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A poucos quilômetros do Taj Mahal, um lugar chama atenção. No Sheroes Hangout, o massala chai é servido pelas mãos de mulheres sobreviventes de ataques com ácidos. Elas são o rosto e a força do café fundado em 2014, em Agra, no Norte da Índia, pela Fundação Chhanv, com o propósito de gerar oportunidades de trabalho e incentivar a autonomia a mulheres vítimas desse tipo de violência. Violência com ácido é recorrente na Índia Na Índia, a violência com ácido contra mulheres ainda é muito presente. De acordo com o India’s National Crime Records Bureau (NCRB), são reportados aproximadamente duzentos casos por ano e 80% das vítimas são as mulheres. Muitos casos estão ligados à rejeição amorosa, disputas familiares ou conflitos relacionados a propriedades. O ácido, vendido ilegalmente de maneira relativamente acessível, é utilizado como arma para desfigurar e intimidar mulheres. As consequências físicas e psicológicas costumam ser permanentes, exigindo dezenas de cirurgias e longos processos de recuperação. Como surgiu a ideia do projeto A ideia do café surgiu com a dificuldade que muitas sobreviventes encontravam ao tentar ingressar no mercado de trabalho após os ataques. Em sociedades com altos índices de desigualdade gênero, muitas vítimas chegam a deixar de frequentar espaços públicos por conta do estigma e preconceito. O primeiro Sheroes Hangout nasceu a partir de uma dessas histórias. Geeta Mahor foi atacada pelo marido enquanto dormia com suas filhas. O golpe brutal do ácido não marcou apenas a vida de Geeta, mas também das meninas. Continua após a publicidade Com uma filha morta e outra cega, sem renda, nem apoio, sua trajetória chegou ao cofundador Ashish Shukla, que decidiu criar o Sheroes como alternativa de sobrevivência. O café foi inaugurado na cidade de Agra, em Uttar Pradesh, e posteriormente ganhou unidades em Lucknow e Noida. Sheroes Hangout em Agra, ÍndiaChhanv Foundation'/Reprodução O nome “Sheroes” mistura as palavras “she” e “heroes”, algo como “elas heroínas”, que evidencia o protagonismo dessas mulheres. Administrado pelas próprias sobreviventes, funciona como um espaço de autonomia financeira e reconstrução da autoestima. Continua após a publicidade Durante anos, o estabelecimento operou no modelo “pague quanto quiser”, justamente porque as funcionárias nunca haviam trabalhado em restaurantes e queriam criar um ambiente mais livre e acolhedor para os visitantes. Muito mais que um café Além de servir refeições e bebidas, o espaço também abriga exposições, debates e campanhas de conscientização sobre violência de gênero. Nas paredes, fotografias e frases motivacionais dividem espaço com relatos das mulheres que trabalham ali. O café se tornou um ponto turístico , atraindo visitantes interessados na história de sobrevivência das funcionárias. Segundo a fundação responsável pelo projeto, mais de 100 sobreviventes de ataques com ácido já receberam assistência médica, apoio jurídico, educação e oportunidades de emprego por meio da organização. Continua após a publicidade O Sheroes também financia cirurgias reconstrutivas e mantém projetos de capacitação profissional para mulheres vítimas de violência. “Elas querem ser normais, e normal significa acordar de manhã e ir trabalhar” , afirmou Alok Dixit, o outro fundador da Chhanv Foundation, em entrevista ao jornal The Times. <b id="message-undefined" class="error-message">Imagem sem fonte</b> Funcionárias do Sheroes Hangout em Agra, ÍndiaChhanv Foundation'/ Até 2014, o ano de inauguração do primeiro Sheroes Hangout, os ataques com ácido não eram considerados crimes de alta gravidade na Índia. Os agressores recebiam apenas três meses de pena de prisão. A trajetória das mulheres de Sheroes é um movimento inspirador e necessário para a mudança desse cenário, impedindo a normalização desse tipo de violência. Continua após a publicidade Como ser uma mulher empoderada? Veja 7 hábitos essenciais Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! 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A temporada de casamentos está oficialmente aberta! Conhecido tradicionalmente como o mês das noivas, maio é marcado por salões cheios de mulheres prestes a subirem ao altar. E, mais do que cabelo e maquiagem, as unhas também merecem atenção especial — afinal, ninguém quer fotos das alianças com uma esmaltação descuidada. Segundo relatório do Pinterest, em 2026, o clássico esmalte branquinho perde espaço para uma proposta mais ousada. O maximalismo chega com força, trazendo nail arts elaboradas e cheias de personalidade. Se você quer entrar na tendência, mas ainda não sabe como, reunimos 15 inspirações para o grande dia. Com joias Inspirações de unhas maximalistas com jóias para noivasPinterest/Reprodução As unhas com jóias são a grande aposta do ano, independentemente da ocasião. O segredo está em adaptar a tendência ao estilo da noiva, apostando em adereços como pérolas, cristais, aplicações brilhantes e flores delicadas. Coloridas Inspirações de unhas maximalistas coloridas para noivasPinterest/Reprodução O casamento, muitas vezes, pedir um look all white não significa que as unhas precisam seguir o mesmo padrão. Para noivas mais autênticas e dispostas a ousar, as cores surgem como uma forma de expressar personalidade e fugir do óbvio. Continua após a publicidade 3D Inspirações de unhas maximalistas em 3D para noivasPinterest/Reprodução Branco não precisa ser sinônimo de algo sem graça. As aplicações em 3D trazem um destaque sutil e elegante, adicionando textura à nail art sem roubar a cena. Flores e rendas em relevo são ótimas escolhas para manter o romantismo com um toque moderno. Douradas Inspirações de unhas maximalistas douradas para noivasPinterest/Reprodução O dourado é quase obrigatório para quem deseja uma proposta maximalista. Pode aparecer em detalhes sobre bases claras, em texturas, aplicações ou até em unhas completamente douradas. A ideia é explorar combinações que dialoguem com os acessórios da noiva. Continua após a publicidade Pratas Inspirações de unhas maximalistas pratas para noivasPinterest/Reprodução Seguindo a mesma lógica do dourado, o prata é ideal para quem opta por joias nesse tom, como brilhantes e pérolas. Ele traz um ar sofisticado, funcionando bem tanto em detalhes quanto em propostas mais marcantes. As 10 cores de esmalte que vão dominar 2026 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Continua após a publicidade Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp. Acesse as notícias através de nosso app Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade
A teledramaturgia brasileira sempre teve força para lançar tendências. Ao longo das últimas décadas, várias atrizes entraram no imaginário popular também pelos cabelos de suas personagens. Foi assim com Maria Casadevall e o chanel com franjinha de Amor à Vida (2013), com Giovanna Antonelli e o pixie de Da Cor do Pecado (2004), ou com Bella Campos e o bob de Vale Tudo (2025). Aqui, relembre cortes icônicos que fizeram muitas brasileiras correrem para o salão. Maria Casadevall, em Amor à Vida O cabelo chanel com franjas de Maria Casadevall é lembrado até hojeJoão Miguel Júnior/TV Globo Maria Casadevall deu vida à ousada Patrícia, na novela Amor à Vida, com um corte chanel de franja acima das sobrancelhas. O visual repicado se tornou um dos mais marcantes da trama. O estilo combinava com a personalidade forte da personagem, que ficou cética em relação ao amor após ser traída durante a lua de mel. Uma curiosidade é que a atriz cortou o próprio cabelo antes de saber que havia passado no teste, apenas por vontade de mudar o visual. Claudia Raia, em Salve Jorge O cabelo em camadas e em um tom quente de Claudia Raia virou referência para diversas mulheresJoão Miguel Júnior/TV Globo Claudia Raia viveu a vilã Lívia Marine, responsável por uma gangue de tráfico de mulheres, em Salve Jorge (2012). Apesar do lado cruel da personagem, ela mantinha uma imagem delicada diante das aparências, e o visual ajudava a construir essa dualidade. O cabelo em camadas, em um tom de castanho avermelhado escuro, ganhava ainda mais destaque com pontos de iluminação nas pontas. Continua após a publicidade Giovanna Antonelli, em Da Cor do Pecado O cabelo pixie de Giovanna Antonelli é um dos mais icônicos da teledramaturgia brasileiraGiovanna Antonelli/Reprodução Giovanna Antonelli é dona de um dos cabelos mais icônicos da teledramaturgia brasileira. Em Da Cor do Pecado, a atriz apareceu com um pixie cut repicado, iluminado por mechas loiras e raiz mais escura. As laterais mais baixas ajudavam a reforçar o estilo moderno da personagem. Conhecida por usar os fios mais longos, Giovanna consolidou uma das vilãs mais marcantes da TV brasileira com um visual igualmente inesquecível. Bella Campos, em Vale Tudo Bella Campos passou por uma transformação no visual para interpretar Maria de Fátima, o que incluiu o corte bob@bellacampox/Instagram Para interpretar Maria de Fátima no remake de Vale Tudo, Bella Campos precisou cortar o cabelo. O bob na altura do queixo valorizou ainda mais o volume natural dos fios ondulados. Na trama, o novo visual aparece após a personagem aplicar um golpe na própria mãe, simbolizando a nova fase de Maria de Fátima. Isadora Cruz, em Coração Acelerado O cabelo com mechas loiras mais focadas nas pontas, de Isadora Cruz, trouxe ar romântico para a atriz@isadoracruz/Instagram Continua após a publicidade Isadora Cruz interpreta a protagonista Agrado Garcia na novela das sete da Globo, Coração Acelerado (2026). A cantora sertaneja exibe um cabelo loiro e ondulado, que reforça sua personalidade solar. Os fios vão ficando mais claros em direção às pontas, o que cria um efeito iluminado natural. Theresa Fonseca, em A Nobreza do Amor Theresa Fonseca cortou o cabelo para interpretar Virgínia@theresafonseca/Instagram Theresa Fonseca é mais uma das atrizes que precisou cortar o cabelo para viver uma personagem. Em A Nobreza do Amor (2026), ela usa um chanel liso que chamou a atenção do público pelos headpieces brilhantes usados como acessórios de cabelo. Marina Ruy Barbosa, em Totalmente Demais Marina Ruy Barbosa tinha cabelo long bob na novela Totalmente DemaisArtur Meninea/TV Globo Em Totalmente Demais (2015), Marina Ruy Barbosa renovou seu tradicional cabelo ruivo com um long bob na altura do peitoral. O comprimento valorizava ainda mais a cor natural dos fios e acabou se tornando tendência na época. Continua após a publicidade Isabelle Drummond, em Coração Acelerado Isabelle Drummond deixou os cabelos mais claros para interpretar sua primeira vilã@yeuxpapillon/Instagram Para interpretar sua primeira vilã em Coração Acelerado (2026), Isabelle Drummond precisou clarear os cabelos. O castanho natural ganhou mechas loiras em um comprimento médio, ajudando a transformar a personagem influenciadora, ligada ao universo das tendências. As 10 cores de esmalte que vão dominar 2026 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. 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Se você está em busca de leituras picantes e envolventes, que misturam emoção, crescimento pessoal e romance, esses livros são feitos para você. Neles, por meio de encontros e desencontros, os protagonistas embarcam em suas jornadas de autoconhecimento, encontrando novos caminhos e pessoas de forma inesperada. Por meio desses livros, você poderá explorar um prazer sem culpa e sem julgamentos. Cada história te convida a viver de forma mais profunda. Confira: 1. Até que o verão nos separe Compre agora: Amazon - R$ 71,90 Escrita pela autora best–seller do The New York Times Meghan Quinn, conta a história de Scottie Price, que após uma desilusão amorosa, decide se mudar para Nova York em busca de recuperar sua autoconfiança. Você vai mergulhar em um mundo de autoconhecimento, amor de verão e término de ciclos. 2. Uma fazenda com a magia do Natal (Amores de Dream Harbor — vol. 3) Compre agora: Amazon - R$ 34,32 Continua após a publicidade Terceiro volume da série Amores de Dream Harbor, Laurie Gilmore apresenta uma comédia romântica natalina de dois opostos que se atraem em uma cidade pequena. Seu enredo aborda temas como recomeço e novas chances, conexões humanas, confiança e claro, a magia do Natal. 3. Amor e outras conspirações Compre agora: Amazon - R$ 41,48 Escrito pela Mallory Marlowe, acompanha a história de Hallie Barret após um término de relacionamento. Em uma trama sobre amor em meio à incerteza, Hallie vive conexões inesperadas enquanto aprende a confiar novamente e a enxergar novas possibilidades para sua vida. Continua após a publicidade 4. Tudo por você Compre agora: Amazon - R$ 44,76 Sequência de Alerta de spoiler, oferece uma narrativa bem-humorada ao tratar sobre temas como TDAH, burnout e gordofobia. Em um enredo cheio de cenas picantes, traz reflexões essenciais sobre relacionamentos abusivos, autoconfiança e exposição na internet. 6 livrarias em SP tão lindas e diferentes que valem a visita Continua após a publicidade Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Continua após a publicidade Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp. Acesse as notícias através de nosso app Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade
O que você vai encontrar neste artigo: Por que descobrir seu estilo favorito de vinho não é tão óbvio? Antes de tudo: vinho é sensação, não teoria Teste prático: o trio que revela seu paladar O teste da harmonização: seu paladar revela muito nas refeições O teste da repetição: qual vinho você naturalmente escolhe de novo? O método prático definitivo: a degustação guiada Encontrar seu estilo favorito de vinho não é sobre decorar termos técnicos, ler notas de degustação complexas ou entender mapas de regiões. É sobre experimentar, observar como cada taça se comporta na boca e perceber quais sensações realmente agradam você. O problema é que a maioria das pessoas tenta descobrir seu gosto pelo caminho mais difícil: lendo rótulos, ouvindo recomendações aleatórias ou escolhendo vinhos pelo preço ou pelo país. A verdade é simples: seu estilo favorito de vinho não está no rótulo, está na sua experiência prática. Este guia mostra um caminho direto, leve e estruturado para que qualquer pessoa descubra, na prática, os estilos de vinho que combinam com seu paladar. Por que descobrir seu estilo favorito de vinho não é tão óbvio? O consumo de vinho cresceu muito nos últimos anos, mas junto com ele cresceu a quantidade de rótulos, categorias, estilos, países e técnicas. A variedade é enorme, o que é ótimo, mas também causa confusão. O dilema mais comum é: “Eu gosto de vinho tinto, mas não sei qual.” ou “Já tomei vinhos que adorei e outros que achei ruins… e não sei qual é a diferença.” Isso acontece porque, sem perceber, as pessoas julgam o vinho pela marca ou pela uva, mas não pela sensação que aquele vinho produz. E é justamente isso que muda tudo. Antes de tudo: vinho é sensação, não teoria Para descobrir seu estilo favorito, você precisa entender que vinho se revela em cinco pilares sensoriais: 1. Acidez Sensação de frescor na boca. Vinhos mais ácidos são mais vibrantes, refrescantes, vivos. 2. Taninos Aquela secura que “agarra” na boca, típica dos tintos. 3. Corpo A textura do vinho: leve, médio ou encorpado. 4. Doçura Varia de totalmente seco até doce (como vinhos de sobremesa). 5. Aromas Fruta, flores, especiarias, madeira, ervas, notas minerais… tudo isso influencia sua percepção. Quando você entende esses pilares na prática, descobre exatamente quais combinações fazem sentido para você. O mapa mais simples para começar: leve, médio ou encorpado Se você ainda não sabe por onde ir, comece respondendo apenas uma pergunta: “Eu prefiro vinhos leves, médios ou encorpados?” Essa resposta, sozinha, já te coloca no caminho certo. Vinhos leves Sensação refrescante, acidez alta, taninos baixos. Perfeitos para quem gosta de vinhos fáceis, vibrantes e descomplicados. Exemplos: Pinot Noir, Gamay, brancos jovens, rosés secos. Vinhos de corpo médio Equilíbrio entre fruta, estrutura e acidez. São os mais versáteis e agradam grande parte dos iniciantes. Exemplos: Merlot, Tempranillo, Sangiovese, brancos envelhecidos. Vinhos encorpados Mais densos, com taninos marcantes e sabores intensos. Favoritos de quem busca impacto e personalidade. Exemplos: Cabernet Sauvignon, Syrah, Malbec, vinhos com passagem por barrica. A ideia não é acertar de primeira. É sentir. Teste prático: o trio que revela seu paladar A maneira mais rápida de descobrir seu estilo favorito é organizar uma degustação simples com três perfis diferentes: 1. Um vinho leve (Pinot Noir ou um branco fresco como Sauvignon Blanc) 2. Um vinho de corpo médio (Merlot, Tempranillo ou um Chardonnay mais cremoso) 3. Um vinho encorpado (Cabernet Sauvignon, Malbec ou Syrah) Servidos lado a lado, eles mostram de forma quase óbvia qual perfil conversa com você. O que observar em cada taça Qual é mais agradável nos primeiros segundos? Qual deixa a boca mais confortável? Qual você beberia uma segunda taça com facilidade? Algum parece agressivo, pesado ou “duro”? Algum parece muito ácido? O que você responde aqui é mais importante do que qualquer explicação técnica. O teste da temperatura: um detalhe que muda tudo A temperatura altera completamente a percepção do vinho. Se estiver muito gelado aromas somem acidez aumenta o vinho parece “duro” Se estiver muito quente álcool sobressai o sabor fica pesado os aromas parecem doces demais Para descobrir seu estilo favorito, teste diferentes temperaturas: Resfrie um pouco mais um tinto leve e veja se melhora. Deixe um tinto encorpado abrir alguns minutos antes de provar. Teste um branco não tão gelado. Você pode descobrir que seu vinho favorito sempre parece “ruim”, quando na verdade estava apenas mal servido. O fator acidez: você prefere frescor ou suavidade? A acidez é responsável pela sensação de frescor. Se você gosta de: vinhos vibrantes sensação refrescante leveza mais fluidez Então provavelmente prefere vinhos com acidez mais alta, especialmente brancos aromáticos, rosés e tintos leves. Se você prefere: vinhos macios sensação mais cremosa menos agressividade boca mais suave Então seu estilo pode ser vinhos de acidez moderada, como Merlot, Chardonnay com barrica ou Sangiovese. Acidez é um dos indicadores mais claros de preferência pessoal. O fator tanino: você gosta ou não? Tanino divide opiniões. Se você não gosta de taninos: Provavelmente sente: secura na boca sensação de “areia” na língua amargor desconforto peso Isso indica que vinhos leves ou médios são melhores para você. Se você gosta de taninos: Provavelmente aprecia: estrutura vinhos mais densos sabores marcantes impacto na boca Nesse caso, você tende a gostar de Cabernet Sauvignon, Tannat, Malbec, Syrah e outros encorpados. Tanino é o elemento que mais afasta iniciantes, e o mais fácil de identificar. O fator aroma: frutado, floral, herbáceo ou amadeirado? Seu estilo também depende do aroma que mais agrada seu nariz. Frutados Pessoas que preferem vinhos: macios com sabor de frutas maduras redondos Geralmente gostam de Merlot, Malbec e Chardonnay mais cremosos. Florais e aromáticos Quem gosta de perfumes suaves e delicados tende a amar: Sauvignon Blanc Torrontés Gewürztraminer Rosés secos Herbáceos Aromas de ervas, tomate, folha ou mato podem agradar quem gosta de complexidade. Exemplos: Cabernet Franc, Carmenère, Sauvignon Blanc da Nova Zelândia. Amadeirado Se você gosta de: baunilha chocolate café coco especiarias Isso indica preferência por vinhos com passagem por barrica, como muitos Cabernets e Chardonnays maturados. O teste da harmonização: seu paladar revela muito nas refeições A comida pode ser o melhor teste sensorial para descobrir seu gosto. Se você prefere vinhos com comidas leves saladas peixes massas sem molhos pesados Provavelmente gosta de vinhos mais leves e frescos. Se você prefere vinhos com carnes ou molhos intensos churrasco massas ricas carnes de panela queijos fortes Seu estilo tende para os encorpados. Harmonização não só melhora o vinho, ela revela suas preferências. O teste da repetição: qual vinho você naturalmente escolhe de novo? Essa é uma métrica reveladora. Quando você encontra um vinho de que realmente gosta, tende a: lembrar do sabor querer repetir buscar vinhos parecidos sentir segurança na escolha Essa repetição revela padrões. Anote os vinhos que mais te agradam e observe: uva país acidez corpo taninos aromas Três repetições já formam um padrão claro. A importância de experimentar regiões diferentes Mesmo dentro de uma mesma uva, há diferenças significativas dependendo do lugar onde é produzida. Exemplo: Malbec Argentina → fruta mais madura, maciez França → mais acidez, corpo menor Chile → estilo mais equilibrado Exemplo: Chardonnay Califórnia → amadeirado, amanteigado França (Chablis) → fresco, mineral Austrália → tropical, intenso Testar regiões revela qual perfil você realmente prefere — mais fresco? mais quente? mais estrutural? O método prático definitivo: a degustação guiada Nada acelera mais sua descoberta de estilo do que uma degustação acompanhada por alguém experiente. Por quê? você prova vinhos diferentes lado a lado aprende a identificar acidez, corpo e taninos entende a lógica por trás das sensações amplia repertório rapidamente descobre combinações que nunca teria imaginado Isso encurta anos de tentativa e erro. Registre tudo: seu paladar muda com o tempo Por incrível que pareça, seu gosto por vinho evolui. Você pode começar preferindo vinhos leves e, meses depois, gostar mais dos encorpados — ou o contrário. Por isso, registre: o que gostou o que não gostou notas aromáticas sensações situações de consumo Com o tempo, você verá padrões cada vez mais claros. Como o Clube de Vinhos Experiência acelera sua descoberta de estilo Descobrir seu estilo favorito de vinho sozinho pode levar tempo. Você precisa testar uvas diferentes, países diferentes, níveis de acidez, taninos, corpo e técnicas de vinificação. Isso é possível, mas exige tentativa e erro, escolhas no escuro e, muitas vezes, dinheiro desperdiçado em garrafas que não conversam com seu paladar. É exatamente esse o problema que o Clube de Vinhos Experiência, da Tudo e Vinho, resolve na prática. O clube foi criado para guiar pessoas que querem beber bem, aprender na prática e evoluir no universo do vinho sem complicação. Em vez de simplesmente enviar garrafas, o Clube entrega curadoria, tema e propósito por trás de cada seleção. Fonte: Freepik.com Como isso ajuda a identificar seu estilo rapidamente 1. Cada mês tem um tema sensorial Antes de escolher os rótulos, o sommelier define uma sensação, uma proposta sensorial ou um tipo de experiência. Isso cria um fio condutor claro: mês mais fresco mês aromático mês estruturado mês gastronômico mês de regiões pouco óbvias mês de comparação entre estilos Você aprende por contraste e contraste revela preferência. 2. Os rótulos são selecionados para ensinar algo na prática A pessoa não recebe duas garrafas aleatórias. Recebe duas garrafas que “conversam” entre si. Isso permite entender: diferença entre corpo leve e médio níveis de acidez estilos jovens vs estilos de barrica países frios vs quentes uvas tradicionais vs uvas fora do óbvio Em poucas semanas, você percebe padrões no próprio paladar. 3. As explicações são claras e diretas, sem tecnicismo que afasta O clube não trata o vinho como algo distante. Cada seleção vem com: explicação simples sobre o estilo o que esperar de aroma e sabor dicas de harmonização percepções que ajudam a comparar orientações de temperatura e serviço Você entende o porquê de gostar ou não de cada perfil. 4. Você prova rótulos que não escolheria sozinho Um dos maiores obstáculos para descobrir seu estilo é que as pessoas acabam comprando sempre os mesmos tipos de vinho, por costume, insegurança ou falta de referência. Com o clube, você é exposto a estilos que não faz ideia de que pode gostar, e isso abre portas para descobertas reais. 5. Curadoria feita por quem vive vinho todo dia O Rodrigo, sommelier e curador do clube, já visitou vinícolas em diversos países. Isso te garante: segurança na escolha coerência nas seleções variedade controlada vinhos que realmente se complementam evolução constante mês a mês Sua descoberta deixa de ser aleatória e vira um processo guiado. Na prática: o Clube faz por você o que levaria anos para aprender sozinho Ao longo dos meses, você percebe um padrão: começa a entender quais aromas te agradam identifica o nível de acidez que te deixa confortável descobre quais taninos fazem sentido para o seu paladar enxerga claramente o tipo de corpo que prefere compara estilos sem depender de rótulo ou marketing cria repertório com calma, sem exagero, sem pressão O Clube te entrega experiência, não só garrafas. No final, descobrir seu estilo favorito deixa de ser acaso e vira evolução.
O que você vai encontrar neste artigo: Por que certas misturas “matam” o vinho? Comidas muito picantes: calor × álcool não combinam Vinagre, limão demais e acidez extrema Doces muito açucarados (o maior assassino de vinhos tintos) Café, chocolate amargo e bebidas fortes junto do vinho Alimentos com enxofre ou compostos muito intensos Queijos muito fortes com vinhos muito tânicos Como evitar essas misturas sem complicar? Sentir o vinho como ele realmente é Misturar vinho com o alimento, o cheiro ou o objeto errado pode arruinar por completo uma experiência que deveria ser simples e prazerosa. O problema é que muita gente comete esses erros sem perceber e acaba achando que o vinho é ruim, quando na verdade o culpado é outro elemento da mesa. Este artigo reúne os erros mais comuns que prejudicam o sabor do vinho e explica, com clareza técnica e prática, por que cada um deles interfere tanto na experiência sensorial. O objetivo é evitar armadilhas e garantir que cada taça entregue o sabor real do rótulo não uma versão distorcida por escolhas equivocadas. Por que certas misturas “matam” o vinho? O vinho é uma bebida sensorial: acidez, açúcar, álcool, taninos e aromas convivem em equilíbrio. Quando entra em contato com elementos muito contrastantes, alguns efeitos imediatos podem ocorrer: Perda de aroma Aumento da sensação de secura ou adstringência Amargor exagerado Doçura artificial Aumento da sensação alcoólica Desarmonia total entre boca e nariz O ponto não é “seguir regras”, mas evitar combinações que sabotam o sabor. Comidas muito picantes: calor × álcool não combinam Alimentos extremamente apimentados, pimentas fortes, pratos tailandeses, comida mexicana intensa, são um inimigo clássico do vinho. Por que prejudica o sabor A pimenta ativa receptores de dor e calor. Em contato com o álcool, essa sensação aumenta drasticamente. Resultado: o vinho parece mais alcoólico os aromas desaparecem o tanino fica áspero a boca aquece, e não aprecia Exemplos que costumam dar errado Cabernet Sauvignon com comida mexicana apimentada Tannat com pratos tailandeses Malbec com pimentas fortes Alternativa segura Se quiser vinho com algo levemente picante, prefira um branco aromático leve. Vinagre, limão demais e acidez extrema Molhos vinagrosos, saladas muito temperadas ou pratos com limão em excesso simplesmente atropelam o vinho. O efeito sensorial A acidez elevada da comida: anula a acidez do vinho desbalanceia o corpo deixa tudo metálico e aguado faz o tinto parecer amargo Evite misturar com vinho: molhos com vinagre balsâmico em excesso ceviches muito ácidos saladas temperadas com limão + vinagre conservas e picles muito intensos Como ajustar Apenas tire o excesso de acidez. Uma comida equilibrada harmoniza; uma comida ácida demais destrói. Doces muito açucarados (o maior assassino de vinhos tintos) Esse é um dos erros mais comuns. Doce demais com vinho seco é garantia de desastre. Por que torna o vinho ruim O açúcar da comida: realça a acidez do vinho destaca taninos agressivamente cria amargor persistente remove o sabor da fruta Já percebeu que vinho seco parece “azedo” com sobremesa? É isso. Nunca combine: chocolate ao leite com tinto seco brigadeiro com Cabernet torta de limão com Merlot sobremesas com doce de leite junto a vinhos secos Regra simples O vinho precisa ser mais doce que a sobremesa, e não o contrário. Café, chocolate amargo e bebidas fortes junto do vinho Muita gente bebe café antes de uma degustação ou mistura vinho com drinks pesados na mesma noite. Isso distorce o paladar. O que acontece Café e chocolate amargo: fatigam o paladar aumentam amargor residual reduzem percepção aromática deixam o vinho “duro” Drinks alcoólicos antes do vinho: saturam a boca aumentam sensação de álcool mascaram aromas delicados Por que isso prejudica degustações O café especialmente altera a sensibilidade gustativa e aromática por até 30–45 minutos. Alimentos com enxofre ou compostos muito intensos Alguns alimentos têm compostos sulfurosos que entram em conflito direto com os aromas do vinho. Exemplos que costumam dar errado: ovos cozidos trufas muito intensas cebola crua em grande quantidade alho cru couve-flor e brócolis muito intensos O efeito na taça cheiro metálico notas desagradáveis de ovo cancelamento dos aromas frutados sensação de vinho “estragado” O vinho não está ruim a mistura que cria essa impressão. Queijos muito fortes com vinhos muito tânicos Esse erro é comum porque muita gente acredita que “vinho tinto combina com queijo”. Nem sempre. Por que pode dar errado Queijos duros, muito maturados ou azuis têm sal e gordura intensos. Com vinhos tânicos, isso cria: amargor elevado tanino que fica arenoso sensação metálica perda total da fruta Cuidados especiais Queijo gorgonzola × Cabernet Sauvignon → quase sempre um desastre Parmesão muito maturado × Tannat → tanino explode Queijo azul × tintos secos → sensação metálica e amarga Melhores combinações Queijos azuis com vinho doce (Sauternes, Porto) Queijos maduros com tintos mais macios Queijos leves com brancos frescos Taças sujas, molhadas ou com odor de detergente Esse erro derruba até o melhor vinho. Por que taças erradas arruinam o sabor O vidro armazena odores. Se houver: resíduo de detergente pano com cheiro forte umidade acumulada poeira interna O vinho perde completamente o aroma. Dicas rápidas Sempre cheire a taça antes de servir Se tiver cheiro, enxágue apenas com água quente Nunca seque com pano perfumado Esse detalhe muda tudo. Temperaturas inadequadas prejudicam qualquer vinho Vinho quente e vinho gelado demais perdem caráter. Efeitos do vinho quente álcool explode aroma fica pesado taninos ficam agressivos Efeitos do vinho gelado demais aroma desaparece acidez parece maior sabor some Temperatura ideal (sem exageros técnicos) Tintos leves: levemente resfriados Tintos encorpados: temperatura ambiente (real), não 28°C Brancos aromáticos: frios, não congelados Espumantes: gelados com moderação Misturar vinho com perfumes fortes no ambiente Perfume, ambientador, vela aromática e difusor podem arruinar uma degustação. O problema sensorial O cheiro externo compete com o aroma do vinho. o nariz satura a percepção aromática se perde a experiência fica artificial Durante degustação, o ideal é zero perfume no ambiente e nas pessoas. Misturar muitos vinhos diferentes em pouco tempo Muita gente erra ao alternar vinhos muito distintos sem respeitar a ordem sensorial. Por que isso atrapalha taninos fortes encobrem brancos delicados vinhos doces anulam tintos secos barrica pesada destrói leveza aromática acidez baixa mata acidez alta Ordem recomendada (prática e simples) espumantes brancos leves brancos encorpados rosés tintos leves tintos encorpados vinhos doces Simples e funcional. Como evitar essas misturas sem complicar? A ideia não é criar regras inflexíveis, e sim: entender o que desequilibra o vinho ajustar o prato sem grandes esforços evitar contrastes extremos equilibrar intensidade com intensidade Ou seja: não é frescura, é lógica sensorial. Fonte: Freepik.com Checklist rápido: o que nunca misturar com vinho pimentas muito intensas excesso de limão ou vinagre sobremesas doces com vinho seco café ou chocolate amargo antes de degustar alimentos com enxofre intenso queijos extremamente fortes com vinhos muito tânicos taças com cheiro ou umidade vinho em temperatura errada perfume forte no ambiente vinhos de estilos muito distintos sem ordem sensorial Simples. E funciona. Sentir o vinho como ele realmente é Boa experiência com vinho não depende de etiqueta, e sim de evitar interferências óbvias, aquelas que distorcem aroma, sabor, textura e equilíbrio. Quando você ajusta a comida, o ambiente e a forma de servir, percebe que: o vinho fica mais expressivo a fruta aparece o tanino suaviza a acidez faz sentido e toda escolha se torna mais clara Vinho não precisa ser complicado. Ele só precisa ser entendido e não sabotado. Quer evitar esses erros e evoluir no vinho de forma natural? Aprender a não sabotar o vinho é um passo importante, mas ele fica ainda mais simples quando você prova rótulos escolhidos para destacar o que realmente importa na taça. É por isso que criamos o Clube de Vinhos Experiências, a curadoria mensal da Tudo e Vinho que ajuda você a evoluir no mundo do vinho sem complicação e sem desperdício. No clube, cada seleção nasce de uma sensação, não de um rótulo. Antes de escolher as garrafas, o nosso sommelier define um tema sensorial, frescor, suavidade, estrutura, descoberta, contraste e só então seleciona vinhos que realmente representam essa proposta. Isso faz com que você perceba, na prática, como pequenas decisões (taça limpa, temperatura certa, comida equilibrada, ambiente neutro) transformam totalmente a experiência. Aqui você recebe: Vinhos que se complementam, pensados para ensinar algo na taça. Explicações diretas, sem tecnicismo exagerado. Orientações de serviço, para você sentir o vinho como ele realmente é. Harmonizações simples, que evitam justamente os erros que discutimos neste artigo. Variedade inteligente, que amplia seu repertório sem te jogar no escuro. O objetivo é claro: fazer você beber melhor, entender mais e aproveitar cada taça com segurança e prazer. Se você quer transformar suas experiências com vinho, sem frescura, sem complicação e com curadoria de verdade, o Clube de Vinhos Experiências é o caminho natural.
Assim como um prato bem apresentado valoriza a comida, a taça certa pode transformar a forma como apreciamos um vinho. O ritual começa pelo olhar, passa pelo olfato e só então chega ao paladar. “A taça é, em resumo, o palco onde o vinho se apresenta”, afirma a sommelière Marina Bufarah, do Grupo Wine. A sommelière Gabriela Teixeira, do bar de vinhos Belisco (RJ), ressalta que, em vinhos mais complexos, o formato da taça faz diferença na degustação, influenciando tanto a percepção dos aromas quanto a interação do vinho com o ar. Ainda assim, ela lembra que não é preciso abandonar um bom rótulo por falta da taça ideal: “Para vinhos do dia a dia, até um copo americano permite apreciar a bebida de forma descontraída”, afirma a especialista. Segundo a sommelière da Wine, a transparência do vidro ou cristal permite observar o corpo e a coloração, enquanto o formato interfere diretamente na liberação dos aromas e no modo como o vinho chega à boca. “Ela prepara o olhar, cria expectativa e coloca a gente na postura de quem está pronto para aproveitar o momento”, completa. Cristal x vidro: o material também importa Para quem busca uma experiência mais técnica, o cristal é a escolha ideal. Suas paredes mais finas transmitem delicadeza, e a porosidade favorece a micro-oxigenação do vinho. Já o vidro comum, mais espesso e menos poroso, cumpre bem a função em encontros casuais. “Se a ideia é evoluir a experiência, investir em cristal faz sentido, mas para o dia a dia um bom vidro temperado já garante uma boa experiência”, orienta Marina. Continua após a publicidade Qual taça para cada vinho? Saiba qual a taça ideal para cada tipo de vinhoImagem criada por IA/Reprodução Existem formatos clássicos que ajudam cada estilo de vinho a se expressar melhor: Bordeaux (bordalesa): bojo alto e elegante, ideal para tintos encorpados e tânicos, como Cabernet Sauvignon. Borgonha: bojo largo e boca levemente fechada, perfeito para vinhos delicados e aromáticos. ISO (universal): tamanho médio e boca afunilada, funciona como taça coringa, prática para degustações variadas. Vinho branco: menor e estreita, preserva frescor e concentra aromas sutis. Rosé: parecida com a de branco, mas com bojo um pouco maior para destacar frutas e frescor. Espumante (flûte): alongada e estreita, mantém as borbulhas e direciona os aromas. Sobremesa: pequena e fechada, indicada para fortificados e colheitas tardias, como o vinho do Porto. Aromas e temperatura sob medida O tamanho do bojo é decisivo na percepção aromática. Taças mais largas permitem maior oxigenação, ideais para tintos encorpados; já as menores concentram perfumes delicados, como de um branco aromático. “É ali que o vinho respira, abre e mostra suas nuances”, explica Marina. Continua após a publicidade Outro detalhe essencial é a haste, que permite segurar a taça sem aquecer o líquido, garantindo que o vinho seja apreciado na temperatura correta. O que não pode faltar em casa Embora existam dezenas de formatos, não é necessário ter uma coleção completa para beber bem. Para Marina Bufarah, quem deseja praticidade pode apostar em uma taça universal ISO ou, no caso dos tintos, numa Bordeaux, que atende a boa parte dos estilos mais consumidos. “A escolha da taça não precisa ser complicada, mas entender seu papel ajuda a valorizar cada garrafa aberta”, finaliza a sommelière da Wine. 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Caipirinha de uva verde com mel é uma mistura perfeita de sabor e frescor que você não pode deixar de experimentar na sua próxima reunião! Este artigo Caipirinha de Uva Verde com Mel: A Deliciosa Bebida Refrescante que Você Precisa Conhecer!, foi referenciado anteriormente no blog Mestre dos Drinks - Magia, Alquimia e Química na Combinação de Sabores
O inverno está aí, a temperatura caiu em boa parte do país e o clima se torna mais propício para degustar uma taça de vinho. Mas, entre uma infinidade de rótulos, qual combina mais com a estação? A sommelière Stephani Mercado, da Cantu Grupo Wine, indica cinco rótulos de vinhos mais estruturados que têm tudo a ver com o inverno, aromas intensos e receitas reconfortantes – além de bom custo-benefício. Confira: Herdade São Miguel Colheita Selecionada Vinho português Herdade São Miguel Colheita Selecionada, da Casa RelvasReprodução/Reprodução O Herdade São Miguel Colheita Selecionada, da Casa Relvas, vem do Alentejo, em Portugal. “Um tinto intenso para receitas mais robustas, como um arroz de pato ou uma carne de panela com legumes, preparações que aquecem e confortam”, recomenda a profissional. Deve ser servido entre 14°C e 18°C. É encontrado por R$ 79,90 no site da Viva Vinho. Ramon Bilbao Crianza Vinho espanhol Ramón Bilbao CrianzaDivulgação/Divulgação Ideal para acompanhar carnes vermelhas, queijos e massas encorpadas, o vinho Ramon Bilbao Crianza, da região de Rioja, na Espanha, e é equilibrado, com acidez média e final marcante. A cada gole é possível perceber camadas de frutas vermelhas e pretas, noz-moscada, baunilha e avelãs. “Fica delicioso ao lado de um entrecôte grelhado ou uma massa com molho vermelho, elevando o sabor de cada garfada”, conta Stephani. O valor da garrafa é R$ 109,90 (confira). Continua após a publicidade Calvet Bordeaux Grande Réserve Continua após a publicidade Vinho francês Calvet Bordeaux Grande RéserveDivulgação/Divulgação Prefere um vinho francês? O Calvet Bordeaux Grande Réserve é um blend das uvas Merlot e Cabernet Sauvignon, que traz notas de ameixa, tabaco e um leve tostado que combina com receitas como boeuf bourguignon ou estrogonofe de carne, além de um lindo rótulo em alto relevo. O valor da garrafa nas compras online é de R$ 129,90. Ventisquero Grey Cabernet Sauvignon Vinho chileno Ventisquero Grey Cabernet SauvignonDivulgação/Divulgação O chileno Ventisquero Grey Cabernet Sauvignon é elaborado a partir de um único bloco de vinhedo (o que dá mais identidade e complexidade à bebida), com uvas colhidas à mão e envelhecido por 18 meses em barris de carvalho francês. Traz aromas de frutas vermelhas maduras, pimenta-negra, toques de chocolate e tabaco, com taninos bem equilibrados e final persistente. “Vai muito bem com carnes intensas e a dica é harmonizar com costela bovina assada e batatas rústicas“, recomenda. No site, sai por R$ 145,90. Continua após a publicidade Escudo Rojo Gran Reserva Blend Vinho Escudo Rojo Gran Reserva Blend, do Valle Central, no ChileDivulgação/Divulgação A safra 2019 do Escudo Rojo Gran Reserva Blend vem de um corte das uvas Cabernet Sauvignon, Carmenere, Syrah, Petit Verdot e Cabernet Franc, do Valle Central, no Chile, revelando frutas maduras, especiarias, couro e notas defumadas no paladar. “Encorpado e elegante, com taninos finos e boa acidez, é ideal para acompanhar uma polenta cremosa com ragu de linguiça, prato que combina intensidade e conforto”, diz a sommelière. Custa R$ 206,00 (veja aqui). RelacionadasLifestyleOnde os sommeliers compram vinho24 Maio 2025 - 08h05LifestyleA Geração Z está mudando a forma como que o mundo consome vinho1 abr 2025 - 15h04CozinhaOs 5 melhores bares para beber vinho em São Paulo15 fev 2025 - 08h02 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Continua após a publicidade Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp. Acesse as notícias através de nosso app Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade
Com certeza você já ouviu falar ou já bebeu um vinho do porto, certo? Se ainda tem dúvidas sobre harmonização ou como ele é feito, aí está o vídeo pra você.
A sommelière Stephani Mercado, da Cantu Grupo Wine, seleciona rótulos intensos e envolventes — perfeitos para harmonizar com pratos típicos da estação e curtir os dias frios com estilo.Com a chegada do inverno, os dias frios pedem vinhos mais estruturados, que apresentam aromas intensos e capazes de acompanhar receitas reconfortantes. Pensando nisso, a sommelière Stephani Mercado, da Cantu Grupo Wine, preparou uma seleção com cinco rótulos que combinam com o clima da estação — todos com excelente custo-benefício e harmonizações que aquecem o corpo e a alma.Um exemplo de rótulo adequado à estação que se inicia é o Ventisquero Grey Cabernet Sauvignon, do Chile. Elaborado a partir de um único bloco de vinhedo, o que confere ainda mais identidade e complexidade ao vinho, é um vinho com aromas que trazem frutas vermelhas maduras, pimenta e tabaco, com taninos bem equilibrados e final persistente. Vai muito bem com carnes intensas e a dica é harmonizar com costela bovina assada e batatas rústicas.Outro chileno de destaque nas baixas temperaturas é o Escudo Rojo Gran Reserva Blend, um corte de uvas do Valle Central, encorpado e elegante. Com taninos finos e boa acidez, revela no paladar frutas maduras, especiarias, couro e notas defumadas. É ideal para acompanhar uma polenta cremosa com ragu de linguiça, prato que combina intensidade e conforto.Para os amantes dos clássicos franceses, o Calvet Bordeaux Grande Réserve é um blend de Merlot e Cabernet Sauvignon que une elegância e sabor. As notas de ameixa, tabaco e leve tostado se expressam bem ao lado de receitas como boeuf bourguignon ou um bom estrogonofe de carne, iguarias que pedem um vinho à altura na sofisticação.Do Alentejo, em Portugal, vem o Casa Relvas Herdade São Miguel Colheita Selecionada, um tinto intenso com aromas de frutas maduras, cacau e um final macio e aveludado. É um excelente par para receitas mais robustas, como um arroz de pato ou uma carne de panela com legumes, preparações que aquecem e confortam.Fechando a seleção, o espanhol Ramon Bilbao Crianza, da região de Rioja, entrega camadas de frutas vermelhas e pretas, noz-moscada, baunilha e avelãs. Na boca, é equilibrado, com acidez média e final marcante. É um exemplar que fica delicioso ao lado de um entrecôte grelhado ou uma massa com molho vermelho, elevando o sabor de cada garfada.Neste inverno, permita-se explorar novos sabores, receitas quentinhas e vinhos que abraçam. Saúde!Calvet Bordeaux Grande Réserve Casa Relvas Herdade São Miguel Colheita Selecionada Ramon Bilbao CrianzaVentisquero Grey Cabernet Sauvignon Escudo Rojo Gran Reserva BlendO post Taças que aquecem: cinco vinhos para aproveitar o inverno apareceu primeiro em Gastronomia Brasil.
Se você aprecia uma boa taça de vinho ou espumante durante as refeições, vale conhecer alguns truques que fazem toda a diferença. Veja 10 dicas práticas para aproveitar ao máximo cada harmonização entre pratos e bebidas. Vamos lá? 1. Siga seu instinto e preferências de harmonização Harmonizar um vinho e uma receita é algo que muitos experts fazem todos os dias e os novatos querem imitá-los. Mas, vinho é, antes de tudo, uma questão de gosto. O primeiro princípio é seguir suas afinidades com os diferentes vinhos para conseguir a aliança perfeita. 2. Evolua aos poucos Para evoluir, é preciso treinar o paladar. Portanto, você vai precisar otimizar seus gostos em matéria de vinho e refeições, o que pode ser feito aos poucos. O vinho branco é uma bela opção para começar antes de atacar um vinho tinto mais robusto. Este é um princípio básico, pois vinhos brancos são carismáticos. Na hora da sobremesa, um vinho doce saberá finalizar bem a refeição, sem assustar as papilas. Leia também: 7 dicas para começar a entender de vinho 3. Não sirva bebidas ricas em açúcar ou de alto teor alcoólico como aperitivo Isso não é uma boa ideia! Os vinhos ricos em açúcar ou em álcool podem sobrecarregar as papilas gustativas antes mesmo de a refeição começar. Eles saturam imediatamente o paladar, ao contrário do vinho branco no champanhe e outros vinhos gasosos. 4. Atenção na escolha para acompanhar pratos com muito tempero Os temperos tendem a perfumar muito o paladar quando vêm em grande quantidade, tornando difícil a degustação de um vinho. Ao seu lado de um prato muito temperado, apenas um vinho muito acentuado pode ter expressão na refeição. Um curry, por exemplo, que é bem apimentado, harmoniza muito bem com um Gewürztraminer. 5. Servir um grande vinho na refeição pode ser má ideia Os belos vinhos que guardamos para uma ocasião especial não precisam de nenhuma receita para expor seu potencial aromático. Servi-lo no jantar, mesmo que com os cortes mais nobres de carne ou o melhor queijo, pode ofuscá-lo. Tente fazer uma escolha sábia! 6. Vinho branco ou champagne com ostras: a harmonização fundamental Uma das harmonizações mais naturais e fáceis para um iniciante. O vinho branco, assim como o espumante, combina muito bem com as ostras. Os vinhos brancos da Borgonha dão resultados deliciosos. 7. Chocolate com um vinho natural: sim! Chocolate tem dificuldade para ser harmonizado, mas há escapatória. Ele casa bem com vinhos doces naturais. Além disso, nós já escrevemos um post que indica vinhos para diferentes tipos dessa delícia de cacau. Você pode conferir aqui e se aprofundar ainda mais na sua combinação! 8. Harmonização de queijo com vinho branco Harmonizar queijo com vinho tinto não é fácil. As harmonizações de queijo e vinho são difíceis, mas o Saint-Nectaire pode casar muito bem. Também vale a pena experimentar com um espumante, simpático aos queijos de cabra. Uma regra pode ajudar os iniciantes a encontrar (quase) sempre a boa combinação: juntar um vinho e um queijo de uma mesma região. Leia também: Harmonize queijo feta com vários vinhos 9. Champagne com sobremesas: uma má ideia Os franceses costumam finalizar uma refeição com uma sobremesa servida com champagne. O erro é, contudo, fatal para os paladares se o prato principal foi servido com vinho tinto. As bolhinhas do champagne são perfeitas para abrir o apetite. Uma alternativa é criar uma refeição que harmonize bem com o espumante do início ao fim. 10. Vinho branco ou vinho tinto evoluem ao lado de peixes Isso é fato em degustações: o vinho branco harmoniza muito bem com peixes. Mas pode acontecer de pessoas não gostarem deste tipo de bebida. Nesse caso, o vinho tinto escolhido precisa ter taninos suaves. Se não, ele se confronta com as proteínas do peixe, resultando em um sabor desagradável. Vinhos tintos mais antigos, no entanto, têm tempo de tornarem-se mais brandos e caírem bem com peixe. The post 10 dicas para ser expert em harmonização de vinhos first appeared on blogdosvinhos.
O pessoal do Coravin Brasil me desafiou e me pediu para fazer o teste com um super vinho. Eu confesso que fiquei preocupado, pois se não desse certo eu perderia o vinho (que aliás, é algo fantástico). E você, conhece o Coravin? Me conta aí se compraria. Esse veio do https://www.iwgadgets.com.br/
O produtor Dal Pizzol pra mim já é considerado um "clássico" produtor. Tem um estilo bem marcado e é uma ótima opção de espumante brasileiro.
Duas bebidas são a estrela das festas juninas todos os anos: vinho quente e quentão! Servidas nas quermesses, as duas podem ser preparadas em casa, para momentos em família ou amigos – e para acompanhar as deliciosas receitas juninas que você também pode fazer. Os chefs Greta Guedes, do Quichiki! Tortas e Quiches, e Martin Casilli, do grupo Sky HallRicardo D'Angelo e Divulgação/Divulgação Não sabe por onde começar? CLAUDIA ouviu as dicas de dois chefs de cozinha – Greta Guedes, da Quichiki Tortas e Doces, e Martin Casilli, à frente do Sky Hall Garden Bar e Sky Hall Terrace Bar – para saber detalhes que tornarão seu quentão e vinho quente ainda melhores, confira! Receita de vinho quente da chef Greta Guedes Vinho quente leva maçã no preparoReprodução/Instagram Ingredientes 1 litro de vinho tinto suave 2 laranjas 1 maçã gala 1/2 limão 1/2 xícara de chá de açúcar 6 cravos-da-índia 3 ramas de canela Modo de preparo Lave e seque uma laranja. Com o descascador de legumes ou uma faquinha afiada, faça tiras da casca, com cuidado para não extrair a parte branca, que amarga a receita. Passe as duas laranjas pelo espremedor para extrair o suco e coe sobre a jarra medidora — no total, você vai precisar de uma xícara (chá) de caldo. Também lave e seque as maçãs. Passe-as inteiras, com casca, pelo mandolin para fazer rodelas finas – se preferir, corte com a faca. Numa panela média, coloque o vinho, o caldo de laranja e de limão, as tiras de laranja, o cravo e a canela. Misture o açúcar para dissolver e leve ao fogo alto. Assim que ferver, abaixe o fogo, coloque as maçãs e deixe cozinhar por mais 10 minutos. Sirva a seguir! Rende 4 a 5 porções. Continua após a publicidade Truques para um vinho quente delicioso Para um vinho quente equilibrado e aromático, a chef Greta recomenda que se use um vinho tinto suave, combinando com suco natural de laranja e um toque de limão para realçar o frescor. “A casca da laranja, sem a parte branca, entra para perfumar sem amargar, enquanto cravo e canela garantem o sabor típico da bebida”, explica Outra dica é que a maçã, cortada em rodelas finas com casca, é adicionada só após a fervura, cozinhando por cerca de 10 minutos para manter a textura delicada. “O açúcar deve ser misturado antes de levar ao fogo, sempre cuidando para não ferver demais e não evaporar o álcool”, complementa. Martin lista os detalhes que deixarão o vinho quente melhor: Evite vinhos fortes, complexos ou caros: prefira rótulos jovens, leves e frutados, que se adaptam melhor ao cozimento. Use cascas de frutas cítricas com cuidado: só a parte colorida da casca de limão, por exemplo, para não amargar. Capriche nas especiarias: canela, gengibre, noz-moscada, cardamomo e até pimentas mais exóticas (como pimenta chinesa ou da Síria) dão um toque especial. Atenção ao açúcar: vá dosando aos poucos para não deixar a bebida enjoativa. Não ferva demais: o excesso de fervura faz o álcool evaporar e a bebida perde seu charme. Receita de quentão da Chef Greta Guedes Quentão é bebida que faz sucesso nas festas juninasReprodução/Instagram Continua após a publicidade Ingredientes 2 litros de vinho tinto suave 1 e 1/2 copo de açúcar 1 copo de água Meio copo de cachaça 8 cravos 8 rodelas de gengibre 4 paus de canela Modo de preparo Leve uma panela ao fogo e misture todos os ingredientes. Depois que levantar fervura, deixe por mais 10 minutos para integrar os sabores. Está pronto! É só servir e beber ainda quente. Rende 10 porções. Truques para potencializar o sabor do quentão Para preparar um quentão clássico e bem aromático, vinho tinto suave, água, cachaça, açúcar, gengibre em rodelas, cravos e canela em pau não podem faltar. “O uso do vinho como base dá um toque mais encorpado, enquanto a cachaça e o gengibre garantem o calor característico da receita. Sirva quente, direto da panela ou em canecas, mantendo o espírito das festas juninas”, recomenda a chef do Quichiki. Casilli também compartilha parte de seus conhecimentos para que seu quentão fique incrível. Confira os segredos do chef: Use cachaças brancas sem envelhecimento em madeira, para evitar sabores amadeirados que interferem nas especiarias. Adicione um pouco de água para suavizar a intensidade alcoólica e deixar o sabor mais agradável. Caramelize o açúcar com gengibre e especiarias no início da receita: esse “fundinho” é essencial para dar profundidade ao sabor. Deglaceie com a cachaça, deixando subir a temperatura sem ferver demais. Explore variações criativas: sucos de frutas ou acompanhamentos como biscoitinhos ajudam a enriquecer a experiência. Continua após a publicidade RelacionadasCozinha7 receitas de festa junina fáceis e baratas2 jun 2025 - 18h06ReceitasFesta junina: receitas de vinho quente, quentão e outros drinks29 Maio 2018 - 19h05Receitas5 receitas de quentão para o cardápio da festa junina ficar completo15 jun 2019 - 08h06 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. 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No Dia Nacional do Vinho, especialista do Grupo Wine comenta sobre os novos territórios com produções inovadorasNo primeiro domingo de junho, o Brasil celebra o Dia Nacional do Vinho, data dedicada a exaltar a cultura vitivinícola do país, promover o enoturismo e destacar a diversidade de rótulos que ganham cada vez mais espaço nas taças dos brasileiros. Longe de ser apenas uma tradição sulista, a produção de vinhos no Brasil hoje é marcada por inovação e multiplicidade de origens.Um exemplo é a linha Entre Dois Mundos, fruto da parceria entre o Grupo Wine, o grupo número 1 de vinhos do Brasil, e a vinícola Miolo que, com sofisticação e tradição, apresenta alta capacidade agrícola e produtiva em solo brasileiro.Criada para evidenciar a brasilidade por meio da viticultura, a Entre Dois Mundos reúne em sua proposta a riqueza de terroirs como o Vale do São Francisco, no Nordeste, e a Campanha Gaúcha, no extremo Sul do país. A proposta da marca é mostrar que o vinho brasileiro vai muito além da Serra Gaúcha, região que historicamente lidera a produção no país.Do calor do sertão ao frescor do espumanteNo sertão nordestino, onde o calor é intenso e o sol brilha quase o ano inteiro, nasce a linha Maraví. Produzida no Vale do São Francisco, na Bahia, essa série de espumantes é fruto de um fenômeno único no mundo: a possibilidade de duas colheitas por ano, graças ao clima semiárido com alta luminosidade e pouca variação térmica. O resultado são vinhos vibrantes, frescos e com identidade própria. Essa característica confere ao local alta produtividade, se tornando perfeito para produção de vinhos leves, frutados e espumantes.“O Vale do São Francisco retrata o que o Brasil tem de mais original em viticultura. Produzir espumantes com uvas como Chenin Blanc, French Colombard e Garnacha em pleno sertão é algo que surpreende até os paladares mais experientes. A linha Maraví mostra que inovação e brasilidade podem andar lado a lado”, explica Cibele Siqueira, Embaixadora de Marcas Autorais do Grupo Wine. Vinhos de guarda e elegância no sulDo outro lado do mapa, na Campanha Gaúcha nasce a linha Kaipú, da Entre Dois Mundos. Com clima seco, solo pedregoso e grandes amplitudes térmicas, a região, localizada na fronteira com Uruguai e Argentina, é ideal para vinhos de guarda e grande estrutura. Nesta região, destacam-se as castas Tannat, Cabernet Sauvignon, Merlot e Tempranillo, que resultam em vinhos tintos intensos, com taninos firmes e boa complexidade aromática. Mostrando a versatilidade do terroir, ganham destaque também os vinhos brancos com características minerais e rosés elegantes. A linha Kaipú traz o melhor deste outro “mundo” brasileiro, um branco elaborado pela Chardonnay com notas cítricas e um toque mineral, um rosé de prensa suave de Cabernet Sauvignon que se mostra elegante me taça, e por fim, dois tintos que trazem o principal desse terroir, um Cabernet Sauvignon e um Tannat. “A Campanha é o território ideal para mostrar a complexidade que o Brasil pode alcançar, especialmente com castas tintas que evoluem muito bem em garrafa. Na Kaipú, temos o equilíbrio entre tradição e expressão local”, reforça Cibele. Ainda que a Serra Gaúcha siga como referência nacional na produção de vinhos, o avanço de novas regiões produtivas é um indicativo de que o Brasil está vivendo um novo momento em sua jornada enológica. “Essa expansão geográfica acompanha o interesse crescente dos consumidores brasileiros por vinhos que dialogam com seu clima, paladar e identidade”, conclui a embaixadora.O post Vinho brasileiro além da Serra Gaúcha: conheça mais regiões onde a viticultura prospera apareceu primeiro em Gastronomia Brasil.
O segundo episódio em Mendoza começa com uma entrevista exclusiva e especial. Dani Filomeno é recebida pelo maior nome da enologia argentina da atualidade: Alejandro Vigil. Em um bate-papo em meio aos vinhedos, Vigil fala da história do seu próprio vinho, o El Enemigo, e traz um panorama da vitivinicultura portenha. Uma outra visita especial é ao Cheval des Andes, um projeto feito pela Terraza de los Andes junto com uma das maiores e mais importantes vinícolas do mundo, o Cheval Blanc, de Bordeaux, na França. Dani experimenta os vinhos e conversa com o enólogo responsável pela produção. Na parte de hospedagens, no Vale do Uco, o CNN V&G tem uma experiência incrível em um dos hotéis mais especiais de Mendoza, o The Vines. SIGA CNN VIAGEM & GASTRONOMIA TAMBÉM EM OUTRAS PLATAFORMAS Instagram: https://www.instagram.com/cnnviagemegastronomia Tiktok: https://www.tiktok.com/@cnnviagemegastronomia Pinterest: https://br.pinterest.com/CNNBrasil/ Newsletters: https://newsletter.cnnbrasil.com.br
Vai ter um date? Então anota essa dica de ouro: um bom espumante rosé pode ser o toque especial que transforma a noite em um momento inesquecível. Para a Pri Matta, o Chandon Brut Rosé é a escolha ideal — e ela explica o porquê. Quer surpreender no próximo encontro? Então vá de Chandon Brut Rosé! Se você se interessou, saiba mais em: https://www.chandon.com.br/comunidade #Chandon #AbraceUmMundoDePossibilidades Viva um mundo de possibilidades e consuma com moderação. Não compartilhe com menores de 18 anos. Inscreva-se na #ComunidadeChandon acessando o link na bio. Saiba mais sobre a gente e receba benefícios exclusivos.
Na Borgonha, terroir é uma palavra que carrega história, identidade e respeito profundo à terra. Aliás, poucos domaines expressam isso com tanta integridade quanto o Domaine Arlaud, uma joia de Morey-Saint-Denis que une tradição, inovação e compromisso absoluto com a viticultura sustentável. Um legado familiar desde 1942 Cyprien Arlaud | Reprodução @domainearlaud O Domaine Arlaud foi fundado em 1942, quando Joseph Arlaud, vindo de Ardèche, casou-se com Renée Amiot, herdeira de vinhedos em alguns dos crus mais desejados da Borgonha. Esse dote marcaria o início de uma linhagem vinícola que, geração após geração, foi expandindo e aperfeiçoando seu trabalho nos vinhedos. Na década de 1960, a família adquiriu uma cave do século XIV em Nuits-Saint-Georges, usada até hoje para degustações e como biblioteca de vinhos — um verdadeiro templo borgonhês. Hoje, quem está à frente do Domaine é Cyprien Arlaud, terceira geração da família. Desde 2013, ele lidera a propriedade com um olhar contemporâneo, mas sempre guiado pela essência dos vinhos locais. Agricultura orgânica e biodinâmica Reprodução @domainearlaud Muito antes da “moda sustentável” se espalhar, o Domaine Arlaud já questionava os métodos da agricultura moderna. Por isso, já em 1998, eliminaram os herbicidas. Em 2004, adotaram práticas 100% orgânicas e, seis anos depois, obtiveram a certificação oficial. Então, a partir de 2009, iniciaram a conversão biodinâmica, culminando com a certificação da Biodyvin em 2014 — sendo o primeiro domaine de Morey-Saint-Denis a alcançar esse marco. Hoje, dois cavalos trabalham os 5 hectares de vinhedos Premier e Grand Cru, evitando a compactação do solo e promovendo um ecossistema vivo e equilibrado. Mínima intervenção, máxima precisão Cada etapa da produção é pensada para preservar a pureza da uva e a expressão do terroir. Assim, a colheita é feita manualmente, com triagem rigorosa na vinha e na cave. Além disso, a fermentação é espontânea, sem adição de leveduras comerciais, e os vinhos são envelhecidos com o mínimo de SO₂ e sem colagem ou filtração. Por fim, a vinificação respeita o ritmo da natureza: o engarrafamento é feito por gravidade e segundo as fases da lua, com o objetivo de alcançar clareza e precisão aromática sem intervenção artificial. 19 AOCs e 4 Grands Crus Com 15 hectares divididos em 19 AOCs — entre elas alguns dos vinhedos mais reverenciados da Borgonha — o Domaine Arlaud cultiva lotes em Clos de la Roche, Clos Saint-Denis, Charmes Chambertin e Bonnes Mares. Nomes que dispensam apresentações para qualquer amante da Pinot Noir. Scritch: o som do giz Cyprien Arlaud também é o idealizador do Scritch, projeto paralelo dedicado aos vinhos brancos orgânicos. O nome faz referência ao som do giz riscando as lousas das caves — onde, por gerações, anotava-se o nome de cada cuvée. Em suma, mais do que uma homenagem ao passado, Scritch representa um novo capítulo na história do domaine: uma linha de vinhos vibrantes, precisos e profundamente conectados ao terroir. Na Cellar, temos orgulho em representar o Domaine Arlaud e Cyprien Arlaud, com seu projeto Scritch, no Brasil. Seus rótulos estão entre os mais procurados por colecionadores e entusiastas. Não apenas pela qualidade impecável, como também pela filosofia que os sustenta: fazer vinhos que respeitam a terra, o tempo e as tradições. Por isso, se você busca vinhos que são muito mais do que bebida, o Domaine Arlaud é um destino obrigatório em sua jornada pela Borgonha. Clique aqui e confira os rótulos disponíveis, com uma expressão pura de lugar, história e dedicação de Cyprien Arlaud. E se quiser saber mais sobre o Scritch, clique aqui. O post Domaine Arlaud: expressão máxima dos vinhos da Borgonha apareceu primeiro em Blog da Cellar.
Se você acha que escolher um bom vinho é tarefa difícil, imagine para quem faz disso uma profissão. Sommeliers — os profissionais que entendem tudo de uvas, terroirs e harmonizações — são criteriosos na hora de abastecer a adega. Mas onde, afinal, eles garimpam suas garrafas em São Paulo? RelacionadasCozinhaO que são taninos e como afetam o sabor do vinho?5 out 2024 - 11h10 A cidade, conhecida por sua diversidade gastronômica e cultural, também oferece uma rica seleção de lojas especializadas, empórios e importadoras com curadoria feita a dedo. A seguir, você confere os endereços preferidos desses especialistas (de vinhos a sakês) com dicas que vão desde vinhos biodinâmicos até clássicos do Velho Mundo. Amanda Beserra, sommelière do Domo Amanda Beserra, sommelière do DomoDomo/Divulgação Prosa e Vinho: “O Prosa e Vinho fica dentro da Galeria Metrópole, funciona como bar e loja, tem uma ótima curadoria, principalmente de rótulos nacionais e espumantes. Encontra-se bons vinhos a um preço justo. A equipe é simpática e está preparada para orientar.” De La Croix: “Quando eu penso em vinho francês sempre me vem à cabeça a De La Croix, com uma seleção de vinhos orgânicos, naturais e biodinâmicos curiosa e estimulante. Vale a pena a visita na loja para absorver as histórias dos produtores e do terroir de cada região.” Uva Vinhos: “Na Uva é possível encontrar vinhos únicos de regiões pouco conhecidas como Croácia e República Tcheca. Dou destaque também para os austríacos e sul africanos.” Domo | @domobarsp R. Maj. Sertório, 452 – Vila Buarque Continua após a publicidade Diogo Robert, sommelier do Donna Diogo Robert, sommelier do DonnaMário Rodrigues/Divulgação Zahil: “Gosto muito de comprar vinhos na Zahil, porque eles têm ótimos rótulos e o atendimento da Ericka é impecável. Para quem prefere receber em casa, a entrega é super-rápida.” Grappy: “Outra importadora excepcional é a Grappy, que tem vinhos fantásticos e sempre está inovando, com rótulos diferentes.” Anima Vinum: “Minha terceira sugestão é a Anima Vinum, especialmente por conta dos vinhos franceses. O atendimento é excelente, adoro buscar novos rótulos por lá.” Donna | @restaurantedonna_ Rua Peixoto Gomide, 1815 – Jardim Paulista Pedro Ferreira, sakê sommelier do Ping Yang Pedro Ferreira, sakê sommelier do Ping Yang@natvcesar/Divulgação Continua após a publicidade Sede261 e Plou: Para beber vinhos, escolho a Sede261 pela infinidade de opções e uma carta de fato escolhida a dedo; e o Plou, que além da linda carta tem o aconchego do lugar.” Zahil e De La Croix: “Para levar para casa, a Zahil e De La Croix e pela exclusividade dos rótulos, quando tenho alguma ocasião especial, é lá que vou.” Mega Sake: “Para sakês, a Mega Sake é o lugar com ótimos rótulos e curadoria.” Ping Yang | @pingyangsp R. Dr. Melo Alves, 767 – Cerqueira César Istanley Silva, sakê sommelier do Kuro Istanley Silva, sakê sommelier do KuroTati Frison/Divulgação Continua após a publicidade “Para vinhos, a Zahil, Delacroix e Clarets têm uma ótima curadoria. Para sakês, a Nishiki investe em rótulos especiais, bem como a Mega Sake. Para pedir em casa e aprender muito sobre sake e Washoku, o “Adegão”, da Adega de Sake, faz um trabalho muito importante de valorização e difusão da gastronomia japonesa há anos no Brasil.” Kuro | @kurorestaurante Rua Padre João Manuel, 712 – Jardins SERVIÇO Zahil: Rua Bandeira Paulista, 726, Piso Térreo – Itaim Bibi De La Croix: Alameda Casa Branca 1207 – Jardins Sede 261: Rua Benjamim Egas, 261 – Pinheiros Continua após a publicidade Plou: R. Original, 141 – Sumarezinho Prosa e Vinho: Av. São Luís, 187 – República Grappy: Av. Antônio Joaquim de Moura Andrade, 323 – Vila Nova Conceição Anima Vinum: R. Normândia, 26 – Moema, São Paulo Clarets: R. Frei Caneca, 558 – Conjunto 2503 – Consolação Continua após a publicidade Uva Vinhos: Rua Oscar Freire, 2220 – Pinheiros Mega Sake: Alameda Joaquim Eugênio de Lima, 1416 – Jardim Paulista Nishiki: Alameda Tietê, 185 – Jardim Paulista Adega de Sake: Rua Marcelino Champagnata, 126 – Jd. da Glória RelacionadasCozinhaQual o creme de leite mais saudável do mercado?14 Maio 2025 - 08h05LifestyleEm nova casa, chef Marisabel Woodman celebra o mar com receitas complexas16 Maio 2025 - 09h05CozinhaDe milkshake a hambúrguer: Paola Carosella ensina os encantos de um lanche da tarde18 abr 2025 - 07h04 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. 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Degustar um espumante é mais do que apenas brindar — é uma experiência sensorial completa. Se você quer aprender como degustar vinho como um profissional, este guia é para você. E quem nos ensina é ninguém menos que Pri Matta, especialista em vinhos e parceira da Chandon. Saber degustar é chique, mas saber harmonizar é ainda mais! Se você se interessou, saiba mais em: https://www.chandon.com.br/comunidade #Chandon #AbraceUmMundoDePossibilidades Viva um mundo de possibilidades e consuma com moderação. Não compartilhe com menores de 18 anos. Inscreva-se na #ComunidadeChandon acessando o link na bio. Saiba mais sobre a gente e receba benefícios exclusivos.
Esse é um excelente vinho para o dia a dia e que traz o nome de uma grande personalidade.
