Busque instantaneamente por assuntos, categorias ou colunistas.
A poucos quilômetros do Taj Mahal, um lugar chama atenção. No Sheroes Hangout, o massala chai é servido pelas mãos de mulheres sobreviventes de ataques com ácidos. Elas são o rosto e a força do café fundado em 2014, em Agra, no Norte da Índia, pela Fundação Chhanv, com o propósito de gerar oportunidades de trabalho e incentivar a autonomia a mulheres vítimas desse tipo de violência. Violência com ácido é recorrente na Índia Na Índia, a violência com ácido contra mulheres ainda é muito presente. De acordo com o India’s National Crime Records Bureau (NCRB), são reportados aproximadamente duzentos casos por ano e 80% das vítimas são as mulheres. Muitos casos estão ligados à rejeição amorosa, disputas familiares ou conflitos relacionados a propriedades. O ácido, vendido ilegalmente de maneira relativamente acessível, é utilizado como arma para desfigurar e intimidar mulheres. As consequências físicas e psicológicas costumam ser permanentes, exigindo dezenas de cirurgias e longos processos de recuperação. Como surgiu a ideia do projeto A ideia do café surgiu com a dificuldade que muitas sobreviventes encontravam ao tentar ingressar no mercado de trabalho após os ataques. Em sociedades com altos índices de desigualdade gênero, muitas vítimas chegam a deixar de frequentar espaços públicos por conta do estigma e preconceito. O primeiro Sheroes Hangout nasceu a partir de uma dessas histórias. Geeta Mahor foi atacada pelo marido enquanto dormia com suas filhas. O golpe brutal do ácido não marcou apenas a vida de Geeta, mas também das meninas. Continua após a publicidade Com uma filha morta e outra cega, sem renda, nem apoio, sua trajetória chegou ao cofundador Ashish Shukla, que decidiu criar o Sheroes como alternativa de sobrevivência. O café foi inaugurado na cidade de Agra, em Uttar Pradesh, e posteriormente ganhou unidades em Lucknow e Noida. Sheroes Hangout em Agra, ÍndiaChhanv Foundation'/Reprodução O nome “Sheroes” mistura as palavras “she” e “heroes”, algo como “elas heroínas”, que evidencia o protagonismo dessas mulheres. Administrado pelas próprias sobreviventes, funciona como um espaço de autonomia financeira e reconstrução da autoestima. Continua após a publicidade Durante anos, o estabelecimento operou no modelo “pague quanto quiser”, justamente porque as funcionárias nunca haviam trabalhado em restaurantes e queriam criar um ambiente mais livre e acolhedor para os visitantes. Muito mais que um café Além de servir refeições e bebidas, o espaço também abriga exposições, debates e campanhas de conscientização sobre violência de gênero. Nas paredes, fotografias e frases motivacionais dividem espaço com relatos das mulheres que trabalham ali. O café se tornou um ponto turístico , atraindo visitantes interessados na história de sobrevivência das funcionárias. Segundo a fundação responsável pelo projeto, mais de 100 sobreviventes de ataques com ácido já receberam assistência médica, apoio jurídico, educação e oportunidades de emprego por meio da organização. Continua após a publicidade O Sheroes também financia cirurgias reconstrutivas e mantém projetos de capacitação profissional para mulheres vítimas de violência. “Elas querem ser normais, e normal significa acordar de manhã e ir trabalhar” , afirmou Alok Dixit, o outro fundador da Chhanv Foundation, em entrevista ao jornal The Times. <b id="message-undefined" class="error-message">Imagem sem fonte</b> Funcionárias do Sheroes Hangout em Agra, ÍndiaChhanv Foundation'/ Até 2014, o ano de inauguração do primeiro Sheroes Hangout, os ataques com ácido não eram considerados crimes de alta gravidade na Índia. Os agressores recebiam apenas três meses de pena de prisão. A trajetória das mulheres de Sheroes é um movimento inspirador e necessário para a mudança desse cenário, impedindo a normalização desse tipo de violência. Continua após a publicidade Como ser uma mulher empoderada? Veja 7 hábitos essenciais Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Continua após a publicidade Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp. Acesse as notícias através de nosso app Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade
A temporada de casamentos está oficialmente aberta! Conhecido tradicionalmente como o mês das noivas, maio é marcado por salões cheios de mulheres prestes a subirem ao altar. E, mais do que cabelo e maquiagem, as unhas também merecem atenção especial — afinal, ninguém quer fotos das alianças com uma esmaltação descuidada. Segundo relatório do Pinterest, em 2026, o clássico esmalte branquinho perde espaço para uma proposta mais ousada. O maximalismo chega com força, trazendo nail arts elaboradas e cheias de personalidade. Se você quer entrar na tendência, mas ainda não sabe como, reunimos 15 inspirações para o grande dia. Com joias Inspirações de unhas maximalistas com jóias para noivasPinterest/Reprodução As unhas com jóias são a grande aposta do ano, independentemente da ocasião. O segredo está em adaptar a tendência ao estilo da noiva, apostando em adereços como pérolas, cristais, aplicações brilhantes e flores delicadas. Coloridas Inspirações de unhas maximalistas coloridas para noivasPinterest/Reprodução O casamento, muitas vezes, pedir um look all white não significa que as unhas precisam seguir o mesmo padrão. Para noivas mais autênticas e dispostas a ousar, as cores surgem como uma forma de expressar personalidade e fugir do óbvio. Continua após a publicidade 3D Inspirações de unhas maximalistas em 3D para noivasPinterest/Reprodução Branco não precisa ser sinônimo de algo sem graça. As aplicações em 3D trazem um destaque sutil e elegante, adicionando textura à nail art sem roubar a cena. Flores e rendas em relevo são ótimas escolhas para manter o romantismo com um toque moderno. Douradas Inspirações de unhas maximalistas douradas para noivasPinterest/Reprodução O dourado é quase obrigatório para quem deseja uma proposta maximalista. Pode aparecer em detalhes sobre bases claras, em texturas, aplicações ou até em unhas completamente douradas. A ideia é explorar combinações que dialoguem com os acessórios da noiva. Continua após a publicidade Pratas Inspirações de unhas maximalistas pratas para noivasPinterest/Reprodução Seguindo a mesma lógica do dourado, o prata é ideal para quem opta por joias nesse tom, como brilhantes e pérolas. Ele traz um ar sofisticado, funcionando bem tanto em detalhes quanto em propostas mais marcantes. As 10 cores de esmalte que vão dominar 2026 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Continua após a publicidade Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp. Acesse as notícias através de nosso app Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade
A teledramaturgia brasileira sempre teve força para lançar tendências. Ao longo das últimas décadas, várias atrizes entraram no imaginário popular também pelos cabelos de suas personagens. Foi assim com Maria Casadevall e o chanel com franjinha de Amor à Vida (2013), com Giovanna Antonelli e o pixie de Da Cor do Pecado (2004), ou com Bella Campos e o bob de Vale Tudo (2025). Aqui, relembre cortes icônicos que fizeram muitas brasileiras correrem para o salão. Maria Casadevall, em Amor à Vida O cabelo chanel com franjas de Maria Casadevall é lembrado até hojeJoão Miguel Júnior/TV Globo Maria Casadevall deu vida à ousada Patrícia, na novela Amor à Vida, com um corte chanel de franja acima das sobrancelhas. O visual repicado se tornou um dos mais marcantes da trama. O estilo combinava com a personalidade forte da personagem, que ficou cética em relação ao amor após ser traída durante a lua de mel. Uma curiosidade é que a atriz cortou o próprio cabelo antes de saber que havia passado no teste, apenas por vontade de mudar o visual. Claudia Raia, em Salve Jorge O cabelo em camadas e em um tom quente de Claudia Raia virou referência para diversas mulheresJoão Miguel Júnior/TV Globo Claudia Raia viveu a vilã Lívia Marine, responsável por uma gangue de tráfico de mulheres, em Salve Jorge (2012). Apesar do lado cruel da personagem, ela mantinha uma imagem delicada diante das aparências, e o visual ajudava a construir essa dualidade. O cabelo em camadas, em um tom de castanho avermelhado escuro, ganhava ainda mais destaque com pontos de iluminação nas pontas. Continua após a publicidade Giovanna Antonelli, em Da Cor do Pecado O cabelo pixie de Giovanna Antonelli é um dos mais icônicos da teledramaturgia brasileiraGiovanna Antonelli/Reprodução Giovanna Antonelli é dona de um dos cabelos mais icônicos da teledramaturgia brasileira. Em Da Cor do Pecado, a atriz apareceu com um pixie cut repicado, iluminado por mechas loiras e raiz mais escura. As laterais mais baixas ajudavam a reforçar o estilo moderno da personagem. Conhecida por usar os fios mais longos, Giovanna consolidou uma das vilãs mais marcantes da TV brasileira com um visual igualmente inesquecível. Bella Campos, em Vale Tudo Bella Campos passou por uma transformação no visual para interpretar Maria de Fátima, o que incluiu o corte bob@bellacampox/Instagram Para interpretar Maria de Fátima no remake de Vale Tudo, Bella Campos precisou cortar o cabelo. O bob na altura do queixo valorizou ainda mais o volume natural dos fios ondulados. Na trama, o novo visual aparece após a personagem aplicar um golpe na própria mãe, simbolizando a nova fase de Maria de Fátima. Isadora Cruz, em Coração Acelerado O cabelo com mechas loiras mais focadas nas pontas, de Isadora Cruz, trouxe ar romântico para a atriz@isadoracruz/Instagram Continua após a publicidade Isadora Cruz interpreta a protagonista Agrado Garcia na novela das sete da Globo, Coração Acelerado (2026). A cantora sertaneja exibe um cabelo loiro e ondulado, que reforça sua personalidade solar. Os fios vão ficando mais claros em direção às pontas, o que cria um efeito iluminado natural. Theresa Fonseca, em A Nobreza do Amor Theresa Fonseca cortou o cabelo para interpretar Virgínia@theresafonseca/Instagram Theresa Fonseca é mais uma das atrizes que precisou cortar o cabelo para viver uma personagem. Em A Nobreza do Amor (2026), ela usa um chanel liso que chamou a atenção do público pelos headpieces brilhantes usados como acessórios de cabelo. Marina Ruy Barbosa, em Totalmente Demais Marina Ruy Barbosa tinha cabelo long bob na novela Totalmente DemaisArtur Meninea/TV Globo Em Totalmente Demais (2015), Marina Ruy Barbosa renovou seu tradicional cabelo ruivo com um long bob na altura do peitoral. O comprimento valorizava ainda mais a cor natural dos fios e acabou se tornando tendência na época. Continua após a publicidade Isabelle Drummond, em Coração Acelerado Isabelle Drummond deixou os cabelos mais claros para interpretar sua primeira vilã@yeuxpapillon/Instagram Para interpretar sua primeira vilã em Coração Acelerado (2026), Isabelle Drummond precisou clarear os cabelos. O castanho natural ganhou mechas loiras em um comprimento médio, ajudando a transformar a personagem influenciadora, ligada ao universo das tendências. As 10 cores de esmalte que vão dominar 2026 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Continua após a publicidade Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp. Acesse as notícias através de nosso app Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade
Se você está em busca de leituras picantes e envolventes, que misturam emoção, crescimento pessoal e romance, esses livros são feitos para você. Neles, por meio de encontros e desencontros, os protagonistas embarcam em suas jornadas de autoconhecimento, encontrando novos caminhos e pessoas de forma inesperada. Por meio desses livros, você poderá explorar um prazer sem culpa e sem julgamentos. Cada história te convida a viver de forma mais profunda. Confira: 1. Até que o verão nos separe Compre agora: Amazon - R$ 71,90 Escrita pela autora best–seller do The New York Times Meghan Quinn, conta a história de Scottie Price, que após uma desilusão amorosa, decide se mudar para Nova York em busca de recuperar sua autoconfiança. Você vai mergulhar em um mundo de autoconhecimento, amor de verão e término de ciclos. 2. Uma fazenda com a magia do Natal (Amores de Dream Harbor — vol. 3) Compre agora: Amazon - R$ 34,32 Continua após a publicidade Terceiro volume da série Amores de Dream Harbor, Laurie Gilmore apresenta uma comédia romântica natalina de dois opostos que se atraem em uma cidade pequena. Seu enredo aborda temas como recomeço e novas chances, conexões humanas, confiança e claro, a magia do Natal. 3. Amor e outras conspirações Compre agora: Amazon - R$ 41,48 Escrito pela Mallory Marlowe, acompanha a história de Hallie Barret após um término de relacionamento. Em uma trama sobre amor em meio à incerteza, Hallie vive conexões inesperadas enquanto aprende a confiar novamente e a enxergar novas possibilidades para sua vida. Continua após a publicidade 4. Tudo por você Compre agora: Amazon - R$ 44,76 Sequência de Alerta de spoiler, oferece uma narrativa bem-humorada ao tratar sobre temas como TDAH, burnout e gordofobia. Em um enredo cheio de cenas picantes, traz reflexões essenciais sobre relacionamentos abusivos, autoconfiança e exposição na internet. 6 livrarias em SP tão lindas e diferentes que valem a visita Continua após a publicidade Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Continua após a publicidade Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp. Acesse as notícias através de nosso app Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade
Renato Aragão, 91, virou assunto esta semana por conta de uma dívida de mais de meio milhão de reais junto à Prefeitura do Rio de Janeiro, da mansão que possui no Recreio dos Bandeirantes, na zona Oeste da cidade. Mas ele pode perder o imóvel, que desde 2023 colocou à venda por R$ 18 milhões? De acordo com a Procuradoria do Munícipio, o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) deixou de ser pago nos anos de 2021, 2022 e 2023. Em dezembro do ano passado, a ação judicial teve início para a cobrança da dívida, que chegou a R$ 548.283,69 e, com os juros atuais, estaria em torno de R$ 676 mil. O humorista não teria sido localizado pelos órgãos públicos para quitar o débito, o que fez com que fosse solicitado na Justiça o arresto da mansão. O consultor jurídico Pierre Henriques, da Smart Leilões, explica o que isso significa e quais os próximos passos judiciais do caso. “O arresto é uma espécie de pré-penhora, funciona como uma medida cautelar para garantir que o patrimônio permaneça vinculado ao processo até que o devedor, com bens que podem assegurar futuramente o pagamento identificados, seja formalmente localizado e citado. Nesse caso, a Prefeitura ainda busca que ele tenha ciência do processo e possa apresentar defesa ou quitar o débito”, conta. RelacionadasLifestyleFinanças em 2026: 5 passos para sair das dívidas20 jan 2026 - 16h01NotíciasMário Gomes e outros 5 famosos que já receberam ordem de despejo18 set 2024 - 16h09Lifestyle14 sinais de cilada na hora de comprar ou alugar um apartamento5 Maio 2026 - 18h05 O especialista diz que, se já houver citação ao ex-Trapalhão e a dívida continuar sem pagamento, o imóvel pode ser penhorado e futuramente leiloado. Continua após a publicidade A decisão, no entanto, não impede completamente a venda do imóvel, se Renato Aragão conseguir um comprador nesse período – nesse caso, o novo dono herdaria a dívida. A assessoria do humorista afirma que o débito está sendo negociado. Henriques lembra que é possível evitar que – não só a mansão do intérprete de Didi Mocó, como qualquer outro imóvel – vá a leilão judicial por dívidas de IPTU. “O pagamento pode ser realizado a qualquer momento para evitar tanto o arresto quanto a penhora. Mesmo que o imóvel já esteja penhorado, ainda existe a possibilidade de quitação até a assinatura do auto de arrematação, o que impede a perda definitiva do bem”, adianta o consultor da Smart Leilões. Continua após a publicidade A mansão de 3 mil metros quadrados – construída em um terreno com 400 mil m² de área útil – conta com piscina, heliponto, quadra de tênis, churrasqueira, salão de jogos, campo de futebol, quatro suítes, biblioteca e até sala de costura. Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp. Continua após a publicidade Acesse as notícias através de nosso app Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade
Meryl Streep está em turnê para a divulgação de “O Diabo Veste Prada 2” e escolheu levar um toque brasileiro para o tapete vermelho em Londres. Na última quarta-feira, (22), a atriz apareceu no evento “A Night with Runway“, realizado na National Gallery, usando brincos da joalheria carioca Sauer. Meryl Streep apostou em um vestido azul-marinho coberto por paetês, óculos escuros e scarpins pretosgetty/Getty Images A peça escolhida pertence à coleção de alta joalheria da marca e reúne diamantes de 6,15 quilates, ônix e ouro branco. O evento foi o after party da première do filme, que reuniu o elenco principal — incluindo Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci. Meryl Streep escolheu os brincos de diamante da Sauergetty/Getty Images Já na première oficial, a atriz foi de Prada. O look era composto por um casaco vermelho da grife italiana, calça preta e blusa de seda com laço no pescoço, além de uma clutch inspirada na revista Runway e óculos escuros, acessórios que viraram marca registrada de Miranda Priestly. View this post on Instagram Continua após a publicidade Quem está por trás da Sauer Fundada em 1941 pelo francês Jules Roger Sauer no Rio de Janeiro, a joalheria tem a diretora criativa Stephanie Wenk à frente das coleções desde 2013. Ela é responsável por trazer uma linguagem mais contemporânea à marca, que já é referência em alta joalheria no Brasil e no exterior. Brincos de diamante da Sauer usados por Meryl Streep na première de O Diabo Veste Prada 2, em LondresSauer/Divulgação Óculos cearenses em Nova York Antes de embarcar para a Europa, a atriz já tinha apostado em algo do Brasil. No início de abril, durante a passagem por talk shows americanos em Nova York, incluindo uma participação no The Late Show with Stephen Colbert, a estrela foi flagrada de óculos da LAPIMA, marca brasileira. Continua após a publicidade O modelo escolhido foi o “Manuela”, da coleção “Vel”, criada pelo diretor criativo Gustavo Assis com inspiração nas jangadas do litoral cearense. View this post on Instagram A aparição rapidamente repercutiu nas redes sociais e colocou a marca ainda mais no radar do mercado internacional de moda. 6 perfumes árabes para chamar muita atenção à noite Continua após a publicidade Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp. Continua após a publicidade Acesse as notícias através de nosso app Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade
Brasil, 2019. Mais da metade da população está acima do peso, os casos de diabetes tipo 2 aumentam ano após ano e um novo medicamento chega ao país com a promessa de mudar esse cenário. É o momento do Ozempic. Criado para controlar a glicose, ele logo se destacou também pela ajuda na perda de peso. O mérito está na semaglutida, seu princípio ativo, que atua induzindo a saciedade. Não por acaso, as famosas “canetas” do laboratório dinamarquês Novo Nordisk rapidamente ganharam popularidade, principalmente entre pessoas que, apesar de testar todos os exercícios e dietas, não conseguiam emagrecer devido a fatores genéticos, ambientais e comportamentais. Pouco tempo depois, em 2024, o Brasil recebeu o Wegovy, irmão mais jovem e potente do Ozempic, indicado especificamente para o tratamento da obesidade. Agora, há também a semaglutida em versão oral, o Rybelsus. Hoje, não restam dúvidas de que a semaglutida, quando bem administrada e acompanhada por profissionais, representa uma das inovações médicas mais relevantes dos últimos tempos. “Se prevenirmos a obesidade, prevenimos a maioria dos casos de diabetes tipo 2. Isso melhora a saúde dos indivíduos, reduz custos sociais e evita complicações graves, como cegueira, insuficiência renal ou necessidade de transplante. A obesidade é a origem de muitos problemas de saúde pública”, afirma Emil Larsen, vice-presidente executivo de operações internacionais da Novo Nordisk, em entrevista à Claudia e a outros veículos brasileiros durante a EASD (Associação Europeia para o Estudo da Diabetes) 2025, em Viena, na Áustria. Larsen também comentou sobre o uso da semaglutida sem prescrição médica, a descoberta de que o Ozempic pode ajudar a reduzir o food noise (pensamentos insesantes sobre comida) e as próximas inovações da empresa. Entre elas, a possibilidade de combinar cagrilintida com semaglutida está sendo estudada para potencializar os resultados e reduzir efeitos colaterais. No Brasil, muitas pessoas estão usando a semaglutida sem indicação médica. Como a Novo Nordisk vê isso? Emil Larsen: Nós só recomendamos e prescrevemos para pacientes com IMC acima de 27 com comorbidades, ou acima de 30 sem comorbidades. É uma decisão sensata no Brasil que agora seja necessário que os médicos prescrevam o medicamento. Penso que isso significará que trataremos mais os pacientes certos e menos os pacientes que não se enquadram no perfil indicado do medicamento. Nosso objetivo é garantir que tratemos aqueles que realmente terão benefícios para a saúde também no futuro. Um estudo recente mostra que o semaglutida pode ajudar a silenciar o food noise, pensamentos insensantes sobre comida. Estamos diante de uma grande inovação? Emil Larsen: No Brasil, são quase 40 milhões de pessoas com obesidade e menos de 1% dessas pessoas recebem tratamento. Isso significa que há muitas pessoas com problemas relacionados à alimentação, mas também em risco de complicações da obesidade. Compreender isso e também desestigmatizar a obesidade é fundamental, porque dieta e exercício fazem parte da solução, mas sabemos que, muitas vezes, [eles sozinhos] não funcionam. Continua após a publicidade As pessoas ouviram sobre a necessidade de fazer dieta e se exercitar por décadas, mas a obesidade continua aumentando. Então, para muitos, receber assistência por meio de intervenção médica faz parte da solução nos próximos anos. E também é importante entender que problemas relacionados à alimentação não são uma questão de falta de força de vontade. Não é que as pessoas hoje tenham menos força de vontade do que tinham há 