09h03 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine as Newsletters CLAUDIA Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Continua após a publicidade Assine as Newsletters CLAUDIA Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso Whatsapp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade

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Redação NTD
Cultura

Isabel Fillardis lança autobiografia: “No livro, coloco a maternidade de forma não romântica”

06 de dezembro de 2024 | Por Redação NTD

Completando 30 anos de carreira, a atriz Isabel Fillardis lançou sua autobiografia, “Muito prazer, Isabel: Cristina e Fillardis”. Um dos focos da obra, a maternidade, é descrita pela própria como não romântica, palpável e distante dos contos de fadas. “Ser mãe é algo muito sério, um trabalho, é o maior trabalho de uma mulher, eu diria, porque não é fácil gestar, colocar no mundo e orientar a ser uma pessoa do bem”. Com o tempo, tudo vai se acertando, e o olhar para o mundo muda bastante. “Eu desenvolvi mais empatia, aprendi que você precisa estar num constante aprendizado quando se é mãe”, descreve Isabel. Mãe de três filhos, a maternidade atípica de Fillardis sempre foi um tópico de destaque em sua vida, algo que ela nunca deixou de compartilhar com o público. Aliás, o novo livro de Isabel vem sendo muito bem recebido. “Eu tenho tido vários feedbacks através do meu direct, os leitores estão começando a ler e me mandar mensagens. Pessoas das mais variadas idades, gêneros e etnias, então eu acredito que essa obra vai ter uma penetração bem grande assim como eu desejei”, relata. Isabel Fillardis descreve um pouco sobre sua maternidade atípica em novo livroFábio Carmona/Reprodução Uma carreira de sucesso Reconhecida por seus papéis na televisão, esse não era o sonho inicial de Fillardis. “Para ser bem sincera, ninguém me inspirou a ser atriz, eu sempre quis ser modelo antes de começar na televisão”. Foi apenas depois de suas primeiras novelas que a estrela percebeu que atuar fazia parte da sua vida, de sua essência. Pioneira, Isabel entrou na teledramaturgia em um momento em que atrizes e atores negros ocupavam poucos espaços. Questionada sobre como se sente por ter aberto portas para tantas outras que vieram posteriormente, Fillardis é comedida. “ É difícil responder essa pergunta, mas olhando de fora, sim, eu influenciei. Acho que tornei possível estar e ocupar espaços, a representatividade é realmente algo essencial para que a gente rompa barreiras”. Continua após a publicidade Atualmente, Isabel acredita que existe um maior espaço dentro da mídia para as pessoas negras, até mesmo um ambiente mais empático. “Eu entendo, porém, que essa abertura é, em boa parte, por uma questão econômica. Nós consumimos muito, o povo preto consome sim e quer se ver em todos os lugares. Nós somos a maioria da população desse país”, alerta Fillardis. Antenada nas mudanças de mercado, Isabel é agora também procurada por marcas para produções em redes sociais. Sua demora em começar o trabalho como influenciadora, as exigências de números de audiência e principalmente o etarismo dificultaram a sua inserção. Mas, para a estrela, as marcas vêm tentando, aos poucos, desfazer as barreiras de idade. Sobre o futuro, Isabel afirma querer escrever outros livros quando surgirem novas ideias e inspirações, descrevendo o processo como “muito prazeroso”. A atriz promete fazer tudo aquilo que lhe der vontade, chegando onde seu coração e sua arte a levarem, abrindo novas frentes e atuando nos projetos possíveis. “Então, o futuro é agora! É o que a gente está plantando”. RelacionadasCulturaOs 6 melhores filmes de 2024, segundo a redação de CLAUDIA3 dez 2024 - 15h12Cultura7 filmes e séries imperdíveis que chegam ao streaming em dezembro de 20242 dez 2024 - 17h12CulturaSenna: a polêmica retratação de Galisteu na série da Netflix1 dez 2024 - 11h12 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Continua após a publicidade Assine as Newsletters CLAUDIA Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine as Newsletters CLAUDIA Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso Whatsapp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante.   Publicidade