Entre a Serra de Sintra e o Oceano Atlântico, a Quinta de San Michel surge como um projeto familiar que une história, terroir e propósito. Comandada por Joaquim Camillo, a vinícola ocupa uma posição privilegiada na aldeia de Janas, em pleno coração da histórica região vitícola de Colares, em Portugal, e tem conquistado apreciadores de vinhos que valorizam autenticidade e expressão local. Um projeto que nasce do terroir Joaquim Camillo – Produtor Joaquim Camillo, economista de formação e apaixonado pela região, comprou a propriedade em 2003. Porém, apenas dez anos depois iniciou a plantação das primeiras vinhas. Ele apostou em castas autóctones como Arinto, Malvasia de Colares e, mais recentemente, Galego Dourado — variedades que falam diretamente da identidade vitícola da região. Depois, em 2023, a Quinta expandiu suas vinhas com mais 5 hectares, dos quais 2,5 dedicados às emblemáticas Malvasia de Colares e Ramisco, plantadas em solos arenosos, típicos da região e fundamentais para a sobrevivência dessas uvas à filoxera*. *A filoxera (Daktulosphaira vitifoliae) é um inseto microscópico — um tipo de pulgão — que ataca as raízes das videiras. Ele foi o responsável por uma das maiores crises da história do vinho: a devastação dos vinhedos europeus no século XIX. O respeito pelo tempo e pelo processo Alexandre Guedes – Enólogo Na Quinta de San Michel, ninguém tem pressa. A equipe acredita que o vinho precisa de tempo para atingir sua expressão máxima. Por isso, todos os rótulos envelhecem por no mínimo três anos antes de chegar ao mercado — um ano na adega e pelo menos dois anos em garrafa. Assim, esse compromisso com o tempo traduz-se em vinhos elegantes, profundos e prontos para serem descobertos por consumidores cada vez mais exigentes e conhecedores. Um enólogo com visão global Alexandre Guedes, enólogo da casa desde 2018, traz ao projeto a experiência acumulada em regiões vinícolas da Austrália, Nova Zelândia, Itália e Estados Unidos. Formado em Engenharia Agronómica com especialização em Enologia e certificado WSET Nível 4, Alexandre encontrou em Colares um terroir único e uma missão de vida. Isso porque ele acredita que a combinação entre métodos tradicionais e uma abordagem moderna e científica na viticultura pode colocar os vinhos de Colares entre os grandes do mundo. Vinhos com identidade Entre os destaques da Quinta de San Michel está o “Malvarinto”, um blend original de Arinto com Malvasia de Colares, lançado em 2017. A harmonia entre as duas castas capturou a essência do projeto: unir tradição e ousadia para criar algo verdadeiramente único. Hoje, esse rótulo já é considerado um dos ícones da vinícola. Compromisso com a região Por fim, mais do que produzir vinhos, a Quinta de San Michel aposta no impacto positivo para a economia local. A equipe combina técnicas agrícolas sustentáveis, práticas tradicionais e inovação, sempre com o objetivo de valorizar o território de Colares. Além disso, promove o enoturismo, oferecendo visitas guiadas e degustações que conectam o público com a história e o terroir da região. Colares: um patrimônio a preservar Assim, a região de Colares, uma das mais antigas de Portugal, mantém viva sua herança vitivinícola. Conhecida por seus solos arenosos e clima atlântico, Colares abriga vinhas resistentes e castas únicas como a Ramisco e a Malvasia de Colares. Em resumo, a Quinta de San Michel é uma das produtoras que ajudam a preservar e recontar essa história, agora com um olhar voltado para o futuro. Quer conhecer de perto esse projeto? A Quinta de San Michel oferece visitas guiadas com provas de vinho em um dos cenários mais encantadores de Portugal. Em resumo, esta é uma experiência autêntica – e até necessária – para quem deseja mergulhar na tradição de Colares através de vinhos que têm alma e lugar. E se quiser provar parte dessa história sem sair de casa, experimente os vinhos deste produtor incrível, agora no portfólio da Cellar. Clique aqui e confira! O post Quinta de San Michel: tradição, identidade e inovação nos vinhos de Colares apareceu primeiro em Blog da Cellar.
Na região de Bordeaux, França, Daniela Filomeno visita um chai, lugar onde as barricas de vinho envelhecem. É interessante acompanhar o processo de colheita manual das uvas Cabernet Sauvignon, que permite selecionar as melhores frutas, refletindo um processo de vinificação que combina tecnologia com tradições de 150 anos. SIGA CNN VIAGEM & GASTRONOMIA TAMBÉM EM OUTRAS PLATAFORMAS Instagram: https://www.instagram.com/cnnviagemegastronomia Tiktok: https://www.tiktok.com/@cnnviagemegastronomia Pinterest: https://br.pinterest.com/CNNBrasil/ Newsletters: https://newsletter.cnnbrasil.com.br
Gin com espumante de morango e hortelã é a bebida perfeita para momentos especiais. Descubra como prepará-la com esta receita fácil e deliciosa! Este artigo Gin com Espumante de Morango e Hortelã: A Combinação Refrescante que Você Precisa Experimentar, foi referenciado anteriormente no blog Mestre dos Drinks - Magia, Alquimia e Química na Combinação de Sabores
Especialista sugere combinações para tornar os dias mais frescos ainda mais saborosos.Com a chegada do outono, as temperaturas começam a ficar amenas, as noites ganham um frescor especial e o clima se torna convidativo para apreciar bons vinhos. A estação pede pratos mais reconfortantes e harmonizações que equilibrem sabor e textura. Seja para um jantar especial ou para momentos de relaxamento, a escolha do vinho certo pode elevar a experiência gastronômica.Para guiar essa experiência, Raphael Zanette, fundador do Grupo Vino!, maior rede de bares de vinho do país, apresenta um menu harmonizado com rótulos selecionados para realçar os sabores da temporada.Menu harmonizado para o outono.Espumante Vino Rosé Brut + Brie empanado com marmelada de tomate.O frescor e a acidez do espumante equilibram a cremosidade do queijo e o dulçor da marmelada, criando um contraste elegante. “Espumantes rosés são versáteis e combinam tanto com queijos leves quanto com preparações que trazem um toque agridoce”, explica Raphael Zanette.Avia Pinot Grigio + Tartare de salmão. Com notas cítricas e frescor marcante, o Pinot Grigio complementa a leveza e a untuosidade do tartare, deixando cada mordida ainda mais equilibrada. A acidez do vinho ajuda a destacar os temperos do prato, tornando a experiência mais vibrante.Destacado Bonarda + Mignon com alho-poró.A Bonarda, uva emblemática da Argentina, tem taninos macios e um toque frutado que combina perfeitamente com a suculência do mignon. O alho-poró traz um toque adocicado, complementando os aromas do vinho. “No outono, buscamos tintos equilibrados, que tragam corpo sem pesar no paladar”, destaca Zanette.RAR Gewurztraminer + Torta de maçã.A doçura natural e as notas florais do Gewurztraminer fazem dele o par ideal para sobremesas com frutas. A torta de maçã, com sua massa crocante e recheio perfumado de especiarias, encontra no vinho um equilíbrio perfeito, encerrando a refeição com suavidade e elegância. Mais do que uma questão de sabor, harmonizar vinhos com pratos da estação é um convite para explorar novas combinações e tornar cada refeição ainda mais especial. Este menu harmonizado já está disponível no Vino!. Consulte as unidades participantes para verificar a disponibilidade.O post Outono 2025: entenda quais são os melhores vinhos e acompanhamentos para curtir a estação. apareceu primeiro em Gastronomia Brasil.
Vinho branco com licor de coco e abacaxi é a bebida perfeita para refrescar seus dias quentes. Descubra como prepará-la! Este artigo Vinho Branco com Licor de Coco e Abacaxi: Uma Combinação Irresistível, foi referenciado anteriormente no blog Mestre dos Drinks - Magia, Alquimia e Química na Combinação de Sabores
Aperol com espumante e suco de manga é uma combinação refrescante perfeita para o verão, ideal para momentos descontraídos com amigos. Este artigo Aperol com Espumante e Suco de Manga: Refresco Irresistível para o Verão, foi referenciado anteriormente no blog Mestre dos Drinks - Magia, Alquimia e Química na Combinação de Sabores
Rótulo ‘3 Enólogas’ conta com seis uvas escolhidas pelas profissionais da Região dos Altos Montes Fabiane Veadrigo, Graziela Boscato e Janaína MassarottoTrês taças. Três histórias. Três enólogas. Um brinde à essência feminina. Seis castas. Um vinho. É do rótulo intitulado ‘3 Enólogas’ que as profissionais da Região dos Altos Montes Fabiane Veadrigo, Graziela Boscato e Janaína Massarotto solidificaram, em formato líquido, a parceria no mundo do vinho e a amizade. As enólogas, à frente, respectivamente, das vinícolas Famiglia Veadrigo, Caetano Vicentino e Marzarotto uniram suas castas favoritas – seis no total –, e criaram um vinho que homenageia não apenas a força e potência das mulheres, mas também a sororidade e a diversidade do feminino no mundo do vinho.Trata-se de um rótulo tinto com personalidade e potencial de guarda. O Corte I, como é chamada essa primeira edição do vinho, conta com Tannat, Touriga Nacional, Merlot, Cabernet Franc, Pinot Noir e Sangiovese. “Cada enóloga elegeu duas variedades. Unimos não apenas nossos vinhos, mas nossos conhecimentos, saberes e experiências para criar um vinho inédito e que traz toda a complexidade da mulher”, destaca a enóloga Fabiane Veadrigo.Além da amizade e parceria profissional, as enólogas compartilham de mais uma afinidade: as três já foram representantes de seus municípios em festas típicas que enaltecem cultura, história e, claro, vinhos. Graziela foi princesa da Festa dos Produtos Coloniais (Feprocol) de Nova Pádua em 2000, e Fabiane e Janaína rainhas da Festa Nacional da Vindima (Fenavindima) de Flores da Cunha, em 2007 e 2015, respectivamente. Representatividade que conferiu às profissionais especial atenção ao perfil dos seus consumidores. Segundo a Associação Brasileira de Enologia (ABE), atualmente pouco mais de 20% do grupo de associados é composto por mulheres. Espaço que ano após ano se torna mais representativo, destacando que produtoras, sommeliers e empresárias estão atraindo o olhar dos consumidores com rótulos que trazem inovação e diversidade ao mundo do vinho, muito além da alta qualidade e inovação da indústria. “O vinho 3 Enólogas surgiu com o objetivo de nos fortalecermos enquanto mulheres inseridas no mundo do vinho. Queremos ampliar o consumo do vinho entre o público feminino, trazendo reconhecimento e empoderamento feminino, para todas”, valoriza Janaína Massarotto.O ‘3 Enólogas’ foi lançado oficialmente durante a Wine South America 2025, em Bento Gonçalves. Sua comercialização ocorre no varejo das vinícolas Famiglia Veadrigo, em Flores da Cunha, e Caetano Vicentino e Marzarotto, localizadas em Nova Pádua.Arte e toque feminino também no rótulo Se este vinho já é arte em forma de elaboração enológica, a apresentação do ‘3 Enólogas’ não é diferente, e leva um rótulo exclusivo que apresenta os traços da artista plástica Alessandra Pauletti. Três deusas lado a lado, trazendo uma perspectiva única, assim como cada enóloga trará sua perspectiva ao vinho. “A Fabiane, a Janaína e a Graziela têm seus perfis representados sob a perspectiva do vinho, unindo-se, mais uma vez, em um desenho de narrativa visual rica e multifacetada, celebrando a diversidade e a maestria das enólogas na arte da vinificação”, descreve a artista. Deusas da Leveza e Aromas Frutados, do Envelhecimento e Complexidade, e do Terroir e Autenticidade unidas, em barricas e identidade, representando harmonia e também complexidade a este vinho que é uma verdadeira obra de arte e deixa Baco, o deus romano dos vinhos, com ciúmes! Sobre o BlendO 3 Enólogas conta com um corte composto por seis uvas, com diferentes percentuais que não serão divulgados pelas enólogas. “Cada uma de nós trouxe duas castas que, juntas, somam pontos fortes e harmonizam características. Da Ceatano Vicentino, somamos o Tannat como uma das bases para adicionar estrutura, taninos mais firmes e complexidade ao blend, sem deixar o vinho excessivamente pesado. Também o Touriga para dar aromas florais, de fruta escura e uma acidez vibrante, sem perder o caráter encorpado”, explica Graziela Boscato.Da Marzarotto somaram-se a casta Merlot, trazendo suavidade, corpo e equilíbrio ao vinho. Cabernet Franc com frescor, ervas e elevada acidez, ajudando a balancear a estrutura da base. Já da Famiglia Veadrigo veio delicadeza, fruta fresca e taninos sutis, conferindo leveza ao conjunto com Pinot Noir e, para completar o corte com acidez marcante e notas de cereja ácida, a Sangiovese, mantendo o vinho vibrante.O post Três enólogas da Serra Gaúcha lançam vinho colaborativo apareceu primeiro em Gastronomia Brasil.
Ao longo de seu pontificado, o Papa Francisco foi um defensor consistente de uma vitivinicultura baseada em valores éticos, sustentáveis e voltados à inclusão social. Para ele, o vinho representava mais do que um produto agrícola ou econômico: era símbolo de convivência responsável, vínculo com a terra e expressão cultural profunda. Em janeiro de 2024, Francisco recebeu mais de cem produtores italianos em uma audiência organizada pela Veronafiere, promotora da feira Vinitaly. Na ocasião, destacou a importância do setor vitivinícola na construção de um modelo de produção que respeitasse o meio ambiente, valorizasse o trabalho digno e incentivasse hábitos de consumo conscientes. Inspirado por São Francisco de Assis, enfatizou a necessidade de sensibilidade e honestidade no cultivo da vinha, considerando o vinho uma “fonte de alegria para o coração do homem”. Leia também: Vinho litúrgico: o que o Papa bebe no Vaticano? A relação do Papa Francisco com vinho Sua relação com o universo do vinho também era pessoal. Filho de imigrantes italianos do Piemonte — uma das regiões vinícolas mais tradicionais da Itália — Francisco guardava lembranças afetivas da viticultura familiar. Logo após sua eleição, em 2013, o então bispo de Asti presenteou-o com uma garrafa de Grignolino, variedade cultivada por seu avô, em gesto simbólico que reforçou esse laço. O Papa também apoiou iniciativas concretas voltadas à sustentabilidade, como o projeto “Borgo Laudato Si’”, em Castel Gandolfo. A proposta incluía o cultivo de videiras resistentes a fungos e a participação de pessoas em situação de vulnerabilidade, integrando práticas agrícolas inovadoras com compromisso social e ambiental. Em sua introdução ao livro Toma um pouco de vinho com moderação, Francisco defendeu a sobriedade cristã como caminho de equilíbrio, respeito aos próprios limites e apreciação consciente da vida. Com sua visão humanista e espiritual profundamente conectada à terra e à cultura, o Papa Francisco deixou um legado que valorizou o vinho como expressão de responsabilidade, partilha e cuidado com a criação.The post Papa Francisco valorizava vinhos éticos e sustentáveis first appeared on blogdosvinhos.
Champagne com espumante de manga e alecrim é uma combinação deliciosa para surpreender seus convidados em qualquer ocasião especial. Desfrute agora! Este artigo Champagne com espumante de manga e alecrim: Uma bebida refrescante, foi referenciado anteriormente no blog Mestre dos Drinks - Magia, Alquimia e Química na Combinação de Sabores
Entre as colinas da Borgonha, na França, Chablis é reconhecida como uma das regiões mais prestigiadas para a produção de vinhos. Nesse terroir, a vinícola Jean Durup construiu uma trajetória marcada pela excelência e respeito às características únicas do solo e do clima local. Especializada na produção de Chablis e Petit-Chablis, a família se destaca por preservar a identidade da casta chardonnay. Continue a leitura para conhecer a história da vinícola Jean Durup e conferir alguns dos rótulos mais interessantes para quem deseja se sentir na Borgonha! História da vinícola Durup A história da Jean Durup Père et Fils (“Pais e Filhos”, na tradução) se confunde com a própria história de Chablis. Desde o século 17, a família Durup está ligada ao cultivo de vinhas na região. Durante 15 gerações, a atividade foi mantida como uma tradição familiar, com práticas transmitidas de pai para filho, mesmo em períodos de adversidade. A consolidação da vinícola como é conhecida hoje teve início na década de 1970, quando Jean Durup assumiu a propriedade e iniciou uma fase de expansão e modernização. Em uma época em que muitos produtores locais estavam vendendo suas terras para grandes negociantes, ele decidiu investir na recuperação de vinhedos históricos e no fortalecimento da produção independente. Jean Durup reconstituiu os vinhedos em Maligny, comuna francesa localizada em Chablis. A propriedade era administrada desde o século 19 por seu bisavô, Paul Gally. O trabalho resgatou os vinhedos e elevou o nome da propriedade a um patamar internacional. Hoje, a vinícola é uma das maiores produtoras de Chablis, abrangendo diferentes denominações. Características da vinícola A região de Maligny se destaca pela grande quantidade de encostas íngremes com exposição solar ideal e solos pedregosos, permitindo o cultivo de uvas para elaborar vinhos com qualidade excepcional. O terreno é composto predominantemente por solos kimeridgianos, formação geológica rica em calcário, argila e fósseis marinhos. Essa composição favorece a retenção de minerais que, por sua vez, se refletem nos vinhos, com acidez vibrante e elegância particular. O clima de Chablis, classificado como semicontinental, também desempenha um papel determinante. Invernos rigorosos e verões relativamente curtos e quentes criam condições propícias para o amadurecimento lento e equilibrado das uvas chardonnay. O solo e o clima fazem toda a diferença para o terroir. Sendo assim, o terroir é a espinha dorsal da filosofia da vinícola. Os vinhos são elaborados exclusivamente com chardonnay, sem passagem por barricas novas, o que preserva a mineralidade e a acidez características dos solos ricos em calcário e fósseis marinhos da região. A casta é conhecida por seu rico aroma floral, sutileza e coloração amarelo-palido O que é Chablis? Chablis é uma denominação de origem controlada (DOC) da Borgonha dedicada exclusivamente a vinhos brancos produzidos com a casta chardonnay. Localizada na parte mais ao norte, Chablis se destaca por oferecer vinhos com perfil único: frescos, minerais e com alta capacidade de envelhecimento. O diferencial de Chablis está na combinação do terroir, especialmente o solo kimeridgiano e o clima semicontinental da região. Isso resulta em vinhos que expressam notas de frutas brancas, cítricos e uma assinatura mineral característica, sem a influência pesada da madeira. Dentro de Chablis, existem quatro níveis de apelação que indicam a posição dos vinhedos e a qualidade esperada dos vinhos. Petit-Chablis: produzido em áreas periféricas, ao redor as montanhas da denominação, com solos mais jovens. Os vinhos são leves, vivos e ideais para consumo imediato. Chablis: feito a partir de vinhedos centrais, com solos típicos da região. Resulta em vinhos mais estruturados e com forte expressão mineral. Chablis Premier Cru: oriundo de parcelas específicas de alta qualidade, chamadas “climats”. Oferece vinhos mais intensos, com boa capacidade de envelhecimento. Chablis Grand Cru: o nível mais prestigiado, com vinhedos localizados em encostas privilegiadas. Os vinhos são densos, longevos e complexos. Rótulos da vinícola Jean Durup para conhecer Cada rótulo expressa nuances distintas do terroir, respeitando a hierarquia de qualidade estabelecida pelas denominações de origem da Borgonha. O divvino.com.br conta com a exclusividade no Brasil de rótulos do Chateau de Maligny. Conheça suas particularidades! Jean Durup Chateau de Maligny Petit-Chablis Os vinhedos das uvas chardonnays, utilizadas para produção do vinho branco Petit-Chablis, estão localizados nas encostas e nos planaltos mais altos do Chatêau de Maligny. Uma vez que os solos são ricos em calcário e argila, o rótulo é caracterizado pelo frescor, pela acidez vibrante e mineralidade. Sua coloração é amarelo-claro, com reflexos esverdeados. O aroma é delicado, mas vibrante, com notas de frutas, flores e nuances minerais. No paladar, é complementado pelo que a região representa, com bom ataque e persistência aromática na boca, com sabores ricos e um fundo mineral equilibrado. Fácil de beber, é ideal para harmonizar com charcutaria, ostras, frutos do mar ou pratos leves com vegetais. Jean Durup Chateau de Maligny Chablis Este Chablis da Jean Durup é produzido com uvas de vinhas antigas, plantadas em solos calcários, trazendo a mineralidade por meio das raízes profundas das plantas. Essas características únicas de Chablis proporcionam um vinho com coloração amarelo-claro. No nariz, é possível notar aromas de flores brancas, frutas cítricas maduras e notas minerais, como sílex. Em boca, é forte e redondo, com sabores frutados, acidez vibrante e mineral. É ideal para acompanhar frutos do mar, peixes grelhados ou queijos macios, como brie e camembert. Jean Durup Chateau de Maligny Premier Cru Por fim, o Chatêau de Maligny Premier Cru é outro rótulo exclusivo do Divvino. Este vinho é elaborado com uvas localizadas em um terroir de alta qualidade. Sua aparência é amarel com reflexos dourados e conta com aroma frutado de pera, florais e minerais defumados. Seu sabor é redondo e suave, com nuances minerais e acidez agradável, sentida no retrogosto. Para acompanhar, sirva peixes feitos na manteiga ou com creme. Os vinhos da Jean Durup representam a essência de Chablis, principalmente com seu compromisso na expressão do terroir. Degustar seus rótulos é uma viagem pela Borgonha. Se você ficou interessado e quer explorar outros rótulos franceses, clique na imagem abaixo e confira as opções disponíveis no divvino.com.br! O post Vinhos Jean Durup: conheça os rótulos e a tradição de Chablis apareceu primeiro em Divvino - Conheça tudo sobre o mundo dos vinhos.
Especialista em vinhos, Raphael Zanette explica como acertar na harmonização com pratos clássicos como camarões al pil pil, croquete de bacalhau, queijos e filet com gorgonzola A escolha do vinho que acompanha as entradas pode influenciar diretamente na experiência à mesa. Pratos com sabores intensos, delicados ou cremosos pedem rótulos que equilibrem aromas e texturas. Para quem tem dúvidas sobre o que pedir no início da refeição, algumas combinações clássicas podem ajudar a guiar essa decisão.Confira as sugestões de harmonização com base no cardápio do Vino!, comentadas por Raphael Zanette, especialista no assunto:Camarões al pil pil + Torrontés ou RieslingA leveza dos camarões salteados em azeite, alho, cebola e pimenta dedo de moça pede um vinho com acidez viva e notas aromáticas frescas. “A intensidade do alho e da pimenta exige um vinho branco com perfil aromático, mas que não pese demais”, explica Zanette. Uvas como Torrontés, muito comum na Argentina, ou Riesling, sobretudo da Alemanha e Alsácia, funcionam bem. Também é possível optar por brancos do Vale do Loire com perfil seco.Croquete de bacalhau + Vinho Verde ou Sauvignon BlancO bolinho cremoso de bacalhau, servido com aioli de mostarda, tem sabor marcante e textura que combina bem com vinhos brancos de boa acidez. “O Vinho Verde português é uma ótima pedida para esse prato, assim como Sauvignon Blancs mais frescos, que ajudam a realçar o sabor do peixe”, comenta o especialista. Queijos Vino! + Sauvignon Blanc ou Pinot NoirUma tábua de queijos variados, como a servida no Vino!, é um convite à diversidade. Nessa combinação de queijos nacionais e importados, com geleia e mel, vinhos brancos como Sauvignon Blanc funcionam bem. Já os tintos leves como o Pinot Noir podem surpreender.“Esses rótulos são versáteis e equilibram os diferentes tipos de queijo da tábua, indo bem tanto com queijos mais suaves quanto com os de mofo branco”, afirma Zanette.Filet gorgonzola + Syrah ou Amarone della ValpolicellaAs iscas de filet mignon servidas com molho cremoso de gorgonzola são intensas e pedem vinhos à altura. “Aqui, a potência do molho e da carne exige um tinto estruturado. Um Syrah australiano ou um Amarone italiano são boas escolhas”, diz o especialista. Esses vinhos têm corpo, taninos bem trabalhados e notas que acompanham bem o sabor forte do gorgonzola.Todos os pratos e rótulos citados fazem parte do menu exclusivo do Vino!, disponível em suas unidades espalhadas pelo país. “A harmonização deve valorizar o prato e o vinho ao mesmo tempo, sem que um se sobreponha ao outro”, resume Zanette. Para degustar, basta ir à unidade Vino! mais próxima e aproveitar.Com o objetivo de democratizar o consumo de vinhos a um preço acessível, o Grupo Vino! inaugurou a primeira loja em 2015. A partir de 2019, passou a expandir a operação para outros estados brasileiros e hoje conta com mais de 61 unidades de wine bars espalhadas pelo país.O post De frutos do mar ao queijo: como escolher o vinho ideal para as entradas apareceu primeiro em Gastronomia Brasil.
Essa vinícola eu não conhecia e me surpreendi muito. Belíssimo vinho feito com a uva Merlot. Site da vinícola - https://www.bodegairibarrem.com.br/
Quem gosta de vinho sabe que cada taça é prazerosa, mas nem sempre queremos nos preocupar com as calorias que podem acompanhar a bebida. Se você está em busca de uma opção mais leve para o seu paladar e para o seu corpo, escolher um vinho menos calórico pode ser uma excelente alternativa. Afinal, não é preciso abrir mão do prazer de saborear um bom vinho para manter uma dieta equilibrada. Neste artigo, vamos explicar o que torna um vinho menos calórico e como escolher a melhor opção para o seu gosto. Além disso, sugerimos sete opções para você provar e aproveitar sem preocupações. Boa leitura! O que é um vinho de baixa caloria? Quando falamos sobre vinhos com menos calorias, nos referimos a rótulos que apresentam um conteúdo calórico inferior ao dos convencionais. De maneira geral, o número de calorias em um vinho está diretamente relacionado à quantidade de álcool e açúcar residual presente na uva) presentes na bebida. Quanto maior a concentração desses elementos, maior será o número de calorias. Esses vinhos são ideais para quem busca uma opção mais leve, seja para controlar a ingestão calórica no dia a dia ou simplesmente para desfrutar de uma taça sem se preocupar tanto com os efeitos. O que faz um vinho ser menos calórico? Um vinho de baixa caloria é aquele que, por seu processo de produção ou tipo de uva utilizada, apresenta teor alcoólico mais baixo ou fermentação que resulta em menor quantidade de açúcar residual. O álcool é a principal fonte de calorias no vinho. Cada grama de álcool contém cerca de 7 calorias. Portanto, vinhos com maior teor alcoólico tendem a ser mais calóricos. Por exemplo, um vinho com 14% de álcool terá mais calorias do que um com 10% de álcool. Durante o processo de fermentação, as leveduras consomem os açúcares presentes nas uvas, transformando-os em álcool. No entanto, alguns vinhos, especialmente os mais doces ou com maior grau de fermentação interrompido, retêm uma maior quantidade de açúcar residual. Isso também contribui significativamente para o número de calorias, já que cada grama de açúcar tem cerca de 4 calorias. Por que bebidas alcoólicas com menos calorias estão em alta? De acordo com estudos realizados pela IWSR Drinks Market Analysis, houve um aumento de 38 milhões para 61 milhões de compradores de bebidas com baixo teor alcoólico nos 10 principais mercados entre 2022 e 2024. O perfil é de um público mais jovem e que consome em maior quantidade e frequência. Entre os fatores por essa escolha está na moderação na ingestão de álcool, sabor, disponibilidade e marca. A pesquisa também sugere Estados Unidos e Brasil como emergentes neste mercado em crescimento. A projeção é a taxa de crescimento anual composta seja de +10% entre 2024 e 2028. Quando o assunto é vinho e saúde, rótulos de baixa caloria e teor alcoólico ganham cada vez mais destaque. Há várias razões que justificam essa crescente popularidade das bebidas pouco calóricas. Em primeiro lugar, muitas pessoas estão preocupadas com a saúde e o bem-estar, e estão buscando formas de reduzir a ingestão de calorias e álcool sem abrir mão de momentos prazerosos, como desfrutar de uma taça de vinho. Essa preocupação tem levado a um maior interesse em alternativas mais saudáveis. Qual vinho tem menos calorias: tinto, branco ou rosé? Escolher o vinho com menos calorias trata-se de uma questão de estilo e método de produção. Em linhas gerais, os vinhos brancos secos tendem a ser os que apresentam menor quantidade de calorias, seguidos pelos vinhos rosés e, por último, os tintos. Vinhos brancos secos são frequentemente os mais leves em termos de calorias, por possuírem menos teor alcoólico e, muitas vezes, menos açúcar residual, pois a fermentação é mais completa. Os vinhos rosés possuem características semelhantes aos vinhos brancos, mas são feitos com uvas tintas, e o contato com as cascas durante o processo de vinificação é menor, o que resulta na cor mais clara. Por isso, tendem a estar entre os brancos e os tintos quanto às calorias. Em média, os tintos são mais calóricos. O processo de fermentação retém mais compostos presentes nas cascas das uvas, o que confere cor, taninos e um sabor mais robusto, mas também contribui para um maior teor calórico. Vinho branco é menos calórico que rosés e tintos. Vinho é menos calórico que cerveja? A comparação entre o conteúdo calórico do vinho e da cerveja depende de vários fatores, incluindo o tipo específico da bebida que está sendo consumida. De maneira geral, o vinho tende a ser mais calórico do que a cerveja se considerar o volume similar. Se a quantidade consumida for maior, a cerveja pode acabar oferecendo nível calórico similar ou até superior ao vinho, especialmente se for uma cerveja regular (com teor alcoólico entre 4% e 6%, produzida com malte de cevada, lúpulo, água e levedura). Existem cervejas lights ou sem álcool que possuem menos calorias do que a maioria dos vinhos. Por isso, a chave está no tipo de bebida e na quantidade consumida. Por que algumas regiões produzem mais vinhos com menos calorias do que outras? A produção de vinhos com menos calorias não é uma característica exclusiva de uma região, mas, sim, um reflexo de vários fatores que envolvem a variedade de uvas, o clima e o processo de vinificação adotados pelos vinicultores. No entanto, algumas regiões tendem a produzir vinhos com menos calorias devido a uma combinação desses fatores. Vamos entender por que isso acontece. Variedade de uvas Uvas mais com maior acidez (como sauvignon blanc e pinot noir) tendem a resultar em vinhos com menos açúcar residual e, portanto, com menos calorias, enquanto uvas com maior açúcar residual (como zinfandel e moscato) geram vinhos mais calóricos. Clima Regiões quentes (como Califórnia) produzem uvas com mais açúcar, resultando em vinhos mais calóricos. Já locais frios (como Borgonha) produzem uvas com menor teor de açúcar, resultando em um vinho menos calórico. Práticas de vinificação Vinhos secos realizam fermentação completa e têm menos açúcar residual e, portanto, menos calorias. Vinhos doces ou fortificados devido ao seu processo s, o que os torna mais calóricos. Regiões produtoras de vinhos com menos calorias Regiões frias, como o Vale do Loire (França) e o Sul da Alemanha, são conhecidas por produzir vinhos mais secos e com menor teor alcoólico. Vinhos mediterrâneos, como os da Itália e Espanha, também têm tendência a serem mais leves e menos calóricos. Benefícios dos vinhos de baixa caloria e teor alcóolico Os vinhos de baixa caloria e teor alcóolico trazem diversos benefício. Primeiramente, eles são uma opção mais leve e refrescante para momentos de descontração. Muitas pessoas preferem bebidas menos alcoólicas para apreciar com amigos ou mesmo sozinhas, sem abrir mão do prazer de saborear um vinho. Além disso, são uma escolha inteligente para eventos sociais, nos quais é possível aproveitar a companhia das pessoas sem se preocupar tanto com o valor calórico da taça consumida. Isso permite que você desfrute dos momentos especiais, mantendo um equilíbrio saudável em sua rotina. Vinhos pouco calóricos no Divvino Se você chegou até aqui e está se perguntando “qual vinho é menos calórico?”, a seguir, vamos apresentar sete opções disponível no divvino.com.br para você escolher! 1. Casillero Del Diablo Belight Sauvignon Blanc Com apenas 52 calorias por taça, este varietal sauvignon blanc traz aromas de frutas e flores, além de um paladar refrescante. Uma ótima opção para momentos de descontração ou para harmonizar com carnes brancas grelhadas, peixes e frutos do mar, risoto de queijos, aperitivos e sobremesas 2. Casillero Del Diablo Belight Rosé Com 8,5% de graduação alcoólica e 58 calorias por taça, este rosé revela aromas de frutas vermelhas, como amora e morango, notas florais e acidez refrescante no paladar. Uma ótima escolha para acompanhar salmão grelhado, frutos do mar, risoto de frutas vermelhas, mousse de morango e aperitivos. 3. Montgras Early Harvest Sauvignon Blanc Com apenas 8% de teor alcoólico, o Early Harvest apresenta o frescor e o aroma da uva sauvignon blanc com a antecipação da colheita. O vinho branco apresenta baixa caloria e é elaborado pela vinícola chilena Montgras, que conta com certificação B-Corp, com rótulos veganos e sustentáveis. O rótulo é leve, com notas de frutas cítricas, como toranja e lima, ideal para harmonizar com pratos da culinária japonesa, como sushis e sashimis, além de entradas e antepastos. 4. Montgras Early Harvest Rosé Outro vinho com menos caloria da Montgras é o Early Harvest Rosé, elaborado com um blend de grenache e syrah. O rótulo apresenta 8% de graduação alcoólica, baixa caloria em cada taça, leveza e frescor no sabor, além de aroma de frutas vermelhas frescas e notas florais. Acompanha muito bem saladas, salmão grelhado e pratos da culinária japonesa. Também pode ser servido durante um piquenique ou em momentos despretensiosos, já que a tampa em rosca facilita a abertura. 5. Lufa Lufa Branco Outro vinho de baixa caloria é o português Lufa Lufa, elaborado com um blend de castas brancas: chardonnay, macabeo e sauvignon blanc. Produzido pela vinícola AJF, apresenta cor citrino vibrante, aromas de frutas brancas, boa acidez e frescor. Bem equilibrado, harmoniza bem com mariscos, peixes e comida asiática. 6. Lufa Lufa Rosé A AJF também conta com uma versão do Lufa Lufa rosé, com baixa caloria. É elaborado com um blend de aragonês, cabernet sauvignon e merlot. Sua cor é rosada e pouco intensa, com aroma frutado e elegante, além de sabor leve, fresco, boa acidez e resistência. É bem interessante para acompanhar saladas e carnes brancas. 7. Gazela Vinho Verde Outra opção interessante para quem busca um vinho menos calórico é o Gazela, um vinho branco produzido com blend de azal, loureiro e trajadura, da região portuguesa de Vinhos Verdes. Com apenas 9% de teor alcoólico, é leve, refrescante, descomprometido, com aroma de frutas tropicais e leve efervescência, que proporciona um realce dos sabores. Harmonize o rótulo com peixes, frutos do mar, risotos de shimeji e castanhas, além de saladas e canapés de salmão. Agora que você sabe o que são vinhos menos calóricos e como escolher a opção ideal para seu gosto, que tal explorar novas opções e dar aquele toque especial ao seu próximo momento de degustação? Os vinhos mais leves e secos são perfeitos para quem deseja cuidar da alimentação sem abrir mão de uma experiência deliciosa. Para facilitar sua escolha, no divvino.com.br, você encontra uma seleção de vinhos incríveis nacionais e internacionais, incluindo opções de rótulos com menos calorias. Clique na imagem abaixo e confira! O post Vinhos menos calóricos: conheça rótulos mais saudáveis! apareceu primeiro em Divvino - Conheça tudo sobre o mundo dos vinhos.
Vinho tinto com chá preto e gengibre é uma combinação única que encanta o paladar e traz novos sabores. Experimente essa mistura! Este artigo Vinho Tinto com Chá Preto e Gengibre: Uma Mistura Inusitada para Saborear, foi referenciado anteriormente no blog Mestre dos Drinks - Magia, Alquimia e Química na Combinação de Sabores
O Papa Francisco sempre demonstrou apreço pelo vinho. Seu gosto pela bebida ficou evidente em algumas declarações públicas, que inclusive lhe renderam o título de sócio honorário da Associação Italiana de Sommeliers. A bebida que o Papa bebe no Vaticano, no entanto, é bem específico: chama-se vinho litúrgico, ou vinho de missa. O que o Papa bebe no Vaticano? O vinho consumido pelo Papa no Vaticano é um vinho de mesa branco ou tinto com características bem específicas. Como qualquer sacerdote católico, utiliza o chamado vinho de missa na Eucaristia — uma bebida destinada exclusivamente ao uso litúrgico, com regras rigorosas quanto à sua composição e pureza. Embora o Vaticano não divulgue oficialmente uma marca única, é sabido que o vinho usado nas celebrações papais costuma vir de regiões tradicionalmente católicas e com produção respeitada, como: Itália: Lazio, Toscana e Sicília, por exemplo; França: algumas abadias produzem vinho sacramental; Mosteiros e ordens religiosas: também produzem vinhos litúrgicos para o Vaticano. Um exemplo conhecido é o vinho da abadia beneditina de Monte Oliveto Maggiore, na Toscana. Leia também: Vinho canônico: o que significa? O que é vinho litúrgico? Vinho litúrgico é a bebida usada especificamente nas celebrações da missa católica, sobretudo na Eucaristia, quando é consagrado e se torna, segundo a fé cristã, o sangue de Cristo. Esse vinho não é qualquer um: precisa seguir regras estritas da Igreja para ser considerado válido para o uso litúrgico. Segundo o Código de Direito Canônico (cânon 924) e as normas da Congregação para o Culto Divino, o vinho litúrgico deve: ser de uva: o único ingrediente permitido é o suco fermentado da uva; ser natural e puro: não pode conter aditivos, corantes, aromatizantes ou conservantes; não estar azedo ou deteriorado: deve ser de boa qualidade, próprio para consumo; ser tinto ou branco: embora o tinto seja mais simbólico (por se assemelhar ao sangue), o branco também é aceito; ter teor alcoólico de no máximo 18%: conforme definido pelo Concílio de Florença de 1438; pode ser levemente doce ou seco: desde que não tenha fermentação interrompida artificialmente. Em alguns casos, é permitido um vinho “fortificado” com adição de álcool natural de uva, mas isso só é válido se for necessário para conservação, especialmente em regiões tropicais. Dessa forma, o teor pode chegar a 22%. Confira: Qual teria sido o vinho que Jesus serviu na última ceia? O que os Papas bebem além do vinho litúrgico? Fora da missa, o Papa pode beber vinho como parte das refeições, como é comum na cultura italiana. O Papa Francisco, por exemplo, mencionou apreço por vinho tinto simples e sem ostentação. Sem um vinho favorito declarado publicamente, dificilmente escolheria rótulos caros ou extravagantes. Já o Papa João Paulo II tinha preferências bem específicas. Ele demonstrava preferência por brancos aromáticos e florais, especialmente os produzidos com a uva Gewürztraminer, da região da Alsácia-Lorena, além dos elaborados a partir da casta Riesling, tradicionais na Alemanha. Bento XVI, por sua vez, costumava brindar com o tradicional champagne Moët & Chandon durante as recepções oficiais. Já em Buenos Aires, antes de se tornar Papa, o então cardeal Jorge Mario Bergoglio costumava acompanhar suas refeições com um vinho branco Torrontés ou um tinto Malbec, ambos produzidos em sua terra natal, a Argentina. Independentemente das preferências individuais dos pontífices, um estudo chama atenção: o Vaticano lidera o ranking mundial de consumo de vinho per capita, com mais de 74 litros por pessoa ao ano — o dobro da média registrada em países tradicionalmente vinícolas, como França e Itália. Quer se tornar um expert em vinhos? Descubra os segredos da harmonização e escolha o vinho perfeito para cada ocasião. Baixe agora o nosso Guia Completo para Iniciantes e Amantes da Enologia e impressione seus amigos com conhecimentos além do vinho litúrgico!The post Vinho litúrgico: o que o Papa bebe no Vaticano? first appeared on blogdosvinhos.
Desta vez fiz uma degustação completa da linha Reserva do Portada, um vinho que é trazido pela Evino no Brasil e que faz grande sucesso. Site do importador / vendedor - www.evino.com.br
Conversa com Ana Cristina Crespani, idealizadora da marca Viva la Vida de espumantes (e expandindo).
Ao provar um vinho, você já sentiu a sensação de amarração e secura por toda a boca? Calma, a bebida não está estragada ou qualquer coisa do tipo. A resposta para toda essa amarração no paladar está na ação dos taninos. Mas o que são os taninos e qual o papel deles na preparação das bebidas? Continue a leitura para descobrir, aprender a identificar, além de conhecer rótulos em que é possível percebê-los! O que são taninos? Taninos são polifenóis, substâncias orgânicas presentes em plantas e frutas, inclusive nas uvas. Sua função é protegê-las de possíveis insetos, causando a sensação de adstringência. Na uva, eles estão em três partes da fruta: na casca, nas sementes e no engaço. Elas devem passar por uma série de processos, a fim de tornarem-se mais desejáveis ao apreciador. É possível sentir a “amarração” em outros alimentos além das uvas e do vinho, como em uma banana verde, no caqui, na romã, no cravo, na canela, entre outros. Como descrevê-los? Como mencionamos, os taninos são conhecidos pela sensação de “amarrar a boca” durante a degustação. No entanto, dependendo do nível tânico da bebida, esse polifenol pode gerar percepções diferentes. Algumas nomenclaturas mais utilizadas para descrevê-los são: Taninos macios: causam sensação suave no paladar; Taninos ásperos: aspereza em boca, como uma lixa; Taninos aveludados: sensação de maciez ao degustar; Taninos sedosos: mais discretos e refinados no paladar; Taninos integrados: equilibrados com o perfil da bebida como um todo — sabor, corpo, teor alcoólico, madeira, etc. O tanino faz mal à saúde? A sensação de adstringência no paladar pode provocar estranhamento aos menos acostumados. Mas isso não quer dizer que a substância seja prejudicial à saúde. Muito pelo contrário. Eles podem ser responsáveis pela prevenção de doenças cardíacas e lesões nas células. Embora muitos achem que estejam ligados a dores de cabeça, cientificamente não há nada comprovado. Taninos não fazem mal à saúde, apenas dão uma sensação de “amarração” na boca. Como identificar taninos no vinho? Ao degustar um vinho, concentre-se nos seguintes aspectos para identificar a presença de taninos. Primeiro contato Ao dar o primeiro gole, preste atenção na sensação de secura. Os taninos geralmente afetam a parte superior da boca, especialmente as gengivas e a língua. Persistência na boca Após engolir o vinho, observe por quanto tempo a sensação de secura persiste. Vinhos com taninos mais pronunciados podem deixar essa sensação por mais tempo, enquanto os rótulos menos “amarrados” geralmente têm um acabamento mais curto. Textura na boca Tente perceber se o vinho tem uma textura “áspera” ou se a boca fica “secando” após a ingestão. Isso indica alta concentração de taninos. Se o vinho tiver uma textura mais delicada, pode ser que sejam menos pronunciados. Taninos promovem uma sensação de textura áspera na boca. Interação com a acidez Os taninos podem interagir com a acidez do vinho, fazendo com que a sensação de secura seja mais ou menos intensa. Em vinhos com alta acidez, como alguns tintos mais jovens, os taninos podem parecer mais agressivos. Já em vinhos mais equilibrados, a sensação de secura tende a ser mais amena. Produção dos taninos Nem todo vinho tem taninos evidenciados. Na prática, o mais comum é encontrar as substâncias em vinhos tintos e, em uma quantidade praticamente ausente nos brancos. No processo de produção do vinho, eles são extraídos por meio de um longo procedimento industrial. A suavidade pode vir da pequena extração, do tipo de uva, do processo da barrica ou até do tipo de barrica. Cabe ao enólogo deixá-los perfeitos às bebidas. Isso passa principalmente pelo processo de amadurecimento do vinho, ao qual as bebidas são armazenadas em barricas de madeiras, mantendo o contato com o oxigênio, na chamada micro-oxigenação da madeira. Por isso, vinhos tânicos e com acidez alta, em grande maioria, possuem capacidade de guarda maior. Uvas de taninos acentuados As uvas com mais intensidade tânica são: Cabernet sauvignon Tannat Malbec Merlot Garnacha Nebbiolo Syrah/shiraz Sangiovese 6 vinhos com taninos presentes para experimentar Já que certas castas possuem mais taninos que outras, selecionamos seis rótulos do divvino.com.br para que você possa compreender e identificar degustando vinhos. Confira! 1. Eguren Ugarte Cosecha Rioja O Eguren Ugarte Cosecha Rioja é um tinto espanhol produzido na região de Rioja, uma das mais renomadas do mundo, conhecida pela excelência na produção de vinhos com a uva tempranillo. Para que os taninos sejam expressos, a vinícola utiliza técnicas de vinificações tradicionais, como envelhecimento em barris de carvalho, além da característica do terroir. De coloração rubi e reflexos violetas, o rótulo possui aromas de frutas vermelhas, notas tostadas, paladar com início de boca suave e taninos macios. Para harmonizar, a recomendação são carnes vermelhas grelhadas, carpaccio de carne vermelha, steak tartare e lasanha à bolonhesa. O risoto de parmesão pode ser uma opção interessante para acompanhar sem levar carne. 2. Borgo Reale Nebbiolo Langhe O Borgo Reale Langhe é um excelente representante da casta nebiollo, cultivada na região do Piemonte, no noroeste da Itália. Essa é uma uva com taninos presentes e, diferente dos riojanos que pegam a parte superior da língua e são em forma de lixa, neste caso são mais finos, percebidos em toda boca. Com muita personalidade, o rótulo possui tonalidade granada, com aromas de frutas pretas em compotas, notas balsâmicas, além de caixa de charuto. No paladar, conta com acidez expressiva e taninos envolventes. Ótimo rótulo para acompanhar carré de cordeiro grelhado, ragu de ossobuco com polenta mole, além de espaguete ao molho vermelho e tábua de charcutaria. 3. Vicente Gandía Marqués del Turia Monastrell Shiraz O Marqués del Turia é um vinho tinto espanhol produzido na região de Valência. A vinícola Vicente Gandía, conhecida pela tradição e inovação, criou um blend de monastrell e shiraz, duas uvas com taninos marcantes. A monastrell, casta autóctone espanhola, e a shiraz, popularmente cultivada na Austrália e no sul da França, combinam-se para formar um vinho com taninos intensos e persistentes, que secam toda a boca, oferecendo uma experiência robusta e envolvente. O clima quente de Valência contribui para a concentração de sabores, resultando em vinhos com boa estrutura tânica e grande potência. Vale citar que o rótulo é uma homenagem à principal via que atravessa a cidade, onde localiza-se a vinícola. Ele apresenta coloração rubi, aromas de frutas pretas sobremaduras, como ameixas, além de especiarias e um toque defumado. No paladar, é um vinho intenso com taninos envolventes, ideal para combinar lasanha à bolonhesa ou de berinjela, carnes vermelhas grelhadas e tapas com jamón e queijo. 4. Vinecol Quinde Bonarda Orgânico Quinde Bonarda Orgânico é um vinho tinto produzido na Argentina pela Vinecol, na região de Mendoza, uma das mais reconhecidas por seus vinhos de alta qualidade. A bonarda, uma casta que vem ganhando destaque no país, é conhecida por seus taninos marcantes, semelhantes à malbec, mas com uma expressão mais delicada. Embora seja encorpada, apresenta taninos que secam mais na parte da frente dos dentes, criando uma sensação de secura e estrutura única. Isso faz dela uma ótima opção para quem busca vinhos com boa presença, mas com uma abordagem mais suave e sofisticada. Vale mencionar que o rótulo passa seis meses em barricas de carvalho francês. Além dessas características no paladar, o rótulo revela uma coloração púrpura, apresenta aromas de frutas pretas sobremaduras e um toque de especiarias, como pimenta-do-reino. Para combinar com os taninos do paladar, aposte em carnes vermelhas, como costela, para harmonizar, ou tomahawk e corte rib grelhados. 5. Michelini i Mufatto Vinos de Mar Tannat Vinos de Mar é um tinto uruguaio produzido na região costeira do Uruguai, próxima ao Oceano Atlântico. A vinícola Michelini i Mufatto é reconhecida pela sua abordagem inovadora e pelo cuidado na produção de vinhos que expressam o melhor do terroir uruguaio. A tannat, casta emblemática do país, é conhecida por seus taninos potentes, que proporcionam uma estrutura robusta, com a sensação de que os polifenóis “pegam” a boca inteira, proporcionando uma experiência firme e duradoura. Durante a produção, a bebida passa por afinamento de oito meses em barricas de carvalho francês. O resultado é um vinho de coloração púrpura, notas de frutas pretas maduras, como ameixa e cassis, especiarias doces e alcaçuz. No paladar, os taninos equilibram-se bem com a acidez, harmonizando muito bem com a culinária uruguaia, como carnes vermelhas braseadas e carne de caça. 6. Luiz Argenta Corte Clássico Luiz Argenta Corte Clássico é um tinto brasileiro produzido na Serra Gaúcha, um dos terroirs mais reconhecidos do Brasil para a produção de vinhos. O blend é composto por uvas merlot, shiraz e petit verdot, esta última vem ganhando destaque no Brasil devido à sua estrutura robusta e aos taninos potentes, que proporcionam um vinho de grande corpo. Em particular, a casta contribui com uma intensidade tânica que confere ao vinho uma secura marcante e uma excelente capacidade de envelhecimento. O rótulo produzido apresenta tonalidade rubi intensa, com aromas delicados de frutas vermelhas e toques de baunilha. Em boca, possui os taninos potentes, acidez equilibrada e bom volume em boca, interessante para acompanhar carnes vermelhas, massas com molhos vermelhos e queijo de média maturação, como o canastra. Como escolher vinhos com mais ou menos taninos? A quantidade de taninos em um vinho pode influenciar muito a experiência de degustação, proporcionando sensações de secura ou suavidade. Para escolher os rótulos, considere os seguintes fatores. Variedade da uva As concentrações de taninos variam conforme a casta. Já citamos aquelas em que eles são mais pronunciados. Agora, caso você queira rótulos que não tenham essa sensação, aposte naqueles elaborados por pinot noir, zinfandel e gamay, por exemplo. Região de produção O clima da região também afeta a quantidade de taninos. Locais mais quentes, como Califórnia e Argentina, tendem a produzir vinhos com taninos mais pronunciados, enquanto regiões mais frescas, como Bordeaux e Piemonte, produzem vinhos menos tânicos. Processo de vinificação O tempo de maceração e o uso de barris de carvalho podem aumentar a quantidade de taninos extraídos. Vinhos com longa maceração ou envelhecimento em barris novos tendem a ter mais; já vinhos com maceração curta e envelhecidos em barris antigos geralmente têm menos. O armazenamento do tinto em barris pode promover taninos mais pronunciados nos vinhos. Estilo de vinho Se você deseja um vinho mais tânico, procure bebidas encorpadas e estruturadas, como tintos argentinos e os italianos de Barolo. Para vinhos mais leves e suaves, escolha aqueles elaborados com castas com menor quantidade de taninos ou outros tipos, como brancos e rosés. Em geral, não costumam acentuar os sabores. Experimente e teste seu paladar A melhor forma de escolher é experimentando. Note a sensação de secura que os taninos causam na boca e ajuste suas escolhas conforme seu gosto. Como taninos influenciam na escolha do prato? Os taninos no vinho têm uma influência importante na harmonização com alimentos, pois eles afetam diretamente a percepção do sabor, a textura e a experiência sensorial. Alguns aspectos que influenciam são: Alimentos gordurosos suavizam a sensação de secura. Proteínas ajudam a equilibrar a intensidade. Alimentos amargos podem intensificar a secura. Escolha vinhos mais frutados para equilibrar. Alimentos ácidos podem realçar a acidez do vinho e acentuar os taninos. Queijos curados e envelhecidos equilibram o paladar. Vinho tânico com alimentos doces deve ter uma boa quantidade de açúcar residual para equilíbrio do paladar. Temperos fortes podem tornar os taninos mais agressivos, prefira vinhos mais delicados. Essas interações ajudam a escolher o prato ideal para acompanhar vinhos com taninos mais acentuados, criando combinações equilibradas e agradáveis. Taninos combinam muito bem com proteínas, como a carne vermelha. Taninos são substâncias que podem ser mais ou menos pronunciadas em rótulos a depender da casta utilizada para elaborar os vinhos. Agora que você já entende mais o que ela significa, é importante experimentar para compreender as nuances de cada uma das castas. Gostou do texto e quer saber ainda mais detalhes sobre o mundo do vinho para além dos taninos? Então, clique na imagem abaixo e leia mais conteúdos disponíveis no blog do Divvino! O post 6 vinhos com taninos para você entender como identificar apareceu primeiro em Divvino - Conheça tudo sobre o mundo dos vinhos.
Para quem gosta de uma culinária um pouco diferente, esse prato é para você! Lulas grelhadas com vinho branco é um prato requintado, digno de restaurante. No entanto, é você quem vai fazer! Confira a receita abaixo e surpreenda seus convidados. Leia também: Espanhola: Batida de abacaxi com vinho tinto Receita: Lulas grelhadas com vinho branco Ingredientes 700g de lulas limpas; sal, limão e pimenta-do-reino; azeite para grelhar; 2 colheres de sopa de alho picado e frito; 1⁄2 xícara de café de vinho branco; salsinha picada. Para escolher o vinho, prefira um Sauvignon Blanc ou até um Vinho Verde, já que são opções com acidez e frescor, que combinam perfeitamente com o sabor delicado das lulas. Como fazer Tempere as lulas e grelhe-as em uma chapa pré-aquecida ou numa frigideira de fundo grosso. Deixe-as e não mexa até que estejam douradas de um lado. No momento de virar as lulas, há um segredo: vire-as uma a uma, para não soltarem muito líquido. Essa estratégia é ideal para mantê-las cozidas e macias, caso contrário, podem ficar duras. Se necessário, retire este líquido assim que formar. Evite também cozinhar em excesso, pois pode tornar a lula borrachuda. Quando estiverem grelhadas, acrescente o alho, o vinho branco e finalize com a salsinha a gosto. Quais os melhores vinhos para fazer receitas e harmonizações? As melhores bebidas para fazer receitas, como lulas grelhadas com vinho branco, dependem dos ingredientes e do paladar de quem experimentar. Para qualquer ocasião, você pode adquirir os vinhos de melhor qualidade no Bebidas do Sul! Entrega diretamente em sua casa e com frete grátis com valor mínimo.The post Lulas grelhadas com vinho branco: aprenda a fazer! first appeared on blogdosvinhos.
A Semana Santa é um convite à mesa farta com pratos à base de peixe e frutos do mar — tradição que movimenta não só a cozinha, mas também o universo das harmonizações. E para quem quer fugir do óbvio e acertar na escolha da bebida, reunimos especialistas que indicam vinhos e cervejas que casam perfeitamente com os sabores do mar. A especialista em cervejas e sócia do Tank Brewpub, Julia Fraga, tem dicas certeiras para quem vai apostar em pratos mais tropicais, como a Moqueca, seja de peixe, camarão ou os dois. “A moqueca é um prato cheio de potência, com bastante gordura, aroma e sabor, principalmente por conta do molho e temperos. O leite de coco e as especiarias tendem a dominar, então é melhor evitar cervejas muito leves. A dica é ir com uma West Coast IPA, que traz aquele caráter resinoso dank, mas sem perder a refrescância dos aromas cítricos. O teor alcoólico mais elevado também ajuda a limpar o palato e preparar para a próxima garfada.” Julia também aconselha a combinar cervejas Sours com o atum, peixe que está em alta no momento. “Esse peixe é superversátil. Em cortes mais magros, seja selado ou cru, ele pede leveza e frescor. As Sours são ótimas nesse caso, especialmente as de frutas. A acidez dessas cervejas realça a delicadeza do atum, ainda mais se ele vier com molhos leves, cítricos ou frutados.” FOTO: Divulgação Brewpub/ Tank Fábio Comolatti Agora, quando se trata de vinhos, o bacalhau permite diversas possibilidades de harmonização — e tudo depende do modo de preparo. Manoel Lima, do Marena Cucina, e Valquiria Pereira, do Varanda Dinner, dizem que o bacalhau gratinado vai muito bem com vinhos brancos mais estruturados, como um bom Chardonnay. Já se ele for assado ou servido com legumes, a dica é apostar em vinhos mais leves, como os da região dos Vinhos Verdes, feitos com a uva Alvarinho. Já Diogo Robert, do restaurante Donna, aconselha aqueles que forem misturar o bacalhau com uma massa, como em um Fettuccine com confit de bacalhau e molho de açafrão: “para esses casos, indico vinhos portugueses feitos com a uva Arinto, que tem acidez elevada e equilibrada, ótima para pratos com estrutura. Vinhos brancos com blend de Antão Vaz, Arinto e Roupeiro também funcionam muito bem — especialmente os que passam por barrica e ganham cremosidade.” FOTO: Divulgação Donna/ Rodolfo Regini “Para bacalhau e frutos do mar no geral, busque vinhos com boa acidez e estrutura. Sauvignon Blanc, Pinot Grigio, Riesling, Torrontés e Albariño são ótimas opções. E se você é do time do vinho tinto, escolha rótulos mais leves e frescos, feitos com Gamay ou Pinot Noir”, orienta Michelly Ramona, do Tuy Cocina. Na dúvida, vá pelo contraste: pratos mais gordurosos pedem bebidas com boa acidez ou teor alcoólico para limpar o paladar. Já pratos mais delicados se beneficiam de bebidas leves e refrescantes. Com essas sugestões na manga, é só escolher o prato e brindar! FOTO: Divulgação Tuy Cocina/ Rubens Kato _________ FOTO DESTAQUE: Adobe Stock FOTOS: Divulgação Divulgação Brewpub/ Tank Fábio Comolatti, Divulgação Donna/ Rodolfo Regini e Divulgação Tuy Cocina/ Rubens KatoThe post Aprenda a harmonizar vinhos e cevejas com peixes e frutos do mar first appeared on GoWhere - Lifestyle e Gastronomia.
Nada mais frustrante do que abrir uma garrafa de vinho e, ao tentar retirar a rolha, ela quebrar. O problema pode transformar o momento de tranquilidade em uma verdadeira dor de cabeça. Se você já passou por isso, sabe o quanto é importante encontrar uma solução rápida e eficiente de como tirar rolha de vinho quebrada e aproveitar o rótulo. Neste guia, vamos explicar como abrir vinho com a rolha quebrada, como removê-la em situações normais e até como lidar quando não há um saca-rolha disponível. Além disso, vamos apresentar acessórios úteis que podem facilitar o processo. Boa leitura! Como tirar rolha quebrada de um vinho? Uma rolha quebrada pode parecer um problema complicado, mas a solução é mais simples do que você imagina. Confira o passo a passo e resolva a situação! Coloque o saca-rolhas suavemente na rolha, na parte que está mais saliente. Vá colocando a ponta do acessório na rolha, de forma suave, sem forçar apenas girando. Vá até o final e puxe a alavanca com cuidado. Caso o utensílio tenha dois níveis, faça de pouco em pouco. Quando notar que o saca-rolhas já atravessou a rolha, pode utilizar a alavanca para retirar, de forma lenta para que não caia farelos dentro do vinho. O segredo é o cuidado e a paciência. Veja o vídeo no canal do Divvino demonstrando como fazer: Dica: a retirada pode ser mais precisa se você posicionar o saca-rolha mais ao lado da rolha quebrada. Por que a rolha do vinho quebra? A rolha de vinho pode quebrar por uma série de razões e entender as causas pode te ajudar a evitar o problema no futuro. Rolha velha ou seca: podem se fragilizar ao longo do tempo, aumentando as chances de quebra. Deixar o vinho guardado sem o líquido entrar em contato com a rolha, causa ressecamento e pode deixar a rolha quebradiça. Rótulos mais antigos começam a ter a rolha degradada com o tempo, o que pode ocasionar a quebra no momento da retirada. Para isso temos saca-rolhas pinça. Utensílio inadequado: um saca-rolha frágil ou o uso incorreto pode pressionar a rolha de forma errada, quebrando-a. O que fazer se a rolha cair dentro do vinho? Se a rolha cair dentro da garrafa, a solução mais simples e eficiente é a transferência da bebida para outro recipiente. Para isso, é importante “coar” o vinho para evitar que os pedaços venham juntos. Utilize uma peneira limpa (preferencialmente de inox) ou até um coador de café. Despeje em um decanter ou recipiente higienizado para armazenar. Por mais que atrapalhe no momento de servir, é válido dizer que a rolha não afeta o vinho. Ela é feita de cortiça, material natural que não libera substâncias, nem altera o sabor da bebida. Assim, se não conseguir retirá-la, apenas coe o líquido para não engolir nenhuma possível parte despedaçada. A rolha não afeta o sabor do vinho. Como tirar rolha de vinho? É importante demonstrar qual é o procedimento padrão para remover a rolha de uma garrafa de vinho sem quebrá-la: Escolha o saca-rolhas certo: opte por um modelo sommelier ou garçom de dois níveis para facilitar a extração, como de alavanca ou automático. Retire a cápsula: use a faca da saca-rolhas ou cortador para partir a cápsula abaixo do aro da garrafa e removê-la. Insira o saca-rolhas: coloque o utensílio no centro da rolha e gire no sentido horário até que a espiral entre cerca de ¾ da rolha, caso seja de alavanca. Puxe a rolha: use a alavanca para retirar a rolha suavemente. Se for um modelo de duas etapas, quando ela estiver no meio, parta para o segundo nível, evitando que ela possa quebrar. Remova a rolha da espiral: puxe com cuidado, sem forçar, e a garrafa estará pronta para o consumo. Depois de abrir o vinho, é só servir e aproveitar. Mas e se a rolha durante a abertura? Veja detalhes de como resolver a seguir. Como tirar rolha de vinho sem saca-rolha? Caso esteja sem os utensílios adequados e precise abrir uma garrafa vinho, você pode usar alguns métodos alternativos. Confira as alternativas de como tirar rolha de vinho sem abridor! Usando um parafuso e uma chave de fenda Pegue um parafuso de tamanho médio e uma chave de fenda. Enrosque o parafuso na rolha, girando-o até que fique bem preso. Use a chave de fenda para puxar o parafuso com a rolha. Como o parafuso estará preso, você conseguirá retirar a rolha com facilidade. Método do sapato Coloque a base da garrafa de vinho dentro de um sapato com sola macia (como um tênis). Com a garrafa apoiada contra uma parede ou superfície firme, bata levemente a garrafa contra a superfície, sem forçar demais. A pressão pode fazer a rolha sair parcialmente. Depois, use os dedos ou uma faca para puxá-la completamente. Usando um garfo de cozinha Pegue um garfo de cozinha, preferencialmente um de cabo longo. Insira o garfo na lateral da rolha e faça movimentos suaves para puxá-la. Pode ser necessário dar algumas batidas leves com o cabo do garfo para ajudar a rolha a sair. Método da faca Escolha uma faca com lâmina estreita, como uma faca de serrinha. Insira a lâmina ao redor da rolha com cuidado, girando até que ela se solte. Use a lâmina para puxar a rolha para fora, tomando cuidado para não quebrar. Embora esses métodos sejam eficazes, eles exigem um pouco mais de paciência e cuidado para não danificar a garrafa ou a rolha. Se possível, sempre use um saca-rolhas, que garante um processo mais simples e seguro. Acessórios para abrir vinho Para que você possa abrir sua garrafa de vinho sem sofrer, aposte em utensílios específicos. Conheça modelos na sequência! Saca-rolhas sommelier O saca-rolhas sommelier conta com dois estágios, evitando que a rolha quebre durante o processo, uma vez que algumas são mais longas que as outras. Feito de aço carbono, é durável e resistente à corrosão. A alça é ergonômica e facilita a abertura tanto por profissionais quanto pelos amantes do vinho. Saca-rolha sommelier é um acessório simples e prático para abrir vinhos. Saca-rolhas elétrico O saca-rolhas elétrico é sinônimo de facilidade. Basta posicionar, apertar um botão e pronto! O equipamento vai retirar a rolha de sua garrafa. O acessório automático não requer nenhuma habilidade, muito menos força durante sua aplicação. É uma ótima pedida para presentear alguém que adora vinhos. Como tirar rolha de vinho com saca-rolha elétrico? É só ajustar a posição e clicar um botão. Saca-rolhas coelho Outra opção é o saca-rolhas coelho: tão fácil quanto o elétrico e nem precisa ser carregado. Para usar, basta posicionar, puxar a alavanca para que desça através da rolha e, depois, fazer o movimento contrário para que ela saia. Super prático e simples. Facilidade de forma manual, o modelo tipo coelho auxilia muito a abertura de garrafas. Com a técnica certa, é possível resolver o problema de como tirar rolha de vinho quebrada da garrafa. Lembre-se de usar os utensílios adequados e atentar-se aos sinais para evitar que ela se rompa ao retirar. Gostou do conteúdo, ama vinhos e deseja aprofundar seus conhecimentos sobre? Então, clique na imagem abaixo, navegue pelo blog do Divvino, confira mais dicas e explore outros artigos para aprender mais sobre a bebida! O post Como tirar rolha de vinho quebrada? Saiba como resolver! apareceu primeiro em Divvino - Conheça tudo sobre o mundo dos vinhos.
Para a edição Descorchados 2025, foram mais de 4 mil vinhos degustados, que abrangeram 210 vinícolas argentinas, 186 chilenas, 44 uruguaias, 47 brasileiras, 20 peruanas e cinco bolivianas. Trata-se de um dos guias de vinhos mais respeitados da América do Sul, que avalia anualmente diversos rótulos da região. No recorte feito com vinhos brasileiros tintos, três rótulos receberam 93 pontos: Vinho Fino Tinto Seco Tannat 2023 (da vinícola gaúcha Belmonte), o Potter 2024 Tannat (da gaúcha Guatambu), além do Sabina Dyrah Seleção de Parcelas 2024 (da Sacramentos Vinifer, de Minas Gerais). Os melhores vinhos tintos do Brasil na Descorchados 2025 Os melhores vinhos tintos do Brasil, que receberam nota 93 na Descorchados 2025 são: Sabina Dyrah Seleção de Parcelas 2024 (Sacramentos Vinifer); Potter 2024 Tannat (Guatambu); Vinho Fino Tinto Seco Tannat 2023 (Belmonte). Os melhores vinhos tintos do Brasil: nota 92 Os vinhos tintos brasileiros que receberam nota 92 na Descorchados 2025 foram: Sabina Mescla de Serras Syrah 2024 (Sacramentos Vinifer); Cuvée L.A. Cave Merlot, Cabernet Franc, Petit Verdot 2020 (Luiz Argenta); Rastros do Pampa Tannat 2024 (Guatambu); Rastros do Pampa Merlot 2024 (Guatambu); Lendas do Pampa Tannat 2024 (Guatambu); Épico Edição IX Tannat, Cabernet Sauvignon, Merlot, Tempranillo N/V (Guatambu); Vila Flores Cabernet Franc 2022 (Família Arte Líquida); Piano Syrah Syrah 2023 (Casa Almeida Barreto); Íngreme Syrah 2021 (Artesã); Francamente Franc Cabernet Franc 2023 (Arte da Vinha). Os melhores vinhos tintos do Brasil: nota 91 Na edição 2025 da Descorchados, os seguintes tintos receberam nota 91: Gran Linaggio Tannat 2023 (Vinícola Tramarin); Gran Linaggio Merlot 2023 (Vinícola Tramarin); L.A. Cave Cabernet Franc 2018 (Luiz Argenta); Vinho Frugalle Gamay 2023 (Belmonte); Mar de Morros Blend Cabernet Franc, Syrah, Cabernet Sauvignon 2023 (Artesã); Amor Perfeito Tannat 2023 (Amare Vinhos). O guia Descorchados está à venda por R$ 295 no site www.adegaonline.com.br. A edição é dividida em três volumes: um dedicado à Argentina, outro ao Chile, e um terceiro com Brasil, Uruguai, Bolívia e Peru. Experimente vinhos premiados pela Descorchados 2025 Agora que você já conhece os melhores vinhos tintos do Brasil, eleitos pelo guia Descorchados 2025, o que acha de experimentar essas obras-primas? No Bebidas do Sul, você encontra os melhores rótulos, para os mais diversos momentos e com uma variedade de valores. Confira, por exemplo, os grandiosos da Guatambu, como Rastros do Pampa Tannat e Rastros do Pampa Merlot. Conheça o site!The post Os melhores vinhos tintos brasileiros eleitos pela Descorchados 2025 first appeared on blogdosvinhos.