30, 40 ou 50 anos, mas estamos em um ambiente obesogênico. Nesse ambiente, se você tem problemas com alimentação, é muito difícil não comer. Estamos ainda no começo para entender a conexão entre fisiologia e psicologia, mas claramente estão interligadas. Em sua opinião, qual deve ser o papel das empresas de saúde na redução das desigualdades globais no acesso a medicamentos? Emil Larsen: A boa notícia é que o custo do tratamento está caindo. Já reduzimos o preço do semaglutida no Brasil. Produzimos localmente em Montes Claros (MG), onde investimos fortemente, inclusive ampliando nossa fábrica. E, claro, esperamos que, produzindo no Brasil e reduzindo nosso preço, possamos garantir o acesso a muito mais brasileiros. Pensamos assim: por que 12% dos dinamarqueses são tratados para obesidade e apenas 0,6% no Brasil? O Brasil é um país avançado, com bom sistema de saúde. Em termos de obesidade, se você comparar dinamarqueses e brasileiros, é mais ou menos a mesma coisa. Então, existe uma desigualdade agora, mas esperamos melhorá-la reduzindo o preço e também investindo no Brasil, com produção local. A semaglutida é vista como uma grande inovação, inclusive quando falamos de menopausa. O que ainda precisa ser melhorado ou pesquisado quando se trata do tratamento da obesidade em mulheres depois da menopausa? Emil Larsen: Vimos que a maioria dos pacientes em tratamento para obesidade e manejo de peso são mulheres. E muitas delas estão na menopausa. Esse é um momento em que as mulheres têm grande dificuldade em perder peso, como sabemos, devido às mudanças hormonais. Continua após a publicidade O que é empolgante é que, neste congresso, mostramos que o semaglutida protege o coração, os rins, o fígado. Mas outro ponto muito importante, que surgiu no estudo publicado no New England Journal of Medicine, foi a composição corporal. Isso é crucial para as mulheres, porque sabemos que a perda de massa muscular é um problema, afeta ossos e muitos outros aspectos da saúde feminina. A boa notícia é que a perda de peso foi composta por 25% de gordura, mas apenas 7% de massa magra. Ou seja, não só houve perda de peso, mas uma proporção maior de gordura em relação à massa muscular. Isso é particularmente importante para mulheres após a menopausa, elas permanecem mais fortes, não apenas mais leves. Um dos temas discutidos aqui foi a obesidade em adolescentes, que é um problema grave de saúde pública no Brasil. Hoje já temos aprovação para uso do semaglutida em crianças a partir de 12 anos. Na sua visão, quão importante é ter novas opções de tratamento para obesidade desde cedo? Emil Larsen: É muito importante. Claro que a primeira abordagem deve ser dieta, exercício e acompanhamento profissional. Mas, para alguns adolescentes, isso inclui também tratamento com GLP-1, como a semaglutida. Isso é essencial porque crianças com obesidade têm grande probabilidade de se tornarem adultos obesos. E sabemos, por estudos, que adultos obesos vivem em média quatro anos a menos. A intervenção precoce pode mudar essa trajetória. Também é preciso entender o aspecto psicológico. Um adolescente obeso pode ter dificuldades em participar de atividades físicas na escola, por exemplo, e isso afeta seu bem-estar. Então, não podemos deixá-los sozinhos, é preciso uma rede de apoio e, em alguns casos, intervenção médica. Continua após a publicidade E em relação ao futuro, há outras pesquisas que podem ser tão promissoras quanto o semaglutida? Emil Larsen: Embora estejamos muito orgulhosos do semaglutida, a inovação não para. Já estudamos combinações, como a cagrilintida com semaglutida, para potencializar resultados e reduzir efeitos colaterais. A ideia é oferecer opções personalizadas: talvez o paciente use uma dose maior para perder peso e depois passe para outra molécula ou dose menor para manutenção. Quais tendências globais de saúde você acredita que vão transformar a indústria nos próximos 5 a 10 anos? Emil Larsen: Minha esperança é que, pela primeira vez em décadas, vejamos países conseguindo estabilizar ou até reduzir o IMC médio da população. Se conseguirmos “curvar” essa linha em nível nacional, será uma revolução em saúde pública. Já temos países como a Dinamarca, onde 12% da população está em tratamento. Se isso reduzir eventos cardiovasculares e diabetes em escala nacional, será um marco. Passando para o diabetes: o Rybelsus foi aprovado pela União Europeia como medicamento que reduz eventos cardiovasculares em pessoas com diabetes tipo 2. Vocês esperam aprovação também pela FDA e Anvisa em breve? Emil Larsen: Sim, vamos submeter também no Brasil. O Rybelsus é o único GLP-1 oral com efeito comprovado em reduzir infartos, AVCs e mortes cardiovasculares. Isso amplia as opções para os pacientes: alguns preferem injetável semanal, outros comprimido diário. O importante é que funciona de forma semelhante em ambas as formas. *A jornalista viajou a convite da Novo Nordisk RelacionadasCulturaNathalia Dill: “O acesso a informações sobre saúde é uma questão de gênero”27 jul 2025 - 05h07LifestylePesquisa mostra que mulheres deixam de lado a saúde mental e hobbies pelo trabalho9 Maio 2025 - 18h05SaúdePilates na parede: como fazer e melhores exercícios para a saúde19 mar 2025 - 18h03 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Continua após a publicidade Acompanhe o nosso Whatsapp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp. Acesse as notícias através de nosso app Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade
A Positive Co esteve no Grupo Abril para uma degustação de suas bebidas vegetais e apresentar a essência da marca: uma empresa cearense referência em alimentos clean label, em que cada rótulo mostra seu propósito. Mais do que calorias ou nutrientes, suas embalagens revelam produtos de origem vegetal, com poucos ingredientes, alta densidade nutritiva e impacto positivo em toda a cadeia de produção. De uma empresa familiar ao mercado global A trajetória começou na tradicional indústria de beneficiamento de castanha de caju. “Desenvolvemos do zero a tecnologia para o que se tornaria a tal da castanha, nosso primeiro leite vegetal, lançado em 2015”, conta Felipe Carvalho, CEO da empresa. A proposta de usar ingredientes integrais, sem aditivos e com certificação orgânica rapidamente ganhou espaço. “Desde o início, nossa orientação foi produzir um produto verdadeiro, que entrega aquilo que promete, sem greenwashing ou nutriwashing”, destaca o executivo. Em 2020, a joint venture com o Grupo 3 Corações trouxe governança e capilaridade: “Ganhamos estrutura e distribuição para chegar das capitais ao interior.” Hoje, a Positive exporta para Austrália, Canadá e Chile e negocia com outros países. “É uma felicidade ver a marca conquistar novos territórios, especialmente em mercados com padrões rigorosos de qualidade”, afirma Felipe. Marcas com identidade e propósito O portfólio reúne diferentes momentos de consumo, sempre com a filosofia clean label: Continua após a publicidade A tal da castanha, com leites vegetais com alta densidade nutritiva. Possible, que conta com bebidas certificadas FODMAP Friendly, ideal para quem tem desconfortos gastrointestinais, e com 70% menos açúcar que os concorrentes. Plant Power, marca de suplementos veganos e com fórmulas limpas. Compromisso além do produto Felipe reforça que a atuação vai muito além das gôndolas. “Queremos ser melhores para o mundo, não apenas para o mercado”, afirma. A empresa cuida de toda a cadeia produtiva: compensa as embalagens colocadas em circulação, prioriza fornecedores nacionais e apoia agricultores familiares. “Temos uma política rigorosa de qualidade, do fornecedor ao controle de alergênicos, e trabalhamos com fábricas certificadas e laboratórios acreditados”, explica. Continua após a publicidade Olhar para o futuro Com lançamentos recentes, como o condensado vegetal e a linha Completo, que contém 8 g de proteína por copo, a Positive planeja expandir sua plataforma de alimentação natural. “Não buscamos apenas crescimento. Queremos ser reconhecidos por entregar produtos autênticos, que respeitam valores e melhoram a vida das pessoas”, conclui Felipe. Para o consumidor, a mensagem é direta: ler o rótulo é conhecer a história e o compromisso por trás de cada produto. Produtos A Tal da Castanha Possible Chocolate Compre agora: Amazon - R$ 16,88 A tal da castanha Bebida Vegetal Original Compre agora: Amazon - R$ 21,90 Plant power 12 unidades Compre agora: Amazon - R$ 109,91 Jungle Melancia e Limão Compre agora: Amazon - R$ 7,49 RelacionadasCozinhaNova unidade do Jojo Ramen celebra a riqueza do Norte do Japão17 set 2025 - 17h09CozinhaIan Baiocchi: chef transforma Goiânia na capital da gastronomia do Cerrado16 set 2025 - 16h09CozinhaAs 6 melhores cartas de bebida sem álcool de São Paulo10 set 2025 - 08h09 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Continua após a publicidade Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp. Continua após a publicidade Acesse as notícias através de nosso app Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade
Uma pesquisa inédita de âmbito nacional realizada pelo Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA), em parceria com o Instituto Locomotiva, revelou como a desinformação e as fake news têm prejudicado a prevenção e o tratamento do câncer de colo do útero. A pesquisa Percepção das Brasileiras sobre Tumores Ginecológicos foi realizada com a participação de 831 mulheres, de 30 a 45 anos, das classes A, B, C e D nas cinco regiões do Brasil. A amostra avaliou o nível de conhecimento sobre o câncer de colo do útero, a adesão às práticas preventivas, como foco na vacinação contra o HPV, métodos de rastreio e a importância da informação correta sobre sintomas e enfermidade. 6 em cada 10 mulheres não sabem a relação do câncer com o HPV A pesquisa revela: 57% das brasileiras desconhecem que o HPV é o principal agente causador do câncer de colo do útero 82% não sabem ao menos uma informação essencial sobre o vírus De acordo com as análises, a maioria das mulheres entrevistadas demonstram um grau de conhecimento nulo ao assunto. Os dados revelam um cenário de desinformação preocupante em relação ao contexto brasileiro. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o HPV é responsável por 99% dos casos de câncer de colo do útero, doença que mata cerca de 19 mulheres por dia no país e que, só em 2025, deve registrar 17 mil novos diagnósticos. “A pesquisa mostrou a necessidade do acesso à informação correta, de origem científica e de fontes primárias, para que as pessoas conheçam mais sobre o tema e como a vacina pode ser um mecanismo preventivo fundamental na proteção”, explica Andréa Paiva Gadelha Guimarães, oncologista e presidente do Grupo EVA. Continua após a publicidade Como as fake news afetam a prevenção da doença Imunização e prevenção: 39% não têm ciência de que há prevenção contra a doença 49% têm dúvidas ou descobriram que tinham informações falsas sobre HPV e câncer de colo do útero 42% não tomaram ou não se lembram de ter se imunizado 38% afirmam conhecer muito bem a vacina 87% consideram importante se vacinar contra o HPV De acordo com a oncologista, 17.000 casos de câncer de colo do útero poderiam ser evitados com vacinação e exames de rotina. Entretanto, a pesquisa salienta como as fake news são um entrave na prevenção da doença. Os resultados da análise refletem como o movimento anti-vacina impactou em uma diminuição da aderência de crianças à imunização. Andréa ressalta uma preocupação em relação à descoberta, já que a fase da infância e adolescência são os momentos de maior eficácia da vacina. “Os dados alertam para um olhar especial sobre como as informações falsas podem impactar negativamente a tomada de decisão sobre assuntos muito relevantes que envolvem o dia a dia das mães, famílias e filhos”, acrescenta. Continua após a publicidade A falta de informações também impacta na prevenção clínica Exames de rotina: 3 em cada 10 (29%) mulheres de 18 a 45 anos não sabem a utilidade do Papanicolau Metade (49%) desconhece para que serve o exame de DNA-HPV Menos da metade fez os principais exames ginecológicos nos últimos 12 meses: 37% realizaram o Papanicolau no último ano 25% relataram que foram submetidas ao USG Transvaginal durante o período 31% já realizaram o DNA-HPV alguma vez “Outro alerta importante é a necessidade de um check-up uma vez ao ano para a realização de exames preventivos como consultas ginecológicas, com Papanicolau e testes de DNA-HPV”, afirma a presidente do Grupo EVA. A pesquisa também reafirma a necessidade de maior conscientização sobre a prevenção e realização frequente de exames de rotina. RelacionadasSaúdeEndometriose: como a doença misteriosa começa a ser tratada no SUS11 ago 2025 - 17h08MenopausaA enxaqueca desaparece na menopausa? Especialistas explicam24 jul 2025 - 10h07 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Continua após a publicidade Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp. Acesse as notícias através de nosso app Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade
Com sorriso espontâneo, brincos coloridos e uma energia cativante, a atriz Edvana Carvalho atendeu à chamada de CLAUDIA como quem recebe uma velha amiga. Falar sobre arte, história e educação parece-lhe tão natural quanto respirar. Afinal, dos 57 anos de vida, mais de 40 foram dedicados à carreira. Agora, ela se vira aos holofotes ao dar vida à personagem Eunice, no remake de Vale Tudo, dirigido por Manuela Dias. Sua trajetória, aliás, foi trilhada fora da curva: além de atriz, ela é arte-educadora, poetisa e apresentadora. Pode parecer muita coisa, sabemos, mas é que Edvana é daquelas artistas que enxergam a arte quase como um respiro à vida. Sendo uma mulher preta, então, entendeu logo cedo que ser atriz não seria o bastante – era preciso ir além. Da Bahia para o Brasil Para chegar até aqui, ela precisou ocupar primeiro outros espaços. Nascida baiana, Edvana cresceu nos bairros da Liberdade e do Curuzu, em Salvador. Ali, já convivia de frente com a forte influência da cultura local. Por isso, ser atriz era um desejo que, desde pequena, esteve em seu imaginário. Não demorou muito, portanto, para que tivesse o seu primeiro contato com o teatro nas escolas públicas da capital baiana. Ela começou no Grupo de Teatro do SESC/SENAC e, em 1990, passou a integrar a primeira formação do Bando de Teatro Olodum, grupo reconhecido nacionalmente pela força de sua arte negra. “Fazer arte, seja dentro ou fora do bando de teatro Olodum, para mim é um ato político, e não partidário.” Arte e educação como ato político Não à toa, mesmo depois de muitos anos desde o seu primeiro passo no meio artístico, tomou a decisão de voltar às escolas públicas. Pensando nisso, resolveu criar a Aula Palestra, um espaço de troca de experiências sobre as lutas e trajetórias do professor, que também incentiva os alunos de Salvador e outras regiões do país a darem, enfim, forma aos seus sonhos. A Roda de Conversa, projeto desenvolvido na Escola Municipal Padre Confa, em Salvador, é também parte do currículo extenso de Edvana. Nele, a intenção é trazer projetos culturais para as escolas baianas. Continua após a publicidade Não só a educação, mas também temas como o empoderamento feminino e racial e o etarismo atravessam a alma da dramaturga – provindos do acúmulo de dores que, depois de algum tempo, serviram como um empurrão para fazer diferente. Esses impulsos surgiram de forma espontânea ao longo de sua vida, tanto quanto sua forma de viver. Viver para, da e de arte Com um alto astral invejável, Edvana não mede palavras para dizer o que pensa.Vinicius Mochizuki/Divulgação O rosto e presença da atriz deram vida a mulheres reais e sensíveis na dramaturgia brasileira. Uma delas foi a mística e carregada de axé, Inácia, personagem emblemática da novela Renascer (2024). O sucesso foi tanto que a atuação chegou a ser aclamada pela crítica e recebeu o prêmio Potências na categoria Atriz Coadjuvante. Homenageada com o Umbutu: Potências Negras, ela também conquistou o Kikito de Melhor Atriz pelo curta “Fenda”, dirigido por Lis Paim. Ainda no cinema, participou do sucesso Ó Paí Ó, dirigido por Monique Gardenberg, e de sua continuação, Ó Paí Ó 2, com direção de Viviane Ferreira. No streaming, se destacou na série Irmãos Freitas (2019), inspirada na vida do pugilista Arcelino Popó de Freitas e disponível na Netflix. Recentemente, também emprestou sua voz à personagem Ruth na animação Arca de Noé. Continua após a publicidade Escrevivências no palco Ao ouvir pela primeira vez o termo “Escrevivências“, criado por Conceição Evaristo, uma das maiores escritoras negras do Brasil, Edvana entendeu que era, enfim, hora de colocar no papel todas as suas vivências – e sobrevivências. “Até aquele momento, eu não me sentia dramaturga, embora eu já tivesse escrito uma peça. Parecia que essa palavra estava muito longe de mim. Eu não me sentia, porque o país foi feito para que eu me sentisse assim, sem poder”, diz. Para comemorar os 40 anos de carreira, então, decidiu estrear o monólogo Aos 50 – Quem Me Aguenta?, escrito e protagonizado por ela mesma. No espetáculo, ela escancara as dores e delícias de ser uma mulher negra em sua maturidade. Com olhar apurado, a artista traz para o palco pautas como o sexo, envelhecimento, filhos, racismo, misoginia e relacionamentos ao ultrapassar as barreiras trazidas pelos 50 anos. O monólogo aborda as inúmeras dificuldades de uma mulher preta +50.Tamires Ribeiro/Divulgação Eunice, em Vale Tudo Agora, Edvana aparece nas telinhas como Eunice, em Vale Tudo, uma excelente costureira, casada com o jornalista Bartolomeu (Luís Melo) e mãe de Fernanda (Ramille). Na versão original da novela, transmitida há 30 anos, a mesma foi interpretada pela atriz Iris Bruzzi. “Eu amava ela atuando, era uma mulher para cima, à frente do seu tempo, seja na moda ou na forma de tratar a filha. Mas era uma mulher branca, que vivia do salário do marido. Depois de 30 anos, isso não cabe mais”, explica. No remake, a personagem carrega novas cargas e funções: é avó, mãe solo e artista. A questão racial também trouxe outras camadas à novela, como na cena de racismo cometido por Odete Roitman (Debora Bloch) contra a costureira. Veja o trecho: Continua após a publicidade A relação entre mãe e filha também abre espaço para conversas profundas sobre as novas formas de educar mulheres. “É lindo porque, geralmente, as mães pretas não têm tempo para dedicar ao filho. No máximo, você quer que ele não esteja com fome, que a polícia não pegue, que frequente a escola. Eunice é uma mulher preta que, por não passar por nenhuma dessas necessidades, tem tempo para conversar, dar conselho, ouvir a cria dela”, reforça. Sobre as críticas que estão feitas sobre a versão da novela, Edvana não hesita em dizer: “Uma parte do povo brasileiro tem dificuldade em aceitar o novo, tem medo da mudança. As pessoas se agarram às coisas como elas eram e não querem abrir espaço como elas podem ser no presente”. Novos tempos, novos caminhares Edvana quer seguir ocupando diferentes espaços reverenciando sua ancestralidade.Vinicius Mochizuki/Divulgação Quando questionada sobre o que gostaria de deixar para as próximas gerações de mulheres pretas na dramaturgia, a artista é direta: Continua após a publicidade “Acho que já estamos deixando, ao dar continuidade ao trabalho de grandes nomes, como Léa Garcia e Zezé Motta. Foram anos lutando para uma atriz negra ser medida pela sua qualidade, e não pelo seu tom da pele. Eu levei mais de 40 para ser descoberta pelo Brasil sem nunca ter feito um protagonismo de verdade. A sociedade foi finalmente obrigada a parar para nos ouvir.” Inquieta, Edvana Carvalho tem sede de mais. E, enquanto vê mudanças e algumas poucas vitórias surgirem, sonha com um futuro onde cada porta aberta, seja na arte ou na educação, sirva de convite para que outras mulheres como ela possam, enfim, prosperar — em todos os sentidos da palavra. RelacionadasCulturaCom apenas 24 anos, Giovanna Elias é pianista e regente de orquestra14 ago 2025 - 08h08Cultura“Parece indecente que velhos se amem, mas o prazer sempre existe”, diz Isabel Allende13 ago 2025 - 08h08CulturaJeniffer Nascimento fala sobre representatividade: “É preciso reconstruir o imaginário”7 ago 2025 - 18h08 Assine a newsletter de CLAUDIAe Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp. Acesse as notícias através de nosso app Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade
Tem coisa mais clássica que pudim de leite condensado? Ele é aquele tipo de sobremesa que agrada todo mundo, combina com qualquer ocasião e ainda faz a gente lembrar de momentos gostosos em família. E o melhor: dá pra fazer em casa de um jeito fácil, rápido e sem complicação e com os eletrodomésticos da Mondial, tudo fica mais prático! Bateu a vontade de um docinho? Então vem ver como preparar esse pudim que é sucesso garantido! Pudim de Leite Condensado Ingredientes: Calda: ½ xícara (chá) de açúcar ½ xícara (chá) de água quente Pudim: 1 lata de leite condensado 3 ovos 1 medida e meia da lata Modo de preparo: Calda Em uma panela, leve ao fogo baixo o açúcar e derreta até ficar dourado; Adicione a água com cuidado e continue mexendo em fogo baixo até que o caramelo fique com a textura lisa e engrosse; Despeje a calda em uma forma de furo central (18 cm de diâmetro) e reserve. Pudim No liquidificador Mondial bata o Leite Condensado, o Leite e os ovos. Despeje a mistura sobre o caramelo frio; Pré-aqueça a Air Fryer Mondial a 160°C. Coloque a forma do pudim em uma forma redonda (20 cm de diâmetro) com água até a metade, cubra com papel alumínio e deslize para dentro da Air Fryer; Ajuste o timer para cerca de 30 minutos e asse. Após esse tempo, verifique se seu pudim está firme. Caso esteja mole no centro, ajuste o timer para cerca de 10 minutos. Viu como é simples preparar um pudim de leite condensado irresistível aí na sua casa? Com a ajuda da Air Fryer Mondial, você economiza tempo e ainda garante uma sobremesa cremosa, com aquela caldinha perfeita que todo mundo ama. Agora é só servir e receber elogios. E se quiser conferir mais receitas para arrasar na sobremesa, seja para o almoço ou jantar, no nosso site Receitas Mondial, você vai encontrar! O post Clássico e delicioso: como surpreender com o Pudim de Leite Condensado apareceu primeiro em receitasmondial.com.br.