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Redação NTD
Cultura

20 livros para para dar de presente nas festas de fim de ano

06 de dezembro de 2024 | Por Redação NTD

Festas de fim de ano chegando e sempre existe aquela dúvida do que dar de presente para amigos e familiares. Pensando nisso – e para ajudar você a se decidir -, separamos 20 livros de diferentes gêneros para você presentear pessoas queridas neste fim de ano! Biografias 1. Sonny Boy: Autobiografia Al Pacino alcançou fama mundial com papéis lendários em filmes como O Poderoso Chefão e Serpico. Antes disso, ele viveu uma vida boêmia em Nova York, trabalhando para sustentar sua carreira de ator, enquanto enfrentava dificuldades pessoais e familiares. Cresceu no Bronx, sendo criado por uma mãe amorosa, mas infeliz, após a separação dos pais. Sua paixão pela atuação, descoberta por um professor, o levou à Escola de Artes Cênicas. Neste livro, da Editora Rocco, , Pacino reflete sobre sua carreira, seus grandes papéis e os altos e baixos da vida artística, destacando o amor pela arte como sua maior motivação. 2. Sofia Coppola Archive Archive, lançado pela Editora Mack Books, é o primeiro livro de Sofia Coppola, oferecendo uma visão detalhada de sua carreira cinematográfica. Com base em sua coleção pessoal de fotos, documentos e roteiros, o livro cobre seus oito filmes, desde The Virgin Suicides (1999) até Priscilla (2023). Editado e anotado pela própria Coppola, o volume reflete sua trajetória única, abordando seus métodos e colaborações. A obra inclui uma entrevista com a jornalista Lynn Hirschberg sobre sua notável carreira no cinema. 3. Ainda estou aqui Neste livro da Editora Alfaguara, Eunice Paiva é uma mulher de muitas vidas. Casada com o deputado Rubens Paiva, esteve ao seu lado quando foi cassado e exilado, em 1964. Mãe de cinco filhos, passou a criá-los sozinha quando, em 1971, o marido foi preso por agentes da ditadura, sendo torturado e morto. Em meio à dor, ela se reinventou. Voltou a estudar, tornou-se advogada, defensora dos direitos indígenas. Ao falar de Eunice, e de sua última luta, desta vez contra o Alzheimer, Marcelo Rubens Paiva fala também da memória, da infância e do filho. O livro foi adaptado para as telonas em 2024 com grandes nomes como Fernanda Torres e Selton Mello e está até sendo cotado para o Oscar. 4. O lado B de Boni Em O lado B de Boni, da Editora BestSeller, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho (Boni) compartilha sua trajetória na comunicação, misturando memórias afetivas e reflexões críticas. O livro detalha suas passagens por rádio e TV, sua paixão pela comunicação e sua determinação em conquistar seu espaço. Boni narra sua contribuição para a publicidade e seu longo legado na Globo, onde esteve por mais de 30 anos. O autor relembra momentos importantes como a criação de novelas, shows, o Fantástico, o Jornal Nacional e a Globosat. Com uma narrativa envolvente, o livro revela a história de um dos maiores responsáveis pelo Padrão Globo de Qualidade. 5. Preta Gil: Os primeiros 50 Em Preta Gil: Os primeiros 50, da Editora Globo Livros, a artista compartilha sua trajetória de vida, desde a infância com familiares ilustres até a vida adulta. Em um relato honesto e emocionante, ela revela momentos marcantes, como a troca de uma carreira de produtora pela vida artística, seu sucesso com o bloco de carnaval e desafios pessoais, como a luta contra o câncer e o fim de seu casamento. Preta celebra suas conquistas e aprendizagens, incluindo a chance de ser avó e se afirmar cada vez mais como mulher negra. Ficção 6. Wicked Wicked, de Gregory Maguire, da Editora Darkside, oferece uma visão sombria e complexa do mundo de Oz, contrastando com os contos de fadas tradicionais. Focando nas bruxas Elphaba e Glinda, o livro explora temas como amizade, aceitação e as motivações da vida da Bruxa Má do Oeste. Lançado em 1995, foi um sucesso de crítica e público, gerando um musical de enorme sucesso na Broadway, premiado com 3 Prêmios Tony e outros reconhecimentos. A história segue Elphaba, uma jovem com pele verde e habilidades mágicas, em sua jornada de aceitação e transformação. Wicked foi adaptado para o cinema em 2024, dividindo-se em dois filmes, com grandes estrelas como Cynthia Erivo, Ariana Grande, Michelle Yeoh e Jonathan Bailey.  7. A Flor da Savana Retrata fragilidades e fortalezas de um casal que enfrenta os conflitos do passado para mudar o presente. A trama da Editora Um Livro acompanha Izabel, que não imaginava que toda sua vida mudaria em um dia cheio de obrigações corporativas com os chefes “engravatados” de Cape Town. Mas um encontro despretensioso com o chefe até então desconhecido desperta um romance intenso e transformador.  8. O roubo em três atos  Se você ama histórias que misturam romance, fantasia e protagonistas fortes, esta  promete fisgar sua atenção desde a primeira página. Nesta narrativa da Editora Harlequin, a deusa negra Nix, a pirata Joana e a artista Elena são conectadas por uma maldição que atravessa os séculos. Cada uma dessas mulheres está lutando para driblar os próprios destinos e encontrar o amor verdadeiro. Será que elas vão conseguir? O enredo transporta o leitor da Grécia Antiga à Europa Vitoriana, até chegar em uma São Paulo contemporânea, em uma trama cheia de magia, aventura e, claro, muita paixão.   9. Apostando no amor Bailey e Charlie são completamente diferentes. Após o divórcio dos pais, Bailey se muda para Nebraska e conhece Charlie, um garoto irritante com quem ela se vê o tempo todo. Dois anos depois, eles se reencontram no cinema, e mais um ano se passa até que se tornam colegas de trabalho. Inicialmente, se detestam, mas logo começam a conversar e Bailey percebe que Charlie está diferente e mais atraente. Quando começam a fingir um namoro para irritar o namorado da mãe de Bailey, uma aposta é feita: Charlie acredita que homens e mulheres não podem ser só amigos, e Bailey quer provar que está errado. O livro da Editora Intrínseca traz o enredo de “inimigos a amantes” e namoro falso. 10. Temos um encontro (de novo)  Peyton Sanders recebe uma declaração de amor de um homem por quem ela também se apaixona, mas antes de confessar seus sentimentos, sofre um acidente e perde a memória. No hospital, três homens irresistíveis — um empreiteiro, um consultor e um chef — afirmam ser o amor de sua vida. Desesperada para descobrir quem é o verdadeiro par, Peyton conta com a ajuda de seus amigos e começa uma rodada de encontros para tentar lembrar qual deles fazia seu coração bater mais forte. Temos um encontro (de novo), da Editora Gutenberg, é uma comédia romântica sobre recomeços, segundas chances e a busca pelo verdadeiro amor. Gastronomia 11. Panelinha receitas que funcionam Panelinha é o site que Rita Lobo criou no ano de 2000 para ensinar a preparar pratos saudáveis, revelando truques e manhas, de modo que qualquer pessoa consiga fazer. Para o livro da Editora Senac São Paulo, foram reunidas sugestões para variadas situações e ocasiões do cotidiano: jantares práticos, saladas elaboradas, massas rápidas, grãos para o dia a dia, comida de criança, pratos variados com peixes, aves e carnes, sobremesas saudáveis, bolos fofíssimos, pães integrais, tudo para facilitar a vida das pessoas que acreditam na boa alimentação como a base da vida. 12. Uma – receitas simples em uma panela só  Jamie Oliver apresenta 120 receitas práticas e deliciosas, preparadas em uma única panela, assadeira ou travessa. Com apenas oito ingredientes ou menos, as receitas são ideais para dias corridos, oferecendo conveniência sem bagunça. O livro da Editora Companhia de Mesa inclui opções como almoços rápidos, jantares familiares, pratos vegetarianos, receitas com frango, massas de frigideira e até docinhos. Perfeito para quem busca praticidade e sabor no dia a dia. 13. Confeitaria escalafobética: sobremesas explicadas tim-tim por tim-tim Raiza Costa, apaixonada por confeitaria e mídias, criou o Dulce Delight em 2010, o primeiro canal online dedicado ao tema. Com irreverência e humor, o canal se tornou referência, dando origem ao programa Rainha da Cocada no GNT. Com um estilo que mistura vintage e inovação, Raiza traz um toque aconchegante e moderno às suas criações. No livro da Editora Senac São Paulo ela compartilha receitas exclusivas e de maior sucesso, além de dicas e técnicas avançadas de confeitaria de forma simples e divertida, para fãs e iniciantes. 14. Gastronomia Brasileira: da Tradição à Cozinha de Fusão Gastronomia Brasileira – Da Tradição à Cozinha de Fusão, da Editora Alaúde, é um livro dos chefs da Le Cordon Bleu que explora a rica e diversificada mesa brasileira. Com 80 receitas, abrange desde pratos tradicionais até criações inovadoras que combinam ingredientes nativos com técnicas modernas. Dividido em entradas, pratos principais, doces, sobremesas e bebidas, o livro é acessível para profissionais e iniciantes, trazendo receitas como acarajé, tacacá, bobó de camarão e pratos autorais. Uma obra que celebra a culinária nacional com detalhes e passo a passo ilustrado. 15. Ervas e especiarias: como deixar a comida mais saborosa Neste livro da Editora Senac São Paulo você vai aprender a deixar a comida mais saborosa e também mais saudável. Rita Lobo ensina de um jeito descomplicado o uso culinário de mais de 50 ervas e especiarias – temperos naturais que são muito diferentes dos cubinhos e sachês ultraprocessados. Pode acreditar: você nunca mais vai pensar em usar tempero pronto! Inspirado no curso “Aprenda a temperar com ervas e especiarias” (grande sucesso da Escola Panelinha), o livro chega com um glossário prático para você consultar sempre que precisar, trazendo a origem, combinações de sabores e outras dicas de cada um dos temperos. E ensinando ainda o passo a passo de 50 receitas para você ampliar o repertório culinário do dia a dia. É comida de verdade com todos os sabores, aromas e nutrientes das ervas e especiarias. Turismo 16. Walk with Me: New York: Photographs Walk With Me: New York, de Susan Kaufman e da Editora Harry N. Abrams, oferece uma visão única da cidade, explorada pela editora de moda e fotógrafa através de sua câmera. Em vez do estereótipo de uma cidade agitada, Kaufman revela a beleza silenciosa de Nova York, mostrando suas encantadoras casas, lojas, parques e ruas serenas. A obra convida os leitores a apreciar os detalhes que tornam a cidade icônica, celebrando sua vitalidade e charme atemporal, mesmo diante de séculos de mudanças. Uma forma de ver Nova York com olhos novos e apreciativos. 17. A caminho do atacama – Uma viagem de moto até o deserto mais árido do mundo À Caminho do Atacama, da Editora Lura, narra a viagem de moto de Rômulo Provetti de Belo Horizonte ao Deserto do Atacama, no Chile, atravessando a Argentina e a Cordilheira dos Andes. Durante os 24 dias e 10.500 km percorridos, ele conhece paisagens deslumbrantes e faz amizades, descobrindo que uma longa viagem transforma quem a faz. Com fotos impressionantes e uma escrita simples, o livro também oferece roteiro, dicas e um método de planejamento para viagens de moto. 18. Capri Dolce Vita Capri Dolce Vita, da Editora Assouline, é uma celebração da ilha de Capri, um destino de charme e beleza histórica, desde o auge do Império Romano até os dias atuais. Famosa por seu ar puro, foi recomendada pelo médico Axel Munthe e escolhida por Jean-Luc Godard para seu filme O Desprezo (1963). A ilha, repleta de jardins, vilas e cavernas, exibe um estilo mediterrâneo único, com sua Piazzetta animada e sem carros, representando um paraíso atemporal admirado por celebridades, poetas e a alta sociedade. 19. Destinations of a Lifetime: 225 of the World’s Most Amazing Places Destinations of a Lifetime, da Editora National Geographic Society, é um guia fotográfico que leva os leitores a destinos deslumbrantes ao redor do mundo, com imagens capturadas por fotógrafos de classe mundial. O livro apresenta maravilhas naturais e feitas pelo homem, como monólitos, ilhas, praias e arquitetura impressionante. Acompanhado de textos evocativos, oferece informações úteis sobre cada local, incluindo melhores épocas para visita, onde comer, se hospedar e o que fazer para uma experiência autêntica e enriquecedora. 20. 50 Destinos dos Sonhos: Os Lugares Mais Belos do Brasil O Brasil é dono de algumas das paisagens mais espetaculares do mundo. Abriga três maravilhas da humanidade – uma delas feita pelo homem, o Cristo Redentor, e duas pela natureza, a Amazônia e as Cataratas do Iguaçu. Neste livro da Editora Europa você terá a indicação de 50 destinos com a foto e o texto. _________ POR Beatriz Freitas FOTO DESTAQUE: Adobe Stock FOTOS: Divulgação   The post 20 livros para para dar de presente nas festas de fim de ano first appeared on GoWhere - Lifestyle e Gastronomia.