Para o vinho chegar à mesa, existe um longo — e interessante — caminho. Desde a colheita até o momento do engarrafamento, são passadas várias etapas de produção de vinho. Cada parte influencia diretamente o aroma, o sabor e a qualidade da bebida. O método de vinificação pode variar conforme o tipo de vinho que se deseja obter, incluindo brancos, tintos, rosés, laranja e sem álcool, por exemplo. Neste texto, vamos explicar os principais processos para a produção da bebida, distinguir estilos e detalhar os fatores que impactam no resultado. Boa leitura! Processo de produção de vinhos A produção de vinho passa por uma série de etapas que começam muito antes da colheita das uvas. Cada fase tem um impacto direto na qualidade da bebida, tornando o processo de vinificação um equilíbrio entre tradição, técnica e inovação. A seguir, vamos detalhar o processo completo! 1ª etapa: plantio O primeiro passo na produção começa no vinhedo, o campo de plantação das uvas. Fatores naturais, como solo, clima, altitude e exposição solar, influenciam na elaboração do vinho. Esse conjunto é chamado de terroir. Os produtores escolhem as castas de uvas conforme as características do solo e do clima da região. Algumas variedades se adaptam bem a diferentes ambientes, enquanto outras são mais exigentes e sensíveis às variações climáticas. O ciclo da videira segue um ritmo anual, com momentos de crescimento, floração e maturação das uvas até que atinjam o ponto ideal para a colheita. Durante esse período, os vinicultores monitoram o desenvolvimento, verificando a acidez, os açúcares e os compostos fenólicos, essenciais para o aroma e o sabor do vinho. O plantio das uvas é a primeira etapa do processo de produção do vinho. 2ª etapa: colheita/vindima No instante da colheita (conhecida como vindima), as frutas são verificadas e selecionadas manualmente. São feitos testes para saber se é o momento ideal para retirá-las, visto que, caso haja antecipação ou atraso do processo, as uvas podem perder a qualidade. Um desses testes é feito por um aparelho chamado refratômetro, que mede a acidez e o açúcar da fruta. Se as uvas estiverem em boas condições, passam para a próxima etapa da produção de vinhos. A vindima é o momento final das uvas no campo antes de ser utilizada na elaboração do vinho. 3ª etapa: industrialização Após serem colhidas, as uvas partem para o processo industrial. Primeiro, são descarregadas em uma esteira para uma nova verificação de boas condições da fruta. Depois dessa etapa, são levadas para separação dos ramos/engaço e seguem por caminhos distintos, a depender do tipo de vinho. No caso dos vinhos brancos, são transportadas para dois cilindros responsáveis pela extração do suco. Durante essa extração as uvas liberam os taninos suaves que estão presentes nas cascas e sementes. Para a produção de vinhos tintos, a extração pode ocorrer por gravidade: as uvas ficam dispostas uma em cima das outra dentro de um tanque de aço inox. Com o peso comprimido das frutas, o líquido é extraído. A fabricação de vinho passa por um processo industrial com diversas etapas. 4ª etapa: fermentação Nesses mesmos tanques, acontece a fermentação, o que significa a adição de leveduras para fazer a substituição e transformação do açúcar da fruta em álcool e gás carbônico. Os fatores que influenciam a fermentação incluem: Temperatura: baixas temperaturas preservam aromas mais delicados, comuns nos vinhos brancos. Tintos geralmente fermentam em mais calor para extrair mais estrutura e taninos. Tempo de fermentação: pode variar de alguns dias a várias semanas, dependendo do tipo de vinho. Algumas vinícolas realizam fermentações secundárias para adicionar complexidade ao vinho. Um exemplo é a fermentação malolática, que suaviza a acidez em alguns vinhos tintos e brancos encorpados. A fermentação da uva para produção de vinho transforma seus açúcares em álcool. 5ª etapa: armazenamento Teoricamente, ao fim da fermentação, o vinho já está pronto. Entretanto, deve ser armazenado para que as substâncias presentes na bebida possam “ganhar corpo” e sabor. Esse processo é chamado de estabilização e ocorre durante alguns meses. Um dos métodos é o armazenamento em barril de carvalho, para fazer o líquido entrar em contato com a madeira, adicionando notas de baunilha, especiarias e defumado ao rótulo. O armazenamento em tanques de aço inoxidável preserva o frescor e a pureza do vinho. Já a ânfora é um método alternativo utilizado para conferir um perfil diferenciado. O armazenamento pode impactar no sabor do vinho. 6ª etapa: engarrafamento e comercialização Após um período, os vinhos são filtrados (caso necessário), engarrafados e guardados na posição horizontal, garantindo o contato com a rolha e impedindo a entrada de oxigênio, que poderia comprometer o sabor. A vedação das garrafas pode ser feita com rolhas de cortiça, ou tampas de rosca. O engarrafamento é a etapa final da produção de vinho antes da comercialização. Diagrama da produção de vinho As uvas passam por esses processos até a elaboração do vinho. Veja como é feito o vinho na imagem: Diferença na produção de tipos de vinho A produção de vinho não segue um único processo; ela varia significativamente dependendo do tipo de bebida que se deseja produzir. As diferenças estão nas etapas de vinificação, como a escolha das uvas, a interação com as cascas, a fermentação e o envelhecimento. Vamos explorar os principais tipos de vinho e o que os distingue em termos de produção. Vinho tinto O processo de produção do vinho tinto é realizado com uvas tintas, cuja casca é fundamental para a obtenção de cor, taninos e compostos fenólicos que conferem estrutura e sabor ao vinho. A principal diferença na produção do vinho tinto é o contato das cascas das uvas com o mosto durante a fermentação. Pode durar de alguns dias a semanas, permitindo a extração dos compostos que influenciam diretamente na coloração e no paladar. Durante a fermentação alcoólica, o mosto fermenta em temperatura controlada, em tanques de aço inox ou em barris de madeira, a depender do que se deseja como resultado. Para tintos mais encorpados e estruturados, a maturação em barril de carvalho e a fermentação malolática (uma segunda fermentação que reduz a acidez do vinho) são etapas cruciais. Vinho branco Como é feito vinho branco? É produzido predominantemente a partir de uvas brancas ou uvas tintas que, após a colheita, têm as cascas removidas imediatamente para evitar a transferência de cor (processo chamado de desengace). O suco das uvas brancas é fermentado sem as cascas, o que resulta em um vinho mais leve, fresco e com menor teor de taninos. A fermentação costuma ocorrer em tanques de aço inoxidável a baixas temperaturas para preservar a acidez e os aromas frutados e florais. A malolática é opcional e costuma ser realizada quando se deseja suavizar no sabor do vinho. Vinho rosé O vinho rosé é produzido a partir das mesmas uvas tintas utilizadas no vinho tinto, com dois diferenciais importantes no processo. Para começar, a prensagem é lenta, evitando uma influência muito grande na tonalidade. Depois, tem-se um tempo de contato com as cascas muito mais curto. Esse processo leva à extração de uma cor, mais clara que o vinho tinto, mas com um perfil de sabor mais robusto do que o vinho branco. Após o tempo de maceração, o suco é separado das cascas e fermentado, como no vinho branco, a temperaturas controladas. Normalmente, o rosé é amadurecido em tanques de aço inoxidável para preservar o frescor e as notas frutadas. Como é feito o vinho rosé? A diferença para o tinto é a prensagem lenta e o contato curto com as cascas. Vinho sem álcool O vinho sem álcool é uma alternativa crescente para aqueles que desejam aproveitar o sabor e a experiência do vinho, sem o efeito do álcool. Este tipo de vinho é produzido de maneira semelhante ao vinho tradicional, mas com um processo adicional de remoção do álcool, mantendo a maior parte dos sabores e aromas. A retirada acontece logo após a fermentação. Pode ser feita de duas maneiras: Destilação a vácuo: reduz a pressão sobre o vinho, permitindo que o álcool evapore a uma temperatura mais baixa, preservando os sabores e aromas da bebida. Filtração por membranas: o vinho passa por filtros especializados que separam o álcool das outras substâncias, mantendo o sabor original. Vinho laranja O vinho laranja é uma variante que combina aspectos tanto do vinho branco quanto do tinto. Produzido a partir de uvas brancas, ele se distingue pela maceração com as cascas, um processo geralmente associado à produção de vinhos tintos. Assim, dá-se ao vinho uma cor alaranjada e sabores únicos. Após a fermentação, o vinho é geralmente envelhecido em ânforas de barro ou barris de carvalho, o que confere à bebida um sabor ainda mais complexo. O vinho laranja é feito como um tinto, mas com uvas brancas, atingindo uma coloração alaranjada. Importante dizer que o vinho laranja não é uma denominação de origem (vide o caso dos Vinhos Verdes) e, por isso, pode ser utilizado em qualquer país. A nomenclatura faz referência à tonalidade do vinho. Leia também — Qual a diferença entre frisante e espumante? A produção de vinho exige precisão e cuidado em cada uma de suas etapas. Ao longo do caminho, a interação entre fatores, como o terroir, o tipo de uva, a técnica de fermentação e o envelhecimento, confere ao vinho sua identidade única. Agora que você conhece as etapas essenciais da vinificação, que tal se aprofundar ainda mais nesse universo de aromas e sabores? No blog do Divvino, temos uma variedade de conteúdos que vão enriquecer ainda mais sua jornada no mundo do vinho. Clique na imagem abaixo e confira! O post Como é a produção de vinho? Entenda as etapas da vinificação apareceu primeiro em Divvino - Conheça tudo sobre o mundo dos vinhos.
Um exemplar que unifica gerações. A linha Naturelle Casa Valduga representa a personalidade dos brasileiros com seu paladar suave e equilibrado. Descubra a leveza do Naturelle Tinto e encante-se com o aroma frutado e o leve frescor deste rótulo. Aprecie com moderação. #CasaValduga #NaturelleTinto #Naturelle #VinhoTinto
Todo mês, o ClubeD proporciona novas histórias nas taças por meio das categorias do clube de assinatura. Confira os vinhos selecionados para o mês de abril, com seis rótulos da vinícola chilena Viñedos Marchigue. Boa leitura! Vinhos selecionados em abril do ClubeD Em abril, as categorias Classic, Fresh e Premium do ClubeD contam com rótulos da linha Mr. Deer, da vinícola Viñedos Marchigue. Já para o ClubeD Selection, foram selecionados vinhos sul-africanos da DGB. Viñedos Marchigue está localizada em uma das regiões mais renomadas na produção de vinhos no Chile, o Vale de Colchagua. Ela utiliza práticas sustentáveis e procura trazer as características únicas do local, como o clima e o solo, em seus rótulos, contando com uma região quente e arrefecida pelas brisas do oceano, apresentando um clima mediterrâneo. Marchigue é o nome do povoado onde se localiza a vinícola. Fundada em 1994, hoje conta com 2.500 hectares de vinhedos localizados na região costeira, a 30 km do Oceano Pacífico. Conheça os vinhos selecionados para cada uma das categorias do ClubeD em abril! ClubeD Classic O ClubeD Classic é a categoria do clube de assinatura de vinhos para quem busca experiências inesquecíveis. Em abril, os vinhos selecionados são o Mr. Deer carménère e o Mr. Deer cabernet sauvignon. Conheça os rótulos! Mr. Deer Cabernet Sauvignon Mr. Deer Cabernet Sauvignon é um rótulo produzido no Vale do Colchagua, no Chile, região jovem que ganhou grande reconhecimento pelos seus rótulos de alta qualidade. O clima é quente e arrefecido pelas brisas do oceano, com baixa quantidade de chuvas ao longo do ano. Os vinhedos se localizam desde os sopés dos Andes até a costa do Pacífico. O rótulo apresenta tom rubi, com deliciosos aromas de frutas vermelhas e pretas, como ameixas e framboesas. Já no paladar, os taninos são macios com boa persistência. Delicioso para acompanhar carne de panela ou tábua de frios. Mr. Deer Carménère Também produzido no Vale do Colchagua, o Mr. Deer Carménère apresenta coloração púrpura e intensos aromas de frutas vermelhas em compota, além de especiarias picantes. No paladar, surpreenda-se com taninos macios e acidez equilibrada. Para harmonizar, aposte em almôndegas e filé suíno. No ClubeD Classic de abril, os vinhos selecionados são o Mr. Deer Cabernet Sauvignon e o Carménère. ClubeD Fresh Se você prefere vinhos mais leves e refrescantes, a categoria ClubeD Fresh é a ideal para você. Ótima para apreciar a qualquer momento, os vinhos selecionados de abril foram o Mr. Deer Chardonnay e o Sauvignon Blanc! Mr. Deer Chardonnay O Mr. Deer Chardonnay é um vinho produzido no Vale Central chileno, uma das maiores e mais importantes regiões produtoras do país. Ela está localizada entre o Vale do Maipo e o Vale do Maule, no extremo sul. O rótulo elaborado possui uma tonalidade amarelo-brilhante. No nariz, é possível sentir intensos aromas de abacaxi, pera e carambola, além de um delicioso e intenso frescor no paladar. Para acompanhar, recomendam-se sushis, sashimis e bacalhau com natas. Mr. Deer Sauvignon Blanc As uvas sauvignon blanc são colhidas no Vale do Curicó, apresentando notas cítricas e frutadas, como tangerina e toranja, além de notas florais. No paladar, possui acidez refrescante e final longo. É interessante combinar com uma pizza de quatro queijos ou risoto de limão-siciliano. O local é conhecido pela diversidade de terroirs e pelas condições ideais para o cultivo de castas que resultam em vinhos brancos e tintos de qualidade. O clima é mediterrâneo, com verões quentes e secos e invernos frios e úmidos, numa amplitude térmica perfeita para o amadurecimento das uvas. Mr. Deer Chardonnay e Mr. Deer Sauvignon Blanc são os rótulos da Viñedos Marchigue na categoria ClubeD Fresh em abril. ClubeD Premium O ClubeD Premium é a categoria que conta com vinhos sofisticados. Nesta seleção, os rótulos da vinícola chilena são dois Mr. Deer Gran Reserva: um pinot noir e um syrah. Vale citar que o termo Gran Reserva está relacionado ao tempo de envelhecimento do vinho em barricas, elaborado com uvas selecionadas. Conheça as características dos dois rótulos! Mr. Deer Gran Reserva Pinot Noir O rótulo elaborado com pinot noir apresenta coloração rubi intensa, aromas de frutas pretas em compotas, como amoras e cerejas, além de especiarias doces provenientes do envelhecimento em barricas de carvalho. No paladar, é possível perceber um bom corpo e taninos finos. Para acompanhar, aposte em fondue de queijos ou risoto de salmão. Mr. Deer Gran Reserva Syrah O Mr. Deer Gran Reserva Syrah apresenta a coloração rubi, com aromas de frutas pretas maduras, flores, caramelo e defumado. Importante dizer que a bebida passa por um envelhecimento de oito meses em barricas de carvalho francês, proporcionando um paladar volumoso, com taninos firmes e final persistente. Para acompanhar, a sugestão é apreciar um pimentão recheado ou um stinco de porco com batata. Os rótulos Gran Reserva da vinícola Viñedos Marchigue são os vinhos selecionados de abril do ClubeD Premium. ClubeD Selection O ClubeD Selection oferece uma seleção exclusiva de vinhos, com uma curadoria de rótulos de diferentes regiões e estilos, proporcionando uma experiência única de degustação. Para abril, escolhemos um tinto francês e um português. Conheça os detalhes! Château Auzias Gran Vin Minervois O Châeau Auzias Gran Vin Minervois é um vinho tinto da renomada região de Minervois, no Languedoc, França. Elaborado com 60% de syrah e 40% de grenache noir, reflete a complexidade do terroir de solos argilosos e calcários, proporcionando uma experiência rica e elegante. Envelhecido por nove meses em barricas de carvalho e cubas de cimento, o vinho apresenta uma cor vermelho profundo, com aromas intensos de frutas pretas, especiarias e leves toques terrosos. No paladar, é robusto, com taninos suaves e bem equilibrados, seguido de um final persistente. Faz uma combinação perfeita com pratos mais intensos, como aqueles que vão carne vermelha, carnes de caça e queijos curados. Quinta Das Carvalhas Douro O Quinta das Carvalhas Douro é um tinto português da renomada vinícola Real Companhia Velha, situada na prestigiada região do Douro. Com um blend de uvas tradicionais da região, incluindo touriga nacional, touriga franca e tinta roriz, o rótulo apresenta na garrafa o terroir único da propriedade, que remonta a 1759. Elaborado com uvas de vinhedos situados em diferentes altitudes e exposições, apresenta um equilíbrio entre frescor, elegância e potência. Envelhecido em barricas francesas, o vinho possui uma estrutura robusta e complexa, destacando-se pela sua autenticidade e tradição. Em taça, possui uma tonalidade rubi intensa. No olfato, oferece aromas complexos de frutas vermelhas maduras, como cereja e framboesa, acompanhados por toques florais e nuances de especiarias. No paladar, é encorpado, com taninos bem estruturados, equilibrados por uma acidez refrescante, que proporciona um final longo e elegante. Combina bem com carnes, queijos e pratos com massas. Dois vinhos tintos são as escolhas do ClubeD Selection em abril. No ClubeD, o clube de assinatura de vinhos do Divvino, cada garrafa é uma nova experiência para transformar seus momentos. Escolha seu estilo favorito, assine agora e receba rótulos selecionados mensalmente! Vinhos selecionados em março para o ClubeD No ClubeD, cada taça conta uma história! Com categorias que vão do Fresh, passando pelo Classic, até o sofisticado Selection e o exclusivo Premium, o clube de assinaturas oferece vinhos selecionados para todos os perfis de apreciadores. Confira os rótulos de março! Em março, os vinhos selecionados do ClubeD contam com rótulos chilenos, além de seleções especiais da França, Espanha e Argentina. Conheça os detalhes de cada um! ClubeD Classic Para os amantes de vinhos que buscam experiências únicas e sabores marcantes, a categoria Classic do ClubeD apresenta dois rótulos exclusivos do Chile: Viña Toldos Cabernet Sauvignon e Tolva Carménère. D el Pedregal Tolva Carménère O nome “Tolva” remete ao local em que as uvas são recebidas na vinícola durante a vindima, representando o início de uma jornada até a garrafa. O rótulo leva a emblemática carménère, casta símbolo do Chile. Em taça, o vinho apresenta deliciosos aromas de especiarias com nuances frutadas. Em boca, destaca-se pela maciez, com taninos delicados e acidez que equilibra sua estrutura. No final, é suave e suculento, ideal para acompanhar hambúrguer com bacon e pizza pepperoni. O rótulo é produzido pela Del Pedregal, vinícola com mais de 200 anos de tradição, localizada no Vale do Maule, especificamente no terroir do Vale do Loncomilla. Com um solo de alta variabilidade e uma abordagem que valoriza a autenticidade do local, a vinícola cria vinhos cheios de personalidade e expressão. Os vinhedos de carménère se estendem desde o sopé da Cordilheira dos Andes até as margens do Rio Loncomilla, no terroir de Cerillos. O clima é marcado por dias quentes e noites frescas, favorecendo o amadurecimento lento e uniforme das uvas. Ravanal Viña Toldos Cabernet Sauvignon Viña Toldos é um vinho exclusivo do Divvino, elaborado com a casta cabernet sauvignon. O vinho apresenta aromas de frutas pretas maduras, como ameixa e amora, acompanhada por delicados toques de chocolate e café. No paladar, possui corpo médio a encorpado, com taninos finos e bem integrados, oferecendo uma sensação sedosa. Para acompanhá-lo, nada melhor do que um rigatoni ao sugo ou uma lasanha vegetariana. Este rótulo é produzido pela tradicional vinícola chilena Ravanal, que carrega a experiência de mais de um século na produção dos seus vinhos chilenos. Ela é pontuada por sua excelência dos rótulos por grandes críticos, como James Suckling. O cabernet sauvignon é cultivado nos vinhedos do Vale do Colchagua, uma das regiões de maior prestígio na elaboração de vinhos no Chile. O clima mediterrâneo, combinado com as brisas frescas e refrescantes do oceano, e o solo granítico criam condições ideais para seu cultivo, resultando em vinhos expressivos e bem equilibrados. No ClubeD Classic, Vinã Toldos e Tolva Carménère são as seleções de março. ClubeD Fresh A categoria Fresh do ClubeD é dedicada a vinhos leves, refrescantes e perfeitos para todas as ocasiões. Em março, apresentamos mais dois rótulos chilenos que prometem agradar os paladares por serem fáceis de beber: oTolva Rosé e o Equinoccio. Del Pedregal Tolva Merlot Rosé O Tolva Rosé é um vinho que se destaca pela leveza e pelo frescor. Produzido com a casta francesa tinta merlot, traz aromas vibrantes de frutas vermelhas frescas, como morango e framboesa, proporcionando uma experiência aromática envolvente e convidativa. Visualmente, apresenta cor rosa pálido brilhante, típica dos rosés. No paladar, revela uma acidez equilibrada, textura leve e final refrescante, perfeito para os dias mais quentes. Harmoniza perfeitamente com salmão com crosta de castanhas ou canelone. O rótulo também é produzido pela vinícola Del Pedregal, com vinhedos localizados no sopé da Cordilheira dos Andes. Bodegas Tagua Tagua Equinoccio Chardonnay O Equinoccio é um vinho que conquista pelo seu caráter frutado e pela acidez envolvente. Elaborado com a casta chardonnay, seu aroma possui notas de carambola e abacaxi, entregando uma experiência sensorial tropical e fresca. Seu paladar revela uma acidez equilibrada, ideal para acompanhar pratos à base de peixe, como ceviche fresco ou ensopado de congrio. Com cor amarelo-claro e reflexos esverdeados, o rótulo impressiona pelo brilho e pela vivacidade. Em boca, apresenta estrutura cremosa, com acidez que proporciona um final longo e agradável. O rótulo é produzido pela Bodegas Tagua Tagua, eleita a Vinícola do Ano pela South America Business Report 2020, carregando o prestígio e a representatividade dos vinhos do Novo Mundo. A vinícola é reconhecida pela consistência na produção de vinhos de alta qualidade, sempre respeitando as características do Vale Central. O Vale Central, localizado entre o Oceano Pacífico e a Cordilheira dos Andes, é a maior zona produtora de vinhos do Chile. A região oferece um terroir fresco, influenciado pelas brisas marítimas, e possui três zonas de crescimento: Costa, Entre Cordilheiras e Andes, cada uma contribuindo de maneira única para a diversidade e qualidade dos vinhos locais. Os vinhos leves e refrescantes Equinoccio e Tolva Rosé são os rótulos selecionados do ClubeD Fresh. ClubeD Premium Os vinhos selecionados de março da categoria Premium são indicados para apreciadores de rótulos sofisticados e complexos. Apresentamos dois que prometem elevar qualquer ocasião: o espanhol Castillo La Rodetta Joven Rioja e o argentino Vinorum Go. Castillo La Rodetta Joven Rioja O Castillo La Rodetta Joven Rioja é um rótulo que expressa o melhor da uva tempranillo, uma das mais emblemáticas da Espanha. Com dois anos de envelhecimento entre madeira e garrafa, o vinho apresenta aromas marcantes de violeta e frutas pretas maduras. No paladar, exibe um bom corpo, com intensidade e volume, proporcionando uma experiência robusta e envolvente; excelente para acompanhar entrecôte braseado ou risoto de cogumelos. É produzido pela El Villar, com mais de 200 anos de tradição na Região de Rioja, na Espanha. Com mais de 2.000 hectares de vinhedos próprios, é referência na produção de castas autóctones espanholas, como a merseguera, além de apostar na excelência e na qualidade em cada garrafa. Rioja é uma das regiões vinícolas mais prestigiadas da Espanha, marcada pela influência do Rio Ebro e pela proteção das montanhas da Serra da Cantábria. Com clima quente e seco, além de solos ricos em calcário, o terroir favorece o desenvolvimento de uvas com taninos intensos e vinhos de grande complexidade, tal como o rótulo em questão. Altieri Vinorum Go Malbec Vinorum Go Malbec é um vinho elaborado com a emblemática uva malbec, colhida manualmente nos vinhedos de Pedriel, em Luján de Cuyo, Argentina. O rótulo não passa por barricas, mantendo sua pureza frutada, com aromas de frutas vermelhas maduras, além de um toque mentolado que traz frescor e complexidade. No paladar, o vinho se mostra vibrante, com excelente intensidade, marcada por taninos macios e uma acidez que equilibra a estrutura do vinho, proporcionando um final refrescante e sedutor. Para harmonizar, aposte em carré de cordeiro e nhoque recheado. O vinho é produzido pela Altieri, uma das vinícolas boutiques mais premiadas da Argentina, reconhecida pela certificação de sustentabilidade e elaboração de vinhos de alta gama. Além da produção vitivinícola, conta com o “Museo de la Cultura del Vino”, com mais de 3 mil peças relacionadas ao vinho. É um destaque de enoturismo também. Quanto aos vinhedos de Pedriel, eles estão localizados a uma altitude média de 950 metros. A proximidade com a Cordilheira dos Andes proporciona um clima seco e quente, com poucas chuvas, ideal para o cultivo da malbec e, consequentemente, a elaboração de vinhos equilibrados. Castillo La Rodetta Joven Rioja e Vinorum Go são os vinhos selecionados do ClubeD Premium. ClubeD Selection A categoria Selection foi criada para quem gosta de degustar rótulos selecionados de pequenos produtores, proporcionando uma experiência única e inesquecível. Nesta edição, destacamos dois rótulos excepcionais da Chatêau Auzias, localizada na histórica região do Languedoc, na França: Gran Vin Languedoc e Instinct Marin Caberdés. A Chateau Auzias é uma vinícola que possui uma rica história que remonta ao ano de 1111, quando foi plantado o vinhedo mais antigo da propriedade. O castelo que a abriga foi construído em 1580, trazendo consigo séculos de tradição e excelência na produção de vinhos. Situada em Carcassonne, cultiva 110 hectares de vinhedos, respeitando o terroir e combinando práticas modernas com a herança histórica da região. Chatêau Auzias Gran Vin Languedoc O Chateau Auzias Gran Vin Languedoc é um rótulo elaborado com um blend das uvas syrah e grenache noir. As castas são cultivadas no terroir de Cité de Carcassonne, e o vinho se beneficia do clima mediterrâneo, caracterizado por verões quentes e secos, suavizados pelas brisas do Oceano Atlântico. O solo calcário contribui para a produção de vinhos complexos e estruturados, com uma tipicidade única. As uvas passam por maceração tradicional em tanques de concreto. Após essa etapa, o vinho é envelhecido por seis meses em tanques e barricas de carvalho, o que confere ao rótulo uma complexidade notável. Na taça, apresenta coloração vermelho rubi profundo e exibe notas de frutas pretas maduras e um elegante toque floral, equilibrando perfeitamente a acidez e os taninos finos. No paladar, destaca-se pela elegância, com taninos bem estruturados e acidez refrescante. E, para acompanhar, experimente sorrentinos ao burro ou um delicioso fettuccine com ragu. Chatêau Auzias Instinct Marin Caberdés Já Chateau Auzias Instinct Marin Caberdés é uma expressão autêntica do terroir francês, combinando as uvas syrah e cabernet franc. Os vinhedos estão localizados em Caberdés, uma sub-região do Languedoc. As uvas são cultivadas nos melhores blocos de vinhas, em solo calcário coberto por pedras, o que contribui para a mineralidade e o caráter único do rótulo. A exposição solar ao leste favorece o amadurecimento lento e equilibrado das uvas, resultando em vinhos elegantes e saborosos. O vinho passa por maceração tradicional em tanques abertos, seguida de um amadurecimento de 18 meses em barricas de carvalho francês. Na taça, destaca-se pela sua coloração rubi intensa, com aromas envolventes de cereja sobremadura, especiarias doces, além de notas apimentadas e florais. Para acompanhá-lo, aposte em bruschettas de presunto cru e brie ou em um sanduíche de pastrame. No ClubeD Selection, conheça e aproveite dois rótulos da vinícola Chatêau Auzias. No ClubeD, clube de assinatura de vinho do Divvino, você encontra seleções e experiências que transformam cada gole em um momento especial. Escolha seu estilo favorito, assine agora e receba rótulos incríveis todos os meses! Dando início ao mês de fevereiro, os vinhos selecionados para os sócios do ClubeD proporcionam um toque de descontração para serem apreciados em momentos únicos e prazerosos. Em cada categoria, apresentamos dois rótulos, perfeitos para harmonizar em ocasiões especiais e proporcionar uma experiência enogastronômica incomparável. Descubra cada um deles! Vinhos selecionados em fevereiro para o ClubeD Com vinhos do mundo todo, com particularidades de castas, terroir e processos de vinificação, cada rótulo selecionado entre as categorias do ClubeD em fevereiro é único. Conheça suas histórias e características! ClubeD Classic Para a categoria Classic, os vinhos selecionados são Ca del Lago, um rótulo italiano, e Sacha Orgânico, um argentino elaborado com uva malbec. Confira! Ca del Lago Bardolino Ca del Lago é um rótulo produzido pela vinícola Enoitália, um projeto que se iniciou em 1986 e que se expandiu ao redor do mundo, sendo um dos produtores mais reconhecidos da Itália. A região de produção é a de Bardolino, localizada ao sul do Lago de Garda, na Valpolicella Entre as características desse ambiente está a combinação perfeita entre boa luminosidade e temperaturas amenas, o que proporciona o amadurecimento ideal das uvas. O vinho é elaborado com um blend, composto pelas castas corvina, rondinella, molinara e cabernet. Apresenta a coloração rubi, com aromas de cereja preta e amora. No paladar, é leve, fresco e muito frutado, ideal para consumir em dias quentes. Para harmonizar, vale apostar em carnes vermelhas, massas, espetinho de frango ou uma entrada como tábua de queijos e frios. Também pode acompanhar muito bem peixes magros, como tilapia na brasa. Sacha Orgânico Malbec Uma das principais regiões produtoras da Argentina é Mendoza, que se destaca pelo clima seco e ensolarado, arrefecido pelos Andes. No local, a Vinecol é se destaca pela produção de vinhos orgânicos e veganos. Uma de suas linhas é a Sacha, termo que significa “Árvore da Vida”, em quéchua, língua nativa dos povos indígenas que habitavam Mendoza. Os rótulos desta categoria se caracterizam pela mínima interferência durante o processo de vinificação, com objetivo de proporcionar momentos únicos e inesquecíveis nas taças. O Sacga Orgânico Malbec é elaborado com a casta malbec, amadurece ou envelhece ou passa por um afinamento de seis a oito meses em barricas de carvalho francês, trazendo notas de especiarias doces. O aroma também aponta um toque de frutas pretas e maduras, além de contar com corpo médio e ótima persistência. Para harmonizá-lo, considere uma massa, como rondelli, ou o tradicional churrasco. Ca del Lago Bardolino e Sacha Orgânico Malbec são os vinhos selecionados para fevereiro no ClubeD Classic. ClubeD Fresh Entre os vinhos selecionados de fevereiro para o ClubeD Fresh estão dois rótulos brancos: o espanhol Marqués de Ramos e o chileno Colección Privada. Conheça cada um! Marqués de Ramos Marqués de Ramos é um vinho branco espanhol feito pela Bodega El Villar. Ela nasceu da união de outras duas vinícolas da região, em 1970. Atualmente, produz com o cuidado do cultivo à vinificação. O rótulo é elaborado com o blend de duas uvas: macabeo e merseguera. Elas são cultivadas na região de Valência, com temperatura é moderada e incidência de clima mediterrâneo. A casta macabeo é conhecida como viúra na Espanha e é bastante utilizada no local, bastante utilizada na elaboração do espumante Cava. Já a merseguera é conhecida por ser uma casta autóctone, ou seja, nascida em Valência e Alicante. Vale destacar que é uma casta branca com acidez e frescor. Quanto ao rótulo em si, Marqués de Ramos possui coloração amarelo-pálido, com aromas de frutas tropicais e notas florais, além de frescor e ótima persistência no paladar. É ideal para acompanhar a paella valenciana, prato típico da região, e pratos como quiche de alho poró. Colección Privada A vinícola Santa Rita é uma das mais reconhecidas do Chile. Fundada em 1880, ela introduziu castas francesas no Vale do Maipo, como a chardonnay, utilizada para elaborar o rótulo Colección Privada. Falando mais sobre a Adega Santa Rita, junto com a vinícola, encontra-se o Museu Andino, que conta com uma coleção de cerca de 3 mil peças arqueológicas e etnográficas dos povos pré-colombianos. A entrada é gratuita e a vinícola também proporciona outras possibilidades de visita, como a opção de hospedagem e vários tipos de tours, inclusive de bicicleta. O Colección Privada traz imagens de algumas das obras do museu em seus rótulos. Em taça, você encontra a coloração amarelo-pálida e pode perceber os aromas de frutas tropicais, como carambolas e abacaxi. Ao degustar, você pode sentir a leveza e o frescor, ideal para apreciar sozinho ou em um jantar com risotos ou lasanha de frango. Para fevereiro no ClubeD Fresh, foram selecionados dois vinhos brancos: Marqués de Ramos e Colección Privada. ClubeD Premium Na categoria Premium, os rótulos selecionados para o clube de vinhos foram elaborados exclusivamente com a uva malbec. Veja mais detalhes de cada um! Elsa Bianchi Bianchi é uma vinícola argentina, na região de Mendoza, que se destaca com uma história de mais de 90 anos, além da produção sustentável, com uso de tecnologia. Ela conta com vinhedos em San Rafael e Vale do Uco. O rótulo Elsa Bianchi é elaborado com a casta malbec, cultivada nos vinhedos Doña Elsa, em San Rafael. As uvas são colhidas manualmente e, durante a vinificação, a bebida fica em contato com borras finas. Depois de fermentar, é feita uma maceração, realizando a bâttonage, dando complexidade aos seus sabores. Esse é um dos diferenciais deste rótulo, uma vez que o processo não é comum em tintos. A coloração é rubi intensa, com aromas de cerejas e notas florais. No paladar, há a presenta de taninos elegantes, boa estrutura e persistência. Para harmonizar, as sugestões são as empanadas, prato local, e um risoto de pesto com filé. Funckenhausen La Espera La Espera é uma linha de vinhos da vinícola argentina Funckenhausen, uma das pioneiras na elaboração na sub-região de 25 de Mayo, localizada em San Rafael, em Mendoza. O terroir foi escolhido pelo alemão Kurt Heinlein em 2003 para estabelecer seu sonho na viticultura, nomeando a vinícola a partir do sobrenome da sua família: Funcke. A região de San Rafael possui clima semidesértico, com amplitude térmica elevada. Os vinhedos estão plantados em uma colina com ventos constantes. É nesse ambiente em que são cultivadas as uvas malbec, que proporcionam a vinificação e elaboração do La Espera Malbec. O rótulo se destaca por passar seis meses em barrica de carvalho francês, aportando ao rótulo a coloração rubi, aromas de frutas pretas sobremaduras e especiarias doces, como baunilha. No paladar, é intenso e conta com ótima persistência. Nhoque e prime rib são pratos que combinam muito bem com a bebida. Entre os vinhos selecionados para a assinatura de vinhos Premium estão rótulos argentinos, elaborados com a uva malbec de Mendoza. ClubeD Selection No ClubeD Selection, um rótulo italiano e outro argentino compõem a seleção de fevereiro. Veja detalhes de cada um! Ghiaccio Forte Morellino di Scansano Castello Romitorio, localizada na Itália, é uma vinícola marcada pela história que, até se tornar uma vinícola e uma oficina de arte, foi um templo, um mosteiro, um castelo e um abrigo para pastores e seu rebanho. Passou dos romanos, pela Idade Média, foi abandonado e restaurado por Sandro Chia nos anos 1980. Ghiaccio Forte Morellino di Scansano é um dos seus rótulos, elaborado com a casta sangiovese, com vinhedos localizados no sopé da colina Ghiaccio, na Toscana, ao longo do Rio Albergna, enraizados em solos argilosos e arenosos. Para vinificação, as uvas são colhidas em parcelas, preservando o terroir. Em seguida, é feita a maceração em contato com as castas e, depois, a fermentação malolática, em tanques de inox. O vinho possui coloração granada, aromas de frutas e notas terrosas. Os taninos e a acidez são expressivos no paladar. Para acompanhá-lo, opte por um espaguete à bolonhesa ou uma pizza pepperoni, pratos da culinaria local. Vale dizer que o rótulo possui 92 pontos na Wine Advocate e recebeu a menção de Monica Larner. “A pura expressão do sangiovese […]. É quente, terroso, com muita fruta preta e concentração que se espera da safra”, descreve. Bianchi Particular Cabernet Franc Para o ClubeD Selection, a vinícola argentina Bianchi, de Mendoza, também teve um dos rótulos selecionados. Entre seus vinhos orgânicos, produzidos em vinhedos sustentáveis, o Bianchi Particular é um rótulo que leva a uva cabernet franc em sua elaboração. A produção de cachos por pé é controlada. O rótulo passa por um amadurecimento de 12 meses em barricas de carvalho e mais oito meses em garrafas durante o processo de vinificação. Como resultado, apresenta coloração rubi intensa, aromas de frutas pretas em compota e especiarias. No paladar, é intenso e com ótima persistência. Para acompanhar, a recomendação é a pizza de burrata ou uma receita que contenha de frango com erva-doce. Ghiacchio Forte, da Itália, e Bianchi Particular, da Argentina, foram os vinhos selecionados em fevereiro para o ClubeD Selection. Gostou dos rótulos e quer fazer parte do clube de assinatura de vinho do Divvino, o ClubeD? Então, clique na imagem abaixo, escolha seu plano e receba mensalmente rótulos em sua casa! Vinhos selecionados para os sócios do ClubeD em janeiro! Bem-vindos ao artigo com os vinhos selecionados de janeiro de 2025 do ClubeD! Começando o ano com grande estilo, preparamos uma seleção exclusiva de rótulos para os nossos sócios desfrutarem e celebrarem momentos inesquecíveis. Em cada uma das categorias, dois vinhos perfeitos para degustação e acompanhamento de pratos deliciosos. Confira cada um! ClubeD Classic Os vinhos selecionados para a categoria Classic do ClubeD são o Amigo Perro Merlot, um tinto chileno, e o Incrível, um blend tinto português. Confira os detalhes! Amigo Perro Merlot O vinho Amigo Perro é um dos rótulos da vinícola La Junta, de origem chilena, especificamente no Vale do Curicó, localizado ao pé da Cordilheira dos Andes até a costa do Pacífico. O solo é aluvial e argiloso, enquanto o clima mediterrâneo e semiárido, combinado com a ótima altitude, favorece a ampla amplitude térmica Esse fator proporciona tardes quentes e noites frescas, impactando diretamente no amadurecimento da uva e na obtenção de vinhos mais frescos. O Amigo Perro Mertlot, elaborado com a casta merlot, apresenta coloração vermelho rubi brilhante e aroma com notas de frutas pretas e especiarias doces, pelo fato de ocorrer afinamento em barricas de carvalho francês. No paladar, possui ótimo volume em boca e taninos finos. É ideal para harmonizar com aperitivos, como tábua de queijos e frios, ou junto com o prato de espaguete ao molho sugo. Incrível Blend O Incrível é um rótulo português, elaborado a partir de um blend de três uvas: tinta roriz, jaén e alfrocheiro. É produzido pela vinícola Silgueiros, no Dão, uma das primeiras regiões demarcadas em Portugal. O vinho caracteriza-se pela cor vermelha com nuances púrpura. A curiosidade é que amadurece em cubas de cimento por oito meses, o que proporciona notas de frutas pretas sobremaduras, como ameixas e cerejas, além de toque mineral de sílex. No paladar, é encorpado, intenso com ótima estrutura e conta com final de boca persistente. Se você for sócio do ClubeD na categoria Classic, experimente o rótulo com nhoque com cogumelos ou um t-bone, duas ótimas opções para harmonização. Incrível Blend e Amigo Perro Merlot: vinhos de janeiro do ClubeD Classic. ClubeD Fresh Para a categoria Fresh, os dois vinhos selecionados são da vinícola chilena Cremaschi. Confira o rótulo branco e o rosé! Brisas del Valle Pinot Grigio Brisas de Valle é um rótulo produzido pela vinícola Cremaschi, localizada no Chile. As vinhas são cultivadas no Vale do Loncomilla, no Maule. O terroir está próximo ao mar, amenizando altas temperaturas e colaborando para que o vinho se torne mais fresco e aromático, ideal para degustar em dias quentes do verão. Sua elaboração é feita com a uva pinot grigio, com notas de frutas cítricas e de caroço, assim como um toque mineral. Sua cor é um amarelo brilhante, com nuances douradas. No paladar, percebe-se uma textura sedosa e acidez equilibrada. É o vinho perfeito para acompanhar risoto de camarões, sardinhas grelhadas, bolinho de bacalhau e outros pratos que envolvam peixes ou frutos do mar. Brisas del Valle Carménère Rosé O outro rótulo de janeiro da categoria Fresh do ClubeD é o Brisas del Valle Carménère Rosé. Também da vinícola Cremaschi, vale contar sobre as raízes da empresa. De origem italiana, a família tem experiência vitivinícola há 130 anos. Duas pessoas são essenciais na história: Ángel Furlotti que fundou o primeiro vinhedo em Mendoza (Argentina) e Víctor Cremaschi, que patenteou o processo de fermentação contínua. Essa história segue pelo Vale do Loncomilla, no Chile, demonstrando até hoje a qualidade em seus rótulos. Este, especificamente, conta com coloração rosa pálido brilhante, com reflexos sutis de salmão. O aroma é fresco e delicado de frutas vermelhas e cítricas, como morangos, framboesas, toranja e limão. No paladar, apresenta acidez refrescante e textura leve, com o sabor vibrante das frutas vermelhas e um dulçor que equilibra na boca. O final é fresco e agradável. O rótulo vai muito bem com frangos assados e comidas tailandesas, conhecidas por sua picância. Brisas del Valle Carménère Rosé e Brisas del Valle Pinot Grigio: vinhos de janeiro do ClubeD Fresh. ClubeD Premium Para a categoria Premium, os sócios receberão em janeiro um rótulo especial da vinícola francesa Château Auzias e um mais democrático da Maison Le Star. Veja os vinhos selecionados! Château Auzias Malbec Chatêau Auzias é uma vinícola francesa que se localiza a poucos passos da cidade de Carcassone e do Canal de Midi, contando com 110 hectares de vinhedos que seguem as tradições de Languedoc. Os rótulos são elaborados com a Denominação de Origem Controlada (DOC) da cidade de Carcassone, com o poder e a riqueza do Languedoc. O rótulo do mês do ClubeD Premium é o Chatêau Auzias Malbec, elaborado com a casta malbec que proporciona notas mais frutadas, como morangos e ameixas, além de notas de carne curada. No paladar, os taninos são firmes e contam com acidez envolvente. Harmoniza muito bem com carpaccio, em uma entrada, ou junto com as carnes vermelhas num churrasco. Le Pont D’Amour Tempranillo Le Pont D’Amour é um rótulo da Maison Le Star, vinícola com propósito de simplificar o acesso ao vinho, colocando a emoção ao centro da experiência de degustação. O vinho é elaborado em uma das mais belas e ensolaradas regiões da Espanha. Apresenta aromas de frutas vermelhas e conta com um paladar delicado, muito bem-equilibrado entre os taninos finos e a acidez. Para acompanhá-lo, a recomendação são pratos vegetarianos, como ratatouille e pizza margherita. Chatêau Auzias e Le Pont D’Amour: vinhos de janeiro do ClubeD Premium. ClubeD Selection Dois rótulos bem escolhidos para a categoria Selection: Chianti Classico Riserva e Sito dei Fossili Roero. Cada um com suas particularidades, mas ambos com sabores deliciosos para você aproveitar. Conheça seus detalhes! Checci Reserva di Famiglia Chianti Classico O Chianti Classico Riserva é um rótulo da vinícola Cecchi que provém da safra de 2019, na Itália. Nesse ano, as condições climáticas foram típicas da região, com um inverno levemente mais fresco e de baixa precipitação, enquanto o verão foi quente, mas sem picos extremos de calor. Essas características proporcionaram a elaboração do vinho a partir do blend de uvas sangiovese e cabernet sauvigon. Esse tinto apresenta coloração rubi, com aromas de frutas vermelhas e cerejas azedas, além de notas de toranja, cravo e baunilha. No paladar, é complexo e possui acidez vibrante. Para acompanhar, prefira entradas, como bruschetta de presunto cru ou focaccia com antepastos. Bric Cenciurio Sito dei Fossili Arneis Roero Por fim, o outro vinho da categoria Selection é o Sito dei Fossili Roero. A curiosidade aqui se dá pelo nome da vinícola, que é uma homenagem a um vinhedo histórico localizado em Roero, na Itália. Em 1990, Franco Pittatore e seu cunhado, Carlo Sacchetto, decidiram unir suas propriedades em Barolo e Roero, para dar vida ao seu sonho: produzir vinhos tradicionais de alta qualidade. Um sonho, mas também um projeto sólido, realizado hoje pelos filhos de Franco, Alessandro e Alberto, em seus vinhedos em Barolo, Novello, Castellinaldo e Magliano Alfieri. Todos estão localizados dentro da comuna de Castellinaldo na área de “Bric Cenciurio”. Durante a quebra do solo, foram encontrados fósseis de folhas e peixes, originando o nome “Sito dei Fossili” (sítio fóssil, em português). No local, são cultivadas as uvas da casta arneis, utilizadas para elaborar o rótulo, que conta com amadurecimento de seis meses em toneis de carvalho esloveno. Durante esse período, é realizada a técnica de battonage. Sua coloração é amarelo pálido com detalhes em verde. No olfato, apresenta aromas complexos de frutas amarelas e fermento de pão, enquanto seu sabor possui boa estrutura e intensidade, além de ótima acidez. Para acompanhar o vinho, aposte em vegetais grelhados e iscas de peixe frito. Sito dei Fossili Arneis Roero e Chianti Classico Riserva: vinhos de janeiro do ClubeD Selection. Esta foi a seleção de vinhos de janeiro de 2025 para o ClubeD, do Divvino. Você já conhecia alguns dos rótulos, suas curiosidades e características? Ainda não faz parte do clube de assinatura de vinho e quer aproveitar? Então, clique na imagem abaixo e conheça suas vantagens! O post Vinhos selecionados para os sócios do ClubeD em abril! apareceu primeiro em Divvino - Conheça tudo sobre o mundo dos vinhos.
A chegada da Geração Z ao cenário de consumo global está reverberando em diversos mercados, e o universo do vinho não é exceção. Longe de serem meros espectadores, esses jovens adultos estão ativamente moldando a forma como a bebida é produzida, comercializada e, principalmente, consumida. Com valores e prioridades distintas das gerações anteriores, esse grupo emerge como uma força transformadora, contestando tradições e abrindo novas — e também desafiadoras — perspectivas para o setor vitivinícola. Segundo avalia Fernando Moreira, especialista em vinhos exclusivos, diferentemente das gerações anteriores, esse novo público tem hábitos pautados pela inovação e sustentabilidade. “Enquanto os millennials ajudaram a consolidar o consumo de vinhos premium, os jovens da Geração Z estão moldando o setor com novas exigências e comportamentos”, avalia o proprietário da Santo Vino Importadora e DiVinho Vinhos. Fernando Moreira é especialista em vinhos exclusivos e proprietário da Santo Vino Importadora e DiVinho VinhosDivulgação/Divulgação Vinho com responsabilidade social Uma das mudanças mais significativas impulsionadas por essa geração reside na crescente demanda por transparência e responsabilidade social. Para a Geração Z, o vinho não é apenas uma bebida, mas também um reflexo de práticas e valores. Nesse cenário, vinhos produzidos de maneira sustentável, com respeito ao meio ambiente e ética em toda a cadeia produtiva, ganham destaque em suas escolhas. “Esse interesse crescente levou ao aumento da demanda por vinhos orgânicos, biodinâmicos e naturais, bem como por produtores que adotam práticas ecológicas e certificações ambientais”, comenta Fernando. RelacionadasLifestyleVindima 2025: vinícolas oferecem experiências turísticas imersivas26 jan 2025 - 06h01 Segundo o especialista, a relação intrínseca da Geração Z com o mundo digital também redefine as estratégias de marketing e descoberta de vinhos. Continua após a publicidade Segundo ele, por estarem acostumados a consumir informações e interagir online, esses jovens exploram ativamente plataformas como Instagram, TikTok e YouTube para descobrir novas marcas, aprender sobre harmonizações e se aprofundar no universo do vinho de maneira descontraída e acessível. “Influenciadores e sommeliers digitais ganham cada vez mais relevância na tomada de decisão, muitas vezes substituindo as recomendações tradicionais de especialistas e enólogos”, diz o sommelier. Experimentação e a personalização Outro fato curioso é que, por estarem desvinculados de preconceitos e tradições arraigadas, os jovens GenZ que consomem vinho demonstram curiosidade por novidades, vinhos de regiões emergentes e combinações inusitadas – indo muito além dos rótulos do Velho Mundo. Segundo as análises de Fernando, a busca por experiências únicas e personalizadas estimula a inovação em diversos aspectos, desde a produção de vinhos com perfis sensoriais diferenciados até embalagens criativas e formatos de consumo mais flexíveis. Dessa forma, a rigidez dos rótulos clássicos cede espaço à exploração e à descoberta. Uma geração que consome menos álcool Uma parcela significativa da Geração Z — 25% — é abstêmia, e 35% não consome vinhocottonbro studio/Pexels Continua após a publicidade Contudo, essa influência não está isenta de desafios. De acordo com o último relatório do Silicon Valley Bank, uma parcela significativa da Geração Z — 25% — é abstêmia, e 35% não consome vinho. Pesquisas reforçam esses dados, apontando que, entre 1960 e 2022, o consumo individual de álcool caiu 60% entre os franceses, um país conhecido por seus vinhedos de excelência e forte tradição vinícola. A Geração Z compra apenas metade do volume de vinho adquirido pelos millennials mais velhos Segundo o Conselho Interprofissional do Vinho de Bordeaux (CIVB), o consumo de vinho tinto na França caiu cerca de 90% desde a década de 1970. No geral, o consumo total de vinhos (brancos, rosés e tintos) no país diminuiu mais de 80% desde 1945. Essa tendência se acentua entre a Geração Z, que compra apenas metade do volume adquirido pelos millennials mais velhos, segundo a Nielsen. “Além disso, essa geração demonstra preferência por experiências interativas. Eventos imersivos, degustações digitais e visitas a vinícolas que oferecem experiências exclusivas são cada vez mais populares. O ato de beber vinho vai além da simples apreciação da bebida e se torna um momento social e cultural, frequentemente compartilhado nas redes sociais”, analisa Fernando sobre o cenário. Continua após a publicidade Essa tendência, observada inclusive em países com forte tradição vinícola, exige uma reflexão por parte do setor sobre como engajar essa parcela da população sem comprometer seus valores e preocupações com saúde e bem-estar. Um novo olhar para o universo do vinho A Geração Z não está apenas consumindo vinho de forma diferente, mas sim redefinindo o próprio mercadoFreepik/Reprodução Apesar dos dados de diminuição do consumo, a Geração Z também oferece oportunidades valiosas para o setor. Sua busca por experiências memoráveis impulsiona a popularidade de eventos imersivos, degustações interativas e visitas a vinícolas que oferecem algo além da simples prova da bebida. Para esses consumidores, o vinho está intrinsecamente ligado a momentos sociais e culturais, frequentemente compartilhados online, o que pode gerar um poderoso marketing boca a boca para as marcas que souberem criar conexões autênticas. O ato de beber vinho vai além da simples apreciação da bebida e se torna um momento social e cultural Continua após a publicidade “Investir em sustentabilidade, presença digital e inovação são elementos-chave para atrair a Geração Z e garantir um posicionamento sólido no futuro do mercado de vinhos. Com um olhar atento às tendências e disposição para dialogar com esses jovens consumidores, o setor vitivinícola pode se reinventar e expandir ainda mais seu alcance”, conclui o especialista. A Geração Z não está apenas consumindo vinho de forma diferente, mas sim redefinindo o próprio mercado. Sua busca por autenticidade, sustentabilidade, experiências digitais e personalização está forçando o setor a se adaptar e inovar. As marcas e produtores que compreenderem as nuances dessa geração e se mostrarem dispostos a dialogar e evoluir certamente colherão os frutos dessa transformação, pavimentando o caminho para um futuro do vinho mais dinâmico, consciente e conectado com as novas demandas. RelacionadasCozinhaOs 5 melhores bares para beber vinho em São Paulo15 fev 2025 - 08h02Lifestyle7 lugares para comer bem e comprar bons vinhos15 out 2024 - 19h10CozinhaO que são taninos e como afetam o sabor do vinho?5 out 2024 - 11h10 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. 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Se você é apaixonado por vinhos, provavelmente já ouviu falar sobre a profissão de sommelier. Mas você sabe exatamente o que um sommelier de vinho faz e como se tornar um? Com o crescimento do mercado de vinhos no Brasil e no mundo, essa carreira se tornou cada vez mais valorizada, oferecendo diversas oportunidades para quem deseja transformar o amor pela bebida em profissão. Continue a leitura para descobrir tudo sobre essa carreira, a história da profissão, a diferença entre sommelier, enófilo e enólogo, além das oportunidades de mercado! O que é sommelier de vinho? A palavra sommelier tem origem francesa e remonta à Idade Média. Originalmente, o termo derivava de sommier, que significava “condutor de animais de carga”. O sommelier era o responsável por transportar e cuidar dos insumos, incluindo alimentos e bebidas, durante as viagens das caravanas reais. Com o passar do tempo, essa função evoluiu, especialmente nos banquetes da nobreza europeia, e o sommelier passou a ser associado diretamente ao serviço de vinhos e à harmonização de bebidas e pratos. Hoje, o sommelier de vinho é o profissional especializado no serviço e na harmonização de vinhos. Ele possui conhecimento sobre tipos de uvas, regiões produtoras, métodos de vinificação e combinações ideais entre vinhos e alimentos. Sua principal função é recomendar vinhos que se adequem ao paladar do cliente, à ocasião e ao prato escolhido, proporcionando uma experiência gastronômica completa e sofisticada. Além disso, o sommelier atua na elaboração de cartas de vinhos para restaurantes, treinamento de equipes e até na organização de adegas particulares. Esse profissional desempenha um papel fundamental no setor de gastronomia, oferecendo uma curadoria criteriosa e contribuindo para valorizar a cultura do vinho e promover experiências sensoriais únicas. Sommelier é o profissional que lida diretamente com a harmonização de pratos e vinhos. Oportunidades de mercado para o sommelier O sommelier de vinho tem um campo de atuação diversificado. Seu conhecimento especializado abre portas não apenas no setor gastronômico, mas também em áreas relacionadas à hospitalidade, ao varejo e até mesmo à educação. Na sequência, vamos explorar os mercados de atuação do sommelier! Restaurantes e bares O ambiente mais tradicional para o sommelier de vinho é o gastronômico. Em restaurantes, bistrôs e bares, ele é responsável pela criação da carta de vinhos, pela harmonização com os pratos do menu e pelo atendimento direto ao cliente, sugerindo rótulos de acordo com o gosto pessoal e a ocasião. Hotéis e resorts Na hotelaria, o sommelier pode atuar tanto nos restaurantes internos quanto em eventos especiais, como jantares harmonizados e degustações privadas, proporcionando uma experiência diferenciada aos hóspedes. Lojas especializadas e e-commerce No varejo de vinhos, seja em lojas físicas ou online, o sommelier auxilia na curadoria do portfólio, cria descrições detalhadas dos rótulos e oferece consultoria aos clientes. Importadoras e distribuidoras Nesses ambientes, o sommelier pode trabalhar na seleção de vinhos, na negociação com vinícolas, no treinamento de equipes de vendas e até na promoção de marcas em eventos e feiras do setor. Eventos e experiências Sommeliers também podem ser contratados para atuar em eventos corporativos, casamentos, degustações guiadas e experiências sensoriais, levando o conhecimento sobre vinhos a públicos interessados. Sommelier de vinho pode atuar com seus conhecimentos em experiências sensoriais e degustações. Educação e consultoria Com o aumento do interesse pelo universo dos vinhos, muitos sommeliers se dedicam à formação de novos profissionais, oferecendo cursos e palestras. Além disso, prestam consultoria para estabelecimentos que desejam desenvolver uma carta de vinhos ou melhorar a experiência de seus clientes. Como se tonar um sommelier de vinhos? Para que você possa se tornar um profissional, é necessário realizar um curso de sommelier de vinho. Existem instituições de ensino que promovem formações específicas, assim como a Associação Brasileira de Sommeliers (ABS). Também é possível realizar exames para obtenção do diploma internacional, promovido pela Association de la Sommellerie Internationale (ASI). Ele não substitui o certificado nacional, mas oferece uma aprovação mais ampla pela entidade que representa os profissionais do mundo todo. Qual a diferença entre enólogo, enófilo e sommelier? Muita gente confunde esses termos, mas cada um tem seu significado específico. Enólogo é o profissional que estuda a viticultura e o processo de produção do vinho. Ele atua diretamente nas vinícolas, cuidando desde o cultivo das uvas até o engarrafamento do produto. Enófilo é o amante de vinhos. Não precisa ser um profissional, mas, sim, uma pessoa que aprecia a bebida e busca conhecimento sobre o assunto. Como mencionado, sommelier é o especialista em vinhos que atua no serviço, na harmonização e na experiência do consumidor. Ele precisa de certificação ou curso de formação para ter esse título. Em resumo, o enólogo cria o vinho, o enófilo aprecia e o sommelier leva a experiência ao consumidor final. Enólogo, enófilo e sommelier possuem relações distintas com o vinho. História da profissão sommelier A profissão de sommelier tem raízes antigas, sendo responsável por transportar alimentos e bebidas para a nobreza, já citado. Com o tempo, essa função evoluiu para a curadoria das bebidas, especialmente os vinhos. No século 19, com o surgimento dos grandes restaurantes franceses, o papel do sommelier se consolidou como conhecemos hoje: um profissional especializado no serviço e na harmonização de vinhos. Hoje em dia, são profissionais indispensáveis em restaurantes renomados e têm um papel importante na indústria do vinho em todo o mundo. Qual o Dia do Sommelier de Vinho? No Brasil, o Dia do Sommelier é comemorado em 29 de agosto. A data foi instituída pela ABS, em referência ao dia em que a profissão foi regulamentada em 2011, a partir da lei nº 12.467. Em 3 de junho, comemora-se o Dia Internacional do Sommelier, como referência à fundação da ASI, nesta data em 1969. Leia também: Quem inventou o vinho? Conheça a origem da bebida milenar Se você deseja se tornar um sommelier de vinhos, comece buscando conhecimentos acerca do mundo do vinho e descobrindo detalhes e especificações de cada uva e produção ao redor do mundo. Busque por formações de qualidade, participe de eventos e experimente diferentes rótulos sempre que possível. Gostou do artigo e quer ler mais conteúdos sobre vinhos? Clique na imagem abaixo e acesse a categoria de Dicas e Curiosidades do blog do Divvino! O post Sommelier de vinho: o que é, o que faz e como se tornar um? apareceu primeiro em Divvino - Conheça tudo sobre o mundo dos vinhos.
Vinhos bons são os velhos mesmo? É preciso ter uma adega climatizada? Tem problema guardar uma garrafa que já foi aberta? Todas essas dúvidas sobre vinhos são extremamente comuns para quem gosta da bebida, ainda mais iniciantes. Confira abaixo as repostas para suas perguntas! Leia também: Truques para fazer o vinho durar mais após aberto 1. Vinho bom = vinho velho? Não exatamente, isso depende do vinho. Essa reputação de vinho bom é vinho velho vem dos tempos em que os vinhos, como os Bordeaux tintos e barolos, tinham uma grande concentração de taninos. Essa característica era útil para preservar a bebida em longas viagens em navios, porém, os vinhos jovens eram intragáveis e exigiam anos de maturação para amaciar os taninos. Atualmente, com a evolução das tecnologias e mudanças no padrão de consumo, alguns vinhos até podem melhorar com alguns anos de garrafa — alguns continuam bons por décadas —, mas não precisam ser guardados. Eles costumam a chegar às lojas já prontos para o consumo. Vinhos tintos mais simples — que são a maioria deles — devem ser bebidos logo após a compra. Os brancos costumam a deteriorar mais fácil com o passar do tempo. Procure comprar a safra mais recente que encontrar e não demore muito para beber. 2. Vinho faz bem à saúde? Há fortes indícios de que o consumo moderado de vinho tinto é um hábito benéfico à saúde. Existem também vários estudos em relação a esse assunto, que procuram explicar o quão positivo pode ser incluir a bebida na rotina. Abaixo, separamos alguns posts sobre pesquisas que comprovam que vinho faz bem a saúde sim! Vinho pode prevenir intoxicações alimentares Vinho e chocolate podem manter a pele jovem Como o vinho pode reduzir o risco de diabetes Beber espumante ajuda a melhorar a memória Vinho tinto ajuda no combate às bactérias da boca 2 taças de vinho por dia reduz risco ao Alzheimer 3. Preciso guardar meu vinho numa adega climatizada? Isso depende do seu perfil de consumo. Se você for do tipo que gosta de colecionar vinhos, de experimentar vários rótulos, e guardar as garrafas, pode ser uma ótima ideia ter uma adega climatizada. Caso contrário, a adega não é exatamente necessária. Você pode armazenar as garrafas deitadas em um local escuro e fresco e não ficar trocando-as de lugar e agitando-as. 4. Por que devo guardar as garrafas deitadas? Porque quando a garrafa está deitada, a rolha permanece úmida e isso evita que a cortiça esfarele ou se retraia, o que pode permitir a entrada de oxigênio na garrafa, estragando o vinho. Esta regra, entretanto, não precisa ser aplicada em garrafas com tampas de outros materiais. 5. O que é melhor, rolha ou tampa de rosca? Não existe exatamente um tipo de lacre melhor, apesar da preferência do consumidor ser a cortiça natural. A rolha de cortiça são as mais associadas ao vinho, por ser usada há muitas décadas. As rolhas de cortiça evitam com durabilidade que o oxigênio entre em contato com vinho no interior da garrafa. Apesar disso, o material é vulnerável a uma contaminação (por tricloroanisol) que pode causar cheiro de mofo e estragar o vinho. A tampa de rosca é colocada somente em vinhos mais jovens, ela é prática e sustentável. Por ter durabilidade incerta, não é usada como lacre de vinhos mais antigos. De qualquer forma, a preferência do lacre vai de pessoa para pessoa, de vinho para vinho. Leia também: Os tipos de rolhas de vinho e suas diferenças 6. Posso guardar garrafas já abertas? Claro! Porém, você deve se lembrar que assim que uma garrafa é aberta, ela entra em contato com o oxigênio, portanto, com o passar de algumas horas as reações começam a destruir os sabores e aromas da bebida. De qualquer forma, há uma maneira adequada para armazenar o vinho quando ele já foi aberto. Confira nossas dicas: Como armazenar o vinho depois de aberto Como armazenar o espumante depois de aberto 7. Que vinhos posso usar no meu jantar? Precisa-se de muito cuidado na hora de harmonizar um vinho com comida. Uma combinação ruim pode estragar o sabor da bebida e do alimento. Uma dica é pesquisar a descrição do vinho antes de comprá-lo, para se certificar de que ele combina com o prato. De qualquer forma, aqui no Blog dos Vinhos você encontra a categoria de harmonização, que pode ajudá-lo na hora de fazer o jantar! 8. Preciso comprar um decantador para beber vinho? Não necessariamente, somente se você tiver muito interesse em degustar vinhos. O decanter (ou decantador) serve para acelerar a oxigenação do vinho e decantar eventuais sedimentos. Deve ser usado em vinhos que são exemplares de complexidade aromática que precisam de uma ajuda para liberar compostos voláteis. 9. Quando devo levar meu próprio vinho ao restaurante? Cada restaurante tem uma política relativa a essa prática (a chamada “rolha”): alguns a vetam, outros cobram taxa, há também os que permitem apenas rótulos que não estão à venda no espaço, e há os que liberam completamente. Caso pretenda levar o próprio vinho ao restaurante, é recomendado telefonar antes para evitar qualquer problema. 10. Qual a diferença entre vinhos finos e vinhos de mesa? Essa é simples: os vinhos finos são feitos de uvas do tipo Vitis vinifera, como Cabernet Sauvignon, Merlot e Chardonnay. Já os vinhos de mesa, são feitos das chamadas uvas americanas, mais adequadas para fazer sucos, uvas-passas e para o consumo direto. Conseguimos tirar todas as suas dúvidas? Quer saber mais? Deixe sua pergunta nos comentários para trazermos uma resposta!The post 10 dúvidas sobre vinhos que você sempre teve first appeared on blogdosvinhos.
Vinho branco com suco de maracujá e hortelã é a combinação perfeita para os dias quentes. Aprenda a preparar essa delícia refrescante! Este artigo Vinho Branco com Suco de Maracujá e Hortelã: A Bebida Refrescante do Verão, foi referenciado anteriormente no blog Mestre dos Drinks - Magia, Alquimia e Química na Combinação de Sabores
Se você gosta de vinhos, muito provavelmente já experimentou um exemplar da uva cabernet sauvignon. É uma bebida intensa, com personalidade e muito versátil para harmonizações. Conhecida como a rainha das uvas tintas, suas origens remontam ao século 17, na região de Bordeaux, na França. Neste conteúdo, vamos falar sobre a origem, as características da uva, além de apresentar dicas de harmonização e vinhos cabernet sauvignon para você experimentar. Boa leitura! Como é a uva cabernet sauvignon? Uma das principais características da uva cabernet sauvignon é a maturação tardia. Seus frutos são pequenos, assim como sua polpa, o que colabora para a concentração dos sabores. Tem coloração roxo-azulado profundo, casca grossa e, por conta disso, trata-se de uma variedade bastante rica em taninos. Além disso, a espessura da casca protege os frutos contra intempéries, como chuvas intensas, clima muito seco ou frio. É por esse motivo que a casta se adapta bem em diferentes terroirs ao redor do mundo. Em termos de solo, prefere os pobres e de drenagem lenta, que forçam as raízes a se aprofundarem em busca de nutrientes. História e origem da uva cabernet sauvignon Em 1997, dois pesquisadores da Universidade de Davis, na Califórnia (EUA), chamados Carole Meredith e John Bowers, descobriram que a cabernet sauvignon se tratava de um cruzamento das uvas cabernet franc e sauvignon blanc. Apesar da descoberta ser recente, estima-se que sua vinificação ocorra desde o século 17, porém com outros nomes, como petit cabernet, petit vidure e vidure. Os primeiros registros com o nome cabernet sauvignon datam de cerca de 1850, quando começou a ser misturada a outras cepas no famoso blend de Bordeaux, na França. Durante o final do século 19, os vinhedos europeus foram dizimados pela praga filoxera, um tipo de pulgão amarelo que ataca as raízes das videiras. Isso obrigou muitos produtores a deixarem o Velho Mundo e se aventurarem nas Américas e na Oceania. A história da uva cabernet sauvignon remonta ao século 17, em Bordeaux, na França. Dia Mundial da Uva Cabernet Sauvignon Você sabia que a rainha das uvas tintas tem um dia dedicado a ela? Isso mesmo! Todos os anos, comemora-se o Dia Mundial da Uva Cabernet Sauvignon, na quinta-feira antes do Labor Day, nos Estados Unidos. O feriado ocorre sempre na primeira segunda-feira de setembro. Portanto, nessa data, escolha sua melhor garrafa e celebre essa casta tão incrível e versátil. Principais regiões produtoras da uva cabernet sauvignon A fama da uva cabernet sauvignon se deve muito a certos fatores, como facilidade no cultivo, grande adaptabilidade e qualidade da bebida, o que contribuiu para a expansão do cultivo para diversas localidades do mundo. Desde Bordeaux, onde a tradição e qualidade se preservam ao longo dos séculos, até países do Novo Mundo, a cabernet sauvignon está presente nos seguintes países: França, Chile, Estados Unidos, Austrália, Espanha, China, Argentina, Itália, África do Sul e Brasil. A cabernet sauvignon também é frequentemente usada em blends, figurando em alguns dos vinhos de corte mais famosos do mundo, como os Supertoscanos, que levam, além dela, as uvas sangiovese, merlot, cabernet franc e syrah. Conheça as principais regiões produtoras da cabernet sauvignon! Bordeaux, França É cultivada especialmente na margem esquerda do Rio Gironde, o berço da casta. Os vinhos costumam ser blends com merlot, cabernet franc, petit verdot e malbec. Seu perfil clássico apresenta taninos firmes, alta acidez, aromas de cassis, cereja preta, tabaco e cedro, além de excelente potencial de guarda. 0000000000 Califórnia, Estados Unidos Na Califórnia, a uva cabernet sauvignon ganha um perfil mais frutado e encorpado, com maior teor alcoólico devido ao clima quente. Em geral, apresenta aromas de frutas negras maduras, baunilha, chocolate e carvalho. A região de Napa Valley se destaca como uma das principais. Chile O Chile produz vinhos de excelente custo-benefício, com uma combinação de frutas maduras, notas herbáceas e eucalipto. O Vale do Maipo, próximo à Cordilheira dos Andes, é conhecido como a “Bordeaux da América do Sul”. Os cabernets sauvignons chilenos têm acidez equilibrada e taninos macios, sendo ótimos para consumo jovem, mas também com potencial de envelhecimento. Argentina Na Argentina, a cabernet sauvignon muitas vezes divide os holofotes com a malbec, mas ainda assim produz vinhos notáveis. A alta altitude de Mendoza contribui para vinhos de taninos maduros, acidez viva e intensidade aromática. Em geral, apresenta notas de frutas escuras, pimenta preta e leve toque mineral. Características dos vinhos cabernet sauvignon Quanto aos vinhos, suas características variam bastante, de acordo com a localidade onde são produzidos, justamente devido à adaptabilidade. Em regiões mais quentes, como Califórnia, Austrália, África do Sul e o sul da Itália, as bebidas são encorpadas e alcoólicas, com taninos mais finos e aromas de frutas negras. Ao serem cultivadas em lugares frios, resultam em vinhos com taninos estruturados e acidez presente. Além disso, costumam ter perfil com notas vegetais e apimentadas. Quando jovens, têm coloração rubi com bordas violáceas e, conforme envelhecem, vão ganhando tons granada. De maneira geral, no nariz, é possível perceber notas de cereja, cassis e especiarias. O aroma de pimentão, muitas vezes, também aparece. Isso se dá graças a um composto aromático encontrado em grande quantidade na sua casca, que são as chamadas pirazinas. Quando envelhecido em barrica, seus taninos são amaciados, e o líquido pode desenvolver aromas de ameixa, baunilha, chocolate e tabaco. No paladar, traz corpo intenso, taninos firmes e acidez agradável. Pensando na evolução em garrafa, o vinho cabernet sauvignon tem ótimo potencial. Deguste um cabernet sauvignon e aprecie o que há de melhor no mundo dos vinhos! Cabernet sauvignon: harmonização Como acompanhamento, os vinhos da uva cabernet sauvignon são muito versáteis e conseguem harmonizar com diversos tipos de pratos com uma intensidade gustativa similar. Uma das combinações mais comuns é com carnes vermelhas grelhadas, especialmente cortes bovinos, como T-bone, tomahawk, contrafilé, costela, cupim e filé-mignon, ou até carnes suínas, de cordeiro ou de caça. Apesar da cerveja ser a bebida tradicional em churrascos brasileiros, um bom cabernet sauvignon encorpado cria uma experiência de degustação e tanto! E na hora de harmonizar vinhos da uva cabernet sauvignon com queijos, vale a pena investir em opções de pasta dura, como parmesão, gouda e cheddar inglês. Você também pode combiná-lo com cogumelos Portobello à provençal ou prepará-los em massas, risotos de cogumelos e sopas. Para aqueles que preferem massas, preparos ao molho vermelho são boas alternativas. Cabernets também são vinhos-chave para combinar com charcutaria e patês condimentados. Por esse motivo, são excelentes para acompanhar uma tábua de frios! Para acertar na harmonização com cabernet sauvignon, aposte em carnes gordurosas, queijos duros e massas ao molho vermelho. Vinhos cabernet sauvignon A seguir, apresentamos uma seleção de vinhos tintos cabernet sauvignon de diferentes regiões, cada um trazendo uma característica única, seja pela vinícola, pelo terroir, pelo método de produção ou pela expressão autêntica da casta! Montgras Gran Reserva Limited Release Cabernet Sauvignon O Reserva Limited Release Cabernet Sauvignon é uma expressão distinta da vinícola chilena Montgras, reconhecida por sua dedicação à qualidade e inovação na produção de vinhos veganos e orgânicos. Este rótulo destaca-se por ser uma edição limitada, refletindo a excelência e o compromisso em oferecer vinhos únicos que capturam a essência do terroir do Vale Central. Visualmente, apresenta coloração rubi intensa. No nariz, revela aromas ricos de ameixas maduras e framboesas, complementados por notas sutis de carvalho, resultado de 10 meses de envelhecimento em barricas de carvalho francês. No paladar, é um vinho envolvente e estruturado, ideal para acompanhar carnes vermelhas grelhadas, lasanha de filé com gorgonzola e queijos maturados. Nieto Senetiner Benjamin Cabernet Sauvignon Elaborado pela vinícola argentina Nieto Senetiner, o Benjamin Cabernet Sauvignon é um rótulo de Mendoza, região reconhecida por produzir cabernet sauvignons de alta qualidade. Este rótulo destaca-se pela pureza das uvas, sem passagem por madeira, e pela autenticidade da produção argentina. De visual rubi, apresenta no nariz notas de frutas pretas e vermelhas maduras, combinadas com nuances de pimenta. No paladar, mostra-se de corpo médio a encorpado, com taninos envolventes e bem integrados, proporcionando um final persistente e equilibrado. A harmonização ideal inclui carnes vermelhas assadas, massas com molhos intensos e queijos duros. La Junta Amigo Perro Cabernet Sauvignon O rótulo “Amigo Perro” não apenas homenageia os fiéis companheiros caninos, mas também traz ao consumidor um vinho chileno leve e descomplicado, perfeito para momentos descontraídos. A escolha do nome é uma celebração da amizade e da lealdade, características refletidas na experiência sensorial do vinho. De cor rubi e bordas púrpuras, o rótulo da vinícola La Junta apresenta aromas de frutas vermelhas frescas, como morangos e cerejas, complementados por toques sutis de especiarias. No paladar, destaca-se pela leveza e pelo equilíbrio, com taninos aveludados e acidez agradável, tornando-o fácil de beber. Harmoniza bem com massa à carbonara ou à bolonhesa, lasanha vegetariana, carnes vermelhas assadas, empanadas e bruschettas. La Junta Amigo Perro Reserva Cabernet Sauvignon Este rótulo da linha Reserva Amigo Perro se destaca pela garrafa elegante e moderna, que reflete o cuidado na produção de um vinho premium pela vinícola La Junta. A combinação do design sofisticado com a qualidade do vinho cria uma experiência visual e sensorial completa. De coloração rubi intenso, apresenta aromas acentuados de frutas pretas maduras e especiarias doces, por possuir passagem em carvalho francês e americano. No paladar, revela-se encorpado e envolvente, com taninos marcantes e bem estruturados, proporcionando um final longo e complexo. Ideal para acompanhar carnes vermelhas, lasanha à bolonhesa, pizzas e tábuas de frios. Santa Rita Colección Privada Cabernet Sauvignon Elaborado pela tradicional vinícola chilena Santa Rita, o Colección Privada é um vinho 100% cabernet sauvignon, feito com uvas selecionadas dos melhores vinhedos do Chile. Essa escolha garante a pureza varietal e a máxima expressão da cepa, tornando o vinho uma excelente opção para apreciadores da casta. Com visual rubi brilhante, o vinho apresenta aromas de frutas pretas e notas de pimenta. No paladar, é macio e equilibrado, com taninos sedosos e acidez refrescante, proporcionando um final agradável. Fácil de beber, possui harmonização versátil, combinando bem com pratos de massa com molhos vermelhos, pizzas margherita e calabresa, risoto de quatro queijos, fondue de queijo e antepastos. Black Stallion Napa Valley Cabernet Sauvignon Diretamente do renomado terroir de Napa Valley, na Califórnia, este cabernet sauvignon é um verdadeiro representante da qualidade vinícola californiana Black Stallion. A região, reconhecida mundialmente pela produção dessa casta, confere ao vinho características únicas e notáveis. De cor rubi profundo, o rótulo apresenta uma complexidade aromática que mistura cassis, ameixas, notas de cedro e nuances de especiarias doces. No paladar, destaca-se por ser encorpado e opulento, com taninos firmes e bem integrados, acidez equilibrada e um final longo e elegante. A harmonização ideal inclui cortes nobres de carne bovina, como filé-mignon, além de pratos à base de cogumelos e queijos azuis. Não é à toa que a uva cabernet sauvignon é tão importante no mundo dos vinhos. Além de ser cultivada e vinificada em muitos lugares do globo, tem características que agradam diversos paladares. No divvino.com.br, você encontra muitas opções de cabernet sauvignon dos mais diversos terroirs. Para conferir cada uma delas, clique no banner abaixo! O post Tudo sobre a uva cabernet sauvignon + rótulos para conhecer apareceu primeiro em Divvino - Conheça tudo sobre o mundo dos vinhos.