Há exatos um mês, quando as luzes apagaram e Baekhyun estava prestes a entrar no palco para se apresentar pela primeira vez em solo brasileiro, senti um arrepio. Os EXO-L na plateia gritavam, riam e choravam, emocionados, incrédulos que aquilo estava mesmo acontecendo. Ao meu lado, uma fã vestida com a já clássica camiseta de beisebol branca escrito EXOPlanet, com o nome Baekhyun e o número 4 atrás, brilhava os olhos atentos ao palco enquanto balançava uma Eribong (nome do lightstick do EXO). Todo mundo que estava ali esperou 13 anos para ver o ídolo. E finalmente o momento estava chegando. Baekhyun surgiu majestoso: cabelo loiro acinzentado, jaqueta e calça jeans preta com brilhos e uma camisa branca solta com gravata. O astro começou o show confiante e intenso, com Young, hit de 2018, apresentando uma coreografia marcante ao lado dos dançarinos. “Na verdade, estava com sentimentos misturados de nervosismo e empolgação”, revelou Baekhyun à CLAUDIA, em entrevista exclusiva após o show. “Existia uma parte de mim que se preocupava: ‘E se eles tiverem me esquecido por causa da longa espera?’, mas também havia uma grande expectativa por finalmente compartilhar o palco e curtir esse momento juntos — do jeito que eles esperaram por tanto tempo”, confessou o astro, referenciando toda sua primeira vez na América Latina. Baekhyun durante o primeiro ato da tour Reverie.INB100/Divulgação Definitivamente, ninguém no Brasil jamais esqueceu Baekhyun. Um dos maiores solistas sul-coreanos, que criou uma carreira sólida paralela a sua atuação no gigante grupo EXO, coleciona milhares de fãs no nosso país. Continua após a publicidade E uma prova disso aconteceu em março deste ano. Antes mesmo do anúncio do show, sua turnê anterior, Lonsdaleite, foi exibida nos cinemas brasileiros. As salas estavam lotadas de fãs com lightsticks e cards na mão, que já se emocionaram e cantaram em coro sucessos do artista. Eles nem sonhavam que, poucos meses depois, algumas daquelas músicas seriam tocadas ao vivo em terras tupiniquins. A mistura de tons e a conexão com os fãs Ao contrário do show exibido nas telonas, que focou em sucessos dos três primeiros álbuns do artista, a Reverie Tour, que passou pelo Brasil nos dias 14 e 15 de junho de 2025, privilegiou os dois últimos discos: Hello, World (2024) e Essence of Reverie (2025). Curiosamente, eles são bem diferentes: Hello, World, seu primeiro lançamento pelo selo INB100, soa como uma declaração ousada sobre quem Baekhyun é, desde as cores quentes e sua expressão intensa na capa do álbum até as linhas de baixo marcantes presentes na maioria das faixas. É um EP mais denso e poderoso. Já Essence of Reverie parece o oposto: a capa tem tons mais suaves, sua expressão é doce e angelical, e as músicas soam mais leves e arejadas, mesmo ao abordar temas mais profundos. Capa dos álbuns Hello, World (2024) e Essence of Reverie (2025), respectivamente.INB100/Divulgação Continua após a publicidade Perguntei ao artista o que motivou essa mudança de tom de um disco para o outro: “Ao preparar meu quinto mini álbum, percebi que existe um estilo musical que eu busco pessoalmente, e um estilo musical que os fãs e o público reconhecem como ‘o som do BAEKHYUN’”, revelou. De fato, o público associa Baek a músicas intensas, sexys e animadas. Mas o novo álbum revela que ele pode (e quer) mostrar isso e ainda mais: “Eu queria encontrar um equilíbrio entre os dois e ajustar da melhor forma. Por isso escolhi o tema ´BAEKHYUN na fronteira entre a realidade e os ideais para a faixa-título, e nomeei o álbum como Essência do Devaneio”, explicou o idol. Esse trabalho também foi a estreia do astro não apenas como produtor, mas como compositor. E sua maior inspiração foram as pessoas mais importantes da sua vida: os fãs. “Como foi minha primeira vez compondo e escrevendo letras, acabei naturalmente refletindo sobre os Eris (apelido dos EXO-L), com quem compartilhei tantas memórias felizes”, conta o idol. “Essas lembranças alegres, emocionantes e reconfortantes me ajudaram a passar por todo o processo criativo de forma muito mais leve”, completa. Nesse contexto, os shows no Brasil foram um mix de todos os estilos que o artista já apresentou. Dividido em blocos, ele começou apresentando Young, Ghost e Pineapple Slice seguidamente, abrindo o show de forma empolgante e animada. Após essa introdução, Baek cumprimentou os Eris brasileiros, e só se via sorrisos por todos os cantos da casa de show. Era o primeiro encontro do ídolo com aqueles fãs, mas o astro estava mega à vontade e a conversa fluía como se todos já fossem velhos conhecidos. Na verdade, eram mesmo. Continua após a publicidade O ponto alto do show Passado o primeiro papo, Baek tirou a jaqueta e apresentou Woo e Underwater antes de mesmerizar o público com um dos momentos mais esperados pelos brasileiros: Bambi ao vivo. Bambi é um um groovy lento, elegante e sensual lançado pelo artista em 2021, antes de se alistar ao exército sul-coreano e passar um tempo distante dos fãs. A música impacta logo nos primeiros acordes, ao som de uma guitarra limpa, solitária e minimalista, que se encaixa perfeitamente com a voz grave de Baekhyun. Tudo progride para um agudo controlado e marcante no refrão, além de um super high note próximo ao final. A canção é melodicamente especial por si só, mas sua apresentação ao vivo entrega ainda mais: o idol coloca um chapéu no estilo cowboy (como no videoclipe) e performa a coreografia misteriosa e sensual, com direito a reboladas lentas, arrematando qualquer multidão. Por aqui, não foi diferente: gritos, choros e muitos fãs emocionados. “Quando começou Bambi, meus olhos lacrimejaram automaticamente. Eu nem acreditava que o Baek estava ali e eu estava vendo e ouvindo essa música de verdade”, afirmou a fã e analista de marketing Hannah Elisa, de 28 anos, que viu o show próximo a mim. Continua após a publicidade E a plateia brasileira também entregou mais: os fãs cantaram a música inteira com o artista do início ao fim. “Fiquei realmente surpreso com o quanto eles cantaram juntos, com os gritos altos e com a maneira como seus olhos estavam completamente fixos em mim”, afirmou Baekhyun sobre o amor transmitido pelos fãs do Brasil. “Parecia que eles não queriam perder nem um único segundo. Isso me tocou profundamente. Fiquei muito feliz”, festejou o artista. Vocal impecável e influências brasileiras Depois de uma breve pausa, Baekhyun voltou ao palco vestindo camisa de cetim e uma calça preta justa para cantar Chocolate, primeiro single do álbum novo, que animou novamente o coro da plateia. Ao fim dessa canção, o artista pegou um microfone de mão e iniciou um bloco de músicas com pouquíssimo apoio vocal de fundo, deixando ainda mais claro porque o chamam de idol genial. “Acredito que os concertos são, acima de tudo, uma experiência de performance ao vivo, então sempre priorizo os vocais”, afirmou o idol, conhecido por ser um dos melhores vocalistas do K-Pop. Baekhyun com mic na mão durante essa sessão da tour Reverie no Brasil.INB100/Divulgação Mas, cantar e dançar com a estabilidade que ele demonstra exige grande dedicação. “Se sinto que estou deixando a desejar em algum aspecto, me esforço ao máximo para melhorar por meio do trabalho duro”, comenta Baek. Continua após a publicidade Nesse bloco, o astro cantou Rendez-Vous, Good Morning, Love Comes Back (minha favorita do álbum novo, uma delícia de canção), Lemonade e UN Village. Todas essas têm clara influência do blues e do soul, e o próprio artista comentou que era uma sessão para dançar devagarinho, com músicas mais lentinhas. Um destaque para nós brasileiros é que também há referências da Bossa Nova em algumas dessas canções. “Se houver oportunidade, adoraria ouvir e explorar não só a Bossa Nova, mas vários estilos musicais brasileiros”, comenta o artista. Ao perguntar se ele exploraria o nosso funk, Baekhyun foi categórico em confirmar seu interesse: “Sim, com certeza quero experimentar o funk brasileiro pelo menos uma vez! Já fico animado só de pensar em como os EXO-L brasileiros ficariam felizes com isso!”, comemora. Surpresas e palinhas Além das músicas já previstas, o show resgatou algumas canções não esperadas. Após apresentar Truth Be Told e Cold Heart, o artista apresentou o forte single Psycho, de seu primeiro disco City Lights, mostrando uma difícil e intensa coreografia. “Queria que os Eris sentissem que estavam entrando num espaço onírico, fantástico, e experimentassem felicidade. Por isso escolhi uma música como Psycho, que me permite mostrar um lado mais conceitual”, comenta Baekhyun sobre a escolha dessa música. Aliás, sem dúvida, a canção mais pedida pelos fãs brasileiros foi a balada Cry For Love, que não está na setlist da turnê Reverie. Durante o primeiro show no Brasil, Baekhyun ficou impressionado com o quanto o público pedia essa música, o que se repetiu no segundo dia de apresentação. Ali, para alegria dos fãs presentes no dia 15 de junho, ele deu uma palinha da canção. “Como muitas pessoas amam Cry for Love, prometo incluí-la no setlist da próxima vez :)”, garantiu o astro, com direito a sorrisinho e tudo! Além desse presente, os fãs também curtiram palhinhas das músicas Stay Up e Ice Queen, outros sucessos do primeiro álbum. Animação, fofura e uma difícil despedida Para o penúltimo bloco do show, Baekhyun entrou com uma roupa super colorida, uma bolsa de lado e um grande chapéu azul, pronto para apresentar uma sequência de músicas bem animadas: Black Dreams, Betcha, Candy e, finalmente, Elevator. Baekhyun com o figurino alegre do penúltimo bloco do show.INB100/Divulgação As últimas duas emocionaram bastante o público: Candy, lançada em maio de 2020, com sua aura otimista e ritmo contagiante, acabou sendo um alento para muita gente durante o isolamento social ocasionado pela pandemia de COVID-19. Deu para ver fãs eufóricos ao ouvir essa ao vivo e a cores. Elevator, single principal do álbum que nomeia a turnê, também foi bastante celebrada, provando que os fãs acompanham todos os passos da carreira do artista. Para a última parte do show, Baek retornou com mic na mão cantando a ótima No Problem, seguida de Garden In The Air, Late Night Calls e Amusement Park. Foi um encerramento calmo, cheio de carinho e admiração dos dois lados do palco. Ao final do espetáculo, o artista estava claramente emocionado e agradeceu muito ao público brasileiro. Ele prometeu de dedinho que iria voltar. Após 13 anos de uma carreira extremamente bem-sucedida, perguntei ao ídolo se há algo que ele ainda não realizou e que deseja conquistar. E Baek foi categórico: “Não sei ao certo sobre todo o resto, mas uma coisa eu sei: os EXO-L são minha prioridade”, cravou, colocando em palavras o que ficou claro durante o show inteiro. Baekhyun durante a última parte do show do dia 14 de junho.Ingrid Luisa/Arquivo pessoal “O que mais desejo é continuar essa longa jornada com os fãs que estiveram ao meu lado todos esses anos. Eles são muito preciosos para mim, e quero guardá-los no meu coração para sempre”, completou o artista. Pelo amor demonstrado pelos fãs no Brasil, uma coisa é clara: esse sentimento é totalmente recíproco, de ídolo para fãs e fãs para ídolo. Baekhyun tirando foto com os fãs ao fim do show do dia 15 de junho.INB100/Divulgação RelacionadasCulturaLee Junho no Brasil: a trajetória do galã do dorama “Sorriso Real”27 fev 2025 - 11h02CulturaRound 6, maior sucesso da Netflix, termina de forma brutal e vazia27 jun 2025 - 13h06 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp. Acesse as notícias através de nosso app Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade
Espumante Brasileiro de uma vinícola que eu não conhecia. Se você tem curiosidade sobre algum vinho, manda nos comentários que eu coloco na fila e vamos degustar e analisar.
Mais simples e rápido, impossível! Com a ajuda da airfryer, você consegue preparar um pudim de leite condensado em apenas 30 minutos! Pudim de Leite Moça na Airfryer Receita: Nestlé Ingredientes – Calda 1/2 xícara (chá) de açúcar Ingredientes – Pudim 1 Leite MOÇA® (lata ou caixinha) 500 ml de Leite Líquido NINHO® Forti+ Integral 3 ovos Modo de preparo: preaqueça a airfryer a 160 ºC. Em uma panela derreta o açúcar em fogo baixo até ficar dourado. Adicione a água com cuidado e continue mexendo em fogo baixo até que o caramelo fique com textura lisa e engrosse. Despeje a calda em uma forma de furo central (18 cm de diâmetro). Reserve. Para fazer o pudim, em um liquidificador bata o Leite MOÇA, o Leite NINHO e os ovos. Despeje a mistura sobre o caramelo frio. Coloque a forma do pudim em uma forma redonda (20 cm de diâmetro) com água até a metade e deslize para dentro da Airfryer. Ajuste o timer para 30 minutos e asse. Após esse tempo, verifique se seu pudim está firme. Caso esteja mole no centro, ajuste o timer para cerca de 10 minutos. Retire a forma e deixe o pudim esfriar. Leve à geladeira por cerca de 4 horas. Desenforme e sirva. _________ FOTO: Adobe StockThe post Aprenda a preparar um delicioso pudim de leite condensado na airfryer first appeared on GoWhere - Lifestyle e Gastronomia.
O que torna um prato único? Para a Daniela Filomeno, a resposta é: ingredientes e pessoas. No programa Sabor à Brasileira, da Latam Brasil, a chef Nara Amaral é uma das profissionais da América Latina responsável pelo cardápio dos voos. Com raízes profundas no Nordeste, ela brinca com ingredientes como coco e camarão para oferecer refeições deliciosas no avião. Agora você sabe que, sim, viajar dá para ficar mais gostoso ainda! Conteúdo oferecido por: LATAM Brasil #CNNViagemeGastronomia #gastronomiabrasileira #LatamBrasil #publi SIGA CNN VIAGEM & GASTRONOMIA TAMBÉM EM OUTRAS PLATAFORMAS Instagram: https://www.instagram.com/cnnviagemegastronomia Tiktok: https://www.tiktok.com/@cnnviagemegastronomia Pinterest: https://br.pinterest.com/CNNBrasil/ Newsletters: https://newsletter.cnnbrasil.com.br
Já pensou em viver uma experiência gastronômica com gostinho de Brasil diretamente do avião? A Dani Filomeno provou — e aprovou — o menu da chef Nara Amaral no programa Sabor à Brasileira, da @latambrasil, que transforma os voos de longa distância em uma verdadeira viagem pelos sabores do país. O projeto, que valoriza o trabalho de chefs mulheres e a diversidade culinária da América do Sul, convida nomes das cinco regiões do Brasil (e agora de outros países também!) para criarem menus exclusivos, servidos a bordo. O prato da vez foi de dar água na boca: lombo de peixe com molho de camarão, farofa crocante, arroz de coco e dendê. Um pedacinho do Nordeste nas alturas! Dá o play pra ver mais! Conteúdo oferecido por: LATAM Brasil SIGA CNN VIAGEM & GASTRONOMIA TAMBÉM EM OUTRAS PLATAFORMAS Instagram: https://www.instagram.com/cnnviagemegastronomia Tiktok: https://www.tiktok.com/@cnnviagemegastronomia Pinterest: https://br.pinterest.com/CNNBrasil/ Newsletters: https://newsletter.cnnbrasil.com.br
Receita tradicional com gostinho de quero mais, confira o curau com leite de coco que promete sabor para a mesa. Curau com leite de coco Ingredientes 3 latas de milho cozido (sem a água); 400 ml de leite de coco 1 xícara de adoçante culinário ou açúcar 50g de coco ralado sem açúcar Canela em pó a gosto Modo de preparo Bata o milho e o leite de coco no liquidificador até obter uma mistura bem cremosa; Peneire a mistura direto na panela para eliminar os resíduos sólidos; Adicione o adoçante ou açúcar e o coco ralado. Misture bem; Cozinhe em fogo médio, mexendo sempre, até engrossar e soltar do fundo da panela; Sirva ainda quente, com canela em pó por cima. Confira AQUI nossa receita de Panqueca de milho Veja conteúdos exclusivos da Rede Food Service no Youtube O post Curau com leite de coco apareceu primeiro em Rede Food Service.
Produzido pela Vinícola Essenza, rótulo da variedade Coratina é o único azeite do Brasil a conquistar o mais alto título no London IOOC 2025; em seis meses, Mantikir já possui 22 honrarias nos principais concursos de azeites da Europa e da Ásia.O azeite Mantikir Coratina, produzido pela Vinícola Essenza, localizada em Santo Antônio do PInhal, na Serra da Mantiqueira, recebeu nesta segunda-feira, 2, a Medalha de Platina no London International Olive Oil Competition 2025. Com acidez de apenas 0,09%, o rótulo brasileiro foi o único do país a alcançar a premiação máxima no concurso, que reúne especialistas e produtores de diversas regiões do mundo.Além do reconhecimento inédito com a Coratina, a Essenza também conquistou outras duas Medalhas de Ouro no mesmo concurso, concedidas aos azeites Mantikir Blend Summit, com acidez de 0,08%, e Mantikir Grapolo, com acidez de 0,09%. A premiação consolida o trabalho da vinícola na produção de azeites extravirgens de alta qualidade e reafirma a vocação do Brasil, especialmente da Serra da Mantiqueira, para o cultivo de olivais e a produção artesanal.“Essa medalha de Platina representa um marco para a olivicultura brasileira. Premiar um monovarietal nacional entre os melhores do mundo é o reconhecimento de um trabalho minucioso, realizado desde o campo até o envase”, afirma Herbert Sales, proprietário e produtor da Vinícola Essenza.Outro diferencial da produção da Essenza é o índice de acidez dos azeites, que varia entre 0,07% e 0,09%. Esses números colocam os rótulos da vinícola entre os mais puros do mundo. A baixa acidez está diretamente relacionada à qualidade da matéria-prima, ao tempo de processamento e ao controle rigoroso das etapas de extração.“Acidez baixa não é apenas um número técnico. É um indicativo de frescor, de rapidez no processamento e de cuidado extremo com a azeitona desde a colheita. Esse é o nosso compromisso: entregar um produto íntegro, rastreável e com qualidade validada pela ciência e pelos concursos internacionais”, explica o produtor.Com os três prêmios conquistados em Londres, a Vinícola Essenza atinge 22 medalhas apenas no primeiro semestre de 2025, mantendo uma trajetória ascendente entre os principais concursos internacionais de azeites. As distinções foram obtidas em premiações de renome como o TOP 100 Evooleum e o ESAO Awards, na Espanha; o Prêmio CA Ovibeja, em Portugal; o Anatolian iOOC, na Turquia; o ATHENA International Olive Oil Competition, na Grécia; e o próprio London IOOC, no Reino Unido.No mês de março, durante a 14ª edição do Concurso Internacional de Azeite Virgem Extra – Prémio CA Ovibeja, o azeite Mantikir Blend Summit Premium recebeu pelo segundo ano consecutivo a Medalha de Ouro na categoria Hemisfério Sul. A variedade, composta pelas azeitonas arbequina, koroneiki, grappolo e coratina, foi novamente reconhecida como o melhor azeite produzido na região sul do planeta.Na mesma premiação portuguesa, o rótulo Mantikir Koroneiki, também da Essenza, conquistou a Medalha de Prata na mesma categoria, consolidando a presença da vinícola brasileira entre os destaques da olivicultura mundial. A dobradinha no pódio reforça o domínio técnico da marca na condução dos cultivares e na extração a frio, respeitando os parâmetros exigidos pelos critérios internacionais.“Premiações como essas são importantes para demonstrar que o Brasil pode competir com excelência. O consumidor brasileiro, cada vez mais atento à origem e à qualidade do que consome, encontra hoje azeites nacionais premiados nas principais bancas de avaliação do mundo”, reforça Herbert Sales.Em abril, outro reconhecimento de peso destacou a trajetória da vinícola. O azeite Mantikir Blend Summit foi eleito o melhor do Brasil pelo Guide Evooleum Awards, maior publicação internacional dedicada ao setor. A edição de 2025 incluiu o rótulo brasileiro na lista dos 100 melhores azeites do mundo e foi o único representante das Américas no ranking. O blend recebeu 93 pontos da banca avaliadora.Elaborado a partir da combinação equilibrada de quatro variedades de azeitona — arbequina, coratina, grappolo e koroneiki —, o Blend Summit se destaca por apresentar baixos índices de acidez e um frescor preservado desde o campo até a garrafa. A colheita manual, a extração em moinho de duas fases e o controle da temperatura em todas as etapas garantem os parâmetros físico-químicos que atendem aos padrões de excelência.“O ano de 2025 já é histórico para a Essenza. Foram seis meses de intensa dedicação, com safras colhidas no tempo exato, técnicas refinadas e uma equipe engajada. Os prêmios não são apenas títulos, são a validação de um projeto de longo prazo voltado à produção sustentável e artesanal”, conclui o produtor.O post Azeite brasileiro é o único a conquistar medalha de Platina em concurso de Londres. apareceu primeiro em Gastronomia Brasil.