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Redação NTD
Cultura

Pré-verão: como preparar os fios para a exposição ao sol, mar e piscina

06 de dezembro de 2024 | Por Redação NTD

Você sabia que já deve pensar em começar a cuidar das suas madeixas antes do verão começar? Explico: a exposição frequente ao sol, mergulhos na água do mar e os produtos químicos presentes na água da piscina podem comprometer o brilho, levar a pontas duplas e frizz, e até mesmo alterar a coloração dos fios. Por isso, trouxe algumas dicas de cuidados que você precisa ter e pode aderir agora para manter seus cabelos saudáveis.  Proteja sua coloração View this post on Instagram A post shared by Anitta (@anitta) Invista em uma linha de produtos completa para cabelos coloridos, inclusive em máscara com cor. Outra dica: passe um CC Cream, que ajuda nessa proteção, antes de entrar na água, e prenda os fios em um coque. Com esses cuidados, as cutículas ficam fechadas e a oxidação será menor. Lembre-se de enxaguar bem após o mergulho e, assim, vai manter as madeixas bonitas e saudáveis, como as da cantora Anitta. Fuja do esverdeado View this post on Instagram A post shared by Paolla Oliveira (@paollaoliveirareal) Alguns produtos colocados na água da piscina contam com um pigmento que, em contato com o loiro, castanho e/ou ruivo formam esse tom esverdeado. As chances aumentam se o cabelo já não está bem tratado, se você se expõe ao sol sem proteção solar capilar e usa fontes de calor (secador, babyliss e chapinha) sem proteção térmica, uma vez que a fibra enfraquece e as cutículas abrem, permitindo essa mudança.  Além de tomar os cuidados indicados para os coloridos, aposte em hidratações com máscaras capilares ricas em óleos, proteínas (como a queratina) e aminoácidos. Também vale buscar tratamentos em salão para blindar os fios antes do verão chegar, e conquistar madeixas bonitas, como as da atriz Paolla Oliveira. Continua após a publicidade Siga esses passos para ter mais brilho View this post on Instagram A post shared by Larissa Manoela (@larissamanoela) A exposição excessiva aos raios solares danifica as fibras, causando ressecamento, alteração na cor e envelhecimento, levando à opacidade.  Você pode complementar os cuidados com um protetor solar capilar, o uso de chapéu e boné. Vale investir ainda em produtos, como o óleo capilar – dê preferência à fórmulas a base de macadâmia e argan -, e no spray de brilho, que tem proteínas e ajuda a hidratar, para borrifar nos fios secos e deixá-los brilhantes, iguais aos da atriz Larissa Manoela. Ainda precisa de dicas para acabar com o ressecamento? Conto no vídeo!  Continua após a publicidade RelacionadasBelezaCuidados com a pele e cabelos após exposição solar e praia5 dez 2023 - 10h12Beleza5 erros nos cuidados com os cabelos no verão. Quais você comete?22 dez 2023 - 07h12Beleza6 cuidados que você precisa ter com os cabelos na praia e piscina5 nov 2022 - 08h11 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine as Newsletters CLAUDIA Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine as Newsletters CLAUDIA Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso Whatsapp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp.  Continua após a publicidade Acesse as notícias através de nosso app  Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade

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Redação NTD
Cultura

Horóscopo semanal: Marte e Mercúrio retrógrados pedem reflexão

01 de dezembro de 2024 | Por Redação NTD

Preparados para o horóscopo semanal? Esta semana promete ser um período de mudanças e ajustes para todos os signos. A influência de planetas retrógrados, como Marte e Mercúrio, indica que é um bom momento para refletir, revisar e planejar o futuro. Confira: Horóscopo da semana: previsões de 02 a 08/12 Descubra as previsões astrológicas para esta semanaFoto/Freepik Áries: A semana traz alguns aspectos favoráveis para que você organize, de fato, a sua vida profissional pensando no seu crescimento e evolução. Contudo, Marte ficando retrógrado, oferece a você algumas atitudes impensadas. Não aja por ímpeto em situações pequenas. No amor, amigos podem dar uma força para os romances acontecerem essa semana. Touro: No quesito organização financeira, você pode ter uma grata surpresa no início da semana, já que um projeto ou ideia tende a crescer e aparecer. Isso pode abrir portas e você deve manter a consciência de que, muitas vezes, outros planos podem ser seguidos. Vênus chega em seu setor de carreira abençoando novas ideias e propósitos. Controle os pensamentos para não perder tempo. Gêmeos: Com Mercúrio e Júpiter retrógrados, essa semana, tenha cautela com o excesso de pensamento, para não se perder do foco. Marte fica retrógrado também em seu setor de comunicação e pode causar ansiedade – não tome decisões precipitadas. Com Vênus chegando em seu setor de crescimento e expansão, novidades estão por vir. Não se apegue a ideias antigas, abra-se para o novo. Câncer: A semana traz encaminhamentos positivos com parcerias de trabalho – uma surpresa ou algo fora do comum pode te surpreender e ser extremamente positivo. Os relacionamentos também passam por leveza e um encontro com amigos pode deixar as coisas mais leves ainda. Contudo, no final da semana, Marte fica retrógrado em seu setor financeiro e é necessário ter cautela com gastos em excesso. Continua após a publicidade Leão: A primeira semana de Dezembro traz altos e baixos de energia para você, já que uma mudança no trabalho de forma inesperada pode abrir portas que você nem imaginava que teria. Contudo, Marte fica retrógrado em seu signo e você passa por uma revisão de muitas coisas em sua vida – é necessário conter a ansiedade e o ímpeto emocional para não explodir com as pessoas ao seu redor. Vênus chega em seus relacionamentos com boas novas. Virgem: Sua criatividade será a chave mestra para a semana, que conta com doses boas de planejamentos certeiros e segurança. Não tenha medo de pensar em expansão e crescimento, o caminho natural é esse por agora. Marte em seu setor emocional deixa muitos sentimentos à flor da pele essa semana. Controle a impulsividade para não perder seu foco. Vênus chega em seu setor de rotina e uma surpresa boa pode surpreender o coração. Libra: As energias da primeira semana de dezembro trazem foco e maturidade ao encerrar um ciclo ou situação. Você estará com mais firmeza em suas ideias e isso abre espaço para o novo. Marte pede cautela com atitudes impensadas e de impulso com seu círculo social e amigos. Coisas pequenas não devem ter tanta atenção assim. Vênus chega no ponto mais positivo do seu Mapa e traz caminhos abertos para romances. Escorpião: Uma ideia, estudo ou projeto ganha bons andamentos essa semana e pode trazer boas notícias, com planos de expansão e crescimento. Contudo, Marte fica retrógrado em seu setor de carreira e é necessário ter cautela com o que não deve controlar, pode ter atitudes impulsivas demais. É importante não se estressar com coisas pequenas. Tudo bem harmônico em casa e com a família. Continua após a publicidade Sagitário: A semana começa com a Lua Nova em seu signo trazendo abertura de caminhos e novas possibilidades. Porém, Mercúrio continua retrógrado e pode trazer imprevistos com a comunicação dos relacionamentos e parcerias de trabalho. Marte retrógrado atrasa projetos de viagem e crescimento – não é hora de colocar nada em prática, planeje tudo com os melhores detalhes antes para evitar problemas. Capricórnio: Vênus ainda em seu signo faz bom aspecto com Urano e um imprevisto pode trazer sorte e caminhos positivos com o trabalho. É momento de exercitar olhar por outros lugares. Marte retrógrado, contudo, traz o passado de volta em certas situações para que você reveja e tenha novas atitudes, mais maduras agora. Vênus entra em seu setor financeiro e abre as portas para novos ganhos. Aquário: O começo da semana ainda traz certas dúvidas sobre quais caminhos seguir e quais escolhas deve fazer a partir de agora, sobretudo com trabalho e projetos. Não exagere em seus pensamentos, deixe fluir o que precisa para você ter as respostas do que quer. Marte fica retrógrado e traz à tona situações passadas de relacionamentos, mas com Vênus chegando em seu signo, você saberá fazer o melhor no amor.  Peixes: Questões relacionadas ao seu crescimento podem fazer parte dos assuntos da semana, já que você pode traçar novos planos a partir de agora. Pense nisso com muita maturidade, sem se deixar levar por ilusões ou promessas rasas. Marte fica retrógrado em seu setor de rotina e coisas pequenas podem tirar sua paciência – olhe para isso com inteligência emocional para não se perder.  Continua após a publicidade RelacionadasAstrologiaOs signos mais (e menos) confiáveis do zodíaco, segundo Márcia Sensitiva7 nov 2023 - 09h11AstrologiaBares astrológicos que o seu signo precisa conhecer24 out 2024 - 10h10Amor e SexoPós-sexo dos signos: como cada um se comporta depois da transa19 Maio 2023 - 10h05 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. 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Redação NTD
Cultura