Para mostrar um pouquinho do que o Rio Grande do Sul oferece à mesa, a visita de Dani Filomeno em Bento Gonçalves começou com a junção do melhor de dois mundos: churrasco e vinho. Além das taças estarem cheias com as melhores uvas e safras do estado, o fogo de chão apareceu para jogar ainda mais luz à tradição gaúcha de se preparar carne. SIGA CNN VIAGEM & GASTRONOMIA TAMBÉM EM OUTRAS PLATAFORMAS Instagram: https://www.instagram.com/cnnviagemegastronomia Tiktok: https://www.tiktok.com/@cnnviagemegastronomia Pinterest: https://br.pinterest.com/CNNBrasil/ Newsletters: https://newsletter.cnnbrasil.com.br
A Tempranillo é uma das uvas tintas mais emblemáticas da Espanha, com uma história que remonta ao século XI. Seu nome vem do espanhol “temprano”, que significa “cedo”, em referência ao seu amadurecimento precoce em relação a outras castas. Com uma casca relativamente grossa, especialmente os clones da Ribera Del Duero e de Toro, essa uva produz vinhos de coloração intensa e perfil aromático marcante. Principais regiões produtoras de Tempranillo na Espanha A Tempranillo é amplamente cultivada na Espanha, mas algumas regiões se destacam pela sua expressão singular: Rioja: Considerada sua região tradicional, onde domina os vinhedos e compõe a base de vinhos que podem ser cortados com Garnacha e Mazuelo. Ribera Del Duero: Aqui, é conhecida como Tinto Fino, uma variação que origina vinhos de cor profunda e complexidade notável. Penedès: Na Catalunha, recebe o curioso nome de Ull de Llebre (“olho de lebre”). Valdepeñas: Nesta região, a Tempranillo é chamada de Cencibel. Envelhecimento e classificações dos vinhos Tempranillo A Tempranillo é valorizada por seu potencial de envelhecimento. Para garantir essa qualidade, a legislação espanhola criou três principais categorias: Crianza: Estagia no carvalho por pelo menos seis meses. Reserva: Permanece em barricas de carvalho por no mínimo doze meses. Gran Reserva: Passa dezoito meses ou mais em amadurecimento. Na Rioja, esses períodos costumam ser ainda mais extensos, o que intensifica a complexidade dos vinhos. Perfil aromático e características sensoriais Os aromas da Tempranillo variam conforme a intenção do produtor e o potencial da uva: Vinhos Jovens: Frutas vermelhas frescas, como morangos e mirtilos. Vinhos Envelhecidos: Frutas maduras (cerejas negras), especiarias, chocolate e notas defumadas. Fatores que influenciam o potencial de envelhecimento Nem todas as parcelas de Tempranillo têm o mesmo potencial de guarda. Três fatores principais influenciam essa capacidade: Local de Cultivo: Climas moderados, influenciados por altitude ou massas de água, garantem acidez equilibrada, essencial para o envelhecimento. Rendimento do Vinhedo: Produções menores resultam em uvas mais concentradas e vinhos mais estruturados. Cortes com Outras Uvas: Misturas com variedades mais tânicas potencializam sua longevidade. Expansão global da Tempranillo Embora a Espanha seja seu berço, a Tempranillo também se adaptou a outras regiões do mundo: Austrália: Produz vinhos intensos, com frutas super maduras. Argentina: Cultivada em terroirs privilegiados aos pés da Cordilheira dos Andes. Califórnia: Origina exemplares jovens, macios e fáceis de beber. A maioria das regiões vitivinícolas já experimentou cultivar pequenas quantidades de Tempranillo, sempre buscando oferecer uma alternativa à Cabernet Sauvignon e ampliar a diversidade do mercado. A Tempranillo segue sendo uma das uvas mais versáteis e apreciadas do mundo do vinho, unindo tradição e inovação em cada taça.The post Tempranillo: saiba TUDO sobre a uva first appeared on blogdosvinhos.
Mais um vinho degustado dentro da proposta de trazer 50 vinhos brasileiros em 2025. Esse espumante é da Luiz Argenta, que só faz vinhos elegantes. Esse ganhou um prêmio da Vino Verace e é possível encontrar no e-commerce deles.
Saque com espumante e xarope de cereja traz uma explosão de sabor e frescor para suas festas e encontros. Este artigo Saque com Espumante e Xarope de Cereja: Descubra a Sensação de Sabor, foi referenciado anteriormente no blog Mestre dos Drinks - Magia, Alquimia e Química na Combinação de Sabores
Se você tivesse que escolher só 5 vinhos para combinar com praticamente todos os seus pratos, quais seriam? Eu fiz essa seleção e te apresento nessa live.
Rum com espumante e frutas vermelhas é a combinação ideal para refrescar suas festas com sabor e elegância. Este artigo Rum com Espumante e Frutas Vermelhas: A Mistura Perfeita para suas Festas, foi referenciado anteriormente no blog Mestre dos Drinks - Magia, Alquimia e Química na Combinação de Sabores
A Tannat é uma uva tinta proveniente da França, mais precisamente de uma região localizada próxima aos Pirineus, chamada Madiran. Porém, foi no Uruguai que a variedade ganhou notoriedade, acabando por ser cultivada também em outros lugares do mundo. Leia também: Conheça a uva: Nero di Troia Atualmente a é reconhecida como a uva símbolo do Uruguai, onde também é chamada de Harriague. Por ter uma alta concentração de taninos, ela é amplamente utilizada em cortes, geralmente com as famosas Merlot, Cabernet Franc e Cabernet Sauvignon, onde, em geral, resulta em exemplares ricos em aromas e sabores. Outra forma de suavizar seus taninos é a passagem por barricas de carvalho. Características da Tannat Os cachos da Tannat têm tamanho médio a grande, são compactos e cilíndricos. As bagas têm tamanho pequeno a médio, sendo ligeiramente alongados. Há uma grande concentração de cor em sua casca e na polpa da fruta, e é por isso que os vinhos elaborados com ela têm uma intensa coloração violácea. Em relação ao tempo necessário para sua maturação, possui ciclo médio, podendo adaptar-se a diversas regiões e ser colhida no ponto ideal de maturação. Os vinhos elaborados com a Tannat, enquanto jovens são muito tânicos, ácidos e rústicos. Porém, essa é uma uva que envelhece com saúde. Assim como a Tannat sul-americana, os vinhos de Madiran podem e devem esperar algum tempo para aflorarem suas qualidades, passando de vinhos rústicos para vinhos aromáticos e agradáveis de longo retrogosto. Harmonização Os vinhos dessa casta ficam bem sozinhos, mas também podem ser acompanhados de uma bela refeição. A característica principal que deve se pensar é a forte carga tânica da uva. Os taninos combinam com alimentos gordurosos, portanto, ficam ótimos com um churrasco tradicional, carnes assadas, pratos baseados em carne de ovelha e outros encorpados e condimentados. Os vinhos da Tannat são ideais para combinar com a culinária gaúcha. Também pode experimentar com queijos maduros e, na sobremesa, com doces à base de chocolate amargo. Recomendação de vinhos Vinho Almadén Tannat (Brasil) Vinho Casa Venturini Reserva Tannat (Brasil) Vinho Pizzato Tannat Reserva (Brasil) Vinho Macaw Tinto Tannat Demi-Sec (Brasil) Vinho Carlos Montes Tannat Crianza (Uruguai) Vinho Gimenez Mendez 100 Años Tannat OAK Aged (Uruguai) Curiosidades Estudos confirmaram que ela é uma uva com excelente quantidade de resveratrol, um polifenol que age como antioxidante, agindo contra o câncer e como redutor do mau colesterol. Ela é uma ótima casta para combinar com refeições de inverno. A Campanha Gaúcha também produz vinhos dessa casta. The post Uva Tannat: características, harmonizações, curiosidades e + first appeared on blogdosvinhos.
Voltei de viagem de Portugal e trouxe na mala algumas informações para quem gosta de vinho português.
O vinho em lata vem ganhando popularidade por sua praticidade e versatilidade, mas é importante avaliar alguns fatores antes da compra. O tipo de vinho, a qualidade, o momento de consumo e o custo-benefício são pontos que fazem a diferença na experiência. Saiba sobre cada detalhe a seguir! Escolha o tipo de vinho em lata ideal Vinhos brancos, rosés e espumantes são os mais recomendados, pois mantêm frescor e leveza. Além disso, combinam com a praticidade que o formato oferece. No entanto, vinhos tintos também estão disponíveis em lata. Avalie a qualidade e a procedência Optar por marcas confiáveis garante uma melhor experiência. Vinícolas que utilizam vinhos frescos e adaptados ao enlatamento costumam oferecer produtos de maior qualidade. Verificar se o rótulo informa que o vinho é o mesmo da versão engarrafada pode ser um bom indicativo. Considere o momento de consumo O vinho em lata é ideal para ocasiões descontraídas, como passeios ao ar livre, praia ou festas. Seu formato individual permite consumo prático sem necessidade de taças ou saca-rolhas. Porém, para harmonizações mais sofisticadas, a versão engarrafada pode ser a melhor escolha. A alternativa tradicional combina com diversos pratos, assim como faz bonito em jantares especiais. Analise o custo-benefício Algumas opções de vinho em lata possuem preços semelhantes aos vinhos engarrafados, enquanto outras podem ser mais caras devido à embalagem. Comparar rótulos e volumes disponíveis ajuda a encontrar a melhor opção para cada momento. Vale a pena comprar vinho em lata? O vinho em lata é uma escolha prática e versátil, mas a decisão de compra deve levar em conta todos esses pontos, principalmente a ocasião de consumo. Assim, é possível aproveitar a conveniência da lata sem comprometer a experiência de degustação.The post Vinho em lata: o que considerar antes de comprar? first appeared on blogdosvinhos.
Martini com espumante e suco de abacaxi é a combinação certa para surpreender seus convidados com sabor e sofisticação! Este artigo Martini com espumante e suco de abacaxi: a bebida perfeita para suas festas, foi referenciado anteriormente no blog Mestre dos Drinks - Magia, Alquimia e Química na Combinação de Sabores
Quando pensamos em combinações com vinhos, certos acompanhamentos vêm imediatamente à mente: queijos variados, carnes suculentas e massas bem temperadas. No entanto, o universo da enogastronomia é vasto e cheio de possibilidades inesperadas que podem surpreender até mesmo os paladares mais experientes. Porém, nem todos os alimentos são fáceis de harmonizar. Por exemplo, o risoto de aspargos aumenta a sensação do gosto de ferro, já a pimenta da comida mexicana potencializa a percepção do álcool. Por isso, neste post, você confere opções surpreendentes que você provavelmente nunca considerou, mas que podem transformar sua experiência com vinhos. Boa leitura! Comida mexicana As combinações de vinho com comida mexicana precisam considerar os sabores vibrantes, a picância do prato e como tudo isso afeta a percepção do álcool. A sensação de calor proveniente das pimentas pode intensificar a “queimação” do álcool, o que significa que a escolha de vinhos menos alcoólicos é a mais indicada para essa culinária. Por isso, opte por vinhos brancos e rosés, que geralmente são menos alcoólicos e possuem acidez refrescante, que pode contrastar e complementar bem a picância. Experimente um riesling ou um sauvignon blanc, que possuem sabores frutados e acidez viva. Considere também rótulos que tenham pouco álcool, neutralizando o calor das pimentas. Prefira os elaborados com as castas gewürztraminer e moscato. Outra dica de rótulo interessante é o branco chileno Belight, elaborado com sauvignon blanc. O vinho da vinícola Casillero Del Diablo conta com apenas 52 calorias por taça e baixo teor alcoólico. Comida indiana A culinária indiana é reconhecida mundialmente pela intensidade e pelo uso generoso de especiarias, como o famoso curry com sabor forte que briga ou retira a percepção do vinho no paladar. Assim como a comida mexicana, muitos pratos indianos apresentam uma picância significativa, o que requer atenção na hora de harmonizar com vinhos. Ela pode acentuar a percepção do álcool na bebida, tornando-a menos agradável. Portanto, a escolha de vinhos tintos de corpo leve é essencial para uma harmonização bem-sucedida, caso o prato leve carnes vermelhas. Ele possui baixa quantidade de álcool e permite que sobreponha os sabores. Entre os tintos leves, escolha os que forem elaborados com pinot noir ou gamay, proporcionando um sabor mais leve, com pouco tanino. Comida japonesa A culinária japonesa é conhecida pela sua elegância e delicadeza, com foco na qualidade e no frescor dos ingredientes. Quando for harmonizar, é importante selecionar opções que respeitem esses sabores sutis e não os sobrecarreguem. Qual vinho harmoniza com sushi e sashimi? Para aproveitar o frescor do peixe, selecione vinhos brancos com boa acidez, que ajuda a realçar os ingredientes e limpar o paladar. No caso de um jantar harmonizado, modere o uso de shoyu, pois é muito salgado, traz a sensação de umami no paladar e rouba a cena no sabor. Pratos como yakissoba, que contam com bastante uso do ingrediente, não são possíveis de harmonizar. Além disso, evite o wasabi, porque ele anestesia o paladar pela picância, aumenta a sensação do álcool e impossibilita a apreciação do vinho. Sushis e sashimis são harmonizados com vinhos brancos de boa acidez. Espumantes são opções versáteis para equilibrar a acidez com a crocância e a oleosidade do tempurá, por exemplo. Além disso, pratos com salmão grelhado ou com frutos do mar podem ser acompanhados de vinhos rosé e tintos de corpo leve, como pinots, que adicionam um toque de notas de frutas e de mineralidade, tornando os sabores mais elaborados. Aspargos Os aspargos têm um sabor característico, levemente amargo e com nota herbácea. Essa peculiaridade exige vinhos que possam complementar e equilibrar esses aspectos sem se sobrepor, com acidez que possa contrastar agradavelmente com o amargor dos aspargos. Um rótulo que faz muito bem essa função é o Eguren Sauvignon Blanc, produzido na região de Castilla, na Espanha, pela vinícola Eguren. O clima local permite a elaboração de um vinho com acidez suave. Quando você estiver comendo aspargos grelhados ou ao vapor com um molho leve e ervas, opte por esse rótulo. Em taça, você vai perceber uma coloração amarelo-pálida, com reflexos dourados. No olfato, é possível notar uma complexidade, que envolve notas de frutas verdes, como maçã e uva madura, além de vegetais e um toque de flores com sensações doces. Já no paladar, o vinho possui boa persistência aromática, aliada ao frescor e ao bom volume. Opte por vinhos que levem essa característica mais herbácea no seu perfil, como é o caso da sauvignon blanc. Dependendo da região de produção, aportam esses aromas, principalmente de ervas frescas. Alcachofra As alcachofras são conhecidas pela leve amargura e textura delicada, que podem afetar a percepção nos vinhos. Para uma harmonização bem-sucedida, é importante escolher rótulos que não tenham muitos taninos ou não sejam encorpados, mas que ofereçam frescor, acidez equilibrada e toque frutado. Opte por vinhos brancos que possibilitem esse frescor ou por rosés frutados para obter uma experiência mais equilibrada na harmonização. Como sugestão de rótulo, temos o Pietraforte Pinot Grigio Rosé. O vinho italiano possui cor rosa-claro, com reflexos acobreados. É possível sentir o frescor, com fragrâncias de frutas vermelhas, além do sabor suave e equilibrado, com notas redondas e frutadas. Prefira degustá-lo com a alcachofra na salada ou em pizzas com queijo brie, acompanhada com rúcula e tomate cereja. Sorvete Harmonizar sorvete e vinho é um desafio interessante e uma experiência deliciosa, já que o doce anestesia as papilas gustativas, privando das sensações. Alguns sabores possuem alto dulçor, enquanto os frutados são mais ácidos do que doces no paladar. A dica é escolher opções que complementem e equilibrem os sabores em vez de sobrepô-los. Abaixo, detalhamos a harmonização com quatro sabores de sorvete: baunilha, frutas vermelhas, chocolate amargo e pistache. Sorvete de baunilha A cremosidade e o sabor leve do sorvete de baunilha pairam bem com um rótulo elaborado com chardonnay ou um espumante brut, que adiciona frescor e leveza, cortando o dulçor excessivo com suas borbulhas. Nossa sugestão é o espumante Mille Bolle Brut, elaborado com um blend das castas chardonnay e glera. Com acidez balanceada ao degustá-lo, vai combinar muito bem com a sobremesa, ao apresentar aromas de frutas amarelas e florais. Sorvete de frutas vermelhas O vinho rosé, com suas notas frutadas, complementa perfeitamente um sorvete à base de frutas vermelhas, acentuando seus sabores vibrantes sem sobrecarregar. Um riesling rosé levemente adocicado também é um belo acompanhamento com a doçura natural das frutas. Outra sugestão é o vinho chileno Amigo Perro Rosé, elaborado com um blend de uvas pela vinícola La Junta. Sua acidez refrescante e vibrante tem origem nas características proporcionadas pela amplitude térmica do local de sua produção, o Vale do Curicó, no Chile. Sorvete de chocolate amargo Harmonizar vinho com sorvete de chocolate amargo envolve equilibrar a intensidade e a complexidade dos sabores. O vinho shiraz é encorpado e aromático, uma excelente escolha de acompanhamento. Nossa dica é o Luiz Argenta Shiraz Jovem, vinho brasileiro que esbanja jovialidade e leveza. Ele é diferente pois é feito pela maceração carbônica, trazendo um perfil de corpo e aroma muito diferente do que a casta confere em seus rótulos. Em taça, você pode perceber uma coloração vermelho-rubi bem brilhante e límpida. No paladar, é possível notar um frescor, ideal para acompanhar esse sorvete, assim como acidez equilibrada e boa persistência. Tem aroma intenso de cereja madura, framboesas, morangos e um toque de banana. Isso se deve ao fato de que o vinho é proveniente de safras mais recentes, passando pelo processo de maceração carbônica com bags inteiras. Sorvete de pistache O pistache é o ingrediente queridinho do momento e está presente em diversos tipos de alimentos, incluindo o sorvete. Para harmonizá-lo, a chave é combinar os sabores sutis e a cremosidade com rótulos que ofereçam um dulçor elegante e que realcem os sabores. Opte por um sauternes ou um macabeo (conhecida como viúra na Espanha). Nossa recomendação é o Armentia Y Madrazo Viúra Rioja, vinho branco espanhol com aromas de frutas, como melão e maçã verde, e notas cítricas, ideal para não sobrecarregar a suavidade do pistache, sem competir com os sabores. Ao harmonizar, é possível perceber uma acidez refrescante que balanceia o paladar, promovendo uma experiência renovadora a cada gole e parte do sorvete. Veja nosso post na página do Instagram sobre o tema: Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Divvino (@divvino_oficial) Anchovas As anchovas são um ingrediente singular e saboroso que trazem um desafio interessante para quem busca harmonizações com vinho. Conhecido pela característica salina e conservação em azeite, o peixe oferece um sabor salgado bastante pronunciado, deixando uma sensação persistente no paladar. Essa intensidade requer um vinho que possa equilibrar e complementar seu perfil distinto. Uma escolha clássica é um espumante brut, já que possui acidez elevada que ajuda a cortar a salinidade e a oleosidade a cada gole. As borbulhas refrescantes adicionam um contraste festivo à textura densa das anchovas. Outra possibilidade é optar por vinhos italianos, especialmente os elaborados com a casta grillo, na Sicília. Esses rótulos são conhecidos pelo frescor e pela acidez vibrante, ideais para pratos salgados e com perfil de sabor complexo, suavizando a intensidade. Ovos Ovos são uma das combinações com vinhos mais desafiadoras e complexas, já que o aroma característico do ingrediente pode sobrepor os sabores. Quando acompanha tinto, por exemplo, resulta em uma experiência não muito agradável ao paladar. Por isso, a recomendação é optar por rótulos com nuances de nozes e toques minerais, equilibrando sensações, aromas e sabores. Uma sugestão é o vinho italiano branco San Silvestro Fossili Gavi. Produzido na região de Piemonte, é elaborado a partir da uva cortese, conhecida por notas de frutas brancas, toques minerais e frescor equilibrado. Seu sabor é deliciosamente ácido e persistente. Picles Combinar vinho e picles é desafiador devido à presença do vinagre, já que pode fazer o vinho parecer sem gosto ou acentuar indevidamente sua acidez. Além disso, os sabores dos picles são muito intensos, exigindo uma escolha cuidadosa para haver mais equilíbrio. Para harmonizar com picles, vinhos brancos são boas opções, como aqueles elaborados com a casta sauvignon blanc. Outras opções são os vinhos brancos portugueses da região de Vinho Verde, conhecidos por serem frescos, maximizar a refrescância e equilibrar a acidez. Leia também: Vinho que harmoniza com feijoada? Veja opções! A beleza da enogastronomia está na sua capacidade de surpreender e encantar. As combinações com vinho que exploramos neste post demonstram que, com um pouco de criatividade e ousadia, é possível descobrir harmonizações que desafiam as convenções e proporcionam novas formas de apreciar seu vinho favorito. Gostou e quer conhecer mais harmonizações com vinho? Clique na imagem abaixo e confira qual rótulo combina com seu prato! O post Combinações com vinho inusitadas e que ninguém espera apareceu primeiro em Divvino - Conheça tudo sobre o mundo dos vinhos.
Licor de cassis com espumante e morango é a mistura perfeita para um brinde especial. Aprenda a prepará-lo com amor! Este artigo Licor de Cassis com Espumante e Morango: Explore essa Deliciosa Combinação, foi referenciado anteriormente no blog Mestre dos Drinks - Magia, Alquimia e Química na Combinação de Sabores
No ClubeD, cada taça conta uma história! Com categorias que vão do Fresh, passando pelo Classic, até o sofisticado Selection e o exclusivo Premium, o clube de assinaturas oferece vinhos selecionados para todos os perfis de apreciadores. Confira os rótulos de março! Vinhos selecionados em março para o ClubeD Em março, os vinhos selecionados do ClubeD contam com rótulos chilenos, além de seleções especiais da França, Espanha e Argentina. Conheça os detalhes de cada um! ClubeD Classic Para os amantes de vinhos que buscam experiências únicas e sabores marcantes, a categoria Classic do ClubeD apresenta dois rótulos exclusivos do Chile: Viña Toldos Cabernet Sauvignon e Tolva Carménère. D el Pedregal Tolva Carménère O nome “Tolva” remete ao local em que as uvas são recebidas na vinícola durante a vindima, representando o início de uma jornada até a garrafa. O rótulo leva a emblemática carménère, casta símbolo do Chile. Em taça, o vinho apresenta deliciosos aromas de especiarias com nuances frutadas. Em boca, destaca-se pela maciez, com taninos delicados e acidez que equilibra sua estrutura. No final, é suave e suculento, ideal para acompanhar hambúrguer com bacon e pizza pepperoni. O rótulo é produzido pela Del Pedregal, vinícola com mais de 200 anos de tradição, localizada no Vale do Maule, especificamente no terroir do Vale do Loncomilla. Com um solo de alta variabilidade e uma abordagem que valoriza a autenticidade do local, a vinícola cria vinhos cheios de personalidade e expressão. Os vinhedos de carménère se estendem desde o sopé da Cordilheira dos Andes até as margens do Rio Loncomilla, no terroir de Cerillos. O clima é marcado por dias quentes e noites frescas, favorecendo o amadurecimento lento e uniforme das uvas. Ravanal Viña Toldos Cabernet Sauvignon Viña Toldos é um vinho exclusivo do Divvino, elaborado com a casta cabernet sauvignon. O vinho apresenta aromas de frutas pretas maduras, como ameixa e amora, acompanhada por delicados toques de chocolate e café. No paladar, possui corpo médio a encorpado, com taninos finos e bem integrados, oferecendo uma sensação sedosa. Para acompanhá-lo, nada melhor do que um rigatoni ao sugo ou uma lasanha vegetariana. Este rótulo é produzido pela tradicional vinícola chilena Ravanal, que carrega a experiência de mais de um século na produção dos seus vinhos chilenos. Ela é pontuada por sua excelência dos rótulos por grandes críticos, como James Suckling. O cabernet sauvignon é cultivado nos vinhedos do Vale do Colchagua, uma das regiões de maior prestígio na elaboração de vinhos no Chile. O clima mediterrâneo, combinado com as brisas frescas e refrescantes do oceano, e o solo granítico criam condições ideais para seu cultivo, resultando em vinhos expressivos e bem equilibrados. No ClubeD Classic, Vinã Toldos e Tolva Carménère são as seleções de março. ClubeD Fresh A categoria Fresh do ClubeD é dedicada a vinhos leves, refrescantes e perfeitos para todas as ocasiões. Em março, apresentamos mais dois rótulos chilenos que prometem agradar os paladares por serem fáceis de beber: oTolva Rosé e o Equinoccio. Del Pedregal Tolva Merlot Rosé O Tolva Rosé é um vinho que se destaca pela leveza e pelo frescor. Produzido com a casta francesa tinta merlot, traz aromas vibrantes de frutas vermelhas frescas, como morango e framboesa, proporcionando uma experiência aromática envolvente e convidativa. Visualmente, apresenta cor rosa pálido brilhante, típica dos rosés. No paladar, revela uma acidez equilibrada, textura leve e final refrescante, perfeito para os dias mais quentes. Harmoniza perfeitamente com salmão com crosta de castanhas ou canelone. O rótulo também é produzido pela vinícola Del Pedregal, com vinhedos localizados no sopé da Cordilheira dos Andes. Bodegas Tagua Tagua Equinoccio Chardonnay O Equinoccio é um vinho que conquista pelo seu caráter frutado e pela acidez envolvente. Elaborado com a casta chardonnay, seu aroma possui notas de carambola e abacaxi, entregando uma experiência sensorial tropical e fresca. Seu paladar revela uma acidez equilibrada, ideal para acompanhar pratos à base de peixe, como ceviche fresco ou ensopado de congrio. Com cor amarelo-claro e reflexos esverdeados, o rótulo impressiona pelo brilho e pela vivacidade. Em boca, apresenta estrutura cremosa, com acidez que proporciona um final longo e agradável. O rótulo é produzido pela Bodegas Tagua Tagua, eleita a Vinícola do Ano pela South America Business Report 2020, carregando o prestígio e a representatividade dos vinhos do Novo Mundo. A vinícola é reconhecida pela consistência na produção de vinhos de alta qualidade, sempre respeitando as características do Vale Central. O Vale Central, localizado entre o Oceano Pacífico e a Cordilheira dos Andes, é a maior zona produtora de vinhos do Chile. A região oferece um terroir fresco, influenciado pelas brisas marítimas, e possui três zonas de crescimento: Costa, Entre Cordilheiras e Andes, cada uma contribuindo de maneira única para a diversidade e qualidade dos vinhos locais. Os vinhos leves e refrescantes Equinoccio e Tolva Rosé são os rótulos selecionados do ClubeD Fresh. ClubeD Premium Os vinhos selecionados de março da categoria Premium são indicados para apreciadores de rótulos sofisticados e complexos. Apresentamos dois que prometem elevar qualquer ocasião: o espanhol Castillo La Rodetta Joven Rioja e o argentino Vinorum Go. Castillo La Rodetta Joven Rioja O Castillo La Rodetta Joven Rioja é um rótulo que expressa o melhor da uva tempranillo, uma das mais emblemáticas da Espanha. Com dois anos de envelhecimento entre madeira e garrafa, o vinho apresenta aromas marcantes de violeta e frutas pretas maduras. No paladar, exibe um bom corpo, com intensidade e volume, proporcionando uma experiência robusta e envolvente; excelente para acompanhar entrecôte braseado ou risoto de cogumelos. É produzido pela El Villar, com mais de 200 anos de tradição na Região de Rioja, na Espanha. Com mais de 2.000 hectares de vinhedos próprios, é referência na produção de castas autóctones espanholas, como a merseguera, além de apostar na excelência e na qualidade em cada garrafa. Rioja é uma das regiões vinícolas mais prestigiadas da Espanha, marcada pela influência do Rio Ebro e pela proteção das montanhas da Serra da Cantábria. Com clima quente e seco, além de solos ricos em calcário, o terroir favorece o desenvolvimento de uvas com taninos intensos e vinhos de grande complexidade, tal como o rótulo em questão. Altieri Vinorum Go Malbec Vinorum Go Malbec é um vinho elaborado com a emblemática uva malbec, colhida manualmente nos vinhedos de Pedriel, em Luján de Cuyo, Argentina. O rótulo não passa por barricas, mantendo sua pureza frutada, com aromas de frutas vermelhas maduras, além de um toque mentolado que traz frescor e complexidade. No paladar, o vinho se mostra vibrante, com excelente intensidade, marcada por taninos macios e uma acidez que equilibra a estrutura do vinho, proporcionando um final refrescante e sedutor. Para harmonizar, aposte em carré de cordeiro e nhoque recheado. O vinho é produzido pela Altieri, uma das vinícolas boutiques mais premiadas da Argentina, reconhecida pela certificação de sustentabilidade e elaboração de vinhos de alta gama. Além da produção vitivinícola, conta com o “Museo de la Cultura del Vino”, com mais de 3 mil peças relacionadas ao vinho. É um destaque de enoturismo também. Quanto aos vinhedos de Pedriel, eles estão localizados a uma altitude média de 950 metros. A proximidade com a Cordilheira dos Andes proporciona um clima seco e quente, com poucas chuvas, ideal para o cultivo da malbec e, consequentemente, a elaboração de vinhos equilibrados. Castillo La Rodetta Joven Rioja e Vinorum Go são os vinhos selecionados do ClubeD Premium. ClubeD Selection A categoria Selection foi criada para quem gosta de degustar rótulos selecionados de pequenos produtores, proporcionando uma experiência única e inesquecível. Nesta edição, destacamos dois rótulos excepcionais da Chatêau Auzias, localizada na histórica região do Languedoc, na França: Gran Vin Languedoc e Instinct Marin Caberdés. A Chateau Auzias é uma vinícola que possui uma rica história que remonta ao ano de 1111, quando foi plantado o vinhedo mais antigo da propriedade. O castelo que a abriga foi construído em 1580, trazendo consigo séculos de tradição e excelência na produção de vinhos. Situada em Carcassonne, cultiva 110 hectares de vinhedos, respeitando o terroir e combinando práticas modernas com a herança histórica da região. Chatêau Auzias Gran Vin Languedoc O Chateau Auzias Gran Vin Languedoc é um rótulo elaborado com um blend das uvas syrah e grenache noir. As castas são cultivadas no terroir de Cité de Carcassonne, e o vinho se beneficia do clima mediterrâneo, caracterizado por verões quentes e secos, suavizados pelas brisas do Oceano Atlântico. O solo calcário contribui para a produção de vinhos complexos e estruturados, com uma tipicidade única. As uvas passam por maceração tradicional em tanques de concreto. Após essa etapa, o vinho é envelhecido por seis meses em tanques e barricas de carvalho, o que confere ao rótulo uma complexidade notável. Na taça, apresenta coloração vermelho rubi profundo e exibe notas de frutas pretas maduras e um elegante toque floral, equilibrando perfeitamente a acidez e os taninos finos. No paladar, destaca-se pela elegância, com taninos bem estruturados e acidez refrescante. E, para acompanhar, experimente sorrentinos ao burro ou um delicioso fettuccine com ragu. Chatêau Auzias Instinct Marin Caberdés Já Chateau Auzias Instinct Marin Caberdés é uma expressão autêntica do terroir francês, combinando as uvas syrah e cabernet franc. Os vinhedos estão localizados em Caberdés, uma sub-região do Languedoc. As uvas são cultivadas nos melhores blocos de vinhas, em solo calcário coberto por pedras, o que contribui para a mineralidade e o caráter único do rótulo. A exposição solar ao leste favorece o amadurecimento lento e equilibrado das uvas, resultando em vinhos elegantes e saborosos. O vinho passa por maceração tradicional em tanques abertos, seguida de um amadurecimento de 18 meses em barricas de carvalho francês. Na taça, destaca-se pela sua coloração rubi intensa, com aromas envolventes de cereja sobremadura, especiarias doces, além de notas apimentadas e florais. Para acompanhá-lo, aposte em bruschettas de presunto cru e brie ou em um sanduíche de pastrame. No ClubeD Selection, conheça e aproveite dois rótulos da vinícola Chatêau Auzias. No ClubeD, clube de assinatura de vinho do Divvino, você encontra seleções e experiências que transformam cada gole em um momento especial. Escolha seu estilo favorito, assine agora e receba rótulos incríveis todos os meses! Dando início ao mês de fevereiro, os vinhos selecionados para os sócios do ClubeD proporcionam um toque de descontração para serem apreciados em momentos únicos e prazerosos. Em cada categoria, apresentamos dois rótulos, perfeitos para harmonizar em ocasiões especiais e proporcionar uma experiência enogastronômica incomparável. Descubra cada um deles! Vinhos selecionados em fevereiro para o ClubeD Com vinhos do mundo todo, com particularidades de castas, terroir e processos de vinificação, cada rótulo selecionado entre as categorias do ClubeD em fevereiro é único. Conheça suas histórias e características! ClubeD Classic Para a categoria Classic, os vinhos selecionados são Ca del Lago, um rótulo italiano, e Sacha Orgânico, um argentino elaborado com uva malbec. Confira! Ca del Lago Bardolino Ca del Lago é um rótulo produzido pela vinícola Enoitália, um projeto que se iniciou em 1986 e que se expandiu ao redor do mundo, sendo um dos produtores mais reconhecidos da Itália. A região de produção é a de Bardolino, localizada ao sul do Lago de Garda, na Valpolicella Entre as características desse ambiente está a combinação perfeita entre boa luminosidade e temperaturas amenas, o que proporciona o amadurecimento ideal das uvas. O vinho é elaborado com um blend, composto pelas castas corvina, rondinella, molinara e cabernet. Apresenta a coloração rubi, com aromas de cereja preta e amora. No paladar, é leve, fresco e muito frutado, ideal para consumir em dias quentes. Para harmonizar, vale apostar em carnes vermelhas, massas, espetinho de frango ou uma entrada como tábua de queijos e frios. Também pode acompanhar muito bem peixes magros, como tilapia na brasa. Sacha Orgânico Malbec Uma das principais regiões produtoras da Argentina é Mendoza, que se destaca pelo clima seco e ensolarado, arrefecido pelos Andes. No local, a Vinecol é se destaca pela produção de vinhos orgânicos e veganos. Uma de suas linhas é a Sacha, termo que significa “Árvore da Vida”, em quéchua, língua nativa dos povos indígenas que habitavam Mendoza. Os rótulos desta categoria se caracterizam pela mínima interferência durante o processo de vinificação, com objetivo de proporcionar momentos únicos e inesquecíveis nas taças. O Sacga Orgânico Malbec é elaborado com a casta malbec, amadurece ou envelhece ou passa por um afinamento de seis a oito meses em barricas de carvalho francês, trazendo notas de especiarias doces. O aroma também aponta um toque de frutas pretas e maduras, além de contar com corpo médio e ótima persistência. Para harmonizá-lo, considere uma massa, como rondelli, ou o tradicional churrasco. Ca del Lago Bardolino e Sacha Orgânico Malbec são os vinhos selecionados para fevereiro no ClubeD Classic. ClubeD Fresh Entre os vinhos selecionados de fevereiro para o ClubeD Fresh estão dois rótulos brancos: o espanhol Marqués de Ramos e o chileno Colección Privada. Conheça cada um! Marqués de Ramos Marqués de Ramos é um vinho branco espanhol feito pela Bodega El Villar. Ela nasceu da união de outras duas vinícolas da região, em 1970. Atualmente, produz com o cuidado do cultivo à vinificação. O rótulo é elaborado com o blend de duas uvas: macabeo e merseguera. Elas são cultivadas na região de Valência, com temperatura é moderada e incidência de clima mediterrâneo. A casta macabeo é conhecida como viúra na Espanha e é bastante utilizada no local, bastante utilizada na elaboração do espumante Cava. Já a merseguera é conhecida por ser uma casta autóctone, ou seja, nascida em Valência e Alicante. Vale destacar que é uma casta branca com acidez e frescor. Quanto ao rótulo em si, Marqués de Ramos possui coloração amarelo-pálido, com aromas de frutas tropicais e notas florais, além de frescor e ótima persistência no paladar. É ideal para acompanhar a paella valenciana, prato típico da região, e pratos como quiche de alho poró. Colección Privada A vinícola Santa Rita é uma das mais reconhecidas do Chile. Fundada em 1880, ela introduziu castas francesas no Vale do Maipo, como a chardonnay, utilizada para elaborar o rótulo Colección Privada. Falando mais sobre a Adega Santa Rita, junto com a vinícola, encontra-se o Museu Andino, que conta com uma coleção de cerca de 3 mil peças arqueológicas e etnográficas dos povos pré-colombianos. A entrada é gratuita e a vinícola também proporciona outras possibilidades de visita, como a opção de hospedagem e vários tipos de tours, inclusive de bicicleta. O Colección Privada traz imagens de algumas das obras do museu em seus rótulos. Em taça, você encontra a coloração amarelo-pálida e pode perceber os aromas de frutas tropicais, como carambolas e abacaxi. Ao degustar, você pode sentir a leveza e o frescor, ideal para apreciar sozinho ou em um jantar com risotos ou lasanha de frango. Para fevereiro no ClubeD Fresh, foram selecionados dois vinhos brancos: Marqués de Ramos e Colección Privada. ClubeD Premium Na categoria Premium, os rótulos selecionados para o clube de vinhos foram elaborados exclusivamente com a uva malbec. Veja mais detalhes de cada um! Elsa Bianchi Bianchi é uma vinícola argentina, na região de Mendoza, que se destaca com uma história de mais de 90 anos, além da produção sustentável, com uso de tecnologia. Ela conta com vinhedos em San Rafael e Vale do Uco. O rótulo Elsa Bianchi é elaborado com a casta malbec, cultivada nos vinhedos Doña Elsa, em San Rafael. As uvas são colhidas manualmente e, durante a vinificação, a bebida fica em contato com borras finas. Depois de fermentar, é feita uma maceração, realizando a bâttonage, dando complexidade aos seus sabores. Esse é um dos diferenciais deste rótulo, uma vez que o processo não é comum em tintos. A coloração é rubi intensa, com aromas de cerejas e notas florais. No paladar, há a presenta de taninos elegantes, boa estrutura e persistência. Para harmonizar, as sugestões são as empanadas, prato local, e um risoto de pesto com filé. Funckenhausen La Espera La Espera é uma linha de vinhos da vinícola argentina Funckenhausen, uma das pioneiras na elaboração na sub-região de 25 de Mayo, localizada em San Rafael, em Mendoza. O terroir foi escolhido pelo alemão Kurt Heinlein em 2003 para estabelecer seu sonho na viticultura, nomeando a vinícola a partir do sobrenome da sua família: Funcke. A região de San Rafael possui clima semidesértico, com amplitude térmica elevada. Os vinhedos estão plantados em uma colina com ventos constantes. É nesse ambiente em que são cultivadas as uvas malbec, que proporcionam a vinificação e elaboração do La Espera Malbec. O rótulo se destaca por passar seis meses em barrica de carvalho francês, aportando ao rótulo a coloração rubi, aromas de frutas pretas sobremaduras e especiarias doces, como baunilha. No paladar, é intenso e conta com ótima persistência. Nhoque e prime rib são pratos que combinam muito bem com a bebida. Entre os vinhos selecionados para a assinatura de vinhos Premium estão rótulos argentinos, elaborados com a uva malbec de Mendoza. ClubeD Selection No ClubeD Selection, um rótulo italiano e outro argentino compõem a seleção de fevereiro. Veja detalhes de cada um! Ghiaccio Forte Morellino di Scansano Castello Romitorio, localizada na Itália, é uma vinícola marcada pela história que, até se tornar uma vinícola e uma oficina de arte, foi um templo, um mosteiro, um castelo e um abrigo para pastores e seu rebanho. Passou dos romanos, pela Idade Média, foi abandonado e restaurado por Sandro Chia nos anos 1980. Ghiaccio Forte Morellino di Scansano é um dos seus rótulos, elaborado com a casta sangiovese, com vinhedos localizados no sopé da colina Ghiaccio, na Toscana, ao longo do Rio Albergna, enraizados em solos argilosos e arenosos. Para vinificação, as uvas são colhidas em parcelas, preservando o terroir. Em seguida, é feita a maceração em contato com as castas e, depois, a fermentação malolática, em tanques de inox. O vinho possui coloração granada, aromas de frutas e notas terrosas. Os taninos e a acidez são expressivos no paladar. Para acompanhá-lo, opte por um espaguete à bolonhesa ou uma pizza pepperoni, pratos da culinaria local. Vale dizer que o rótulo possui 92 pontos na Wine Advocate e recebeu a menção de Monica Larner. “A pura expressão do sangiovese […]. É quente, terroso, com muita fruta preta e concentração que se espera da safra”, descreve. Bianchi Particular Cabernet Franc Para o ClubeD Selection, a vinícola argentina Bianchi, de Mendoza, também teve um dos rótulos selecionados. Entre seus vinhos orgânicos, produzidos em vinhedos sustentáveis, o Bianchi Particular é um rótulo que leva a uva cabernet franc em sua elaboração. A produção de cachos por pé é controlada. O rótulo passa por um amadurecimento de 12 meses em barricas de carvalho e mais oito meses em garrafas durante o processo de vinificação. Como resultado, apresenta coloração rubi intensa, aromas de frutas pretas em compota e especiarias. No paladar, é intenso e com ótima persistência. Para acompanhar, a recomendação é a pizza de burrata ou uma receita que contenha de frango com erva-doce. Ghiacchio Forte, da Itália, e Bianchi Particular, da Argentina, foram os vinhos selecionados em fevereiro para o ClubeD Selection. Gostou dos rótulos e quer fazer parte do clube de assinatura de vinho do Divvino, o ClubeD? Então, clique na imagem abaixo, escolha seu plano e receba mensalmente rótulos em sua casa! Vinhos selecionados para os sócios do ClubeD em janeiro! Bem-vindos ao artigo com os vinhos selecionados de janeiro de 2025 do ClubeD! Começando o ano com grande estilo, preparamos uma seleção exclusiva de rótulos para os nossos sócios desfrutarem e celebrarem momentos inesquecíveis. Em cada uma das categorias, dois vinhos perfeitos para degustação e acompanhamento de pratos deliciosos. Confira cada um! ClubeD Classic Os vinhos selecionados para a categoria Classic do ClubeD são o Amigo Perro Merlot, um tinto chileno, e o Incrível, um blend tinto português. Confira os detalhes! Amigo Perro Merlot O vinho Amigo Perro é um dos rótulos da vinícola La Junta, de origem chilena, especificamente no Vale do Curicó, localizado ao pé da Cordilheira dos Andes até a costa do Pacífico. O solo é aluvial e argiloso, enquanto o clima mediterrâneo e semiárido, combinado com a ótima altitude, favorece a ampla amplitude térmica Esse fator proporciona tardes quentes e noites frescas, impactando diretamente no amadurecimento da uva e na obtenção de vinhos mais frescos. O Amigo Perro Mertlot, elaborado com a casta merlot, apresenta coloração vermelho rubi brilhante e aroma com notas de frutas pretas e especiarias doces, pelo fato de ocorrer afinamento em barricas de carvalho francês. No paladar, possui ótimo volume em boca e taninos finos. É ideal para harmonizar com aperitivos, como tábua de queijos e frios, ou junto com o prato de espaguete ao molho sugo. Incrível Blend O Incrível é um rótulo português, elaborado a partir de um blend de três uvas: tinta roriz, jaén e alfrocheiro. É produzido pela vinícola Silgueiros, no Dão, uma das primeiras regiões demarcadas em Portugal. O vinho caracteriza-se pela cor vermelha com nuances púrpura. A curiosidade é que amadurece em cubas de cimento por oito meses, o que proporciona notas de frutas pretas sobremaduras, como ameixas e cerejas, além de toque mineral de sílex. No paladar, é encorpado, intenso com ótima estrutura e conta com final de boca persistente. Se você for sócio do ClubeD na categoria Classic, experimente o rótulo com nhoque com cogumelos ou um t-bone, duas ótimas opções para harmonização. Incrível Blend e Amigo Perro Merlot: vinhos de janeiro do ClubeD Classic. ClubeD Fresh Para a categoria Fresh, os dois vinhos selecionados são da vinícola chilena Cremaschi. Confira o rótulo branco e o rosé! Brisas del Valle Pinot Grigio Brisas de Valle é um rótulo produzido pela vinícola Cremaschi, localizada no Chile. As vinhas são cultivadas no Vale do Loncomilla, no Maule. O terroir está próximo ao mar, amenizando altas temperaturas e colaborando para que o vinho se torne mais fresco e aromático, ideal para degustar em dias quentes do verão. Sua elaboração é feita com a uva pinot grigio, com notas de frutas cítricas e de caroço, assim como um toque mineral. Sua cor é um amarelo brilhante, com nuances douradas. No paladar, percebe-se uma textura sedosa e acidez equilibrada. É o vinho perfeito para acompanhar risoto de camarões, sardinhas grelhadas, bolinho de bacalhau e outros pratos que envolvam peixes ou frutos do mar. Brisas del Valle Carménère Rosé O outro rótulo de janeiro da categoria Fresh do ClubeD é o Brisas del Valle Carménère Rosé. Também da vinícola Cremaschi, vale contar sobre as raízes da empresa. De origem italiana, a família tem experiência vitivinícola há 130 anos. Duas pessoas são essenciais na história: Ángel Furlotti que fundou o primeiro vinhedo em Mendoza (Argentina) e Víctor Cremaschi, que patenteou o processo de fermentação contínua. Essa história segue pelo Vale do Loncomilla, no Chile, demonstrando até hoje a qualidade em seus rótulos. Este, especificamente, conta com coloração rosa pálido brilhante, com reflexos sutis de salmão. O aroma é fresco e delicado de frutas vermelhas e cítricas, como morangos, framboesas, toranja e limão. No paladar, apresenta acidez refrescante e textura leve, com o sabor vibrante das frutas vermelhas e um dulçor que equilibra na boca. O final é fresco e agradável. O rótulo vai muito bem com frangos assados e comidas tailandesas, conhecidas por sua picância. Brisas del Valle Carménère Rosé e Brisas del Valle Pinot Grigio: vinhos de janeiro do ClubeD Fresh. ClubeD Premium Para a categoria Premium, os sócios receberão em janeiro um rótulo especial da vinícola francesa Château Auzias e um mais democrático da Maison Le Star. Veja os vinhos selecionados! Château Auzias Malbec Chatêau Auzias é uma vinícola francesa que se localiza a poucos passos da cidade de Carcassone e do Canal de Midi, contando com 110 hectares de vinhedos que seguem as tradições de Languedoc. Os rótulos são elaborados com a Denominação de Origem Controlada (DOC) da cidade de Carcassone, com o poder e a riqueza do Languedoc. O rótulo do mês do ClubeD Premium é o Chatêau Auzias Malbec, elaborado com a casta malbec que proporciona notas mais frutadas, como morangos e ameixas, além de notas de carne curada. No paladar, os taninos são firmes e contam com acidez envolvente. Harmoniza muito bem com carpaccio, em uma entrada, ou junto com as carnes vermelhas num churrasco. Le Pont D’Amour Tempranillo Le Pont D’Amour é um rótulo da Maison Le Star, vinícola com propósito de simplificar o acesso ao vinho, colocando a emoção ao centro da experiência de degustação. O vinho é elaborado em uma das mais belas e ensolaradas regiões da Espanha. Apresenta aromas de frutas vermelhas e conta com um paladar delicado, muito bem-equilibrado entre os taninos finos e a acidez. Para acompanhá-lo, a recomendação são pratos vegetarianos, como ratatouille e pizza margherita. Chatêau Auzias e Le Pont D’Amour: vinhos de janeiro do ClubeD Premium. ClubeD Selection Dois rótulos bem escolhidos para a categoria Selection: Chianti Classico Riserva e Sito dei Fossili Roero. Cada um com suas particularidades, mas ambos com sabores deliciosos para você aproveitar. Conheça seus detalhes! Checci Reserva di Famiglia Chianti Classico O Chianti Classico Riserva é um rótulo da vinícola Cecchi que provém da safra de 2019, na Itália. Nesse ano, as condições climáticas foram típicas da região, com um inverno levemente mais fresco e de baixa precipitação, enquanto o verão foi quente, mas sem picos extremos de calor. Essas características proporcionaram a elaboração do vinho a partir do blend de uvas sangiovese e cabernet sauvigon. Esse tinto apresenta coloração rubi, com aromas de frutas vermelhas e cerejas azedas, além de notas de toranja, cravo e baunilha. No paladar, é complexo e possui acidez vibrante. Para acompanhar, prefira entradas, como bruschetta de presunto cru ou focaccia com antepastos. Bric Cenciurio Sito dei Fossili Arneis Roero Por fim, o outro vinho da categoria Selection é o Sito dei Fossili Roero. A curiosidade aqui se dá pelo nome da vinícola, que é uma homenagem a um vinhedo histórico localizado em Roero, na Itália. Em 1990, Franco Pittatore e seu cunhado, Carlo Sacchetto, decidiram unir suas propriedades em Barolo e Roero, para dar vida ao seu sonho: produzir vinhos tradicionais de alta qualidade. Um sonho, mas também um projeto sólido, realizado hoje pelos filhos de Franco, Alessandro e Alberto, em seus vinhedos em Barolo, Novello, Castellinaldo e Magliano Alfieri. Todos estão localizados dentro da comuna de Castellinaldo na área de “Bric Cenciurio”. Durante a quebra do solo, foram encontrados fósseis de folhas e peixes, originando o nome “Sito dei Fossili” (sítio fóssil, em português). No local, são cultivadas as uvas da casta arneis, utilizadas para elaborar o rótulo, que conta com amadurecimento de seis meses em toneis de carvalho esloveno. Durante esse período, é realizada a técnica de battonage. Sua coloração é amarelo pálido com detalhes em verde. No olfato, apresenta aromas complexos de frutas amarelas e fermento de pão, enquanto seu sabor possui boa estrutura e intensidade, além de ótima acidez. Para acompanhar o vinho, aposte em vegetais grelhados e iscas de peixe frito. Sito dei Fossili Arneis Roero e Chianti Classico Riserva: vinhos de janeiro do ClubeD Selection. Esta foi a seleção de vinhos de janeiro de 2025 para o ClubeD, do Divvino. Você já conhecia alguns dos rótulos, suas curiosidades e características? Ainda não faz parte do clube de assinatura de vinho e quer aproveitar? Então, clique na imagem abaixo e conheça suas vantagens! O post Vinhos selecionados para os sócios do ClubeD em março! apareceu primeiro em Divvino - Conheça tudo sobre o mundo dos vinhos.
As pessoas costumam a pensar que todos os vinhos são veganos, por imaginarem que eles são feitos só de uva. Porém, há outros ingredientes que são utilizados na maioria dos rótulos – não todos – e alguns deles são provenientes de animais. Apesar disso, existe sim rótulos que são 100% veganos. Veganismo é… uma filosofia de vida, um movimento a respeito dos direitos animais. Devido a essa ética, os veganos mantém uma dieta livre de qualquer alimento que tenha origem animal, como carne, ovos, mel e laticínios. A definição oficial de veganismo é: “uma forma de viver que busca excluir, na medida do possível e do praticável, todas as formas de exploração e de crueldade contra animais, seja para a alimentação, para o vestuário ou para qualquer outra finalidade”. Leia também: Harmonizando vinho com comida vegetariana ou vegana Que produtos de animais são usados no vinho? Esses produtos listados abaixo são tradicionalmente usados no processo de clarificação do vinho. Esse processo ocorre quando um vinho jovem está turvo, o que acontece normalmente, e contém alguma matéria orgânica como tanino ou proteína. Os fabricantes, então, clarificam o vinho manualmente em vez de esperar até que isso ocorra naturalmente. Caseína (proteína do leite) Chitina (fibra proveniente de conchas de crustáceos) Albumina de ovos Óleo de peixe Gelatina (proteína proveniente de água fervente com partes animais) Cola de peixe (gelatina de membranas de barriga de peixe) A maioria dos vinhos não contém isso no rótulo. Portanto, quando um vinho não tiver um mercador específico avisando que é vegano, ele foi feito utilizando produtos de origem animal. Quais vinhos são veganos? São inúmeras as vinícolas que tomam cuidado com o meio-ambiente. A gaúcha Casa Perini, por exemplo, utiliza em seus vinhedos o processo sustentável chamado TPC (Thermal Pest Control), que garante maior sanidade as uvas e redução do uso de agentes químicos. A sustentabilidade é importante no mundo do vinho, porém, esses cuidados também não são o suficiente para chamar um vinho de vegano. Para o vinho ser considerado vegano, ele precisa utilizar métodos de clarificação alternativos, como argila de bentonita, pedra calcária, argila de caulim, caseína de planta, gel de sílica e placas de vegetais. Há vinícolas que não utilizam compostos de fonte animal na produção de seus vinhos e muitas vezes estampam no rótulo a expressão “vegan friendly”. Entretanto, não são todas que fazem isso. Para verificar se um vinho é vegano, a sugestão é dar uma pesquisada primeiramente na internet, ou então questionar o vendedor sobre isso. Foto: ShutterstockThe post Todos os vinhos são veganos? Que produtos são usados? first appeared on blogdosvinhos.
Refrigerante de uva com raspas de gengibre é uma combinação deliciosa e refrescante que vai transformar suas bebidas. Este artigo Refrigerante de Uva com Raspas de Gengibre: A Bebida Refrescante que Você Precisa Experimentar, foi referenciado anteriormente no blog Mestre dos Drinks - Magia, Alquimia e Química na Combinação de Sabores
Vinho com suco de frutas vermelhas e alecrim traz um sabor surpreendente, perfeita para ocasiões especiais e jantares memoráveis. Este artigo Vinho com Suco de Frutas Vermelhas e Alecrim: Uma Combinação Irresistível, foi referenciado anteriormente no blog Mestre dos Drinks - Magia, Alquimia e Química na Combinação de Sabores
Caipiroska de frutas vermelhas e espumante é a combinação ideal para um coquetel refrescante e sofisticado. Experimente essa sugestão única! Este artigo Caipiroska de Frutas Vermelhas e Espumante: O Drink Refrescante Perfeito, foi referenciado anteriormente no blog Mestre dos Drinks - Magia, Alquimia e Química na Combinação de Sabores
Quando a chuva começa, os cuidados com o celular precisam ser redobrados. Diversos smartphones podem ser danificados pelo contato com a água e, por isso, eles devem ser protegidos com capinhas, técnicas e até sacos herméticos. E, como a chuva não é incomum nos bloquinhos de Carnaval, as dicas são ainda mais valiosas para o evento. 1. Desligue o celular Desligar o aparelho é o começo para proteger seu celular da chuva. Quando o smartphone não é à prova d’água e entra em contato com a água, ele pode ter um curto circuito. Por outro lado, se estiver desligado, o risco disso acontecer diminui. Ele pode ser ligado novamente assim que não tiver mais água dentro ‒ coloque-o em um pote com arroz para que toda a água saia (sim, o truque funciona). Celular pode sofrer curto circuito quando é exposto à águaVanderlei Longo/Pexels 2. Use uma capinha à prova d’água Todo mundo que frequenta o Carnaval deveria ter uma capinha à prova d’água. Além de proteger das chuvas, elas são ótimas para evitar que o aparelho entre em contato com bebidas. O melhor é que as capinhas são reutilizáveis, servindo para levar ao parque aquático, shows e outros eventos. Veja algumas opções para adquirir: Capas à prova d'água 3 capas a prova d'agua Compre agora: Amazon - R$ 19,99 2 capas a prova d'agua Compre agora: Amazon - R$ 29,99 Capa a prova d'agua Compre agora: Amazon - R$ 64,50 Continua após a publicidade 3. Tenha um saco hermético com fecho Se você não quiser uma capinha à prova d’água, pode usar um saco hermético com fecho. Conhecido também como zip locks, eles impedem a entrada de água. Você pode levar um saquinho na bolsa ou pochete para os eventos e, se chover, encapar o celular. 4. Não pegue no celular com as mãos molhadas Outra dica é não pegar no celular com as mãos molhadas. Não é só porque a água pode entrar no celular: na verdade, o aparelho pode ficar mais escorregadio e acabar sofrendo uma queda. Muitas vezes, o valor para ajustar o dano causado é alto. RelacionadasSaúde & Bem-EstarCarnaval 2025: 4 dicas para beber sem causar grandes danos23 fev 2025 - 07h02LifestylePré e pós-Carnaval: 7 mitos e verdades para evitar a ressaca22 fev 2025 - 07h02NotíciasPré-Carnaval no RJ: programação completa de bloquinhos (22 e 23/2)21 fev 2025 - 20h02 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Continua após a publicidade Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp. Acesse as notícias através de nosso app Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade
A relação entre mulher e vinho vai além do simples ato de degustar uma taça. É sobre vivenciar momentos especiais, brindar conquistas, relaxar após um longo dia e até mesmo acompanhar uma boa conversa. O vinho, com sua complexidade de aromas, sabores e histórias, harmoniza perfeitamente com a pluralidade feminina, que se expressa em diferentes personalidades e gostos. Nada mais justo do que comemorar o Dia Internacional da Mulher com vinho a partir de uma seleção especial de rótulos que prometem agradar aos mais variados paladares. Antes de apresentar as nossas sugestões, vamos compartilhar dicas essenciais para escolher o vinho ideal, levando em consideração o gosto alimentar e as preferências olfativas. Afinal, conhecer o próprio paladar e saber identificar os aromas que mais agradam podem transformar a experiência de degustação em algo ainda mais prazeroso. Boa leitura! Como escolher um rótulo para apreciar? Quando o assunto é mulher e vinho, vale mencionar uma pesquisa publicada pela Washington State University, que releva que elas tendem a escolher rótulos cujas garrafas apresentam um design com cores suaves, ilustrações delicadas e tipografia mais fluida. Essas informações são relevantes já que, para além da bebida em si, existe um impacto visual na escolha do rótulo. Essa é a primeira impressão que um consumidor vai ter com o vinho e pode influenciar significativamente na decisão de compra. Escolher o vinho ideal para que mulheres possam apreciar também deve envolver dois aspectos relevantes: o gosto alimentar e as preferências olfativas. Passando da barreira visual, ambos influenciam diretamente na percepção dos sabores e aromas do vinho. Confira, na sequência, como realizar a decisão baseada nesses pontos. Gosto alimentar O gosto alimentar é um ponto de partida fundamental para escolha do vinho. Quem prefere sabores mais doces e leves pode optar por vinhos brancos, como o moscato ou o riesling, que possuem notas frutadas e toques que passam a impressão de serem adocicados. Já para quem aprecia sabores mais intensos e complexos, os vinhos tintos, como o merlot ou o pinot noir, podem ser a escolha perfeita. Considerar os pratos que costumam agradar o paladar ajuda na decisão. Para quem ama: Frutos do mar: vinhos brancos leves e frescos, como o sauvignon blanc, são uma excelente escolha. Massas e queijos: o chardonnay harmoniza bem com pratos cremosos, enquanto o cabernet sauvignon complementa massas com molhos vermelhos e queijos curados. Sobremesas: um bom Vinho do Porto ou um espumante moscatel pode ser o toque final perfeito. Perfumes O olfato é um sentido poderoso na degustação de vinhos. Mulheres que apreciam perfumes mais doces e florais podem se encantar com vinhos que exalam notas de frutas tropicais, flores brancas ou baunilha. Já quem prefere amadeirados ou cítricos pode gostar de rótulos com toques herbáceos ou de frutas cítricas. Existem diferentes famílias olfativas que podem ser associadas aos perfis de vinhos, Florais: combinam com vinhos brancos aromáticos, como o gewürztraminer, que traz notas de rosa e lichia. Frutados: vinhos tintos leves, como o gamay, destacam frutas vermelhas e são ótimos para quem gosta de aromas frescos. Amadeirados: os vinhos envelhecidos em barris de carvalho, como o chardonnay, trazem notas de baunilha e especiarias, ideais para quem gosta de perfumes envolventes. Dicas de rótulos para experimentar Para auxiliar ainda mais em sua escolha, vamos apresentar 15 dicas de vinhos para que você possa apreciar. Eles estão divididos em categorias, de acordo com seu aroma. Veja! Tons amadeirados, com notas de frutas secas ou terrosas Para quem aprecia vinhos mais encorpados e sofisticados, os rótulos com notas amadeiradas, de frutas secas ou terrosas são uma excelente escolha; ideais para harmonizar com pratos robustos, como carnes assadas, queijos curados e massas com molhos intensos. Conheça as sugestões! 1. Quinta da Terrugem Alabastro Reserva Este rótulo português combina as uvas alicante bouschet, aragonez e trincadeira, típicas do terroir do Alentejo, região conhecida por produzir tintos encorpados. O vinho passa por estágio em barricas de carvalho, resultando em notas de baunilha e madeira tostada Em taça, apresenta coloração rubi profundo. No paladar, é encorpado, com taninos macios e sensação de frescor. Acompanha bem com carnes grelhadas e assadas, queijos provolone e parmesão. 2. De Bortoli Estate Vineyard Yarra Valley Shiraz Oriundo do Vale do Yarra, uma das regiões vinícolas mais prestigiadas da Austrália, este shiraz apresenta corpo estruturado e notas marcantes de frutas pretas sobremaduras, especiarias e carvalho tostado. O tinto apresenta coloração rubi e, ao experimentar, é possível sentir ótima acidez e taninos envolventes, que combinam muito bem com carnes vermelhas grelhadas, charcutaria fina, queijos maturados, carnes de caça e pratos bem condimentados. 3. Bodegas Paniza Jabalí Tempranillo & Cabernet Sauvignon Este tinto espanhol une a potência do cabernet sauvignon com a suavidade do tempranillo, resultando em um vinho equilibrado e de caráter expressivo. A Bodegas Paniza, situada na região de Cariñena, valoriza o terroir, trazendo uma bebida intensa e cheia de personalidade. O blend proporciona uma coloração rubi, com aromas de frutas pretas sobremaduras, ervas secas e especiarias doces, como anis-estrelado. No paladar, é possível sentir um sabor intenso e encorpado, com taninos firmes, ótimo para acompanhar entrecôte grelhado, pizzas e risoto com carnes vermelhas. 4. Cecchi Riserva di Famiglia Chianti Clássico D.O.C.G. Produzido no coração da Toscana, este Chianti Clássico Riserva, da tradicional vinícola Cecchi, amadurece em barris de carvalho, ressaltando notas amadeiradas, de especiarias e frutas secas. A garrafa, com design clássico e sofisticado, reflete sua qualidade e tradição. No paladar, destaca-se pelo equilíbrio entre acidez e taninos refinados, trazendo aromas de cerejas, frutas vermelhas, toranja, cravo e baunilha. Um vinho de guarda que harmoniza perfeitamente com pratos típicos italianos, como carbonara, bruschettas e focaccias. Notas de frutas vermelhas frescas Se você prefere vinhos mais leves, os rótulos com notas de frutas vermelhas frescas são uma ótima opção. Morango, framboesa, cereja e groselha marcam presença nesses vinhos, conferindo um sabor delicado e refrescante. Tintos jovens, como pinot noir e gamay, são perfeitos para quem busca uma experiência mais suave e equilibrada, combinando bem com queijos macios, massas leves e pratos à base de cogumelos. Conheça as sugestões! 5. La Junta Amigo Perro Rosé Este rosé chileno da vinícola La Junta se destaca pelo frescor e pela leveza, sendo elaborado com uvas syrah e cabernet sauvignon. A tonalidade vibrante e os aromas delicados fazem dele uma escolha perfeita para momentos descontraídos. Como traz em sua embalagem, o vinho é uma homenagem ao grande amigo do homem: o cachorro. Com o “amigo perro”, sempre estará bem. No nariz, exibe notas intensas de morango, framboesa e cereja, enquanto no paladar apresenta acidez vibrante e um final refrescante. Perfeito para harmonizar com frutos do mar, saladas e aperitivos leves. 6. Chatêau Auzias Les Alizés Diretamente da região de Languedoc, este rosé francês encanta com sua elegância e frescor. Produzido com as uvas grenache, carignan e merlot, apresenta um perfil delicado e aromático. As notas predominantes são de frutas vermelhas frescas, como morango e framboesa, combinadas com toques florais sutis. Leve e equilibrado, é ideal para dias quentes e harmoniza bem com queijos leves, peixes grelhados e frutos do mar. 7. Cantina Di Negrar Bardolino Chiaretto Este é um rosé italiano encantador, elaborado na região de Bardolino Chiaretto, em Vêneto, local famoso pela produção de rótulos frescos e aromáticos. Produzido pela tradicional vinícola Cantina di Negrar, este vinho rosado se destaca pelo blend de uvas típicas locais, como corvina, rondinella e molinara, que conferem uma personalidade única e autêntica. De coloração rosa brilhante, possui notas de frutas vermelhas frescas e um toque floral suave. No paladar, é leve e refrescante, com acidez equilibrada e final agradável. Ideal para acompanhar saladas, peixes grelhados, massas e petiscos italianos. Notas de flores brancas Os vinhos com notas florais são delicados, elegantes e intensos, mas frescos. Remetem a flores brancas, como jasmim, flor de laranjeira e lírio. Essas características são comuns em vinhos brancos aromáticos, como gewürztraminer, torrontés e viognier. Harmonizam bem com saladas, peixes e sobremesas à base de frutas tropicais. Conheça opções! 8. La Riojana Santa Florentina Torrontés Este vinho argentino expressa toda a tipicidade da casta autóctone torrontés riojano, com um aroma floral intenso e um frescor inconfundível. Produzido em vinhedos de altitude na região de La Rioja, Argentina, entrega um perfil aromático sofisticado. No nariz, apresenta notas de flores brancas e pêssego, seguidas por um paladar frutado e levemente cítrico. É um vinho leve e envolvente, ideal para harmonizar com peixes, carnes brancas, antepastos e queijos de massa mole, como gorgonzola e roquefort. 9. Bodegas Paniza Fábula Garnacha Blanca Fábula é um vinho espanhol de grande personalidade, produzido na região de Cariñena, conhecida por seu terroir único e propício para a vinificação de uvas autênticas. Elaborado exclusivamente com garnacha blanca, uma variedade que se destaca por sua expressão frutada e mineral, este rótulo reflete a tradição e a excelência da Bodegas Paniza, vinícola que une inovação e respeito às raízes locais. Este branco apresenta uma explosão de aromas de frutas brancas, além de um toque de ervas frescas e notas minerais. No paladar, é fresco, com boa acidez e um final longo e equilibrado. Ideal para harmonizar com pratos vegetarianos, com queijo brie, camarão na manteiga, peixe e frango grelhados. 10. Espumante Concerto Moscatel O Concerto Moscatel é um espumante doce e aromático, elaborado com um blend de uvas moscatel e chardonnay. Seu perlage fino e seu dulçor equilibrado fazem dele uma opção versátil e irresistível. Os aromas predominantes são de flores brancas, como flor de laranjeira e madressilva, enquanto no paladar revela notas de frutas tropicais e um leve toque cítrico. Um espumante ideal para acompanhar sobremesas. Notas de gengibre e amendoado Ideais para quem busca vinhos com um toque mais exótico e com especiarias. Essas características aparecem tanto em vinhos brancos mais complexos, como os envelhecidos em barris de carvalho, quanto em alguns espumantes e fortificados. Os aromas levemente picantes e amendoados tornam esses vinhos ideais para acompanhar pratos com queijos maturados, carnes suculentas e até sobremesas com castanhas. Confira opções! 11. Casa Ermelinda de Freitas Flor De La Mar Moscatel Este vinho licoroso português é elaborado com a uva moscatel, resultando em um perfil aromático intenso e uma doçura equilibrada. É produzido por meio do método de adição de aguardente vínica, além de passar dois anos em meia pipa de carvalho. Para deixar ainda mais exclusivo, é vendido em uma garrafa de 500 ml. No nariz, apresenta notas de amêndoas, damasco seco e casca de laranja, enquanto no paladar conta com dulçor equilibrado com alta acidez. Uma escolha sofisticada para harmonizar com queijos azuis, sobremesas à base de castanhas, arroz doce, pastel de nata e risoto de pera com gorgonzola. Dica: use também na produção de drinks! 12. Patricius Tokaj 5 Puttonyos Este rótulo húngaro é um dos vinhos doces mais renomados do mundo, elaborado a partir de uvas sémillon botritizadas da região de Tokaj. A doçura equilibrada e acidez vibrante garantem um final longo e complexo. Visualmente, apresenta coloração amarela com reflexos dourados e, no nariz, exibe aromas de damasco seco e leve toque mineral. Um vinho perfeito para harmonizar com foie gras e sobremesas sofisticadas. Notas cítricas Refrescantes e vibrantes, os vinhos com notas cítricas são perfeitos para quem busca leveza e frescor na taça. Limão, laranja e toranja são aromas típicos desse perfil, encontrado em rótulos como sauvignon blanc, verdejo e alguns espumantes secos. São ótimos para os dias quentes e harmonizam muito bem com frutos do mar, saladas e pratos leves, proporcionando uma experiência revigorante e cheia de sabor. Conheça alguns rótulos! 13. Castellani Famiglia Ricciadoro Pinot Grigio Este pinot grigio italiano é uma excelente opção para quem busca frescor e elegância. Produzido na região da Sicília, destaca-se por sua acidez vibrante e pelos aromas frutados, florais e picantes; enquanto no paladar é leve, refrescante e bem equilibrado. Acompanha perfeitamente saladas, frutos do mar e comidas mediterrâneas. 14. Lenz Moser Prestige Pinot Grigio Este rótulo austríaco elaborado pinot grigio (pinot gris) se diferencia pelo seu terroir único, que confere mineralidade e estrutura ao vinho. A vinícola Lenz Moser é reconhecida por sua excelência na produção de vinhos brancos frescos e expressivos. Com notas cítricas intensas, como limão e lima, além de um toque floral de lavanda, este vinho entrega um paladar suculento e equilibrado. Ideal para harmonizar com risoto de aspargos, sushis, sashimis e tábua de queijos. 15. Gazela Branco Vinho Verde O Gazela é sinônimo de frescor e leveza. Produzido na região dos Vinhos Verdes, em Portugal, destaca-se por sua leve borbulha natural, que realça a acidez refrescante. É elaborado pelo enólogo António Braga a partir das uvas loureiro, pedernã, trajadura e azal. Os aromas remetem a frutas cítricas e tropicais. No paladar, é vibrante e delicado, perfeito para ser apreciado em dias quentes e harmonizado com pratos leves, como ceviches, saladas e canapés. A relação entre mulher e vinho é tão diversificada quanto os rótulos apresentados neste guia. Cada taça conta uma história, desperta sensações únicas e reflete preferências pessoais, seja por um vinho leve e floral, um encorpado e amadeirado ou um refrescante com notas cítricas. Seja para brindar, relaxar ou acompanhar um jantar especial, há sempre um vinho perfeito para cada ocasião. Agora que você já conhece as principais características de cada estilo, e quer conferir ainda mais opções, clique na imagem abaixo e veja o portfólio completo do divvino.com.br! O post Mulher e vinho: 15 opções de rótulos para degustar apareceu primeiro em Divvino - Conheça tudo sobre o mundo dos vinhos.