A vinícola chilena VIK concluiu na última segunda-feira, 26, a seletiva brasileira da 2ª edição do Food Lab — iniciativa criada para revelar e apoiar novos talentos da gastronomia latino-americana. Pela primeira vez com a participação de estudantes brasileiros, o projeto selecionou dois representantes da Universidade Anhembi Morumbi para a semifinal do desafio, que será realizada no dia 24 de julho, na Fábrica de Maigas, no Chile.Everton Shizido e Wilker Libarino, ambos do sexto semestre do curso de Gastronomia, foram os escolhidos entre os cinco estudantes que apresentaram criações autorais em resposta ao desafio proposto pelo chef Pablo Cáceres, do Vik Retreat Chile. Os pratos foram avaliados por um júri formado pelo próprio chef, por Rosa Moraes, embaixadora de Turismo e Hospitalidade do Ecossistema Ânima, e por Natália Pozzi, chef e coordenadora de eventos culinários.O Food Lab reforça o compromisso da VIK com a valorização da criatividade, da técnica e da troca de experiências entre jovens talentos latino-americanos. “Cozinhar é arte, é expressão. Todos os pratos apresentaram muita identidade e foram representações marcantes da cultura brasileira. Ver de perto o desempenho dos estudantes nesta etapa reforça o potencial do Food Lab como plataforma de desenvolvimento e intercâmbio para a nova geração de chefs da América Latina”, destaca Pablo Cáceres, idealizador do projeto e chef executivo do Vik Retreat Chile.“Um desafio como esse representa uma grande oportunidade de crescimento para os alunos — uma forma de aprofundar os estudos e ampliar o conhecimento sobre a cultura de outros países, algo fundamental no campo da gastronomia”, afirma a embaixadora de Turismo e Hospitalidade do Ecossistema Ânima, Rosa MoraesAgora, Everton e Wilker se juntam a outros 14 semifinalistas de diferentes países da América Latina na semifinal do desafio. Os participantes serão avaliados em categorias como sabor, apresentação, harmonização e pontualidade. Os finalistas serão anunciados após a semifinal e disputarão a final no dia 22 de agosto, na vinícola chilena.O post VIK leva alunos brasileiros para semifinal do Food Lab no Chile apareceu primeiro em Gastronomia Brasil.
Estamos na temporada de Gêmeos, um signo de Ar agraciado com todos os encantos que esse elemento proporciona. As geminianas são comunicativas, curiosas e estão sempre em busca de novos conhecimentos e experiências — o que faz deste signo uma das presenças mais envolventes e cativantes do zodíaco, graças ao seu jeito agradável, espirituoso e encantador. No entanto, Gêmeos também carrega uma natureza profundamente dual, que pode, por vezes, representar desafios significativos em seu universo interno. Por ser um signo de Ar mutável, Gêmeos está naturalmente associado ao Cavaleiro de Espadas — também ele uma figura ligada ao elemento Ar e à mutabilidade. Como carta regente da semana, este Cavaleiro (assim como você) pode estar em plena missão de comunicar, conceituar e transmitir ideias com clareza, foco e determinação. Mas há também um outro lado deste arcano, que, ao ser vivenciado, nos expõe ao risco de nos perdermos no labirinto da própria mente — tornando-nos, por vezes, confusas, contraditórias, dispersas, às voltas com mal-entendidos, palavras mal escolhidas e até enganos. A partir desta terça-feira (27), com a entrada da Lua Nova em Gêmeos, somos convidadas a (re)começar pela palavra. É hora de afiar o pensamento, escolher melhor o que se diz — e como se diz — e abrir espaço para novas conexões, tanto internas quanto externas. E quando Mercúrio, regente de Gêmeos, também transita por este signo, a energia mental atinge seu auge. As ideias surgem em ritmo acelerado, os diálogos se intensificam e a necessidade de se comunicar torna-se quase instintiva. Esse clima de agilidade, movimento e inquietação intelectual está em total sintonia com o impetuoso Cavaleiro de Espadas. Contudo, vale o alerta: “A pressa gera o erro em todas as coisas.” — Heródoto. Portanto, siga com lucidez e cautela. A mente como espada: precisão, coragem e risco O Cavaleiro de Espadas é a personificação da ação e da determinação. Ele representa o impulso para alcançar objetivos e superar obstáculos. Esta carta dos Arcanos Menores frequentemente aparece quando há necessidade de tomar medidas ousadas e decisivas. Significa um momento de mudanças aceleradas e a necessidade de encarar os desafios com coragem e confiança. Continua após a publicidade O Cavaleiro de Espadas é o mensageiro veloz do Tarô — aquele que avança com determinação, guiado pela urgência do pensamento e pela sede de resposta. Ele segue em frente sem hesitar, sem olhar para os lados. Representa a força da mente quando está focada, mas também os riscos de uma impulsividade intelectual que atropela o processo. Esse Cavaleiro pensa rápido, fala antes de medir o impacto e, por vezes, age sem considerar as consequências. Sua energia pode ser brilhante e resolutiva, mas também caótica, especialmente quando falta reflexão. Sob sua influência, os acontecimentos tendem a se desenrolar em ritmo acelerado, muitas vezes deixando a sensação de que estamos perdendo o controle. Como figura do naipe de Espadas — associado ao elemento Ar — ele carrega a essência da racionalidade, do movimento mental e da comunicação. Não à toa, costuma ser relacionado ao signo de Gêmeos, com sua mente ágil, curiosa e inquieta. Com a Lua Nova em Gêmeos, esse Cavaleiro surge como um símbolo potente: ele nos lembra que todo novo ciclo começa com uma ideia — mas não com qualquer ideia. Continua após a publicidade É preciso coragem para cortar o que já não serve, ousadia para abrir novos caminhos e discernimento para escolher as palavras certas. Afinal, como a espada que empunha, a palavra pode ser instrumento de clareza ou de conflito. A escolha, como sempre, está em nossas mãos. Mercúrio em Gêmeos: quando o pensamento corre solto Mercúrio, planeta das comunicações, do raciocínio e das trocas, está em casa quando transita por Gêmeos. Nesse momento, sentimos uma abertura maior para aprender, escrever, conversar, questionar. Nossa mente está afiada — como a lâmina da espada do Cavaleiro de Espadas. Mas há um alerta: excesso de estímulo pode gerar dispersão, ansiedade, e até mal-entendidos. Mercúrio em Gêmeos é curioso, mas nem sempre profundo. O Cavaleiro nos ensina que velocidade não substitui intenção. É preciso saber por que e para onde estamos correndo com tantas ideias. O que esperar da Lua Nova em Gêmeos Durante este trânsito astrológico, a comunicação, o aprendizado e as novas conexões estarão em alta — um ótimo período para a expansão de ideias. Contudo, a mesma voz interior que, durante esta lunação, nos impulsiona a explorar, aprender e viver novas experiências também sussurra dúvidas e incertezas. Esse movimento tende a se intensificar nesta semana, provocando uma tensão emocional significativa — que, naturalmente, pode reverberar em diversas áreas da vida. Continua após a publicidade Portanto, fiquem atentas: o Cavaleiro de Espadas, quando bem canalizado, nos empurra para a ação com clareza e foco. Mas mal posicionado, pode se tornar agressivo, disperso ou até cruel. Gêmeos e Mercúrio nos dão as ferramentas — cabe a nós decidir como usá-las. Desenvolvendo a consciência do outro Quando estamos lutando contra nossos próprios demônios, podemos nos tornar excessivamente voltadas para nós mesmas e demonstrar apenas um interesse superficial pelas pessoas ao redor, não percebendo os sentimentos e necessidades dos outros — e essa aparente indiferença pode ser interpretada como egoísmo. Esse foco excessivo no mundo interno cria mais uma camada de mal-entendidos, afastando ainda mais quem busca compreender esse signo tão mental e inquieto. A Lua Nova, porém, traz uma oportunidade: voltar o olhar para o outro, escutar com presença e interesse, equilibrar razão e empatia. Afinal, a comunicação — ponto forte de Gêmeos — só é completa quando há verdadeira troca. Gêmeos, regido por Mercúrio, é um dos signos-chave na hora de receber mensagens. O Cavaleiro de Espadas como nossa carta âncora é um lembrete que as informações podem vir de diversas formas — e que talvez precisemos nos abrir para recebê-las. Às vezes, esse Cavaleiro traz novidades de maneira inesperada. Então, prepare-se para boas surpresas. Dicas para a semana Seja rápida para agir e comunicar — aproveite o impulso para colocar suas ideias em prática sem medo de errar. É tempo de movimento mental acelerado! Continua após a publicidade Abra-se para novas informações e perspectivas — o Cavaleiro de Espadas traz surpresas e novidades, então esteja pronta para receber o que vier, mesmo que de forma inesperada. Cuide para não agir impulsivamente ou de forma agressiva — a energia é forte, mas o equilíbrio é fundamental para não criar conflitos desnecessários. Use a curiosidade a seu favor — explore temas novos, faça perguntas, estude, se conecte com pessoas diferentes. Esse é o momento de ampliar horizontes intelectuais. Comunique suas ideias com clareza e confiança — seja em conversas, textos ou projetos, aproveite a energia para se expressar com precisão e criatividade. Para finalizar: mente aberta, coração ancorado A Lua Nova é um momento de ativação, iniciação, criação e ambição. É hora de começar novas aventuras, objetivos, projetos e atividades. Você vai estar transbordando de energia e entusiasmo; invista-os com sabedoria em algo que lhe trará recompensas positivas. Este é um ótimo momento para ativar objetivos ligados a Gêmeos: comunicação, socialização e debates. Aproveite para ampliar seu círculo social, fazer networking profissional, explorar novos lugares e atividades, experimentar hobbies diferentes e buscar desafios mentais e educacionais. Também é um período favorável para viajar ou planejar viagens, além de escrever e contar histórias, reais ou fictícias. Continua após a publicidade Que essa Lua Nova em Gêmeos, com Mercúrio também no signo, nos ajude a falar com verdade, ouvir com curiosidade, pensar com liberdade. E que o Cavaleiro de Espadas nos lembre da coragem de dizer aquilo que precisa ser dito — com consciência, responsabilidade e, acima de tudo, presença. Esta será uma semana dinâmica, onde temos que encarar os desafios com iniciativa e firmeza, mas procurando pensar muito bem antes de agir para evitar conflitos. Como disse José Saramago, “Não tenhamos pressa, mas não percamos tempo.” Uma ótima semana e muita luz, Ana Cristina Paixão. RelacionadasAstrologiaO significado da Vênus em cada signo (e como impacta sua vida amorosa)20 Maio 2025 - 17h05AstrologiaHoróscopo da semana: previsões de 26 de Maio a 01 de Junho25 Maio 2025 - 10h05 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp. Acesse as notícias através de nosso app Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade
Se antes as sex shops eram vistas com discrição, hoje se tornaram paraísos do autoconhecimento e do prazer. A busca por novidades que intensifiquem a intimidade individual e a dois está em alta, impulsionada pela queda de tabus na forma de encarar o sexo e também pela ajuda da tecnologia, que trouxe novidades. Mas quais os produtos mais vendidos em sex shop no Brasil? CLAUDIA conversou com Renan de Paula, POP (“Presidente de Operações Prazerozas”) da Dona Coelha, e com a sexóloga e CEO da rede Exclusiva Sex Shop, Camila Gentile, para entender o que está movimentando este mercado e quais os produtos despertam mais interesse entre as mulheres. Os queridinhos do momento Sugador de clitóris é campeão de procuraDona Coelha/Divulgação A estrela do momento é o sugador de clitóris. “É a grande revolução do prazer feminino”, entrega Renan. Diferente dos vibradores tradicionais que estimulam a vulva como um todo, o sugador foca no clitóris com ondas de pressão, proporcionando um estímulo mais específico e intenso. Mas não para por aí! Ele lista outros itens que estão entre os mais vendidos na rede: Vibrador bullet: Compacto e potente, ideal para quem está começando a explorar o universo dos sex toys. Vibrador Rabbit: Famoso por conta da série “Sex and the City”, tem dupla função: penetração e estímulo clitoriano externo. Vibrador com controle remoto/aplicativo: Para brincadeiras a distância ou maior autonomia no uso. Cosméticos e lubrificantes íntimos: Géis excitantes, vibradores líquidos e lubrificantes são cada vez mais procurados. Segundo Camila Gentille, o “top 5” de produtos mais procurados na Exclusiva inclui: Continua após a publicidade Vibrador Bullet é ideal para quem está começando a explorar os sex toysDona Coelha/Divulgação Cosméticos: Lubrificantes, géis de excitação com diferentes temperaturas e géis comestíveis para sexo oral. Bullets e sugadores. Estimulantes sexuais: Suplementos que ajudam a dar mais energia e vascularização da região íntima. Produtos para tratar disfunções sexuais: Bombas penianas, géis para controle de ejaculação e anéis penianos. Vibradores. RelacionadasAmor e SexoSex toys: desvende seu prazer com estimuladores sexuais18 mar 2022 - 08h03 Quem busca essas novidades? Vibrador Rabbit permite penetração e estimular o clitóris ao mesmo tempoDona Coelha/Divulgação O representante da Dona Coelha conta que casadas em relacionamentos de longa data, solteiras que estão começando a se descobrir ou querem explorar mais possibilidades e mulheres recém-divorciadas estão entre as principais clientes. “Tem as que falam ‘meu marido era muito ruim de cama e eu quero poder experimentar, saber o que é ter um orgasmo de verdade‘. Muitas vezes a pessoa entra em um relacionamento muito jovem e acaba não conhecendo outras formas de prazer. Apenas após o divórcio entende que é possível se encontrar, aderindo aos sex toys”, afirma. Continua após a publicidade Camila observa um aumento significativo de mulheres buscando se educar sobre seus próprios corpos e formas de ter orgasmos mais intensos. Além disso, há uma crescente procura por soluções para questões como dor, falta de lubrificação, dificuldade de orgasmo e até incontinência urinária. “O vibrador vai fortalecer os músculos pélvicos, tratar incontinência urinária, excitação, dor e os géis vão hidratar e ajudar a dar mais conforto”, explica a sexóloga. Datas impulsionam as vendas Calcinha com controle remoto permite brincadeiras à distânciaDona Coelha/Divulgação O Dia dos Namorados e o Dia do Sexo têm picos de procura, especialmente por itens para serem usados a dois. Produtos para sexo anal e com controle remoto também ganham destaque nessas datas. A praticidade da compra online também é um fator crucial. “Os clientes ficam muito mais livres para comprar na loja online”, afirma Renan, destacando a discrição e a possibilidade de explorar fetiches sem constrangimento. Continua após a publicidade Camila também observa um aumento nas vendas através de aplicativos de delivery de comida, garantindo ainda mais discrição na entrega. Quem experimenta, geralmente aprova. Renan revela que a taxa de recompra na Dona Coelha é de 80%. A representante da Exclusiva conta ainda que os produtos de sex shop vem sendo recomendados por médicos ginecologistas e fisioterapeutas pélvicos, além de bombas e anéis penianos por urologistas. Com isso, o tabu em torno dos sex toys entre casais parece estar diminuindo. “Os homens estão dando um show de maturidade. Presenteiam suas parceiras, estão querendo conhecer mais e mais e se aventurar em novas experiências”, comemora Camila. RelacionadasAmor e SexoComo fazer sexo oral debaixo d’água?21 Maio 2025 - 10h05Amor e SexoSexo com xingamento: 15 frases safadas para apimentar a relação7 Maio 2025 - 15h05Amor e Sexo5 formas de gozar sem precisar se tocar29 abr 2025 - 15h04 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Continua após a publicidade Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp. Acesse as notícias através de nosso app Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade
Para quem tem intolerância à lactose, a boa notícia é que hoje já é possível encontrar uma ampla variedade de produtos lácteos zero lactose, que mantêm o sabor e a qualidade das versões tradicionais, mas sem causar desconforto digestivo. Requeijões, iogurtes, queijos e até doces estão disponíveis em versões adaptadas, ideais para quem precisa evitar a lactose no dia a dia. No entanto, vale um alerta essencial: esses produtos ainda contêm leite e, portanto, não são indicados para pessoas com alergia à proteína do leite. Antes de incluir qualquer item no cardápio, é fundamental ler os rótulos com atenção e, sempre que possível, consultar um médico ou nutricionista. 1. Requeijão Zero Lactose Scala (200g) Ideal para dietas com restrição à lactose, esse requeijão mantém a cremosidade marcante típica da marca Scala. Vai bem com torradas, biscoitos e, claro, com aquele pãozinho quentinho. Ingredientes: leite pasteurizado semidesnatado, creme de leite, sal, cloreto de cálcio, enzima lactase, fermento lácteo, coagulante, emulsificantes, reguladores de acidez e conservante. 2. Queijo Mozzarella de Búfala Cereja Zero Lactose Levitare (380g) Essa versão sem lactose do tradicional queijo de búfala tem alta umidade e textura macia. É ideal para saladas, petiscos, sanduíches e até pratos quentes. Ingredientes: leite de búfala pasteurizado, sal, cloreto de cálcio, coagulante e fermento lático. 3. Manteiga Zero Lactose Tirolez (200g) Perfeita para complementar uma dieta sem lactose, essa manteiga tem sabor e textura fiéis à versão tradicional. Pode ser usada em receitas ou no pão do dia a dia. Ingredientes: creme de leite, massa coalhada, sal, enzima lactase, estabilizante e conservadores. 4. Doce de Leite Zero Lactose Piracanjuba (350g) Doce, cremoso e pronto para ser usado em coberturas, recheios e até receitas veganas. Uma ótima pedida para matar a vontade de doce com menos impacto. Ingredientes: leite integral, açúcar cristal, amido modificado, enzima lactase e conservador. 5 .Iogurte Desnatado Zero Lactose Leitíssimo (170g) Feito com leite 100% puro, esse iogurte desnatado e sem lactose é nutritivo, leve e pode ser consumido com frutas, granola ou puro, em qualquer momento do dia. Ingredientes: leite integral, leite desnatado, fermento lácteo e enzima lactase. 6. Queijo Processado Zero Lactose Polenguinho Cremoso, prático e delicioso, o Polenguinho zero lactose pode ser consumido puro ou com acompanhamentos como biscoitos ou goiabada. Ingredientes: derivados de leite e soja, enzima lactase, aromatizantes. 7. Queijo Cottage Zero Lactose (200g) Com sabor suave e textura leve, o cottage zero lactose é um dos favoritos de quem segue uma dieta equilibrada. Ótimo para acompanhar pães, torradas ou receitas salgadas. Ingredientes: leite desnatado pasteurizado, creme de leite, fermento lácteo, sal, estabilizantes e enzima lactase. 8. Bebida Láctea UHT Chocolate Zero Lactose Nescau (180ml) Prático e saboroso, o Nescau Prontinho zero lactose traz energia e nutrição para o lanche, sem abrir mão do sabor clássico. Ingredientes: leite integral reconstituído, calda de cacau, soro de leite, açúcar, vitaminas e minerais, enzima lactase e aromatizantes. 9. Ninho Forti+ Zero Lactose Nestlé (380g) Versão zero lactose do famoso leite em pó infantil, ideal para complementar a alimentação com ferro, zinco e vitaminas A, C e D. Ingredientes: leite integral, maltodextrina, soro de leite, enzima lactase, vitaminas, minerais e emulsificante. 10. Iogurte Grego Natural Zero Lactose Yorgus (130g) Com textura cremosa e fermentação rica em probióticos, esse iogurte é ideal para quem busca um lanche saudável e funcional. Ingredientes: leite desnatado pasteurizado, fermentos lácteos e enzima lactase. _________ POR Beatriz Freitas FOTO DESTAQUE: Adobe Stock FOTOS: DivulgaçãoThe post 10 opções saborosas de produtos zero lactose para quem quer evitar o leite first appeared on GoWhere - Lifestyle e Gastronomia.
No campo das carnes, a GoWhere nasceu há 30 anos sob o signo do espeto corrido – a época do quanto mais, melhor. Mas a maratona de garçons abordando sua mesa com os mais diferentes cortes, queira você ou não, foi evoluindo – a ponto de churrascarias e rodízios se transformarem em casas de menu-degustação, só com o que você carnalmente deseja. E o melhor exemplo dessa evolução do rodízio está na rede NB Steak, comandada pelo gaúcho Arri Coser – onde o cliente come o necessário e, o melhor de tudo, sem pressa e sem pressão. Ainda há alguma controvérsia sobre a primeira churrascaria rodízio do país – há quem reivindique a 477, em Jacupiranga, fronteira de São Paulo com Paraná. Mas a história oficial do espeto corrido costuma apontar preferencialmente para a Rodovia Rs 239, em Sapiranga, Rio Grande do Sul, onde, desde 1954, se localiza a Churrascaria Matias. Ali, 1954 é hoje: garçons de bombacha se revezando no corre-corre dos 100 metros rasos para satisfazer comensais gulosos. Independentemente do local de nascimento, a dança dos espetos permitiu que os clientes saboreassem mais variedades de carne, sem limites e sem precisar olhar o cardápio. O preço fixo também incrementou o apetite dos gulosos. Tornou-se possível comer, comer e comer sem pensar em quanto cada mordida somaria à conta final. O preço é fixo. Na média, delícias – é claro. Mas é um modelo de serviço parcialmente superado pelo tempo. E Arri Coser, que começou a se consagrar no ramo com a rede Fogo de Chão, vendida em 2006, é o melhor representante dos empreendedores gastronômicos que vêm atualizando esse sistema no qual o Brasil é, indiscutivelmente, o pioneiro mundial. A NB Steak, churrasco Na Brasa, grife de churrascaria que Arri comanda em São Paulo há 11 anos e cresce de acordo com a demanda, com casas também em Campinas, Goiânia e Porto Alegre, está em busca permanente do “estado da arte” do espeto corrido – sem correria. FOTO: Divulgação/ Gladstone Campos Menu-degustação: uma tendência No universo das churrascarias desde menino, há quase 50 anos, Arri não para de evoluir. Ao acompanhar o comportamento de seus clientes, notadamente na Fogo de Chão e nos primeiros anos da NB Steak, foi notando uma certa reação ao sistema original do espeto corrido, quase sempre acompanhado de um megabufê de entradas, saladas e acompanhamentos. “Ouvindo e vendo meus clientes nesses quase 50 anos, detectei em muitos o desejo de uma refeição mais tranquila, quase um slow food – tendência mundial”. Extinguir o bufê foi uma das decisões nesse sentido: “No mínimo 40% dos clientes pediam uma ‘saladinha’, em vez de percorrerem com o prato o imenso bufê – sem falar no desperdício da sobra diária”. Outros selecionavam apenas duas carnes específicas, porque são suas favoritas totais ou porque precisavam conversar sobre negócios, razoavelmente tranquilos, durante a refeição. O modelo menu degustação do NB Steak começou a nascer aí. Claro, o aperfeiçoamento das carnes – derivadas de gado campeão, abatido entre 18 e 24 meses, não mais entre três e cinco anos, como antes – foi outra medida em benefício do custo e da qualidade, esta também requintada com a evolução da genética. A melhora dos cortes têm sido tanta que, segundo Arri, a carne de churrasco vai virar caviar em 50 anos. FOTO: Divulgação NB Steak Sem “não, obrigado” Enquanto isso não acontece, a NB Steak oferece a seus clientes a oportunidade de escolher, de cara, os cortes que desejam degustar em sua refeição. São cerca de 12 opções de carnes nobres, explicitadas num mini-menu oferecido pelo garçom do primeiro atendimento, para o visitante escolher a seu gosto e na frequência que desejar – nada de oferta automática e permanente de carnes que o cliente geralmente dispensa com plena autoridade. Para o comensal logo de cara escolher o que quer degustar, a NB Steak oferece uma seleção absoluta desse cartel gourmet de delicias carnívoras – como a costela premium, retirada entre a segunda e a quinta vertebra do boi, bife ancho, chorizo, black beef, fraldinha, assado de tira e, claro, a indispensável picanha, que não pode faltar em nenhum regime. Elas não vêm à mesa em espetos – mas em pratos, prontas para serem consumidas, sempre na temperatura ideal, sem ter passeado 15 minutos pelo salão antes de chegar à sua mesa, depois de recusadas por outros clientes. Entrada? A clássica introdução natural de uma refeição top rica: saladinhas – Quinoa, Caprese, Brie, Caesar – e carpaccio. Tem também acompanhamentos harmoniosos para as carnes: palmito pupunha, queijo coalho, mix de cogumelos, polenta, mandioca, arroz biro-biro, cebola assada. Neste atual estágio das churrascarias, quando o mundo viaja ao Brasil para comer carnes à vontade numa refeição clássica e tranquila, sem precisar se levantar da cadeira para se servir – ou repetir incontáveis vezes o mantra do rodízio corrido: “Não, obrigado”. A NB faz sucesso. FOTO: Divulgação NB Steak _________ POR: Celso Arnaldo Araújo FOTOS: Divulgação e Divulgação Gladstone Campos (Arri Coser)The post Arri Coser fala sobre o sucesso do NB Steak e a evolução do churrasco brasileiro first appeared on GoWhere - Lifestyle e Gastronomia.