Os melhores panetones artesanais de 2024

01 de dezembro de 2024 | Por Redação NTD

De fermentação longa, com recheios elaborados e sabores dos mais diversos, os panetones artesanais disponíveis nunca foram tantos! Sendo assim, para ajudar na missão de eleger os melhores panetones do ano, a equipe de CLAUDIA topou o desafio de provar as receitas de Natal das mais variadas marcas artesanais. RelacionadasCozinhaOs melhores panetones de grandes marcas de 20242 dez 2024 - 08h12 Há opções com muitas frutas, para quem curte um sabor clássico, mas também panetones de chocolate e outros de sabores bem diferentes, ótimos para sair do óbvio! Abaixo, você confere nosso ranking com os melhores panetones artesanais de 2024! OS MELHORES PANETONES ARTESANAIS DE 2024 1) Casa Santa Luzia – Panettone Artigianale agli Agrumi Casa Santa Luzia – Panettone Artigianale agli AgrumiIara Venanzi/Divulgação Lançamento para este ano, a Casa Santa Luzia trouxe um panetone de quatro cítricos, com massa de tangerina, recheio de laranja, limão-taiti e siciliano, coberto com creme de amêndoas e naturalmente aromatizado com limão-taiti. A massa se destacou por ser úmida, fofinha e com generosos alvéolos. As frutas cítricas dão um toque ainda mais saboroso à massa. Preço: R$ 177 (580g) – compre aqui. 2) Empório Figueira Rubaiyat – Rubattone Madrid Empório Figueira Rubaiyat – Rubattone MadridEmpório Figueira Rubaiyat/Divulgação O Rubattone Madrid, produzido pelo Empório Figueira, é feito de maneira artesanal e leva frutas cristalizadas e uvas passas. O panettone se destacou principalmente pelas quantidade generosa de frutas (que não estavam ressecadas) e pela massa densa na medida certa, com boa umidade e extremamente macia. Preço: R$ 139 (650g) – compre aqui. 3) Sandra Dias – Panettone Tradicional Sandra Dias – Panetone TradicionalLigia Skowronski/Divulgação Continua após a publicidade Panettone com massa tradicional com recheios de damasco, laranja italiana (Cesarin), uvas passa branca e preta e com cobertura de creme de amêndoas, amêndoas laminadas, açúcar polvilhado. Extremamente macio e com umidade na medida certa, o panettone da confeiteira chamou a atenção por ser simples e feito de maneira impecável. Preço: R$ 119,90 (500g) – compre aqui. 4) Tre Bimbi – Panettone de figo, mel e nozes Tre Bimbi – Panettone de figo mel e nozesTre Bimbi/Divulgação O Panettone de figo, mel e nozes combina nozes e figos frescos em uma massa com cobertura glaceada com açúcar perolado e pólen. Apesar da massa não desfiar tanto, o panettone da Tre Bimbi chama a atenção pela umidade e sabor intenso, bastante marcante, além da excelente combinação de sabores. Ótima opção também de presente pela bela embalagem. Preço: R$ 109,90 (500g) – compre aqui. 5) Oli Pane – Panetone Tradicional Oli Pane – Panetone TradicionalOli Pane/Divulgação O Panetone Tradicional da Oli Pane combina frutas italianas cristalizadas artesanalmente com aroma cítrico de laranja-da-baía e um toque de baunilha. Chama a atenção pelo sabor leve e álveolos generosos, poderia só caprichar mais na quantidade de frutas para ficar ainda mais saboroso. Preço: R$ 149 (600g) – compre aqui. Continua após a publicidade OS MELHORES PANETONES ARTESANAIS DE CHOCOLATE/RECHEADOS DE 2024 1) Le Blé – Triplo Chocolate Le Blé – Triplo ChocolateCrudo/Bruno Geraldi/Divulgação O Panetone Triplo Chocolate é feito com chocolates ao leite, amargo e branco. Todos os panetones da marca são feitos com fermentação natural, sem conservantes ou ingredientes artificiais. Quase escolha unânime da redação de CLAUDIA como o mais saboroso entre os panetones com chocolate, o produto da Le Blé se destacou pela massa extremamente macia, que desfia, e pela qualidade do chocolate – tudo na medida certa! Preço: R$ 119 (550g) – compre aqui. 2) Pati Piva – Panettone Recheado Speculoos Pati Piva – Panettone Recheado SpeculoosPati Piva/Divulgação Grande novidade da marca para este ano, o Panettone Speculoos é recheado com o biscoito natalino que é tradicional na Bélgica, Holanda e em algumas partes da Alemanha. O recheio é feito com canela, gengibre, noz-moscada e outras especiarias. O destaque ficou por conta do equilíbrio de sabores do recheio, que traz as especiarias de forma não enjoativa – além da quantidade generosa. Preço: R$ 265 (900g) – compre aqui. 3) Casarìa – Panetone de Café com Caramelo Casarìa – Panetone de Café com CarameloEduardo Borges/Divulgação Continua após a publicidade Panetone de pasta de café, chocolate gold e chocolate branco. Além de visualmente interessante, o panetone surpreendeu pelo delicioso sabor de café, que aparece sem ficar enjoativo. Preço: R$ 155 (510g) – onde comprar. 4) Empório Figueira Rubaiyat – Rubattone Santiago Empório Figueira Rubaiyat – Rubattone SantiagoRaphael Criscuolo/Divulgação O panetone é feito com gotas de chocolate e recheado de doce de leite. O destaque vai para a qualidade do doce de leite utilizado no recheio, daqueles bem escuros, além da qualidade da massa, extremamente macia. Preço: R$ 139 (650g) – compre aqui. 5) Tre Bimbi – Panetone de nuts com chocolate gold Tre Bimbi – Panetone de nuts com chocolate goldTre Bimbi/Divulgação O panetone leva gotas de chocolate gold (chocolate branco caramelizado) e um mix de nuts, que são: avelã, noz-pecã, castanha-de-caju e do Pará. O produto levou o 4° posto do ranking pela delicadeza de sabores, com uma combinação de ingredientes que deu muito certo! Preço: R$ 109,90 (500g) – compre aqui. Continua após a publicidade CONFIRA TODOS OS PANETONES PARTICIPANTES: Panetone de pistache Yasmim CoelhoDivulgaçãoPanetone de chocolate com fatia cortada Vitor K. NevesDivulgaçãoPanetone com um presépio esculpido no topo Fernando Ctenas P2W Foto & VídeoDivulgaçãoPanetone de chocolate com cobertura Ana Paula LopesDivulgaçãoPanetone com biscoito em cima, cobertura branca e embalagem rosa PikurruchA'SDivulgaçãoPanetone de chocolate com fatia cortada Livia WuDivulgaçãoPanetone de chocolate com fatia cortada Tomás RangelDivulgaçãoPanetone de chocolate com fatia cortada Raul da MotaDivulgaçãoPanetone de frutas clássico em frente a uma caixa verde Tadeu BrunelliDivulgaçãoPanetone de frutas cortado ao meio ZulcareDivulgaçãoPanetone de pistache ZuckerDivulgaçãoPanetone de chocolate com amêndoas Allan HiagonDivulgaçãoPanetone de chocolate com fatia cortada Ana SchadDivulgaçãoPanetone de frutas com fatia cortada Lais AcsaDivulgaçãoPanetone de frutas com fatia cortada Raul da MotaDivulgaçãoPanetone de chocolate com fatia cortada Iara VenanziDivulgaçãoPanetone de chocolate com fatia cortada Oli PaneDivulgação RelacionadasCozinhaReceita de Natal: camembert frito com mel é opção de entradinha29 nov 2024 - 10h11LifestyleConfira os calendários do advento mais incríveis de 20249 nov 2024 - 07h11Cozinha5 restaurantes em São Paulo para passar a ceia de Natal ou Ano-Novo28 nov 2024 - 15h11 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. 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Redação NTD
Cultura