EXTRA – Uma alimentação rica em uva, morango, açaí, laranja, chocolate, café e vinho pode reduzir em até 23% o risco de síndrome metabólica, segundo resultados do maior do mundo a associar os efeitos do consumo de polifenois à proteção contra problemas cardiometabólicos, publicado recentemente na revista científica Journal of Nutrition. A síndrome metabólica, um conjunto de anormalidades metabólicas e alterações hormonais, é o principal fator de risco para doenças cardiovasculares. Os polifenois são compostos bioativos com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias. “Nossas descobertas neste estudo não deixam dúvidas: a promoção de dietas ricas em polifenóis pode ser uma estratégia valiosa para reduzir o risco de doenças cardiometabólicas e prevenir a síndrome metabólica”, diz Isabela Benseñor, coautora do artigo e professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, (FMUSP), em comunicado. Os dados analisados foram extraídos do ELSA-Brasil, uma pesquisa longitudinal de saúde de adultos que acompanhou desde 2008 cerca de 15 mil servidores públicos empregados por seis universidades e instituições de pesquisa brasileiras. A análise foi realizada na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da mesma universidade (FCF-USP) como parte da pesquisa de pós-doutorado de Renata Carnaúba. Dos 6.378 participantes analisados, 2.031 desenvolveram síndrome metabólica, que é diagnosticada clinicamente quando pelo menos três das seguintes condições estão presentes: obesidade abdominal, pressão alta, açúcar elevado no sangue (hiperglicemia), triglicerídeos elevados e lipídios elevados (dislipidemia). A prevalência da síndrome metabólica está aumentando globalmente em proporções epidêmicas. No Brasil, passou de 29,6% em 2013 para 33% em 2022, segundo estudos publicados anteriormente. “Essa é uma boa notícia para quem gosta de frutas, chocolate, café e vinho, todos ricos em polifenois. Embora a associação entre o consumo de polifenois e a redução do risco de síndrome metabólica já tenha sido identificada em estudos anteriores, ela nunca havia sido verificada em uma amostra de estudo tão grande e durante um período tão longo [oito anos]”, explica Benseñor. Ingestão de polifenois além da síndrome metabólica Mais de 8 mil polifenois foram identificados na natureza. Os mais conhecidos e estudados são os ácidos fenólicos (encontrados no café e no vinho), os flavonoides (frutas em geral, feijão e chocolate), as lignanas (sementes e laranjas) e os estilbenos (uvas vermelhas e vinho tinto). Foram realizadas entrevistas detalhadas baseadas em questionários para conhecer os hábitos alimentares dos participantes e a frequência com que ingeriam 92 alimentos ricos em polifenois. Os efeitos dos diferentes métodos de cozimento e processamento foram levados em consideração para garantir a medição precisa da ingestão de polifenóis. A principal conclusão foi que o consumo de polifenois de diferentes alimentos no nível estimado mais elevado (469 mg por dia) reduziu o risco de desenvolver síndrome metabólica em 23% em comparação com o consumo mais baixo de polifenóis (177 mg por dia). O consumo de ácidos fenólicos (uma classe específica de polifenóis abundantes no café, vinho tinto e chá) reduziu o risco numa quantidade semelhante. Segundo Carnaúba, a quantidade de polifenois associada à redução do risco de síndrome metabólica foi derivada da ingestão alimentar total. “A variedade alimentar é importante, uma vez que uma das justificativas para os efeitos benéficos dos polifenois na saúde é a sua capacidade de modular a microbiota intestinal. Este processo pode estimular o crescimento de bactérias probióticas ou ‘boas’. No entanto, quanto mais diversificada for a ingestão alimentar e as fontes de polifenois de uma pessoa, melhor será o efeito na sua microbiota intestinal e, portanto, na sua saúde geral”, afirma. A análise também mostrou que o consumo elevado de flavan-3-ois, um subgrupo de flavonoides, foi associado a um risco 20% menor de desenvolver síndrome metabólica. O vinho tinto foi a principal fonte de flavan-3-ois para a amostra do estudo, respondendo por 80% da ingestão total deste composto. O chocolate também foi uma fonte significativa, respondendo por 10%. Leia também: Vinho e chocolate podem manter sua pele jovem, diz estudo Os pesquisadores também estudaram o impacto dos polifenois em outros distúrbios cardiometabólicos ligados à síndrome metabólica, como hipertensão, resistência à insulina e triglicerídeos elevados, por exemplo. “Os resultados mostraram que os efeitos dos polifenois no metabolismo e nas doenças cardíacas estavam longe de ser desprezíveis. Independentemente dos diversos fatores de risco cardiometabólicos, como sexo, idade, tabagismo e atividade física, os participantes que ingeriram mais polifenois tinham até 30 vezes menos probabilidade de desenvolver pressão alta ou resistência à insulina, e 17 vezes menos probabilidade de ter triglicerídeos elevados”, diz Carnaúba.The post Vinho pode reduzir o risco de síndrome metabólica em até 23% first appeared on blogdosvinhos.
Descobrir vinhos rosés é embarcar em uma jornada por sabores leves, aromas delicados e cores encantadoras. Muitos ainda associam esses tipos apenas ao verão, mas eles são versáteis e têm conquistado admiradores em todas as estações do ano. Seja para um piquenique ao ar livre, uma refeição sofisticada ou para aproveitar um fim de tarde, há sempre um rosé imperdível para cada ocasião. Na sequência, vamos apresentar rótulos de diversos locais do mundo para você adicionar em sua adega pessoal! Marotti Campi Marché Rosé Para começar a lista de vinhos rosés imperdíveis, temos o vinho da vinícola Marotti Campi, feito na região de Marché, na Itália, elaborado com a casta autóctone lacrima. Casta autóctone significa que a uva é característica de região, com berço e melhor desenvolvimento naquele terroir. E isso faz os rótulos mais especiais. O rótulo em si apresenta coloração rosa-pálido, com aromas florais, como rosas e violetas. No paladar, é leve, fresco e possui acidez vibrante. Para acompanhar, a recomendação são peixes refogados, salmão grelhado, pizzas doces, cremes de queijo, além de queijos de mofo branco, como brie e camembert. Pizzato Fausto Merlot Rosé Fausto é um vinho rosé brasileiro, produzido pela vinícola Pizzato, na região do Vale dos Vinhedos, na Serra Gaúcha. O rótulo é elaborado com a casta emblemática da região: a merlot. A empresa enaltece o terroir, entregando o melhor em cada rótulo. Vale citar que o Fausto Merlot Rosé foi escolhido como o rótulo mais representativo da categoria pela Avaliação Nacional de Vinhos da Colheita. Este vinho rosado possui coloração rosa-pálido, aromas intensos de frutas vermelhas frescas e acidez pronunciada. Essas características são ideais para harmonizá-lo com entradas e aperitivos. Luis Argenta Rosé Outro vinho rosé brasileiro imperdível é o da vinícola Luiz Argenta, produzido com Indicação de Procedência (I.P.) Altos Montes, na cidade de Flores da Cunha, que ganhou destaque nacional ao lado de Bento Goncalves e Pinto Bandeira na produção de espumantes. Uma das curiosidades é o formato da garrafa, inspirado na saia de Audrey Hepburn, célebre atriz britânica. O vinho é elaborado com duas castas tintas que mudam a cada ano, com objetivo de manter a linearidade do líquido todos os anos. O rótulo tem coloração delicada rosa tênue. O aroma é de frutas vermelhas, com a framboesa muito presente. No sabor, é equilibrado de média estrutura, com retrogosto que marca bastante as frutas. Acompanha bruschettas e caponatas de tomate e manjericão, além de massas ao molho de queijos. Stranamente Rosé Stranamente é um rótulo rosado italiano leve e divertido, ideal para degustar de forma despretensiosa e descontraída. O termo tem dois significados em italiano: estranhamente e mente estranha. A ideia é ser fora do convencional, criativo e visionário. O vinho é produzido pela vinícola Castellani, que possui vinhedos nos principais terroirs do país, participando da atividade de vinificação desde 1903. Elaborado com um blend de castas locais, o visual é cor rosa-pálido e seus aromas são de frutas vermelhas. No paladar, é extremamente fresco e vibrante, tornando-se ideal para harmonizar com pratos descomplicados, como carnes brancas grelhadas, risoto de palmito, vegetais grelhados e lasanha vegetariana. Fuori Porta Rosé Entres os vinhos rosés italianos, existe mais um com nome que traz referências ao significado do rótulo. Fuori Porta significa “Fora da Porta” em italiano, ditado que significa “dar uma saída”, aproveitar o dia em um passeio, como num piquenique ou em uma viagem curta. Por isso, a garrafa possui tampa com rosca, facilitando a abertura em qualquer lugar. Elaborado com a casta sangiovese, produzida em Rimini, na Emília-Romanha, possui coloração rosa-pálido, aromas de frutas vermelhas maduras e flores, com corpo leve e sabor ligeiro e fresco. Para acompanhar, prefira uma tábua de frios com queijos e charcutaria, bruschettas e tapas. Jolie Rosé Jolie Rosé é um vinho rosé francês elaborado com grenache, uma de suas castas típicas. As uvas são provenientes do sopé da Montanha Negra, localizada ao redor das denominações de Saint Chinian, Faugères e Coteaux de Languedoc. O nome faz referência à canção popular francesa do início do século 20 “Ma Jolie”, também era o apelido que Pablo Picasso, uma das inspirações artísticas da vinícola, deu a sua amante Eva Gouel. O vinho possui cor rosa-pálida, aromas de frutas vermelhas maduras e flores silvestres. No paladar, é equilibrado e com acidez refrescante. É ideal para acompanhar canapés, carnes brancas, peixes e saladas. Elsa Bianchi Rosé Um vinho rosé argentino imperdível é o Elsa Bianchi Rosé, elaborado pela premiada vinícola Bianchi. O reconhecimento vem da linearidade na produção dos rótulos, sempre com muita qualidade. A produção deste rótulo é feita em San Rafael, um dos terroirs de Mendoza, onde são cultivadas as castas pinot noir e malbec que compõem o blend de Elsa Bianchi Rosé. O resultado é um rótulo de coloração rosa com tons de salmão. O aroma é de frutas vermelhas, notas cítricas e minerais. Em boca, os sabores são refrescantes, intensos e estruturados. Ideal para ser bebido na beira da piscina, sem acompanhamentos. Mas, se quiser harmonizar, opte por creme de aipim, bobó de camarão ou sorrentinos ao molho bechamel. VIK La Piu Belle Rosé Por fim, não poderia faltar um vinho rosé chileno nesta lista de imperdíveis. O La Piu Belle é produzido pela vinícola premiada VIK. O rótulo é uma homenagem à esposa do proprietário da vinícola, com uma obra de arte estampada na garrafa, pintada pelo artista chileno Gonzalo Cienfuegos. Um dos diferenciais é que, no processo de vinificação, tem passagem em barrica de carvalho, o que não é comum para vinhos rosés, que costumam ser mais frescos e leves. O rótulo é elaborado com um blend de cabernet sauvignon, cabernet franc e syrah, apresenta cor rosa mais intenso, no nariz os aromas de frutas vermelhas maduras e, no paladar, acidez vibrante e leve corpo. Vinhos rosés são um dos tipos preferidos dos brasileiros, proporcionando uma harmonização perfeita para diversos momentos e pratos. Não importa se você é um entusiasta ou alguém que está apenas começando a descobrir o mundo dos vinhos, os rótulos rosados oferecem uma experiência única e convidativa. Gostou das opções sugeridas na lista e ainda quer conhecer mais? Então, clique na imagem abaixo e confira todas as opções disponíveis no divvino.com.br! 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A maceração carbônica é uma técnica vinícola que tem ganhado destaque no mundo dos vinhos, especialmente na produção de vinhos jovens, frutados e de baixa tanicidade. Este método, que pode parecer complexo à primeira vista, é, na verdade, uma abordagem natural e tradicional que aproveita processos bioquímicos para extrair sabores e aromas únicos das uvas. Neste texto, vamos explorar o que é a maceração carbônica, como ela funciona, seus efeitos no vinho e por que ela é tão valorizada por produtores e consumidores. O que é maceração carbônica? A maceração carbônica é um processo de fermentação que ocorre dentro das uvas inteiras, em um ambiente rico em dióxido de carbono (CO₂) e sem a presença de oxigênio. Diferente da fermentação tradicional, em que as uvas são esmagadas e o mosto (suco de uva) é fermentado por leveduras, na maceração carbônica as uvas permanecem intactas, e a fermentação acontece dentro de cada baga individualmente. Esse método é mais comum em vinhos tintos, especialmente aqueles que buscam um perfil aromático vibrante e uma estrutura mais leve. A técnica é frequentemente associada a regiões como Beaujolais, na França, onde é utilizada para produzir vinhos como o Beaujolais Nouveau. Como funciona a maceração carbônica? 1. Preparação das uvas O processo começa com a colheita manual das uvas, que devem estar em perfeitas condições, sem danos ou rachaduras. As uvas são então colocadas em tanques ou recipientes fechados, onde o oxigênio é substituído por dióxido de carbono. Isso cria um ambiente anaeróbico (sem oxigênio), essencial para o sucesso da maceração carbônica. 2. Fermentação intracelular Dentro das uvas, enzimas naturais começam a quebrar os açúcares, transformando-os em álcool e outros compostos. Esse processo é conhecido como fermentação intracelular. Ao mesmo tempo, as cascas das uvas liberam compostos fenólicos, como antocianinas (responsáveis pela cor) e taninos, mas em quantidades menores do que na fermentação tradicional. 3. Pressão e temperatura O peso das uvas no tanque faz com que as bagas na parte inferior sejam esmagadas, liberando suco. Esse suco entra em contato com leveduras naturais e inicia uma fermentação alcoólica tradicional. A temperatura é cuidadosamente controlada para evitar que o processo se torne muito intenso, o que poderia prejudicar os aromas delicados. 4. Duração do processo A maceração carbônica dura geralmente entre 5 e 10 dias, dependendo do estilo de vinho desejado. Após esse período, as uvas são prensadas, e o mosto resultante continua a fermentar até que todo o açúcar seja convertido em álcool. Efeitos da Maceração Carbônica no Vinho Aromas e sabores Um dos principais efeitos da maceração carbônica é a intensificação dos aromas frutados no vinho. Notas de frutas vermelhas, como morango, framboesa e cereja, são comuns, assim como nuances florais e até mesmo toques de banana e bala de caramelo. Esses aromas são resultados da produção de ésteres e outros compostos voláteis durante a fermentação intracelular. Cor e taninos Os vinhos produzidos por maceração carbônica tendem a ter uma cor mais vibrante e brilhante, mas com taninos mais suaves e menos adstringentes. Isso ocorre porque a extração de taninos é limitada, já que as cascas das uvas não ficam em contato prolongado com o mosto. Acidez e corpo A acidez desses vinhos geralmente é mais pronunciada, o que contribui para sua frescura e facilidade de beber. O corpo tende a ser leve a médio, tornando-os ideais para consumo jovem. Leia também: Pé-franco: você sabe o que o termo significa? Vantagens da maceração carbônica Preservação de aromas A técnica permite que os aromas primários das uvas sejam preservados de forma mais intensa, resultando em vinhos extremamente frutados e expressivos. Menor necessidade de aditivos Como a fermentação ocorre naturalmente nas uvas, há menos necessidade de adicionar leveduras comerciais ou outros aditivos, o que agrada aos produtores que buscam uma abordagem mais orgânica ou natural. Versatilidade A maceração carbônica pode ser usada sozinha ou em combinação com métodos tradicionais, permitindo que os produtores criem uma variedade de estilos de vinho. Desafios da maceração carbônica Controle do processo O método exige um controle rigoroso da temperatura e do ambiente anaeróbico. Qualquer exposição ao oxigênio pode levar ao desenvolvimento de bactérias indesejadas ou à oxidação do vinho. Limitações de estilo Embora a maceração carbônica seja ideal para vinhos jovens e frutados, ela não é adequada para vinhos que requerem longa guarda ou estrutura tânica mais robusta. Custo e trabalho A colheita manual e o cuidado necessário durante o processo podem aumentar os custos de produção, tornando o método menos viável para grandes volumes. Vinhos feitos por maceração carbônica Beaujolais Nouveau Este é o exemplo mais famoso de vinho produzido por maceração carbônica. Lançado anualmente na terceira quinta-feira de novembro, o Beaujolais Nouveau é conhecido por sua frescura e aromas vibrantes. Vinhos jovens do Rioja Na Espanha, alguns produtores de Rioja utilizam a maceração carbônica para criar vinhos tintos leves e frutados, que contrastam com os tradicionais vinhos envelhecidos em barris de carvalho. Vinhos naturais A técnica é popular entre produtores de vinhos naturais, que valorizam métodos de produção menos intervencionistas. Curtiu o conteúdo sobre maceração carbônica? Leia nosso artigo Por que vinho ganha aroma, sabor e estrutura quando passa por barril? e descubra mais sobre processos de fabricação de vinho!The post Maceração Carbônica: o que é? Quais os efeitos no vinho? first appeared on blogdosvinhos.
Gin com espumante e suco de manga é a combinação perfeita para refrescar seu verão com sabor e sofisticação. Este artigo Gin com Espumante e Suco de Manga: A Bebida do Verão que Você Precisa Experimentar, foi referenciado anteriormente no blog Mestre dos Drinks - Magia, Alquimia e Química na Combinação de Sabores
Nada como um bom vinho para transformar qualquer encontro em uma experiência especial. Seja para um happy hour sofisticado, um jantar romântico ou simplesmente para explorar novos sabores, São Paulo oferece uma seleção incrível de bares especializados. Com ambientes aconchegantes e harmonizações impecáveis, esses espaços proporcionam desde experiências intimistas até momentos descontraídos entre amigos. Confira a seleção: Elevado Bar Com clima bem urbano, num espaço pequeno e de iluminação baixa, o Elevado Bar traz para a Vila Buarque, desde 2019, um ambiente descontraído para quem quer beber vinho sem frescuras. No verão, a boa pedida é curtir uma taça de vinho branco com polvo na brasa no parklet externo. Endereço: R. Jesuíno Pascoal, 16 , Consolação. View this post on Instagram A post shared by Elevado Bar (@elevado_bar) Clos Wine Bar Sob o comando da chef Elisa Fernandes, o Clos atrai um público jovem e fica instalado em um antigo imóvel da década de 1930. A casa serve uma seleção de vinhos em garrafas e taças feitos com mínima intervenção, produzidos por pequenos produtores, muitos com confecção limitada. No menu, estão as delicadas criações da chef e também tábuas de queijos e charcutaria. Endereço: R. Girassol, 310, Vila Madalena. View this post on Instagram A post shared by É BISTRO, É BAR DE VINHO (@clos_winebar) Paloma Bar, restaurante e loja de vinhos localizado no térreo do Edifício Copan, o Paloma oferece cerca de 40 rótulos que mudam todos os meses. O clima descontraído se estende ao cardápio de petiscos, criado pela chef Gabi Guerriero, e aos detalhes: em vez de taças, os vinhos são servidos em copos baixos. Endereço: Av. Ipiranga, 200, Centro. View this post on Instagram A post shared by Paloma (@paloma___sp) Continua após a publicidade Sede261 Criado pela dupla de sommelières Daniela Bravine e Cássia Campos, o Sede261 surgiu a partir de um clube de vinhos com o mesmo nome, em 2018. O espaço intimista conta com apenas 10 lugares no interior e 40 rótulos de vinhos em taça, que mudam semanalmente. Entre as opções para acompanhar, é possível pedir a tábua de queijos ou de charcutaria, ambas artesanais. Endereço: R. Benjamim Egas, 261, Pinheiros. View this post on Instagram A post shared by SEDE261 . só vinho (@sede261) Miya Wine Bar Com unidades em Pinheiros e Campo Belo, o Miya Wine Bar foi idealizado pelo chef Flávio Miyamura e disponibiliza mais de 100 rótulos em taça. Para quem curte experiências guiadas, há a opção de wine flights, degustações de quatro taças de vinho com temáticas de regiões diferentes, do Velho Mundo aos Malbecs de Mendoza. Endereço: R. Padre Carvalho, 55, Pinheiros / R. República do Iraque, 1038, Campo Belo. Continua após a publicidade View this post on Instagram A post shared by Miya Casa (@miyacasa) RelacionadasLifestyleUma experiência gastronômica inédita: vinho com chá2 nov 2024 - 09h11AstrologiaBares astrológicos que o seu signo precisa conhecer24 out 2024 - 10h10Lifestyle7 lugares para comer bem e comprar bons vinhos15 out 2024 - 19h10 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Acompanhe o nosso WhatsApp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp. Continua após a publicidade Acesse as notícias através de nosso app Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. Publicidade
Para quem busca complementar a adega pessoal com rótulos diferenciados, os vinhos até 100 reais são indispensáveis! A faixa de preço oferece diversos exemplares interessantes, complexos e elegantes. Neste post, fizemos uma curadoria com sete rótulos para você conhecer e incluir nas próximas degustações que fará em casa, seja sozinho, com amigos, familiares ou em encontros românticos. Para conhecer cada um deles, continue a leitura! 1. Mille Bolle Brut Mille Bolle Brut é um espumante italiano por até 100 reais que vale a pena ter na sua adega pessoal. O rótulo é elaborado pela vinícola Sacchetto, com um blend de glera e chardonnay, na região do Vêneto, Itália. A curiosidade é que é produzido no método chamat ou “em tanque”. O espumante possui coloração amarela com reflexos esverdeados. No olfato, apresentam-se os aromas de frutas cítricas e notas florais. A acidez é refrescante. Se você quiser harmonizar este espumante, a sugestão é apostar em pratos que levem frutos do mar e peixes, tais como: peixe grelhado com batatas, risoto de salmão, paella valenciana e camarões salteados na manteiga. Ravióli ao molho de quatro queijos e cuscuz também são boas opções de acompanhamento. 2. Michelini i Mufatto Vinos de Mar Tannat A vinícola Michelini i Mufatto elabora rótulos nos principais terroirs do mundo: Vale do Uco (Argentina), Bierzo (Espanha) e Maldonado (Uruguai). Este último é o local onde as uvas tannat são cultivadas para elaborar o Vinos de Mar. Durante a produção, é feita uma fermentação parcial, com cachos inteiros e espontânea, em tinas de cimento. O afinamento ocorre por oito meses em barricas de carvalho francês. Como resultado, quando servido apresenta uma ver a coloração púrpura e nos brinda com notas de frutas pretas maduras, flores, especiarias doces e alcaçuz. No paladar, os taninos mostram as garras tradicionais da casta. Para acompanhar, a sugestão é a culinária local, como carnes vermelhas na brasa e carnes de caça. O tinto uruguaio também combina com queijos maturados, tábua de charcutaria, pizzas de calabresa e pepperoni. 3. Castello Romitório Brio Toscana Castello Romitório é uma vinícola italiana localizada em Montalcino, na Toscana, região conhecida pela produção de uvas sangiovese, paisagens montanhosas e cidades medievais. A fundação da vinícola é de 1984, em um prédio único que já foi um templo, um forte, um monastério, um castelo e até abrigo para rebanhos de pastores. Atualmente, é uma adega e uma oficina de arte. Reinaugurada em 2005, conta com obras de Sandro Chia, misturando a vanguarda com a antiguidade. Um dos responsáveis por iniciar o processo de renovação do vinho e do estilo de vinificação, apenas com sangiovese, foi Filippo Chia, com objetivo de incorporar as características do terroir. Falando do rótulo em si, é importante destacar sua embalagem. A imagem do Brio representa um grande afresco feito por Sandro Chia e está localizada no salão de jantar principal do Castello Romitório. Ela possui símbolos que representam a transitoriedade do tempo, mas com ordem e estrutura, reverberando em um vinho vibrante e musical. O vinho tinto é elaborado 100% com sangiovese, é intenso, encorpado e com notas de chá preto, castanhas e sementes tostadas. Para acompanhá-lo, as sugestões são risoto de ossobuco, cuscuz marroquino, tábua de frios e espaguete ao sugo. 4. Chateau Auzias Montagne Noire Outro vinho até 100 reais é o Montagne Noire, da vinícola francesa Chateau Auzias. Ela também possui uma história interessante, sendo o local um castelo do século 12. Os Auzias estão no comércio do vinho há muitos anos e, no início do século 20, adquiriram uma grande propriedade vinícola da região do Languedoc, com 160 hectares. Entre as castas produzidas pela vinícola, o rótulo em questão é elaborado com um blend de cabernet franc, grenache noir, merlot e syrah. Passa por tanques de concreto por seis meses e, desta forma, desenvolve certas características. Entre elas, a coloração rubi intensa, com aromas de especiarias e frutas pretas sobremaduras, além de toque mineral e violetas. No paladar, a bebida é intensa, tornando o rótulo ideal para acompanhar carnes grelhadas, pratos condimentados, queijos maturados ou charcutaria. 5. Cecchi Treno del Mare Maremma Vermentino Treno del Mare é um rótulo indicado para aqueles que gostam de castas autóctones italianas e querem aproveitar uma casta que não é muito encontrada no Brasil, a vermentino. Semelhante à pinot grigio, elabora vinhos muito frescos e é encontrada na região do Mediterrâneo, principalmente na Itália e na França. É uma uva branca que geralmente plantada em vinhedos voltados para o mar, tirando vantagem dos raios de sol. Quem produz o rótulo em específico é a vinícola italiana Cecchi, que se iniciou em 1893, quando Luigi Cecchi tornou-se um sommelier e entendeu que teria potencial para ser um produtor de vinhos. Ao longo da jornada, seus rótulos foram marcados pela mistura perfeita entre inovação e tradição. O Treno del Mare se caracteriza pelas notas inconfundíveis de frutas tropicais, com estilo fresco, perfumado e agradável mineralidade. Acompanha pratos vegetarianos, charcutaria, massas e peixes mais leves. Quem vende exclusivamente os rótulos da Cecchi é o divvino.com.br. 6. Chateau Auzias Les Alizés Outro vinho francês até 100 reais é o Les Alizés, da região de Languedoc. Este rosé é conhecido por sua frescura e elegância, feito a partir de um blend das castas grenache (60%), carignan (20%) e merlot (20%). O rótulo apresenta cor rosa-pálido, aromas de rosa e frutas vermelhas, como morango. No paladar, é equilibrado e potente, com final refrescante, com notas de toranja. Acompanha muito bem frutos do mar, grelhados e saladas. 7. Casa Geraldo Shiraz Agora, se você busca um vinho até 100 reais brasileiro, o shiraz da Casa Geraldo é a opção certa. Localizada em Minas Gerais, a vinícola elabora vinhos desde 1969, numa região em que se chove muito no verão, realizando a colheita de uvas no inverno. Durante o processo de vinificação, a bebida passa por amadurecimento de 12 meses em carvalho francês. O tinto conta com aromas de frutas pretas e especiarias marcantes. No paladar, possui ótima intensidade, ideal para harmonizar com carnes vermelhas e massas. E vale dizer que o gato na embalagem é uma homenagem ao pet que fica perambulando pela vinícola. Se você gostou das nossas sugestões de vinhos até 100 reais e quer conferir outros produtos de excelente qualidade, como exemplares pinot noir, sauvignon blanc, entre outros, aproveite para acessar o site divvino.com.br, clicando no banner abaixo! 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Mais um vinho que eu provei para o nosso quadro "50 vinhos brasileiros em 2025".
O vinho, definitivamente, não é uma bebida exclusiva para os dias frios. Afinal, com a escolha do rótulo certo é possível aproveitar o verão para se refrescar com um vinho saboroso. Nos dias de sol, fazem sucesso os vinhos brancos, laranjas, rosés e espumantes, que ganham destaque pela capacidade de proporcionar uma experiência mais fresca e agradável. Contudo, também é possível escolher um tinto para harmonizar com o verão, a dica é se ater aos aromas e sabores mais florais, refrescantes e leves para essa época do ano. RelacionadasLifestyleVindima 2025: vinícolas oferecem experiências turísticas imersivas26 jan 2025 - 06h01 “Rótulos com as seguintes uvas são opções interessantes: Sauvignon Blanc, Pinot Grigio, Alvarinho, Riesling, Chenin Blanc e Verdejo, que tendem a produzir exemplares mais refrescantes”, aconselha Thamirys Schneider, sommelière da Wine. Já para os vinhos tintos, a especialista indica as uvas Pinot Noir, Frappato, Gamay e Barbera, Merlot, Sangiovese e Garnacha mais jovens, que são indicações mais leves dessa variedade. A seguir, você confere as principais dicas de como escolher o vinho ideal para celebrar os bons momentos no verão. Confira: 1) Vinhos jovens e leves são escolhas certeiras Safras recentes indicam vinhos mais jovens, e as uvas Pinot Noir e Gamay são ótimas opções para tintos levesFreepik/Reprodução No verão, a preferência é por vinhos mais leves e refrescantes, que não pesem no paladar e acompanhem bem as altas temperaturas. Vinhos jovens, geralmente com menos tempo de envelhecimento, são ótimas opções, pois tendem a ser mais frutados e com acidez mais elevada, características ideais para o verão. Esses vinhos geralmente destacam as chamadas características primárias da bebida, como notas frutadas, herbáceas e florais. No entanto, segundo Thamirys Schneider, existem variações de vinhos jovens que agregam notas mais intensas e não tão refrescantes como apimentadas, de canela e de couro. Sendo assim, é importante estar atento às indicações da embalagem ou rótulos online, que ajudam a desvendar se o produto tem a leveza e a refrescância desejadas. Continua após a publicidade Na hora de escolher, fique de olho na safra, uva e teor alcoólico. Safras recentes indicam vinhos mais jovens, e as uvas Pinot Noir e Gamay são ótimas opções para tintos leves. Priorize vinhos com teor alcoólico de, no máximo, 13%. Uma dica é o argentino Portillo Valle de Uco Pinot Noir 2023, da vinícola Bodegas Salentein. Um tinto jovem e leve, ótima opção para os dias quentes. 2) Prefira brancos, rosés e espumantes O espumante rosé brut é um coringa das refeiçõesWine/Divulgação Os vinhos brancos, rosés e espumantes são os queridinhos do verão. Servidos mais frios, eles proporcionam uma sensação refrescante e leve, combinando perfeitamente com a estação. Além disso, a acidez presente nesses vinhos ajuda a limpar o paladar e harmonizar com diversos pratos. No churrasco, por exemplo, o espumante rosé brut é um coringa. Embora tenha uma estrutura notável no paladar, é um rótulo que mantém-se leve e oferece boa concentração e volume. Sua acidez elevada proporciona frescor e contribui para limpar o paladar. A coloração rosada, resultado do breve contato com as cascas das uvas, adiciona uma leve percepção tânica, um elemento crucial na harmonização com carnes vermelhas, pois auxilia na quebra das fibras e proteínas durante a mastigação, tornando a experiência gastronômica ainda mais prazerosa. Continua após a publicidade RelacionadasCozinhaO que são taninos e como afetam o sabor do vinho?5 out 2024 - 11h10 Para aqueles que apreciam um vinho leve e repleto de frescor, uma excelente sugestão é o Espumante Maraví Rosé Brut, que é elaborado com um blend das uvas Garnacha (75%) e Chenin Blanc (25%). 3) Vinhos tintos também podem ser leves Opte por tintos mais leves, frutados, com taninos delicados e boa acidezpressfoto/Freepik Se você não abre mão de um bom vinho tinto, não se preocupe! É possível encontrar opções leves e refrescantes para o verão. A escolha ideal recai sobre vinhos tintos jovens, com uvas como Pinot Noir e Gamay, que possuem taninos mais leves e acidez mais elevada. No verão, opte por tintos mais leves, frutados, com taninos delicados e boa acidez, preferencialmente com álcool mais baixo, no máximo 13%, e sem passagem por barrica. Eles são mais frescos e agradáveis para os dias quentes. Um exemplar de vinho tinto de verão é o italiano Tareni I.G.T. Terre Siciliane Frappato 2023, elaborado pela Cantine Pellegrino, vinícola com mais de 135 anos de história na ilha da Sicília. Continua após a publicidade 4) Harmonização: gastronomia com frescor e vinhos Frutos do mar, saladas, peixes leves e queijos frescos são ótimas opções para harmonizar com vinhos brancos e rosésKamranAydinov/Freepik A harmonização de vinhos com pratos de verão é uma arte que pode realçar ainda mais os sabores da sua refeição. Frutos do mar, saladas, peixes leves e queijos frescos são ótimas opções para harmonizar com vinhos brancos e rosés. Já os tintos leves podem acompanhar carnes brancas grelhadas, massas com molhos leves e legumes. 5) Atenção à temperatura de serviço Após aberto, mantenha a garrafa de vinho em um balde de gelo, caixa térmica, ou até mesmo na porta da geladeiraFreepik/Reprodução A temperatura de serviço do vinho é fundamental para garantir a melhor experiência de degustação. Vinhos brancos leves e espumantes devem ser servidos entre 6 e 8ºC; brancos de corpo médio e rosés, entre 8 e 10ºC; e tintos leves, em torno de 14ºC. Segundo a sommelière, uma dica importante para não perder muito rápido a temperatura do vinho, é servi-lo um pouco mais refrescado, pois, aproveita-se o vinho fresco por mais tempo. Pode ser servido a 12ºC, por exemplo, até chegar ao ponto ideal aos 14ºC. Continua após a publicidade “É interessante colocar os vinhos brancos, espumantes, frisantes e rosés entre 30 a 45 minutos no freezer em temperatura média. Já o vinho tinto pode ir na parte mais alta da geladeira, na gaveta, por uns 30 minutos antes de abrir”, indica. Após aberto, mantenha a garrafa de vinho em um balde de gelo, caixa térmica, ou até mesmo na porta da geladeira, para que não esquente em temperatura ambiente. RelacionadasCozinha7 receitas de sobremesas refrescante para o verão8 fev 2025 - 07h02Cozinha3 receitas para aproveitar o feijão pronto11 fev 2025 - 09h02Lifestyle7 lugares para comer bem e comprar bons vinhos15 out 2024 - 19h10 Assine a newsletter de CLAUDIA Receba seleções especiais de receitas, além das melhores dicas de amor & sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se abaixo para receber as nossas newsletters: Assine a Newsletter CLAUDIA Cozinha Receba a melhor curadoria de conteúdos de gastronomia de CLAUDIA COZINHA. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! Você receberá nossa newsletter em breve. Assine a Newsletter Amor & Sexo Receba as melhores dicas de relacionamento e sexo. E o melhor: sem pagar nada. Inscreva-se aqui para receber a nossa newsletter Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril. Cadastro efetuado com sucesso! 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Vinho tinto com chá preto e pimenta rosa é uma combinação ousada que encanta. Descubra como preparar esta mistura surpreendente e deliciosa! Este artigo Vinho Tinto com Chá Preto e Pimenta Rosa: A Bebida Surpreendente, foi referenciado anteriormente no blog Mestre dos Drinks - Magia, Alquimia e Química na Combinação de Sabores
ICE com licor de cassis e espumante é uma combinação surpreendente que traz frescor e sofisticação para suas festas. Este artigo ICE com Licor de Cassis e Espumante: O Drink que vai Encantar seu Paladar, foi referenciado anteriormente no blog Mestre dos Drinks - Magia, Alquimia e Química na Combinação de Sabores
O tradicional restaurante português Bacalhau, Vinho & Cia, que possui duas unidades na capital paulista, está com novidades no menu. Sob a direção do chef Caique Pallas e supervisão de Carlos Pallas, o cardápio da casa foi enriquecido com novas receitas irresistíveis, incluindo massas com um toque lusitano, servidas em porções individuais ou para duas a três pessoas. Massada de Robalo | FOTO: Divulgação/Neuton Araújo Entre as novidades, destaque para a Massada de Robalo, preparada com a tradicional massa cotovelo, envolta em um rico caldo de peixe, tomate, páprica defumada e pedaços suculentos de robalo. Outro prato que promete ser um sucesso é o Espaguete à Mariscada, feito com molho de tomate clássico, no qual os protagonistas são os camarões, lulas, polvo e mariscos frescos. Conchas de Bacalhau às Natas | FOTO: Divulgação/Neuton Araújo Para quem não abre mão de um bom bacalhau, pode experimentar o prato Conchas de Bacalhau às Natas, com massa em formato de concha, recheada com bacalhau, ao molho de natas, pedaços de bacalhau e brócolis. A casa também apresenta o Travesseiro de Pera Roxa, uma massa em formato de travesseiro recheada com queijo brie, nozes e pêra, servida ao molho rosê de camarões, e o Nhoque à Lagareiro, preparado com nhoque dourado ao alho e óleo, acompanhado de um medalhão de filé grelhado. Travesseiro de Pera Roxa | FOTO: Divulgação/Neuton Araújo Bacalhau, Vinho & Cia Avenida Pacaembu, 71 – Barra Funda | Tel.: (11) 3666-0381 | WhatsApp: (11) 3826-7634 Rua Pedroso Alvarenga, 620 – Itaim Bibi | Tel.: (11) 3071-4077 https://bacalhauevinho.com.br/ ________ FOTOS: Divulgação/Neuton AraújoThe post Bacalhau, Vinho & Cia renova o cardápio com massas com toque lusitano first appeared on GoWhere - Lifestyle e Gastronomia.
Dando início ao mês de fevereiro, os vinhos selecionados para os sócios do ClubeD proporcionam um toque de descontração para serem apreciados em momentos únicos e prazerosos. Em cada categoria, apresentamos dois rótulos, perfeitos para harmonizar em ocasiões especiais e proporcionar uma experiência enogastronômica incomparável. Descubra cada um deles! Vinhos selecionados em fevereiro para o ClubeD Com vinhos do mundo todo, com particularidades de castas, terroir e processos de vinificação, cada rótulo selecionado entre as categorias do ClubeD em fevereiro é único. Conheça suas histórias e características! ClubeD Classic Para a categoria Classic, os vinhos selecionados são Ca del Lago, um rótulo italiano, e Sacha Orgânico, um argentino elaborado com uva malbec. Confira! Ca del Lago Bardolino Ca del Lago é um rótulo produzido pela vinícola Enoitália, um projeto que se iniciou em 1986 e que se expandiu ao redor do mundo, sendo um dos produtores mais reconhecidos da Itália. A região de produção é a de Bardolino, localizada ao sul do Lago de Garda, na Valpolicella Entre as características desse ambiente está a combinação perfeita entre boa luminosidade e temperaturas amenas, o que proporciona o amadurecimento ideal das uvas. O vinho é elaborado com um blend, composto pelas castas corvina, rondinella, molinara e cabernet. Apresenta a coloração rubi, com aromas de cereja preta e amora. No paladar, é leve, fresco e muito frutado, ideal para consumir em dias quentes. Para harmonizar, vale apostar em carnes vermelhas, massas, espetinho de frango ou uma entrada como tábua de queijos e frios. Também pode acompanhar muito bem peixes magros, como tilapia na brasa. Sacha Orgânico Malbec Uma das principais regiões produtoras da Argentina é Mendoza, que se destaca pelo clima seco e ensolarado, arrefecido pelos Andes. No local, a Vinecol é se destaca pela produção de vinhos orgânicos e veganos. Uma de suas linhas é a Sacha, termo que significa “Árvore da Vida”, em quéchua, língua nativa dos povos indígenas que habitavam Mendoza. Os rótulos desta categoria se caracterizam pela mínima interferência durante o processo de vinificação, com objetivo de proporcionar momentos únicos e inesquecíveis nas taças. O Sacga Orgânico Malbec é elaborado com a casta malbec, amadurece ou envelhece ou passa por um afinamento de seis a oito meses em barricas de carvalho francês, trazendo notas de especiarias doces. O aroma também aponta um toque de frutas pretas e maduras, além de contar com corpo médio e ótima persistência. Para harmonizá-lo, considere uma massa, como rondelli, ou o tradicional churrasco. Ca del Lago Bardolino e Sacha Orgânico Malbec são os vinhos selecionados para fevereiro no ClubeD Classic. ClubeD Fresh Entre os vinhos selecionados de fevereiro para o ClubeD Fresh estão dois rótulos brancos: o espanhol Marqués de Ramos e o chileno Colección Privada. Conheça cada um! Marqués de Ramos Marqués de Ramos é um vinho branco espanhol feito pela Bodega El Villar. Ela nasceu da união de outras duas vinícolas da região, em 1970. Atualmente, produz com o cuidado do cultivo à vinificação. O rótulo é elaborado com o blend de duas uvas: macabeo e merseguera. Elas são cultivadas na região de Valência, com temperatura é moderada e incidência de clima mediterrâneo. A casta macabeo é conhecida como viúra na Espanha e é bastante utilizada no local, bastante utilizada na elaboração do espumante Cava. Já a merseguera é conhecida por ser uma casta autóctone, ou seja, nascida em Valência e Alicante. Vale destacar que é uma casta branca com acidez e frescor. Quanto ao rótulo em si, Marqués de Ramos possui coloração amarelo-pálido, com aromas de frutas tropicais e notas florais, além de frescor e ótima persistência no paladar. É ideal para acompanhar a paella valenciana, prato típico da região, e pratos como quiche de alho poró. Colección Privada A vinícola Santa Rita é uma das mais reconhecidas do Chile. Fundada em 1880, ela introduziu castas francesas no Vale do Maipo, como a chardonnay, utilizada para elaborar o rótulo Colección Privada. Falando mais sobre a Adega Santa Rita, junto com a vinícola, encontra-se o Museu Andino, que conta com uma coleção de cerca de 3 mil peças arqueológicas e etnográficas dos povos pré-colombianos. A entrada é gratuita e a vinícola também proporciona outras possibilidades de visita, como a opção de hospedagem e vários tipos de tours, inclusive de bicicleta. O Colección Privada traz imagens de algumas das obras do museu em seus rótulos. Em taça, você encontra a coloração amarelo-pálida e pode perceber os aromas de frutas tropicais, como carambolas e abacaxi. Ao degustar, você pode sentir a leveza e o frescor, ideal para apreciar sozinho ou em um jantar com risotos ou lasanha de frango. Para fevereiro no ClubeD Fresh, foram selecionados dois vinhos brancos: Marqués de Ramos e Colección Privada. ClubeD Premium Na categoria Premium, os rótulos selecionados para o clube de vinhos foram elaborados exclusivamente com a uva malbec. Veja mais detalhes de cada um! Elsa Bianchi Bianchi é uma vinícola argentina, na região de Mendoza, que se destaca com uma história de mais de 90 anos, além da produção sustentável, com uso de tecnologia. Ela conta com vinhedos em San Rafael e Vale do Uco. O rótulo Elsa Bianchi é elaborado com a casta malbec, cultivada nos vinhedos Doña Elsa, em San Rafael. As uvas são colhidas manualmente e, durante a vinificação, a bebida fica em contato com borras finas. Depois de fermentar, é feita uma maceração, realizando a bâttonage, dando complexidade aos seus sabores. Esse é um dos diferenciais deste rótulo, uma vez que o processo não é comum em tintos. A coloração é rubi intensa, com aromas de cerejas e notas florais. No paladar, há a presenta de taninos elegantes, boa estrutura e persistência. Para harmonizar, as sugestões são as empanadas, prato local, e um risoto de pesto com filé. Funckenhausen La Espera La Espera é uma linha de vinhos da vinícola argentina Funckenhausen, uma das pioneiras na elaboração na sub-região de 25 de Mayo, localizada em San Rafael, em Mendoza. O terroir foi escolhido pelo alemão Kurt Heinlein em 2003 para estabelecer seu sonho na viticultura, nomeando a vinícola a partir do sobrenome da sua família: Funcke. A região de San Rafael possui clima semidesértico, com amplitude térmica elevada. Os vinhedos estão plantados em uma colina com ventos constantes. É nesse ambiente em que são cultivadas as uvas malbec, que proporcionam a vinificação e elaboração do La Espera Malbec. O rótulo se destaca por passar seis meses em barrica de carvalho francês, aportando ao rótulo a coloração rubi, aromas de frutas pretas sobremaduras e especiarias doces, como baunilha. No paladar, é intenso e conta com ótima persistência. Nhoque e prime rib são pratos que combinam muito bem com a bebida. Entre os vinhos selecionados para a assinatura de vinhos Premium estão rótulos argentinos, elaborados com a uva malbec de Mendoza. ClubeD Selection No ClubeD Selection, um rótulo italiano e outro argentino compõem a seleção de fevereiro. Veja detalhes de cada um! Ghiaccio Forte Morellino di Scansano Castello Romitorio, localizada na Itália, é uma vinícola marcada pela história que, até se tornar uma vinícola e uma oficina de arte, foi um templo, um mosteiro, um castelo e um abrigo para pastores e seu rebanho. Passou dos romanos, pela Idade Média, foi abandonado e restaurado por Sandro Chia nos anos 1980. Ghiaccio Forte Morellino di Scansano é um dos seus rótulos, elaborado com a casta sangiovese, com vinhedos localizados no sopé da colina Ghiaccio, na Toscana, ao longo do Rio Albergna, enraizados em solos argilosos e arenosos. Para vinificação, as uvas são colhidas em parcelas, preservando o terroir. Em seguida, é feita a maceração em contato com as castas e, depois, a fermentação malolática, em tanques de inox. O vinho possui coloração granada, aromas de frutas e notas terrosas. Os taninos e a acidez são expressivos no paladar. Para acompanhá-lo, opte por um espaguete à bolonhesa ou uma pizza pepperoni, pratos da culinaria local. Vale dizer que o rótulo possui 92 pontos na Wine Advocate e recebeu a menção de Monica Larner. “A pura expressão do sangiovese […]. É quente, terroso, com muita fruta preta e concentração que se espera da safra”, descreve. Bianchi Particular Cabernet Franc Para o ClubeD Selection, a vinícola argentina Bianchi, de Mendoza, também teve um dos rótulos selecionados. Entre seus vinhos orgânicos, produzidos em vinhedos sustentáveis, o Bianchi Particular é um rótulo que leva a uva cabernet franc em sua elaboração. A produção de cachos por pé é controlada. O rótulo passa por um amadurecimento de 12 meses em barricas de carvalho e mais oito meses em garrafas durante o processo de vinificação. Como resultado, apresenta coloração rubi intensa, aromas de frutas pretas em compota e especiarias. No paladar, é intenso e com ótima persistência. Para acompanhar, a recomendação é a pizza de burrata ou uma receita que contenha de frango com erva-doce. Ghiacchio Forte, da Itália, e Bianchi Particular, da Argentina, foram os vinhos selecionados em fevereiro para o ClubeD Selection. Gostou dos rótulos e quer fazer parte do clube de assinatura de vinho do Divvino, o ClubeD? Então, clique na imagem abaixo, escolha seu plano e receba mensalmente rótulos em sua casa! Vinhos selecionados para os sócios do ClubeD em janeiro! Bem-vindos ao artigo com os vinhos selecionados de janeiro de 2025 do ClubeD! Começando o ano com grande estilo, preparamos uma seleção exclusiva de rótulos para os nossos sócios desfrutarem e celebrarem momentos inesquecíveis. Em cada uma das categorias, dois vinhos perfeitos para degustação e acompanhamento de pratos deliciosos. Confira cada um! ClubeD Classic Os vinhos selecionados para a categoria Classic do ClubeD são o Amigo Perro Merlot, um tinto chileno, e o Incrível, um blend tinto português. Confira os detalhes! Amigo Perro Merlot O vinho Amigo Perro é um dos rótulos da vinícola La Junta, de origem chilena, especificamente no Vale do Curicó, localizado ao pé da Cordilheira dos Andes até a costa do Pacífico. O solo é aluvial e argiloso, enquanto o clima mediterrâneo e semiárido, combinado com a ótima altitude, favorece a ampla amplitude térmica Esse fator proporciona tardes quentes e noites frescas, impactando diretamente no amadurecimento da uva e na obtenção de vinhos mais frescos. O Amigo Perro Mertlot, elaborado com a casta merlot, apresenta coloração vermelho rubi brilhante e aroma com notas de frutas pretas e especiarias doces, pelo fato de ocorrer afinamento em barricas de carvalho francês. No paladar, possui ótimo volume em boca e taninos finos. É ideal para harmonizar com aperitivos, como tábua de queijos e frios, ou junto com o prato de espaguete ao molho sugo. Incrível Blend O Incrível é um rótulo português, elaborado a partir de um blend de três uvas: tinta roriz, jaén e alfrocheiro. É produzido pela vinícola Silgueiros, no Dão, uma das primeiras regiões demarcadas em Portugal. O vinho caracteriza-se pela cor vermelha com nuances púrpura. A curiosidade é que amadurece em cubas de cimento por oito meses, o que proporciona notas de frutas pretas sobremaduras, como ameixas e cerejas, além de toque mineral de sílex. No paladar, é encorpado, intenso com ótima estrutura e conta com final de boca persistente. Se você for sócio do ClubeD na categoria Classic, experimente o rótulo com nhoque com cogumelos ou um t-bone, duas ótimas opções para harmonização. Incrível Blend e Amigo Perro Merlot: vinhos de janeiro do ClubeD Classic. ClubeD Fresh Para a categoria Fresh, os dois vinhos selecionados são da vinícola chilena Cremaschi. Confira o rótulo branco e o rosé! Brisas del Valle Pinot Grigio Brisas de Valle é um rótulo produzido pela vinícola Cremaschi, localizada no Chile. As vinhas são cultivadas no Vale do Loncomilla, no Maule. O terroir está próximo ao mar, amenizando altas temperaturas e colaborando para que o vinho se torne mais fresco e aromático, ideal para degustar em dias quentes do verão. Sua elaboração é feita com a uva pinot grigio, com notas de frutas cítricas e de caroço, assim como um toque mineral. Sua cor é um amarelo brilhante, com nuances douradas. No paladar, percebe-se uma textura sedosa e acidez equilibrada. É o vinho perfeito para acompanhar risoto de camarões, sardinhas grelhadas, bolinho de bacalhau e outros pratos que envolvam peixes ou frutos do mar. Brisas del Valle Carménère Rosé O outro rótulo de janeiro da categoria Fresh do ClubeD é o Brisas del Valle Carménère Rosé. Também da vinícola Cremaschi, vale contar sobre as raízes da empresa. De origem italiana, a família tem experiência vitivinícola há 130 anos. Duas pessoas são essenciais na história: Ángel Furlotti que fundou o primeiro vinhedo em Mendoza (Argentina) e Víctor Cremaschi, que patenteou o processo de fermentação contínua. Essa história segue pelo Vale do Loncomilla, no Chile, demonstrando até hoje a qualidade em seus rótulos. Este, especificamente, conta com coloração rosa pálido brilhante, com reflexos sutis de salmão. O aroma é fresco e delicado de frutas vermelhas e cítricas, como morangos, framboesas, toranja e limão. No paladar, apresenta acidez refrescante e textura leve, com o sabor vibrante das frutas vermelhas e um dulçor que equilibra na boca. O final é fresco e agradável. O rótulo vai muito bem com frangos assados e comidas tailandesas, conhecidas por sua picância. Brisas del Valle Carménère Rosé e Brisas del Valle Pinot Grigio: vinhos de janeiro do ClubeD Fresh. ClubeD Premium Para a categoria Premium, os sócios receberão em janeiro um rótulo especial da vinícola francesa Château Auzias e um mais democrático da Maison Le Star. Veja os vinhos selecionados! Château Auzias Malbec Chatêau Auzias é uma vinícola francesa que se localiza a poucos passos da cidade de Carcassone e do Canal de Midi, contando com 110 hectares de vinhedos que seguem as tradições de Languedoc. Os rótulos são elaborados com a Denominação de Origem Controlada (DOC) da cidade de Carcassone, com o poder e a riqueza do Languedoc. O rótulo do mês do ClubeD Premium é o Chatêau Auzias Malbec, elaborado com a casta malbec que proporciona notas mais frutadas, como morangos e ameixas, além de notas de carne curada. No paladar, os taninos são firmes e contam com acidez envolvente. Harmoniza muito bem com carpaccio, em uma entrada, ou junto com as carnes vermelhas num churrasco. Le Pont D’Amour Tempranillo Le Pont D’Amour é um rótulo da Maison Le Star, vinícola com propósito de simplificar o acesso ao vinho, colocando a emoção ao centro da experiência de degustação. O vinho é elaborado em uma das mais belas e ensolaradas regiões da Espanha. Apresenta aromas de frutas vermelhas e conta com um paladar delicado, muito bem-equilibrado entre os taninos finos e a acidez. Para acompanhá-lo, a recomendação são pratos vegetarianos, como ratatouille e pizza margherita. Chatêau Auzias e Le Pont D’Amour: vinhos de janeiro do ClubeD Premium. ClubeD Selection Dois rótulos bem escolhidos para a categoria Selection: Chianti Classico Riserva e Sito dei Fossili Roero. Cada um com suas particularidades, mas ambos com sabores deliciosos para você aproveitar. Conheça seus detalhes! Checci Reserva di Famiglia Chianti Classico O Chianti Classico Riserva é um rótulo da vinícola Cecchi que provém da safra de 2019, na Itália. Nesse ano, as condições climáticas foram típicas da região, com um inverno levemente mais fresco e de baixa precipitação, enquanto o verão foi quente, mas sem picos extremos de calor. Essas características proporcionaram a elaboração do vinho a partir do blend de uvas sangiovese e cabernet sauvigon. Esse tinto apresenta coloração rubi, com aromas de frutas vermelhas e cerejas azedas, além de notas de toranja, cravo e baunilha. No paladar, é complexo e possui acidez vibrante. Para acompanhar, prefira entradas, como bruschetta de presunto cru ou focaccia com antepastos. Bric Cenciurio Sito dei Fossili Arneis Roero Por fim, o outro vinho da categoria Selection é o Sito dei Fossili Roero. A curiosidade aqui se dá pelo nome da vinícola, que é uma homenagem a um vinhedo histórico localizado em Roero, na Itália. Em 1990, Franco Pittatore e seu cunhado, Carlo Sacchetto, decidiram unir suas propriedades em Barolo e Roero, para dar vida ao seu sonho: produzir vinhos tradicionais de alta qualidade. Um sonho, mas também um projeto sólido, realizado hoje pelos filhos de Franco, Alessandro e Alberto, em seus vinhedos em Barolo, Novello, Castellinaldo e Magliano Alfieri. Todos estão localizados dentro da comuna de Castellinaldo na área de “Bric Cenciurio”. Durante a quebra do solo, foram encontrados fósseis de folhas e peixes, originando o nome “Sito dei Fossili” (sítio fóssil, em português). No local, são cultivadas as uvas da casta arneis, utilizadas para elaborar o rótulo, que conta com amadurecimento de seis meses em toneis de carvalho esloveno. Durante esse período, é realizada a técnica de battonage. Sua coloração é amarelo pálido com detalhes em verde. No olfato, apresenta aromas complexos de frutas amarelas e fermento de pão, enquanto seu sabor possui boa estrutura e intensidade, além de ótima acidez. Para acompanhar o vinho, aposte em vegetais grelhados e iscas de peixe frito. Sito dei Fossili Arneis Roero e Chianti Classico Riserva: vinhos de janeiro do ClubeD Selection. Esta foi a seleção de vinhos de janeiro de 2025 para o ClubeD, do Divvino. Você já conhecia alguns dos rótulos, suas curiosidades e características? Ainda não faz parte do clube de assinatura de vinho e quer aproveitar? Então, clique na imagem abaixo e conheça suas vantagens! O post Vinhos selecionados para os sócios do ClubeD em fevereiro! apareceu primeiro em Divvino - Conheça tudo sobre o mundo dos vinhos.
Quem gosta muito de vinho já deve ter reparado que alguns rótulos carregam o selo “DOC”. Trata-se de uma sigla que significa Denominação de Origem Controlada, uma forma de controle de qualidade. Como surgiu a Denominação de Origem? O termo DOC foi criado em Portugal, 1756, por Marquês do Pombal. Quando o vinho do Porto estava no auge do sucesso, era um dos principais produtos de exportação do país. Contudo, já que a demanda por este vinho não parava de crescer, começaram a surgir as primeiras falsificações e adulterações da bebida. Dessa forma, ele havia criado um sistema de controle, chamada Denominação de Origem Controlada, que garantiria a procedência dos vinhos do Porto. Leia também: Vinho e suco de uva integral: quais as semelhanças e benefícios? Como é atualmente? Hoje em dia vários países adotam essa sigla como um jeito de legitimar vários aspectos do processo de fabricação do vinho. Entre eles o Brasil, a Itália e a França. Além de assegurar a qualidade do vinho e genuinidade dos processos de produção, o certificado DOC visa estabelecer os métodos de vinificação, o rendimento por hectare, o processo de envelhecimento do vinho e, muitas vezes, a graduação alcoólica. Em várias partes do mundo, esse certificado também aparece em outros produtos como queijos, azeites, manteigas e chocolates. Lembrando que não é fácil conquistar um selo de Denominação de Origem. Para isso, é necessário cumprir rigorosamente as normas estabelecidas, e depois submeter às amostras dos vinhos para as comissões reguladoras de avaliação local. Nesta avaliação são considerados parâmetros como as práticas enológicas, práticas culturais, as castas recomendadas e autorizadas, o tipo de solo, delimitação geográfica da área, métodos de vinificação, teor alcoólico mínimo natural, as características físico-químicas e as características organolépticas. O objetivo é garantir um controle de qualidade em todo o processo de produção, desde a vinha até o consumidor final. As siglas de DOC variam entre os países. Portanto, você pode encontrá-la escrita de maneiras diferentes, como: AOC: Appellation d’Origine Contrôlée (França); DO: Denominación de Origen (Espanha); DOC: Denominação de Origem Controlada (Países de língua portuguesa); DOCG: Denominação de Origem Controlada e Garantida (Países de língua portuguesa); DOC: Denominazione di Origine Controllata (Itália); QBA: Qualitätswein Bestimmter Anbaugebiete (Alemanha); WO: Wine of Origin (África do Sul). Ficou claro o que significa Denominação de Origem em vinhos? Quer saber mais sobre vinhos? Então leia o nosso post Degustação vertical ou horizontal: o que é? + diferença e aprenda mais! The post Denominação de Origem em vinhos: o que significa? first appeared on blogdosvinhos.
Para quem não conhece os processos de vinificação, é comum imaginar que o vinho vegano é a regra, e não a exceção, uma vez que a base da bebida são as uvas. Elas ocupam o papel central, porém diversos outros insumos químicos são utilizados no processo de vinificação. Um deles é a clarificação, que retira as impurezas da bebida e deixando ela límpida e com o brilho. E é neste momento que os produtores podem optar pelo uso de insumos animais ou não, tornando alguns vinhos não veganos. Ficou curioso para entender mais sobre o assunto? Continue a leitura! Afinal, por que nem todo vinho é vegano? Nem todos os vinhos são veganos, pois alguns produtores utilizam proteínas animais no processo de clarificação de vinhos e espumantes, com o objetivo de tornar o líquido mais límpido. Os principais produtos de origem animal utilizados na clarificação são a albumina da clara do ovo, a caseína (proteína do leite) e a cola de peixe. Todos funcionam como agentes de coagulação durante a produção, ou seja, filtram os resíduos sólidos presentes na bebida. É importante mencionar que alguns países proíbem o uso de insumos específicos. Na União Europeia, por exemplo, os produtores não podem utilizar algumas proteínas, como a caseína do leite. Viticultores que produzem vinhos veganos e os submetem ao processo de clarificação utilizam a bentonita no lugar dos insumos animais. Trata-se de um tipo de pedra de argila que também funciona como agente de coagulação durante a etapa. Para que um vinho seja vegano, é necessário que ele não utilize ingredientes de origem animal no processo de clarificação. Por que os insumos animais não aparecem no rótulo? O processo de clarificação é responsável pela remoção de impurezas da bebida. Para que isso aconteça, o agente coagulante adere todos os resíduos presentes no tanque, que vão para o fundo do reservatório. Quando a bebida está pronta para ser engarrafada, todo esse material indesejado é desprezado. Embora os insumos de origem animal façam parte do processo de produção do vinho, eles não estão presentes no produto engarrafado e, consequentemente, não são parte da composição final do exemplar. É por isso que os ingredientes de origem animal não são discriminados no rótulo. Além disso, até o momento, não há legislação específica que obrigue os produtores a especificar se seus vinhos são veganos. Como saber se um vinho é vegano? Para saber se é um vinho vegano ou não, é importante seguir alguns passos para obter a informação. Confira na sequência! Confira informações da vinícola Procure informações que digam se o vinho é “não filtrado”, “não afinado” ou “métodos de autoclarificação natural”. Isso indica que não houve um agente externo durante a clarificação ou nem houve o processo em si. Nesses casos, os vinhos são indicados para veganos. Caso não encontre nenhum indício, visite a página institucional da empresa produtora. Algumas vinícolas renomadas, como a Miolo, possuem seções dedicadas sobre seus métodos de produção e sobre a não utilização de insumos animais em seus produtos. Consulte outras fontes Outra boa opção são os sites e as comunidades, como o Barnivore, nos quais os próprios veganos cadastram produtos que possuem, ou não, ingredientes de origem animal. Normalmente, eles incluem uma declaração das empresas viticultoras, explicando quais dos seus rótulos são adequados para o público vegano. Para encontrar um vinho vegano, confira informações disponibilizadas pelo produtor. Por que escolher vinhos veganos? Os vinhos veganos têm algumas características que os diferenciam dos tradicionais. E entre os motivos de optar por esses rótulos estão: Ausência de produtos animais durante a clarificação, optando por alternativas vegetais, como bentonita, carvão ativado, proteínas vegetais (como ervilha e batata) ou sílico gel. Adesão a práticas veganas no processo completo de produção. Comprometimento com a sustentabilidade, com práticas agrícolas orgânicas, contribuindo com uma produção mais ecológica. Vinho vegano: lista para conhecer Agora que você já sabe por que alguns vinhos são veganos e outros não, aproveite para conferir nossas sugestões de rótulos da categoria! Montgras Organic Pinot Noir Inspirado no equilíbrio natural gerado em vinhedos orgânicos. Toda a flora e fauna existentes nos vinhedos orgânicos permitem o controle natural das diferentes pragas que atacam a videira, já que elas desempenham um papel importante no controle de ervas daninhas e na polinização. A Montgras é um vinícola chilena com preocupações sustentáveis, certificada pela incorporação de práticas sustentáveis desde 2011 e reconhecida pela produção de vinhos veganos e orgânicos. Entre seus rótulos está o Montgras Organic Pinot Noir, com uvas cultivadas na região de Bío Bío, entre os melhores terroir chilenos, apresentando ótima continentalidade e frescor para castas brancas. Este vinho vegano se destaca por ser muito aromático, com notas terrosas, de frutas vermelhas maduras, cacau e toque floral. Visualmente, possui a cor rubi e, no paladar, conta com ótima textura e acidez agradável. Por ser elaborado com uma casta mais leve e menos encorpada, é recomendo por quem está começando no mundo dos vinhos. Para harmonizá-lo, escolha pratos que levem cogumelos em sua composição, sejam recheados ou em creme. Considere também antepasto de berinjela, pizza de quatro queijos e uma tábua de queijos moles, como brie, camembert, muçarela de búfala e burrata. Bianchi Soñador Malbec Pinot Noir A Bianchi é uma vinícola argentina premiada e que preza pela sustentabilidade, com objetivo de atender as necessidades do presente sem comprometer as gerações futuras. A ideia da empresa é ir cada vez mais longe em termos de ecologia, cuidado e respeito ao meio ambiente. Um dos seus vinhos rosés veganos é o Soñador, elaborado com um blend de malbec e pinot noir; castas produzidas na região de San Rafael, em Mendoza. O terroir permite esse tipo de cultivo sem que as pragas dizimem os vinhedos, devido a localização do terroir, já que possui montanhas de um lado e o mar do outro. O rótulo possui coloração rosa pálido, seus aromas são de frutas vermelhas, como framboesas e groselha, e o sabor apresenta refrescância e um final frutado. Para acompanhar, recomendam-se risotos vegetarianos, fondue de queijo, brie folhado, saladas, antepastos e pratos com peixes e frutos do mar. É vendido exclusivamente no divvino.com.br. Sacha Malbec Uma das filosofias da Vinecol é a agricultura orgânica, baseada no cuidado com a terra e o meio ambiente. A vinícola argentina utiliza apenas produtos de origem natural e permitidos para o padrão orgânico internacional. Além da produção de vinhos veganos, não são utilizados insumos agroquímicos ou geneticamente modificados. O objetivo é respeitar o terroir, promover uma identidade única dos vinhos, promover solos mais limpos e seguir padrões estabelecidos em toda a vinificação. A recomendação de vinho vegano é o Sacha Malbec, um dos rótulos elaborados neste processo. Vale citar que o vinho envelhece de seis a oito meses em barricas de carvalho, o que resulta em uma coloração púrpura. No olfato, há uma combinação de frutas vermelhas maduras com ervas e especiarias, como cravo, e notas de chocolate, fumaça e menta. O sabor é agradável, com dulçor no início, corpo médio e final longo, com frescor. Para acompanhar, o ideal é servir com massas e carnes vermelhas. Pristino Bonarda Produzido na região de Mendoza, na Argentina, Pristino Bonarda é outro vinho orgânico e vegano da Vinecol. Possui coloração rubi com bordas violáceas, aromas de frutas vermelhas maduras, além de notas de café e cacau. A passagem por barris de carvalho francês também confere ao rótulo um toque amadeirado. No paladar, é maduro, equilibrado e com boa estrutura. Harmoniza bem com carne de panela, escondidinho de batata baroa e risoto de filé e castanhas. De Bortoli Windy Peak Sauvignon Blanc De Bortoli é uma vinícola australiana que também preza pela sustentabilidade no seu modo de produção. Além dos requisitos obrigatórios das práticas exigidas internacionalmente, são implementados cuidados na prática de embalagem do vinho e gerenciamento de resíduos, com objetivo de ser uma empresa que produz zero lixo. O Wind Peak é um rótulo vegano elaborado com o blend das uvas sauvignon blanc e sémillon. Apresenta coloração amarelo-palha, aromas de maracujá e ervas. É leve e bastante fresco, harmonizando bem com frutos do mar e queijos de mofo branco. Doña Paula Estate Chardonnay De origem argentina, mais especificamente da região de Mendoza, este chardonnay com passagem por barricas de carvalho francês apresenta coloração amarelo intenso e reflexos dourados, aromas de damasco, pêssego e baunilha. No paladar é untuoso, ideal para harmonizar com massas ao molho de queijos e risoto de brie com damasco. Vale citar que a vinícola Doña Paula reflete o vinhedo de origem em seus vinhos, elaborando com processos que respeitam as características de cada variedade. Todos são veganos. Entender os processos de vinificação é primordial para identificar um vinho vegano e outras características de suas bebidas favoritas, principalmente se você deseja evitar produtos com ingredientes de origem animal. Portanto, sempre consulte o rótulo e, caso necessário, descrições online ou até mesmo os próprios viticultores. E caso você queira conhecer mais vinhos veganos, acesse o divvino.com.br, clicando na imagem abaixo! O post Nem todo vinho é vegano: você sabe por quê? Conheça rótulos! apareceu primeiro em Divvino - Conheça tudo sobre o mundo dos vinhos.