Desde que Tina Fey assinou o roteiro de Garotas Malvadas, em 2004, nasceu um fenômeno cultural e um cult instantâneo. Amado por sua sagacidade, frases icônicas (“Vestimos rosa às quartas-feiras”), crítica social e representação afiada da dinâmica adolescente, a história era inspirada no livro não-ficcional Queen Bees and Wannabes, de Rosalind Wiseman e, em 2017, também virou sucesso na Broadway quando foi transformado em musical. Aliás, a refilmagem quase vinte anos depois foi justamente da versão musical, que está em cartaz em São Paulo. Embora se fale muito da rivalidade entre Cady Heron e Regina George, quem alimenta toda confusão e ação da história é Janis Sarkisian, a sarcástica, criativa e rebelde estudante que “adota” Cady e odeia Regina. Com um estilo alternativo e uma postura crítica às convenções sociais do colégio, é Janis que elabora o plano de derrubar a rainha abelha, com consequências inesperadas para todos. De todas personagens icônicas, a autenticidade de Janis a transforma uma das favoritas do público. A atriz Lara Suleiman, que já estrelou sucessos como Les Misérables, Beetlejuice e A Família Addams, entre muitas grandes produções, é quem dá vida à jovem. Em meio às apresentações, conversou com exclusividade com CLAUDIA. Janis Sarkisian é o grande nome da adaptação teatral de “Meninas Malvadas”Victor Miranda/Reprodução CLAUDIA: Janis é uma personagem cheia de personalidade e muito querida pelo público. Como foi o seu processo de construção para essa versão teatral? LARA: O processo de construção da Janis foi ao mesmo tempo divertido e desafiador. Ela é uma adolescente cheia de camadas, todas essenciais para o entendimento tanto da personagem quanto da história. A Janis se divide entre a narradora, que já viveu as situações e sabe o que aconteceu, e a personagem inserida na trama, que está vivenciando tudo pela primeira vez. Para mim, como atriz, é uma experiência incrível dar vida a essas duas versões dela e acompanhar o seu amadurecimento ao longo da trama. Tanto o filme quanto o musical da Broadway são grandes referências para os fãs da obra, então, além de imprimir minha própria personalidade na Janis, também busquei trazer elementos tanto do clássico cinematográfico quanto da inovação do musical. CLAUDIA: Você comentou que “I’d Rather Be Me”, a canção de destaque de Janis, reflete muito a maneira como escolhe viver sua vida. O que essa música significa para você, dentro e fora dos palcos? LARA: I’d Rather Be Me é uma música de libertação. No musical, a personagem canta essa canção para si mesma, como um sinal de coragem, de quem já não tem mais medo de ser quem realmente é, e também a canta para as outras garotas do colégio, incentivando-as a abraçar o mesmo pensamento. Acredito que, em algum momento da vida, todos nós mudamos um pouco da nossa personalidade para nos encaixarmos em padrões sociais, mas, para mim, não há nada mais libertador do que a maturidade de ser fiel a quem realmente somos. Nem todas as pessoas irão gostar de nós, e vice-versa, mas, ao sermos honestos com nós mesmos, atraímos as pessoas certas e não precisamos nos preocupar em agradar, apenas ser. Continua após a publicidade CLAUDIA: A demanda vocal de Janis é intensa. Como tem sido o desafio de manter a voz saudável enquanto encara essa performance exigente? LARA: Um dos maiores desafios desta temporada é manter a saúde vocal, pois a demanda é muito alta e o descanso, escasso. Tenho muito a agradecer aos meus médicos: Dr. Reinaldo Yazaki, meu otorrinolaringologista, que está sempre atento à minha saúde; minha fonoaudióloga, Adriana Bezerra, sempre à disposição para me ajudar a recuperar da fadiga; mas, principalmente, ao meu mestre e professor de canto, Maestro Marconi Araújo, que me ensinou toda a técnica vocal que eu possuo hoje, permitindo-me performar as músicas com o menor esforço e a maior qualidade possível. O teatro musical é uma profissão que exige muito de nós, e interpretar a Janis é uma responsabilidade imensa. Requer muito estudo e cuidados pessoais para garantir que o show oferecido seja de qualidade para todos os públicos que nos assistem. CLAUDIA: Você já viveu personagens icônicas no teatro musical, de Éponine a Lydia Deetz. Existe alguma personagem que marcou mais sua trajetória? LARA: Todos os musicais e personagens que interpreto marcam minha trajetória de maneiras únicas. No entanto, acredito que Éponine vai ficar para sempre no meu coração. Les Misérables é meu musical favorito e foi a minha porta de entrada no mercado do teatro musical brasileiro, o que torna essa experiência ainda mais significativa para mim. Conheci pessoas incríveis nesse processo, aprendi muito sobre minha carreira, sobre mim mesma, tanto como pessoa quanto como artista. Foi lá que soube com certeza que tinha escolhido a profissão certa. Tinha apenas 17 anos quando interpretei Éponine pela primeira vez: jovem, um pouco imatura, com algumas visões que hoje já não compartilho. Adoraria ter a oportunidade de subir ao palco mais uma vez como essa personagem, com minha maturidade atual. É uma personagem complexa, trágica e sonhadora, e seria um privilégio poder estudar e representar todas essas camadas novamente, a partir de uma nova perspectiva. CLAUDIA: Além do teatro, a dublagem se tornou uma parte importante da sua carreira. Como foi a experiência de dar voz à Princesa Jasmine e outros personagens da Disney? LARA: Para mim, trabalhar com a Disney é um sonho de criança realizado. É uma honra e um privilégio imenso ter dado voz à Princesa Jasmine no live action de Aladdin. Esse filme sempre teve um lugar muito especial na minha vida, pela minha descendência árabe e por ter sido uma das minhas VHs preferidas durante a infância. Aladdin (2019) foi o primeiro filme que dublei, então tive muitas dificuldades e muitas inseguranças durante o processo. É uma responsabilidade gigante dublar uma personagem que marca uma geração de crianças, mas tive diretores incríveis que me ajudaram muito durante as gravações, Thiago Longo e Nandu Valverde. Todos os personagens que eu fiz foram muito importantes para mim. Poder transmitir tantos sentimentos só com a voz, ter o poder de mudá-la a cada personagem e tornar o audiovisual mais acessível para tantas pessoas, é realmente muito especial. CLAUDIA: Você transita entre o teatro e a dublagem com muita naturalidade. Existe alguma técnica ou aprendizado de uma área que você aplica na outra? LARA: É quase como se uma “chavinha” se virasse no cérebro quando fazemos a transição entre o teatro e a dublagem. Cada uma dessas áreas exige um tipo de atenção diferente, pois são artes bem distintas, cada uma com suas especificidades. No teatro, ensaiamos por meses e apresentamos as peças diversas vezes, com cada apresentação sendo um pouco diferente da outra. A cada dia, corrigimos erros e aprendemos mais sobre a peça e os personagens. Já na dublagem, temos contato com o material apenas no momento da gravação, com alguns minutos para ensaiar, mas com muito mais dinamismo e a exigência de acertar nas poucas tentativas. Acredito que o foco é algo essencial em ambas as áreas. No palco, precisamos de foco para lembrar das marcas, do texto e estar atentos a qualquer imprevisto. É preciso estar atento também às deixas de música e às trocas rápidas de figurino. Na dublagem, o foco é crucial para captar a emoção transmitida pelo rosto da personagem, a velocidade da fala, as pausas e, acima de tudo, para garantir que tudo soe o mais natural possível. Contudo, o objetivo em ambas as áreas é o mesmo: oferecer qualidade e autenticidade para todos os públicos. CLAUDIA: Sua jornada artística começou cedo, mas você também se formou em Cinema. Como essa formação influencia sua visão sobre teatro e dublagem? Continua após a publicidade LARA: O cinema é uma grande paixão minha. A minha formação me ajuda a entender mais sobre os bastidores das áreas com as quais eu trabalho. Por exemplo, consigo ter mais entendimento sobre tudo que precisa ser feito para levantar uma peça de teatro musical, desde a compra dos direitos, até a desmontagem final. O que, além de ter empatia com as produções que trabalho, me dá autonomia para caso, um dia, eu escolher produzir algo por conta própria ou autoral. Na dublagem, percebo os jogos de câmera, o porquê do diretor ter escolhido certo take para entrar no filme ou ter ido para certa direção de atuação para representar o que pensou. Uma área completa a outra, me permitindo ter uma visão mais completa de todas elas. CLAUDIA: Você mencionou que Janis passa por uma grande transformação ao longo do musical. Você já viveu um momento na vida em que sentiu que precisou mudar sua perspectiva como ela? LARA: A Janis é uma adolescente, que passa por vários momentos importantes dessa fase da vida, e durante a trama ela alcança um grande amadurecimento pessoal. Eu fui uma adolescente que buscava muito o “perfeccionismo” e a aprovação das outras pessoas, acredito que isso seja muito comum, nunca senti que precisava mudar essa perspectiva. Mas depois da escola, quando comecei minha carreira no teatro musical, eu conheci pessoas diferentes do padrão que eu estava acostumada a conviver e aprendi muito com cada uma delas, principalmente a assumir minha própria personalidade, sem me preocupar com o que os outros iriam pensar. A arte me deu acolhimento e me faz sentir segura de ser quem eu sou, acredito que esse seja um dos maiores privilégios de trabalhar nessa área. O elenco do músical “Garotas Malvadas”Victor Miranda/Reprodução CLAUDIA: Você tem o desejo de escrever e dirigir um projeto de suspense/thriller. Já começou a desenvolver essa ideia? LARA: Sim! Eu sou muito fã de filmes de terror e uma grande amante dos livros da Agatha Christie, então a minha ideia é equilibrar esses dois gêneros em um roteiro “who dunnit?” com uma pitada de Stephen King. A história se passa em uma única locação, um teatro, e o assassinato acontece durante os ensaios de uma peça. Infelizmente ainda não consegui desenvolver muito do roteiro, pois é um tema difícil e que precisa de tempo para ser estudado, e com a rotina do teatro musical, é quase impossível conciliar os dois. Porém, meu objetivo é que as gravações comecem no final de 2026. CLAUDIA: Se pudesse escolher qualquer musical para estrelar no futuro, qual seria e por quê? LARA: Provavelmente escolheria Rent, adoraria interpretar a Maureen. Eu sou muito fã de Jonathan Larson e acredito que esse musical é uma mistura perfeita de uma narrativa bem construída com uma trilha sonora de tirar o fôlego. As questões abordadas, como a sexualidade, o desemprego, a vida do artista, a libertação e a AIDS, são assuntos ainda pertinentes nos dias atuais e importantes de serem ressaltados. Está na minha lista de desejos poder contar essa história. Continua após a publicidade Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp. Acesse as notícias através de nosso app Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade
Após o falecimento do Papa Francisco, ocorrido nesta segunda-feira (21), a Igreja Católica inicia os preparativos para a eleição de seu sucessor. O conclave, processo que reúne os cardeais com menos de 80 anos para a votação, deve ocorrer entre o 15º e o 20º dia após a morte. Atualmente, aproximadamente 120 cardeais, de um total de 252, estão elegíveis para participar da escolha do novo líder da Igreja. Os possíveis sucessores do Papa Francisco Cardeal Sérgio da Rocha – Brasil Atual arcebispo de Salvador (desde 2020), sucedendo a Dom Murilo Krieger. Sua trajetória inclui o episcopado em Brasília (2011-2020), onde também serviu como arcebispo metropolitano e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) por dois mandatos consecutivos (2011-2015 e 2015-2019). Anteriormente, foi bispo auxiliar de Fortaleza (2001-2007) e arcebispo de Teresina (2007-2011). Nomeado cardeal em 2016 pelo Papa Francisco, é membro do Conselho de Cardeais (C9) desde 2023, um grupo consultivo do Papa para reformas na Cúria Romana e questões de governança da Igreja. É reconhecido por sua atuação em temas de bioética e por sua expertise em Teologia Moral, área em que possui formação acadêmica aprofundada. Cardeal Leonardo Ulrich Steiner – Brasil Primeiro cardeal da Amazônia brasileira, nomeado em 2022 pelo Papa Francisco, um gesto que sublinha a importância da região para a Igreja Católica e as preocupações ambientais e sociais. Sua nomeação como bispo ocorreu em 2005, pelo Papa João Paulo II, para a prelazia de São Félix do Araguaia, onde atuou até ser nomeado arcebispo de Manaus, tomando posse em janeiro de 2020. Dom Leonardo é conhecido por sua defesa dos direitos dos povos indígenas e das comunidades tradicionais da Amazônia, bem como por sua atuação em questões relacionadas à ecologia integral. Ele possui uma longa trajetória de serviço na região amazônica e um profundo conhecimento de suas realidades. RelacionadasNotíciasO último apelo do papa Francisco antes de falecer21 abr 2025 - 12h04 Cardeal Blase Cupich – EUA Arcebispo de Chicago desde 2014, nomeado pelo Papa Francisco, e cardeal desde 2016. Sua liderança na arquidiocese tem sido marcada por uma abordagem pastoral que enfatiza a inclusão de grupos marginalizados, a justiça social e o diálogo com diferentes setores da sociedade. Considerado um dos líderes mais progressistas da Igreja nos Estados Unidos, Cardeal Cupich tem se posicionado em temas como a acolhida de imigrantes e refugiados, a luta contra a pobreza e a necessidade de reformas na Igreja para torná-la mais acolhedora e relevante no mundo contemporâneo. Ele também tem se envolvido em discussões sobre a reforma da Cúria Romana. Continua após a publicidade Cardeal Fridolin Ambongo Besungu – República Democrática do Congo Arcebispo de Kinshasa desde 2018, sucedendo ao Cardeal Laurent Monsengwo Pasinya, e nomeado cardeal em 2019 pelo Papa Francisco. Sua voz é uma das mais ativas na defesa da paz, da justiça social e dos direitos humanos na República Democrática do Congo, um país marcado por conflitos e instabilidade política. Cardeal Ambongo Besungu frequentemente se manifesta contra a corrupção, a violência e a exploração dos recursos naturais, defendendo a dignidade do povo congolês e o papel da Igreja como agente de reconciliação e esperança. Sua coragem e clareza em denunciar injustiças o tornaram uma figura respeitada tanto dentro quanto fora do país. Cardeal Jean-Marc Aveline – França Arcebispo de Marselha desde 2019, sucedendo a Dom Georges Pontier, e nascido na Argélia, o que lhe confere uma perspectiva particular sobre questões de diálogo intercultural e inter-religioso. Nomeado cardeal em 2022 pelo Papa Francisco, é um defensor ativo do diálogo com outras religiões, especialmente com o Islã, dada a significativa população muçulmana em Marselha. Ele também se dedica à causa dos imigrantes e refugiados, defendendo políticas de acolhimento e integração. Antes de sua nomeação para Marselha, serviu como bispo auxiliar da mesma arquidiocese. Sua proximidade com o Papa Francisco o colocou como um dos nomes frequentemente mencionados como um possível sucessor. Cardeal José Tolentino de Mendonça – Portugal Poeta, teólogo e biblista originário da Ilha da Madeira. Desde 2022, ocupa o cargo de prefeito do Dicastério para a Cultura e a Educação na Cúria Romana, sendo o segundo português a ocupar um cargo de prefeito de dicastério. Foi nomeado cardeal em 2019 pelo Papa Francisco. Continua após a publicidade Conhecido por seu perfil intelectual sofisticado e por sua abordagem progressista em temas teológicos e pastorais, suas obras literárias e ensaios frequentemente exploram a relação entre fé, cultura e arte. Antes de sua nomeação para o Vaticano, serviu como arquivista e bibliotecário da Santa Igreja Romana, demonstrando seu profundo conhecimento do patrimônio cultural e intelectual da Igreja. Cardeal Luis Antonio Tagle – Filipinas Cardeal desde 2012, nomeado por Bento XVI, é uma figura influente tanto no Vaticano quanto na Ásia. Atualmente, ocupa o cargo de pró-prefeito do Dicastério para a Evangelização (Seção para a Primeira Evangelização e as Novas Igrejas Particulares) desde 2019. Anteriormente, presidiu a Caritas Internacional, a confederação de organizações católicas de assistência e desenvolvimento, demonstrando seu compromisso com a justiça social e a ajuda humanitária. Com um perfil pastoral caloroso e uma forte ênfase no diálogo inter-religioso e na defesa dos pobres, Dom Tagle é amplamente respeitado por sua humildade e sua capacidade de comunicação. Ele também foi apontado como um dos possíveis sucessores de Papa Francisco. Cardeal Mario Grech – Malta Secretário-geral do Sínodo dos Bispos desde 2020, nomeado para este cargo pelo Papa Francisco. Tornou-se cardeal no mesmo ano. Teólogo com experiência em diálogo ecumênico e justiça social, Cardeal Grech tem desempenhado um papel crucial no desenvolvimento e na implementação do atual processo sinodal da Igreja Católica, um esforço para promover uma maior escuta e participação de todos os membros da Igreja na tomada de decisões. Antes de sua nomeação para o Vaticano, serviu como bispo de Gozo, em Malta. Sua experiência em envolver diferentes perspectivas e construir consenso é fundamental para o processo sinodal. Continua após a publicidade Cardeal Matteo Zuppi – Itália Arcebispo de Bolonha desde 2015 e presidente da Conferência Episcopal Italiana desde 2022. Foi elevado ao cardinalato em 2019 pelo Papa Francisco. Conhecido por seu perfil progressista e seu forte vínculo com a Comunidade de Sant’Egidio, um movimento católico leigo dedicado à oração, ao serviço dos pobres e à promoção da paz e do diálogo inter-religioso. Cardeal Zuppi tem se destacado por seu engajamento em questões sociais, como o apoio a imigrantes, a defesa dos direitos dos LGBTQIA+ e os esforços de reconciliação em zonas de conflito. Em 2023, foi enviado especial do Papa Francisco em uma missão de paz para a Ucrânia, demonstrando a confiança do pontífice em sua capacidade de diálogo e mediação. Cardeal Pietro Parolin – Itália Secretário de Estado do Vaticano desde 2013, nomeado pelo Papa Francisco, ocupando o segundo posto mais importante na hierarquia da Santa Sé. Sua vasta experiência diplomática inclui passagens como núncio apostólico na Venezuela e subsecretário para as Relações com os Estados da Secretaria de Estado. Cardeal Parolin é um diplomata experiente e habilidoso, com atuação em temas globais complexos e sensíveis, como as relações da Santa Sé com a China, a situação no Oriente Médio, o desarmamento e as questões ambientais. Sua capacidade de negociação e seu conhecimento das dinâmicas internacionais o tornam uma figura central na política externa do Vaticano. Cardeal Péter Erdő – Hungria Arcebispo de Esztergom-Budapeste e primaz da Hungria. Foi nomeado cardeal em 2003 por João Paulo II, sendo um dos cardeais eleitores mais antigos. Considerado um conservador com uma sólida base acadêmica em direito canônico, tem se dedicado à nova evangelização na Europa e ao diálogo ecumênico com as igrejas ortodoxas. Continua após a publicidade Cardeal Erdő desempenhou um papel importante em diversos sínodos e encontros da Igreja, contribuindo com sua visão teológica e jurídica. Sua longa experiência e seu conhecimento da Igreja na Europa Central o tornam uma voz influente no Colégio Cardinalício. Cardeal Pierbattista Pizzaballa – Itália Patriarca Latino de Jerusalém desde 2020 e nomeado cardeal em 2023 pelo Papa Francisco. Franciscano, com uma longa história de serviço na Terra Santa, é um defensor incansável do diálogo inter-religioso entre cristãos, judeus e muçulmanos na região. Sua atuação é marcada pela busca da paz e da justiça para todos os povos da Terra Santa, incluindo a defesa dos direitos dos palestinos no contexto do conflito israelense-palestino. Sua nomeação como cardeal reflete a importância que o Papa Francisco atribui à situação em Jerusalém e ao papel da Igreja na promoção da paz e da reconciliação. Cardeal Robert Francis Prevost – EUA Prefeito do Dicastério para os Bispos desde 2023, ano em que foi elevado ao cardinalato pelo Papa Francisco. Membro da Ordem de Santo Agostinho, possui uma vasta experiência missionária na América Latina, tendo atuado por muitos anos no Peru. Sua nomeação para um dicastério chave da Cúria Romana, responsável pela nomeação de novos bispos em todo o mundo, demonstra a confiança do Papa em sua capacidade de discernimento e sua visão da Igreja. Sua experiência internacional e seu conhecimento das realidades da Igreja em diferentes contextos são considerados valiosos para esta função. Continua após a publicidade Cardeal Wilton Gregory – EUA Arcebispo de Washington D.C. desde 2019 e o primeiro cardeal afro-americano, nomeado em 2020 pelo Papa Francisco. Sua liderança tem sido marcada por uma forte defesa da justiça racial, da ação climática e do combate ao abuso clerical, temas que têm ganhado crescente importância na agenda da Igreja Católica. Cardeal Gregory tem sido uma voz importante no diálogo sobre raça e reconciliação nos Estados Unidos, utilizando sua posição para promover a igualdade e a inclusão. Sua nomeação como cardeal representou um marco significativo para a comunidade afro-americana católica e um sinal do compromisso da Igreja com a diversidade. Casas de aposta já apontam um favorito Apesar da morte do papa Francisco ter acontecido há poucas horas, casas de aposta do mundo inteiro já estão tentando cravar quem será o sucessor do pontífice. Luis Antonio Tagle emergiu como o principal candidato à sucessão papal, com odds de 1/1 e uma probabilidade de 50%. Essa ascensão o coloca à frente de Pietro Parolin, secretário de Estado do Vaticano, que, antes da morte de Francisco, era o favorito, mas agora possui odds de 6/4 e uma chance de 40% de eleição. Tagle, ex-arcebispo de Manila, compartilha com Francisco a ênfase na justiça social e no cuidado com os pobres, rendendo-lhe o apelido de “o Francisco asiático”. Suas críticas à postura da Igreja em relação a gays, divorciados e mães solteiras, somadas à sua posição como sétimo cardeal filipino, alimentam a expectativa de um possível papado asiático. RelacionadasNotíciasPapa Francisco em 5 frases: as citações que definiram seu legado21 abr 2025 - 10h04 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp. Acesse as notícias através de nosso app Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade
Nascida em Campinas, no interior de São Paulo, a pesquisadora Marcella Cardoso tem se destacado no cenário internacional por suas importantes contribuições para o entendimento do coronavírus (causador da Covid-19) no nosso organismo. Doutora em saúde da mulher, com foco em oncologia ginecológica e mamária, Marcella transformou uma tragédia pessoal — a perda do seu pai Luiz Carlos Cardoso para a Covid-19 — em uma oportunidade de desvendar os mecanismos que levam o SARS-CoV-2 a progredir de forma agressiva e muitas vezes fatal em pessoas até então saudáveis, sem nenhuma comorbidade associada. Ela tem sido uma das vozes ativas na busca por respostas sobre como o vírus se espalha, como ele afeta, como “escapa” do sistema imunológico e quais estratégias podem ser usadas para combater a doença. Além disso, Marcella Cardoso também se tornou uma figura importante ao destacar a necessidade de uma maior participação feminina na ciência. Em um campo tradicional e historicamente dominado por homens, sua trajetória inspira outras mulheres a se engajarem na pesquisa de ponta. Após quase dois anos de dedicação exclusiva, os resultados do seu estudo envolvendo os mecanismos de escape do coronavírus e a descoberta de uma potencial imunoterapia foram publicados na revista científica Cell, uma das mais respeitadas no mundo. Não à toa, em setembro do ano passado, Marcella foi agraciada com o prêmio “VEJA SAÚDE & Oncoclínicas de Inovação Médica”, na categoria Medicina de Precisão e Genômica: a descoberta do mecanismo de escape do coronavírus — uma conquista e tanto para uma cientista brasileira. Para entender o impacto desse feito, é preciso voltar alguns anos e conhecer toda essa trajetória e a importância de uma mulher conseguir espaço de destaque na ciência. Marcella nasceu e cresceu em uma família humilde. Filha de um corretor de imóveis e de uma professora, só conseguiu estudar em um colégio particular por causa de uma bolsa de estudos. Para manter o benefício, no entanto, era preciso conquistar notas altas e manter uma performance excelente, o que despertou na menina o gosto pelos estudos desde muito cedo. Continua após a publicidade A jovem se formou em ciências biológicas na UFSCar (Universidade Federal de São Carlos), fez mestrado na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e emendou o doutorado na mesma instituição, com pesquisas focadas na saúde da mulher. Quando estava na metade do PhD, surgiu uma oportunidade de ouro: a seleção para uma bolsa de estudos financiada pela Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), órgão vinculado ao Governo Federal, para alunos que desejavam estudar fora. Marcella não pensou duas vezes e se candidatou à vaga na renomada Harvard Medical School, em Boston, nos Estados Unidos. Foi selecionada e se mudou em janeiro de 2020, quando a pandemia começava a avançar mundo afora. Como a morte do pai impactou a sua carreira Pouco mais de um ano depois, Marcella soube que seu pai havia testado positivo para Covid-19. Por trabalhar em hospital com pesquisa, ela já havia tomado as duas doses da vacina contra a doença. Ainda assim, voltar para o Brasil era assumir o risco de não conseguir terminar seu doutorado em solo norte-americano, pois as fronteiras dos países estavam fechadas por causa da doença. O pai de Marcella piorou, foi internado e precisou ser entubado. A cientista voltou para o Brasil. Continua após a publicidade Por aqui, tentou avidamente visitá-lo na UTI algumas vezes, mas não foi autorizada. Os protocolos eram rígidos e, mesmo vacinada e com preparo para lidar com pacientes infectados, Marcella não pôde se despedir do pai, que morreu vítima da doença uma semana depois. A pesquisadora precisava terminar o seu doutorado. Mais do que isso, ela decidiu que queria desvendar os mecanismos de ação do vírus para responder para a sociedade tantas perguntas envolvendo a doença. Quatro meses depois da perda, com o auxílio e apoio de outros colegas pesquisadores da Universidade de Harvard, conseguiu uma autorização excepcional de viagem para voltar para os EUA. Defendeu o doutorado e, no dia seguinte à defesa, recebeu uma carta-proposta para ser contratada e iniciar o pós-doutorado na mesma instituição. “Me chamaram para trabalhar no Instituto de Imunologia e Doenças Infecciosas no Massachusetts Institute of Technology — MIT, com imunoterapia e terapia celular para câncer de mama, que era a minha expertise até então”, conta. Ao receber a proposta, Marcella diz ter sido “meio maluca” e muito audaz pedindo para liderar uma pesquisa envolvendo o coronavírus, justamente porque tinha acabado de perder o pai para a doença — e a instituição aceitou. Continua após a publicidade “Imagine uma mulher, latina, brasileira, que já é extremamente estigmatizada, fazendo ciência e liderando uma pesquisa em uma das maiores universidades do mundo. É um passo enorme, pois existem inúmeras barreiras para serem transpostas”, contou. Os desafios começaram no desenho do estudo — a expertise de Marcella era em saúde da mulher e câncer de mama, e pesquisar uma doença que estava acontecendo concomitantemente na sociedade era uma corrida contra o tempo. “A gente precisava responder algo que ninguém ainda tinha descoberto no mundo. E, na ciência, independentemente da área que você esteja, sua maior moeda de valor é o grau de inovação da sua pesquisa. Se alguém publicasse esse resultado um dia antes da gente, todo nosso esforço acabaria junto”, pontua a pesquisadora. Para o estudo acontecer com participação brasileira, Marcella fez uma parceria com a Unicamp, que enviou sangue de pacientes infectados com Covid-19 para compor a amostra, juntamente com os pacientes norte-americanos. Durante os dois anos da pesquisa, a cientista praticamente abriu mão da vida pessoal e se dedicou horas a fio a esmiuçar o genoma do coronavírus e descobrir esse mecanismo de escape. Continua após a publicidade Aqui, inclusive, vale fazer uma ressalva: foram duas mulheres brasileiras que fizeram o sequenciamento completo do SARS-CoV-2 no Brasil, apenas dois dias após a verificação do primeiro paciente com a doença no país. Jaqueline Goes de Jesus e Ester Sabino publicaram o sequenciamento do vírus com uma rapidez surpreendente. O feito das duas cientistas permitiu diferenciar o vírus que infectou o paciente brasileiro do genoma identificado primeiramente em Wuhan, o epicentro da epidemia na China. O trabalho que elas conduziram foi feito ao lado de outros pesquisadores do Instituto Adolfo Lutz, da Universidade de Oxford e do Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo (IMT-USP). “Peguei o genoma do coronavírus e comecei a testar cada uma das proteínas presentes em busca de respostas. O ambiente acadêmico é permeado de hipóteses que não conseguem ser provadas, mas peguei uma pista muito valiosa de um trabalho feito com morcegos, que era uma proteína que era conservada entre os mamíferos. Foi uma sacada dentro de uma caminhada intensa”, contou a pesquisadora, que ressalta o “protagonismo brasileiro” nesse levantamento, que ela enfatiza ser “verde e amarelo, com sangue latino”. “Não me pergunte como, mas eu dei conta. Eu estava em hiperfoco, estudando, trabalhando e me dedicando para aquilo. Eram cerca de 15 horas de trabalho todos os dias, respirando 100% aquilo”, frisa. Conheça Marcella Cardoso, pesquisadora brasileira e uma das primeiras a estudar o vírus da Covid 19Catarina Moura/Reprodução Continua após a publicidade “Ainda existe um abismo social e de gênero dentro da ciência e Pesquisadoras latinas são vistas com estigma. mas sempre acreditei que é através da coragem que a gente consegue transpor barreiras” Além da Covid-19 Mas o papel de Marcella Cardoso na ciência vai além de suas descobertas envolvendo o coronavírus. A cientista defende que a presença feminina em áreas como virologia, biomedicina e outras é essencial para promover um avanço mais equitativo e representativo na pesquisa científica. “A gente nunca vence quando está sozinha”, disse. Além de continuar a pesquisa nos Estados Unidos com os desdobramentos dos mecanismos do coronavírus em busca de um possível tratamento, Marcella estabeleceu parcerias com outros times da Universidade de Harvard. Ela usa todo seu know-how em linhas de pesquisas com questões humanitárias envolvendo violência baseada em gênero (sob a interseccionalidade de étnica e social), tráfico humano (com foco na exploração sexual de mulheres no Brasil), assédio sexual em ambiente acadêmico e dignidade menstrual em ambientes de baixos recursos. Todas as pesquisas contam com colaboradores brasileiros, de diferentes regiões do país, majoritariamente mulheres — essa é a forma que Marcella encontrou de estimular ainda mais a participação feminina e brasileira nos estudos. “Infelizmente, ainda existe um abismo social e de gênero dentro da ciência. O ambiente acadêmico de alta performance é extremamente competitivo. Pesquisadoras latinas são vistas com estigma e as brasileiras carregam uma camada de estereótipo ainda maior. Mas sempre acreditei que é através dos estudos e da coragem de ousar que a gente conseguirá transpor barreiras na vida”, ressaltou a cientista. Ao se destacar em sua área de atuação, Marcella continua abrindo caminho para futuras gerações de cientistas mulheres que, assim como ela, buscam transformar o mundo por meio do conhecimento e da inovação RelacionadasLifestyle10 melhores mensagens de Páscoa para enviar no WhatsApp17 abr 2025 - 07h04LifestyleComo fazer um kit de Páscoa? Veja o que não pode faltar16 abr 2025 - 11h04Lifestyle5 passeios divertidos para fazer na Páscoa com os filhos16 abr 2025 - 09h04 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp. Acesse as notícias através de nosso app Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade
Na Páscoa, o chocolate é o grande protagonista. Mas que tal surpreender a todos com uma combinação inusitada e deliciosa? O Ovo de Páscoa com Pudim de Leite une duas paixões nacionais em uma única sobremesa criativa, cremosa e perfeita para celebrar em família. Seja para presentear alguém especial ou para encantar os convidados no almoço de domingo, essas receitas vão te mostrar que é possível ir além do tradicional. E o melhor: são fáceis de preparar com os eletrodomésticos da Mondial, que tornam sua experiência na cozinha mais prática e saborosa. Ovo de Páscoa com Pudim de Leite Imagina unir a casquinha de chocolate com um recheio generoso de pudim caseiro? Essa receita é puro afeto em forma de sobremesa. Uma combinação criativa que transforma a tradição da Páscoa em uma experiência ainda mais doce — e com aquele toque de nostalgia. Para essa receita, você vai precisar de: 2 cascas de Ovo de Chocolate 1 Caixa de Creme de Leite 1 Colher de chá de Essência de Baunilha 1 Xícara de Açúcar 1 Lata de Leite Condensado ½ Xícara de Leite 1 Caixa de Gelatina Incolor e Sem Sabor 1 Xícara de Água E para saber como deve ser o Modo de Preparo dessa receita deliciosa, clique aqui! Mas calma que ainda não acabou! Separamos mais duas receitas para compor a sua mesa de sobremesas da Páscoa e que vai surpreender toda família: Pavê de Páscoa Tem pavê, sim! E com muito chocolate. Essa versão especial leva ingredientes simples que resultam em uma sobremesa cremosa, fácil de fazer (afinal, tudo é feito com o Liquidificador e Micro-ondas Mondial, né?) e perfeita para servir após o almoço de Páscoa. Vai pela gente… É impossível comer só um pedaço! Clique aqui para ver a receita completa! Bolo de Cenoura com Cobertura de Chocolate Se tem um doce que até o Coelhinho da Páscoa aprovaria, é esse aqui! Afinal, cenoura é com ele mesmo — mas quando vira bolo fofinho com cobertura de chocolate, quem resiste? Um clássico é perfeito para deixar sua Páscoa ainda mais gostosa, com aquele sabor de aconchego e tradição. Ahhh… E essa receita pode ser preparada na Air Fryer Mondial! Quer saber como é esse preparo? Clique aqui para ver a receita completa. Com os eletrodomésticos da Mondial, cada receita ganha um toque especial. Seja na hora de bater a massa, derreter o chocolate ou preparar aquela sobremesa dos sonhos, nossos eletrodomésticos estão ao seu lado para transformar a sua Páscoa em momentos ainda mais gostosos — e cheios de praticidade.No nosso site Receitas Mondial, você encontra essas e muitas outras delícias para deixar o seu almoço de Páscoa inesquecível, do jeitinho que você e a sua família merecem. O post Sobremesas para a Páscoa: Ovo de Chocolate com Pudim de Leite apareceu primeiro em receitasmondial.com.br.
Mais um vinho degustado para o nosso quadro "50 vinhos brasileiros em 2025", agora de uma vinícola que eu ainda não conhecia.
O leite vegetal tem ganhado cada vez mais espaço na rotina alimentar das pessoas. Seja por conta de questões de saúde, restrições alimentares ou preocupação com o meio ambiente, o fato é que a bebida é gostosa, saudável e uma ótima alternativa para quem deseja substituir ou reduzir o consumo do leite de origem animal no dia a dia. Mas, afinal, você sabe o que é leite vegetal? Continue com a gente e saiba mais o que é essa bebida, quais são os seus benefícios, os diferentes tipos e como incluí-lo na sua dieta. Boa leitura! O que é leite vegetal? O leite vegetal é uma bebida feita à base de grãos, sementes, oleaginosas ou cereais — como soja, coco, aveia, amêndoas, castanhas etc. — misturados com água. Cada tipo tem suas próprias características nutricionais e vantagens. Ela pode ser preparada em casa, de modo prático e rápido, ou o leite vegetal pode ser comprado pronto. Nesse caso, pode ser que durante o processo de fabricação sejam inseridos também complementos e fortificações. Independente do modo de consumo, o fato é que o leite vegetal é uma ótima alternativa para quem é vegano, para quem deseja reduzir o consumo do leite de vaca e para aqueles que possuem restrições alimentares, como intolerância à lactose e alergia à proteína do leite. Quais são as suas vantagens? Os benefícios do leite vegetal vão variar a depender do tipo escolhido. Alguns são ricos em proteínas, enquanto outros são fontes de fibras, vitaminas e minerais essenciais. A seguir, conheça melhor as opções mais populares: Leite de amêndoas O leite de amêndoa é um dos mais consumidos devido ao seu sabor suave e levemente adocicado. Ele tem poucas calorias, não contém colesterol e é bastante cremoso, podendo ser utilizado no preparo de diversas receitas. Rico em vitamina E, antioxidantes e gorduras saudáveis, a bebida é uma ótima opção para quem busca melhorar a saúde da pele e do coração. Leite de soja O leite de soja é uma das melhores alternativas ao leite de vaca devido ao seu alto teor de proteína. Além disso, a bebida é uma grande aliada das mulheres. Isso porque, de acordo com a pesquisa publicada no periódico Climacteric, o leite de soja contém isoflavonas, compostos vegetais que podem ajudar a equilibrar os hormônios e reduzir os sintomas da menopausa. E não para por aí: a bebida também ajuda a prevenir a osteoporose, a desinflamar o organismo, a regular os ritmos cardíacos e a pressão arterial, a melhorar a imunidade e a reduzir o colesterol. Leite de aveia Por ser um tipo de grão altamente nutritivo, o leite de aveia é considerado também uma ótima opção para quem deseja reduzir ou substituir o consumo do leite de vaca. Essa é uma opção fácil caso você queira uma receita de leite vegetal para fazer na sua casa. De sabor suave e textura cremosa, essa bebida é uma boa fonte de fibras solúveis, que auxiliam no controle do colesterol e da saúde intestinal. Além disso, o leite proporciona energia de liberação gradual, sendo uma ótima escolha para o café da manhã ou lanches. Leite de coco O leite de coco é uma bebida vegetal de sabor marcante e agradável, sendo uma ótima opção para usar em receitas, como sobremesas e pratos salgados. Possui gorduras saudáveis, como os triglicerídeos de cadeia média (TCMs), que podem ajudar a fornecer energia rápida ao organismo. Ele também ajuda a fortalecer o sistema imunológico, aumenta a disposição física e contribui para o equilíbrio glicêmico. Leite de arroz O leite de arroz é uma alternativa leve e de fácil digestão, sendo ideal para quem tem alergias alimentares. Além disso, possui baixo teor de gordura, é rico em vitaminas e minerais e uma ótima fonte de energia! Leite de castanha de caju O leite de castanha de caju é bastante cremoso e tem um sabor levemente adocicado. Ele é rico em gorduras boas e minerais como magnésio, ferro e zinco. O seu consumo diário ajuda a melhorar a saúde dos olhos e do coração. Por que consumir leite vegetal? O leite vegetal é uma bebida saudável, que traz uma série de benefícios. Veja abaixo algumas razões para você inserir o leite vegetal na sua rotina: É uma alternativa nutritiva para intolerantes à lactose ou para aqueles que possuem alergia ao leite de vaca; É uma ótima opção também para quem é vegano e não consome nenhum produto de origem animal; O leite vegetal é sustentável; Possui baixo teor de colesterol — diferente do leite de vaca, que geralmente possui alto índice de colesterol; É uma fonte rica de nutrientes específicos, oferecendo antioxidantes, proteínas, fibras e gorduras saudáveis. Como incluir o leite vegetal na alimentação? O leite vegetal é muito versátil e pode ser usado de diferentes formas e ocasiões, as quais incluem: Café da manhã No café da manhã, você pode usar o leite vegetal para substituir o leite de vaca no café, no cereal e também na vitamina. Receitas doces Você pode utilizar o leite para preparar bolos, panquecas, pudins e outras sobremesas. Bebidas Aqui não faltam opções, você pode preparar smoothies, shakes proteicos, vitaminas e até mesmo chás. Pratos salgados Que tal utilizar o leite para preparar um molho especial? Ou, quem sabe, sopas e purês? O leite vegetal é uma alternativa nutritiva e muito versátil, sendo ideal para quem busca uma alimentação mais equilibrada e inclusiva ou para quem possui restrições alimentares, como intolerância à lactose ou alergia à proteína do leite de vaca. Prático, ele pode ser facilmente preparado em casa ou encontrado em diversas opções nas nossas lojas do Pão, no site do Pão de Açúcar ou no app Pão de Açúcar Mais. Por isso, seja por questões de saúde, bem-estar ou sustentabilidade, aproveite todas as nossas dicas e inclua o leite vegetal na sua rotina. Afinal, além de delicioso, ele vai fazer muito bem ao seu corpo! Até a próxima! O post Leite vegetal: qual escolher e como consumir? apareceu primeiro em Blog do Pão.