Arquiteta Fernanda Marques celebra 35 anos de carreira com exposição

27 de novembro de 2024 | Por Redação NTD

Para marcar seus 35 anos de trajetória profissional, a arquiteta e designer Fernanda Marques inaugura a exposição “Design em Movimento por Fernanda Marques”, que acontece entre os dias 27 de novembro e 23 de dezembro, no Roca Gallery Brasil, em São Paulo, um de seus projetos icônicos na cidade. Projetos emblemáticos da arquiteta, realizados no Brasil e no exterior e incluindo obras premiadas nacional e internacionalmente, estarão expostos em painéis de LED durante a exposição. Além disso, o espaço expositivo conta com peças de design assinadas por Fernanda, distribuídas nas áreas interna e externa da galeria. FOTO: Divulgação Victor Affaro Para Fernanda, a mostra representa uma coleção de memórias afetivas, percorrendo suas áreas de atuação em arquitetura, interiores e design de produtos. “Celebrar esses 35 anos de trajetória é revisitar cada linha, cada projeto e a escolha de materiais que ajudaram a construir minha história na arquitetura e no design. Esta exposição é uma jornada pelas memórias afetivas de um trabalho feito com paixão e dedicação. Espero que cada pessoa que a visite sinta essa mesma energia de movimento e transformação que permeia cada criação”, afirma Fernanda Marques. Ao longo da última década, Fernanda conquistou dezenas de prêmios de prestígio, como Design Awards, Americas Property Awards, IF Awards, IDA Design, RDI–Retail Design, Acquisition International Awards (Global Excellence Awards e The Voice of Modern Business), Latin and South America Business, Master Real Estate Award e New World Report 2020 Awards–South America Business e Design & Build Awards. FOTO: Divulgação Victor Affaro _________ FOTO DESTAQUE: Divulgação/ Touche FOTOS: Divulgação Victor AffaroThe post Arquiteta Fernanda Marques celebra 35 anos de carreira com exposição first appeared on GoWhere - Lifestyle e Gastronomia.

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Redação NTD
Cultura

A emoção de Danton Mello e Sophia Valverde em ‘Dalia e o Livro Vermelho’

23 de novembro de 2024 | Por Redação NTD

A animação Dalia e o Livro Vermelho nos leva a uma jornada encantadora e misteriosa que mescla fantasia e autodescoberta, contada com sensibilidade e visual envolvente. Criado e dirigido por David Bisbano, o filme que estreia nos cinemas em seis países, incluindo o Brasil, claro, é uma coprodução internacional entre Argentina, Peru, Espanha e Brasil, tendo as vozes dos atores Danton Mello e Sophia Valverde. A história gira em torno do momento de uma menina de 12 anos, Dalia, que encontra um livro de capa vermelha que não é apenas um objeto físico, mas uma espécie de chave que a transporta para um mundo onde seus próprios medos, sonhos e esperanças ganham vida.  Inicialmente escrito por seu falecido pai, ela tem apenas 12 horas para finalizá-lo ou ver seu mundo mudar completamente. Dalia é uma personagem cheia de camadas, e o filme revela gradativamente suas inseguranças, forças e anseios. Sua interação com o livro e com os outros personagens que encontra pelo caminho refletem aspectos de sua personalidade. O público percebe que cada personagem, cada situação e cada obstáculo são espelhos que revelam partes de Dalia que ela, até então, desconhecia. Esse desenvolvimento complexo da personagem torna sua jornada ainda mais cativante. Além disso, visualmente, Dalia e o Livro Vermelho é lindo e, mais do que fantasia, traz reflexão sobre a coragem necessária para nos confrontarmos e descobrirmos quem realmente somos. Conversei tanto com Sophia como Danton, com momentos emocionantes (com direito à lágrimas), num papo exclusivo para CLAUDIA. Filme ‘Dalia e o Livro Vermelho’ é opção para as criançasDisney/Divulgação Danton Mello e Sophia Valverde falam sobre Dalia e o Livro Vermelho CLAUDIA: Danton, você já participou de outros projetos de animação. Mas por que esse te chamou a atenção?  DANTON: Porque é uma animação sul-americana, de um estúdio pequeno, comparado com os grandes dos Estados Unidos. Quando recebi o convite, recebi também o material com alguns desenhos, um clipinho que nem estava totalmente pronto, mas deu pra perceber que tinha uma coisa diferente, que ele mistura técnicas, ele é animação, mas ele também tem uma coisa de stop motion. Continua após a publicidade É um prazer pra mim e é um incentivo também, acho que a gente tem que ver coisas diferentes, a gente tem que ter novos estúdios. Eu tive essa experiência recente com uma animação totalmente brasileira, que foi o Chef Jack, que é um estúdio de Minas Gerais, e o que me pegou também foi isso, ser algo local. CLAUDIA: E, Sophia, como é que você se envolveu com esse projeto? SOPHIA: Fiz teste e achei que não ia passar, mas passei, graças a Deus! [risos]. O meu teste era uma cena, se eu não me engano, com o bode. Só que no teste a gente não tem muita informação da personagem, da história e demorou bastante para ter o retorno. Mas deu certo! CLAUDIA: E a história é emocionante! DANTON: Sim, a história é fofa, é bonita, a história dessa menina que tem uma grande perda, pra gente já é difícil perder nossos pais, imagina pra uma criança! E esse pai que é tão parceiro e tão amoroso com ela. Eu sou pai de duas meninas, hoje já mulheres, mas eu sempre tentei criar memórias com elas também, elas desde pequenas conviveram em set de filmagem, set de gravação, em coxia de teatro e por isso vejo a Dalia ali sempre junto com o pai, que é um artista, que é um escritor, que é um criador… Continua após a publicidade CLAUDIA: Essa identificação pessoal foi importante para o trabalho? Dalia precisa continuar um trabalho iniciado pelo pai dela… DANTON: Sim, é engraçado. Por exemplo: minha filha mais velha se formou em roteiro de cinema e quer fazer animação, está em busca disso. Não escrevo, mas todo personagem que faço é também uma criação! [risos] Me identifiquei muito com esse personagem, Adolfo, porque sou assim com as minhas filhas até hoje. Acho importante ter diálogo, conversar, participar, ser amigo, estar junto. Adolfo é um artista, um criador, mas que tem sua filhinha linda que quer trazer pro universo dele e isso cria memória, né? Cria conexão… Eu tenho até uma história muito engraçada. Minhas filhas, como eu falei, conviviam em coxia de teatro. E quando estava na escola, uma delas teve um trabalho de casa onde as crianças tinham que fazer um desenho que lembrasse o pai. Ela desenhou um batom. A professora chamou a mãe dela e falou, “olha, sua filha não entendeu o que foi o trabalho”, mas é que na época que eu fazia uma peça na qual fazia vários personagens, incluindo mulheres. Minha filha estava sempre na coxia e me ajudava a passar o batom. Olha a memoriazinha dela, que coisa linda. Ela esteve numa coxia e o pai fazia vários personagens, e pensou “papai pode fazer de tudo”. Até hoje esse quadrinho guardado, esse quadrinho que é uma telinha e um batonzinho. Essa memória, essa conexão, entre pais, mães e filhos, é importantíssima. CLAUDIA: Sim, e Dalia, por ter essa ligação com o pai, tem forças para enfrentar os desafios e se descobrir… Continua após a publicidade DANTON: E é isso, fala de superação, essa menina que está lá nesse universo, nessa crise, e ela tem a figura do bode – que é o pai – que está do lado dela, incentivando, apoiando, estimulando. É o dever de todo pai e mãe estar junto, apoiar, mostrar os caminhos. [Faz uma pausa, se emocionando e segurando as lágrimas]. Fico até emocionado de falar porque sempre fiz isso por minhas filhas e com elas. Hoje, são duas mulheres se descobrindo. Apesar de conviverem nesse meu universo, eu sempre falei “Vocês vão fazer o que vocês quiserem. Vocês têm que encontrar o caminho de vocês. Tem que encontrar o que faça vocês felizes”, e no filme é isso. Dalia inventa o bode que é o alter ego do pai, que a incentiva e mostra que ela é capaz de fazer o que ela quiser. De contar a história que ela quiser e de fazer o que ela quiser. Isso é o que a gente tem que fazer. [Faz nova pausa] CLAUDIA: Pais e filhos vão se emocionar com Dalia e o Livro Vermelho, não é? DANTON: Sim, Adolfo é amoroso, traz a filha para participar e que incrível para uma criança criar um personagem de um livro do pai. É pra ficar emocionado. Sophia Valverde é dubladora de ‘Dalia e o Livro Vermelho’Disney/Divulgação Continua após a publicidade CLAUDIA: E Sophia, como é que você descreve a Dália pra gente? SOPHIA: Como uma pessoa muito inteligente, muito curiosa, muito amorosa, muito criativa. Me pareço em muitos pontos com a Dália! [risos] Ela é muito gentil e gosta de desvendar coisas, que gosta de descobrir novidades. CLAUDIA: E forte! Porque a jornada dela começa de um lugar de dor, não é? SOPHIA: Sim, é uma personagem maravilhosa, que tem a mãe, o pai dela ali, e os personagens do livro do pai dela. Ela entra na história do pai e vai criando coragem de terminar de escrever o livro dele. Tentando falar sem muito spoiler, ela vai viver grandes aventuras entrando no livro do pai, conhecendo os personagens que ele fez. CLAUDIA: Você gosta de escrever? Tentaria terminar o livro de outra pessoa? Continua após a publicidade SOPHIA: Gosto de escrever. Quando eu era menor, eu obrigava todas as minhas amigas a produzirem filmes comigo. Eu falava “sou diretora, escritora e atriz, e vocês também vão me ajudar aqui”[risos] Mas me vejo, às vezes, escrevendo alguma coisa, acho que seria muito legal. Tipo, Dália e O Livro Vermelho 2, quem sabe? [risos] CLAUDIA: Danton se identificou bastante com o pai. Adolfo. E você já falou que é parecida com Dalia? Como foi essa conexão? SOPHIA: Dalia está duvidando se consegue terminar o livro e houve uma época da minha vida em que eu fiquei meio em dúvida com minhas escolhas, tipo “será que consigo? Será que eu sou boa mesmo?” e acho que todo mundo um dia vai passar por isso, ou já passou, e vai entender que tudo vai dar certo, você consegue. E acho que a Dália passou por isso de uma forma muito linda, acho que se a gente pudesse passar igual a Dália, entrando às vezes num livro, seria muito mais emocionante! RelacionadasCultura8 filmes incríveis que você não conhece, mas deveria dar uma chance17 nov 2024 - 05h11CulturaGostou de ‘A Substância’? Então você precisa conhecer estes outros 9 filmes14 nov 2024 - 10h11Notícias3 filmes e séries para assistir agora que “The Penguin” acabou6 nov 2024 - 17h11 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. 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Redação NTD
Cultura

