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Mistério sobre origem dos disparos marca investigação após tiroteio em estação do metrô de São Paulo

01/06/2026 13:06 Por Redação NTD

Criança de 11 meses e outras cinco pessoas foram atingidas durante troca de tiros na estação São Bento; polícia tenta esclarecer dinâmica do caso

O que deveria ser apenas mais um sábado de compras no movimentado centro de São Paulo se transformou em cenas de pânico, correria e disparos em meio à multidão. A Polícia Civil ainda investiga de onde partiram os tiros que atingiram uma criança de 11 meses e outras cinco pessoas durante um tiroteio na estação São Bento do Metrô. O episódio ocorreu em uma das áreas mais movimentadas da capital paulista e deixou passageiros em choque diante da violência registrada dentro do sistema de transporte. 

Segundo as investigações iniciais, a ocorrência teve início durante uma tentativa de assalto contra um policial civil que estava de folga. De acordo com o relato do agente, ele teria sido abordado por três suspeitos e reagido à ação criminosa, dando início à troca de tiros. Um dos suspeitos acabou baleado e preso, enquanto outros envolvidos conseguiram fugir. A perícia agora trabalha para determinar a origem exata dos disparos que atingiram as vítimas. 

Pânico na estação

Entre os feridos estão o bebê de 11 meses, o pai da criança, uma adolescente de 14 anos e outros passageiros que estavam na estação no momento da ocorrência. O homem de 30 anos, pai da criança, foi atingido por disparos no abdômen e na coxa, além de sofrer fratura em um dos braços, sendo encaminhado para a Santa Casa. As demais vítimas receberam atendimento médico e, segundo as informações divulgadas até o momento, não correm risco de morte. 

A investigação busca esclarecer se todos os disparos partiram da arma do policial ou se os criminosos também efetuaram tiros durante a ação. Imagens de câmeras de segurança, depoimentos de testemunhas e exames periciais serão fundamentais para reconstruir a dinâmica do confronto. O caso reacende o debate sobre segurança em áreas de grande circulação de pessoas e sobre os riscos de confrontos armados em locais públicos extremamente movimentados, como estações de metrô e centros comerciais da capital paulista.