Lady Gaga escolheu um óculos de sol da marca brasileira Lapima para ir ao programa “Saturday Night Live”, no último sábado (8). A cantora foi fotografada a caminho da atração com o modelo Elisa Black Solid , que custa R$ 3.770,00. A peça, desenvolvida em acetato italiano, tem design inspirado na arquitetura brutalista brasileira. Essa não é a primeira vez que ela usa um óculos da grife nacional: durante os Jogos Olímpicos de 2024, o modelo Maria, que custa o mesmo valor, foi visto em seu rosto. View this post on Instagram A post shared by Saturday Night Live (@nbcsnl) Gaga foi ao “Saturday Night Live” participar das esquetes e divulgar seu sétimo álbum, “Mayhem”. A cantora desembarca no Brasil em maio, para se apresentar nas areias de Copacabana, no Rio de Janeiro. Continua após a publicidade RelacionadasModa5 óculos de grau delicados e elegantes que são tendência em 20257 fev 2025 - 10h02BelezaComo escolher a armação de óculos para o seu formato de rosto4 jun 2024 - 10h06ModaVerão 2024: 8 opções de óculos para curtir o sol com estilo17 jan 2024 - 10h01 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Continua após a publicidade Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp. Acesse as notícias através de nosso app Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade
Uma brasileira filmou um tubarão-tigre engolindo sua câmera enquanto mergulhava na Tiger Beach, nas Bahamas. Andréa Nascimento e um grupo de turistas participavam de uma expedição para nadar com os animais. Ajoelhada no fundo do mar, ela colocou a câmera dentro de uma caixa que continha petiscos para alimentar os tubarões. “Um deles se aproximou interessado nos petiscos, atraído pelo cheiro de peixe na caixa. De repente, confundiu nossa câmera com um dos petiscos e acabou a engolindo”, contou ela. SIGA CNN VIAGEM & GASTRONOMIA TAMBÉM EM OUTRAS PLATAFORMAS Instagram: https://www.instagram.com/cnnviagemegastronomia Tiktok: https://www.tiktok.com/@cnnviagemegastronomia Pinterest: https://br.pinterest.com/CNNBrasil/ Newsletters: https://newsletter.cnnbrasil.com.br
Aprenda uma irresistível receita de ceviche original com peixe branco, coco e manga. Ceviche de peixe branco com leite de coco Ingredientes 1kg de peixe branco 170g de cebola roxa (uma unidade média) 30g de pimenta dedo de moça 120 mls de suco de limão taiti 30g de gengibre 180 mls de leite de coco 200g de palmito pupunha 5g de tabasco 20g de sal 100g de manga 50g de coentro 30g de azeite Modo de Preparo Colocar em um recipiente o peixe branco limpo cortado em cubinhos de 1cm x 1cm. Adicionar a cebola roxa cortada fina em meias luas, o gengibre ralado, a pupunha crua cortada em cubos pequenos (com cerca de meio centímetro). Temperar com suco de limão, azeite, tabasco e sal. Adicionar a pimenta sem sementes picada. Finalizar com leite de coco e coentro. Levar para a geladeira por pelo menos 30min antes de servir. Para a decoração, servir porções dentro de metade de um coco aberto (como na imagem) e colocar pequenos cubos de manga por cima. Rendimento total: 1674g Confira AQUI nossa receita de Moqueca de peixe Veja conteúdos exclusivos da Rede Food Service no Youtube O post Ceviche de peixe branco com leite de coco apareceu primeiro em Rede Food Service.
Um dos melhores vinhos brancos brasileiros que eu já provei.
Brigadeiro de Leite Ninho Ingredientes 1 lata de Leite MOÇA® 395g 1 caixinha de NESTLÉ® Creme de Leite 200g 20g de manteiga sem sal 20g de Leite NINHO® Forti+ Integral em Pó Leite NINHO® Forti+ Integral em Pó para decorar Modo de preparo Em uma panela, misture o Leite MOÇA, o NESTLÉ Creme de Leite, a manteiga e o Leite NINHO. Cozinhe em fogo baixo, mexendo constantemente, até a mistura adquirir uma consistência espessa e começar a desgrudar do fundo da panela, por cerca de 10-15 minutos. Despeje a massa do brigadeiro em uma superfície forrada com plástico filme, formando uma almofada. Isso facilitará o armazenamento na geladeira e ajudará na maturação do brigadeiro. Deixe a massa descansar na geladeira por pelo menos 6 horas, mas idealmente de 8 a 12 horas, ou até de um dia para o outro. Isso permite que os sabores se desenvolvam e a textura se torne mais firme para moldar. Após o período de descanso, retire a massa da geladeira e forme bolinhas de aproximadamente 20g cada. Passe as bolinhas no Leite NINHO e peneire o excesso para garantir uma cobertura uniforme. Em seguida, use um ejetor ou carimbo para personalizar cada brigadeiro de acordo com o tema desejado. Confira AQUI nossa receita de Torta de chocolate, nozes e frutas secas Veja conteúdos exclusivos da Rede Food Service no Youtube O post Brigadeiro de Leite Ninho apareceu primeiro em Rede Food Service.
Basta um par para conquistar a cabeça (ou os pés) de milhares. De simples rasteirinhas a saltos deslumbrantes, os sapatos ocupam um lugar especial no guarda-roupa feminino. Não é à toa que personagens icônicos, como Carrie Bradshaw, de Sex and the City, perderam o controle dos gastos com eles. Pensando nisso, reunimos marcas que oferecem modelos originais, elegantes e cheios de estilo para você conhecer agora. A-Aurora Salto Olívia de A-Aurora@aaurora/Instagram Izabella Aurora Suzart de Sant’Ana é a mente criativa por trás da A-Aurora, marca que une história, música, arte e pensamento crítico em seus calçados – tudo para trazer um novo olhar para o luxo e uma perspectiva multidisciplinar promovida por abordagens da diáspora. Misci Misci e Botti desenvolveram juntos os sapatos do desfile Tenda Tripa@misci__/bottisaopaulo/Instagram Embora não seja focada exclusivamente em calçados, a brasileira Misci chama atenção por suas criações nada óbvias. A marca propõe, através do design, expressar a brasilidade e a regionalidade do país. Suas produções são tanto versáteis quanto atemporais e possuem uma estética cuidadosamente elaborada. Destaque para os tons terrosos e as autênticas botas. Botti Sapatilha Gio em pelo verde da Botti@bottisaopaulo/Instagram Continua após a publicidade Fundada em 2013, a Botti é um ateliê paulistano que cria sapatos de forma artesanal, unindo sofisticação, autenticidade e atemporalidade. Suas peças são pensadas para todas as idades e estações, com destaque para a variedade de cores, texturas e tecidos. Além disso, a marca promove uma relação mais consciente e duradoura com a moda, valorizando qualidade e estilo acima de tendências passageiras. Marcela B. Mocassim crochê da Marcela B.@marcela_b_/Instagram Marcela Bastos ainda vivia em Milão quando decidiu dar vida à sua marca de sapatos, Marcela B., em 2011. Sua experiência em lingerie couture e sapataria artesanal italiana serviram de base para lançar a proposta no mercado. Um ano depois, inaugurou seu ateliê na Rua Dias Ferreira, nº 417. Em 2013, a produção foi transferida para o Brasil, e, em 2016, a marca conquistou sua primeira loja no Rio Design Leblon. Famosa pela exclusividade, muitos dos modelos são feitos à mão e destacam o uso de materiais rústicos, como palha, vime, rede e bambu. Continua após a publicidade Vicenza Salto Lily da Vicenza@vicenza_/Instagram Criada em 1992 no Rio Grande do Sul, a Vicenza se destaca pelo design original, elegante e inovador. Em 2023, a marca foi adquirida pela Arezzo&Co, fortalecendo ainda mais sua presença no mercado. Conhecida pela versatilidade, a Vicenza combina diferentes materiais em suas criações, oferecendo opções que vão de delicadas rasteirinhas a sofisticados saltos altos. RelacionadasModa12 marcas de calças criativas para montar seu guarda-roupa3 nov 2024 - 07h11ModaLuxo nacional: marcas conquistam mercado acostumado com moda gringa13 fev 2023 - 08h02Moda5 marcas nacionais de moda que são a cara do verão18 jan 2023 - 08h01 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine as Newsletters CLAUDIA Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Continua após a publicidade Assine as Newsletters CLAUDIA Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso Whatsapp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp. Acesse as notícias através de nosso app Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade
A Pantone, autoridade mundial em cores, elegeu o Mocha Mousse como a cor do ano de 2025. O anúncio foi feito pela empresa nesta quinta-feira (5) e revelou ainda os detalhes sobre o tom de marrom claro. “Um marrom suave e evocativo que transporta nossos sentidos aos prazeres e às delícias”, descreve a marca sobre a escolha. RelacionadasCASA CLAUDIACor do ano 2025: marcas revelam os tons que serão tendência na decoração8 out 2024 - 14h10 O tom, intitulado PANTONE 17-1230 Mocha Mousse, é descrito como um marrom suave e profundo, com nuances de bege e cinza, que transmite estabilidade, calma e conexão com a natureza. Além disso, a escolha da Mocha Mousse para o ano de 2025 reflete um desejo crescente por uma estética mais acolhedora e orgânica em meio aos desafios globais e sociais atuais. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por PANTONE (@pantone) De acordo com a Pantone, a cor sugere uma sensação de reconexão com o mundo natural e uma busca por harmonia interna, já que o momento é de busca pelo aconchego e equilíbrio. Inclusive, a cor chegou a virar tendência para unhas este ano. O Mocha Mousse também dialoga com a ideia de uma estética mais madura e introspectiva, contrastando com as cores mais vibrantes e energéticas que marcaram tendências nos anos anteriores. Continua após a publicidade Versátil, a cor traz uma sensação de sofisticação acessível, que pode ser incorporada tanto na decoração quanto em moda, design e até mesmo em produtos de beleza. RelacionadasCASA CLAUDIA5 tendências de decoração que devem desaparecer em 202522 nov 2024 - 08h11CASA CLAUDIA6 tapetes que vão elevar a decoração da sua casa17 nov 2024 - 09h11CASA CLAUDIATetos coloridos: 17 ambientes que apostaram na tendência18 nov 2024 - 16h11 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine as Newsletters CLAUDIA Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Continua após a publicidade Assine as Newsletters CLAUDIA Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso Whatsapp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp. Acesse as notícias através de nosso app Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade
Na última segunda-feira (2), o British Fashion Awards elegeu Alex Consani como a Modelo do Ano. Ela é a primeira mulher transgênero a obter o título, sendo um grande marco para a representação de talentos LGBTQIA+ na moda. A modelo norte-americana ganhou destaque entre as concorrentes Alva Claire, Amelia Gray, Anok Yai, Mona Tougaard e Liu Wen. Em seu discurso de agradecimento, fez questão de destacar: “Agora, mais do que nunca, uma conversa importante que deve ser realizada é sobre como realmente apoiar e elevar uns aos outros dentro desta indústria, especialmente aqueles que têm sido considerados insignificantes”. A premiação, que é uma das mais importantes da indústria, já entregou este mesmo troféu para Kate Moss, Naomi Campbell e Bella Hadid. Quem é Alex Consani? Alex Consani nasceu em 23 de julho de 2003 na Califórnia e cresceu em uma família que a apoiou em relação a sua identidade. A transição teve início aos 12 anos, idade em que também começou a compartilhar conteúdos nas redes sociais, sendo uma inspiração para outras mulheres. Alex ganhou popularidade no TikTok e conta com milhões de seguidores@alexconsani/Reprodução Continua após a publicidade Em 2019, ela assinou contrato com uma das maiores agências de modelo, a IMG Models. Sua estreia na passarela foi em 2021 para Tom Ford, e depois desfilou para grifes como Versace, Chanel e Alexander McQueen. Neste ano, ao lado da brasileira Valentina Sampaio, Consani foi uma das primeiras modelos trans a desfilar na passarela do Victoria’s Secret Fashion Show. Alex também foi estrela de campanhas de marcas como Marc Jacobs e Jacquemus, Balenciaga e participou do videoclipe de 360, da Charli XCX. RelacionadasModaQuem é Valentina Sampaio, modelo trans que já estampou grandes capas11 jul 2020 - 11h07Moda5 melhores momentos do retorno de Victoria’s Secret Fashion Show 202416 out 2024 - 13h10ModaÍcone fashion: Cher é o grande destaque do desfile da Victoria’s Secret16 out 2024 - 16h10 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Continua após a publicidade Assine as Newsletters CLAUDIA Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine as Newsletters CLAUDIA Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso Whatsapp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp. Continua após a publicidade Acesse as notícias através de nosso app Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade
Versátil, saboroso e colecionando fãs ao redor do mundo, você, certamente, conhece, experimentou ou já ouviu falar do shoyu – ou molho de soja –; atualmente, um dos condimentos mais utilizados na culinária mundial. E no Brasil não é diferente. O molho de origem asiática virou um dos temperos mais recorrentes nas cozinhas dos restaurantes e lares brasileiros. Apesar de ainda estar bastante relacionado à culinária asiática, o shoyu é empregado em uma variedade de pratos salgados e doces de outras culturas, graças a sua versatilidade e capacidade de realçar sabores. Por isso, podemos encontrar o ingrediente com frequência em sopas, caldos, marinados, refogados, grelhados, churrascos, saladas e muito mais. Interessante, não é? Continue lendo e saiba mais sobre o shoyu, que, com certeza, é muito mais do que apenas um molho salgado. Estamos falando de um insumo multifacetado, que promove sabor, equilíbrio e complexidade aos pratos tradicionais e contemporâneos, e que, além disso, ainda carrega uma rica contribuição cultural. Origem do condimento Apesar de ser um símbolo da cultura gastronômica do Japão, o molho de soja tem raízes chinesas que datam de mais de 2.500 anos. O ancestral do shoyu era o Jiàng, uma conserva salgada de soja e grãos, como trigo ou cevada, que era fermentada para realçar o sabor dos alimentos. Kikkoman – Divulgação Buscando saber mais sobre a origem do condimento, consultamos a Kikkoman, uma das mais tradicionais empresas alimentícias do Japão, líder mundial em produção de shoyu e atuante no Brasil. A companhia, inclusive, mantém o mesmo processo de fabricação com fermentação natural desde o início da Era Edo, há mais de 300 anos. De acordo com informações da empresa, o molho foi introduzido no Japão na época da Corte Imperial de Yamato (250 DC – 710 DC), a partir da China e da península coreana. Já no país japonês, com o tempo, o Jiàng foi afetado pelo clima e pelo ambiente, transformando-se, aos poucos, no shoyu que conhecemos hoje. No mundo, a exportação do molho japonês começou no século XVII, mas só se expandiu significativamente após a Segunda Guerra Mundial. Mas afinal, o que é o shoyu? Sem dúvida, o molho de soja é um dos condimentos mais importantes da cozinha japonesa. Um posto conquistado em grande parte por sua versatilidade e sabor profundo e equilibrado, sendo ao mesmo tempo doce e salgado – o que é conhecido como “umami”, termo que traduzido livremente para o português significa saboroso e agradável –, o que favorece uma ampla variedade de alimentos. Molho chimichurri com Shoyu Kikkoman – Divulgação O molho é feito basicamente com quatro ingredientes: soja, trigo, água e sal. Dentro das cozinhas, seu uso vai desde uma discreta pincelada no alimento até as grandes quantidades. Costuma ser utilizado para substituir o sal, para acrescentar aroma e também para reforçar o sabor, textura e a coloração dos alimentos. Molho de soja ou shoyu? Apesar do shoyu ser um molho de soja, no mercado, os termos são utilizados para designar diferentes produtos. É o que explica o chef Julio Shimizu, sushi chef, proprietário do bar japonês Kakurega Izakaya e cozinheiro há mais de 40 anos. “Se partirmos do princípio do nome, são a mesma coisa. Porém, na prática, a diferença entre marcas e o método de produção correspondente a cada um dos termos são gritantes”, conta. Julio Shimizu, sushi chef – Foto: Divulgação Ficou confuso? A gente explica. De forma resumida, o produto considerado shoyu é aquele mais tradicional, de fermentação natural e mais lenta, geralmente mais escuro e com sabor mais complexo. Já o molho de soja é um termo mais genérico, podendo englobar tanto o shoyu tradicional quanto versões mais simples e de fermentação acelerada, ou seja, o termo abrange uma variedade mais ampla de produtos. Produção e características A Kikkoman explica para a Rede Food Service que no processo tradicional de produção do shoyu, a soja é lavada e cozida, sendo unida ao trigo torrado e quebrado. A mistura recebe microrganismos para iniciar o processo de fermentação, com umidade e temperatura controladas, e é colocada em salmoura. Após meses cercado de cuidados constantes, o shoyu é aquecido para eliminar os microrganismos e parar o processo de fermentação. Sushi – Foto: Getty Images – RFS A aparência do molho também é um quesito importante. O shoyu fabricado pela Kikkoman, por exemplo, possui uma coloração que se assemelha a de um rubi translúcido. Segundo a empresa, o molho é composto pelos cinco elementos do sabor: doce, azedo, amargo, salgado e umami. Cada um com uma função específica. A doçura confere suavidade ao prato; a acidez gera um leve frescor, o que suaviza o salgado; o amargo, ao se misturar com o salgado e a acidez, promove mais harmonia; já o salgado acentua o tempero, mantendo o equilíbrio e sendo o principal sabor sentido pelo paladar; para fechar, o umami, que é o nome do quinto sabor, acrescenta profundidade ao shoyu, desempenhando um papel importante para tornar a comida mais saborosa. Benefícios Além de todas as qualidades já citadas do shoyu, como a promoção do sabor umami, a versatilidade na cozinha, o realce de sabor, e o equilíbrio de texturas e cores do prato, o shoyu também tem alguns benefícios nutricionais. Por exemplo, o molho contém uma boa dose de aminoácidos e de sódio, possuindo ainda, em menor quantidade, outros minerais (como ferro, magnésio, potássio e fósforo), proteínas, carboidratos e vitaminas. Além de ser uma boa fonte de antioxidantes. Está tentando reduzir o sal? Já existem versões de shoyu com baixo teor de sódio, desenvolvidas justamente para quem precisa controlar a ingestão de sal. Confira AQUI na REDE FOOD SERVICE: Sushi, uma arte gastronômica que transcende fronteiras Em terras brasileiras A chegada do shoyu ao Brasil está intimamente ligada à imigração japonesa, que começou no início do século XX, ou seja, há mais de 100 anos. Muitos dos imigrantes se estabeleceram no estado de São Paulo, onde começaram a cultivar arroz, soja e outros produtos típicos do Japão, além de utilizar suas técnicas culinárias, incluindo o uso do shoyu. No Brasil, nos primeiros anos, o consumo do molho ainda estava restrito à comunidade japonesa e a alguns grupos que já tinham contato com a culinária oriental. Porém, com o crescimento da população de descendentes de japoneses e a popularização da culinária japonesa, principalmente com o sushi, o shoyu começou a se tornar cada vez mais conhecido fora desses círculos. O mercado se abriu. Foto: Getty Images – RFS O considerável aumento do número de restaurantes japoneses e a crescente curiosidade do brasileiro por sabores internacionais ajudaram a consolidar o shoyu como um item presente nas casas, restaurantes e mercados brasileiros. Hoje, o shoyu é um ingrediente amplamente utilizado em pratos não apenas da culinária japonesa, mas também em receitas brasileiras, como marinadas, temperos para carnes e até mesmo em pratos do dia a dia, como feijão. O chef Julio Shimizu conta para a Rede Food Service que é visível o aumento na popularidade do shoyu no Brasil. “Os brasileiros estão cada vez mais aprendendo a utilizar o produto. E, paralelamente a isso, a culinária japonesa está adentrando no cotidiano nacional. Hoje, todo mundo conhece um yakisoba”. Adaptações para o nosso paladar A verdade é que brasileiro adora adaptar pratos e ingredientes internacionais ao paladar nacional. E isso não seria diferente com o shoyu. A Kikkoman, marca líder mundial na produção do molho, com três bases no Japão e sete no exterior, está presente também no Brasil, reforçando sua presença no mercado através da Azuma Kirin Company, detentora das marcas Azuma, Azuma Kirin e Mirokumai. Aqui, a empresa teve o insight de olhar com atenção o mercado nacional, observando as preferências e necessidades para então fabricar produtos desenvolvidos especialmente para atender aos brasileiros. Roberto Shibakura, embaixador da Kikkoman no Brasil – Foto: Divulgação “Temos molhos mais escuros e mais suaves ao paladar, o que facilita a forma de utilização aqui no país”, explica Roberto Shibakura, embaixador da empresa no Brasil. Dentro do assunto, ele revela que acredita sim que os brasileiros descobriram um jeito próprio de utilizar o shoyu. “A forma de consumo do molho no Brasil e no Japão é bem diferente em alguns cenários. No Brasil, a tendência é utilizar mais molho para suprir a falta de potência de sabor, por isso temos esse costume de colocar muito shoyu na hora de comer sushi. Outro ponto que também influencia esse excesso de uso, é que os brasileiros têm menos costume de comer o peixe cru, portanto, se usa mais molho para ‘amenizar’ o gosto do peixe, e não para ‘realçar’, igual é feito no Japão. Esse costume ajudou a crescer a categoria e hoje o shoyu já é utilizado na rotina culinária de muitas regiões brasileiras”. Confira no canal YOUTUBE da REDE FOOD SERVICE: O SHOYU MAIS TRADICIONAL DO MUNDO – Roberto Shibakura no AnugaCast O molho certo para cada prato A variedade de molhos de soja existente no mercado é justificada gastronomicamente. De acordo com o chef Julio Shimizu, a necessidade de produtos diferentes para preparações distintas, é uma realidade. “O tipo certo de molho depende bastante da utilização. Existe o shoyu certo para cada tipo de prato. Para pratos quentes e refogados é um, para sashimi e sushi, outro, e assim por diante”, comenta. Shoyu Kikkoman – Divulgação Ciente disso, atualmente, no mercado nacional, a Kikkoman possui um tipo de “shoyu Honjozo” – feito pela primeira vez há mais de 300 anos, com fermentação natural, sem corante, açúcar, nem glutamato monossódico – e dois tipos de molho de soja disponíveis no portfólio de produtos. A empresa faz uso das duas nomenclaturas para diferenciar os itens. Roberto Shibakura, embaixador da empresa no Brasil, explica a utilização dos dois termos. “Essa divisão facilita a escolha dos clientes, pois eles conseguem entender mais facilmente qual produto buscam”, afirma ele. “Consideramos ‘shoyu Honjozo’ os molhos que possuem umami natural proveniente da fermentação natural. Já os ‘molhos de soja’ são os molhos desenvolvidos pela empresa que usam o shoyu Honjozo como base, porém com algum tipo de adaptação que atenda ao paladar dos brasileiros”. Dicas de utilização Quer saber como utilizar cada um dos molhos? Roberto Shibakura explica que o shoyu Honjozo é um produto muito versátil, podendo ser utilizado em qualquer preparo culinário. Mas há dicas para quem deseja iniciar uma experiência mais criativa com o shoyu, levando o molho para além do sushi. “O shoyu Honjozo fica muito bom substituindo o sal na salada, também para temperar carnes, fazer um molho para macarrão ou ainda para cozinhar legumes”. E não para por aí. Ele conta que também é possível combinar o shoyu Honjozo com receitas doces. “O molho pode ser utilizado para fazer alguns tipos de sobremesas, uma vez que confere um toque agridoce e traz umami para o prato”. Já sobre os molhos de soja da Kikkoman, ele explica: “O nosso ‘Sushi Sashimi e Grelhados’ é sugerido para o uso na mesa, como acompanhamento do sushi e sashimi. Mas também pode ser utilizado em preparos na cozinha. É um ingrediente que vai agregar muito sabor, porém, diferentemente do molho ‘Pratos Quentes e Refogados’, ele não traz o toque adocicado, sendo bem versátil e perfeito para pratos que fogem do sabor agridoce”. O embaixador da Kikkoman no Brasil continua. “Já o molho de soja ‘Pratos Quentes e Refogados’, como o nome já diz, sugerimos utilizar com algum tipo de preparo quente. Ele ajuda a agregar sabor, traz um toque levemente adocicado e ajuda a dar um brilho nos preparos. Dependendo da receita, conseguimos otimizar o tempo de redução do molho”. Quando o assunto é a utilização do shoyu, o chef Julio Shimizu conta para a Rede Food Service que costuma utilizar bastante o condimento na cozinha, principalmente em molhos de saladas e espaguete. Porém, não apenas para isso. “O uso do produto é muito amplo, se eu fosse citar, não caberia tudo aqui. De forma geral, ao utilizar o shoyu é importante pensar da seguinte forma: o ingrediente pode ser um aditivo do sal ou um substituto em algumas receitas, porém, com a vantagem de intensificar o sabor e a profundidade da receita. O molho funciona como um UP”. Mas, para isso, o chef destaca a importância de utilizar um shoyu de boa qualidade. “O shoyu pode melhorar muito sua receita. Por outro lado, se for um produto ruim, pode acabar de vez com o seu jantar”, dá a dica. E ele tem propriedade para falar sobre o assunto. Como um bom descendente de japonês, o shoyu funciona no cotidiano de Julio como o sal e o açúcar. “Usamos em quase todas as receitas, está no sangue. Na verdade, acho que meu sangue é shoyu”, brinca. Para os restaurantes e chefs, Julia deixa a dica: “Experimente diversos usos, em diferentes receitas. Descubra novos sabores com aquele agridoce ou ácido salgado que só o shoyu consegue proporcionar”. O post Shoyu: o molho japonês que virou paixão brasileira apareceu primeiro em Rede Food Service.