Teatro Antigo de Taormina: História com vista para o mar

11 de novembro de 2024 | Por Redação NTD

Há lugares no mundo que nos fazem parar e contemplar a grandeza do passado.E falta pouco para você sentir essa emoção. Na encosta de uma colina com vista para o mar, avistaremos o Teatro Antigo de Taormina, uma estrutura impressionante, construída pelos gregos no século III a.C., e posteriormente ampliada pelos romanos, que permanece até hoje como um dos monumentos mais emblemáticos da Sicília.   Origens gregas Os gregos, mestres na arte de construir teatros, provavelmente escolheram este local estratégico não apenas por sua acústica natural, mas também pela vista panorâmica. O design original seguia o padrão clássico grego, com uma área semicircular para o público e um palco central.   Expansão romana   No século II d.C., os romanos expandiram e modificaram o teatro, aumentando a capacidade e adicionando colunas decorativas. Essas alterações permitiram que o espaço fosse usado para uma variedade maior de espetáculos, incluindo lutas de gladiadores e animais ferozes.   Características notáveis   A cávea   A cávea, área onde o público se sentava, foi projetada de modo que todos os 5.400 espectadores pudessem ouvir onde quer que estivessem sentados, além, é claro, de contemplar a bela paisagem ao fundo.   O palco   O palco era originalmente decorado com colunas e estátuas. Embora muito da estrutura original tenha se perdido com o tempo, os vestígios remanescentes dão uma ideia de sua grandiosidade passada.   A vista espetacular   Um dos aspectos mais marcantes do teatro é, sem dúvidas, sua localização. O Monte Etna e o Mar Jônico formam um belíssimo pano de fundo natural, criando uma atmosfera única para as apresentações. O Teatro na atualidade Hoje, o Teatro Antigo de Taormina continua a desempenhar um papel importante na vida cultural da região. Nos anos 1950, voltou a ser utilizado como espaço cultural, cedendo seu palco para uma variedade de eventos, incluindo concertos, shows, peças teatrais e o prestigioso Festival de Cinema de Taormina. Conheça esse e outros destinos com a Domundo! Somos uma operadora de turismo baseada em uma sólida rede de parcerias, construída ao longo de décadas de relacionamento profissional com instituições e profissionais reconhecidos. Nossas viagens em grupo com guia brasileiro – são dezenas de saídas anuais para os destinos mais inspiradores – têm acompanhamento próximo e constante de especialistas de alto nível. Cuidado que garante qualidade e faz toda a diferença. Quer programar a sua próxima viagem? Fique por dentro dos nossos roteiros.