Veja um prato de Salada de Atum que é simples, saboroso e ricos em proteína, um grande aliado para manter uma alimentação equilibrada; Salada de Atum, Pepino e Uva Passa Ingredientes 1 pepino médio cortado em rodelas 2 colheres de sopa de uvas passas brancas 2 colheres de sopa de iogurte natural 1 punhado de folhas de hortelã fresca picadas 1 colher de sopa de azeite de oliva 1/2 xícara de nozes picadas 1 lata de Atum Sólido ao natural Gomes da Costa 170g Sal e pimenta-do-reino a gosto Modo de preparo Abra a lata de atum, drene o líquido e reserve. Misture o pepino, as uvas passas e as folhas de hortelã picadas. Adicione o iogurte natural e misture bem para incorporar todos os ingredientes. Regue a salada com o azeite de oliva e tempere com sal e pimenta-do-reino a gosto. Adicione as nozes picadas. Por último, adicione o Atum Gomes da Costa, misture delicadamente e sirva. Confira AQUI nossa receita de Salada de maionese crocante com pepino Veja conteúdos exclusivos da Rede Food Service no Youtube O post Salada de Atum, Pepino e Uva Passa apareceu primeiro em Rede Food Service.
A vinícola Alma Gerais estreou com grande sucesso ao conquistar um título importante em sua primeira safra. O vinho mineiro branco seco Alma Gerais Sauvignon Blanc recebeu o reconhecimento de Sauvignon Blanc mais bem pontuado do Brasil, alcançando 92 pontos na 14ª edição do Guia Adega Brasil. O rótulo também figura entre os 20 melhores vinhos nacionais, escolhidos entre quase mil amostras de 115 vinícolas avaliadas pela revista. Localizada em Bom Sucesso, no Sul de Minas, a Alma Gerais também obteve destaque com outros dois rótulos da mesma safra: o Syrah Tinto e o Syrah Rosé, que receberam 90 e 91 pontos, respectivamente. O CEO Alessandro Rios celebrou os resultados, afirmando que o reconhecimento reafirma o padrão de excelência da vinícola desde sua fundação, além de destacar o avanço da viticultura mineira. Rios atribuiu o sucesso à combinação de fatores produtivos que envolveram profissionais de alto nível, decisões estratégicas no plantio e cuidados detalhados com os vinhedos. Ele também destacou o papel do terroir, conjunto de fatores naturais que influenciam a produção de vinhos, como um elemento essencial para a qualidade alcançada. O investimento em tecnologia, apoiado pela expertise de Rios na indústria láctea, também contribuiu para os resultados. Entre os profissionais envolvidos no projeto estão nomes de destaque como o agrônomo e sommelier chileno René Vasquez, e Frederico Novelli, especialista em uvas para vinhos de inverno. Na área de enologia, a vinícola contou com consultoria estratégica de Mário Geisse, referência nacional na produção de espumantes e responsável por abrir o mercado da Chandon na América do Sul nos anos 1970. Segundo Rios, o trabalho com Geisse foi fundamental para alcançar a qualidade que rendeu ao vinho branco a nota 92 no Guia Adega.The post Vinho mineiro está entre os 20 melhores do Brasil first appeared on blogdosvinhos.
Os vinhos da Borgonha ocupam um lugar de destaque no coração dos amantes de vinhos. Reconhecidos por sua qualidade excepcional, esses vinhos representam o que há de mais refinado no mundo vitivinícola. Mas o que torna esses rótulos tão desejados e, muitas vezes, mais caros? Vamos explorar algumas curiosidades sobre a região e entender os motivos por trás de seus preços elevados. E, claro, mostrar que é possível encontrar vinhos da Borgonha acessíveis com uma boa curadoria – o que a Cellar faz com excelência. A Geografia Singular da Borgonha Localizada no leste da França, a Borgonha é uma das regiões vinícolas mais antigas e prestigiadas do mundo. Dividida em sub-regiões como Côte de Nuits, Côte de Beaune, Chablis e Mâconnais, a Borgonha possui um terroir incrivelmente diversificado. Esse conceito, que combina fatores como solo, clima e topografia, é fundamental para a produção de vinhos da Borgonha com personalidade única. Os vinhedos da Borgonha são incrivelmente fragmentados, muitas vezes separados por poucos metros de distância. Séculos de divisões de terra entre herdeiros, um processo histórico que remonta ao período napoleônico, resultaram nessa fragmentação. Assim, cada parcela, chamada de “climat”, pode produzir um vinho com características únicas, mesmo que esteja ao lado de outro vinhedo. Por que os Vinhos da Borgonha São Caros? Além da qualidade inquestionável, a Borgonha é frequentemente citada devido ao preço dos seus vinhos. Geralmente, eles são considerados mais caros do que os de outras regiões. No entanto, existem alguns fatores que justificam isso: Produção Limitada: A Borgonha possui vinhedos pequenos e altamente valorizados, e a produção de vinho é limitada. Devido a isso, muitos dos vinhos mais renomados da região, como os Grand Crus, são feitos em quantidades reduzidas, aumentando sua raridade e, consequentemente, seu valor. Alta Demanda: Além disso, a reputação dos vinhos da Borgonha atrai enófilos do mundo todo. Grandes apelações como Gevrey-Chambertin ou Montrachet – que você encontra no portfólio da Cellar – são objetos de desejo para colecionadores, elevando os preços em leilões e no mercado em geral. Complexidade de Produção: Os vinhos da Borgonha são produzidos principalmente a partir de duas uvas – Pinot Noir para os tintos e Chardonnay para os brancos. Ambas as variedades são sensíveis ao terroir e exigem muita atenção nos vinhedos e na vinificação. A dedicação dos produtores para extrair o melhor dessas uvas é outro fator que agrega valor. História e Prestígio: Por fim, com mais de mil anos de tradição vinícola, a Borgonha tem uma história rica que contribui para seu status icônico. Muitas propriedades pertencem às mesmas famílias ou a mosteiros há séculos, agregando um valor histórico à marca. É Possível Encontrar Bons Vinhos da Borgonha a Bons Preços? Embora a Borgonha produza vinhos frequentemente associados a preços elevados, existem muitas opções acessíveis que oferecem a experiência da região. Por isso, o segredo está em encontrar pequenos produtores que valorizam a qualidade, mas que ainda não conquistaram o estrelato global. Em resumo, esse é o papel da Cellar: realizar uma curadoria cuidadosa para trazer aos clientes vinhos excepcionais da Borgonha que oferecem excelente custo-benefício. Por exemplo, você pode encontrar verdadeiros achados explorando rótulos de vilarejos menos conhecidos ou produções de novos talentos da região, sem comprometer o orçamento. Então, que tal explorar os encantos dos vinhos da Borgonha com a Cellar? Visite o nosso site e conheça o nosso portfólio. Saúde! O post Curiosidades sobre os vinhos da Borgonha e por que eles são tão valorizados apareceu primeiro em Blog da Cellar.
Vinho branco com soda de maçã verde e canela é uma bebida refrescante e saborosa ideal para qualquer ocasião. Experimente e surpreenda-se! Este artigo Vinho Branco com Soda de Maçã Verde e Canela: Uma Mistura Refrescante, foi referenciado anteriormente no blog Mestre dos Drinks - Magia, Alquimia e Química na Combinação de Sabores
O ano de 2025 começou com temperaturas muito altas! Esse clima pede por um dia na praia, uma água gelada, pratos frescos e, por que não, um vinho para refrescar no calor? Para enfrentar o verão da melhor maneira, criamos uma lista de vinhos e espumantes que são indispensáveis nesse período. Leia também: Verão Tinto: o drink ideal para dias de calor 1. Miolo Seleção Rosé Melhor rosé do mundo no top 10 de 2019 e uma das atrações do 7º Rio Wine & Food Festival: esse é o vinho Miolo Seleção Rosé! Esse vinho é ideal como aperitivo ou para acompanhar uma saladinha. Também combina bem com refeições mais leves com peixes e mariscos e de média estrutura como carnes brancas de frango ou peru. Pizzas vegetarianas ou cárneas, queijos macios e embutidos com temperos leves também são boas escolhas. Veja suas características: Visão: Límpido, brilhante, coloração rosada de média intensidade. Olfato: Apresenta perfume de frutas vermelhas, morango e cereja. Paladar: Vinho macio em boca, leve e muito agradável. 2. Frisante Monte Paschoal Rosé Suave O sabor do Frisante Monte Paschoal Rosé Suave é leve e refrescante, com uma doçura suave e um toque frutado. Este vinho é a escolha perfeita para ser servido como acompanhamento de entradas e sobremesas, proporcionando um equilíbrio perfeito de sabores. Sirva na temperatura 4° a 6°C. Visão: Cereja. Olfato: Morango, Lichia, Amora. Paladar: Leve, Refrescante, Frutado. 3. Espumante Aurora Moscatel Rosé Para quem prefere um espumante, o Aurora Moscatel Rosé pode ser a resposta certa para se refrescar. Ele já combina mais com sobremesas, como cheesecakes, tiramisù e torta de maçã. Visual: Com tonalidade delicada, sua coloração é levemente rosada e perlage persistente. Olfato: Delicada sensação aromática, com aromas que expressam notas florais e frutadas, lembrando mel e frutas tropicais. Paladar: Fresco, leve e adocicado, apresenta acidez moderada em perfeito equilíbrio com sua doçura. 4. Vinho Casa Valduga Origem Chardonnay O vinho Casa Valduga Origem Chardonnay é leve e equilibrado. Combina com pratos leves como salada Ceasar, brusquetas, risotos, peixes e frutos do mar. Visão: Amarelo esverdeado claro brilhante. Olfato: Aroma elegante e agradável. Lembra frutas tropicais como abacaxi, frutas de polpa branca – maçã e pera – além de toques florais como o da flor de laranjeira. Paladar: Em boca o vinho tem uma acidez equilibrada, com corpo leve e um toque amanteigado que aporta untuosidade e permite a versatilidade de harmonizar ou ser bebido desacompanhado. 5. Espumante Cava Freixenet Ice Feito para dias de calor, o espumante Cava Freixenet Ice é um vinho refrescante perfeito para aqueles longos períodos de descanso no jardim ou jantares de verão com amigos. Visão: Possui coloração amarelo palha com reflexos dourados com fino perlage. Olfato: Fino perlage, sabores de pêssego e pêra madura, flores e notas de frutos tropicais. Paladar: cremoso e doce com um final longo refrescante. Este delicioso cava semi-seco é mais rico para equilibrar o uso do gelo de modo que o gosto do espumante não seja alterado. Onde comprar vinho para refrescar no calor? Está procurando vinhos e espumantes com os melhores preços? Dê uma olhada no Bebidas do Sul! Comprando na loja online, seu vinho chega direto na sua casa.The post Vinho para refrescar no calor do verão: 5 melhores! first appeared on blogdosvinhos.
Terremoto com suco de abacaxi e espuma de vinho é uma combinação deliciosa que você não pode deixar de experimentar! Este artigo Terremoto com Suco de Abacaxi e Espuma de Vinho: Uma Explosão de Sabor, foi referenciado anteriormente no blog Mestre dos Drinks - Magia, Alquimia e Química na Combinação de Sabores
Caipirinha de framboesa e espumante é a combinação perfeita para um brinde especial. Descubra essa delícia refrescante! Este artigo Caipirinha de Framboesa e Espumante: A Revolução dos Drinks, foi referenciado anteriormente no blog Mestre dos Drinks - Magia, Alquimia e Química na Combinação de Sabores
Vinho tinto com licor de frutas vermelhas e canela é uma combinação perfeita para aquecer momentos especiais e aumentar seu prazer com bebidas. Este artigo Vinho Tinto com Licor de Frutas Vermelhas e Canela: Sabor Irresistível, foi referenciado anteriormente no blog Mestre dos Drinks - Magia, Alquimia e Química na Combinação de Sabores
Você sabe o que significa terroir? Esse termo, frequentemente mencionado nas descrições de vinhos, tem origem francesa e, embora remeta a conceitos como terra e território, seu significado vai muito além disso. Curiosamente, também não há uma tradução exata para outros idiomas. Leia também: Qual a diferença entre vinhos de mesa e vinhos finos? Na definição de Larousse, terroir é o conjunto de terras de uma região, consideradas do ponto de vista de sua aptidão agrícola e de fornecimento de um ou mais produtos característicos. É um nome dado não só para vinhos, mas também queijos, embutidos, geleias, especiarias, mel e outros alimentos. O que eles têm em comum é o respeito pela qualidade e pela identidade de seu lugar de origem, que faz cada produto ser reconhecido como único e como referência de qualidade. No caso do vinho, o Le Guide de Vins de France, define terroir como um conjunto de vinhedos, ou vinhas, de uma mesma região e de denominação de origem, que compartilham do mesmo tipo de solo, condições climáticas, variedades de uvas e do saber fazer do produtor que dão aos vinhos uma especificidade única. O que significa terroir? Para entender o que significa terroir, é importante que esteja claro que não é simplesmente uma região, mas também onde se combinam características muito particulares. O conceito não é um padrão, é algo que diferencia um vinho dos demais por sua qualidade e identidade, deixando evidente na taça que o vinho é daquele lugar. Além disso, este lugar especial precisa ter sido abençoado com características únicas. Tudo começa no solo, se é do tipo pedregoso, granítico, arenoso, calcário ou argiloso. Mas é sobretudo o seu subsolo, sua permeabilidade e composição que permitem a penetração mais superficial ou mais profunda das raízes, determinando como a planta será suprida de água e nutrientes. Para o bom vinho se diz que é necessário que a vinha penetre profundamente na terra para buscar o nutriente e a água que precisa. Quando em abundância, como nos solos férteis, estes elementos geram alta produtividade da planta. Mas o bom para a uva que faz bom vinho é que a produtividade seja baixa para uma maior concentração de qualidade nos frutos. Topografia também é importante, se o relevo é mais plano ou mais inclinado, permitindo ampla exposição ao sol para melhor insolação das plantas, para ventilação e para drenagem das águas da chuva, desenvolvendo frutos sadios e com maturação completa. Outro componente que determina o que significa terroir é o clima. Tem a ver com regime de chuvas que, seja em demasia ou ausência, vai prejudicar as vinhas e determinar inclusive se em algumas regiões será necessária a irrigação, onde sem ela seria impossível o cultivo das vinhas. Também tem tudo a ver com a amplitude térmica, diferença de temperatura entre dia e noite que, quanto maior, melhor, favorecendo o pleno desenvolvimento de todos os elementos importantes da uva, como teor de açúcar, ácidos, polifenóis e elementos de cor (antocianos). E com a luminosidade também, a quantas horas diárias de sol a planta ficará exposta durante as fases de brotação e amadurecimento para poder realizar o fundamental processo da fotossíntese. As regiões ideais para produção de vinhos está entre os paralelos 30º e 50º, tanto ao norte quanto ao sul do planeta. E mesmo esta condição tem seus caprichos quando se trata de terroir. E fora esses fatores naturais, o trabalho humano também influencia, o conhecimento de todos estes elementos de cada terroir para poder manejar o vinhedo para tirar dele a melhor matéria-prima e para dela fazer o bom vinho, aquele que terá a identidade deste lugar. O vinho de terroir na taça É fácil reconhecer um vinho de terroir quando ele estiver na sua taça. Ele surpreende e instiga, trazendo algo novo, que talvez não tivesse sido ainda degustado. Quando ele não se parece com nada que já tomou antes, ou quando os vinhos que toma fazem lembrar daquele que sempre volta a lembrança como a grande referência. Não é um vinho comum, que você já sabe o que vai sentir e que nem surpreende mais. Vinho de terroir é aquele vinho que ninguém fica indiferente e te cativa. Ficou claro o que significa terroir? Esperamos que sim! Se deseja tirar suas dúvidas sobre vinho, nós podemos ajudá-lo! Confira também nosso artigo The post Terroir: o que significa o termo para os vinhos? first appeared on blogdosvinhos.
A combinação de vinho e frutos do mar é uma das mais clássicas e apreciadas da gastronomia. A delicadeza dos frutos do mar, com texturas e sabores sutis, encontra um parceiro ideal nos vinhos, que podem realçar ou contrastar essas características. Mas como escolher a melhor harmonização de vinho para frutos do mar? Para facilitar sua decisão, vamos explicar como fazer as melhores seleções e também sugerir os vinhos adequados para os frutos do mar. Boa leitura! Por que harmonizar vinho com frutos do mar? Encontrar um vinho que combina com frutos do mar é uma forma maravilhosa de ter experiências completas de sabores, aromas e texturas. A delicadeza dos alimentos, com suas notas salgadas e adocicadas, encontra no vinho a chance de realçar ainda mais suas características ou criar contrastes interessantes. A escolha do rótulo ideal depende de diversos fatores, como o tipo de fruto do mar, o preparo e os acompanhamentos. Uma harmonização bem-sucedida proporciona um equilíbrio de sabores e aromas, elevando a refeição a outro nível. Tipos de vinhos e suas harmonizações com frutos do mar A chave para uma harmonização bem-sucedida está na compreensão das características de cada vinho e de cada prato. Em geral, os brancos são mais indicados para acompanhar, devido à acidez refrescante e aos aromas frutados que equilibram a salinidade dos pratos. No entanto, alguns tintos leves também podem formar pares interessantes. Vamos ver isso em detalhe! Brancos Vinho branco e frutos do mar é a harmonização mais comum, mas não é uma regra. A acidez do vinho balanceia o paladar e o prepara para a próxima garfada, enquanto os aromas frutados complementam os sabores sutis dos pratos, proporcionando uma experiência gastronômica mais completa e prazerosa. Espumantes A combinação de espumantes e frutos do mar é uma das mais clássicas e refrescantes da gastronomia. As bolhas delicadas e a acidez vibrante criam uma harmonia incrível com a leveza e o frescor dos frutos do mar. Rosés Outra combinação especial de vinho para frutos do mar: o rosé é um parceiro perfeito para esses pratos. Sua cor rosada e seus aromas delicados, que variam entre frutas vermelhas, flores e toques cítricos, criam uma harmonia refrescante e elegante. A acidez presente nos rosés equilibra a salinidade dos alimentos, enquanto os taninos suaves, quando presentes, adicionam textura agradável ao paladar. Espumantes, vinhos brancos e rosés são ótimos acompanhamentos para pratos com frutos do mar. Tintos Vinhos tintos leves podem surpreender na harmonização. A chave está na escolha da uva e no perfil do vinho. Para peixes com mais gordura e de estrutura firme como salmão e atum, recomendam-se os vinhos tintos pinot noir e gamay. A acidez presente nesses vinhos tintos também ajuda a cortar a gordura e a realçar os sabores mais intensos dos pratos. Frutos do mar combinam com qual vinho? Para facilitar ainda mais a sua escolha, selecionamos os vinhos adequados para os grupos de frutos do mar mais consumidos. Confira! Moluscos Há mais de 150 espécies de moluscos. Os mais conhecidos são os vôngoles, os polvos, as ostras, as vieiras e as lulas. Ostras São as mais populares e apreciadas por sua delicadeza. Para harmonizar com o sabor levemente salgado das ostras, vinhos brancos secos e refrescantes, como Chablis, riesling e Vinhos Verdes são as melhores opções. Os pratos possuem mineralidade, com notas que lembram sílex. Se as ostras estiverem cruas ou ao bafo, é interessante combinar com rótulos que contam com a mesmas características, como os Chablis que também possuem alta acidez. Um vinho para frutos do mar mais específico, e que vai ser uma grata surpresa no paladar, é o Jean Bouchard Petit-Chablis. Elaborado com a casta chardonnay, expressa seu terroir por meio da mineralidade. Apresenta a coloração amarelo brilhante, com aromas cítricos e notas de lima e limão. No paladar, a acidez é vibrante. Outra possibilidade é optar pelas Champagnes, que possuem perlage e acidez que harmonizam com a estrutura do prato. Sugerimos o rótulo da vinícola Moutard: Grand Cuvée Brut. Elaborado com uvas pinot noir e chardonnay, na região de Champagne, o vinho apresenta coloração amarelada, com perlage que ressalta seus aromas cítricos, com notas de brioche e damasco. No paladar, percebe-se a estruturação, com espuma cremosa e frescor. Lulas e polvos Geralmente consumidos empanados e fritos, combinam bem com vinhos rosés, como os de Alentejo ou Vinho Verde, além de espumantes do estilo Cava. Vôngoles e vieiras Estes moluscos delicados e cada vez mais presentes na culinária harmonizam perfeitamente com vinhos brancos frescos e leves, como sauvignon blanc e pinot grigio. Crustáceos Os crustáceos, como lagosta, camarão, caranguejo e siri, se destacam pela casca externa dura e carne branca similar à dos peixes. Os vinhos para esses frutos do mar devem considerar a escolha de preparo de cada prato. Camarão Entre os crustáceos mais populares, com sabor intenso e salgado, os camarões preparados na manteiga combinam com chardonnays, espumantes brut ou Cavas rosés, pois necessitam de um vinho que equilibre o paladar. Uma sugestão de rótulo é o El Miracle, um Cava rosé da vinícola Vicente Gandia. Conta com tonalidade rosa e intensa, com bolhas persistentes e aroma de frutos vermelhos maduros. No paladar, é cremoso, persistente, com acidez equilibrada e final longo. Agora, se os crustáceos forem preparados com molhos condimentados, experimente harmonizar com gewürztraminer e riesling. Já para o camarão salteado ou com ervas, escolha um sauvignon blanc; ele é perfeito para pratos assim. Lagosta Conhecida pela carne delicada e pelo sabor marcante, a lagosta é preparada de várias maneiras e acrescida de molhos e guarnições diversas. A regra é basicamente a mesma, porém, por se tratar de um alimento com sabores bem presentes dependendo dos seus condimentos, a recomendação é harmonizar com vinhos elaborados com uvas albariño. A lagosta possui carne delicada e marcante, ideal para acompanhar vinhos de uvas albariño. Um rótulo que combina a mineralidade com o sabor é o Atlantis Albariño Rías Baixas D.O., produzido pela Bodega Maetierra. No visual, apresenta coloração amarelo brilhante, com reflexos esverdeados. No olfato, conta com intenso aroma de maçã verde e frutas tropicais e, no paladar, possui frescor e acidez agradável. É equilibrado, com boa estrutura e profundidade. Como o método de preparo afeta a harmonização? A escolha do vinho para frutos do mar é impactada diretamente pelo método de preparo do prato. Isso porque o cozimento, os ingredientes adicionais e as técnicas culinárias podem alterar significativamente os sabores e aromas do prato, exigindo um vinho que complemente essas novas características. Entenda mais! Frutos do mar grelhados Os frutos do mar grelhados tendem a realçar os sabores naturais e a desenvolver uma leve crosta caramelizada. Nesses casos, vinhos brancos secos e minerais, como sauvignon blanc, pinot grigio ou albariño, são excelentes opções. Eles possuem acidez refrescante e notas cítricas que equilibram a leve doçura da carne grelhada e realçam os sabores. Frutos do mar fritos A fritura adiciona uma camada crocante e saborosa ao fruto do mar, mas também pode torná-lo mais oleoso. Experimente harmonizar o prato com vinhos brancos com um pouco mais de corpo e textura, como os chardonnays. Espumantes brut também são uma boa opção, pois a efervescência limpa o paladar e corta a gordura. Chardonnays e espumantes bruts são ótimas escolhas de vinhos para acompanhar frutos do mar fritos. Frutos do mar em molhos cremosos Já os molhos cremosos à base de creme de leite, manteiga ou queijo resultam em pratos com textura rica e sabor intenso. Combine com vinhos brancos encorpados e com boa acidez, como chardonnay com passagem por carvalho, ou espumantes brut rosé, adicionando uma nota frutada e refrescante. Frutos do mar em pratos condimentados A adição de especiarias, ervas e molhos picantes intensifica os sabores do prato. Portanto, para destacar ainda mais as características, escolha vinhos brancos aromáticos e com boa acidez, como gewürztraminer ou riesling. A doçura residual desses rótulos ajuda a equilibrar o picante, enquanto os aromas florais e frutados complementam os sabores complexos do prato. Para você: 5 receitas de poke e rótulos de vinhos para harmonizar Harmonizar frutos do mar e vinho é uma jornada de descobertas que vai além das regras básicas. Ao entender como o método de preparo, os ingredientes e os sabores se relacionam, você pode criar combinações únicas e memoráveis. Explore diferentes rótulos, experimente novas receitas e não tenha medo de sair da sua zona de conforto. Quer aprofundar seus conhecimentos sobre o assunto? Confira mais dicas de harmonização de vinhos no blog do Divvino. O mundo da harmonização é cheio de possibilidades e elas estão esperando por você! O post Combinação perfeita: veja como harmonizar vinhos para frutos do mar apareceu primeiro em Divvino - Conheça tudo sobre o mundo dos vinhos.
Punch tropical com rum e espumante é a bebida ideal para refrescar seus dias quentes, perfeita para festas e encontros entre amigos. Este artigo Punch Tropical com Rum e Espumante: O Refresco Perfeito para o Verão, foi referenciado anteriormente no blog Mestre dos Drinks - Magia, Alquimia e Química na Combinação de Sabores
Pesquisadores reforçam a associação entre o consumo moderado de vinho e a redução do risco de complicações cardiovasculares, trazendo uma abordagem inovadora em seus métodos de pesquisa. O novo estudo “Urinary tartaric acid as a biomarker of wine consumption and cardiovascular risk” utilizou um biomarcador específico do consumo de vinho: o ácido tartárico, encontrado nas uvas. A análise incluiu 1.232 voluntários do projeto PREDIMED, uma pesquisa epidemiológica de grande relevância que investiga os benefícios da dieta mediterrânea na saúde cardiovascular. Por que o estudo sobre consumo moderado de vinho é inovador? Embora se sabe que a ingestão excessiva de álcool seja prejudicial, o impacto do consumo moderado de vinho permanece uma questão em debate na ciência. Segundo Inés Domínguez-López e colegas das universidades de Barcelona e Navarra, os resultados da pesquisa ajudam a posicionar o consumo como parte integrante da dieta mediterrânea, considerada a mais saudável do mundo. Ramon Estruch, membro da equipe de pesquisa, explica que a controvérsia sobre os efeitos do vinho na saúde decorre, em parte, de resultados conflitantes entre estudos. Muitos se basearam em informações autorrelatadas pelos participantes, sujeitas a imprecisões ou enviesamentos. Para superar esse desafio, a equipe complementou os dados dos questionários com a análise de ácido tartárico na urina, um indicador objetivo e confiável. Estatísticas reveladoras do estudo Os resultados demonstraram que o consumo moderado de vinho ou leve oferece vantagens significativas. Beber entre uma taça por semana e menos de meia taça por dia reduz o risco de complicações cardiovasculares em 38%. Esse índice sobe para 50% quando é de meia taça a um copo diário. Contudo, o efeito protetor desaparece com doses superiores a um copo por dia. Os pesquisadores destacam ainda a importância de integrar o vinho às refeições, e que o hábito fora desse contexto não proporciona os mesmos benefícios. Por fim, o estudo reforça o papel do consumo moderado de vinho como elemento saudável. Quer conhecer mais estudos sobre vinho? Então confira nosso artigo Pesquisa mostra que cápsulas nos gargalos ajudam a proteger contra a contaminação!The post Consumo moderado de vinho durante refeições protege o coração first appeared on blogdosvinhos.
Para os amantes de vinhos, explorar variedades e descobrir novos sabores é uma jornada constante e deliciosa. Quando o assunto são os melhores vinhos brancos, a oferta é vasta e intrigante, oferecendo opções refrescantes e versáteis que agradam aos mais diversos paladares. Se você é um apreciador de vinho ou está apenas começando a se aventurar nesse mundo, sempre há uma novidade esperando para ser descoberta. Por isso, continue a leitura e confira a seleção que fizemos para você. Cada rótulo foi escolhido pensando nos momentos de degustação, tanto de pessoas que estão entrando neste mundo, quanto dos entendedores de vinho. Boa leitura! Vinhos brancos para iniciantes Entrar no mundo dos vinhos pode ser animador e um pouco intimidador, especialmente quando você se depara com a ampla variedade de rótulos disponível. Para quem está começando essa deliciosa jornada, os vinhos brancos são um excelente ponto de partida. Conhecidos pela leveza e pelo frescor, eles oferecem diferentes sabores e estilos que agradam até mesmo os paladares mais novos. Esta seção é dedicada a você, que deseja explorar os melhores vinhos brancos sem complicações. Confira! 1. Ricciadoro Pinot Grigio Produzido pela vinícola Castellani, na região da Sicília, na Itália, Ricciadoro é um vinho branco elaborado 100% com uvas pinot grigio, em um processo cuidadoso de vinificação. A casta é muito delicada e é mais fácil de beber por ser leve e fresca, além de possuir aromas característicos com notas cítricas. Por ser branca, ela proporciona uma estrutura diferente com relação a uva sauvignon blanc ou chardonnay, por exemplo. Apresenta coloração amarelo pálido com reflexos esverdeados. O aroma é frutado, evidenciando maçã verde e melão. Conta com boa estrutura na boca, traz uma acidez muito refrescante, sendo extremamente harmonioso e agradável. Essa excelente escolha para quem está iniciando no mundo dos vinhos brancos acompanha bem salada caesar, frango grelhado, comidas mediterrâneas e massas ao pesto. 2. Carmen Discovery Chardonnay Elaborado com uvas chardonnay, o vinho branco Discovery é um rótulo da vinícola Carmen, na região do Vale Central, no Chile, vendido exclusivamente pelo Divvino. Esta casta é uma tela em branco nas mãos de um enólogo, que pode elaborar diferentes tipos de rótulos a partir da casta. Neste caso, apresenta aromas de frutas e especiarias doces, devido a sua leve passagem por barricas. Vale citar que a vinícola é histórica, sendo uma das precursoras do reconhecimento da carménère no Chile. O vinho conta com coloração amarelo pálido, tem aromas de frutas tropicais, como melão, notas de banana, além de baunilha e caramelo. Este último devido a sua passagem pela madeira de carvalho francês. As uvas de clima mediterrâneo dão todo o frescor final ao líquido. Na boca, também apresenta dulçor equilibrado. Se você está buscando um prato para harmonizar, aposte em frutos do mar e peixes grelhados, assim como saladas e tábuas de queijos. 3. Carta Vieja Sauvignon Blanc Produzido pela Carta Vieja, no Vale Central do Chile, este rótulo é elaborado com sauvignon blanc, casta ideal para quem está começando no mundo dos vinhos, pois tem muita tipicidade, conta aromas característicos, sendo facilmente reconhecido pelos iniciantes. Apresenta coloração amarelo pálido, aromas cítricos de limão, abacaxi e maracujá, e, no paladar, é delicado e traz acidez refrescante para quem está começando a experimentar vinhos brancos. Já que esse rótulo não tem passagem por madeira, as percepções de aroma e sabor são maiores. Esse vinho branco chileno acompanha pratos com carnes brancas, como peixes e frutos do mar, massas com molho branco ou pesto, além de risotos com shimeji e castanhas. Como aperitivo em uma tábua de queijo, harmoniza bem os queijos gouda e brie. 4. Gazella Vinho Verde Produzido na região dos Vinhos Verdes, em Portugal, o Gazela é um rótulo elaborado a partir do blend de três uvas: azal, loureiro e trajadura. Ao contrário do que muitos pensam, Vinho Verde refere-se apenas ao nome do local e não do vinho ou sua cor. Localizado mais ao norte de Portugal, dá origem a vinhos mais frescos e com leve efervescência — como no caso do Gazella —, tornando-o mais aromático e, consequentemente, mais fácil de beber. A bebida conta com coloração amarelo pálido, aroma de frutas tropicais e, no paladar, é delicado e cativante. Ideal para consumir no dia a dia, apresenta leve efervescência que realça seus sabores, é muito versátil e acompanha saladas, peixes, frutos do mar, massas ao molho pesto e branco, queijos brie e gruyère, além de canapés de salmão defumado. 5. Santa Florentina Torrontés Um vinho branco argentino que, com certeza, é a escolha certa para quem quer experimentar rótulos da região é o Santa Florentina, da vinícola La Riojana, elaborado com uvas torrontés, em Mendoza. A casta é típica da Argentina e reconhecida facilmente pelo seu aroma mais floral. Normalmente, ela não passa por barrica de carvalho, proporcionando vinhos mais leves e menos complexos. O vinho se caracteriza pela cor amarelo pálido, possui aroma de notas florais e é bem refrescante no paladar, ideal para acompanhar peixes, saladas com carnes brancas, burrata com tomate confit, antepastos, focaccia e creme de batata baroa. Vinhos brancos para conhecedores Para quem já percorreu uma longa jornada no mundo dos vinhos e deseja aprofundar ainda mais seus gostos e experiências, os vinhos brancos também representam um universo de complexidade e refinamento. Se você é um verdadeiro conhecedor, sabe que há sempre novas descobertas a serem feitas, desde rótulos icônicos até produções limitadas e terroirs únicos. Neste tópico, apresentamos vinhos brancos que são verdadeiras joias para o paladar experiente. Veja! 6. Villa Pozzi Grillo Na região da Sicília, ao sul da Itália, a vinícola Normanno elabora o Villa Pozzi, a partir da casta autóctone da região de Grillo. O local tem influência do clima mediterrâneo e proporciona um rótulo com coloração amarelo pálido, com aroma de frutas cítricas, como lima, limão e pomelo, e até um toque mineral de sílex. No paladar, espere uma acidez vibrante e super-refrescante. Harmonize com pratos vegetarianos, como bruschettas, burrata com tomate confit, tábua de frios, focaccia, humos e lasanhas. Ele também acompanha frutos do mar e peixes. 7. Casale del Giglio Bellone Elaborado com as uvas bellone, na região de Lázio, na Itália, o Casale del Giglio conta com coloração amarelo intenso, com brilhos dourados. O aroma é de frutas tropicais maduras, como manga e mamão. No paladar, equilibra-se com uma acidez marcante, seu sabor é rico, persistente e picante. Para acompanhar, o vinho desse tipo de uva é interessante em entradas, como bruschettas, e em pratos principais que levem peixes e carnes brancas. 8. The Wedge Chenin Blanc Outro rótulo sugerido para quem é conhecedor e está explorando novos vinhos é o The Wedge, da vinícola Babylon’s Peak, da África do Sul, com tradição de vinificação na região de Swartland. Tem coloração amarela e bordas douradas. No olfato, o aroma é de pera, pêssego e mel. Já no paladar, é fresco, frutado e cítrico. O que leva as uvas da casta chenin blanc a obter essa elaboração é o terroir com picos de até 700 metros de altitude, com solos propícios para maturação. Para acompanhar, aposte em panquecas de brócolis e ricota, tagliateli ao pesto e tortéi ao molho de nata. 9. Fiuza Ikon Alvarinho O Ikon é um bom vinho branco português que se torna uma excelente pedida para quem busca rótulos complexos e gastronômicos. Elaborado a partir da casta alvarinho, a vinícola Fiuka realiza a battonage no processo de produção, ou seja, remexe as borras enquanto ele está no barril. O vinho se apresenta com uma coloração amarelo-ouro, aromas de frutas maduras, como pêssego e damasco, e amanteigado, como brioche. No paladar, é untuoso e conta com ótima acidez. Ótimos pratos para harmonizar são: creme e lasanha aos quatro queijos, risoto de aspargos, brie folhado, croissant e peixe grelhado com manteiga. 10. Ruhlmann Vielles Vignes Gewürztraminer Por fim, um vinho branco francês ideal para os conhecedores é o Villes Vignes, elaborado exclusivamente com uvas gewürztraminer, pela vinícola Ruhlmann, na região da Alsácia, na França. O local é reconhecido pelo clima único, devido à montanha dos vosges, que protegem a região das videiras (nos sopés das montanhas) dos ventos do oeste e são arrefecidas pelo rio Reno. Assim, é feito um vinho que possui coloração amarelo-claro, aroma de rosas, com notas de peras e pimenta branca. No paladar, possui bom equilíbrio entre acidez e suavidade. Harmoniza bem com frutos do mar e peixes leves. Degustar e explorar cada rótulo diferente é uma experiência que encanta e surpreende o paladar em cada taça. Desde os frescos e leves até os mais complexos e aromáticos, os melhores vinhos brancos oferecem uma diversidade que consegue agradar conhecedores e iniciantes. Se você ficou interessado e quer conhecer todas as opções de vinhos brancos que temos no divvino.com.br, clique na imagem abaixo e acesse o site! O post Melhores vinhos brancos: 10 opções para conhecer! apareceu primeiro em Divvino - Conheça tudo sobre o mundo dos vinhos.
Fazer harmonização de pães e vinhos é algo tão clássico quanto a combinar essa bebida com queijos. Porém, nem todo mundo sabe que um vinho não casa com qualquer tipo de pão, afinal, podem ser feitos com diversos tipos de farinha e outros ingredientes. Portanto, há sempre algumas diretrizes que ajudam a harmonizar. A seguir, confira dicas para os diferentes tipos de pão! As regras gerais de harmonização de pães e vinhos Assim como qualquer tipo de harmonização de vinho e outros alimentos, é necessário tomar cuidado para que o sabor do líquido não se sobreponha ao da comida, e vice-versa. A sensação em seu paladar deve ser complementar e melhorar a experiência ao saborear ambos. Nesse contexto, as regras gerais para esse tipo de combinação são: pães com sabor mais forte combinam com vinhos tintos igualmente robustos; pães delicados e com sabores suaves combinam com vinhos leves, como os brancos; vinhos ácidos são difíceis de harmonizar com pães, por não casarem com a textura do alimento. Leia também: Vinhos leves: aprenda a identificar Harmonizações de vinhos para diferentes tipos de pães Harmonização de vinhos e pães baguettes Os pães franceses baguettes harmonizam bem com uvas tradicionais do mesmo país, como a Pinot Grigio e a Cabernet Sauvignon. Seus sabores suaves complementam o frescor e a discreta acidez oferecida por esses tipos de alimentos. Harmonização de vinhos com pães integrais e focaccias Vinhos rosés ficam bem com pães saborosos, como os integrais feitos com 100% de trigo e as focaccias (pães de origem italiana, achatados e macios, em geral cobertos com sal grosso, azeite e alecrim. Na Itália, costuma ser consumido no desjejum, como aperitivo ou antepasto). Já que esses pães possuem sabor mais marcante, o rosé é uma boa pedida, pois consegue complementar a experiência, equilibrando-a. Os rosés mais secos são ideais para os pães com sabor mais forte e os rosés mais doces para os pães adocicados. Harmonização de vinhos com pão de centeio O Pinot Noir harmoniza perfeitamente com aqueles pães de centeio que possuem uma crosta com sabor sutilmente caramelizado e com interior doce suave. Essa chega a ser uma harmonização bastante encontrada em restaurantes populares da França. Harmonização de vinhos e ciabatta A ciabatta é um pão branco de origem italiana, com formato irregular e achatado. Tem aspecto rústico, casca crocante e miolo cheio de buracos. Suas características combinam bem com um champagne Blanc de Noir. A acidez da bebida com o pão pode ser complementada com fatias de mortadela italiana e pistaches. Harmonização de vinhos e pães frutados Os pães frutados, como aqueles de uva passa ou com nozes e castanhas, harmonizam com vinhos que valorizam essa característica adocicada. A uva Riesling pode ajudar a equilibrar o sabor desse tipo de pão, complementando-o de maneira agradável. Harmonização de vinhos e pães doces Aqueles pães que são mais doces que os frutados, como os feitos com chocolate, frutas e geralmente fortemente açucarado; combinam bem com vinho do Porto. O vinho do Porto é sempre uma excelente pedida para pratos e alimentos com e de chocolate. Já para os com sabor mais suave, como de baunilha, um Riesling adocicado é uma excelente ideia. Harmonização de vinhos e brioches Brioches geralmente possuem um sabor adocicado bem leve. Combinam muito bem com a efervescência e a discrição de um champagne francês. Harmonização de vinhos e sanduíches A harmonização de vinho com sanduíches é um pouco mais complicada, pois depende muito do que vai ser colocado dentro do pão. É importante lembrar da regrinha que nós citamos lá em cima, para fazer com que as características dos ingredientes nunca se sobreponha ao sabor da bebida. Primeiro pense nos sabores que estarão no sanduíche e, em seguida, escolha um vinho que harmonize com os sabores mais marcantes. Gostou das nossas sugestões? Faça a sua harmonização de vinho e pão e depois conta para gente nos comentários como foi a sua experiência!The post Harmonização de pães e vinhos: como fazer? Dicas incríveis! first appeared on blogdosvinhos.
Bem-vindos ao artigo com os vinhos selecionados de janeiro de 2025 do ClubeD! Começando o ano com grande estilo, preparamos uma seleção exclusiva de rótulos para os nossos sócios desfrutarem e celebrarem momentos inesquecíveis. Em cada uma das categorias, dois vinhos perfeitos para degustação e acompanhamento de pratos deliciosos. Confira cada um! ClubeD Classic Os vinhos selecionados para a categoria Classic do CLubeD são o Amigo Perro Merlot, um tinto chileno, e o Incrível, um blend tinto português. Confira os detalhes! Amigo Perro Merlot O vinho Amigo Perro é um dos rótulos da vinícola La Junta, de origem chilena, especificamente no Vale do Curicó, localizado ao pé da Cordilheira dos Andes até a costa do Pacífico. O solo é aluvial e argiloso, enquanto o clima mediterrâneo e semiárido, combinado com a ótima altitude, favorece a ampla amplitude térmica Esse fator proporciona tardes quentes e noites frescas, impactando diretamente no amadurecimento da uva e na obtenção de vinhos mais frescos. O Amigo Perro Mertlot, elaborado com a casta merlot, apresenta coloração vermelho rubi brilhante e aroma com notas de frutas pretas e especiarias doces, pelo fato de ocorrer afinamento em barricas de carvalho francês. No paladar, possui ótimo volume em boca e taninos finos. É ideal para harmonizar com aperitivos, como tábua de queijos e frios, ou junto com o prato de espaguete ao molho sugo. Incrível Blend O Incrível é um rótulo português, elaborado a partir de um blend de três uvas: tinta roriz, jaén e alfrocheiro. É produzido pela vinícola Silgueiros, no Dão, uma das primeiras regiões demarcadas em Portugal. O vinho caracteriza-se pela cor vermelha com nuances púrpura. A curiosidade é que amadurece em cubas de cimento por oito meses, o que proporciona notas de frutas pretas sobremaduras, como ameixas e cerejas, além de toque mineral de sílex. No paladar, é encorpado, intenso com ótima estrutura e conta com final de boca persistente. Se você for sócio do ClubeD na categoria Classic, experimente o rótulo com nhoque com cogumelos ou um t-bone, duas ótimas opções para harmonização. Incrível Blend e Amigo Perro Merlot: vinhos de janeiro do ClubeD Classic. ClubeD Fresh Para a categoria Fresh, os dois vinhos selecionados são da vinícola chilena Cremaschi. Confira o rótulo branco e o rosé! Brisas del Valle Pinot Grigio Brisas de Valle é um rótulo produzido pela vinícola Cremaschi, localizada no Chile. As vinhas são cultivadas no Vale do Loncomilla, no Maule. O terroir está próximo ao mar, amenizando altas temperaturas e colaborando para que o vinho se torne mais fresco e aromático, ideal para degustar em dias quentes do verão. Sua elaboração é feita com a uva pinot grigio, com notas de frutas cítricas e de caroço, assim como um toque mineral. Sua cor é um amarelo brilhante, com nuances douradas. No paladar, percebe-se uma textura sedosa e acidez equilibrada. É o vinho perfeito para acompanhar risoto de camarões, sardinhas grelhadas, bolinho de bacalhau e outros pratos que envolvam peixes ou frutos do mar. Brisas del Valle Carménère Rosé O outro rótulo de janeiro da categoria Fresh do ClubeD é o Brisas del Valle Carménère Rosé. Também da vinícola Cremaschi, vale contar sobre as raízes da empresa. De origem italiana, a família tem experiência vitivinícola há 130 anos. Duas pessoas são essenciais na história: Ángel Furlotti que fundou o primeiro vinhedo em Mendoza (Argentina) e Víctor Cremaschi, que patenteou o processo de fermentação contínua. Essa história segue pelo Vale do Loncomilla, no Chile, demonstrando até hoje a qualidade em seus rótulos. Este, especificamente, conta com coloração rosa pálido brilhante, com reflexos sutis de salmão. O aroma é fresco e delicado de frutas vermelhas e cítricas, como morangos, framboesas, toranja e limão. No paladar, apresenta acidez refrescante e textura leve, com o sabor vibrante das frutas vermelhas e um dulçor que equilibra na boca. O final é fresco e agradável. O rótulo vai muito bem com frangos assados e comidas tailandesas, conhecidas por sua picância. Brisas del Valle Carménère Rosé e Brisas del Valle Pinot Grigio: vinhos de janeiro do ClubeD Fresh. ClubeD Premium Para a categoria Premium, os sócios receberão em janeiro um rótulo especial da vinícola francesa Château Auzias e um mais democrático da Maison Le Star. Veja os vinhos selecionados! Château Auzias Malbec Chatêau Auzias é uma vinícola francesa que se localiza a poucos passos da cidade de Carcassone e do Canal de Midi, contando com 110 hectares de vinhedos que seguem as tradições de Languedoc. Os rótulos são elaborados com a Denominação de Origem Controlada (DOC) da cidade de Carcassone, com o poder e a riqueza do Languedoc. O rótulo do mês do ClubeD Premium é o Chatêau Auzias Malbec, elaborado com a casta malbec que proporciona notas mais frutadas, como morangos e ameixas, além de notas de carne curada. No paladar, os taninos são firmes e contam com acidez envolvente. Harmoniza muito bem com carpaccio, em uma entrada, ou junto com as carnes vermelhas num churrasco. Le Pont D’Amour Tempranillo Le Pont D’Amour é um rótulo da Maison Le Star, vinícola com propósito de simplificar o acesso ao vinho, colocando a emoção ao centro da experiência de degustação. O vinho é elaborado em uma das mais belas e ensolaradas regiões da Espanha. Apresenta aromas de frutas vermelhas e conta com um paladar delicado, muito bem-equilibrado entre os taninos finos e a acidez. Para acompanhá-lo, a recomendação são pratos vegetarianos, como ratatouille e pizza margherita. Chatêau Auzias e Le Pont D’Amour: vinhos de janeiro do ClubeD Premium. ClubeD Selection Dois rótulos bem escolhidos para a categoria Selection: Chianti Classico Riserva e Sito dei Fossili Roero. Cada um com suas particularidades, mas ambos com sabores deliciosos para você aproveitar. Conheça seus detalhes! Checci Reserva di Famiglia Chianti Classico O Chianti Classico Riserva é um rótulo da vinícola Cecchi que provém da safra de 2019, na Itália. Nesse ano, as condições climáticas foram típicas da região, com um inverno levemente mais fresco e de baixa precipitação, enquanto o verão foi quente, mas sem picos extremos de calor. Essas características proporcionaram a elaboração do vinho a partir do blend de uvas sangiovese e cabernet sauvigon. Esse tinto apresenta coloração rubi, com aromas de frutas vermelhas e cerejas azedas, além de notas de toranja, cravo e baunilha. No paladar, é complexo e possui acidez vibrante. Para acompanhar, prefira entradas, como bruschetta de presunto cru ou focaccia com antepastos. Bric Cenciurio Sito dei Fossili Arneis Roero Por fim, o outro vinho da categoria Selection é o Sito dei Fossili Roero. A curiosidade aqui se dá pelo nome da vinícola, que é uma homenagem a um vinhedo histórico localizado em Roero, na Itália. Em 1990, Franco Pittatore e seu cunhado, Carlo Sacchetto, decidiram unir suas propriedades em Barolo e Roero, para dar vida ao seu sonho: produzir vinhos tradicionais de alta qualidade. Um sonho, mas também um projeto sólido, realizado hoje pelos filhos de Franco, Alessandro e Alberto, em seus vinhedos em Barolo, Novello, Castellinaldo e Magliano Alfieri. Todos estão localizados dentro da comuna de Castellinaldo na área de “Bric Cenciurio”. Durante a quebra do solo, foram encontrados fósseis de folhas e peixes, originando o nome “Sito dei Fossili” (sítio fóssil, em português). No local, são cultivadas as uvas da casta arneis, utilizadas para elaborar o rótulo, que conta com amadurecimento de seis meses em toneis de carvalho esloveno. Durante esse período, é realizada a técnica de battonage. Sua coloração é amarelo pálido com detalhes em verde. No olfato, apresenta aromas complexos de frutas amarelas e fermento de pão, enquanto seu sabor possui boa estrutura e intensidade, além de ótima acidez. Para acompanhar o vinho, aposte em vegetais grelhados e iscas de peixe frito. Sito dei Fossili Arneis Roero e Chianti Classico Riserva: vinhos de janeiro do ClubeD Selection. Esta foi a seleção de vinhos de janeiro de 2025 para o ClubeD, do Divvino. Você já conhecia alguns dos rótulos, suas curiosidades e características? Ainda não faz parte do clube de assinatura de vinho e quer aproveitar? Então, clique na imagem abaixo e conheça suas vantagens! 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Já pensou? O consumo de vinho tinto na França caiu cerca de 90% desde a década de 1970, segundo o Conseil Interprofessionnel du vin de Bordeaux (CIVB), uma associação da indústria do setor. O vinho tinto francês enfrenta um declínio existencial e precisa se adaptar, já que gerações mais jovens cada vez mais optam por outras bebidas ou evitam o consumo de álcool completamente. O que dizem as pesquisas sobre o consumo O consumo total de vinho, entre tintos, brancos e rosés, caiu mais de 80% na França desde 1945, segundo pesquisa da Nielsen. Além disso, a geração Z compra metade do volume adquirido pelos millennials. “As questões com o vinho — particularmente o tinto — estão se tornando existenciais agora, e têm sido problemas por mais de uma década”, disse Spiros Malandrakis, analista de bebidas da Euromonitor International. A indústria enfrenta “uma falta de conexão com as gerações mais jovens” e já caiu em “um senso de complacência” devido à popularidade do vinho com a geração mais nova, acrescentou ele. A mudança no consumo francês é resultado de tendências globais que prejudicam o setor, como as pessoas bebendo menos e mudanças nos gostos. Dessa forma, os vinhos tintos são substituídos por rosé, cerveja, destilados e opções sem álcool. “Em cada geração na França, vemos a mudança. Se o avô bebia 300 litros de vinho tinto por ano, o pai bebe 180 litros e o filho, 30 litros”, comentou Jean-Pierre Durand, membro do conselho do CIVB. Além disso, a indústria também lida com uma queda acentuada na demanda da China, um de seus principais mercados de exportação, e o impacto das mudanças climáticas. A situação não atingiu todas as categorias de vinho de forma igualitária. “Tintos de alto volume e fortemente tânicos estão em forte declínio, e isso está se acelerando com a mudança geracional”, apontou o comprador de vinhos Thomas Castet. Qual a solução dos produtores franceses? Alguns líderes da indústria esperam que os produtores respondam focando em vinhos de maior qualidade ou expandindo sua oferta de tintos para outros produtos, como vinhos brancos ou de baixo teor alcoólico — embora este último exija investimento em novas vinhas e equipamentos. Durand, que lidera a produtora de vinhos AdVini no sudoeste de Bordeaux, prevê que haverá menos procura no futuro por vinhos de baixo custo, já que as gerações mais jovens priorizam qualidade sobre quantidade. Alguns vinhos custam apenas 2,50 euros a garrafa na França (cerca de R$ 16). — Paris | Financial Times The post Consumo de vinho tinto na França cai 90% em 50 anos first appeared on blogdosvinhos.
Que tal aproveitar aquele panetone que sobrou do Natal? A receita de rabanada de panetone com vinho é muito fácil e rápida de fazer e ainda fica deliciosa! Excelente para comer de sobremesa ou para fazer um lanche. Clique aqui para adquirir o vinho do Porto para sua receita. Rabanada de panetone com vinho do Porto Ingredientes ½ lata de leite condensado 1 copo de vinho do Porto 2 ovos 4 fatias de panetone 1 xícara (chá) de calda de chocolate 4 bolas de sorvete de creme óleo para fritar canela a gosto açúcar a gosto Como fazer Inicie a receita misturando o vinho do Porto com o leite condensado. Em seguida, bata ligeiramente os ovos inteiros e coloque o óleo para aquecer. Molhe as fatias de panetone na mistura de vinho e leite condensado e passe-as nos ovos batidos. Depois, coloque as fatias para fritar no óleo, deixando dourar dos dois lados. Para decorar e dar gosto, polvilhe canela e açúcar. Sirva em um prato com uma bola de sorvete de creme. Leia também: Como conservar o vinho depois de aberto? Gostou da receita? Lembre de contar para nós o resultado!The post Rabanada de panetone com vinho do Porto first appeared on blogdosvinhos.
Que tal preparar um drink bem refrescante para as festas desse fim de ano? Conheça essa versão com morangos do clássico italiano: Bellini! Leia também: Língua ao vinho tinto na panela de pressão O Bellini original foi inventado em um dos bares mais tradicionais da Itália, o Harry’s Bar de Veneza. Seu nome foi dado em homenagem ao pintor renascentista Giovanni Bellini. Na receita original do coquetel, se combina espumante com pêssego. A versão da receita abaixo é um pouco diferente: invés de pêssego, leva morangos! Confira: Clique aqui para adquirir o espumante prosecco para o drink. Drink Bellini com morangos Ingredientes 3 morangos picados 1 colher (de chá) de açúcar Meio limão Espumante prosecco Como fazer Coloque os morangos em um copo e acrescente uma colher de chá de açúcar. Macere muito bem e em seguida esprema meio limão no copo. Depois disso, misture com o espumante prosecco bem gelado e coloque tudo na taça que servirá o drink! Curtiu a receita? Muito fácil de fazer, não é? Confira o passo a passo para a preparação de outros ótimos drinks para as festas de fim de ano, como: Coquetel doce de espumante e pêssego Verão Tinto: o drink ideal para dias de calor Sangria: aprenda a fazer o famoso drink em casa Frozen Sangria: Aprenda a fazer essa Sangria refrescante The post Fim de ano: drink a base de espumante first appeared on blogdosvinhos.
Pernil Assado no Vinho Branco Ingredientes 1 embalagem de Pernil Sadia descongelado 4 xícaras (chá) de vinho branco 4 colheres (sopa) de Qualy cremosa com sal Sal a gosto Pimenta-do-reino a gosto Alecrim a gosto 2 laranjas bahia em rodelas 2 limões siciliano em rodelas Modo de preparo Em uma assadeira grande, coloque o Pernil Sadia e regue com o vinho branco e 3 colheres (sopa) de Qualy cremosa. Tempere com sal, pimenta-do-reino e o alecrim. Misture bem e deixe marinando por, no mínimo, 2 horas. Depois de marinado, cubra a assadeira com papel alumínio e leve ao forno pré-aquecido conforme as instruções da embalagem. Na metade do cozimento, retire o papel alumínio e regue de 15 em 15 minutos com o líquido da assadeira. Caso seque o líquido, complete com mais vinho branco. Enquanto finaliza, coloque 1 colher (sopa) em uma frigideira média e leve ao fogo médio para derreter. Adicione as rodelas de laranja e alecrim e grelhe até que esteja levemente dourado. Sirva em seguida o pernil assado com as rodelas de laranja e limão siciliano. Tempo de preparo: 270 minutos Rendimento: 8 porções Confira AQUI nossa receita de Lombo Assado Com Sálvia e Frutas ao Mel Veja conteúdos exclusivos da Rede Food Service no Youtube O post Pernil Assado no Vinho Branco apareceu primeiro em Rede Food Service.
Você sabe como é feito o vinho rosé? No caso dos tintos e brancos, isso é bem óbvio – geralmente, são utilizadas uvas escuras e claras, respectivamente –, mas na hora fazer bebidas rosadas, os métodos empregados são um pouco diferentes. Durante muito tempo, os rosés eram pouco apreciados ao redor do mundo, especialmente se comparados aos demais vinhos. Recentemente, esse cenário vem mudando e o consumo desses rótulos vem crescendo ano a ano. Continue a leitura, descubra os quatro principais métodos de produção, os tons de vinho rosé e muitas curiosidades! Afinal, o que é vinho rosé? Antes de explicarmos os métodos de produção, é importante entender do que se trata esse tipo de bebida, já que há muitas confusões e mitos entre os consumidores. De forma geral, podemos afirmar que os rosés são feitos de uvas tintas, porém sofreram pouca interferência de cor graças a algum processo empregado pelo produtor. Dessa forma, ficam com uma coloração rosada e uma aparência entre os tintos e os brancos, podendo variar entre mais escuro ou claro. Com relação às características gustativas, é comum que apresentem notas de frutas vermelhas frescas e flores, com algumas nuances de frutas brancas, cítricas, especiarias e vegetais. O vinho rosé sofre pouca interferência da coloração da casca das uvas. Geralmente, tanto as características visuais quanto gustativas estão relacionadas às uvas utilizadas no processo de produção. A garnacha, por exemplo, é muito famosa entre os rosés da Provence e do Rhône, na França, e na Espanha. Já em Languedoc, a uva mais aproveitada é a cinsault, enquanto a pinot noir serve de matéria-prima para os rosés de Champagne, de Loire, e de outros países, como a Nova Zelândia. Na Itália e em Portugal, é comum que se utilize uvas nativas. No “País da Bota”, a sangiovese é a favorita; já na “Terrinha”, utilizam-se touriga nacional, baga, tinta barroca, aragonez (tempranillo), entre outras. Vinho rosé: como é feito? Métodos de produção Chegou a hora de descobrir como é feito o vinho rosé. Há quatro principais métodos e cada um gera estilos de bebidas bem diferentes. Acompanhe! 1. Método de prensagem lenta No início da produção de qualquer vinho, após a colheita das uvas, elas são levadas a tonéis de inox onde são prensadas. Dessa forma, liberam seu suco, e quanto mais tempo ficam em contato com a casca, mais escuro esse líquido fica. O método de prensagem lenta, como o nome indica, consiste em comprimir as uvas vagarosamente. Dessa forma, as cascas não são rompidas todas de uma vez e influenciam menos a coloração da bebida. Após o período da prensagem, que é definido pelo produtor, a bebida é levada para ser fermentada sem as cascas, para que não sofra mais interferência na cor. Geralmente, os rosés feitos dessa forma são mais claros e possuem sabores e aromas delicados. 2. Método de maceração curta A forma mais comum de se fazer rosés chama-se maceração curta. Ela segue a mesma ideia da prensagem lenta, porém o processo tem a ver com o tempo de contato do suco com as cascas. Após a prensagem, um vinho tinto pode passar semanas em contato com as cascas para que fique rubro, encorpado e tânico. Porém, na hora de fazer um rosé com esse método, o produtor diminui esse tempo. Dessa forma, o vinho sofre influência das cascas das uvas por um pequeno período, o que lhe garante características visuais e sensoriais mais leves. Maceração curta: nesse método de produção, o mosto fica pouco tempo em contato com as cascas. Esse é o método utilizado na produção de grandes vinhos rosés franceses, como os das regiões de Provence e Languedoc-Roussillon. Curiosamente, lá esse tipo de bebida tem maior reconhecimento. 3. Método de corte ou blend Na elaboração de vinhos, muitas vezes, é feita a mistura do suco de mais de um tipo de uva, prática conhecida como corte, blend ou assemblage. Para fazer rosé, também é possível utilizar essa técnica. Nesse caso, é misturada uma pequena parte de suco de uvas tintas (cerca de 5%) em uma grande parte do líquido extraído de uvas brancas. É um método incomum, sendo mais utilizado na produção de alguns espumantes rosé. 4. Método saignée ou sangria De todos os métodos, esse é o mais nobre. Funciona da seguinte maneira: pouco tempo após prensagem das uvas (entre 2 horas e 2 dias), o produtor escorre e separa uma quantidade do líquido que ficou em contato com as cascas. Essa parte, que tem uma coloração rosada, é levada para ser fermentada e dar origem a um vinho rosa. A vantagem desse método é que o líquido que não foi escorrido ainda pode ser utilizado para fazer um vinho tinto. Nesse caso, como há proporcionalmente maior quantidade de frutos e cascas em contato com o mosto, a bebida ficará mais concentrada e encorpada. É comum que os vinhos rosés feitos por esse processo sejam mais escuros e alcoólicos. Trata-se de um método muito praticado por produtores que fazem grandes tintos, ocupando até 10% da produção total da vinícola. Essas são as quatro principais formas de produção de rosés, porém também há produtores que experimentam métodos menos convencionais. Em todo caso, cada uma resulta em bebidas bastante diferentes, com nuances aromáticas e colorações distintas. Tons de vinho rosé Existem três colorações para vinhos rosados: Cobre Salmão Rosa Entretanto, elas também são divididas em três intensidades: Pálido Médio Intenso Curiosidade sobre o vinho rosé O vinho rosé é um vinho muito fresco e versátil. Ao longo dos anos, ele conquistou uma legião de entusiastas que se encantam com sua cor vibrante e seu sabor delicado. Conheça algumas curiosidades sobre ele! Origem histórica Não há uma data de origem específica para o rosé, pois, antigamente, muitos vinhos tintos tinham a cor dos vinhos rosados de hoje, devido ao processo rudimentar de maceração. Eles eram bastante comuns em civilizações antigas, como grega e romana. A evolução dos rosés continuou ao longo dos séculos na região de Provence, na França, tornando-se o epicentro da produção de vinhos desse tipo. Popularidade e crescimento no mercado A popularidade dos vinhos rosados aumentou nos últimos anos. Na Europa, antes era conhecida como uma bebida barata de verão, e passou a ter mais prestígio e contar com aumento nas vendas. A França consome 35% da produção mundial, de acordo com o Conseil Interprofessionnel des Vins de Provence, seguido dos alemães (15%) e dos Estados Unidos (10%). O crescimento do consumo vem de um trabalho realizado há três décadas na região de Provence, onde houve uma transformação na qualidade do vinho e dos vinhedos para melhor produção das uvas e elaboração dos vinhos. No Brasil, também é possível ver esse aumento. As importações cresceram 270% de 2019 para 2022. De 9 milhões de garrafas de vinhos rosados para 24 milhões. Mito de que o vinho rosé é doce Nem todos os vinhos rosés são doces. Eles podem variar em termos de dulçor, assim como os vinhos tintos e brancos. Essa característica depende da forma como é produzido e da quantidade de açúcar residual presente na bebida após a fermentação. Dessa forma, o vinho rosado pode ser tanto doce quanto seco, dependendo da elaboração. Vinho rosé combina com o quê? Por sua versatilidade, os vinhos rosados podem acompanhar diferentes tipos de pratos. Vai depender do tipo de uva, do aroma e da sua estrutura. De toda forma, seu frescor cai muito bem com frutos do mar, carnes brancas, saladas, queijos, pizzas, frutas e sobremesas leves (também à base de frutas). Vale ressaltar que pratos de comida mediterrânea e aqueles considerados mais apimentados (como os da culinária mexicana, indiana e tailandesa) podem combinar muito bem com os vinhos rosés. Agora que você já sabe como é feito o vinho rosé e conhece mais detalhes sobre esse tipo, que tal experimentar algumas dessas bebidas? No divvino.com.br, você encontra rótulos deliciosos, produzidos nas principais regiões do mundo. Clique no banner abaixo para conferir! O post Como é feito vinho rosé? Entenda os métodos de produção! apareceu primeiro em Divvino - Conheça tudo sobre o mundo dos vinhos.
Murças Reserva é um dos grandes de Portugal, feito pela Quinta dos Murças no Douro, que tem vinhos muito elegantes.
Mais um bom espumante brasileiro degustado para o nosso quadro "50 vinhos brasileiros em 2024".
Festas de fim de ano pede uma farofa! Confira receita especial que promete agradar a todos pelo sabor. Farofa de Pão, Bacon, Uva Passas e Amêndoas Ingredientes 1 pão italiano médio amanhecido em cubos pequenos 6 colheres (sopa) de Claybom cremosa com sal 1 ramo de alecrim picado 1 xícara (chá) de bacon em cubos 1 cebola roxa picada 2 dentes de alho picado Sal a gosto Pimenta-do-reino a gosto Salsinha picada a gosto ½ xícara (chá) de amêndoas laminadas torrada 1 xícara (chá) de uvas-passas Modo de preparo Em uma assadeira média, coloque os cubos de pães, a metade da Claybom cremosa com sal e o ramo de alecrim. Leve ao forno pré-aquecido a 180°C por 10 minutos ou o suficiente para dourar. Reserve. Em uma frigideira média, coloque o restante da Claybom cremosa com sal e leve ao fogo médio para derreter. Adicione o bacon e frite até que fique levemente dourado. Em seguida, adicione a cebola roxa e o alho. Refogue por 2 minutos e, em seguida, adicione os pães torrados. Misture bem. Tempere com sal, pimenta-do-reino e finalize com a salsinha, as uvas-passas e a as amêndoas laminadas. Misture bem e sirva em seguida! Confira AQUI nossa receita de Moqueca de Banana da Terra Veja conteúdos exclusivos da Rede Food Service no Youtube O post Farofa de Pão, Bacon, Uva Passas e Amêndoas apareceu primeiro em Rede Food Service.
A uva País é uma uva que foi por muito tempo renegada, mas que vem sendo muito bem tratada ultimamente e é o que vemos aqui nesse vinho da Morandé. Onde encontrar - www.setwines.com.br
Você sabe que as festas de final de ano estão chegando quando avista o panetone nas gôndolas de lojas e supermercados. Esse pão doce típico do período tem origem na Itália e nada melhor do que harmonizar vinho e panetone. No país, a sobremesa é servida acompanhada de uma taça de prosecco, espumante da uva glera, típico da região norte. A bebida tem a capacidade de realçar os sabores do panetone e transformar a degustação em uma experiência memorável. Continue a leitura e descubra dicas para essa harmonização, além de sugestões de rótulos! Panetone tradicional Conta-se que a receita de panetone tradicional existe desde o século 15. Trata-se de uma massa lêveda assada, de sabor levemente azedo e adocicado, recheada com frutas secas variadas, como laranja, uvas passas, damasco, limão e figo. Foi trazido ao Brasil no ano de 1948 pelo imigrante italiano Carlo Bauducco, logo após a Segunda Guerra Mundial. Hoje, o país já é o segundo maior produtor do mundo, atrás apenas do seu local de origem. Um fato curioso é que há uma lei na Itália que regula as receitas dos panetones, com regras relacionadas aos ingredientes e ao preparo. Há alguns anos, muitos produtores se movimentam para garantir uma denominação de origem no país (assim como os vinhos), porém sem sucesso até o momento. Vinho do Porto Quinta Santa Eufémia Para harmonizar com a receita tradicional de panetone, a dica é apostar em um Vinho do Porto, devido à contraposição das frutas secas e cristalizadas ao dulçor desse tipo de bebida. Um rótulo interessante para acompanhar o panetone é o da vinícola Quinta Santa Eufémia, elaborado com a uva malvasia fina. Sua coloração é dourada, com aromas de frutas cítricas e especiarias doces. No paladar, equilibra acidez e traz elegância com início de boca maduro e final seco. Além de acompanhar muito bem o panetone, você pode degustá-lo com castanhas e tábuas de queijos. Pandoro Trata-se de uma variação do panetone, sem recheio. Originário da cidade de Verona, na Itália, tem o formato de estrela e é conhecido por sua textura leve e fofa. Ele é feito com farinha, ovos, açúcar, manteiga e fermento. Ao servir, é comum polvilhar açúcar de confeiteiro para dar a aparência de neve. O pandoro é uma variação sem recheio do panetone. Dulcis Moscato D’Asti Uma harmonização clássica italiana desta versão do panetone é com moscato, uma uva com alto nível de açúcar residual que, ao ser vinificada, realça o dulçor no paladar, mesmo em rótulos secos ou neutros. A sugestão para acompanhar o pandoro é o Dulcis Moscato D’Asti, de cor amarelo-claro e brilhante. O aroma é de frutas brancas maduras e, no paladar, levemente doce e de acidez moderada. Se você quiser harmonizar em outras refeições, é uma boa pedida apreciar com sobremesas com base de frutas vermelhas, brie na massa folhada e até costelinha de porco ao molho barbecue. Chocotone Feito com a mesma massa do panetone, porém leva recheio de chocolate, que pode ser em gotas ou cremoso. Essa adaptação é genuinamente brasileira e considerada uma “heresia” por muitos italianos. Enquanto Carlo Bauducco foi o primeiro a produzir panetones no Brasil, em 1948, seu neto Massimo criou o chocotone como um projeto para a faculdade em 1978 e, desde então, ganhou o paladar dos brasileiros. Muito popular na época de Natal, o chocotone é uma invenção brasileira. Vinho do Porto Quinta Santa Eufémia Tawny Para harmonizar com o chocotone, o Quinta Santa Eufémia Tawny é a escolha certa. Este Vinho do Porto conta com coloração castanha e aroma de ameixas secas, nozes e amêndoas. O sabor é complexo, devido ao envelhecimento em barricas de madeira. Você também pode apreciá-lo com entradas ou sobremesas à base de frutas secas. Panetone com creme de pistache Um panetone com creme de pistache é uma variação moderna e gourmet da receita clássica. A versão adiciona um sabor distinto e sofisticado ao tradicional pão doce italiano. O recheio é feito com pistache moído, açúcar, manteiga e, dependendo da receita, creme de leite, para obter uma textura rica. O dulçor é equilibrado, proveniente tanto da massa quanto do creme, complementado com o sabor terroso do pistache. Cava Freixenet Carta Nevada Combinar vinho e panetone com creme de pistache é responsabilidade do Carta Nevada, rótulo da vinícola Freixenet. É um cava clássico, elaborado com um blend das castas macabeo, parellada e xarello. Sua coloração é o amarelo-ouro e se caracteriza pelos aroma de flores com frutas frescas. No paladar, conta com boa acidez e é levemente adocicado. Também acompanha pratos com carnes brancas e frutos do mar. Panetone de frutas vermelhas Outra variação do tradicional é o panetone com frutas vermelhas, geralmente recheado de cerejas, morangos e framboesas secas e passas. Elas dão um roque de acidez que complementa a massa doce e macia, assim como proporcionam uma tonalidade vibrante e atrativa. Vinho rosé Faisão Panetones de frutas vermelhas podem ser acompanhados do vinho rosé Faisão. Possui leve efervescência e notas de frutas vermelhas, ideal para acompanhar a sobremesa. No paladar, é fresco com ótima acidez e harmoniza com massas ao molho sugo, bechamel e peixes. Panetone com doce de leite Outra variação de panetone para harmonizar com vinho é o de doce de leite. O recheio traz o sabor suave e caramelizado, combinando perfeitamente a massa leve da sobremesa, resultando em um sabor reconfortante, com uma adaptação regional ao clássico italiano. Lambrusco Costa Furra Para acompanhá-lo, a sugestão é o frisante elaborado com uva lambrusco, produzido pela vinícola italiana Costa Furra. O rótulo possui tonalidade amarelo-pálido, aroma de flores brancas e frutas, como maçã verde e pera. No paladar, entrega uma acidez balanceada. Na hora de harmonizar panetone e vinho, o que não faltam são combinações! Cada tipo tem inúmeras sugestões de rótulos que vão combinar perfeitamente com o sabor da sobremesa. Se quiser outras opções, invista em espumantes pois combinam com diversos tipos de pratos. Os rótulos citados e muitos outros estão disponíveis no divvino.com.br. Clique no banner abaixo para conferir! O post Vinho e panetone: é possível harmonizar? apareceu primeiro em Divvino - Conheça tudo sobre o mundo dos vinhos.