O site Dictionary.com elegeu, nesta segunda-feira (25), “demure” como a palavra do ano. A escolha foi justificada pelo dicionário online a partir do aumento de uso de 1.200% entre janeiro e agosto de 2024. Historicamente utilizada para descrever um comportamento discreto e reservado, a palavra foi popularizada a partir da frase “very demure, very mindful”, da TikToker e influenciadora de beleza Jools Lebron. Origem da palavra A popularidade da palavra explodiu após um vídeo no TikTok, no qual ela mostrava a forma como se arruma para o trabalho. “Estão vendo como faço minha maquiagem para o trabalho? Muito discreta, muito consciente”, disse. Atualmente, a publicação conta com mais de 54 milhões de visualizações. @joolieannie #fyp #demure ♬ original sound – Jools Lebron A escolha foi feita por meio de uma análise das tendências de redes sociais, notícias e diálogos que marcaram o cotidiano. A plataforma explica: “Embora o termo tenha sido usado para descrever aqueles que são reservados, quietos ou modestos, um novo uso se espalhou pelas mídias sociais.” Continua após a publicidade Nomes como Kim Kardashian, Jennifer Lopez, Lindsay Lohan e Jamie Lee Curtis aderiram à tendência nas redes sociais. Em campanha para sua marca de shapewear Skims, Kim Kardashian utiliza viral do TikTok@kimkardashian/Reprodução RelacionadasNotíciasJennifer Lopez e Ben Affleck entram com pedido de divórcio21 ago 2024 - 13h08CulturaJamie Lee Curtis faz discurso emocionante após vencer o seu primeiro Oscar12 mar 2023 - 21h03FamososLindsay Lohan está grávida de seu primeiro filho14 mar 2023 - 15h03 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Continua após a publicidade Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso Whatsapp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp. Continua após a publicidade Acesse as notícias através de nosso app Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade
O azeite Blend da Safra 2024, produzido pela Orfeu Azeites Especiais, conquistou 18 prêmios em concursos internacionais de azeite de oliva, consolidando sua posição entre os melhores do mundo. Elaborado na Fazenda Rainha, na divisa entre Minas Gerais e Mogiana Paulista, a safra deste ano recebeu medalhas de ouro em concursos realizados na Turquia, Escandinávia, Arábia Saudita e EUA. RelacionadasCozinhaO azeite brasileiro só cresce! Mulheres falam da evolução da indústria nacional20 ago 2021 - 16h08 Um total de 18 títulos pelo mundo Azeite recebeu medalhas de ouro em concursos realizados na Turquia, Escandinávia, Arábia Saudita e EUAOrfeu/Divulgação Entre as conquistas desta safra, estão medalhas de ouro conquistadas nos concursos Anatolian Iooc (Turquia/Balikesir), SIOOC (Escandinávia), AAIOOC (RIYADH/Arábia Saudita), USIOOC (Miami/EUA), Olivinus (Argentina), Terra Olivo (Israel/Jerusalém) e o Best In Class na EIOOC (Genebra/Suíça). Também recebeu medalhas de prata nos concursos Olio Nuovo Days (Paris/França), Athenas IOOC (Grécia/Atenas), China IOOC (China/Hangzhou), Kotinos (Grécia/Atenas), Olive Japan (Japão/Tóquio), London IOOC (Inglaterra/Londres) e JOOP Japão (Japão/Tóquio); e o bronze veio pelas premiações Soldoro/Aipo (Itália/Verona), Master Olive Oil (Itália/Monte Carlo) e Brazil IOOC (Brasil/São Paulo). Já a safra do ano passado, a Orfeu conquistou a 16ª posição no EVOO World Ranking, premiação que classifica os melhores produtores mundiais. Entre as marcas brasileiras, foi a melhor colocação. O azeite Picual, da linha Varietais de Orfeu, também obteve resultados expressivos em concursos internacionais. Continua após a publicidade O segredo do sucesso A especialista em azeites Suzan Fachin, da Orfeu Azeites Especiais, atribui o sucesso do produto ao processo de produção rigoroso, que envolve desde a colheita até o envase. “A qualidade do azeite de oliva depende de cada etapa do processo”, afirma. Segundo a especialista, na fazenda onde os azeites da marca são produzidos, as azeitonas são colhidas no seu melhor ponto de maturação e imediatamente processadas, a partir de um sistema contínuo de duas fases, que favorece a extração dos atributos sensoriais, especialmente o frutado. “Concentramos no Blend da Safra as variedades com maior potencial organoléptico na Safra 2024, alcançando um perfil sensorial complexo, rico em aromas e sabores”, detalha a especialista. A Orfeu Azeites Especiais também é a primeira empresa brasileira a receber a certificação da Rainforest Alliance, que reconhece sua dedicação à biodiversidade, conservação de recursos naturais e bem-estar humano. Continua após a publicidade RelacionadasLifestyle7 lugares para comer bem e comprar bons vinhos15 out 2024 - 19h10 Características do Blend da Safra 2024 A premiada safra da Orfeu possui variedades como a Grappolo, Picual, Coratina e Frantoio. O plantio das oliveiras da empresa é realizado em um terroir com solo vulcânico e altitudes acima de 1.250 metros, situado entre Minas Gerais e Mogiana Paulista. Continua após a publicidade Considerado um terroir privilegiado, essas características garantem uma pontuação alta e significativa em análise sensorial. Como escolher um bom azeite? O azeite extravirgem tem o prazo de até 18 meses como referência para um melhor consumoPixabay/Pexels Considerado o segundo produto mais fraudado do mundo, um bom azeite precisa ter na fórmula apenas azeitonas, não pode passar por tratamento químico e deve ter acidez baixa, de até 0,8%, para ser considerado extravirgem. Continua após a publicidade “Nosso paladar não percebe variações de acidez, então não faz diferença no gosto. Em contrapartida, um azeite com mais de 2% de acidez é nocivo à saúde”, alerta Paola Tedeschi, formada em Química pela Universidade de São Paulo, com especialização em Análise Sensorial pela Universidade Estadual de Campinas, e membro do Conselho Deliberativo da Academia Brasileira de Gastronomia. A especialista também recomenda o consumo em até 18 meses, já que, quanto mais jovem, melhor o produto. Confira as dicas completas nesta reportagem sobre azeites brasileiros. Na hora de comprar, confira algumas dicas práticas do que considerar no rótulo do azeite: 1. Denominação de Origem (DOP/DOC): Garante origem e qualidade; 2. Tipo de Azeite: Extra Virgem (AOEV), Virgem (AOV), Puro (AOP), Refinado (AOR) – extravirgens são os melhore azeites; 3. Acidez: Deve ser abaixo de 0,8% para azeites de oliva extra virgem (AOEV); 4. Safra: Indica ano de colheita – quanto mais jovem, melhor; 5. Variedade de azeitona: Informa sobre tipo de azeitona utilizada; 6. Região de origem: Indica localização geográfica; 7. Certificações: Rainforest Alliance, Organic, etc. Continua após a publicidade RelacionadasCozinhaEspaço em São Paulo proporciona experiência sensorial com azeites1 out 2023 - 08h10CozinhaO azeite brasileiro só cresce! Mulheres falam da evolução da indústria nacional20 ago 2021 - 16h08Notícias6 marcas de azeite têm venda proibida7 jul 2019 - 13h07 Acompanhe o nosso Whatsapp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp. Acesse as notícias através de nosso app Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade
A EcoFlame Garden é uma empresa brasileira que, em dois anos de história, tornou-se referência no segmento de móveis externos e lifestyle outdoor. Não à toa, trouxe para o terraço da Casa Clã Mama 2024 uma essência que tem como base o conforto, a sofisticação e a modernidade. “Os produtos da EcoFlame possuem design autoral e fabricação própria desde a primeira peça”, conta Luly Rossi, head de marketing da marca. A produção dos pufes é manual, e tem um eixo importante na sustentabilidade. A empresa possui uma linha, por exemplo, com a Fundação Projeto Tamar, na qual parte do enchimento dos móveis é feito com redes de pesca retiradas do oceano. Além disso, os tecidos são sustentáveis, o que lhes rendeu o selo Eco Friendly Fabric, indicando o uso de materiais com menos impacto ambiental e processos que reduzem a emissão de poluentes. Puffs, assentos, lareiras e redes são alguns dos itens da marca. Os produtos possuem alças para deslocamento, e o revestimento é resistente à água e ao cloro, pet friendly e tem proteção UV. A empresa também tem garantia contra desbotamentos e mofo, apostando na variedade de itens e nas variações de cores. Continua após a publicidade “A EcoFlame tem como objetivo criar experiências”, comenta Luly. A marca agora planeja a expansão de pontos físicos em capitais do Brasil, além da exportação para o mundo todo. “No último ano, iniciamos as exportações para Dubai, Estados Unidos, Portugal e Uruguai e esperamos que, em breve, possamos atingir ainda mais horizontes”, finaliza. Com produção artesanal, a EcoFlame Garden oferece itens modernos e aconchegantesEcoFlame Garden/Divulgação RelacionadasDecoraçãoMóveis para área externa: conheça a nova linha de Eco Flame27 jun 2024 - 16h06CASA CLAUDIACor do ano 2025: marcas revelam os tons que serão tendência na decoração8 out 2024 - 14h10DecoraçãoComo transformar a decoração da sua casa em apenas 24 horas19 set 2024 - 10h09 Acompanhe o nosso Whatsapp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp. Acesse as notícias através de nosso app Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade
“Muito pouco se fala sobre quanto a menopausa impacta a mente da mulher antes, muito antes de a menstruação começar a falhar.” A frase, colhida em pesquisa realizada pelas revistas CLAUDIA e VEJA SAÚDE, com o apoio da farmacêutica Bayer, revela um cenário ainda desconhecido para muitas brasileiras que estão entrando ou já vivem a etapa da baixa hormonal natural da idade. Batizada de A Vida Não Pausa, a sondagem foi feita pela internet e contou com a participação de 1.363 mulheres de todas as regiões do país. Entre os achados, chama atenção a dificuldade em obter um diagnóstico rápido e certeiro, situação relatada por 18% das entrevistadas, com sintomas muitas vezes confundidos com condições como ansiedade, depressão ou estresse. Para quase 30%, a menopausa só foi detectada após seis meses de peregrinação em consultórios. Neste levantamento, 27% das mulheres afirmam ter recebido um diagnóstico somente após 6 meses desde a primeira visita ao especialista para investigar os sintomasEstudio Coral/CLAUDIA “Desmistificar esse período como sendo relacionado a um envelhecimento não saudável ainda é um desafio”, diz a médica Isabel Cristina Esposito Sorpreso, professora associada da disciplina de Ginecologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). “Isso envolve questões culturais, etnorraciais e a vivência pessoal de cada mulher. Tudo repercute em como ela vai interpretar essa nova fase da vida”, pondera. Ondas de calor, irritabilidade, problemas de concentração e memória, diminuição da libido, fadiga e ansiedade são sentidos pela maioria das participantes da sondagem, gerando impacto físico e mental. A causa das desordens e desconfortos é a queda gradual do estrogênio, produzido pelos ovários ao longo da vida fértil. Continua após a publicidade “Esse hormônio atua no sistema nervoso central, incluindo o centro termorregulador, daí a flutuação que deflagra os fogachos”, explica a ginecologista Ilza Monteiro, professora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). “A oscilação do estrogênio afeta também a produção de serotonina e dopamina, neurotransmissores associados a alterações de humor”, continua. RelacionadasSaúde & Bem-EstarSintomas da menopausa exigem um olhar para si17 out 2024 - 09h10 Um olhar mais sensível para os sintomas De acordo com a ginecologista Anna Valéria Gueldini, da Associação Brasileira do Climatério (Sobrac), os primeiros sintomas são difíceis de perceber numa mulher ativa — na amostra, mais de 70% estão em plena atividade no mercado de trabalho. “A menopausa não acontece de forma igual para todas. Cada uma vai apresentar um conjunto de sinais diferentes, em tempos diferentes”, observa Anna Valéria. Entre cinco e sete anos antes da última menstruação, têm início os indícios da diminuição da capacidade ovariana, período chamado de perimenopausa, em que o fluxo começa a ficar irregular. “Algumas chegam a suspeitar de gravidez”, comenta Anna Valéria. Continua após a publicidade “Muitas buscam cuidados em portas erradas. Se notam mudança no padrão de sono, de cognição, alterações de humor, procuram um psiquiatra. Se sentem dor articular, vão a um ortopedista. Quando a queixa é de palpitação, porque as ondas de calor aumentam os batimentos cardíacos, agendam com um cardiologista”, enumera. Ao menos 33% das mulheres ouvidas nessa pesquisa afirmam terem sido assistidas em relação a investigação do profisisonal sobre os sintomasEstúdio Coral/CLAUDIA Na percepção de 1/3 das brasileiras ouvidas, o médico consultado não fez uma boa investigação dos relatos, sendo que uma parte teve que procurar até mais de três profissionais antes de obter o diagnóstico. E, mesmo depois disso, uma a cada cinco diz não ter recebido explicações satisfatórias sobre o período e as estratégias para amenizar os impactos na autoestima, no bem-estar mental e na vida sexual, sentidos por mais de 60%. Veja como as pacientes avaliam as explicações e direções médicas sobre os sintomasEstudio Coral/CLAUDIA Maria Isabel Sorpreso reforça que os sintomas vão ter intensidades variadas e podem ser vivenciados também de maneiras distintas, a partir da história de vida de cada uma. “Esse é um ponto muito importante que o médico deve considerar quando se trata de desmistificar a abordagem da menopausa”, diz a especialista, que é também coordenadora do projeto Menopausando, site criado para disponibilizar informações sobre o tema, sobretudo para quem utiliza o Sistema Único de Saúde (SUS). Continua após a publicidade “Antes da prescrição de qualquer tratamento, é fundamental investir na promoção de saúde e prevenção principalmente de doenças crônicas não transmissíveis e neoplasias, como câncer de útero”, orienta Isabel Cristina. Na visão da médica, a mulher precisa ser acolhida, ter suas queixas consideradas. Deve ser conscientizada sobre mudanças de estilo de vida, a importância do autocuidado, deixando de lado o tabagismo e abuso de álcool, por exemplo. Obesidade, sedentarismo, alto consumo de alimentos processados, tudo está relacionado a comorbidades que impactam a saúde e a qualidade de vida, e precisa ser levado em conta. “Aquelas que fazem atividade física, têm boa alimentação e qualidade de sono costumam passar por essa transição de maneira mais tranquila”, concorda Anna Valéria. A julgar pelo universo da pesquisa, embora uma em cada quatro mulheres afirme não ter recebido recomendações sobre alterações nesse sentido, boa parte está ciente de que são necessárias, uma vez que mais de 70% das respondentes concordam que exercícios físicos são importantes após a menopausa. Informação pode ser o melhor remédio A reposição dos hormônios em déficit, estratégia capaz de conter os abalos, não é totalmente conhecida e aceita pelas participantes. Tanto que 14% têm indicação médica para iniciar a terapia hormonal, mas relutam em dar esse passo por medo dos efeitos colaterais dos medicamentos ou até mesmo pelo custo do tratamento. Continua após a publicidade Cerca de 27% das pacientes alertam sobre o medo em relação aos efeitos colaterais causados pelo tratamento de reposição hormonalEstudio Coral/CLAUDIA As consequências da falta de estrogênio, alerta Anna Valéria, vão além das dificuldades mais perceptíveis. “O hormônio ajuda a manter o vaso sanguíneo saudável e a controlar o colesterol, então suas flutuações ou ausência aumentam o risco de doenças cardiovasculares”, diz a ginecologista, que foi uma das revisoras do mais recente Consenso Brasileiro da Terapêutica Hormonal do Climatério, da Associação Brasileira do Climatério (Sobrac) e Federação Brasileira de Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). No longo prazo, também provoca prejuízo à massa óssea, dando origem à osteoporose. Isso sem contar o surgimento de perrengues geniturinários, intensificando ressecamento vaginal, disfunção sexual, perda de libido, incontinência urinária e por aí vai. No nosso estudo, entre aquelas que optaram pela reposição, 75% dizem que ela ajudou a controlar os sintomas. “É a partir da análise dos riscos e contraindicações que o ginecologista vai ofertar ou não a terapia hormonal”, contextualiza Isabel Cristina, da FMUSP. “Iniciada dentro da chamada janela de oportunidade terapêutica, abaixo de 60 anos ou com menos de uma década da menopausa, quanto mais próximo do início dos sintomas for iniciada, menor o risco de sofrer problemas cardíacos”, destaca Anna Valéria. A pesquisa ainda indicou que 58% das entrevistadas ajudou muito no controle dos sintomas causados pela baixa hormonalEstudio Coral/CLAUDIA Para aquelas que não querem ou não podem fazer uso da terapia hormonal contínua, há alternativas não hormonais capazes de amenizar sintomas específicos, caso de laser e radiofrequência para a secura vaginal. Continua após a publicidade “Seja qual for o caminho, a coparticipação da mulher no seu autocuidado é fundamental e tem que ser considerada. Qualquer decisão deve sempre ser compartilhada com ela”, conclui Isabel Cristina Sorpreso. RelacionadasSaúde & Bem-EstarMeditação como prática restaurativa para pacientes oncológicos30 out 2024 - 15h10Saúde & Bem-EstarA menopausa é o fim? “Estou vivendo a melhor fase da minha vida”29 out 2024 - 14h10CulturaA arte ancestral de Mayara Ferrão, Mônica Ventura e Heloisa Hariadne8 nov 2024 - 08h11 Acompanhe o nosso Whatsapp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp. Acesse as notícias através de nosso app Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade
De 1 a 30 de novembro, 5 estados do Brasil – São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Paraná – celebram os 12 anos do Burger Fest. A 19ª edição reúne restaurantes, bares e hamburguerias para promover, simultaneamente ,a cultura do hambúrguer de qualidade. “Para essa edição especial, a curadoria selecionou casas e chefs que sempre estiveram presentes no evento e performaram promovendo inovação, qualidade e talento”, afirma Claudio Baran, criador do festival, que destaca uma das novidades de 2024: o ranking Burger Fest dos 50 melhores hambúrgueres do Brasil, que serão eleitos pela curadoria do festival e pelo voto popular por meio do site: burgerfest.com.br. FOTO: Divulgação Taverna Medieval/ Mário Rodrigues As casas participantes vão criar um hambúrguer e um acompanhamento inédito para a edição do evento, a preço livre. “Nosso objetivo é sempre fomentar novas experiências de consumo para o público”, reforça Baran. Serão mais de 100 estabelecimentos distribuídos entre os 5 estados. Entre os participantes de São Paulo estão reconhecidas hamburguerias, como Holy Burger, Mr Mills, Smart Burger, Koburger, Taverna Medieval, novíssimas casas como o Pepper Jack Station, clássicos como Osnir Burger e Burdog, além de restaurantes como Forneria San Paolo e Xepa. FOTO: Divulgação BBC Burger/ Mário Rodrigues O festival já injetou cerca de R$ 5 milhões no mercado de hambúrguer nacional em mais de 10 anos, atingindo a marca de mais de 1,8 milhão de hambúrgueres consumidos, com aproximadamente 3.000 estabelecimentos espalhados pelo Brasil, gerando um valor de R$ 150 milhões em vendas. _________ FOTO DESTAQUE: Divulgação Mr Mills/Mário Rodrigues FOTOS: Divulgação Taverna Medieval e BBC Burger/ Mário RodriguesThe post Começa a nova edição do festival Burger Fest em 5 estados brasileiros first appeared on Go Where - Lifestyle e Gastronomia.
Um vinho branco feito com duas uvas que se combinaram perfeitamente. Esse vinho é da curadoria do Vino!, uma rede de winebars que tem várias unidades em várias capitais e grandes cidades. Gostei bastante.
Em 2024 eu vou mostrar aqui para vocês (pelo menos) 50 vinhos brasileiros e esse eu achei que valia o destaque. O 817m é um vinho exclusivo da linha Curadoria, da rede de winebars Vino! que tem em diversas cidades.
Gerado pela nossa IA exclusiva