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Redação NTD
Cultura

Conheça Aretha Duarte, 1ª mulher negra latino-americana a escalar o Everest

10 de novembro de 2024 | Por Redação NTD

Aretha Duarte estava no topo do mundo. Não havia distração, insegurança ou vontade de ocupar qualquer outro lugar; ela degustava a sensação de estar no ponto mais alto do planeta. A montanhista havia alcançado seu grandioso sonho — tão grande que media exatos 8.849 metros — e se tornado a primeira mulher negra latino-americana a escalar o monte Everest, no Nepal. Subir o equivalente a um prédio de 3 mil andares foi desafiador — e Aretha sabia que os próximos passos seriam ainda mais complexos. Mas a história não começa assim. Filha do ferreiro amador Ailton e da cozinheira Euleide, a esportista nasceu em Campinas, interior de São Paulo, e cresceu em uma família humilde. Seus pais, vindos do nordeste em busca de uma vida melhor, precisaram reconstruir a vida do zero num barraco de madeira na periferia da cidade. Essa fase foi marcada pelo contraste entre a falta de acesso e a liberdade para ser criança. “Tive uma infância feliz, brincava, praticava esportes e me sentia livre, mas existiam problemas na infraestrutura”, relembra.  Ainda na juventude, Aretha começou a coletar itens para reciclar e gerar renda. Com seu crescimento, a montanhista testemunhou as transformações de seu bairro. Saneamento básico, energia elétrica e casas de alvenaria foram chegando aos poucos na região — e também na vida da jovem. Aretha cresceu sendo incentivada para os estudos. Ela foi a primeira da família a conquistar um diploma universitário, justamente em educação física. Foi durante uma palestra na faculdade que ela acabaria capturada para outro futuro: um no topo das montanhas. Continua após a publicidade “Nunca tinha ouvido falar em montanhismo, mas fiquei fascinada”, conta. Diante do alto custo do esporte, ela se ofereceu para trabalhar na operadora que ministrara a palestra. De início, vendia roteiros, depois se tornou assistente de guia e, por fim, acabou especializando-se em alta montanha. RelacionadasCulturaA arte ancestral de Mayara Ferrão, Mônica Ventura e Heloisa Hariadne8 nov 2024 - 08h11 A jornada até o topo do Everest Aretha Duarte mobilizou a sociedade em seu projeto de reciclagem para conseguir ir ao EverestFotos/Samuel Oscar/Ilustração/Catarina Moura/CLAUDIA A paulista de 40 anos passou a maior parte da carreira sem interesse pelo Everest. “Já havia subido montanhas no Nepal, Tanzânia, Rússia, Venezuela e escalado quatro vezes o Monte Aconcágua, na Argentina, uma experiência necessária para o Everest, mas não tinha desejo de escalar o lugar mais alto do mundo, porque o associava ao alto risco de morte, a custos financeiros elevados e a busca por status. Nada disso são fatores que me motivam.” Bastou assistir a um vídeo sobre o Vale do Silêncio — um vale glacial plano cercado pelas montanhas da cordilheira, onde se ouve apenas o vento  — para que o destino entrasse em sua mira. “Fiquei encantada pela beleza do lugar.” Em 2020, Aretha decidiu escalar a montanha. Havia, no entanto, um grande empecilho: seria preciso arrecadar US$ 67 mil, hoje o equivalente a mais de R$ 380 mil. Para conseguir esse feito, Aretha resolveu trilhar um caminho que já conhecia bem: coletar e vender materiais recicláveis. Foi assim que se deu o início do “Projeto Catadora no Everest“. Amigos e familiares se uniram à causa, e juntos arrecadaram cerca de 130 toneladas de materiais recicláveis. O trabalho árduo de domingo a domingo garantiu um terço do valor necessário para a expedição, e mostrou que o projeto ia além da escalada: mobilizou a sociedade, empresas e até políticos. Continua após a publicidade Ao longo de meses, ela reuniu recursos com o apoio da reciclagem, de patrocinadores e até mesmo participando de um game show de TV, no qual acumulou outros R$ 59 mil. Antes de partir para o Everest, Aretha treinou intensamente. Nadava, pedalava, corria e se preparava para enfrentar os 54 dias na montanha, onde o ambiente hostil incluía ventos de 70 km/h, temperaturas de até -30ºC e o risco constante de avalanches e congelamento, além do conhecido ar rarefeito das grandes altitudes. Os maiores desafios que Aretha Duarte enfrentou Aretha Duarte sofreu queimaduras nos olhos e um princípio de edema pulmonarFotos/Samuel Oscar/Ilustração/Catarina Moura/CLAUDIA Durante a subida, ela sofreu problemas como queimaduras nos olhos e um princípio de edema pulmonar, com a saturação de oxigênio caindo para 70% — se estivesse na cidade, provavelmente teria sido internada. Mas um dos maiores desafios, para ela, foi lidar com o machismo. “Um homem fazia piadas e duvidava da minha capacidade. Precisei me impor e, em certo ponto, me isolar desse participante.” No momento mais crítico, durante a subida final, seu sherpa, guia que ajuda escaladores a subir montanhas, sugeriu voltar porque ele não estava sentindo suas mãos e pés. Seria o fim da jornada de Aretha. Inicialmente, ela propôs continuar sozinha, mas não demorou muito para se arrepender. “Percebi a insensibilidade da minha atitude e pedi desculpas chorando. Acredito que ele não esperava aquilo, porque secou minhas lágrimas e voltou a subir.” Juntos, seguiram até o topo, onde a montanhista se ajoelhou e experimentou um misto de emoções. Continua após a publicidade Aretha Duarte trabalha para o montanhismo ser mais democrático A montanhista quer que mais mulheres e pessoas negras possam escalarFotos/Samuel Oscar/Ilustração/Catarina Moura/CLAUDIA A sensação de estar acima das nuvens, vendo o sol nascer, garantiu uma das maiores experiências de sua vida. “Senti uma imensa gratidão por todos que contribuíram para eu chegar ali.” Ela percebeu que aquele não era o fim, mas o início de um sonho maior. “Entendi meu verdadeiro propósito: acredito que as conquistas devem ser coletivas, e não apenas individuais.” Agora, seu objetivo é que mais mulheres e pessoas negras tenham a chance de experimentar a escalada. Também encoraja quem a encontra a viver seus sonhos. “Ajudar as pessoas a reconhecer a força que têm para realizar seus desejos é minha missão.” Aretha quer escrever uma história que não se apaga. Tudo porque, como muitos brasileiros negros, ela não tem conhecimento sobre a sua ancestralidade. “Ao longo da minha jornada, descobri como as histórias das pessoas negras foram ocultadas. Elas não são contadas na escola, nem no meu círculo familiar. E, ao acessar essas narrativas, descobri inúmeros motivos de orgulho, porque o povo negro, especialmente o africano, trouxe muitas soluções, ideias e transformações para o mundo.” “Não queria que a história da primeira mulher negra sul-americana a chegar ao topo do Everest também fosse esquecida, que minha história fosse apagada”, conta Aretha. Por isso, chamou os jornalistas Débora Rubin e Rodrigo Grilo para escrever um livro sobre sua trajetória, o Sucata no Everest: A Saga de Aretha Duarte, além de participar de documentários e reportagens. “É significativo ter minha vida contada de tantas formas e é uma maneira das pessoas se inspirarem.” Continua após a publicidade Da sucata ao Everest: a saga de Aretha Duarte, a primeira brasileira negra a escalar a montanha mais alta do mundo Compre agora: Amazon - R$ 60,00 Hoje, é possível ver que sua plantação já está florescendo. Desde a escalada ao Everest, em 2021, as transformações em sua vida e nas daqueles que a conhecem não param de acontecer. “Muita coisa mudou. Vejo minha comunidade e minha família acreditando mais nos próprios sonhos. Eu mesma me sinto mais empoderada, mais forte, e não me limito diante dos desafios”, diz. Aretha continua escalando: não apenas montanhas, mas também desafios sociais. Projetos que envolvem escaladas na África, por exemplo, são parte de seu legado, incentivando mais pessoas a se reconectarem com suas raízes e enxergarem o valor de suas histórias. “Cada experiência em montanhas é muito mais do que um desafio físico − é uma imersão cultural, um reencontro com a história.” Assim, não para de imaginar novos futuros: “Meu sonho é promover a transformação social e ambiental, garantindo que todos tenham oportunidades”.  RelacionadasLifestyleTamara Klink, a 1ª mulher a invernar sozinha no Ártico14 ago 2024 - 10h08LifestyleCom mais de 50 anos, elas seguem viajando o mundo20 out 2023 - 08h10NotíciasConheça a brasileira mais jovem a escalar até o topo do Everest27 out 2013 - 22h10   Acompanhe o nosso Whatsapp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? 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Redação NTD
Cultura