Dezembro é um mês muito corrido. São poucas pessoas que tem a sorte de pegar o mês inteiro de férias e precisamos trabalhar ao mesmo tempo que nos preocupamos com a maratona de compra de presentes e comida, festas de família, da empresa, com inúmeras decisões que precisam ser tomadas e seus respectivos custos. Leia também: 5 espumantes para beber nas festas de dezembro Por causa dessa pressa, para reduzir suas preocupações resolvemos fazer um guia rápido de como harmonizar vinho no Natal. Siga nossas dicas para planejar melhor e aproveitar mais essa época do ano! Qual a ocasião? Festa de empresa É você que escolhe os vinhos oferecidos aos funcionários na festa da empresa? Sem problemas! A dica é fazer coquetéis com espumante, leves, frescos e muito saborosos para acompanhar os petiscos do buffet. Recomendamos: Espumante Brut, Vinhos brancos leves e frutados, Tintos fáceis, que não necessitem de comidas muito elaboradas. Festa de família ou amigos Embora seja costume tomar vinho tinto com a ceia de Natal, pode não ser a melhor escolha. Essa época do ano, com as temperaturas mais altas, pedem por vinhos mais frescos e leves. Se você tem ar-condicionado em casa, pode ficar tranquilo com os tintos mais encorpados, mas se esse não é o caso, considere vinhos que podem ser servidos frios. Sendo assim: Vinhos rosés, Vinhos brancos, Espumantes. Para harmonizar com os alimentos consumidos no dia 24, é importante considerar que provavelmente cada parte da família trará um prato e os sabores podem ser variados. De qualquer forma, para combinar com peru, tender, camarão e bacalhau, recomendamos: Vinhos rosés, Brancos encorpados, Vinhos tintos Pinot Noir e Tempranillos mais delicados. Para calcular a quantidade exata — se a única bebida alcoólica for o vinho — conte que cada garrafa será suficiente para três pessoas, somando todo mundo (mesmo quem não bebe), assim você terá uma margem de segurança. Sobre qual espumante comprar, recomendamos o espumante Moscatel. Isso porque as sobremesas em geral são fartas nessa época, e a Moscatel é a melhor opção para combinar com doces. Lembre-se de colocar as garrafas em um balde grande com gelo e água uma hora antes da festa. Deixe preparado um pano de prato decorado para secar cada garrafa ao tirá-la do gelo e, se for tomar vinhos tintos, eles podem ficar nessa água gelada por uns 10 minutos antes de serem servidos. Desejamos boas festas a todos!The post Como harmonizar vinho em festas de Natal em ocasiões diferentes? first appeared on blogdosvinhos.
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O fim de ano está chegando e, com ele, aquela vontade de celebrar momentos especiais ao lado de quem amamos. Para brindar em grande estilo, nada melhor do que escolher vinhos que encantam pela qualidade e carregam histórias em cada garrafa. Por isso, se você está buscando algo que surpreenda, montar um kit com vinhos para presentear pode ser a solução ideal. Pensando em facilitar essa escolha, a Cellar Vinhos criou algumas sugestões de kits que visam conquistar diferentes públicos neste fim de ano. São mais de 1.500 rótulos exclusivos do portfólio, dando a você a liberdade de criar um presente único e cheio de bom gosto. Não sabe por onde começar? Vamos te ajudar com algumas dicas para deixar essa escolha mais fácil. Por que presentear com vinhos? Presentear com vinhos é uma tradição milenar por um motivo. Quando se dá uma garrafa para alguém, estamos entregando também um pedaço da história daquele rótulo, da cultura da região e do terroir. Além disso, é uma maneira de compartilhar momentos, valorizar conexões e criar boas memórias. Ao escolher rótulos que refletem o estilo ou as preferências de quem será presenteado, você cria uma conexão que vai além do material, mostrando cuidado e consideração – e isso faz toda a diferença! Como Montar o Kit de Vinhos Ideal? Montar um kit de vinhos para presentear que realmente impressione exige atenção aos detalhes e um toque pessoal. Aqui estão algumas dicas práticas para guiar a sua escolha: 1. Conheça o Estilo de Quem Será Presenteado Antes de escolher os rótulos, leve em conta as preferências de quem será presenteado. Perguntas simples podem fazer toda a diferença: Prefere tintos ou brancos? Alguém que aprecia vinhos encorpados pode gostar de um Cabernet Sauvignon ou Syrah, enquanto um amante de brancos leves provavelmente vai adorar um Sauvignon Blanc ou Chardonnay. Explorador ou clássico? Se a pessoa gosta de experimentar novidades, rótulos de regiões menos convencionais ou variedades autênticas podem surpreender. Para os mais tradicionais, vá com opções icônicas, como um Bordeaux ou um Barolo. Tem alguma ocasião específica? Um espumante pode ser perfeito para celebrações, enquanto um vinho clássico de guarda pode ser ideal para ocasiões especiais. 2. Inclua Acessórios Exclusivos Um kit de vinhos para presentear bem elaborado vai além dos vinhos. Assim, pode ser interessante adicionar itens como taças de cristal, que ajudam a destacar os aromas e sabores de cada tipo de vinho. Abridores e decanters, além de funcionais, adicionam um toque de sofisticação ao presente, transformando-o em uma experiência completa. 3. Capriche na Apresentação A embalagem é o primeiro impacto visual do presente. Uma apresentação cuidadosa valoriza a experiência e aumenta a expectativa. Caixas de presente ou bolsas elegantes, feitas de material premium, além de darem um toque prático que também impressionam e deixam o presente ainda mais especial. Torne Seu Presente Inesquecível Este ano, vá além do óbvio. Montar um kit de vinhos personalizado é mais do que presentear — é criar uma experiência. Com as opções da Cellar Vinhos, você garante qualidade, exclusividade e a certeza de um brinde inesquecível. Explore as opções disponíveis em nosso site ou visite nossa loja física e descubra como tornar cada celebração única. Afinal, um bom vinho não apenas acompanha momentos especiais — ele os transforma. O post Vinhos para presentear: como escolher o presente perfeito apareceu primeiro em Blog da Cellar.
Há muitas formas de descobrir se um vinho é bom ou não, mas você sabe como a rolha do espumante indica a qualidade da bebida? Devido ao seu formato, material e comportamento ao ser aberta, a rolha tem características relacionadas ao tipo de vedação, influenciando diretamente na preservação do gás carbônico e dos aromas do espumante. Quer saber mais? Continue a leitura! Quais são os indicadores de qualidade da rolha do espumante? Formato após a abertura; Material; Pressão ao abrir; Conservação da rolha. Entenda melhor cada indicador a seguir! Formato após a abertura Uma rolha de qualidade, feita de cortiça natural ou com grande porcentagem desse material, tende a retornar ao formato original de cogumelo após retirada. Isso demonstra sua elasticidade e capacidade de vedar adequadamente a garrafa, mantendo as características do espumante. Material Rolhas feitas de cortiça natural são associadas a produtos premium, por garantirem melhor vedação e longevidade ao espumante. Já rolhas técnicas ou sintéticas, comuns em produtos mais acessíveis, podem não oferecer a mesma retenção de gases e aromas. Pressão ao abrir Um bom espumante terá uma rolha que libera o gás com um “estouro” controlado. Isso reflete a pressão interna adequada, essencial para preservar a efervescência característica. Leia também: Como fazer o som perfeito da rolha de espumante? Conservação da rolha Uma rolha ressecada ou deformada pode indicar falhas no armazenamento ou qualidade inferior, afetando a integridade do espumante. O ideal é que ela esteja úmida na parte em contato com o líquido, sem rachaduras. Esses detalhes ajudam a identificar se o espumante foi armazenado corretamente e se o processo de produção utilizou materiais e técnicas condizentes com sua classificação de qualidade. Ficou claro como a rolha do espumante indica a qualidade? Quer saber mais sobre as rolhas? Leia outros conteúdos no blog, como: Do que são feitas as rolhas sintéticas dos vinhos? A rolha quebrou no gargalo? Veja o que fazer Descubra os tipos de rolhas de vinho e suas diferenças The post Como a rolha do espumante indica qualidade? first appeared on blogdosvinhos.
As festas de final de ano são momentos mágicos, repletos de tradição, alegria e encontros especiais. O vinho no Natal e no Ano-Novo é um elemento que sempre se destaca, seja numa ceia farta ou num momento de esperança e renovação. Neste conteúdo, vamos compartilhar dicas valiosas para que você selecione os melhores vinhos para suas celebrações, encantando os convidados e descobrindo cuidados que transformam cada brinde em uma memória incrível. Boa leitura! Como escolher o vinho para festas de final de ano? Esta é uma tarefa gratificante, especialmente pela variedade de opções disponíveis. Confira pontos importantes para te ajudar a fazer a escolha certa! Considere a harmonização com os pratos. Ofereça variedades para agradar diferentes paladares. Brinde com espumantes, eles são ideais e sempre abrilhantam os festejos de final de ano. Opte por vinhos versáteis que agradem diversos públicos e que combinem com os pratos da ceia. Leve em conta o clima quente do final de ano no Brasil. Portanto, vinhos brancos e rosés frescos podem ser refrescantes e adequados ao período. Dica! Vinhos feitos com a uva tempranillo são comumente indicados para presente no final do ano pela sua facilidade de beber, além de harmonizarem muito bem com carnes brancas, como peru e chester, pratos típicos do Natal. Vinhos para o Natal Sabendo o que considerar para selecionar os rótulos certos para as festas, confira alguns vinhos para ceia de Natal! Septimo Sentido Tempranillo O vinho Septimo Sentido é elaborado com a uva tempranillo, apresenta coloração rubi, com aromas de frutas pretas maduras e especiarias, como canela e anis estrelado. No paladar, espere boa acidez e taninos finos. É ideal para harmonizar com carnes vermelhas e queijos maturados. Mas Oliveras Tempranillo Outro vinho elaborado com a uva tempranillo é o Mas Oliveiras, de origem espanhola, da vinícola Roqueta. É um tinto de cor rubi intenso, com aromas de frutas vermelhas maduras, como cereja e morango. No paladar, possui taninos e acidez equilibrados com boa persistência. Harmoniza muito bem com pratos leves, como carnes brancas. Amigo Perro Syrah-Carménère Reserva Outro vinho recomendado para o Natal é o Amigo Pero, rótulo chileno da vinícola La Junta. Esse tinto é elaborado com um blend de uvas carménère e syrah, proporcionando uma coloração rubi de alta intensidade. O rótulo possui aroma de frutas pretas em compota e especiarias. Possui taninos estruturados e harmoniza com carnes de porco, como o pernil, receita comum nas ceias natalinas. Confira as 8 melhores receitas de Natal e surpreenda na ceia! Tarapacá Carménère Reserva Outro tinto chileno excelente para o Natal é o Tarapacá Reserva, da vinícola Tarapacá, elaborado com a uva carménère e que encanta os convidados em todos os sentidos. Sua tonalidade é rubi de média intensidade, enquanto o aroma é o de frutas maduras e baunilha. O paladar é balanceado com a presença de taninos doces, ideal para harmonizar com filé mignon. Montgras Organic Red Blend O Montgras Organic é um rótulo chileno, da região do Vale do Colchagua, no Chile. Feito a partir do blend das uvas cabernet sauvignon e carménère, conta com aromas de geleia de frutas vermelhas e cereja e, no paladar, é estruturado com notas picantes, como páprica. Harmoniza muito bem com carnes brancas e vegetais assados. Leia mais: Vinícola MontGras: tradição, inovação e sustentabilidade Avignonesi Dadi Dadi, da vinícola Avignonesi, é outro vinho de Natal. Elaborado com a uva sangiovese colhida manualmente, sua cor é rubi de baixa intensidade, com aroma de cerejas azedas e caixa de charuto, além de notas de carne curada e especiarias picantes. O paladar é intenso, persistente e com acidez vibrante. Pode ser harmonizado com uma entrada de tábua de charcutaria fina e queijos curados. Vinhos para Ano-Novo No Ano-Novo, Champagnes e espumantes são os preferidos para os brindes e de comemoração. Veja excelentes opções para o momento! Champagne Moutard Gran Cuvée Brut Para o Ano-Novo, nada melhor que fazer um brinde com um legítimo Champanhe. O Grande Cuvée da vinícola Moutard é elaborado com uvas pinot noir na região de Champanhe, na França. A coloração é amarelada, com aroma cítrico, com notas de brioche e damasco. No paladar, é estruturado, com textura cremosa e frescor delicioso. Além do brinde, acompanha bem entradas como tábuas de queijos e carnes brancas. Espumante Mille Bolle Brut Rosé O Mille Bolle é um espumante italiano notável por sua cor rosa pálido. O aroma é de frutas vermelhas frescas e, no paladar, apresenta acidez balanceada. Elaborado com um blend de uvas merlot e pinot noir, é a escolha certa para seu brinde de Ano-Novo. Moscatel de Setúbal Flor de la Mar Outra opção de vinho no Ano-Novo é o Flor de la Mar, rótulo português da vinícola Ermelinda de Freitas. Ele se destaca pela cor âmbar e pelos aromas de damascos, flor-de-mel e amêndoas. Por conta do estilo do vinho, possui dulçor no paladar. Harmoniza muito bem com sobremesas, como mousses e pudim, característicos do período. Também é uma ótima pedida para quem quer montar uma tábua de queijo de mofo azul, como roquefort e gorgonzola devido ao seu dulçor e acidez. Dicas para servir e armazenar vinhos nas festas Todos os detalhes devem ser perfeitos durantes as festas, incluindo o vinho! Nada melhor do que aquele toque especial às suas celebrações, não é mesmo? Se você quer impressionar seus convidados e criar momentos inesquecíveis, siga essas dicas para servir e armazenar os rótulos. Temperatura ideal A temperatura de serviço é crucial para realçar aromas e sabores do vinho. Vinhos tintos: devem ser servidos de 14°C a 18°C. No clima quente do Brasil, pode ser necessário resfriá-los um pouco antes de servir. Vinhos rosés: sirva-os com temperatura de 8°C a 12°C. Vinhos brancos: a temperatura ideal é entre 6°C e 12°C. Espumantes: devem ser servidos mais frios, entre 6°C e 10°C. Como conservar? Também é preciso atentar-se ao modo de armazenamento dos vinhos antes da festa e quando começam a ser servidos. Antes da festa Se o dia estiver quente no dia do evento, certifique-se de refrescar os vinhos tintos antes da festa. Isso pode ser feito na geladeira ou na adega. Vinhos brancos precisam estar na temperatura ideal para serem melhores apreciados e, portanto, coloque na geladeira por, no mínimo, quatro horas antes do evento. Dica! Se você não conseguiu resfriar os espumantes com antecedência, coloque um papel toalha molhado com álcool ao redor da garrafa. Posicione no freezer e ele estará na temperatura ideal para consumo em cerca de 1 hora. Durante a festa Utilize baldes de gelo para manter os vinhos brancos, rosés e espumantes na temperatura certa. Para vinhos tintos, evite deixá-los em ambientes muito quentes por muito tempo, refresque-os na geladeira ou no balde, porém com menos gelo que as outras bebidas. Uso de taças adequadas O tipo de taça pode influenciar muito na degustação do vinho. Tintos: utilize taças no estilo borgonha ou bordeaux. Brancos e rosés: prefira taças menores para permitir que o vinho não esquente durante a degustação. Espumantes: use taças do tipo flûte, que ajudam a manter as borbulhas por mais tempo, ou as coupé, que deixam o evento mais charmoso. Para espumantes, use taças flûte (mais alongadas) para manter as borbulhas da bebida. Cuidado ao servir De modo geral, segure a garrafa pela base ou pelo corpo, nunca pelo gargalo. Assim, você obtém mais estabilidade e elegância ao servir. Quanto ao volume, é preciso deixar que o vinho respire dentro da taça, coloque até a marca mais larga da taça, cerca de 1/3 do total. No caso de vinhos que sejam de safras mais antigas, pode ser que tenham sedimentos do fundo da garrafa. Por isso, ao manipular, evite agitar para que não se misture ao líquido. Caso seja um vinho tinto mais encorpado, considere deixá-lo um tempo no decantador para aeração. À medida que nos aproximamos das celebrações de Natal e Ano-Novo, lembrar dos detalhes faz toda a diferença para criar momentos especiais. Escolher vinhos que harmonizem com os pratos da ceia, servir com atenção aos detalhes e desfrutar cada gole com pessoas queridas são pequenos gestos que tornam essas datas inesquecíveis. E se você deseja adquirir os rótulos e conferir mais opções, sejam nacionais ou importadas, clique na imagem abaixo e veja a variedade disponível no divvino.com.br! O post Vinhos para Natal e Ano-Novo: dicas para as festas apareceu primeiro em Divvino - Conheça tudo sobre o mundo dos vinhos.
Eternize momentos em um brinde. O Premivm Brut é mais do que um espumante; é uma celebração em cada taça. Premiado no Vinus 2024, este rótulo encanta com seu paladar leve e elegante, de excelente frescor. Seu delicado aroma de frutas tropicais acompanha nuances de amêndoas e frutas maduras, convidando você a saborear momentos únicos. Descubra este exemplar e transforme cada ocasião em algo inesquecível. Aprecie com moderação.
A história da carménère é um verdadeiro romance enológico, marcado por perdas, descobertas e um renascimento triunfal. Considerada atualmente a casta ícone do Chile, esta uva carrega consigo uma narrativa fascinante que encanta enófilos do mundo todo. Origens europeias Originária da região de Bordeaux, na França, a carménère era uma das castas clássicas utilizadas nos tradicionais blend de vinhos franceses. No início do século XIX, era amplamente cultivada na região, sendo uma das principais componentes dos vinhedos bordaleses, ao lado de cabernet sauvignon, merlot e cabernet franc. No entanto, a história mudou drasticamente após a devastação causada pela praga da filoxera na Europa em meados de 1860. A maior parte dos vinhedos de carménère foi dizimada, e a uva praticamente desapareceu da França. Poucos produtores mantiveram algumas mudas, e a casta foi considerada quase extinta. Uva carménère nasceu em Bordeaux A viagem para o Novo Mundo Durante o período de expansão vitícola no século XIX, mudas de carménère foram enviadas para o Chile, misturadas com outras variedades de merlot. Os viticultores chilenos, sem o conhecimento preciso das variedades, plantaram essas mudas acreditando que eram simplesmente mais um tipo de merlot. Por décadas, a carménère cresceu nos vinhedos chilenos, sendo confundida e misturada com merlot. Foi apenas em 1994, através de análises genéticas, que os especialistas identificaram que muitas das videiras consideradas merlot eram, na verdade, carménère. Terroir: O ambiente perfeito O Chile revelou-se o ambiente ideal para esta uva. As características geográficas e climáticas do país são praticamente perfeitas para o cultivo da carménère. Clima e Regiões As melhores regiões para a carménère no Chile são: – Vale Central – Vale de Colchágua – Vale de Maipo Essas regiões apresentam um clima mediterrâneo, com verões quentes e secos e invernos amenos e úmidos. A proximidade com a Cordilheira dos Andes e o Oceano Pacífico criam condições microclimáticas únicas. Solo e Relevo A carménère se desenvolve melhor em solos vulcânicos, terrenos com boa drenagem, áreas com declive moderado e altitude entre 200 e 600 metros acima do nível do mar. Os solos vulcânicos, ricos em minerais, conferem à uva uma mineralidade e complexidade únicas. A boa drenagem evita o excesso de água, forçando a videira a desenvolver raízes profundas. Chile tornou-se o segundo lar da uva carménère Características Únicas da Uva Aspectos físicos – Cor da uva: Azul-escura, quase púrpura – Película espessa – Cachos médios e compactos – Ciclo de maturação tardio Perfil sensorial – Alta concentração de pigmentos – Taninos suaves e aveludados – Notas de pimentão verde quando não madura completamente – Sabores de frutas vermelhas maduras – Notas de especiarias e chocolate Estilos de Vinho A carménère permite diversos estilos de vinificação como vinhos jovens e frutados, vinhos de guarda com envelhecimento em carvalho, blends com cabernet sauvignon e merlot, além de vinhos monovarietais. Harmonizações perfeitas A versatilidade da carménère permite harmonizações incríveis: carnes vermelhas grelhadas, churrasco, pratos com molhos intensos, queijos semi-curados, carne de cordeiro e pratos com especiarias. Curiosidades – É considerada a “uva fantasma” por sua história de quase extinção – Única região de sucesso comercial: Chile – Pequenas experimentações no Brasil e Argentina – Menos de 10% dos vinhedos chilenos são de carménère Por que se apaixonar pela carménère? Escolher um vinho de carménère é mergulhar em uma história de superação. É como provar um pedaço de história vitícola, um vinho que sobreviveu contra todas as probabilidades. Cada garrafa conta uma narrativa de renascimento, de uma uva que foi esquecida na Europa e encontrou seu lar definitivo no Chile. É um vinho que representa resiliência, adaptação e surpresa. Ao degustar um carménère, você não está apenas bebendo um vinho. Está experimentando um milagre enológico, uma uva que voltou das cinzas para se tornar um ícone mundial. Convite à degustação Feche os olhos. Imagine um vinho profundo e misterioso, com notas de frutas maduras, um toque de especiarias e um final aveludado que abraça seu paladar. Este é o carménère. Uma experiência que vai muito além de uma simples degustação. É uma viagem sensorial pela história do vinho. Não perca a oportunidade de conhecer esta uva extraordinária. Cada gole é uma descoberta, cada taça uma nova aventura. Vinho carménère é excelente para degustar ao ar-livre Wine Lovers recomenda A Wine Lovers tem em seu portfólio inúmeros rótulos com a uva carménère para sua escolha. Aproveite para selecionar alguns destes e desfrutar desta grande variedade. O vinho chileno William Cole Vineyard Selection Carménère é 100% carménère. Vinho de cor vermelha intensa com reflexos rosados. Apresenta aromas de frutas vermelhas como cerejas, flores como violeta, anis e toques suaves de pimentão verde. Possui corpo e persistência média. Sabores agradáveis e frescos com taninos macios. Na boca possui rica acidez, especiarias e notas sutis de cereja e baunilha. Ideal como acompanhamento de massas, risotos e carnes de panela. O vinho chileno Aquitánia Carménère apresenta 85% carménère e 15% cabernet sauvignon. Cor violeta profunda intensa. No nariz destacam-se frutos vermelhos maduros e suaves notas de páprica da carménère, que combinam perfeitamente com a tosta das barricas de carvalho francês do seu envelhecimento. Na boca apresenta-se bem estruturado, com taninos maduros e suaves, com uma persistência elegante e longa. Experimente com carnes vermelhas magras, carnes de aves e suínos. O vinho chileno Santa Ema Select Terroir Reserva Carménère tem 100% carménère. Cor vermelha escura com reflexos violetas. Aromas intensos de frutas negras, como amoras, mirtilos, ameixas negras e toque de tabaco e pimenta-do-reino. Na boca é suave, aveludado, com taninos maduros, equilibrado, agradável e com acidez moderada. Harmonize com guisado de vegetais, massas, ceviches, empanadas, salmão, frutos do mar e queijos variados. O vinho chileno Tricky Rabbit Reserva Carménère/Cabernet Franc contém 60% cabernet franc e 40% carménère. No nariz apresenta aromas de folhas secas e pimenta branca com toques de framboesa e chocolate. Na boca é redondo com sabor de amora e taninos suaves. Final complexo e encantador. Combine com carne de cordeiro, porco e queijos maduros e envelhecidos. Dia Mundial da Carménère É importante destacar que no último dia 24 de novembro foi celebrado o Dia Mundial da Carménère, uma data especialmente criada para homenagear esta uva tão especial. Essa data foi escolhida estrategicamente para celebrar a origem e a importância do carménère, principalmente no Chile, país que transformou esta uva quase extinta em um ícone enológico. Durante este dia, vinícolas, importadoras, sommeliers e amantes de vinho ao redor do mundo prestam homenagens a esta casta única, realizando degustações especiais, eventos e campanhas para divulgar a história e as características desta uva extraordinária. A escolha do dia 24 de novembro simboliza o reconhecimento da jornada da carménère – de uma uva quase esquecida na Europa para uma das principais representantes dos vinhos chilenos no mundo. O post Carménère: A uva que renasceu apareceu primeiro em Blog Wine Lovers | O vinho que encanta.
Mais um vinho para o nosso quadro 50 vinhos brasileiros degustados em 2024 e mais um da vinícola Miolo, que faz grandes vinhos no Brasil e agora também na Argentina (está produzindo um Malbec por lá).
Em 2016, a Miolo Wine Group comemorou uma grande conquista: exportou 100 mil garrafas do Miolo Cuvée, sendo 10 mil delas vendidas em uma das maiores vitrines do mundo do vinho, a Soif D’ailleurs, em Paris. Para celebrar essa marca, a vinícola brasileira fez algo que ninguém poderia imaginar: decidiu imergir um lote especial de espumante no mar da França. E não foi qualquer mar, mas o mar da Província de Bretagne, no local histórico da Baie du Stiff, um destino onde o fundo do oceano esconde um pedaço da história. Esse lote exclusivo de 504 garrafas foi enviado ao fundo do mar em outubro de 2016, e ficou lá, envelhecendo em uma “cave subaquática” até novembro de 2017. O que a Miolo fez foi resgatar uma prática antiga: a de envelhecer vinhos em navios naufragados no fundo do mar, um processo que promete dar ao espumante uma pegada sensorial única e misteriosa. Quando as garrafas foram trazidas de volta, o mundo inteiro ficou curioso para saber o que o mar teria feito com elas. FOTO: Divulgação Miolo Under the Sea/ Emerson Ribeiro A ideia de mergulhar as garrafas não foi uma aventura qualquer. Tudo foi orquestrado pela Amphoris, uma empresa francesa especializada nesse tipo de processo. A operação foi feita a 60 metros de profundidade, um local longe o suficiente para garantir a segurança do espumante. As garrafas foram guardadas na escuridão, com temperatura controlada e protegidas das correntes oceânicas. O resultado? Um espumante que mescla o terroir do Vale dos Vinhedos com as influências do oceano Atlântico. Para Adriano Miolo, enólogo e Diretor Superintendente da vinícola, este espumante é uma verdadeira obra de arte. Ele descreve o Miolo Cuvée – Under The Sea como uma bebida aspiracional, com uma história nova para contar. “Ele traz características do nosso terroir, mas é o mar que faz toda a diferença. Para descobrir o que ele realmente tem a oferecer, só degustando”, explica Adriano, que deixa claro que a experiência de degustação é única e vai além do que se espera de um espumante tradicional. FOTO: Divulgação Miolo Under the Sea/ Emerson Ribeiro E quem pensa que esse projeto ficou restrito a um único lote, está enganado! A Miolo já garantiu outros dois lotes submersos, sendo um de 140 garrafas de Miolo Cuvée Brut Rosé (2014) e outro de 350 garrafas de 2016. Ou seja, o Miolo Cuvée – Under The Sea tem ainda mais novidades pela frente, sempre com a promessa de manter o envelhecimento de 10 anos. O espumante vem em uma embalagem que é quase uma obra de arte: ela recria a lente de um farol, protegendo a garrafa sem esconder o seu conteúdo, e ainda acompanha um mapa com a localização exata onde as garrafas permaneceram no fundo do mar. Uma verdadeira combinação de terra, mar e homem. FOTO: Divulgação Miolo Under the Sea/ Emerson Ribeiro _________ FOTOS: Divulgação Miolo Under the Sea/ Emerson RibeiroThe post Vinícola brasileira lança espumante que ficou submerso no mar da França por 10 anos first appeared on GoWhere - Lifestyle e Gastronomia.
Aproveitar novembro para reabastecer a sua adega pode ser uma ótima estratégia. Afinal, o fim do ano está chegando e você pode comprar espumantes e vinhos imperdíveis na Black Friday, pelos melhores preços. Para ajudá-lo na sua escolha, selecionamos as melhores opções para este ano, com links diretos para as promoções! Segue a lista! 1. Espumante Don Guerino Cuvée Extra Brut 750ml O que acha de um espumante especial que deixe seu réveillon inesquecível? O Don Guerino Cuvée tem coloração amarelo palha com reflexos dourados. Possui aromas de frutas frescas, pão tostado, abacaxi e mel. Em boca é refrescante, equilibrado e cremoso. Fermentação alcoólica com temperatura controlada de 15°C e segunda fermentação em autoclaves por 12 meses. 2. Espumante Salton Ouro Natural Brut Rosé 750ml Esse novo espumante rosé da Salton, Ouro Natural, é muito agradável e refrescante no paladar. Sua produção é pelo método Charmat, com as uvas Pinot Noir e Chardonnay. De coloração rosada, com abundante desprendimento de borbulhas. Seus aromas são de frutas confitadas, cítricos, frutos secos, leveduras e brioche. Seu paladar é cremoso, refrescante e de agradável persistência. 3. Espumante Chandon Réserve Brut 750ml Os produtos da Chandon nunca saem de moda e estão entre os espumantes e vinhos imperdíveis da Black Friday. Qualquer evento fica mais requintado com um Chandon Réserve Brut na mesa. De cor amarela, esverdeada clara e reflexos dourados, a bebida traz aromas de flores brancas, frutas cítricas e brancas, maçã, abacaxi e pão fresco. No paladar, o sabor é fresco, equilibrado e frutado. Harmoniza muito bem com ostras frescas, saladas verdes, sushis e sashimis, queijos leves, carne branca. Leia também: Queijo feta com vinhos: dicas de como harmonizar 4. Espumante Garibaldi Vero Brut 750ml No precinho! Espumante Garibaldi Vero Brut tem coloração amarelo palha com reflexos esverdeados, aspecto brilhante e boa formação de perlage. Apresenta aromas com notas de abacaxi, lima e um toque mineral. Combina com canapés, saladas, sopas, peixes leves, frutos do mar, queijos e patês. 5. Balde Espumante Casa Perini Moscatel A Casa Perini traz uma inédita embalagem para seus espumante premiados. São sete garrafas dentro de um balde contendo uma ilustração exclusiva. Requinte e praticidade somados à qualidade consagrada dos espumantes da vinícola! * CONTÉM 7 GARRAFAS DO ESPUMANTE CASA PERINI MOSCATEL 750ml + BALDE EXCLUSIVO * 6. Vinho Don Guerino Cemento Blend 750ml Tem lançamento com preço bom também na lista dos espumantes e vinhos imperdíveis da Black Friday! Don Guerino Cemento Blend é um vinho de grande personalidade, trazendo novas sensações do que o Terroir e o processo de elaboração podem aportar. 7. Vinho Salton Desejo Merlot 750ml Salton Desejo Merlot é límpido, de coloração roxa intensa. Apresenta aromas de frutas negras (mirtilo, amora, framboesa), polpa de frutas em compota, cogumelos, amêndoas tostadas e chocolate. Seu sabor é intenso e prolongado com taninos maduros. Curtiu a nossa lista dos espumantes e vinhos imperdíveis da Black Friday? Esperamos que sim! Boas compras! Atenção: todos os valores foram consultados em 23/11/2024. As promoções são até durarem os estoques ou o período de Black Friday acabar. Cheque a disponibilidade dos produtos com a Bebidas do Sul.The post Melhores espumantes e vinhos na Black Friday 2024: LISTA! first appeared on blogdosvinhos.
Estamos em um dos meses mais aguardados do ano por quem gosta de comprar com as melhores oportunidades. Isso porque novembro é o mês da Black Friday, um tradicional dia de liquidações que acabou se tornando um mês inteiro aqui no Brasil. Entre as ofertas é possível encontrar desde eletrônicos até alimentos, móveis e – por que não? – vinhos! Pensando em ajudar nossos clientes a beber melhor e gastar certo, a Cellar Vinhos criou a Black Cellar, um mês inteiro para você desfrutar de vinhos autênticos e exclusivos, com condições especiais e muitos benefícios. Mas, afinal, como ter certeza de que você está fazendo a melhor compra nessa Black Friday? Para te ajudar a abastecer a sua adega apenas com os melhores vinhos e aqueles que vão, de fato, harmonizar com o seu estilo de vida, fizemos um guia para você não errar na Black Cellar. Continue a leitura e boas compras! Como não errar na Black Friday? 1. Saiba o que você procura Primeiramente, saiba o que você está buscando. Na Black Friday, você vai encontrar muitas ofertas, mas nem todas são oportunidades se você não souber exatamente do que precisa. Falando de vinhos, é importante saber qual é o seu estilo e para qual ocasião você deseja comprar. O segredo para uma adega equilibrada está em diversificar entre vinhos para o dia a dia e vinhos que vão se beneficiar com o tempo, tornando-se ainda mais especiais. No site da Cellar, você encontra uma descrição detalhada de cada vinho, o que pode te ajudar a fazer uma compra mais assertiva. 2. Escolha sites e empresas confiáveis Durante a Black Friday você pode encontrar ofertas irresistíveis, em sites que prometem rótulos incríveis a preços surreais. Desconfie! Para não errar na compra e evitar dores de cabeça, prefira sempre e-commerces de confiança, com histórico comprovado e boas avaliações no mercado. Outra dica é visitar as redes sociais da empresa e comprar através dos links oficiais. 3. Prefira cartões de crédito virtuais ou PIX Outra medida fundamental para não errar nas compras da Black Friday é preferir sempre os cartões de crédito virtuais ou PIX nas transações feitas online. Os cartões virtuais são temporários e expiram após determinado período, diminuindo o risco de uso indevido de informações de cartão caso uma transação seja interceptada. Já as transações via PIX são monitoradas pelo Banco Central para evitar fraudes, o que também garante a sua segurança. Também é comum que os sites ofereçam condições especiais para pagamentos via PIX, como é o caso da Cellar Vinhos. Assim, além de todos os benefícios de Black Friday, você pode obter um desconto extra se optar por essa modalidade. 4. Aproveite os cupons A Black Friday é também a temporada dos cupons e comprar certo é também saber aproveitar esse benefício. Isso porque além dos descontos já aplicados nos produtos e descontos de pagamento, como o desconto para pagamento via PIX que falamos acima, você pode obter descontos adicionais que acumulam com os anteriores, tornando a sua compra ainda mais inteligente e vantajosa. 5. Procure pelo melhor frete E não podemos esquecer do frete grátis. Na Black Friday, algumas lojas oferecem frete grátis para todo o Brasil ou para compras acima de determinado valor, o que pode representar uma economia considerável — especialmente no caso de vinhos, onde o peso das garrafas costuma impactar o custo do envio. Na Black Cellar, o frete é por nossa conta nas compras acima de R$400! E se você for do Clube Cellar Selections, os benefícios são ainda melhores. E aí, gostou das dicas? Então, fique ligado em nosso site e aproveite para comprar os melhores vinhos com os melhores preços nessa Black Friday. Confira nossas ofertas de Black Cellar aqui! Quer mais dicas sobre vinhos? Explore nosso blog. O post Black Cellar: dicas para aproveitar as melhores ofertas de vinhos na Black Friday apareceu primeiro em Blog da Cellar.
Você sabe que existe diferença entre frisante e espumante? É comum que haja muita confusão entre ambos, e entre suas subdivisões, como Champagne, Lambrusco e Prosecco. A verdade, porém, é que são diferentes, desde seu processo de produção à sua textura e ao paladar. A seguir, explicamos a diferença entre espumante e frisante, quais são os principais tipos, os métodos de produção e suas nomenclaturas. Boa leitura! O que são frisantes e espumantes? Pode ser chamado de espumante todo vinho com grande quantidade de borbulhas de dióxido de carbono, conhecidas como perlage . Essa característica é gerada por meio de uma segunda fermentação. Os frisantes têm em seu corpo a presença de dióxido de carbono, mas contam com menor quantidade, resultando numa efervescência suave. Sendo assim, a grande diferença entre frisante e espumante é que o primeiro não passa por uma segunda fermentação. O que faz um vinho ser frisante? As borbulhas geradas nos vinhos frisantes vêm da primeira fermentação. Após a prensa das uvas, adição de açúcar e fermento ao mosto, as leveduras eliminam gás carbônico enquanto transformam a glicose em álcool. Nos processos comuns de vinificação, esse gás carbônico é liberado. Porém, nos frisantes, ele é mantido e engarrafado, gerando um tipo de vinho com uma perlage mais sutil, com pressão interna que varia entre 1 atmosfera e 2,5 atmosferas. Por serem mais simples de se fazer, também é comum que sejam mais baratos. Características do frisante Efervescência leve. Leveza. Baixa pressão de CO2: entre 1 atmosfera e 2,5 atmosferas. Consumo rápido: não necessita de envelhecimento. Teor alcoólico mais baixo, no máximo 10,5%. A quantidade de borbulhas e a pressão dentro da garrafa é menor em frisantes do que em espumantes. Vinhos frisantes mais conhecidos O tipo de frisante mais popular é o Lambrusco. Produzidos principalmente na região da Emilia-Romana, na Itália, podem ser tintos, brancos e rosés. São produzidos a partir de uma uva de mesmo nome, que tem 13 subvariedades diferentes. Muitos vinhos verdes, originais da região portuguesa de mesmo nome, também podem ser considerados frisantes, graças à perlage residual formada durante a fermentação. Características do espumante O espumante possui as seguintes especificações, comparando com o frisante: Borbulhas: passa pelo processo de “bifermentação”. Alta pressão de CO2: pelo menos 4 atmosferas. Acidez viva: equilibra a doçura do vinho e é refrescante ao paladar. Estilos variados: existem variedades a depender do método de produção. Métodos de produção de espumante Os espumantes podem ser de diferentes tipos, como Champenoise, Charmat ou Transferência, a depender do método de fermentação. Champenoise O método Champenoise é o mais tradicional, originado e utilizado especialmente na região de Champagne, na França. As borbulhas são geradas na própria garrafa com a adição de leveduras e açúcar. Costuma ser o mais caro e trabalhoso para o produtor e, por essa razão, não é tão comum quanto os demais. Esse processo tende a produzir espumantes mais complexos e ricos em sabor, devido ao longo contato com as leveduras com o vinho. No método champenoise (ou tradicional), as borbulhas são produzidas dentro das garrafas. Charmat O Charmat também foi criado em Champagne, mas ganhou destaque na Itália. Sua segunda fermentação é realizada nos próprios tanques de inox (ao invés de garrafas individuais), com a adição de açúcar e leveduras, e em seguida, a bebida é filtrada e engarrafada. O método é mais rápido, resultando em espumantes frescos e frutados, geralmente com menos complexidade. Transferência O método de Transferência é uma combinação dos anteriores. A segunda fermentação é feita em garrafa, assim como o Champenoise. Porém, após o desenvolvimento da perlage, toda a produção é desengarrafada em um tanque de inox, e é adicionado um “licor de dosagem”. Em seguida, é engarrafada novamente. Há outros tipos de fermentação de espumantes, mas que não representam uma porcentagem tão grande na produção. Vinhos espumantes mais conhecidos Entre esse tipo de vinho, há diversas denominações de origem bem conhecidas. Vamos ver detalhes de cada uma! Champagne A primeira delas é o Champagne, que muitas vezes, no Brasil, é utilizado para descrever todos os vinhos espumantes. Todo Champagne é um espumante, mas nem todo espumante é um Champagne. O termo Champagne é utilizado para nomear uma pequena região produtora na França, de mesmo nome, e que segue rigorosos requisitos propostos pelo Comitê Interprofissional do Vinho de Champagne. Prosecco Outro espumante muito conhecido é o Prosecco, original da região de Veneto, no norte da Itália. Para ser chamado assim, é necessário que seja produzido nas microrregiões de Valdobbiadene e Conegliano, e a partir da uva glera. Vale mencior que, pela força do nome, algumas vezes esta casta é reconhecida pelo nome de Prosecco. Cava Por fim, há os espumantes espanhóis de Cava, que devem seguir os métodos tradicionais de vinificação da região da Catalunha. As uvas mais comuns utilizadas são macabeo, parellada, e xarello, mas a bebida também pode conter porcentagens menores de chardonnay, pinot noir e subirat. Cava é um espumante feito na Espanha. Nomenclaturas de espumantes e frisantes Nos rótulos de vinhos espumantes ou frisantes, é possível encontrar algumas nomenclaturas que dizem respeito à quantidade de açúcar residual. Saber o que significa cada uma delas é importante na hora da escolha. Nomenclatura Quantidade de açúcar/litro Nature < 3 g/L Extra-brut 3,1 g/L < 6 g/L Brut 6,1 g/L < 12 g/L Extra-sec 12,1 g/L < 17 g/L Sec 17,1 g/L < 32 g/L Demi-sec 32,1 g/L < 50 g/L Quando servir frisante e espumante? Servir frisantes e espumantes depende principalmente do tipo de evento e do momento da refeição. O frisante é uma ótima opção para: Eventos mais informais, leves e descontraídos, como piqueniques, churrascos e encontros casuais. Acompanhar aperitivos, antes das refeições principais. Harmonizar comidas mais leves, sem muito condimentos. Frisante ou espumante? Considere o evento e qual refeição será servida para decidir qual acompanhar. Já o espumante é servido para: Celebrar momentos especiais, como casamentos, aniversários e festas de final de ano. Complementar todos os tipos de refeição, dos aperitivos até a sobremesa. Inclusive, pode ser uma ótima maneira de recepcionar os convidados em um evento. Combinar com diversos tipos de alimentos, dos mais leves aos mais elaborados. Agora que você sabe a diferença entre frisante e espumante, já pode escolher a bebida que mais vai combinar com seu evento. Independentemente da ocasião, considere os gostos pessoais dos convidados para selecionar a opção mais adequada. E se você quer garantir os melhores rótulos, clique na imagem abaixo e veja as variedades de frisantes e espumantes disponíveis no divvino.com.br! O post Qual a diferença entre frisante e espumante? apareceu primeiro em Divvino - Conheça tudo sobre o mundo dos vinhos.
Um vinho bem especial de Mendoza, super macio. Daqueles que a gente fica sentindo os sabores bastante tempo depois de beber.
Falamos pouco (pelo menos aqui nesse canal) sobre vinhos alemães, mas eles são fantásticos e merecem nossa atenção. Esse é bem legal e tem um ótimo preço. Quem traz é a www.evino.com.br
Depois de uma semana em Bento Gonçalves gravando com grandes especialistas, eu voltei com uma visão ainda mais apurada do futuro dos vinhos brasileiros. Vamos entender e nos preparar, além de termos dicas de vinhos para conhecer.
Os espumantes Premivm refletem a sofisticação e a tradição da Casa Valduga. Elaborados por meio do método tradicional de refermentação em garrafa, estes rótulos permanecem 24 meses nas caves subterrâneas maturando sobre leveduras, com tempo de guarda de até cinco anos. Experimente e descubra a potencialidade desses exemplares! Aprecie com moderação.
Fui para Bento Gonçalves para gravar a primeira temporada do projeto do podcast Vai de Vinho Brasileiro, uma iniciativa do Consevitis-RS em parceria com o Sebrae e Sicredi-RS. Foram 10 episódios com muita informação muito bacana. Quer assistir? Então inscreva-se lá no https://www.youtube.com/vinhobrasileiro
Uma regulamentação do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla inglês) está gerando preocupações entre os importadores de vinhos orgânicos, pois para que uma garrafa de vinho seja vendida agora como orgânica no país, não apenas o vinhedo e a vinícola devem ser certificados como orgânicos, mas também o importador. A decisão, que entrou em vigor em 2023, criou uma série de desafios para os importadores. O USDA disse que essa exigência visa aumentar a rastreabilidade e prevenir fraudes no mercado de produtos orgânicos. No entanto, muitos importadores ainda não conseguiram obter a certificação, gerando atrasos e incertezas. Segundo dados do departamento, mais de 1.800 operações de manuseio foram certificadas nos EUA. O prazo final para conformidade já passou, e muitos importadores ainda estão aguardando que suas solicitações sejam processadas. As empresas que não conseguirem atender aos requisitos da regulamentação estão sujeitas a multas e penalidades. O USDA acrescentou dizendo que o descumprimento “pode resultar em multas monetárias significativas, tanto na forma de taxas de retenção pela Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA quanto em penalidades civis”. A nova exigência também pode resultar em aumento dos custos para os consumidores de vinhos orgânicos, já que os importadores terão que lidar com um volume maior de burocracia. Além disso, há a possibilidade de vinhos orgânicos não serem mais rotulados como tal, caso os importadores não consigam obter a certificação a tempo. A Wine and Spirits Wholesalers of America (WSWA), uma das principais organizações do setor de bebidas nos EUA, também manifestou suas preocupações em relação à nova regra do USDA, mas manteve sua posição, afirmando que a certificação dos importadores é necessária para garantir a conformidade com as normas orgânicas e proteger o mercado contra fraudes.The post EUA exige certificação para importadores de vinhos orgânicos first appeared on blogdosvinhos.
Eu gosto muito dos vinhos do Dão, que é uma região portuguesa muito legal de se conhecer (seja indo lá ou pelos vinhos) e eles fazem bons vinhos brancos, mas os tintos se destacam pela delicadeza. Esse é um ótimo exemplar e o melhor é que tem bom preço. Distribuidor no Brasil - https://www.vinhovino.com.br/
José Carlos Pallas, atual dono do Bacalhau, Vinho & Cia., mantém vivo o legado familiar de mais de 50 anos. Filho do fundador, cresceu cercado pela gastronomia e hoje, aos 63 anos, preserva a tradição do bacalhau. “O restaurante começou na Rua Barra Funda. Recentemente, mudamos para um local próximo e já está completando 51 anos”, diz Pallas. Fundado por outro proprietário, o restaurante foi vendido ao pai de Pallas dois anos depois. Desde então, tornou-se referência pelo bacalhau grelhado, prato tradicional que atraiu uma clientela fiel — passou a ser chamado de “bacalhau da Barra Funda”. E o futuro da casa está nas mãos do filho de Pallas, Carlos, que comanda as operações dos dois endereços. O restaurante, desde o começo, ficou muito vinculado ao ingrediente? Durante muitos anos, o Bacalhau, Vinho & Cia. não era um restaurante de cozinha portuguesa, mas especializado em bacalhau. O cardápio era quase exclusivamente de pratos de bacalhau, com exceção de um filé para quem não comia o peixe. Com a chegada do meu filho, que fez gastronomia, começamos a incluir pratos tradicionais portugueses, como arroz de pato e polvo. Como é o desafio para você, hoje, carregar essa história – não só do restaurante, mas também da sua família? A maior responsabilidade é manter a qualidade e a essência do restaurante. São Paulo é uma cidade dinâmica, e preservar algo sem grandes mudanças é desafiador. Precisamos manter a tradição e, ao mesmo tempo, nos adaptar às novas demandas do público, como a preocupação com a saúde e a estética dos pratos. O desafio é inovar sem perder a essência. Com novas tendências gastronômicas e a expansão de opções culinárias em São Paulo, como conseguem manter a essência tradicional e atrair novos públicos? Estamos sempre atentos ao que acontece em Lisboa, uma cidade cosmopolita que atrai cada vez mais turistas. Isso despertou maior interesse pela gastronomia portuguesa no Brasil. Portugal está na moda, o que nos favorece. No entanto, tivemos que adaptar o tamanho das porções e o teor de sal, já que fazemos a dessalga do bacalhau. Antigamente, servíamos um quilo de bacalhau para duas pessoas, algo impensável hoje. O bacalhau é um prato de celebração, o que também facilita manter o cardápio. O bacalhau continua sendo um prato para ocasiões especiais, não para o dia a dia? Exatamente. Muitos clientes vêm apenas em datas especiais, como Páscoa ou Dia das Mães. Essa frequência espaçada mantém o cardápio sempre atrativo. É difícil trabalhar com o bacalhau como principal atrativo da casa? Trabalhar com bacalhau tem suas dificuldades, especialmente em tempos de crise, como variações do dólar e inflação. No entanto, poucos restaurantes são especializados nisso, o que é uma vantagem. Formar uma clientela fiel para o bacalhau é um desafio, mas, com o tempo, conseguimos nos manter. Como se diferenciar de outros restaurantes de culinária portuguesa na cidade? Nosso diferencial é a associação direta com o bacalhau, que está até no nome do restaurante. Outros podem ser conhecidos por pratos específicos, mas, quando se fala em bacalhau, lembram-se de nós. FOTO: Daniel Cancini Há pratos que resumem a alma do Bacalhau, Vinho & Cia? Passamos por fases. Nos anos 70, o carro-chefe era o bacalhau grelhado. Nos anos 90, lançamos o bacalhau ao bolo, com molho vermelho. Desde 2000, o mais vendido é o bacalhau ao murro, assado no azeite com batatas ao murro, que valoriza o sabor do peixe. Você acredita que a culinária portuguesa tem potencial de crescer ainda mais no Brasil? Sim. Muitos bares e restaurantes têm adotado pratos portugueses ou ibéricos. São Paulo já viu ondas de crescimento com outros tipos de cozinha, e a portuguesa parece estar seguindo esse caminho. Quais são seus próximos planos e sonhos para o Bacalhau, Vinho & Cia? Meu filho, Carlos Henrique, é o chef executivo e tem muita paixão pela gastronomia. Temos uma equipe fiel, e nosso foco é continuar mantendo a qualidade e tradição. Não temos planos de expansão em larga escala, pois somos uma empresa familiar, e é difícil manter o controle e a tradição com muitas unidades. Enfim, acredito que meu filho levará o Bacalhau, Vinho & Companhia para os próximos 50 anos. Não acho que terei condições de assistir aos 100 anos do restaurante, assim como meu pai não conseguiu chegar aos 50 anos de comemoração. Mas tenho certeza que meu filho vai conseguir celebrar os 100 anos do Bacalhau, Vinho & Cia. _________ FOTOS: Daniel CanciniThe post José Carlos Pallas reflete sobre conquistas e o futuro do Bacalhau, Vinho & Cia. first appeared on Go Where - Lifestyle e Gastronomia.
O curso "Desvendando o Vinho" é pra você que quer aprender os segredos dessa bebida milenar e começar a degustar sem complicações. Um curso com o objetivo de tornar você um enófilo que sabe escolher e apreciar um bom vinho, que não se sente perdido diante de conhecedores do vinho e está a procura de novas experiências enogastronômicas. Com este curso, uma prateleira de adega ou supermercado não será mais um bicho de sete cabeças; você nunca mais dirá que não gosta de vinho seco e escolher vinhos para presentear amigos ou escolher vinhos para jantares não serão mais dificuldades presentes na sua vida. Você descobrirá o prazer de degustar um bom vinho. Vou te ensinar a descobrir aromas, a fazer harmonizações que dão certo, a organizar um jantar inesquecível para você e seus convidados. Ou seja: você aprenderá o beabá do vinho! Vantagens: ✔ Você vai aprender como os vinhos são produzidos ✔ Vai conhecer a diferença de estilos e com o quê eles combinam ✔ Vai aprender a avaliar um vinho ✔ A cada aula, você vai entender melhor o universo dos vinhos, o que ajuda na hora de fazer uma compra Apresentado por: Aline Oliveira, Sommelière e Barista, tem oito anos que trabalho no mundo dos vinhos e nesse tempo tenho ajudado pessoas a descobrirem o próprio paladar, a descobrirem rótulos que realmente agradam. Como sommeliére, nos últimos anos, tenho realizado cursos e treinamentos em vinhos para apaixonados por vinhos e para empresas, como bares e restaurantes, para que possam desenvolver seus serviços de vinho, além de prestar consultoria para adegas, supermercados e festas. Tenho prestado consultoria para importadoras e distribuidoras de bebidas, auxiliando na tomada de decisões e treinamentos relacionados ao mundo dos vinhos. SAIBA MAIS
A gente tem muitos vinhos feitos com Chardonnay e com Sauvignon Blanc no mercado e até aí, tudo ótimo. Adoro e sempre vou consumir, mas acho legal a gente ficar sempre de olho em outras uvas (brancas nesse caso), como a Verdejo. Esse aí é um vinho bom, bonito e barato. Quem importa e distribui no Brasil é a SetWines - www.setwines.com.br
Todos os meses a gente fala de uma uva com os alunos e assinantes da Confraria Vinhos de Corte, para que possam entender melhor sobre os vinhos do mundo todo. Escolhi a Nebbiolo e não poderia deixar de falar do Barolo, um grande vinho italiano. Esse vinho é importado e vendido pela Evino no Brasil - www.evino.com.br
E-Book para leigos sobre harmonização de vinhos, onde você contará com muitas dicas para impressionar as pessoas que ama e deixar suas visitas te admirando devido assertividade na combinação da refeição servida com a bebida correta!!!! Por Juliana Stival 42 anos, criadora de conteúdo digital onde pretendo levar informações que a acrescentem e enriqueçam a vida de outras pessoas. Afinal, tudo que compartilhamos se multiplica! Atuo na área comercial a mais de 19 anos onde pretendo compartilhar meus conhecimentos na prática desse período com vocês e uma eterna apaixonada por vinhos, vamos evoluir juntos no aprendizado dessa maravilhosa bebida. Realizando um projeto que já estava sendo planejado desde 2020. Obrigada desde já pelo carinho e confiança de cada um de vocês. Adquira aqui
O mundo do vinho está testemunhando uma transformação significativa nos últimos anos. Uma nova tendência vem ganhando força entre os apreciadores: a busca por vinhos com menor teor alcoólico. Esta mudança reflete um movimento maior na sociedade, onde consumidores cada vez mais conscientes procuram alternativas que combinem prazer e bem-estar. O perfil do novo consumidor O público que busca vinhos com menor graduação alcoólica é diversificado, mas apresenta algumas características em comum. Em sua maioria, são profissionais urbanos, entre 25 e 45 anos, com bom poder aquisitivo e alto nível de informação sobre saúde e bem-estar. São pessoas que não querem abrir mão do prazer de degustar um bom vinho, mas desejam fazer isso de forma mais equilibrada. Este movimento é particularmente forte entre os millenials e a Geração Z, que demonstram maior preocupação com questões de saúde mental e física. Para eles, o consumo moderado de álcool faz parte de um estilo de vida mais sustentável e equilibrado. Jovens escolhem vinhos com menos álcool Uvas preferidas e características Algumas variedades de uvas naturalmente se prestam melhor à produção de vinhos com menor teor alcoólico. Entre as mais populares estão: Uvas brancas Moscatel: Conhecida por produzir vinhos leves e aromáticos, com teor alcoólico entre 8 e 12,5%; como o argentino Dandelion Skin Contact Orgânico com 85% ugni blanc e 15% moscatel, que possui exatamente 12,5% de álcool. Mostra uma cor âmbar com aparências ocres. Aromas de camomila, tília, folhas de chá e peras se destacam. Na boca apresenta uma combinação com frutas brancas e notas de nectarina. Tem uma acidez bem equilibrada que o torna fresco e com um longo final de boca. Combina com peixes, aves, frutos do mar e massas em geral. Riesling: Especialmente as versões alemãs podem apresentar apenas 8-10% de álcool. Vinho Verde: Produzido com blend de uvas portuguesas, raramente ultrapassa 11,5% de álcool, experimente o vinho português Incomum Branco que possui as uvas loureiro e arinto, cor de citrino brilhante, tem 11,5% de álcool. Aromas intenso, frutado com algumas notas florais, paladar fresco, macio e aveludado com a fruta sempre presente. Final cremoso e persistente. Ideal como aperitivo ou para acompanhar pratos de mariscos, peixe, aves, massas e pratos asiáticos. Uvas tintas Cabernet Franc: Em certas regiões, produz vinhos frescos com moderado teor alcoólico. O chileno Trick Rabbit Reserva Cabernet Franc/Carménère apresenta blend com 60% cabernet franc e 40% carménère com 14% de álcool. No nariz apresenta aromas de folhas secas e pimenta branca com toques de framboesa e chocolate. Na boca é redondo com sabor de amora e taninos suaves. Final complexo e encantador. Harmonize com porco, cordeiro e queijos maduros e envelhecidos. Gamay: A uva do Beaujolais francês, produz vinhos leves com 11-12% de álcool; Pinot Noir: Quando cultivada em regiões mais frias, gera vinhos elegantes com 12-13,5% de álcool; como o chileno William Cole Vineyard Selection Pinot Noir, com 100% pinot noir e 13,5% de teor alcoólico. Vinho de cor cereja, translúcido e brilhante. Apresenta aromas de rosas e chá preto. Possui corpo médio e persistência. Sabores frescos com taninos redondos e delicados. Combina com risoto de cogumelos, brownie ou sozinho. Regiões produtoras em destaque O clima tem papel fundamental na quantidade de açúcar que a uva desenvolve e, consequentemente, no teor alcoólico final do vinho. As regiões mais frias naturalmente se destacam neste segmento. Velho Mundo Alemanha: Especialmente o vale do Mosel, com seus renomados Rieslings. Beaujolais (França): Especializada em vinhos leves da uva Gamay. Loire (França): Conhecida por vinhos brancos e tintos leves. Norte de Portugal: Região dos Vinhos Verdes como o vinho Tapada dos Monges Loureiro com 100% loureiro, cor de citrino e apenas 11,5% de álcool. Aroma intenso floral, com notas de frutas. Paladar fresco, com notas de maçã madura e alguma acidez delicada que equilibra e torna o conjunto harmonioso. Persistente e bastante elegante. Ideal com saladas, peixe grelhado e pratos leves. Região mais fria de Vinho Verde produz vinhos mais leves Novo Mundo Argentina: Mendoza. Como exemplo, o vinho Kalós 59N Chardonnay com 100% chardonnay e teor alcoólico de 12,5%. Cor dourada com reflexos esverdeados claros. Aromas complexos de maçã, abacaxi epêssego. Sua passagem por carvalho aporta notas de cacau e mel, que resulta em um agradável final de boca. Perfeito como “welcome drink” e com saladas e peixes. Canadá: Região de Niagara. Chile: Vales costeiros como Casablanca e San Antonio. Caso do vinho William Cole Vineyard Selection Sauvignon Blanc com 100% sauvignon blanc, cor amarela prata com reflexos prateados quase translúcido e brilhante e 13,3% de álcool. Apresenta aromas de notas cítricas, como pomelo. Possui corpo e persistência média. Na boca, possui sabores cítricos, minerais com notas leves de sal. Rica acidez. Ideal para acompanhar mariscos e peixes. Nova Zelândia: Principalmente Marlborough e Central Otago. Técnicas de produção inovadoras Os produtores têm investido em técnicas específicas para atender esta demanda. Com técnicas como: Colheita antecipada: Uvas colhidas um pouco antes do ponto ideal de maturação contêm menos açúcar. Fermentação controlada: Processos que interrompem a fermentação antes que todo o açúcar seja convertido em álcool. Tecnologia de desalcoolização: Métodos modernos que removem parte do álcool mantendo os aromas e sabores. Uvas antes de amadurecer produzem menos açúcar Benefícios e atrativos Os vinhos com menor teor alcoólico oferecem várias vantagens: – Menor ingestão calórica; – Redução dos efeitos negativos do álcool no organismo; – Possibilidade de degustar mais rótulos em uma mesma ocasião; e – Maior facilidade para harmonização com refeições leves. O futuro do segmento A tendência de vinhos com menor teor alcoólico deve continuar crescendo nos próximos anos. As vinícolas estão investindo em pesquisa e desenvolvimento para criar produtos que atendam esta demanda sem comprometer a qualidade e a experiência sensorial. Especialistas preveem um aumento significativo no portfólio de opções disponíveis no mercado, com grandes produtores tradicionais desenvolvendo linhas específicas para este público. Além disso, pequenas vinícolas especializadas começam a surgir com foco exclusivo neste nicho. Prazer e consciência na taça O movimento em direção a vinhos com menos álcool representa mais que uma tendência passageira – é um reflexo de mudanças mais profundas nos hábitos de consumo da sociedade moderna. À medida que mais consumidores buscam opções que permitam desfrutar dos prazeres da vida com maior equilíbrio, este segmento deve continuar se expandindo e se sofisticando. Para os amantes do vinho, é uma excelente notícia: mais opções para desfrutar desta bebida milenar de forma consciente e responsável, sem abrir mão do prazer e da qualidade que apenas um bom vinho pode proporcionar e a Wine Lovers pode contribuir nesta busca, afinal são mais de 400 vinhos disponíveis para a sua escolha! O post A nova onda dos vinhos apareceu primeiro em Blog Wine Lovers | O vinho que encanta.
Para celebrar as festas de Halloween de maneira criativa, os coquetéis à base de vinho são uma forma divertida de trazer sabor e temática assustadora para as suas festas. Para ajudar nesta tarefa, Thamirys Schneider, sommelière da Wine, revela receitas que misturam sabores intensos e decorações vibrantes, além de indicar vinhos para cada um dos drinks. As dicas são perfeitas para quem deseja transformar dar um up na tematização. “A combinação de frutas, especiarias e até efeitos visuais, como o brilho da água tônica sob luz negra ou o gelo seco, transforma a experiência em algo único. Na verdade, o vinho, por si só, é uma bebida versátil que se adapta muito bem a essas criações, permitindo que os convidados curtam a celebração de um jeito diferente”, diz a especialista. Confira a seguir algumas receitas para animar sua festa de Halloween. Lua de Sangue Ingredientes 50 ml de vinho tinto 1 sachê de chá de morango 5 cm de casca de laranja 1 fatia pequena de pimenta-dedo-de-moça 1 colher de sobremesa de mel 10 ml de suco natural de maracujá 100ml de água tônica Gelo a gosto Modo de preparo Faça o sachê de chá de morango para 100 ml de água fervida e adicione a casca da laranja, uma fina fatia da pimenta dedo de moça e o suco de maracujá. Após 5 minutos de infusão, coe e adicione o mel e misture até diluir. Em um copo longo com cubos de gelo, adicione 100 ml dessa mistura, 150 ml de vinho tinto e 100 ml de água tônica. Para preparar esse drink, o exemplar português Rocinha é uma ótima opção. Suas notas de frutas vermelhas irão somar ao chá de morango e o sutil dulçor irá contrastar com o picante da pimenta-dedo-de-moça. Um drink bem temático para a noite de Halloween! Continua após a publicidade Vinho português RocinhaWine/Reprodução https://tidd.ly/4ebvCvM Halloween Sangria Ingredientes 1 garrafa de vinho tinto 1 lata de água tônica de gengibre 2 doses de Brandy Uvas verdes e roxas congeladas 1 laranja em fatias finas com as cascas 1 limão em fatias finas com as cascas 3 paus de canela Açúcar cristal colorido com roxo e verde Modo de preparo O primeiro passo é congelar as uvas. Feito isso, em uma jarra, misture a tônica, as fatias de laranja e limão com o Brandy e a canela em pau. Em seguida, despeje lentamente o vinho e resfrie a sangria de Halloween. Para servir, umedeça as bordas dos copos com água gelada e marque-as com açúcar colorido, coloque uvas congeladas e fatias de laranja adicionais e, por último, cubra com sangria. As uvas congeladas são uma estética de olhos no seu drink, e ajudam a manter o drink gelado sem aguar. O Brandy traz um corpo mais alcoólico e um toque adocicado, e a finalização com o açúcar colorido nas bordas deixa o drink festivo para esta bebida assustadora e alcoólica de Halloween. Um vinho excelente para esse drink é o Apothic Dark Red Blend 2020, intenso, bem estruturado e com um rótulo sombrio a cara do Halloween. Apothic Dark Red Blend 2020Wine/Reprodução https://tidd.ly/4ecec21 Continua após a publicidade Vampire’s kiss (O beijo do vampiro) Ingredientes 20 ml de licor de framboesa 25 ml de vodca Gelo a gosto Framboesas congeladas Açúcar vermelho para enfeitar (opcional) Espumante para completar Modo de preparo Refrigere uma taça de martini. Despeje o licor de framboesa e a vodka em uma coqueteleira e adicione um punhado de gelo e as framboesas. Agite até que a parte externa do shaker fique bem fria. Mergulhe a borda do copo gelado em água fria e depois no açúcar. Coe o coquetel na taça preparada e cubra com o espumante. Entre no clima de Halloween com este coquetel de inspiração vampiresca, com espumante, vodka e licor de framboesa. Decore com açúcar vermelho para surpreender na apresentação do drink. Para compor este drink, use o espumante Espumante Dancing Flame Brut Rosé e se delicie com o frescor e notas de frutas vermelhas. Espumante Dancing Flame Brut Rosé 2020Wine/Reprodução https://tidd.ly/4e52l5H Spritzer de vinho branco fantasmagórico Vinho branco de acidez vibrante (sugestões: Vinho Verde, Riesling, Albariño, Sauvignon Blanc) Continua após a publicidade Cubos de gelo feitos com água Tônica Modo de preparo Em uma taça ou copo, coloque os cubos de gelo e, em seguida, despeje o vinho lentamente. É um drink simples, mas que precisa de atenção para que os cubos de gelo de água tônica não derretam rapidamente. O toque especial fica por conta da água tônica, pois o quinino presente em sua composição faz o drink brilhar sob a luz negra e faz com que seja um drink nebuloso que vai ficar incrível em um ambiente com esse tipo de iluminação. Com notas cítricas e acidez vibrante e uma predominância de toranja rosa, além de pêssegos brancos e um toque herbal, o exemplar Portillo Valle de Uco Sauvignon Blanc 2023 é perfeito para esse drink. Portillo Valle de Uco Sauvignon Blanc 2023Wine/Reprodução https://tidd.ly/40qT6JR Poção de Bruxa Ingredientes: Continua após a publicidade 150 ml de vinho tinto 50 ml de tônica 20 g de framboesas congeladas (ou mix de frutas silvestres) Gomas em formato de aranha Gelo seco Continua após a publicidade Modo de preparo: Coloque o vinho e a tônica em um copo e mexa suavemente. Depois, adicione as framboesas congeladas e a goma em formato de aranha. Para um toque mágico, adicione um pedaço de gelo seco com cuidado. A poção de bruxa vai borbulhar e criar um efeito incrível! Para compor o drink, o Carnivor Zinfandel 2021 é o vinho ideal, pois é ousado, intenso e audacioso, tendo em seu nome uma homenagem ao topo da cadeia alimentar, os carnívoros. Além disso, é um exemplar elaborado com a uva Zinfandel, uva tinta emblemática nos Estados Unidos, onde o Halloween é uma das celebrações e manifestações culturais mais populares do país. Carnivor Zinfandel 2021Wine/Reprodução https://tidd.ly/4frroRD Acompanhe o nosso Whatsapp Quer receber as últimas notícias, receitas e matérias incríveis de CLAUDIA direto no seu celular? É só se inscrever aqui, no nosso canal no WhatsApp. Acesse as notícias através de nosso app Com o aplicativo de CLAUDIA, disponível para iOS e Android, você confere as edições impressas na íntegra, e ainda ganha acesso ilimitado ao conteúdo dos apps de todos os títulos Abril, como Veja e Superinteressante. 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Vinhos orgânicos podem ser intrigantes e alguns são espetaculares. É o caso desse, que foi campeão em uma degustação para eleição dos melhores em uma das edições de São Paulo do Encontro de Vinhos, onde disputou com vários grandes vinhos. Esse é importado e distribuído pela Winelovers no Brasil - www.winelovers.com.br
TODO O CONTEÚDO, FOI ELABORADO POR UM PROFISSONAL COM MUITA EXPERIÊNCIA, TANTO EM RESTAURANTE COMO SOMMELIER, COMO TAMBÉM EM ENOTECAS, IMPORTADORAS E DISTRIBUIDORAS DE VINHO. # MINISTROU DEZENAS DE CURSOS E PALESTRAS NO BRASIL A FORA. CURSO DE VINHO PARA INICIANTES, SERÁ INTRODUZIDO INFORMAÇÕES COMO: 1- CONHECIMENTO BÁSICO SOBRE O MUNDO DO VINHO 2 - COMO IDENTIFICAR DEFEITO DO VINHO 3 - TÉCNICAS DE DEGUSTAÇÃO 4 - CONCEITO DE HARMONIZAÇÃO 5 - COMO CLASSIFICAR OS VINHO 6 - CONHECIMENTO E RECONHECIMENTO DO VINHO 7 - DICAS DE ETIQUETA COMPORTAMENTAL A MESA 8 - COMO ERRIQUECER SUA MEMORIA OLFATIVA 9 - COMO FAZER UMA DEGUSTAÇÃO AS CEGAS 10 - SERVIÇO DE DECANTER 11 - ETIQUETA COMPORTAMENTAL A MESA Adquira aqui!
A uva Shiraz, assim como a Cabernet Sauvignon, Malbec, Merlot e muitas outras, é uma daquelas que nasceu na França e, posteriormente, se popularizou em diversos países. Conhecida por produzir vinhos elegantes e ricos, ela se destaca principalmente na França e na Austrália. Continue a leitura e descubra tudo sobre a personalidade dessa uva, os tipos de vinho que ela origina, com quais pratos harmonizar e mais! 😄 Origem da uva Shiraz Existem diversas versões sobre a história da origem da uva Shiraz. Considerada uma das castas mais antigas do mundo, há quem acredite que a uva é originária do Egito e chegou aos solos europeus por meio da Itália. Também existe a narração de que ela teria surgido em uma cidade do antigo Império Persa, onde atualmente está localizado o Irã. Inclusive, no sudoeste do Irã há uma cidade chamada Xiraz (também conhecida como Shiraz). Historicamente falando, é comum atribuírem o nome “Shiraz” aos vinhos que eram produzidos nos arredores dessa região antes da Revolução Islâmica, que aconteceu em 1979. Apesar dessas hipóteses, estudos de DNA confirmaram que a uva é, de fato, francesa. Ela nasceu na região do Rhône, na França, por meio do cruzamento de duas uvas pouco conhecidas: a Dureza (tinta) e a Mondeuse Blanche (branca). Atualmente, além da França, a Shiraz é muito cultivada na Austrália. Ela também está presente em países como Itália, Espanha, África do Sul, Estados Unidos, Chile, Argentina e até mesmo o Brasil. Características da Shiraz Shiraz é uma uva tinta que tem a casca relativamente grossa em comparação às outras castas da espécie Vitis vinifera. De coloração muito intensa e escura, ela tem cachos médios e aromas marcantes. Em relação aos vinhos Shiraz, é importante ter em mente que a sua personalidade vai depender muito da região onde o rótulo foi elaborado. Mas, de um modo geral, as características que você vai encontrar ao degustar um vinho tinto Shiraz são: Acidez: média Tanino: médio/alto Fruta: média/alta Corpo: médio/alto Álcool: médio/alto VOCÊ SABIA? É possível que você já tenha visto a nomenclatura “Syrah” no mundo do vinho. Afinal, são duas uvas diferentes? É Syrah ou Shiraz? Na verdade, Syrah e Shiraz são a mesma uva. Acontece que elas são conhecidas das duas formas, a depender do país em questão. O nome Syrah é mais comum no Velho Mundo, enquanto Shiraz é mais usado no Novo Mundo. Além disso, a uva também é conhecida por outros nomes mundo afora, como Marsanne Noire, Blaue Sirah e Sira. Também existem vinícolas que vão estampar o nome “Shiraz” no rótulo do vinho caso a bebida seja semelhante ao estilo australiano, ou seja, um vinho de clima mais quente. Enquanto isso, o nome “Syrah” é mais comum em rótulos nos quais o líquido seja mais parecido com os franceses, ou seja, vinhos de clima moderado. Harmonização com Vinho Shiraz Agora que você já sabe mais sobre a história e as características da uva, está na hora de descobrir: o que combina com vinho Shiraz? Confira a seguir! A Shiraz dá vida a vinhos que são majoritariamente ricos, encorpados e potentes, com aromas marcantes que variam de mirtilo a ameixa preta, chocolate, tabaco, pimenta e especiarias. Tendo isso em vista, é uma excelente pedida apostar em pratos igualmente potentes e aromáticos. Carnes de caça, como coelho, cordeiro e javali, são ótimas opções, especialmente se temperadas com ervas. Churrasco também é uma boa pedida, além do famoso Steak au Poivre, por conta de sua crosta de pimenta. Os vinhos elaborados por meio da Shiraz também combinam com vegetais grelhados. Nesses casos, pode apostar em pratos à base de berinjela, abobrinha e tomate. Comidas ricas em temperos, especialmente especiarias, também se mostram excelentes opções. Vinhos Shiraz Os tipos de vinhos Shiraz variam muito de acordo com a região em que eles foram produzidos. No Velho Mundo, por exemplo, os vinhos costumam ser mais frutados, elegantes e sutis, enquanto no Novo Mundo, os rótulos geralmente são mais encorpados, ricos e cheios. Na França, a uva origina diversos exemplares varietais, ou seja, 100% Shiraz, mas também compõe alguns blends, geralmente acompanha de castas como Grenache, Mourvèdre, Cinsault e Carignan. Em países como Itália, Portugal e Espanha, é mais comum que a Shiraz apareça em blends, agregando aos vinhos mais corpo e taninos, além de aromas com nuances de frutas pretas e especiarias. Na Austrália, país onde a uva é uma das mais célebres, ela origina vinhos de caráter encorpado e macio, com taninos intensos, e aromas marcantes de frutas pretas e chocolate. Agora, nos Estados Unidos, Chile, Argentina e aqui no Brasil, os exemplares costumam ser frutados, persistentes, com corpo médio, taninos macios, e aromas intensos de frutas vermelhas e especiarias. Depois de descobrir mais sobre a uva Shiraz, aproveite para abastecer a sua adega com os best sellers do Site de Evino. O post Shiraz: Saiba tudo sobre essa uva de origem francesa apareceu primeiro em Evino.
Originária da França, a Cabernet Franc é uma uva tinta famosa e versátil, muitas vezes comparada à Cabernet Sauvignon. Mas você sabe qual é a relação entre essas castas? E quais as principais características dos vinhos Cabernet Franc? Neste artigo, vamos desbravar a história da uva, sua personalidade em diferentes regiões vinícolas, descobrir dicas de como harmonizar os rótulos e muito mais. Vem com a gente! A Uva Cabernet Franc Cabernet Franc é uma uva tinta de casca relativamente fina, que possui uma coloração violácea intensa. De cachos médios, e bagos pequenos e delicados, ela revela aromas expressivos. Além disso, costuma amadurecer antes de outras uvas tintas, como a Cabernet Sauvignon, por exemplo. Essa casta é rica em um composto orgânico muito comum em diversos tipos de plantas, chamado pirazina. Esse elemento é responsável pelos aromas característicos de pimentão e ervas presentes nos vinhos produzidos com a Cabernet Franc. A pirazina também age como uma espécie de defesa natural contra as pragas. Dessa forma, faz com que a Cabernet Franc se adapte e cresça muito bem em diversas regiões do mundo. Uma curiosidade sobre essa uva é que ela, junto com a Sauvignon Blanc, deram origem a uma das castas mais famosas do mundo do vinho: a Cabernet Sauvignon. Estudos de DNA comprovaram que, além da Cabernet Sauvignon, a Cabernet Franc também deu origem a outras castas muito famosas, como a Merlot e a Carménère. Outra curiosidade sobre a uva é que a forma de escrever seu nome pode variar em diferentes regiões do mundo. Além de Cabernet Franco e Cabernet Frank, ela também pode ser conhecida como Bordo, Bouchet, Bouchy e Breton. O Vinho Cabernet Franc O vinho varietal Cabernet Franc, ou seja, produzido no mínimo com 85% dessa uva, costuma ser macio e agradável em boca. Além disso, apresenta corpo médio e aromas intensos, que podem variar de morango a framboesa, cassis, pimentão e pimenta. De um modo geral, ao provar um vinho Cabernet Franc, você deve encontrar as seguintes características: Acidez: alta Tanino: médio/alto Fruta: média/alta Corpo: médio Álcool: médio/alto Apesar desse aspecto geral, é importante ter em mente que o vinho Cabernet Franc se mostra de diferentes formas a depender da região vinícola onde foi produzido. Em regiões mais frias, por exemplo, as notas de frutas vermelhas se destacam no vinho. Já em regiões quentes, os rótulos costumam ser mais encorpados, com notas de frutas pretas maduras. Já nos blends, ou seja, a mistura entre duas ou mais uvas, a Cabernet Franc costuma contribuir trazendo ao vinho maciez e delicadeza em boca. Fora isso, ela oferece aromas frutados e vegetais intensos. E, quando o assunto é blend, a Cabernet Franc, em união com a Cabernet Sauvignon e a Merlot, dão origem a um dos vinhos tintos regionais mais famosos da França: o corte bordalês. Por falar na Cabernet Sauvignon, como comentamos antes, muitas pessoas comparam as duas uvas e seus respectivos vinhos. Mas você sabe qual a diferença entre a Cabernet Franc e a Cabernet Sauvignon? Em relação às uvas propriamente ditas, a Cabernet Sauvignon tem a casca mais grossa, logo, tem mais pigmentos e taninos. Além disso, ela concentra mais acidez, tem aromas mais sutis, maturação mais tardia, e precisa de mais calor para amadurecer completamente do que a Cabernet Franc. Agora, a maior diferença entre os vinhos é que os Cabernet Franc geralmente são elegantes, macios, agradáveis e têm aromas herbais intensos. Enquanto isso, os vinhos Cabernet Sauvignon costumam ser potentes, mais encorpados e tânicos, com aromas ricos em frutas pretas, como o cassis. História da Cabernet Franc Assim como outras uvas ícones no universo do vinho, a Cabernet Franc é francesa, mas vem conquistando cada vez mais vinhedos e taças mundo afora. Apesar de algumas controvérsias, a principal hipótese é que essa uva tenha surgido entre o sul da França e o nordeste da Espanha, na região que hoje é o País Basco. E, posteriormente, foi levada para outras regiões. Outra suposição é que essa uva seja da região de Bordeaux. Ainda hoje, a Cabernet Franc é muito cultivada nesse território, mas dificilmente aparece sozinha nos rótulos bordaleses. Também existe a especulação que a uva seja do Vale do Loire. Além da Europa, a uva também chegou ao Novo Mundo, principalmente no século XIX. Nessa época, especificamente na década de 1860, a praga filoxera devastou inúmeros vinhedos europeus. Por isso, diversas mudas de videiras foram levadas a outros países. Atualmente, a Cabernet Franc é cultivada em diversos países além da França, como Itália, Estados Unidos, Chile, Canadá, Hungria, África do Sul e até mesmo o Brasil. Características da Cabernet Franc Como explicamos anteriormente, é importante lembrar que as características da Cabernet Franc variam de acordo com a região na qual ela foi cultivada. No Vale do Loire, na França, o clima fresco contribui para que a Cabernet Franc se expresse de maneira mais delicada. Os rótulos costumam ter taninos mais sutis, além de sabor de frutas vermelhas, aromas florais com nuances herbáceas. Já em Bordeaux, onde a uva compõe muitos blends, os vinhos demonstram acidez mais elevada, maciez, elegância e notas florais. Na margem direita de Bordeaux, onde a Cabernet Franc é mais dominante, os rótulos são mais encorpados, com taninos mais potentes. Agora, na região da Toscana, na Itália, a Cabernet Franc costuma aparecer no estilo de vinho chamado Supertoscano. Considerado um dos melhores vinhos italianos, o Supertoscano foi criado na década de 1970, revolucionando a produção de vinhos tintos da época. Esse tipo de vinho une a Sangiovese, típica uva italiana, com variedades não tradicionais da Itália, como a Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc. O resultado é um vinho complexo, intenso, de taninos marcantes e acidez presente. No nariz, aromas expressivos e maduros de cereja preta, amora, cacau, pimenta e couro devem conquistar do início ao fim da degustação. No Novo Mundo, a Cabernet Franc também se expressa de diferentes maneiras. Na Califórnia, Estados Unidos, essa uva dá vida a vinhos ricos e frutados, com aromas intensos de morango, framboesa, menta e pimenta jalapeño. Já no Chile, a Cabernet Franc deve estrelar vinhos de caráter fresco e elegantes, com aromas de cereja preta, chocolate ao leite e pimentão. Dicas de harmonização para os vinhos de Cabernet Franc Por último, mas não menos importante, uma das nossas partes favoritas: a harmonização! Agora que você já sabe mais sobre a Cabernet Franc, descubra como combinar os rótulos com as suas comidas favoritas. Por conta de sua acidez naturalmente alta, além dos diversos tipos de vinho que consegue originar, a Cabernet Franc é muito versátil. A acidez acentuada faz com que pratos à base de molho de tomate sejam excelentes opções para harmonizar. Os toques herbáceos da uva também contribuem para a harmonização com pratos ricos em vegetais, como berinjela e pimentão, por exemplo. Receitas como berinjela à parmegiana, pimentões recheados, cogumelos salteados e sopa de lentilha são ótimas pedidas, especialmente para as pessoas vegetarianas. No caso das carnes, a nossa sugestão é apostar em carnes grelhadas, carré de cordeiro e lombo de porco assado com batatas e ervas. Agora, em se tratando de queijos, a dica é usar os de massa semi-dura, como Gruyère e Gouda Por fim, uma recomendação valiosa para a harmonização com Cabernet Franc é realçar o tempero das suas receitas com ingredientes como pimenta-do-reino, páprica, alecrim, tomilho e coentro. E então, gostou de aprender tudo sobre a Cabernet Franc? Conta para a gente aqui nos comentários! Aproveite também para encontrar o seu Cabernet Franc favorito e abastecer a adega com os best sellers do Site de Evino. O post Cabernet Franc: Descubra os encantos dessa uva versátil apareceu primeiro em Evino.
Seja para a pessoa apaixonada por vinhos ou para quem aprecia a bebida eventualmente, uma coisa é certa: o Caminho do Vinho é uma experiência única e memorável. Neste artigo, vamos explicar o que você precisa saber sobre esse passeio turístico, como as atrações, as vinícolas, dicas para aproveitar a rota e muito mais. Vamos lá? 😉 O que é o Caminho do Vinho? O Caminho do Vinho é uma rota de turismo rural situada na região de São José dos Pinhais, que fica apenas a alguns quilômetros de distância de Curitiba, capital do Paraná. Esse passeio é conhecido pelas belas paisagens e pela presença de diversas vinícolas familiares. Além disso, ele oferece aos visitantes a oportunidade de aprender sobre o processo de produção de vinho, degustar diferentes rótulos e desfrutar experiências em meio aos vinhedos. Outros destaques do Caminho do Vinho são as ricas opções gastronômicas, como restaurantes e cafés coloniais. Fora isso, os turistas também podem aproveitar as pousadas, chácaras para eventos, artesanatos, alternativas de lazer, entre outros. Localização e principais regiões produtoras Como mencionamos antes, o Caminho do Vinho está localizado em São José dos Pinhais, a cerca de 16 quilômetros de distância de Curitiba. As principais regiões produtoras de vinho desse roteiro turístico remontam a história dos imigrantes que se estabeleceram no local, muitos de origem italiana. Acontece que as colônias de imigrantes tiveram muita influência no comércio local. Consequentemente, contribuíram para a criação dessa rota que hoje é uma das principais atrações do município. Em 1878, cerca de 560 imigrantes, majoritariamente italianos, se instalaram em São José dos Pinhais. À época, a polonesa Colônia Murici já existia, assim como as colônias Gamelas, Accioli, Costeira e Zacarias. Com o passar dos anos, surge a Colônia Mergulhão. Ao contrário do que era comum naquele período, essa colônia não foi criada por determinação do poder público municipal ou estadual. Os moradores das colônias vizinhas, que citamos antes, foram comprando terras e se mudando espontaneamente para o Mergulhão. A Colônia Mergulhão fica a aproximadamente 10 quilômetros do centro de São José dos Pinhais. O nome remete aos pássaros aquáticos que são típicos da região, como o mergulhão caçador. Inclusive, a área rural de São José dos Pinhais possui muitos rios e nascentes, por isso a presença dessas aves. Como muitos dos imigrantes trouxeram de seus países de origem algumas mudas de vinhas, eles deram continuidade à tradição de suas famílias de cultivar essas plantas. Dessa forma, produziam para a própria subsistência, mas também elaboravam vinhos. Muitos anos depois, no fim da década de 1990, o poder público percebeu o potencial da região para a economia e turismo rural. Dessa forma, passaram a incentivar os produtores locais. Assim, em 1999, surge o programa Caminho do Vinho em parceria com a Secretaria de Indústria, Comércio e Turismo (SICTUR). Hoje em dia, a Associação Caminho do Vinho – Colônia Mergulhão (ACAVIM) é que administra todas as atividades do roteiro turístico. Ela conta com apoio da Prefeitura Municipal de São José dos Pinhais, por meio da SICTUR. Atrações do Caminho do Vinho Existem diversas atrações no Caminho do Vinho. Além de conhecer as vinícolas e degustar seus rótulos, você pode apreciar a gastronomia local nos cafés e restaurantes coloniais. Com esse roteiro, também é possível conhecer a história e o folclore da região por meio das casas, realizar atividades como pesca, visitar bares, pousadas e chácaras, entre outros. Listamos aqui algumas das principais atrações desse roteiro turístico para você conferir. Visitas guiadas às vinícolas Ao percorrer o Caminho do Vinho, você encontrará as oito principais vinícolas desse roteiro turístico. São elas: Adega Bortolan, Adega Laureanti, Cantina Della Mamma, Vinhos Don Gabriel, Vinhos do Italiano, Vinhos dos Irmãos Juliatto, Vinícola e Salumeria Politano e Vinhos Vô Vito. O horário de funcionamento dessas vinícolas costuma ser das 9h às 18h. Além disso, algumas das adegas atendem todos os dias, enquanto outras estão fechadas às segundas-feiras. Também pode haver necessidade de agendamento dos passeios. Por isso, é essencial verificar esses tipos de informações ao programar as atividades que pretende fazer durante a rota. Durante as visitas guiadas às vinícolas, um especialista, que pode ser um sommelier ou até o enólogo, por exemplo, deve receber os turistas e conduzi-los entre os principais lugares. São eles: os vinhedos, o local onde as bebidas são fermentadas, envelhecidas, entre outros. Degustação de vinhos e produtos locais Chegamos em um dos melhores momentos da experiência que é o Caminho do Vinho: a degustação. Além dos vinhos tintos, vinhos brancos e vinhos rosés, você pode apreciar alguns outros produtos produzidos pelas vinícolas. Aqui, você pode degustar vinhos produzidos com uvas bem famosas, como Cabernet Sauvignon, Tannat e Malbec, até exemplares menos conhecidos. Repletas de tradições familiares, as vinícolas também oferecem produtos como: suco de uva, pães, bolos, tortas, geleias, queijos, manteiga, conservas, salames, linguiças, vinagre, entre outros. Ao longo dos passeios, é mais comum consumir apenas os vinhos. Porém, isso pode variar de vinícola para vinícola, podendo haver a harmonização dos rótulos com alguns dos alimentos produzidos ou comidas típicas da região. Além disso, você também encontrará artesanatos, acessórios e outras lembrancinhas durante o percurso. Culinária típica da região Como mencionamos antes, a região do Caminho do Vinho foi construída ao longo dos anos por imigrantes europeus, especialmente os italianos. Dessa forma, a gastronomia típica da região pode ser definida como ítalo-brasileira, ou seja, com a influência da Itália e do Brasil. Alguns dos pratos mais comuns são à base de massas, sem contar receitas como galeto, polenta, tortei, sopa de capeletti, entre outros. Como essas receitas evoluíram ao longo do tempo junto com os vinhos produzidos na região, ambos harmonizam muito bem. Combinações desse tipo são conhecidas como harmonização por regionalidade. Para apreciar as iguarias da região, existem diversos restaurantes e cafés coloniais no Caminho do Vinho. Alguns deles são: Dulce Restaurante, Frutos da Terra, Panela de Barro, Restaurante Caminhos do Bosque, Casa Bela Café, Casarão Café Colonial, Vanille Café Colonial, etc. Passeios de bicicleta pelas vinícolas Se você está em busca de uma forma mais aventureira de conhecer o Caminho do Vinho, uma ótima opção é fazer o percurso de bicicleta. É possível percorrer pelas diversas trilhas e ruas aos arredores da rota, conferir vinhedos de perto e, dependendo do clima e da época do ano, apreciar a exuberante paisagem do local. Você também pode chegar até as vinícolas que deseja visitar utilizando a bicicleta como meio de transporte. Acima de tudo, é muito importante se certificar de que está utilizando uma bicicleta adequada para esse tipo de passeio. Além disso, use sempre equipamentos de segurança, como capacete e luvas, e não se esqueça de beber bastante água. Como se programar para o Caminho do Vinho? Como você viu até aqui, são inúmeras as possibilidades de aproveitar tudo o que o Caminho do Vinho tem a oferecer. Por isso, daremos algumas dicas para que você possa se programar para realizar a sua visita e aproveitar o máximo possível. Melhor época para visitar A melhor época para conhecer o Caminho do Vinho e visitar as suas vinícolas depende bastante do que você deseja vivenciar nesse passeio. No sul do Brasil, a época de vindima — ou seja, a colheita das uvas — é entre os meses de fevereiro e março. Então, se você deseja observar de perto esse processo, é interessante realizar a sua visita nesse período. Agora, se não é um desejo acompanhar a colheita, durante o outono e o inverno as paisagens ficam ainda mais bonitas por conta da coloração das vinhas. De outubro a março, os visitantes também podem colher morangos por meio do espaço Só Morangos Colha e Pague. Agora, se a sua ideia é curtir as férias em uma pousada ou fazer um evento ao ar livre, por exemplo, o verão e a primavera são ótimos momentos para ir ao Caminho do Vinho. Como chegar Se estiver de carro e for utilizar o GPS, você pode buscar pela coordenada -25.571860 -49.146710. Ela é referente ao Portal do Caminho do Vinho, que é uma espécie de “entrada principal” da rota. Outra forma de chegar até o Caminho do Vinho é utilizando as principais vias de acesso, que ficam aos arredores do roteiro. São elas: Via 376 (Bradesco): é o caminho mais utilizado e, por isso, pode ter filas. Aqui, todo o percurso é asfaltado ou tem paralelepípedos; Via 277 (Renault): é considerado um dos caminhos mais rápidos. Alguns trechos da estrada não possuem pavimentação, mas estão em ótimo estado; Via Avenida das Torres (Nova Trincheira/Cemitério SJP): é um caminho mais recente, totalmente pavimentado. Costuma ser bem movimentado; Via 376 (Barro Preto): também é um caminho bem rápido, que permite a chegada até o Portal do Caminho do Vinho atravessando um bairro de São José dos Pinhais; Via 376 (Conduspar): esse caminho direciona os visitantes para o meio do roteiro e não passa pelo Portal. Apesar disso, também é bem rápido. Dicas para aproveitar ao máximo o Caminho do Vinho Agora que você já sabe o essencial para embarcar no Caminho do Vinho, aqui estão algumas dicas valiosas para aproveitar ao máximo essa jornada enológica: Planeje a sua visita: é muito importante conferir os horários de funcionamento das vinícolas, restaurantes, cafés, bares, lojas e outras atrações ao longo do percurso. Assim, você consegue organizar todas as atividades do seu dia, garantindo que todas as paradas sejam bem aproveitadas. Também é possível contar com agências especializadas para montar um roteiro personalizado conforme as suas preferências; Aposte no conforto e proteção: alguns itens são indispensáveis para que o seu passeio seja agradável, como roupas e calçados confortáveis, repelente para insetos nas visitas aos vinhedos, protetor solar, chapéus, entre outros. Além disso, lembre-se de beber água durante o roteiro! Manter-se hidratado é fundamental, especialmente em caminhadas mais longas; Contrate um serviço de transporte: para chegar até as vinícolas, o ideal é utilizar um carro como meio de transporte. Por esse motivo, recomendamos que você contrate um transfer ou conte com o auxílio de motoristas locais. Com isso, fica ainda mais fácil degustar vinhos de forma segura e sem preocupações; Experimente diferentes tipos de vinho: aproveite a oportunidade para provar estilos de vinhos que ainda não estão presentes no seu dia a dia ou que talvez você nunca tenha apreciado antes. Desse jeito, poderá aumentar o seu repertório, conhecendo novos sabores, aromas e histórias. Lembre-se também que existem rótulos com propostas diferentes e um não necessariamente é melhor do que o outro, são apenas ofertas variadas conforme os diversos gostos e preferências; Pergunte e aprenda ao máximo: uma experiência como essa deve ampliar ainda mais os seus conhecimentos e o seu gosto pelo universo do vinho, além da gastronomia e história da região. É o momento perfeito para tirar dúvidas e descobrir inúmeras curiosidades sobre esses assuntos. Por isso, aproveite e participe ao máximo de todas as interações com os especialistas do roteiro — eles terão o prazer em compartilhar conhecimentos com você; Leve para casa suas escolhas favoritas: vale muito a pena levar uma recordação dessa vivência e prolongar a sua experiência mesmo ao fim da rota, especialmente as iguarias típicas da região ou os vinhos que mais gostou. Os artesanatos também são ótimas opções de lembrancinhas. Conclusão O Caminho do Vinho de Curitiba é um verdadeiro paraíso para os amantes de vinhos, boas comidas e novas experiências. Gostou de aprender mais sobre o que esse roteiro turístico tem a oferecer e as nossas dicas para aproveitar o máximo possível? Conte para a gente aqui nos comentários! 😉 Aproveite também para abastecer a sua adega com os best sellers do Site de Evino. O post Caminho do vinho: saiba mais sobre essa rota incrível para quem ama vinhos! apareceu primeiro em Evino.
Sabemos que vinho e comida ficam muito bem juntos — e um dos clássicos da harmonização é a tábua de frios. Além de ser prática, a tábua de frios apresenta uma boa variedade de itens, o que pode tornar sua experiência com vinho ainda mais interessante.Neste artigo, você vai aprender como montar uma tábua de frios, entender o porquê essa é uma boa combinação, e, lógico, a harmonizar com diferentes vinhos. Vamos lá? 😋 O que deve ter em uma tábua de frios? Antes de tudo, é importante ressaltar que não existe uma regra específica sobre o que deve ou não integrar a montagem de uma tábua de frios. Você pode montá-la de acordo com a sua preferência. Algumas são feitas apenas com queijos, outras só com carnes e embutidos, fora as que mesclam vários elementos. O mais importante é combinar diferentes texturas e sabores. Vamos entender melhor quais são os ingredientes sugeridos e a característica de cada um deles. Queijos Os queijos podem ser divididos de várias formas, seja pela origem, tipo de leite, país onde foi produzido ou textura. Para as nossas dicas de quais queijos podem compor a sua tábua de frios, vamos utilizar o último critério, a textura. Afinal, esse é o principal papel da tábua: trazer diferentes consistências e intensidades de sabor. Massa mole Brie: macio e cremoso, ele apresenta casca fina e o interior mole. Possui sabor delicado e deve ser servido em temperatura ambiente. O corte é feito da borda ao centro da peça; Camembert: muito parecido com o Brie, também é macio e cremoso. Tem menos gordura em sua composição; Queijo de cabra: de sabor marcado, é levemente ácido e apresenta notas terrosas. Massa semi dura Emmental: levemente adocicado, com sabor que remete a nozes; Gouda: é delicado e frutado; Provolone: apresenta aroma e sabor defumado; Coalho: de massa branca, é pouco salgado e levemente ácido. Ideal consumir assado. Massa dura Parmesão: um queijo clássico para apreciar com vinho. É duro, bem salgado e revela notas frutadas; Pecorino: feito com leite de ovelha, também é salgado e apresenta um toque picante; Grana Padano: aromático, tem textura granulosa e sabor levemente adocicado. Carnes Além dos sabores fortes com toques defumados, as carnes podem oferecer o chamado umami. Considerado o quinto sabor básico do paladar humano, o umami nada mais é do que o gosto de um aminoácido chamado glutamato. Fora isso, as carnes são salgadas e apresentam uma estrutura de proteínas que combina bem com os taninos dos vinhos. Para compor a sua tábua de frios, a nossa recomendação de carnes é: Salame: embutido clássico das tábuas, ele é feito com carne suína ou bovina; Parma ou Prosciutto: feito da perna do porco, é uma carne curada muito rica em umami; Pepperoni: é um tipo de salame seco condimentado com pimenta; Copa: sobrepaleta do suíno, é um corte caracterizado pela gordura marmorizada e pelos sabores de especiarias com as quais a carne é temperada; Presunto: trata-se de um prensado de carne suína pré-cozida, que oferece um sabor mais suave. Patês e conservas Os patês e as conservas podem acompanhar tanto pães e torradas como as carnes e os queijos. Enquanto os patês trazem cremosidade, as conservas oferecem um elemento de acidez à sua tábua. Confira a seguir as nossas sugestões: Patê de mostarda: no patê a mostarda fica um pouco mais suave. Ainda assim, seu sabor é marcante, um pouco ácido e levemente picante; Patê de pimentão: o pimentão no patê fica muito interessante, trazendo um sabor adocicado e defumado; Azeitonas: pretas ou verdes, as azeitonas têm um sabor levemente amargo; Picles: o mais comum e usado nas tábuas é o produzido com pepino, mas picles pode ser qualquer vegetal em conserva com vinagre. Frutas, geleias e oleaginosas Neste grupo, temos elementos que vão trazer dulçor, frescor, um pouco de acidez e uma textura crocante para a sua tábua de frios. As frutas in natura, além de refrescantes, podem ajudar a aliviar a intensidade do sal e gordura de outros ingredientes usados na tábua. Já as frutas secas e geleias vão trazer dulçor, enquanto as oleaginosas, que são sementes comestíveis, trazem crocância. Frutas (frescas ou secas): você pode utilizar as frutas disponíveis em casa, porém, as mais comuns são uvas, morango, maçã, cereja, pêssego e damasco; Geleias: podem ser de frutas vermelhas, damasco, laranja ou da fruta de sua preferência; Oleaginosas: amendoim, amêndoas, castanha-do-pará, castanha-de-caju, macadâmia, pistache, nozes, entre outras. Pães e biscoitos Por fim, temos os pães e biscoitos. De sabor mais neutro, são ingredientes para acompanhar os demais elementos e ajudar a limpar o paladar entre um item e outro da tábua de frios. Há uma infinidade de tipos de pães, que podem ser frescos ou assados, torradas, grissinis, croutons, entre outros. Da mesma forma, existem diversos tipos de biscoito, como os fermentados, estampados, rotativos ou amanteigados, etc. Neste caso, a nossa sugestão é que você opte pelos pães e biscoitos de sua preferência, levando em conta as texturas que eles podem trazer ou as possíveis combinações com outros elementos da tábua. Como montar uma tábua de frios? Agora que você conhece os principais ingredientes de uma tábua de frios, está na hora de montar a sua. A quantidade de cada item vai depender do número de pessoas a servir. Mas, de um modo geral, o ideal é de 100g a 150g de frios por pessoa. Para começar a montagem, escolha um recipiente de superfície plana no formato de sua preferência. Sugerimos começar pelos queijos: coloque os diferentes tipos longe uns dos outros. Assim, você poderá posicionar itens que combinem aos arredores deles, facilitando o momento da harmonização. Em seguida, coloque os embutidos ou pães nos espaços laterais. Isso forma uma barreira que pode comportar as oleaginosas e frutas, afinal, elas podem cair facilmente se ficarem nas bordas. Por fim, você também pode decorar com alguns ramos de ervas ou flores comestíveis. Prontinho, sua tábua está pronta para ser servida! E não precisa se preocupar em gastar muito para ter uma experiência legal. Você pode optar por uma versão mais simples ou mais elaborada, a depender do quanto pode e quer investir no momento. Tábua de frios simples Para montar uma tábua de frios mais simples, queijos como o Coalho, Provolone e Parmesão são fáceis de encontrar e, por isso, é possível adquiri-los em diversas faixas de preço. No caso das carnes, salame e presunto também são ótimas opções de bom custo-benefício. Em relação às frutas, você pode aproveitar as que tiver em casa ou buscar pelas típicas da estação. No caso das oleaginosas, opções como amendoim e castanha-de-caju também são fáceis de encontrar. Tábua de frios chique Se estiver à procura de algo mais elaborado, pode apostar em queijos diferentes, como Emmental, Grana Padano e queijo de cabra. Para as carnes, a sugestão é o parma, copa e salames artesanais. No caso das frutas, você também pode buscar por opções diferentes e exóticas. Por fim, como as nozes, avelãs e macadâmias não são oleaginosas comuns, elas podem dar um toque especial na sua tábua. DICA: tire a tábua pronta da geladeira cerca de 30 minutos antes de servir. Isso vai facilitar o momento de cortar os ingredientes, além de exaltar o sabor de cada um deles. Como harmonizar tábua de frios e vinhos? Chegou o momento mais divertido: testar as harmonizações! Como existem diversas possibilidades, você pode apreciar um único vinho com todos os itens da tábua de frios ou pode ter mais de um tipo à disposição. De forma geral, os principais componentes da tábua apresentam alto teor de gordura. Por isso, é essencial escolher vinhos que apresentem alto nível de acidez, sejam eles tintos ou brancos. Os vinhos brancos costumam harmonizar melhor com queijos justamente por terem bom nível de acidez e sabores frutados. A uva Chardonnay é uma escolha clássica para harmonizar com todos os queijos. Já a Sauvignon Blanc deve combinar melhor com queijos leves e as conservas. Outra opção é a Pinot Grigio, que origina vinhos leves e versáteis. Para os tintos, a nossa dica é que você evite aqueles com muitos taninos. As carnes curadas são ricas em sabor umami, que não combina muito com altos níveis de taninos. Além disso, por conta da gordura das carnes, precisamos de um tinto com boa acidez. A sugestão são os vinhos feitos com Pinot Noir, Garnacha ou Mencía. Vinhos frutados também são uma boa escolha, como os feitos com a uva Merlot. Se quiser inovar, você também pode apostar na harmonização com espumantes. Esse é um estilo de vinho que tem sabores frutados, que são ideais para acompanhar aperitivos mais leves e delicados. Além disso, os espumantes também têm um bom nível de acidez para contrabalancear a gordura, e estrutura para acompanhar algumas iguarias mais fortes. E calma, você não precisa ter uma garrafa de cada vinho mencionado na mesa! Caso prefira escolher um único vinho, a nossa sugestão é apostar no rótulo que combine com o maior número de ingredientes. E então, gostou das dicas para montar a sua tábua de frios e harmonizar com vinhos? Aproveite e escolha os rótulos ideais para essa experiência no nosso site. 😉 O post Tábua de Frios e Vinhos: como montar e Harmonizar apareceu primeiro em Evino.
Com a chegada da primavera, a vida ao nosso redor se renova. As flores desabrocham, o clima se torna mais ameno, e nossos paladares naturalmente se inclinam para sabores mais leves e refrescantes. Esta mudança sazonal não apenas afeta nossa dieta, mas também influencia significativamente nossas escolhas de vinhos. A primavera é o momento perfeito para explorar uma gama de vinhos que complementam perfeitamente a atmosfera de renovação e os pratos típicos da estação. Vinhos ideais para a primavera Durante a primavera, os vinhos brancos e rosés ganham destaque merecido. Estas opções mais leves e frescas se alinham perfeitamente com o espírito da estação e com os alimentos que tendemos a consumir nesta época do ano. Vamos explorar algumas das melhores escolhas: Vinhos Brancos Sauvignon Blanc: Com suas notas herbáceas e cítricas, este vinho é uma excelente opção. Experimente o espanhol Castillo de Jumilla Blanco com 60% de sauvignon blanc, 30% macabeu e 10% airen. Albariño: Fresco e aromático, combina perfeitamente com frutos do mar. O argentino Textual Innovacion Extrema Albariño com 100% albariño é a sugestão ideal. Vinho Verde: Leve, ligeiramente efervescente e refrescante, é ideal para dias mais quentes. Opte pelo português Incomum Branco com as uvas loureiro e arinto. Rosés Rosé de Provence: Seco, leve e elegante, é praticamente sinônimo de primavera. Como o nome já indica, a sugestão é o francês Vallon de Glauges Tradition com 60% grenache, 20% syrah e 20% counoise. Tintos Leves Pinot Noir: Um tinto leve que pode ser servido ligeiramente resfriado em dias mais quentes. O chileno William Cole Vineyard Selection Pinot Noir com 100% pinot noir. Vinho branco é um dos escolhidos para a primavera Por que escolher uvas mais leves? A preferência por vinhos mais leves durante a primavera não é apenas uma questão de moda, mas uma escolha que se alinha naturalmente com as mudanças sazonais em nosso estilo de vida e alimentação. Harmonia com o clima: Conforme as temperaturas sobem, vinhos mais leves e frescos oferecem uma experiência mais agradável e refrescante. Complemento à culinária sazonal: Pratos mais leves e frescos, típicos da primavera, combinam melhor com vinhos de corpo leve a médio. Versatilidade: Vinhos brancos e rosés tendem a ser mais versáteis em termos de harmonização, combinando bem com uma variedade de pratos. Reflexo do terroir: Muitos vinhos leves, especialmente brancos e rosés, expressam de forma mais evidente as características do terroir, alinhando-se com o espírito de conexão com a natureza que a primavera evoca. Alimentação saudável A primavera inspira naturalmente uma mudança em nossa dieta. Tendemos a buscar alimentos mais leves, frescos e saudáveis, que refletem a abundância da estação. Esta mudança na alimentação influencia diretamente nossas escolhas de vinho: Saladas: Saladas frescas e vibrantes pedem vinhos igualmente refrescantes. Um Sauvignon Blanc ou um rosé seco são excelentes opções. Frutos do Mar: Pratos leves de peixe e frutos do mar combinam perfeitamente com vinhos brancos aromáticos como Albariño. Vegetais da estação: Aspargos, ervilhas e outros vegetais harmonizam bem com vinhos brancos de acidez moderada. Frutas frescas: Sobremesas à base de frutas da estação encontram um par perfeito em vinhos brancos doces leves ou espumantes demi-sec. Queijos frescos: Queijos de cabra ou ricota combinam maravilhosamente com vinhos brancos ácidos ou rosés secos. Brunches ao ar livre: Para os populares brunches, espumantes leves e rosés são escolhas ideais. Primavera convida para aproveitar a luz do dia Tendências para a primavera Cada ano traz novas tendências ao mundo do vinho, e a primavera de 2024 não é exceção. Aqui estão algumas tendências que podemos esperar ver nesta estação: Rosés versáteis: Além dos tradicionais rosés provençais, estamos vendo um aumento na popularidade de rosés de diferentes regiões e estilos, incluindo rosés de uvas menos convencionais. Vinhos de baixa intervenção: Vinhos naturais, biodinâmicos e orgânicos continuam ganhando terreno, alinhando-se com a crescente consciência ambiental dos consumidores. Vinhos de altitude: Vinhos brancos e tintos leves produzidos em regiões de altitude estão ganhando destaque por sua frescura e mineralidade. Variedades autóctones: Há um interesse crescente por vinhos feitos com uvas nativas menos conhecidas, oferecendo novos perfis de sabor aos consumidores curiosos. Outras tandências Vinhos laranja: Estes vinhos continuam a ganhar adeptos, oferecendo uma alternativa interessante para os amantes de vinhos brancos e tintos leves. Espumantes versáteis: Espumantes não são mais reservados apenas para celebrações. Vemos um aumento no consumo de espumantes leves e frescos como opção para o dia a dia. Blends criativos: Produtores estão experimentando com blends incomuns, especialmente em vinhos brancos e rosés, criando perfis de sabor únicos e intrigantes. Embalagens sustentáveis: Há uma tendência crescente para vinhos em embalagens mais ecológicas, como latas ou garrafas de vidro mais leves. Vinhos de baixo teor alcoólico: Alinhados com um estilo de vida mais saudável, vinhos com menor graduação alcoólica estão ganhando popularidade. Enoturismo local: Com muitas pessoas ainda optando por viagens mais próximas de casa, há um interesse renovado em explorar vinícolas locais e regionais. Experiências com vinho são cada vez mais escolhidas Carpe Diem A primavera é uma estação de renovação e descoberta, e isso se reflete perfeitamente no mundo dos vinhos. É o momento ideal para explorar novos sabores, experimentar combinações inusitadas e apreciar a leveza e frescor que os vinhos brancos, rosés e tintos leves têm a oferecer. Ao alinhar nossas escolhas de vinho com a estação, não apenas melhoramos nossa experiência gastronômica, mas também nos conectamos mais profundamente com os ritmos naturais ao nosso redor. A primavera nos convida a sair, a socializar, a desfrutar de refeições ao ar livre e a celebrar a vida que floresce ao nosso redor. Portanto, nesta primavera, ouse experimentar. Explore aquele rosé de uma região que você nunca provou antes. Harmonize um vinho branco aromático com um prato leve de sua criação. Organize uma degustação com amigos, focando em vinhos que capturam a essência da estação. Lembre-se, o mundo do vinho é vasto e cheio de descobertas emocionantes. A primavera, com sua promessa de renovação e crescimento, é o momento perfeito para expandir seus horizontes vinícolas. Bem-vinda à primavera e a todas as deliciosas aventuras que ela traz! O post A Primavera no Mundo dos Vinhos apareceu primeiro em Blog Wine Lovers | O vinho que encanta.
Saber identificar um vinho de boa qualidade pode parecer desafiador para muitos consumidores. Com tantas opções no mercado, entender os detalhes que definem um bom rótulo é essencial para fazer escolhas mais acertadas e desfrutar de uma experiência completa ao degustar a bebida. Além de informações sobre rótulos e procedências, a chave para identificar a qualidade do vinho está na avaliação sensorial, que envolve observar sua aparência, sentir seus aromas e apreciar seu sabor. Neste guia, vamos fornecer dicas práticas para te ajudar a reconhecer um vinho de alta qualidade e fazer escolhas mais informadas. Confira! O que é um vinho de boa qualidade? A qualidade do vinho é determinada por fatores que vão muito além do preço ou da fama do rótulo. O equilíbrio entre as características sensoriais, como aroma, sabor e aparência, é fundamental para uma experiência agradável. Além disso, a origem do vinho, as uvas utilizadas e o processo de vinificação influenciam diretamente nas propriedades da bebida. Vinhos de qualidade tendem a ser equilibrados, complexos e com harmonia entre taninos, acidez e teor alcoólico. A seguir, veja esses fatores em mais detalhes! A importância do terroir e da safra Dois aspectos que contribuem significativamente para a qualidade do vinho são o terroir e a safra. O terroir refere-se ao conjunto de condições naturais do local onde a videira é cultivada, como clima, solo, topografia e práticas de cultivo. Cada terroir confere características únicas ao vinho, influenciando nos aromas, sabores e texturas. Veja em detalhes! Glossário do vinho: o que significa o termo terroir? Já a safra é o ano em que as uvas foram colhidas. Fatores climáticos durante o crescimento das castas podem impactar diretamente na qualidade do vinho. Em anos de clima mais favorável, as frutas tendem a atingir melhor maturidade, resultando em vinhos mais equilibrados e complexos. Por isso, a safra é um dado importante a ser considerado na hora de avaliar a qualidade de um vinho. A informação sobre a safra do vinho está disponível no rótulo. Aqui, você confere um guia sobre como fazer a leitura de um rótulo de vinho. Uvas e processos de vinificação A excelência do vinho começa nas videiras, com uvas saudáveis e cultivadas em condições favoráveis. Isso significa que os produtores devem optar por castas de alta qualidade, com manejo agrícola adequado para garantir que atinjam o ponto de maturação ideal. Guia de uvas do Divvino! Acesse para conhecer as características de cada uma! Ao buscar um vinho de boa qualidade, preste atenção na variedade e na origem da uva. Certas bebidas, como as provenientes de regiões renomadas, a exemplo de Piemonte, na Itália, costumam ter uma reputação sólida por conta das condições ideais para o cultivo das cepas. Como saber a qualidade do vinho: variedade da uva e origem da bebida são fortes indicadores. As técnicas usadas para transformar uvas em vinho também são determinantes para a qualidade da bebida. Bons rótulos são resultado de práticas que preservam e potencializam o que há de melhor nas uvas. Vinificações cuidadosas envolvem fermentação com temperatura controlada, maturação em barricas de carvalho e tempo de envelhecimento, seja em tanques de aço inoxidável, barris de carvalho ou em garrafas. O controle da oxigenação do vinho durante o processo de produção é outro fator importante. A oxidação, quando bem controlada, pode melhorar a complexidade de vinhos envelhecidos. No entanto, em excesso, pode arruinar a bebida, tornando-a insípida ou com aromas indesejáveis. Produtores de vinhos de alta qualidade costumam combinar técnicas tradicionais com inovações tecnológicas. Essa associação resulta em bebidas que são a expressão máxima do terroir e das características das uvas, mas que também são otimizadas por processos modernos que garantem consistência e refinamento. Dicas de degustação para identificar um vinho de boa qualidade Agora que você já entendeu o que influencia a qualidade do vinho, é hora de se aprofundar na degustação sensorial, uma prática que identifica os aspectos que tornam um vinho premium ou super premium. A degustação envolve três etapas principais: análise visual, olfativa e gustativa. Para você! 14 dicas para acertar na degustação de vinho Aparência do vinho A análise visual é o primeiro passo na avaliação de um vinho. Bebidas de qualidade apresentam aparência límpida e brilhante, sem partículas em suspensão, o que pode indicar um bom processo de filtração. Para vinhos tintos, a cor varia de acordo com a idade. Rótulos jovens tendem a ter tonalidades mais intensas, como rubi, enquanto os mais envelhecidos podem apresentar cores de tijolo ou granada. Já os vinhos brancos de qualidade mantêm uma coloração clara e brilhante, indo do amarelo-pálido ao dourado, dependendo da idade e do tipo de uva. Aromas O aroma de um vinho pode revelar muito sobre sua qualidade. Rótulos de excelência apresentam aromas complexos, que evoluem com o tempo no copo. O ideal é identificar camadas, como frutas, especiarias, flores e notas secundárias, como baunilha ou chocolate, que podem vir do envelhecimento em barricas de carvalho. Um vinho equilibrado oferecerá aromas nítidos e agradáveis. Já odores desagradáveis, como mofo ou vinagre, são indícios de que pode estar defeituoso ou estragado, comprometendo a qualidade. Saiba mais: Aprenda a decifrar a roda de aromas! Paladar No paladar, um vinho de boa qualidade deve apresentar equilíbrio entre acidez, taninos, álcool e doçura. Em harmonia, esses elementos proporcionam uma experiência prazerosa, em que nenhuma característica se sobressai de maneira desagradável. Os taninos, presentes principalmente nos vinhos tintos, devem ser macios e elegantes, sem amargor excessivo. A acidez, por sua vez, deve ser presente, mas sem ser agressiva, proporcionando frescor ao vinho. Por fim, o retrogosto — a sensação que fica na boca após a ingestão do vinho — deve ser persistente e agradável, indicando maior complexidade e qualidade. Um vinho de qualidade pode ser assim classificado pela aparência, pelos aromas e pelo paladar. Sinais de que o vinho não é de boa qualidade Embora a degustação sensorial permita identificar bons vinhos, também é importante reconhecer os sinais de uma bebida que não está em boas condições. Abaixo, você confere alguns desses aspectos que indicam problemas. Aromas defeituosos: vinhos com cheiro de mofo ou vinagre Se, ao cheirar o vinho, você perceber aromas de mofo, papelão molhado ou vinagre, são sinais de que a bebida está defeituosa. O mofo pode ser causado pela contaminação com a substância chamada TCA (tricloroanisol), que geralmente ocorre quando a rolha foi contaminada. O cheiro de vinagre, por sua vez, pode indicar que o vinho está oxidado, o que interfere completamente na experiência sensorial. Desequilíbrio no sabor: acidez ou taninos excessivos Outro sinal de que o vinho pode não ser de boa qualidade é o desequilíbrio entre seus componentes. Se ao degustar você perceber uma acidez excessiva, que causa desconforto, ou taninos muito agressivos e amargos, pode indicar um problema. Vinhos mal equilibrados costumam ser desagradáveis no paladar, causando uma sensação de desarmonia entre os elementos que os compõem. Avaliar a excelência de um vinho vai além de somente analisar preço ou reputação. Com as dicas de degustação sensorial apresentadas aqui, você pode desenvolver suas habilidades para reconhecer um vinho de boa qualidade com base na aparência, nos aromas e no paladar. Esses fatores, aliados ao conhecimento sobre terroir, safra e processo de vinificação, formam o conjunto ideal para identificar rótulos que proporcionem uma experiência premium. Se você está em busca de vinhos de alta qualidade para degustar, acesse o divvino.com.br. Você encontrará rótulos cuidadosamente selecionados para atender aos mais variados paladares. O post Como saber se o vinho é de boa qualidade? apareceu primeiro em Divvino - Conheça tudo sobre o mundo dos vinhos.
A geografia de uma região vinícola é decisiva no estilo e no sabor dos vinhos que ali são produzidos. Entre os diversos fatores que influenciam a viticultura, o clima é um dos mais impactantes. Rótulos de clima quente e frio apresentam características muito distintas, determinadas pela temperatura, pela incidência solar e pelo padrão de chuvas da localidade onde as uvas crescem. Neste artigo, vamos explicar as diferenças entre vinhos de clima quente e frio, como as condições do tempo afetam o cultivo de uva e as características do vinho, além de abordar como as mudanças climáticas vêm alterando esse cenário globalmente. Você também vai conferir exemplos de regiões vinícolas, as castas mais comuns cultivadas nesses climas e sugestões de rótulos para conhecer. Boa leitura! Clima quente e frio Durante o processo de amadurecimento de uma fruta, é possível observar que ela apresenta sabores diferentes. Uma banana verde, por exemplo, tem um gosto adstringente, que amarra a boca. Quando fica mais amarelada, o sabor é balanceado entre acidez e dulçor, até que passa do ponto e torna-se completamente doce. O mesmo processo ocorre com as uvas. Dito isso, é importante saber que, quanto maior e mais constante for o calor em uma região, mais rápido as uvas tendem a desenvolver açúcar. Isso porque a radiação solar acelera a quebra de partículas que conferem sabor azedo/amargo, e apressa o aumento de sacarose, glicose e frutose. Esse processo também pode influenciar nos aromas da fruta, já que essa característica está diretamente ligada às suas substâncias. Portanto, em linhas gerais, uvas que crescem em regiões de clima quente tendem a gerar vinhos mais adocicados e frutados, e menos ácidos. Já as de clima frio costumam produzir bebidas com mais acidez e rusticidade, e menos dulçor. Vale lembrar que outros fatores também podem influenciar as características das uvas, como as correntes de ar, a altitude e o tipo de solo. Qual o clima ideal para cultivar uva? Não existe um clima ideal único para todas as uvas, pois cada variedade se adapta melhor a condições climáticas específicas. Algumas castas, como a cabernet sauvignon, prosperam em regiões mais quentes, enquanto outras, como a riesling, preferem ambientes mais frios, como grande parte das castas brancas. O clima ideal para a viticultura depende, portanto, da variedade de uva que está sendo cultivada e do estilo de vinho que se deseja produzir. Características dos vinhos de clima quente Vinhos de clima quente são frequentemente mais encorpados, com taninos robustos e sabores de frutas maduras, como ameixas, cerejas e amoras. As bebidas também costumam apresentar notas de especiarias doces e chocolate devido à alta maturação das uvas. Uvas cultivadas em regiões quentes são mais expostas ao sol, favorecendo o acúmulo de açúcar nas bagas. Em climas mais quentes, as cepas têm mais exposição ao sol, o que favorece o acúmulo de açúcar nas bagas. É muito comum que vinhos produzidos nessas regiões também tenham maior graduação alcoólica. Isso acontece porque, durante a fermentação, as partículas de açúcar são transformadas em álcool. Como há alta quantidade de sacarose, glicose e frutose, o resultado é o maior teor da substância. Outra característica das uvas de clima quente é a casca mais grossa, também resultante da maior incidência de radiação solar. Ao serem vinificadas, conferem mais taninos e corpo ao vinho. O desafio dos vinicultores é justamente conseguir equilibrar todos esses fatores: fazer um vinho em que os açúcares estejam bem presentes, mas que a acidez não seja apagada; que os taninos estejam equilibrados e que o teor alcoólico não seja desproporcional ao conjunto das características da bebida. Os principais países produtores de clima quente são os da América do Sul, como Argentina, Uruguai e sul do Brasil, do sul da Europa, como Portugal, Espanha e Itália, além da Austrália. A variedade de uvas para clima quente se desenvolve bem em países da América do Sul, Austrália e Europa. Rioja, Espanha Localizada ao norte da Espanha, Rioja é uma das regiões mais renomadas do país e é conhecida por seus vinhos tintos de clima quente, especialmente os feitos a partir da casta tempranillo, que resulta em bebidas de taninos macios, acidez equilibrada e sabores de frutas vermelhas, como morango e cereja. O clima é quente, mas moderado por conta da proximidade com as montanhas, que oferecem noites frescas e ajudam a equilibrar a maturação das uvas. Os vinhos de Rioja são famosos por serem encorpados, terem taninos firmes e notas de frutas vermelhas maduras, baunilha e couro. Vinho Tinto Espanhol La Garnacha Salvaje De Moncayo Rioja também é conhecida pelo cultivo da casta garnacha, que confere notas de frutas maduras e especiarias aos vinhos, além de adicionar corpo e álcool aos rótulos. Um exemplar da casta é o La Garnacha Salvaje De Moncay, um vinho de coloração rubi-intensa e aromas de geleia de frutas pretas e especiarias. No paladar, entrega intensidade e corpo, sendo indicado para acompanhar t-bone grelhado ou hambúrguer com bacon. Napa Valley, Estados Unidos A região vinícola de Napa Valley, na Califórnia, é um exemplo clássico de vinhos de clima quente. Com sol abundante e verões secos, Napa é ideal para o cultivo de uvas cabernet sauvignon, merlot e zinfandel. Leia também: Vinhos dos Estados Unidos: um guia completo! Os vinhos de Napa são frequentemente ricos e intensos, com sabores concentrados de frutas escuras, especiarias e notas de baunilha provenientes do envelhecimento em barris de carvalho. Vinho Americano Black Stallion Cabernet Sauvignon Este exemplar da vinícola Black Stallion possui aromas de amoras, cerejas e tostado. No paladar, é encorpado e concentrado, com nuances de cassis, amoras e ameixa. Tem taninos arrojados e acidez equilibrada. É um rótulo que harmoniza muito bem com lombo grelhado, queijos azuis cremosos, costeletas de porco com pimenta ou peito de pato com ameixas grelhadas. Mendoza, Argentina Mendoza é o coração da produção de vinhos na Argentina, conhecida por seus malbecs encorpados e poderosos. Situada nas encostas da Cordilheira dos Andes, Mendoza recebe muita luz solar durante o dia, mas as noites são frescas, permitindo uma excelente maturação das uvas. Os vinhos de Mendoza são ricos em cor, com sabores de ameixa, cereja preta e notas de especiarias, frequentemente apresentando taninos suaves e um final longo. Vinho Tinto Argentino Santa Rosa Reserva Malbec Este típico malbec argentino expressa o terroir de Mendoza, Argentina. As vinhas possuem poucos recursos hídricos e são submetidas à alta insolação, originando vinhos encorpados, ideais para serem harmonizados com pratos complexos, exatamente como este Santa Rosa Reserva. Veja também: Entenda a diferença entre vinho reserva e reservado Para harmonizar, experimente com churrasco de costela, massa à carbonara, lasanha de queijos, espaguete ao pesto, iscas de filé com gorgonzola e risoto de filé. Características dos vinhos de clima frio Em contraste aos de clima quente, os vinhos de clima frio são mais leves, com acidez elevada e perfis aromáticos mais delicados. A acidez acentuada é uma característica marcante, que traz frescor e estrutura aos rótulos, permitindo que envelheçam bem. Além disso, os vinhos de clima frio tendem a ter menos álcool e apresentam notas de frutas frescas, como maçã-verde, limão e frutas vermelhas ácidas, além de flores e minerais. Em regiões de clima frio, os vinhos são mais ácidos e de corpo leve. Áustria A Áustria é conhecida por produzir alguns dos melhores vinhos brancos de clima frio do mundo, especialmente com a uva grüner veltliner. O clima fresco do país permite que as castas mantenham alta acidez e sabores vibrantes, com notas de maçã-verde, pimenta-branca e toques minerais. Vinho Branco Lenz Moser Prestige Pinot Gris Refrescante e frutado, este é um vinho com notas de frutas cítricas, como lima e limão, e florais elaborado pela vinícola Lenz Moser, na região de Burgenland, na Áustria. Em taça, apresenta coloração amarelo-pálido. O rótulo acompanha muito bem pratos leves, como risoto de aspargos, brie folhado com geleia de damascos, creme de aspargos com carnes brancas, peito de frango grelhado, sushi, sashimi e tábua de queijos. Alto Adige, Itália Localizada no norte da Itália, a região de Alto Adige é famosa por seus vinhos brancos aromáticos de clima frio, como pinot grigio e gewürztraminer. O clima alpino da região resulta em bebidas frescas e crocantes, com alta acidez e uma incrível pureza de frutas. Os vinhos de Alto Adige são elegantes, com aromas florais e notas cítricas. Vinho Tinto Italiano Peter Zemmer Lagrein O rótulo é elaborado com a casta lagrein, cultivada na região do Alto Adige em condições perfeitas. Os solos são calcários e as uvas são fermentadas por sete dias em temperatura constante. Esses e outros cuidados na produção resultam em um vinho aveludado, elegante e de caráter frutado. Em taça, desenvolve coloração rubi a granada-escuro. O aroma é intenso e fresco de frutos selvagens e violetas. Para a harmonização, experimente com carnes vermelhas, assados, carnes de caça e queijos duros. Champagne, França Champagne, no norte da França, é a mais icônica região de vinhos espumantes do mundo. O clima frio, com verões curtos e invernos rigorosos, contribui para a alta acidez das uvas chardonnay, pinot noir e pinot meunier, usadas na produção do famoso espumante. Os vinhos espumantes de Champagne são conhecidos por sua efervescência fina, seu frescor e seus sabores de maçã-verde, brioche e amêndoas torradas. Champagne Moutard Brut Nature Este é um vinho espumante produzido pela Maison Moutard. A denominação Brut Nature indica que se trata de um Champagne seco e com baixo teor de açúcar residual. É denso, opulento, bem arredondado e com notas de brioche. Apresenta um final macio e de grande duração. Possui excelente equilíbrio de fruta e notas ligeiramente picantes. Para a harmonização, opte por carne de porco, salmão, pratos com mariscos e queijos suaves e moles. Impacto das mudanças climáticas na produção de vinhos As mudanças climáticas resultantes do aquecimento global vêm impactando as produções vitiviníferas ao redor do mundo. Com o aumento da temperatura do planeta, questões sobre como cultivar uvas em climas quentes e alternativas de cultivo e colheita têm sido essenciais para o desenvolvimento de rótulos de qualidade. Uma das práticas adotadas tem sido a colheita antecipada, na tentativa de equilibrar a maturação das uvas para evitar que elas percam sua acidez característica. Uma alternativa praticada pelos produtores do Novo Mundo é a colheita noturna, a fim de evitar as altas temperaturas do dia. Um novo estudo publicado na revista Nature aponta as consequências das mudanças de temperatura, precipitação, umidade, radiação e CO2 na produção global de vinhos e avisa que as mudanças climáticas vão exigir adaptação dos produtores. “Cerca de 90% das regiões vinícolas tradicionais nas áreas costeiras e de planície da Espanha, Itália, Grécia e sul da Califórnia podem estar em risco de desaparecer até o final do século devido à seca excessiva e às ondas de calor mais frequentes com as mudanças climáticas“, informam os pesquisadores. Por consequência, novas regiões de cultivo de vinho devem aparecer em áreas até então inadequadas, a exemplo do sul do Reino Unido, Washington, Oregon, Tasmânia e norte da França. Conheça os premiados espumantes ingleses! Temperaturas mais altas alteram o ciclo de amadurecimento das uvas. Segundo a pesquisa, na maioria das regiões vinícolas, as colheitas avançaram em duas a três semanas nos últimos 40 anos, provocando mudanças na qualidade e no estilo dos vinhos. Já o aumento da seca reduz a produtividade. O uso de material vegetal resistente à seca e a adoção de sistemas de irrigação são opções eficazes para lidar com o declínio da disponibilidade de água. O surgimento de novas pragas e doenças, assim como a crescente ocorrência de eventos climáticos extremos como ondas de calor, tempestades e possivelmente granizo, também desafiam a produção de vinho em algumas regiões. Em contraste, outras áreas podem se beneficiar da redução da pressão de pragas e doenças. Eventos climáticos extremos, como granizo, já afetam a produção de vinhos. Compreender as diferenças entre vinhos de clima quente e frio é fundamental para apreciar a diversidade de estilos disponíveis no mercado. Enquanto as bebidas de clima quente oferecem sabores intensos e encorpados, as de clima frio são mais delicadas, com acidez marcante e uma paleta de sabores mais complexa. O impacto das mudanças climáticas sobre a viticultura é inegável, e o futuro trará desafios e oportunidades para os produtores. Ao experimentar rótulos de diferentes climas e regiões, você poderá perceber como o ambiente influencia diretamente o sabor e a estrutura de cada bebida. Se quiser explorar vinhos de várias regiões e climas, o divvino.com.br é o e-commerce de vinhos perfeito para isso! Confira as opções disponíveis clicando na imagem abaixo! O post Vinhos de clima quente e frio: saiba as diferenças apareceu primeiro em Divvino - Conheça tudo sobre o mundo dos vinhos.
Você sabe por que um mesmo vinho pode apresentar diferenças dependendo do ano em que foi fabricado, ainda que as técnicas de vinificação não tenham mudado? Isso acontece por causa da safra de vinho, que tem a capacidade de influenciar o sabor, a qualidade e o preço da bebida. Neste artigo, vamos explicar o que é a safra de vinho, sua importância, como identificá-la e como avaliar se uma safra é considerada boa ou não. O que é safra de vinho? A safra de vinho nada mais é do que o ano em que as uvas foram colhidas. Ela ganhou importância à medida que os viticultores perceberam que a elaboração de um mesmo rótulo resultava em vinhos distintos entre si a cada ano. Com o tempo, notou-se que essas mudanças aconteciam em razão das alterações do terroir da região e por conta do impacto do homem. Como na maioria das vezes o ciclo da videira é anual, o resultado da colheita tende a depender de todas as movimentações que ocorrem durante esse período. Se uma mesma região tiver um ano de verões chuvosos e, no ano seguinte, temperaturas altas e pouca precipitação, o resultado das safras será diferente. Ainda é possível que um mesmo grupo de vinhedos apresente vinhas de melhor ou pior qualidade. Por esse motivo, algumas colheitas ocorrem por parcelas, como os vinhos De Martino Parcela. Além das alterações climáticas provenientes do aquecimento global, é comum uma mesma região apresentar oscilações de temperatura, volume de chuva e incidência solar. Afinal, é impossível que, de um ano para o outro, todos os dias sejam exatamente iguais. Como a videira depende diretamente do conjunto entre terroir e impacto do homem para se desenvolver da maneira desejada, mesmo as menores mudanças influenciam na qualidade da safra e na produção dos melhores vinhos. O calor excessivo, por exemplo, acelera a maturação da uva, que vai apresentar mais açúcar e, como consequência, gerar vinhos mais alcoólicos. Além disso, altas temperaturas podem queimar a fruta, dando sabores indesejados ao vinho. Portanto, devido à importância das condições da safra no resultado do rótulo, independentemente se o vinho será engarrafado logo após a colheita ou se vai envelhecer em barricas, o ano presente na embalagem sempre se refere ao período que a casta foi colhida. Qual a importância da safra de vinho? Saber qual é a safra do vinho permite entender as nuances da bebida e seu potencial de guarda. Além disso, uma colheita de excelente qualidade pode ser o motivo por trás do preço do produto final. As safras de vinho influenciam diretamente na qualidade da bebida. Também é importante pontuar que, com os avanços tecnológicos, produtores ao redor do mundo são capazes de minimizar as diferenças nas nuances de um mesmo vinho com safras distintas, mantendo uma certa padronização da bebida. No entanto, uma safra excelente, aliada a métodos de produção bem estabelecidos, certamente trará resultados mais positivos Como saber a safra de um vinho? Normalmente, a safra do vinho está indicada no rótulo, mas isso não quer dizer que 100% das uvas utilizadas durante a produção são originárias daquela colheita. A porcentagem necessária para incluir o ano da safra em um rótulo vai variar de país para país. No Brasil e nos Estados Unidos, por exemplo, a exigência é de 75%, mas existem alguns locais que demandam 95% de presença das uvas do ano daquela safra. Além disso, é importante pontuar que vinhos sem safra — aqueles que não possuem o ano da colheita discriminado no rótulo — não são bebidas de baixa qualidade. Em alguns casos, o exemplar é um blend produzido com cepas de anos diferentes para atingir o resultado que o produtor busca. Na Argentina, por exemplo, algumas bodegas aproveitam as melhores safras de diferentes vinhedos em seus blends, a fim de manter a qualidade e a paridade do vinho ano a ano. Para isso, possuem vinhedos em diferentes regiões do país, devido às grandes intempéries naturais que ocorrem nas terras argentinas. Leia também! Rota dos vinhos na Argentina: guia para a viagem perfeita! Ademais, Champagnes geralmente são produzidos a partir de uvas de anos distintos e, consequentemente, não levam o ano da safra no rótulo. Cada país tem regras próprias para incluir o ano da safra de vinho no rótulo. Como avaliar a qualidade de uma safra? Para saber mais sobre a qualidade das safras, você pode consultar tabelas online, produzidas por importadoras ou negociantes. Outros materiais como o Guia Descorchados e Guia Peñín incluem informações relacionadas ao assunto. Os críticos de vinhos e especialistas em enologia costumam classificar as safras com notas e relatórios que servem de guia para consumidores e colecionadores. Alguns anos, em determinadas regiões, são considerados de excelência, enquanto outros podem ser vistos como desafiadores, resultando em safras de menor qualidade. O que muda entre uma safra de vinho e outra? Uma das maiores variações entre safras está no sabor e na estrutura do vinho. Em um ano excepcionalmente quente, as uvas podem produzir vinhos com maior teor alcoólico, sabores mais intensos de frutas maduras e taninos robustos. Já em um ano mais frio, o vinho pode ter acidez elevada, taninos suaves e aromas mais sutis. Essa variação é um dos fatores que tornam o vinho uma bebida tão fascinante. Degustar vinhos de diferentes safras de um mesmo produtor ou de uma mesma região pode oferecer uma verdadeira jornada sensorial, na qual se percebem nuances que refletem as mudanças climáticas e as técnicas de vinificação daquele período. Além disso, a longevidade do vinho pode ser afetada pela safra. Vinhos de safras muito quentes, com maior teor alcoólico, tendem a amadurecer mais rápido. Por outro lado, safras de climas mais equilibrados podem gerar vinhos que evoluem melhor com o tempo, ganhando complexidade à medida que envelhecem na garrafa. Exemplos de safras de vinho icônicas Mas qual a melhor safra de vinho? Ao longo dos anos, algumas se destacaram e ficaram conhecidas como excepcionais. Abaixo, listamos exemplos de safras de vinho que são amplamente reconhecidas. Bordeaux 1982 Uma das safras mais célebres de Bordeaux, caracterizada por um clima quente e seco, que resultou em vinhos potentes e duradouros. É uma safra que ainda hoje é altamente valorizada em leilões. Vinhedos em Bordeaux, França. Champagne 2002 Considerada uma das melhores safras de Champagne da era moderna. O clima ameno proporcionou uvas com ótima acidez e concentração, resultando em vinhos espumantes que combinam elegância e longevidade. Toscana 2010 Em regiões como Chianti e Brunello di Montalcino, a safra de 2010 foi marcada por vinhos equilibrados, com taninos bem estruturados e um grande potencial de envelhecimento. Vale do Douro 2011 Para o Vinho do Porto, 2011 foi uma safra histórica. Com condições climáticas ideais, os rótulos dessa safra são intensos, complexos e com enorme capacidade de evolução em garrafa. Essas safras são apenas alguns exemplos de como o clima e as condições do ano podem elevar um vinho a um patamar de excelência. A safra de vinho é um dos fatores que mais influenciam a qualidade, o sabor e o preço da bebida. Ela reflete as características climáticas de um determinado ano e pode fazer com que o vinho tenha uma personalidade única. Agora que você conhece mais sobre a importância da safra, como avaliá-la e identificar exemplos icônicos, está mais preparado para fazer ótimas escolhas na hora de adquirir um rótulo. Aproveite para acessar o divvino.com.br e conferir uma seleção especial de vinhos de diversas safras, prontos para agradar todos os paladares e combinar com todas as ocasiões. Clique na imagem abaixo! O post Tudo o que você precisa saber sobre safra de vinho apareceu primeiro em Divvino - Conheça tudo sobre o mundo dos vinhos.
Algumas taças de vinho são bem frágeis, como as feitas de cristal. É preciso ter cuidado na hora de higienizá-las, pois além de serem de um material mais delicado, dependendo da lavagem você pode acabar danificando o sabor do próximo vinho que beber ali dentro. Leia também: Você sabe que taça usar para cada tipo de vinho? Máquina de lavar x Lavar à mão Taças de vinho geralmente podem ser levadas à máquina de lavar. Caso for lavá-las assim, procure ter bastante espaço livre ao redor, para que não aconteça delas baterem em alguma coisa. Dependendo do interior da sua máquina de lavar, você pode investir em alguns suplementos para manter as taças seguras. De qualquer forma, é sempre mais seguro lavar à mão. Você pode escolher usar bem pouquinho de sabão – ou nenhum – e muita água morna. Se houver alguma mancha no vidro, pode-se usar um pouco de atrito com uma esponja ou então bicabornato de sódio, pois dessa forma não irá causar nenhum arranhão. Posso usar vinagre na lavagem? Não! Mesmo que a limpeza com vinagre possa deixar a taça mais brilhosa, qualquer resíduo pode interferir em como vai ficar o gosto do vinho depois disso. Como devo secar as taças? Quando for secar a taça, lembre-se de nunca segurar a haste com uma mão e girar o bojo com a outra. Isso pode causar um acidente! Além disso, procure secar com um pano de linho, invés de um de algodão. Ou então você ainda pode adquirir tecidos de microfibra que são específicos para limpar taças de vinho. Independentemente do pano que você for usar, lembre-se de lavá-lo com sabão sem cheiro e nunca usar amaciante, pois podem deixar odor e resíduo nos copos.The post Como limpar taças de vinho frágeis adequadamente? first appeared on blogdosvinhos.
Descubra a magia do Daiquiri com Uva Verde: uma explosão de frescor em cada gole! Aprenda a preparar este drink encantador que promete ser a estrela de qualquer ocasião. Clique e surpreenda-se! Este artigo Descubra a Frescura Irresistível do Daiquiri com Uva Verde. Um Drink que Encanta!, foi referenciado anteriormente no blog Mestre dos Drinks - Magia, Alquimia e Química na Combinação de Sabores
Mais um vinho para a nossa lista de 50 brasileiros degustados em 2024. Esse é um rosé diferente, feito pela Cristófoli em Faria Lemos, no sul do Brasil. Leve e único, é uma excelente pedida. Site da vinícola - https://www.vinhoscristofoli.com.br/
Abrir uma garrafa de espumante pode parecer simples à primeira vista, mas há uma arte sutil em fazê-lo com elegância e, é claro, segurança. Afinal, não queremos quebrar nenhum utensílio com a “explosão” da rolha e, muito menos, desperdiçar a bebida. Mas, então, como abrir espumante do jeito certo? Assista o vídeo que o Gabriel Holtz te explica! Se você se interessou, saiba mais em: https://www.chandon.com.br/comunidade #Chandon #AbraceUmMundoDePossibilidades Viva um mundo de possibilidades e consuma com moderação.
O curso "Desvendando o Vinho" é pra você que quer aprender os segredos dessa bebida milenar e começar a degustar sem complicações. Um curso com o objetivo de tornar você um enófilo que sabe escolher e apreciar um bom vinho, que não se sente perdido diante de conhecedores do vinho e está a procura de novas experiências enogastronômicas. Com este curso, uma prateleira de adega ou supermercado não será mais um bicho de sete cabeças; você nunca mais dirá que não gosta de vinho seco e escolher vinhos para presentear amigos ou escolher vinhos para jantares não serão mais dificuldades presentes na sua vida. Você descobrirá o prazer de degustar um bom vinho. Vou te ensinar a descobrir aromas, a fazer harmonizações que dão certo, a organizar um jantar inesquecível para você e seus convidados. Ou seja: você aprenderá o beabá do vinho! Vantagens: ✔ Você vai aprender como os vinhos são produzidos ✔ Vai conhecer a diferença de estilos e com o quê eles combinam ✔ Vai aprender a avaliar um vinho ✔ A cada aula, você vai entender melhor o universo dos vinhos, o que ajuda na hora de fazer uma compra Apresentado por: Aline Oliveira, Sommelière e Barista, tem oito anos que trabalho no mundo dos vinhos e nesse tempo tenho ajudado pessoas a descobrirem o próprio paladar, a descobrirem rótulos que realmente agradam. Como sommeliére, nos últimos anos, tenho realizado cursos e treinamentos em vinhos para apaixonados por vinhos e para empresas, como bares e restaurantes, para que possam desenvolver seus serviços de vinho, além de prestar consultoria para adegas, supermercados e festas. Tenho prestado consultoria para importadoras e distribuidoras de bebidas, auxiliando na tomada de decisões e treinamentos relacionados ao mundo dos vinhos. SAIBA MAIS
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