A arte ancestral de Mayara Ferrão, Mônica Ventura e Heloisa Hariadne

08 de novembro de 2024 | Por Redação NTD

Na última década, o mercado da arte tem ampliado sua atenção à produção de artistas negros. Com uma multiplicidade de linguagens e características, nomes como Rosana Paulino, Renata Felinto e Eustáquio Neves ganham destaque, criando obras que desafiam a hegemonia estética eurocentrada e promovem reflexões sobre a história e as contribuições da diáspora africana. Por vezes, suas obras investigam a autoimagem de pessoas não brancas, bem como sua memória individual e coletiva. Tiram o homem branco ocidental do centro da criação da arte e o substituem pelo protagonismo negro. Ainda que seja tratado como novidade, é importante lembrar que esse não é um movimento recente — o pintor Rubem Valentim e o escultor Mestre Didi, por exemplo, já criavam peças de grande relevância nos anos 1950 e 1960. “Definir a arte contemporânea afrodiaspórica como um fenômeno novo é um sinal de racismo estrutural. Pessoas negras criam há muito tempo — o problema é que só há dez anos começamos a legitimar isso” , observa a curadora Ana Beatriz Almeida. Ainda assim, há mudanças evidentes nesse olhar. Um dos marcos que fortaleceu essa cena foi a criação de espaços independentes e grupos voltados à promoção de artistas negros. Iniciativas como o Projeto Afro, site fundado pelo pesquisador Deri Andrade, e a HOA Galeria, de Igi Lola Ayedun, localizada em São Paulo, atuam como plataformas de visibilidade e diálogo entre arte e sociedade, ajudando a reconfigurar o circuito brasileiro. A recém-inaugurada exposição Ancestral: Afro Américas — Estados Unidos e Brasil reforça essa discussão. Em cartaz até o dia 25 de janeiro de 2025, no Museu de Arte Brasileira da FAAP, em São Paulo, ela reúne 73 artistas do cenário internacional das duas nações que desafiaram o apagamento colonial e reformularam a ideia de Ocidente. Continua após a publicidade “Evocamos artistas entendendo-os como manifestadores de uma nova identidade e perspectiva. Fizemos um mapeamento daqueles que recuperam a humanidade  de toda uma comunidade a partir da arte”, explica Ana Beatriz. Simone Leigh, por exemplo, trabalha com argila para abordar a feminilidade negra. Já Dalton Paula cura a exclusão social por meio da restauração de personagens oprimidos ou apagados. A produção têxtil de Sonia Gomes, por sua vez, elabora novos significados para a memória e a ação do tempo. A especialista também destaca que, para reduzir a desigualdade no meio criativo, algumas estratégias devem ser adotadas tanto por instituições privadas, quanto pelo poder público. Isso inclui a ampliação do acesso à educação de qualidade e a inserção de pessoas negras em espaços de poder e decisão. “Entendendo que o Brasil é um país no qual houve uma política de branqueamento da população e até hoje os dados de homicídio da polícia estabelecem uma linha de cor, é importante que as instituições olhem para as estatísticas para subverter os resultados”, diz. Essa transformação impacta a cultura em duas esferas fundamentais para romper o ciclo do racismo no nosso país: à medida que mais pessoas negras ganham destaque, a representatividade cresce, oferecendo aos jovens novas perspectivas de futuro. Além disso, a arte, como um poderoso mecanismo de representação social, abre espaço para a disseminação de um pensamento decolonial, permitindo que mais vozes desafiem as ideologias hegemônicas. A seguir, a trajetória de três artistas contemporâneas para prestar atenção. Continua após a publicidade RelacionadasCulturaMulheres negras na curadoria de museus rejeitam visão eurocêntrica da arte27 nov 2020 - 14h11CulturaLya Nazura e a força do afrofuturismo para descolonizar a arte26 abr 2022 - 08h04 Reconstruir a memória Mayara Ferrão veste blusa Aluf; brinco e colar Swarovski; pulseiras resina Lool;<br />pulseiras metálicas, anéis e piercing Acervo PessoalCamila Tuon/CLAUDIA Mayara Ferrão se apropria das diversas linguagens e tecnologias de imagem para pautar novas visões sobre os corpos negros e dissidentes. Formada em artes visuais pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), a artista parte da pintura, ilustração e fotografia para discutir a história do Brasil. A vivência enquanto mulher negra soteropolitana e seu conhecimento em signos da cultura afro-brasileira são fontes de inspiração para sua pesquisa. Aos 31 anos, ela já trabalhou em marcas de moda como diretora criativa, elaborando ilustrações. Essa foi a primeira linguagem que desenvolveu profissionalmente. Para ela, tudo começa no rabisco, no desenho e na pintura. Mas foi com a produção do Álbum de Desesquecimentos, uma série de imagens feitas com inteligência artificial que reinventa o passado de pessoas escravizadas e indígenas, que seu nome se popularizou. “Quando comecei esse trabalho, estava vivendo um processo de depressão que identifiquei ser fruto do nosso apagamento histórico”, explica. “Ao mesmo tempo, senti um incômodo em relação ao acervo imagético colonial — é estranho visitar arquivos antigos porque você se depara com retratos de pessoas que eram reduzidas a nada.” Para ela, recriar esse repertório foi um processo consciente e íntimo. Isso porque a prática pode não só alertar o público sobre o que aconteceu no passado, mas também acolher pessoas que não se sentem representadas. Continua após a publicidade As primeiras ilustrações criadas foram de mulheres negras sentadas de frente para um rio, reflexo da sensação de solidão e abandono que ela sentia naquele momento. Depois, passou a desenhar afetos entre casais e famílias. “Tentei borrar um pouco o imaginário que se desdobra a partir desses registros. Eu literalmente construo com as minhas mãos o presente que precisa existir e que quero estar inserida. Acredito que, a partir disso, contemplo muitas pessoas que se identificam ou sofrem com as mesmas questões”, comenta. LGBTQI+ non hegemonic love<br />representation.Fernanda Corsiniredi/Reprodução Camisa, calça e top Misci; brincos Acervo Stylist; anéis Acervo Pessoal MayaraCamila Tuon/CLAUDIA A contribuição de Mayara é, também, de reverenciar o lugar de esperança dentro das narrativas negras. “Que as nossas pautas não fiquem sempre no espaço do sofrimento. Somos força e resistência, mas queremos sonhar também.” Traduzindo mistérios Mônica Ventura veste vestido Misci; brincos e bracelete Carlos PennaCamila Tuon/CLAUDIA Há quem diga que é difícil decifrar obras de arte contemporânea, mas é quase impossível se deparar com os trabalhos de Mônica Ventura e não se sentir extasiado. A artista paulistana de 39 anos examina a história afro-brasileira a partir da arquitetura, dos rituais, da cultura Iorubá e das relações psicossociais da mulher afrodescendente. “Eu sou a Mônica, artista, mulher e negra. Quando levo meus enredos ao circuito da arte, é como se eu fizesse um trabalho de ruptura. Acesso lugares que anteriormente eram interditados a esses tipos de corpos”, explica. Continua após a publicidade Sua entrada em ambientes institucionais começou nos anos 2000, quando expôs, pela primeira vez, uma instalação no Centro Cultural São Paulo. Mas sua carreira começou bem antes, quando cursou design na Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP). As esculturas são realizadas a partir do uso de matérias-primas naturais, como palha, madeira e cascas de árvore, refletindo a importância da sustentabilidade em seu processo criativo. “Vejo a potência construtiva e energética dos materiais vindos da natureza. Entendo que esses elementos estão carregados de história e isso me interessa muito.” As pinturas, por sua vez, são marcadas por cores intensas que misturam tons quentes e terrosos, com traços orgânicos e fluidos que remetem a paisagens oníricas e simbolismos místicos. Uma de suas produções mais importantes é A noite suspensa ou o que posso aprender com o silêncio, apresentada em 2023, no Instituto Inhotim. O título, inclusive, surgiu durante o puerpério, enquanto passava longas madrugadas sem dormir. A obra é composta por uma instalação central que reflete a dualidade da existência e conta a história de mitos fundadores de povos ancestrais, que ressaltam como a vida é gerada a partir da natureza. A noite suspensa ou o que posso aprender com o silêncio, 2023Icaro Moreno/Reprodução Além dela, quadros nas paredes feitos de terra trazem símbolos que propõem a noção de movimento, energia e fluidez em diversas culturas. “As escolhas que tenho feito dentro da minha prática artística vão para um caminho decolonial. É uma forma de apresentar diferentes jeitos de criação que não são os canônicos, com o objetivo de romper a hegemonia branca eurocentrada”, reflete. Continua após a publicidade Com sua carreira consolidada, Mônica expande os horizontes da arte brasileira não só quando traz luz a diferentes estéticas, mas também quando seu espectador entende as noções políticas, sociais e históricas de suas obras. Vestido Aluf; brinco Lool e anéis Acervo PessoalCamila Tuon/CLAUDIA Caos controlado Heloisa Hariadne veste camisa e bermuda Misci; top Haight; brinco Carlos Penna; cinto Espaço ND; meia Suppy e sapato SchultzCamila Tuon/CLAUDIA Com 26 anos, Heloisa Hariadne já trilhou um caminho notável no mundo da arte. A jovem paulista iniciou sua jornada na pintura ainda na adolescência, após se apaixonar pelo universo das cores durante um curso técnico de design. O ofício, no entanto, foi sendo lapidado de acordo com a convivência com outros artistas e uma constante pesquisa sobre a história da arte. Para ela, seu trabalho está longe de consolidado: é um processo que segue em constante mudança. “No começo, minhas pinturas se baseavam na experimentação e na técnica para entender quais materiais funcionavam. Hoje, quando começo uma tela, já sei exatamente o que vou fazer”, diz. Ao tentar responder à pergunta “quem somos nós por dentro?”, ela explora caminhos antes invisibilizados, gerando diálogos sobre a complexidade do ser humano. O resultado é um conjunto de texturas marcantes, formas geométricas e um simbolismo que aborda questões de resistência e pertencimento. A ideia é que cada obra conte uma história diferente e desperte emoções nunca sentidas antes. Essa força narrativa é resultado de uma estratégia de composição bem pensada: “Me importo com o que a pintura precisa. Se eu quisesse colocar tudo o que gostaria, viraria um caos sem controle”, brinca. Não é raro encontrar em suas telas formas que remetem a alimentos, reflexo do seu estilo de vida vegano, que para ela é uma extensão do cuidado com o corpo e com o planeta. “O que você consome afeta seu futuro e o de quem está ao seu redor”, afirma. Saia e jaqueta Neriage e brincos Carlos PennaCamila Tuon/CLAUDIA Se o senso estético de Heloisa foi encontrado na formação em Artes Visuais, sua espiritualidade e personalidade têm raízes mais profundas, herdados da avó, uma mulher forte que, “se for preciso, constrói uma casa inteirinha do zero”, ela faz questão de ressaltar. “Ver uma pessoa fazendo tudo o que está ao seu alcance para realizar sonhos e desejos me deixou segura para ser assim também”, revela. “Essa relação familiar me tornou independente e me ajudou a definir a percepção de quem sou.” Obra: A força que é me alimentar de você enquanto estou comigo, 2024Filipe Berndt/Reprodução De ascendência indígena, ela acredita que a ancestralidade a atravessa o tempo todo, seja ao frequentar espaços de aquilombamentos ou criar cada desenho. “É uma sensação de não estar sozinha, nunca. Acho que vivo conectada com o passado e com o futuro.” Créditos TEXTO Beatriz lourenço FOTO Camila Tuon STYLING Gabiru BELEZA Carlaxane DIREÇÃO DE ARTE kareen Sayuri Histórias de capa anteriores Alcione – Outubro/2024 Ingrid Guimarães – Setembro/2024 Maria da Penha – Agosto/2024 Juliana Paes – Julho/2024 Rafaela Silva – Junho/2024 RelacionadasSociedadeCredkarma e aposentadoria: como finanças e espiritualidade se conversam8 nov 2024 - 09h11InovaçãoConheça a trajetória de Kizzy Terra, uma das maiores cientistas de dados do Brasil8 nov 2024 - 10h11CulturaConheça Valentina Herszage, atriz de “Ainda Estou Aqui” que promete dominar o cinema8 nov 2024 - 07h11 Acompanhe o nosso Whatsapp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? 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